Amanhã (20) tem a segunda parcela do 13º

19 dezembro, 2017 às 10:59  |  por Josiany Vieira

Amanhã (20) tem a segunda parcela do 13º – Veja 4 erros comuns ao usar o valor

Deve ser paga até amanhã (20) a segunda parcela do 13º salário. No geral, serão 48,1 milhões de trabalhadores beneficiados, segundo o Ministério do Trabalho. Veja 4 erros comuns ao usar o valor e como evitá-los:

1- Gastar sem pensar

A chegada da quantia extra coincide com o aumento de gastos típicos de final de ano, como troca de presentes, ceia de Natal e férias. Antes de ir às compras, é importante traçar um planejamento de gastos e considerar o que pode comprar sem se endividar. Lembre também das despesas típicas de início de ano, como material escolar, IPTU e IPVA.

2- Não pagar dívidas

Quem estiver inadimplente, ou seja, com contas em atraso, é válido usar o valor para sair dessa situação. Mas antes de ir pagando as dívidas, analise todas. Procure saber valor total, juros, prazos, enfim, reúna todas as informações possíveis.

A partir daí, tente renegociar esses valores com o credor e então veja a possibilidade de usar o 13º para quitar uma dívida e resolver o problema. Busque também educação financeira, pois os compromissos financeiros devem caber no orçamento mensal.

3- Comprar parcelado

Com a quantia na conta, muitas pessoas “se empolgam”, fazem compras por impulso e acabar se endividando. O risco de cair no desequilíbrio financeiro está especialmente em assumir parcelamentos,  comprometendo o orçamento mensal dos próximos meses de forma desordenada, e não ter condições de pagar.

4- Não investir

É importante guardar e investir parte do 13º salário para formar uma reserva financeira para o futuro e também para realizar sonhos. Estabeleça objetivos de curto prazo (a serem realizados em até um ano), médio prazo (de um a dez anos) e longo prazo (acima de dez anos) e poupe para cada um deles.

Para os sonhos de curto prazo, é válido investir na poupança e em títulos do Tesouro Direto. Já para os de médio prazo, considere os Fundos de Investimentos além dos títulos do Tesouro Direto, CDBs, LCIs e LCAs. Para o sonho de longo prazo, considere a previdência privada.

Reinaldo Domingos está a frente do canal Dinheiro à Vista. É Doutor em Educação Financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin – www.abefin.org.br) e da DSOP Educação Financeira (www.dsop.com.br). Autor de diversos livros sobre o tema, como o best-seller Terapia Financeira.

Trabalho freelancer deve crescer mais de 20% em 2018

12 dezembro, 2017 às 13:49  |  por Josiany Vieira

O ano de 2017 tem sido bastante movimentado para os trabalhadores brasileiros. A taxa de desemprego no país atingiu no último trimestre, 12,7 milhões de pessoas. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), esse número vem caindo mês a mês, porém, o índice ainda é o maior desde 2012 para o período de agosto a outubro.

Além disso, as várias mudanças na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), fazem muitos brasileiros procurarem outras alternativas, seja pela oportunidade de trabalhar com um hobby ou para ganhar experiência em uma nova área além de, claro, complementar a renda. O resultado dessa onda é o crescimento do trabalho freelancer — quando o profissional atua de forma autônoma, prestando serviços para empresas ou outras pessoas —, como fonte de renda.

De acordo com a pesquisa Mercado Freelancer 2017, 77,3% dos brasileiros já atuam como freelancers, oferecendo serviços que vão de consultorias especializadas à assistência técnica. Desses, 37,1% vivem exclusivamente da atividade autônoma. O estudo, que foi realizado pelas empresas Rock Content99jobs eWe Do Logos, entrevistou mais de 9.500 profissionais de todas as áreas, entre os meses de setembro e outubro.

Os números são promissores: a pesquisa também revelou que 68% dos brasileiros que ainda não atuam como freelancers pretendem oferecer seus serviços de forma independente já em 2018, o que representará um crescimento de 20,1% no total de freelancers ativos no Brasil. O motivo desse interesse é a possibilidade de aumentar a renda, apontada por 59,3% como razão principal.

