Reinaldo Scheibe

Planos de saúde se reúnem em Curitiba para discutir cenário do setor

23 maio, 2017 às 16:16  |  por Maximilian Santos

Na próximo quinta-feira (25), a partir das 14h, no Hotel Bourbon, em Curitiba, representantes do Sistema Abramge – Associação Brasileira de Planos de Saúde se reúnem para discutir a situação atual na área de saúde suplementar, além de aspectos econômicos, jurídicos e políticos que envolvem o setor.

O encontro contará com a presença do presidente nacional da Abramge, Reinaldo Scheibe(foto); do presidente da regional PR/SC da Abramge, dr. Cadri Massuda, além de diversos especialistas. Entre os temas que serão discutidos destacam-se o ressarcimento ao SUS, a terceirização nos setor e o impacto das Reformas Trabalhista e da Previdência.

Máfia das próteses - Durante o encontro, acontece também o lançamento do livro “A Máfia das próteses – Uma ameaça à saúde”, de autoria do diretor da Abramge, Pedro Ramos. A Abramge há algum tempo denuncia um dos maiores esquemas de desvios de recursos públicos e privados da área da saúde: as fraudes envolvendo Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPMEs). Mesmo após a instauração de duas CPIs, uma no Senado e outra na Câmara dos Deputados, as informações que circulam nesta indústria são de que as máfias continuam a atuar.

Casos assim envolvem situações em que médicos prescrevem cirurgias desnecessárias a pacientes de planos de saúde com o objetivo de conseguir vantagens financeiras na comercialização de materiais médicos a serem usados nos procedimentos – na maioria das vezes superfaturados em conluio com a empresa fabricante. Tais experiências, algumas com consequências trágicas, são vividas diariamente por muitos pacientes que procuram o Sistema Único de Saúde (SUS) ou a Saúde Suplementar.

No livro, o autor mostra que o uso desses dispositivos vem acompanhado de alguns vícios inaceitáveis na conduta de empresas e pessoas que atuam no atendimento à saúde, visando induzir a demanda de maneira artificial, irresponsável e, muitas vezes, criminosa. As maiores vítimas dessas quadrilhas são pessoas que recorrem ao atendimento médico hospitalar, público ou privado.  “Elas estão em busca de um alívio para a dor, mal-estar ou disfunção causada por uma doença. Estão debilitadas física e emocionalmente e, portanto, são presas fáceis para as quadrilhas que atuam na saúde. Por essa razão, defendemos que os crimes contra a saúde não podem ser tratados como crimes comuns. São crimes qualificados que, por isso, merecem punição muito severa”, aponta Pedro Ramos.

Outro aspecto tratado neste livro diz respeito à amplitude dos danos econômicos. “Quando o golpe atinge a assistência à saúde pública, afeta o orçamento do governo e chega a prejudicar milhares de beneficiários do SUS. Quando é praticado contra os planos de saúde, a conta é paga pelo conjunto dos usuários dos planos e vai refletir nos índices de reajuste das mensalidades. Dessa forma, os crimes da máfia e outros de natureza semelhante são crimes contra a economia e contra o Estado.”

 

 

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BALANÇO – Paranaense SPRO IT Solutions em Orlando

23 maio, 2017 às 16:09  |  por Maximilian Santos

Cristina Palmaka (foto), presidente da SAP Brasil, e Almir Meinerz (foto), presidente-executivo da consultoria paranaense SPRO IT Solutions, especializada em estratégias de negócio e de tecnologia, durante o Sapphire Now. Este é o maior evento global de tecnologia de negócios organizado pela SAP, líder no mercado mundial de softwares corporativos, e pela Associação de Usuários SAP (ASUG), que ocorreu entre os dias 15 e 18, em Orlando, nos EUA. Os participantes tiveram a oportunidade de conhecer as principais inovações digitais do setor, como o novo sistema SAP Leonardo, que irá acelerar a transformação digital de empresas do Paraná que apostam em soluções inteligentes na nuvem, baseadas em conceitos de Internet das Coisas, Big Data e Analytics.