A área mais procurada pelos aspirantes a freela é a de produção de conteúdo, com 36,1%, seguida pelo marketing digital (24%). O levantamento apontou, no entanto, que 48% das pessoas não sabem por onde começar.

Ingressar na carreira freelancer pode ser uma boa alternativa em tempos de crise.  Cerca de 76% desses profissionais acreditam que terão um aumento considerável em sua renda nos próximos 12 meses.

Perfil do freelancer brasileiro
De acordo com a pesquisa, o freelancer brasileiro médio tem entre 20 e 30 anos e possui um diploma de graduação. Os cursos com maior representatividade são comunicação social, biologia e todas as engenharias.

O principal objetivo desses profissionais é ganhar dinheiro (47,1%), mas 33,4% planejam investir ainda mais em seus serviços autônomos e abrir o próprio negócio em breve.

Acesse o estudo completo no link: http://bit.ly/mercado-freelancer

Unicesumar abre seis novos cursos em Londrina

12 dezembro, 2017 às 12:02  |  por Josiany Vieira

A Unicesumar acaba de abrir seis novos cursos de graduação para a cidade de Londrina (PR). A portaria de autorização de cursos do Ministério da Educação (MEC) foi publicada nesta segunda-feira (11). Os novos cursos são Ciências Biológicas, Design Gráfico, Educação Física (licenciatura), Fisioterapia, Jornalismo e Pilotagem de Aeronave. No total, serão oferecidas 1130 vagas, com opções de turmas matutinas e noturnas.

Com Mercado Livre de Energia, Rede de Hotéis Deville economizou R$ 2,4 milhões em um ano

12 dezembro, 2017 às 11:51  |  por Josiany Vieira

Verde, amarela ou vermelha? Desde 2015, as cores das bandeiras tarifárias anunciadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) passaram a indicar se a energia vai custar mais ou menos em cada mês. O acréscimo pode chegar até R$ 3,50 a cada 100 quilowats-hora (kwh) consumidos. Se isso já preocupa o pequeno consumidor, para as grandes empresas o custo na conta final é ainda maior. E muitas delas vêm implantando medidas para buscar a eficiência energética.

É o caso da Rede de Hotéis Deville que entrou no Mercado Livre de Energia há mais de um ano e já contabiliza uma economia estimada em R$ 2,4 milhões. “O impacto econômico da mudança é grande. O consumo de energia elétrica já foi nosso segundo maior custo, atrás apenas das despesas com folha de pagamento”, comenta o gerente de Manutenção e Patrimônio da Rede, Alan Nogueira dos Santos.

No Brasil, o mercado de energia é dividido em dois ambientes. Enquanto no Ambiente de Contratação Regulada (ACR) os consumidores compram a energia de empresas estatais, no Ambiente de Contratação Livre (ACL) o consumidor tem a liberdade de escolher o melhor fornecedor, de acordo com o custo e benefício. A ingressão nesse ambiente, chamado Mercado Livre, permite que empresas recebam energia elétrica por matrizes não poluentes.

A Rede Deville utiliza energia incentivada, gerada a partir de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), proveniente de biomassa, energia eólica, solar e biogás. Esse tipo de energia permite descontos nas tarifas, com valores que variam de 50% a 100%.

O projeto teve início em dezembro de 2015 e durou seis meses até a migração completa, em julho de 2016. “A migração também contribuiu com a simplificação das operações, desligamentos de geradores e a baixa emissão de gases”, explica Alan. Oito unidades do grupo entraram no projeto que teve um investimento total de R$ 470 mil, incluindo todas as adequações físicas necessárias.

Outra mudança com a migração está no acompanhamento entre a energia contratada e a real consumida. Toda diferença é liquidada na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Essa contabilização é realizada posteriormente em uma conta específica utilizada pelo Mercado Livre. Hoje a Rede recebe duas cobranças: uma da concessionária de energia, pelo uso dos sistema de distribuição, e outra pela compra e o consumo da parcela de energia.