 

 

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Mario

Saber gerir as emoções é um diferencial dos líderes de sucesso

22 maio, 2017 às 16:28  |  por Maximilian Santos

A instabilidade emocional faz parte de vários ambientes em que estamos inseridos, como trabalho, família, reuniões e carreira. Constantemente, somos levados ao estresse por fatores como pressão, insegurança, falta de reconhecimento e fracasso. “A gestão emocional nos tira desse frame, impulsionado por fatores externos, e nos faz perceber que temos a capacidade de administrar nossa reação a eles. Com ferramentas específicas, conseguimos trabalhar nosso autocontrole, saindo de estados emocionais pobres de recursos para estados mais ricos e conscientes.” A afirmação é de Mário Echeverria (foto), trainer do Instituto Eneagrama, principal empresa no Brasil de gestão emocional e desenvolvimento humano, palestrante da segunda edição do Intensive Leadership Academy (ILA), que acontece nos dias 9 e 10 de junho, em Curitiba. O seminário é organizado e ministrado por executivos da Dale Carnegie Training, referência mundial em desenvolvimento de competências e habilidades profissionais. Echeverria será o responsável pela palestra bônus para quem comprar os ingressos nas categorias Vip e Diamond.

A inteligência emocional está intimamente ligada ao sucesso de líderes com resultados acima da média. Uma pesquisa realizada pela Gallup, em 63 países, durante 25 anos, com cerca de 300 mil gestores que demonstraram ter uma produtividade constante acima da média, evidenciou que estes gestores de sucesso criam oportunidades para si e para os outros fazerem aquilo que eles sabem fazer de melhor, ou seja, eles entendem e respeitam a diversidade, o poder dos talentos naturais e não tentam mudar as pessoas, mas sim, permitem com que elas se empoderem utilizando o que há de melhor dentro delas.

Segundo Echeverria, a gestão emocional expande a capacidade do profissional de maximizar o seu desempenho, pois a partir do autoconhecimento, que é um dos cinco pilares da gestão emocional, ele pode decidir investir mais tempo e energia desenvolvendo seus potenciais naturais. “Ela contribui com o aumento de autocontrole na liderança, habilidade determinante em situações onde a ansiedade pode impactar diretamente em decisões relevantes para o sucesso ou não da empresa.

No trabalho em equipe, ela dá maior empatia, ou seja, permite compreender como as pessoas a volta enxergam a realidade, e isso permite que o líder possa entender como pode contribuir e somar”, destaca.

Na avaliação de Echeverria, a inteligência emocional desempenha um papel preponderante nos executivos de nível mais alto da empresa, nos quais diferenças em habilidades técnicas são menos significativas. “Quanto maior a responsabilidade e o cargo na organização, maior a necessidade de se ter uma excelente inteligência emocional”, diz.

Dale Carnegie Training – Por 104 anos, a Dale Carnegie Training, por meio de seus programas de treinamento pessoal e profissional vem orientando seus participantes a construir objetivos claros de forma planejada, organizada, com estratégias eficazes, desenvolvendo seus talentos, atitudes, valores, habilidades práticas de comunicação, gestão, liderança, relações humanas, engajamento, vendas, negociação, controle de estresse e apresentações de alto impacto.

Mais informações sobre o Intensive Leadership Academy, programação completa e inscrições no site www.ilabr.com.br

 
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Semana Global do Empreendedorismo

BALANÇO – Qual o impacto das Start Ups na sociedade? Diretor da Endeavor Brasil fala sobre o tema em Curitiba

19 maio, 2017 às 19:13  |  por Maximilian Santos

No próximo dia 23, terça-feira, o diretor geral da Endeavor Brasil, Juliano Seabra (foto), estará em Curitiba participando do Smart City Business Congress, que acontece no Expo Unimed. Juliano participará de um painel que falará sobre como as start ups e as scale ups (empresas de crescimento escalável) impactam a sociedade, mudando o comportamento nas cidades e na economia. O painel acontece das 11h às 12h30.

O objetivo do painel é mostrar como as cidades precisam cada vez mais de inovação e empresas tecnologicamente inovadoras que possam auxiliar na solução de seus problemas. Fazer florescer um ecossistema de startups é mais que um desejo, é uma necessidade, e para isso é necessário ter um ambiente empreendedor, que atraia jovens empresas. Juliano Seabra ressaltará a importância das empresas “serem grandes enquanto pequenas” e conseguirem passar do estágio de start up para scale up.

No painel também estarão grandes nomes da área como Ricardo Ribeiro do Uber, Rafael Ribeiro da ABStartUps, Felipe Barreiros da Ponte 21/MasterTech, Eduardo L’Hotellier da Get Ninjas e André Arcas da Whoolie Bikes.

 

 

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Harleyflavio31

Harley-Davidson é a marca de motocicletas mais amada do Brasil em 2017

19 maio, 2017 às 13:50  |  por Maximilian Santos

Mais uma vez, a Harley-Davidson do Brasil é eleita como a marca mais amada do Brasil na categoria Motos, entre todas as montadoras de motocicletas estabelecidas no País. Segundo o estudo realizado pelo Centro de Inteligência Padrão e produzido pela Officina Sophia, a H-D é top 10 no ranking geral das marcas mais amadas pelos brasileiros.

Por meio de uma pesquisa de amostragem aplicada em fevereiro, foram realizadas mais de 1.500 entrevistas em todas as regiões do País. A avaliação considerou as classes socioeconômicas A, B e C e foi composta por homens e mulheres, entre 18 a 59 anos.

Segundo a metodologia de inteligência adotada na pesquisa, o amor pelas marcas foi avaliado levando em consideração uma escala de 0 a 10, sendo 10 o nível máximo de admiração a uma marca, com peso 2, enquanto qualquer outra nota tinha peso 1. Este ano, para chegar às médias finais no índice que vai de 0 a 200, o estudo considerou apenas as avaliações de pessoas que já conheciam cada empresa.

A pesquisa também apontou que as marcas premium voltaram a crescer entre as mais amadas, depois de registrar o mais baixo índice médio de pontos, em 2016. Já em 2017, 47% das 20 marcas mais admiradas fazem parte deste nicho específico, com pontuação média de 97.

Segundo o Centro de Inteligência Padrão, foram consideradas cinco dimensões para a realização da pesquisa. São elas “qualidade do produto”, “identidade aspiracional” (o que a marca ajuda a pessoa a ser quem ela gostaria), “humana”, que é a capacidade de humanização da marca (ética e respeito com os seus funcionários e clientes), “conexão emocional do indivíduo com a marca”, se ela desperta desperta desejo e satisfação e “feita para mim”, ou seja, se ela supera as expectativas, atende às necessidades e ainda gera conforto.

“Ao contrário do resultado constatado da edição anterior do estudo, que apontou o crescimento das marcas de luxo entre as mais amadas, este ano nós podemos observar a melhora da qualidade de produtos nacionais e, consequentemente, uma maior procura por estas marcas”, explica o idealizador do estudo e especialista internacional em relações de consumo e varejo, Roberto Meir.

Em seus 114 anos de história, a Harley-Davidson tornou-se muito mais do que uma fabricante de motocicletas. Hoje, a marca é uma lenda do motociclismo e sinônimo de um estilo de vida único, disseminado pelas Américas, Europa, Ásia, África e Oceania. A companhia produz motocicletas Custom, Cruiser e Touring, além de oferecer uma completa linha de peças, acessórios, equipamentos funcionais, vestuário e produtos licenciados, por meio de suas mais de 1.500 concessionárias distribuidas pelo mundo.

“Nossos clientes buscam diferenciação e compartilham dos principais atributos da marca, que são a liberdade, atitude e irmandade. Além disso, realizamos eventos anuais, como National H.O.G.® Rally e o Riders’ Camp, responsáveis por manter a ótima relação da H-D com seus principais clientes e entusiastas. Eles são os mais apaixonados do mundo e tudo isso nos credencia como a verdadeira lenda do motociclismo”, ressalta Flávio Villaça (foto), gerente de Marketing da Harley-Davidson do Brasil.