Selo de Reconhecimento do Comércio

12 dezembro, 2017 às 11:46  |  por Josiany Vieira

Os empresários supermercadistas com os melhores resultados no Projeto Top Loja, realizado em uma iniciativa conjunta da Apras (Associação Paranaense de Supermercados), Sebrae, Fecomércio e Sinca, receberam o Selo de Reconhecimento do Comércio. Um total de 47 empresários foram reconhecidos por terem se destacado no curso de capacitação realizado pela Academia Apras e nas consultorias oferecidas pelo Sebrae.

O Selo foi entregue para os destaques de Curitiba, Pato Branco, Maringá, Campo Mourão, Umuarama e Paranavaí. A Academia Apras capacitou um total de 100 alunos neste projeto, que valida o modelo da performance em gestão dos empresários de pequenas empresas a partir dos seus resultados.

Para a gerente de treinamentos da Academia Apras, Andrea Luy, a entrega do Selo fecha com chave de ouro o Projeto Top Loja. “Nós capacitamos os participantes com o que há de melhor. Selecionamos professores experientes e renomados e os consultores do Sebrae concluíram o ciclo com grande empenho e dedicação aos alunos. O esforço dos empresários resulta na qualidade da gestão de seus negócios e este Selo é a chancela de que eles estão no caminho certo”.

Compartilhandono SpaceFree

6 dezembro, 2017 às 11:17  |  por Josiany Vieira

Que tal aproveitar o final de ano, o espírito de Natal e as confraternizações das empresas e cadastrar gratuitamente seu espaço na nova plataforma que incentiva o compartilhamento de ambientes?! No site www.spacefree.com.br o cadastro é feito de maneira gratuita e fácil, em alguns minutos o proprietário cadastra e deixa o local disponível para locação. “O objetivo é incentivar eventos diferenciados, oferecendo imóveis que não eram comumente locados apenas por algumas horas. Aí entram restaurantes, auditórios, estacionamentos, salas de reuniões, uma chácara com cachoeira, um galpão e o que mais surgir de ideias”, conta o empreendedor.

A grande sacada é reduzir os custos de manutenção, compartilhando o espaço na hora em que ele não estiver sendo usado. Qualquer espaço pode ser cadastrado e alugado. O anunciante cadastra gratuitamente o espaço disponível no site e o organizador do evento solicita a reserva para 4, 8 ou 12 horas de duração, por exemplo. É bem similar ao “Airbnb”, mas direcionado para eventos.

Outro exemplo é de um restaurante que só abre no almoço, e assim pode receber palestras ou reuniões à noite. O contato é sempre entre o anunciante e o locatário e pelo site se resolve tudo, até o pagamento, do qual 15% vai para a plataforma virtual. O valor do aluguel é definido pelo proprietário do imóvel. Uma forma de incentivar eventos em locais diferenciados, reduzir custos e ainda ganhar dinheiro com um espaço teoricamente parado. Quem sabe seu Natal pode ser em um local muito especial encontrado no SpaceFree. Ou ainda um dinheiro que você não estava esperando pode vir da locação do seu espaço que estava vazio?

1º Prêmio Núcleo Decor

30 novembro, 2017 às 09:02  |  por Josiany Vieira

O Núcleo Paranaense de Decoração promove na próxima segunda-feira,  (04.12.17), às 19h30, a entrega do Prêmio Núcleo Decor, voltado a projetos de arquitetura e interiores. O prêmio foi dividido em oito categorias e foram avaliados critérios de criatividade, solução estética, inovação, design, eficiência e otimização do espaço. Escolhidos por uma comissão composta por profissionais ligados à área, o primeiro colocado em cada categoria será reconhecido com o troféu Prêmio Núcleo Decor. A festa de entrega dos prêmios acontece no NH Hotel, em Curitiba.

Músicas natalinas integram o Menu Musical de dezembro

30 novembro, 2017 às 08:21  |  por Josiany Vieira

O último mês do ano chegou, e com ele, o clima natalino. Na programação musical do Menu Musical do Shopping Curitiba, músicas clássicas e populares embalam o público com canções de Natal.