Em sua trajetória de sucesso, a Harley-Davidson apresenta inovações em motocicletas para que seus consumidores, apaixonados pela marca, desfrutem da melhor experiência sobre duas rodas. Algo que começou como um sonho de jovens rapazes de Milwaukee, Wisconsin (EUA) e se transformou em uma lenda mundial do motociclismo.

 

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Banco do Brasil

Banco do Brasil vai liberar R$ 1 bilhão em crédito para projetos de agroenergia no Oeste Paranaense

18 maio, 2017 às 20:38  |  por Maximilian Santos

O Banco do Brasil deve investir nos próximos anos até R$ 1 bilhão na região do Oeste Paranaense, em linhas de financiamento voltadas à produção de energia a partir da biomassa. O Programa Agro Energia foi lançado nesta quinta-feira (18), em uma solenidade no Espaço Milton Santos, no Parque Tecnológico Itaipu, em Foz do Iguaçu. Voltado, na região, ao biogás, o programa conta com a parceria da Itaipu Binacional e do Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás (CIBiogás), entre outros.

“Já existe, aqui na região, um elo produtivo identificado e mapeado. O trabalho que a Itaipu e o CBIogás vêm fazendo facilita nosso acesso aos produtores de forma mais organizada”, resume o diretor de Agronegócios do Banco do Brasil, Marco Túlio Moraes da Costa (foto). Em abril, o mesmo programa, mas voltado especificamente aos projetos fotovoltaicos, já havia sido lançado em Rio Verde (GO). “A Itaipu faz um trabalho de sustentabilidade na região e o Banco do Brasil só vem para apoiar esta iniciativa”, reforça.

Para o superintendente de Energias Renováveis da Itaipu, Paulo Schmidt, a empresa já tem atuado na preservação dos recursos hídricos e destinação correta dos resíduos. Agora, é um segundo momento. “Temos a possibilidade de gerar ganhos aos produtores rurais, especialmente nas cadeias de proteína animal. Mas se não tivermos incentivos, isso pode não acontecer”, afirma. Ele lembra a parceria entre Itaipu e Copel, por meio do Programa Mais Clique Rural, que tem o objetivo de modernizar a distribuição de energia e internet no meio rural.

As linhas de crédito serão usadas para a instalação dos biodigestores, compra dos geradores e integração da propriedade agrícola à rede elétrica. Os juros subsidiados variam de 2,5% a 8,5% ao ano, dependendo do tamanho da propriedade. Estima-se que o retorno do investimento aconteça em no máximo cinco anos. O valor investido na região vai depender dos projetos que chegarem ao Banco do Brasil.

Durante a solenidade, a Cooperativa LAR assinou um memorando de intenções para levar o financiamento do Banco do Brasil aos seus associados. O CBIogás e a Itaipu Binacional também assinaram o documento.

Pioneirismo regional - A criação da linha de crédito do Banco do Brasil tem origem em uma demanda levantada pela Câmara Técnica de Energias Renováveis do Programa Oeste em Desenvolvimento, do qual Itaipu e CBIogás fazem parte. “Vimos que o principal gargalo era a falta de um financiamento para tocar os projetos. Então, tivemos uma reunião com o Banco do Brasil sobre a possibilidade de ampliar o financiamento e encarar os projetos de biogás como um negócio”, explica o diretor-presidente do CIBiogás, Rodrigo Régis.

De acordo com ele, a região Oeste do Paraná tem um enorme potencial na área de agroenergia. Só na suinocultura, há mais de dois mil produtores com potencial de criação de usinas geradoras de energia elétrica a partir da biomassa. O retorno do produtor, caso ele faça uma unidade geradora com recursos próprios, é da ordem de 18%. Se a criação do empreendimento for subsidiada por financiamentos como o do Banco do Brasil, o retorno sobe para 24%. O tempo de recuperação do investimento cai de cinco para três anos.

Além disso, completa Régis, há uma perspectiva do aumento de produtividade na já pujante região Oeste do Paraná. “Um produtor que quer aumentar o número de cabeças de gado, por exemplo, precisa resolver a questão dos dejetos para conseguir as licenças ambientais. Hoje, vai ter produtor que subirá de 500 para 2.000 cabeças porque poderá dar fim aos dejetos, obedecer às leis ambientais e criar renda”, conta.

“Nós temos que aproveitar este momento, sermos assertivos e agirmos rápido. Já foi feito um mapeamento na região, agora precisamos mostrar aos produtores que este é um negócio viável”, afirma Régis. E completa: “Investir nesta tecnologia não é só produzir energia, mas fazer o saneamento ambiental. Livrar-se de um passivo e gerar outra fonte de renda.”

Segundo um levantamento feito pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), o agronegócio responde por 46% das exportações do Brasil e por 25% do Produto Interno Bruto (PIB) do País. No Sul do País, o setor é responsável por 70% das exportações e 35% das riquezas. O agronegócio é um dos maiores demandantes de energia elétrica para sue funcionamento.

 

 

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Perfil SA

PERFIL S/A – Empresário já fatura milhões com empresa que fundou aos 16 anos de idade

18 maio, 2017 às 14:53  |  por Maximilian Santos

Em uma fase onde muitos adolescentes ainda estão decidindo qual carreira seguir, Alex Pinhol (foto) já enxergava uma oportunidade para os negócios. Dando início às atividades aos 16 anos, na própria casa, o visionário decidiu abrir mão de um emprego estável para tocar seu projeto pessoal, que deu origem à Webfoco, empresa de soluções e consultoria em Marketing Digital que hoje atende mais de 800 clientes.

Antes de completar 10 anos da fundação, a empresa já teve um faturamento de R$ 3 milhões em 2016 e projeta um crescimento de 45% no número de clientes para 2017, chegando a um faturamento de R$ 5 milhões.

Início de tudo - Aos 13 anos, após perder o pai, Alex se viu obrigado a trabalhar para ajudar a mãe a sustentar os três irmãos mais novos. Com a entrada tão precoce no mercado de trabalho, aos 16 anos Pinhol já havia passado por diversas empresas e conhecido negócios diferentes.

A ideia de montar seu próprio negócio surgiu quando Alex começou a trabalhar em uma agência de publicidade. “Notei muitas falhas desde o atendimento ao cliente até a venda e execução dos projetos. Por exemplo, a agência e os funcionários não se atualizavam e usavam tecnologias obsoletas.” Ao notar os pontos em que a empresa não atendia bem aos clientes, Pinhol não perdeu a oportunidade e passou a oferecer serviços em sua própria casa, uma vez que, sendo menor de 18 anos, não poderia se formalizar como MEI.

Pinhol iniciou sua jornada oferecendo serviços como criação de sites em uma época em que a internet ainda era uma área totalmente nova para o mercado e muitas empresas ainda não tinham um ambiente digital. Assim foi o início da WebFoco, em 2008, com zero investimento e muita força de vontade. “Eu mesmo atendia, vendia e produzia. Com o passar do tempo, mesmo sem CNPJ, consegui investir o que havia lucrado e aluguei um escritório. Comecei a crescer mais, e pude contratar um funcionário para a produção, enquanto eu só ficava nas vendas”, comenta Pinhol.

Com o passar do tempo, Pinhol viu uma nova oportunidade de, não somente trazer os clientes para o mundo digital com a criação do site, como também mostrar que seria importante investir para atrair público para este novo site e, consequentemente, gerar mais vendas, criando assim o departamento de marketing digital da Webfoco.

Google Partner - Em 2010, após ter mostrado aos clientes a importância da publicidade digital, com investimentos em anúncios no Google, que seria a ferramenta do futuro, a WebFoco passou a ser reconhecida como “Google Partner”, empresa licenciada e treinada pelo Google para atuar em suas plataformas.

Cinco anos depois, a WebFoco se tornou uma Parceira Premier do Google, administrando cerca de R$ 10 milhões de investimento dos seus clientes apenas em mídia no canal. No Brasil, existem apenas 18 empresas reconhecidas desta forma e, por isso, o time do Google tem uma atenção maior com esses parceiros. “A principal exigência para se tornar um parceiro Premier do Google é trabalhar suas contas com qualidade, além de um valor mínimo de investimento em mídia da plataforma,” afirma Pinhol.