Comandam as apresentações gratuitas os pianistas Elizabeth Rech, Guilherme Franco e Noara Barreiros.

Abaixo, confira a programação:

Elizabeth Rech

- Quintas e sextas das 12h às 14h; sábados e domingos das 13h às 15h.

Elizabeth Rech possui repertório amplo, com modinhas, boleros, valsas, MPB, tangos e temas de filmes clássicos. Há mais de 20 anos tocando em público, a artista está com seu 15° álbum  em gravação.

Guilherme Franco

– Quartas e sextas das 19h às 21h.

Guilherme Franco é formado em Piano pela EMBAP e licenciado em Música pela UFPR. Tem também especialização na Escola de Jazz Luis Villas Boas em Lisboa, Portugal. Atualmente em carreira solo, suas apresentações têm repertório variado que vai do jazz à MPB.

Noara Barreiros

– Quintas e sábados das 19h às 21h.

A paranaense Noara Barreiros estudou piano clássico e popular em Curitiba.  Atualmente, além do piano, dedica-se ao estudo da flauta transversal e realiza trabalho voluntário em várias instituições da cidade. De gosto musical eclético, toca polcas, choros, maxixes, valsas, MPB, música internacional, entre outras.

Serviço

Menu Musical;

Pianistas: Elizabeth Rech, Guilherme Franco e Noara Barreiros

Quando: mês de dezembro, de quarta a domingo

Quanto: gratuito

Aberto ao público

Onde: Largo Curitiba (piso L2)

Paraná Clínicas tem novo programa de saúde aprovado pela ANS

29 novembro, 2017 às 12:20  |  por Josiany Vieira

A Paraná Clínicas, operadora de planos de saúde empresariais de Curitiba-PR, comemora a aprovação de mais um programa de Promoção de Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS.

O “Prevenir: câncer de cólon” passa a integrar o Priori, programa de saúde da empresa. “A prevenção é a melhor forma de diagnosticar e buscar a cura do câncer. Por isso, a Paraná Clínicas criou o Programa Prevenir, que tem como objetivo a prevenção e o tratamento precoce para Câncer de Mama, Colo de Útero, Próstata, Intestino e agora também de Câncer de Colón”, explica o Dr. Helio Rubens de Oliveira Filho, coordenador dos programas de saúde da Paraná Clínicas e Presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia – PR.

O programa Prevenir alerta os usuários da operadora quanto à importância da prevenção, por meio de comunicação personalizada e facilita o agendamento de consultas e exames, enviando guias já liberadas aos clientes. “Identificamos públicos específicos e com isso, podemos oferecer uma atenção especial a estes casos”, finaliza.

PESQUISA REVELA: MAIORIA DOS EXECUTIVOS BRASILEIROS PREFERE PERMANECER NO BRASIL

29 novembro, 2017 às 10:19  |  por Josiany Vieira

Cenário político ainda conturbado e economia incerta são a realidade no Brasil atualmente. De acordo com dados da Pnad Contínua, divulgados em meados do mês de setembro, o desemprego ficou em 12,6% em agosto e atinge mais de 13 milhões de brasileiros. Isso significa que houve uma queda de 4,8% no número de desempregados em relação ao trimestre encerrado em maio, o que é um sinal de esperança de uma possível retomada. No entanto, ainda é cedo para previsões otimistas. 

Diante dessas mudanças e para entender melhor o que passa pela cabeça dos executivos brasileiros neste momento, a Thomas Case & Associados, uma das maiores e mais modernas consultorias de gestão de pessoas e de carreiras do país, com 40 anos de atuação, promoveu uma pesquisa intitulada “O que os executivos desejam para suas carreiras atualmente”. 

A primeira versão da pesquisa foi realizada em fevereiro de 2015 com o tema “Os executivos estão de malas prontas?”. Neste segundo estudo, realizado entre setembro e outubro de 2017, o objetivo era entender como os profissionais responsáveis pela tomada de decisão nas empresas estão encarando o momento. O levantamento contou com a participação de 100 executivos brasileiros que ocupam, atualmente, cargos de nível gerencial para cima. 