Com o aumento da demanda dos clientes e cada dia mais negócios focados no marketing digital, em 2012 a WebFoco criou uma plataforma própria onde os clientes poderiam ter acesso em tempo real aos resultados das campanhas de mídia online. “Criamos uma plataforma onde podemos acessar os resultados em tempo real e, caso a campanha não esteja indo bem, conseguimos ajustar a estratégia antes do fechamento do mês. Além disso, fizemos um site para que nossos clientes acompanhem os resultados com fácil acesso e entendimento,” explica o empreendedor. Através da plataforma, é possível avaliar o comportamento do público de cada cliente e, desta forma, investir de forma mais assertiva.

Hoje a WebFoco atua em um escritório com mais de 30 funcionários atendendo a mais de 800 clientes e tem uma meta de crescimento de 45% em clientes para 2017.

 

 

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Vianna

Itaipu Binacional completa 43 anos em cenário promissor no Brasil e Paraguai

16 maio, 2017 às 19:06  |  por Maximilian Santos

A usina de Itaipu completa 43 anos de criação nesta quarta-feira (17) em meio a um cenário de crescimento bastante promissor para os dois países sócios no empreendimento. O Brasil já dá sinais de que deixou a recessão e o Paraguai se consolida cada vez mais como um dos melhores países da América Latina para se investir.

Itaipu tem um papel fundamental no desenvolvimento econômico e social das duas nações vizinhas. Mesmo com a expansão do parque gerador brasileiro, a usina responde, hoje, por 17% do consumo de energia elétrica de todo o mercado nacional e atende mais de 76% do paraguaio.

Quanto mais Itaipu gera, aproveitando com a melhor eficiência a matéria-prima do seu negócio, que é a água, menor é a dependência do Brasil de outras fontes de energia, como as termoelétricas, cujo custo de produção é muito mais elevado que o das hidrelétricas.

Para o diretor-geral brasileiro, Luiz Fernando Vianna (foto), o aniversário da empresa representa um marco histórico para o Brasil e o Paraguai e um exemplo para o mundo de cooperação entre dois países. “A criação de Itaipu é uma demonstração da capacidade de entendimento, com justiça e bom senso, dos nossos povos para erguer e gerir uma empresa vital para a sociedade brasileira e paraguaia”, diz Vianna.

Primeira usina hidrelétrica a romper a barreira anual dos 100 milhões de megawatts-hora (MWh), Itaipu produziu, em 2016, mais de 103 milhões de MWh. Na última década, a geração média anual da usina passa dos 93,2 milhões de MWh. Nenhuma outra hidrelétrica teve desempenho similar. Desde que entrou em operação, em maio de 1984, a geração acumulada da usina soma quase 2,5 bilhões de MWh. Essa energia toda seria suficiente para suprir a demanda elétrica do mundo inteiro por 42 dias.

Para se manter competitiva e sustentável, a usina vem se preparando para o futuro, em várias frentes.  Os principais desafios em andamento são o projeto de modernização das unidades geradoras e os estudos para a revisão do Anexo C do Tratado de Itaipu. A atualização das máquinas deve durar dez anos e prevê investimentos de US$ 500 milhões. Já o Tratado de Itaipu completa 50 anos em 2023, quando seu Anexo C será revisado, conforme foi acordado entre os dois países em 1973.

O Anexo C é o documento que define as bases financeiras e de prestação dos serviços de eletricidade da binacional, que precisará passar por uma revisão para atender, de forma igualitária, aos interesses de brasileiros e paraguaios. No documento está definido o pagamento de royalties pela utilização das águas do Rio Paraná, como compensação pelas áreas que foram alagadas para a formação do reservatório da usina. Desde sua entrada em operação, Itaipu já pagou em royalties, ao Brasil e ao Paraguai, mais de US$ 10 bilhões.

No Brasil, esses recursos beneficiam principalmente o Estado do Paraná e os 16 municípios lindeiros ao reservatório (15 deles em território paranaense), mas também Estados e municípios localizados a montante da usina, além de órgãos federais como o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério de Minas e Energia e o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Para os municípios, especialmente, os royalties representam uma renda importante, proporcionando benefícios à população.