Quando realizada a primeira pesquisa, em 2015, chamou a atenção o fato de 51% dos executivos entrevistados pensarem em buscar uma colocação em empresas no exterior. Agora, no entanto, apenas 38% pensam dessa maneira. Ou seja, 62% dos profissionais querem permanecer no Brasil – 32% dos executivos preferem manter-se na mesma cidade em que residem e trabalham atualmente, 16% aceitariam uma oportunidade em qualquer município dentro do mesmo estado e 15% topariam se mudar para qualquer estado da federação. “Essa é uma mudança de comportamento importante”, avalia Norberto Chadad, CEO da Thomas Case & Associados. 

Entre os executivos que preferem partir para o exterior (38% pela pesquisa atual), 68% só o fariam se salários e benefícios fossem superiores aos atuais (frente aos 90% que assim sinalizaram em 2015) e 56% aceitariam uma oportunidade se cargo e função fossem melhores na comparação com a última vaga ocupada no Brasil. 

Aliás, se pudessem escolher, 16% iriam para países da América do Norte, 15% para a Europa, 5% selecionariam países da América do Sul e 2% para a Ásia. Um dado específico evidenciado: 32% dos executivos aceitariam ganhar menos para trabalhar no exterior e 44% dos entrevistados aceitariam trabalhar no exterior com cargos e funções iguais ou menores do que os ocupados atualmente ou no último emprego. Vale ressaltar que 75% dos que se manifestaram favoráveis a uma vaga no exterior, consideram-se preparados para oportunidades de nível gerencial para cima. Na pesquisa de 2015, eram 56% que se julgavam aptos. 

Entre os profissionais que estavam dispostos a ir para o exterior em 2015, 60% trabalhariam em outros países por gostar de desafios e pela possibilidade de viver em meio a outra cultura. Hoje, são 36% que usam esse argumento. Naquela época, 24% iriam porque acreditavam que as oportunidades no exterior são melhores do que as que temos por aqui. Agora essa é a premissa para 16% dos profissionais. Uma informação pertinente é o fato de ter dobrado o número de executivos que não acreditam mais no potencial das empresas, sejam nacionais ou multinacionais, que estão no Brasil, hoje, esse percentual é de 11%, ante 5% anotados no primeiro levantamento. Do mesmo modo, 9% entendem que a crise acabou com as possíveis oportunidades de mercado que existiam para eles próprios e 8% não acreditam em retomada da economia do país em período próximo. 17% afirmaram não aceitar mudar-se para o exterior. 

Voltando aos executivos que preferem permanecer no país, em 2015, 60% dos entrevistados responderam que se precisassem buscar recolocação profissional, procurariam cargos mais altos, independentemente do segmento da empresa. Agora, 51% dos executivos pensam dessa maneira – apesar da leve queda, o comportamento contraria expectativas uma vez que muitas empresas ainda seguem com a política de redução da folha de pagamento -, 29% entendem que uma vaga com mesmo cargo e função seria interessante. Destaca-se também o fato de 20% dos entrevistados aceitarem fazer downgrade, ou seja, topariam cargos e funções abaixo do último ocupado a fim de conseguir retornar ao mercado de trabalho. 

Em tempo, 76% dos executivos que responderam à pesquisa estão empregados atualmente.

 Para Norberto Chadad, CEO da Thomas Case & Associados, a comparação entre os dados obtidos nos dois estudos revela aspectos interessantes. “O primeiro ponto relevante é a queda no número de executivos que aceitariam vagas no exterior. Procuramos entender a motivação para essa mudança de percepção: talvez a esperança de retomada ou a situação econômica familiar, que não permitiria uma mudança do tipo neste momento. Outro ponto expressivo é que mesmo diante da crise enfrentada pelo país e das ondas de demissão que afetaram milhares de pessoas, inclusive executivos, são poucos os profissionais de alto escalão que entenderam que seria interessante – ou uma estratégia – fazer um downgrade para só depois voltar a conquistar cargos e salários que existiam em um passado não muito distante”, analisa.