História - O Tratado de Itaipu, assinado em 26 de abril de 1973, pelos presidentes Alfredo Stroessner e Emílio Garrastazu Médici, garantiria a implantação do projeto Itaipu. O tratado previa a criação da Itaipu Binacional, com sede em Brasília e Assunção. Seu capital seria de US$ 100 milhões. O Anexo C do Tratado definiu a divisão igualitária da energia a ser produzida e a formação de seu custo.

No dia 17 de maio de 1974, há exatos 43 anos, era constituída a empresa binacional Itaipu, para gerenciar a obra e, futuramente, administrar o empreendimento hidrelétrico. Dez anos depois, a partir de maio de 1984, a usina começava a gerar.

Sempre preocupado em garantir eletricidade suficiente para garantir a crescente industrialização, o Brasil tinha no setor elétrico uma das maiores preocupações. O crescimento da capacidade instalada no Brasil mostra que o esforço era grande para suprir o país com eletricidade. Em 1950, eram apenas 1.900 megawatts (MW); em 1960, 4.800; e em 1970, 11.460 MW. Isto é, a capacidade instalada mais que dobrava a cada década. E, em 1980, ainda sem Itaipu, atingiu 31.300 MW, quase o triplo de dez anos antes.

Quando as obras começaram, o projeto de Itaipu – 12 mil MW de capacidade instalada – representava 75% de toda a capacidade existente. Em 2007, a potência de Itaipu aumentou para 14 mil MW com a finalização do projeto e entrada em operação das últimas duas das 20 unidades geradoras.

A gestação de Itaipu foi articulada numa época de crescimento econômico vertiginoso do Brasil. No final dos anos 1960 e meados dos anos 1970, impulsionado por uma oferta de dólares no mercado internacional, que migrava para onde houvesse um projeto capaz de se viabilizar. E o País atraía esses dólares com extrema facilidade, o que alimentou grandes projetos de infraestrutura.

Economia - A economia paraguaia, que registrou um crescimento de 14% em 2013, fechou o ano passado com alta de mais de 3%. A inflação está controlada e a taxa de desemprego do país está em queda. Já no Brasil, a atividade econômica cresceu 1,12% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre de 2016. É o que mostra o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), dessazonalizado (ajustado para o período). Em 2015, o Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), indicador oficial calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), teve queda de 3,8%. No ano passado, o PIB encolheu 3,6%, segundo informações da Agência Brasil.

 

 

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Liderança é a chave para desenvolvimento de equipes e crescimento dos negócios

16 maio, 2017 às 16:32  |  por Maximilian Santos

Liderança é o poder de ativar ação nas pessoas, de obter resultados por meio delas, de fazê-las adotar a visão do líder, mas sem precisar usar de coação ou corrupção. “O líder investe seu tempo em construir pessoas. Ele sabe quais são as reais prioridades, obtém a confiança da equipe, a administra solidamente e a mantém motivada. Ser chefe é fácil. Ser líder é para quem consegue assumir o papel e a responsabilidade de ser exemplo e guia”. A afirmação é de Guilherme Amaral (foto), Carnegie Master e diretor em Minas Gerais e Paraná noroeste, palestrante da segunda edição do Intensive Leadership Academy (ILA), que acontece nos dias 9 e 10 de junho, em Curitiba. O seminário é organizado e ministrado por executivos da Dale Carnegie Training, referência mundial em desenvolvimento de competências e habilidades profissionais.

Na avaliação de Amaral, os resultados de uma equipe podem ser atribuídos ao tipo de liderança que ela recebe. “Quando uma liderança forte reage, ela impacta emocionalmente as pessoas do projeto, e isso é como trocar uma música ruim por uma outra maravilhosa em uma festa. Todos seguem o novo ritmo. Temos visto exemplos, como o da Ford, que contratou o executivo da Boeing Alan Mulally como CEO e recuperou-se de sua pior crise sem ajuda governamental. As pessoas respondem a uma liderança positiva e poderosa”, destaca.

Os líderes são aqueles que continuam a enxergar o melhor caminho para o grupo. Eles conseguem ver as necessidades emocionais, forças e limitações de seus liderados, as oportunidades e desafios do caminho, e integram em tempo real todas essas informações, com o critério de construir prosperidade para todos enquanto obtém os resultados que sua organização precisa. “Algumas características são fundamentais em bom líderes, como focar na fonte dos problemas e enxergar as pessoas como solução. Além disso, ele comunica assertivamente e mostra seu engajamento 100% do tempo. Ele se importa, quer saber o que acontece com as pessoas, além de saber dos números”, observa Amaral.

Dale Carnegie Training – Por 104 anos, a Dale Carnegie Training, por meio de seus programas de treinamento pessoal e profissional vem orientando seus participantes a construir objetivos claros de forma planejada, organizada, com estratégias eficazes, desenvolvendo seus talentos, atitudes, valores, habilidades práticas de comunicação, gestão, liderança, relações humanas, engajamento, vendas, negociação, controle de estresse e apresentações de alto impacto.

Segundo Amaral, a Dale Carnegie é a única organização que genuinamente fornece processos de treinamento transformadores. “Levamos nossos participantes a mudarem emocionalmente, mentalmente e em seus comportamentos e habilidades. Nosso limite é o interesse de nossos clientes em desenvolverem-se. Somos a única empresa de treinamentos que comprova o retorno sobre o investimento em pessoas”, diz.

 

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OPINIÃO – Marisa não era capaz de ter cotas de investimento?

12 maio, 2017 às 21:04  |  por Maximilian Santos

Por Paula Batista

Além das piadas naturais sobre o Lula e a dona Marisa, mesmo que isso represente só 3% das 5 horas de depoimento desta semana, eu aqui parei para pensar o quanto a nossa sociedade é machista pra caramba.

Para um monte de gente, a dona Marisa não era capaz de ter cotas de investimento (como um consórcio, por exemplo) que possibilitasse a compra de um imóvel: simples, duplex, triplex. Mesmo que tenha um documento dizendo ser dela a propriedade das cotas (não do apartamento triplex).

A dona Marisa, por ser mulher do Lula (ou de qualquer homem), não poderia ter, por ela mesma, nenhum bem, muito menos cotas de investimento, porque ela não seria capaz disso. Só o Lula. Ela só seria capaz de comprar escondido: bolsas, sapatos, bijus.

Essa é a opinião também de uma porção de mulheres que defendem o feminismo ou direitos iguais das mulheres. Preciso generalizar, mesmo sabendo que várias pessoas jamais pensariam esse tipo de coisa se o caso não estivesse ligação com o Lula.

Ou seja: eu posso ter meu carro, meus investimentos, um consórcio, um financiamento, ser acionista na Bolsa, sem contar pra absolutamente ninguém, muito menos pra um marido, namorado ou qualquer nome que a relação leve, mas a dona Marisa? Impossível. O Lula, com certeza, está usando ela, coitada, era uma mulher, a mulher do Lula.

Estou usando esse exemplo só para dizer o quanto é ridículo – e nada empoderador – as pessoas usarem seus gostos políticos aproveitando-se de uma mulher e da imagem da mulher.

Se o Lula usou a falecida mulher, muita gente aqui não tá fazendo diferente. Está usando uma citação (que está nos autos, não sei porque tanto drama) para mostrar como a mulher ainda é vista na sociedade: como ser incapaz, incapaz de ter seus próprios recursos, de que precisa ser sustentada, que precisa pedir autorização do marido para fazer um negócio e que não passa de pau-mandado.

Se esse é o mundo de vocês, o meu, da minha irmã, da minha mãe, de várias primas, não é. No nosso mundo a gente dá conta do recado e não precisamos pedir autorização dos homens em nossas vidas para nada.

Para finalizar, eu não sei se vocês sabem, mas existem vários regimes de casamento, inclusive aquele que permite que as mulheres tenham seu próprio patrimônio e não precisem dividir com o marido. Faz um tempinho já.

 

* Paula Batista é jornalista, sócia-proprietária da Lide Multimidia, uma das principais agências de comunicação empresarial de Curitiba. É especialista em Ciência Política e Sociologia Política, graduanda em Direito.

 

 

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