O dia em que uma menininha escolheu cocô como tema de festa de aniversário

11 abril, 2017 às 13:27  |  por Josianne Ritz

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Desde que as festas viram temáticas, a escolha do tema é sempre uma novela familiar. Vamos ser honestos, seja uma festa simples ou uma mais sofisticada: quem escolhe mesmo  a temática é a criança.  Eu mesma já fiz festa para os meus filhos dos mais diversos temas, dos mais populares, como Hello Kitty e Disney até as mais alternativas, como videogame e Beatles.  Mas nesta semana vi um tema que chamou a atenção.

Por meses, quando sua mãe lhe perguntava qual o tema  Audrey queria para sua festa de aniversário de 3 anos, a menina respondia, sem titubear: cocô – aqueles sorridentes emojis de cocô. A garota foi insistente e a família topou.

Balões, bolo, biscoitos e até fantasias foram providenciadas. E a garotinha ficou feliz da vida, como mostram as fotos, que ganharam o mundo.

Festa com tema cocô pode? Pode sim e quem disser o contrário tem a mente pequena. A festa é livre, o mundo é livre e o sorriso da pequena Audrey diz tudo.

ONG propõe que mães experientes ajudem as recém-mães

18 março, 2017 às 10:20  |  por Josianne Ritz

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Eu sempre acreditei que as mães devem se ajudar, porque ninguém melhor que uma mãe para ajudar outra mãe em desespero. A Ong Temos também pensa assim e lançou um projeto muito interessante que quer incentivar as mães mais experientes a doar tempo para uma mãe de primeira viagem, principalmente as que acabaram de parir. A proposta é de uma hora de ajuda, que pode ser ajudar a dar banho, conversar, fazer um bolo ou ir junto ao médico. “Se você tem tempo pra doar e acredita que nós podemos ajudar a acabar com a solidão e o isolamento das mães, principalmente no período do pós-parto, vem com a gente!”, diz a ONG.

Para entrar nesta onda de ajuda é só se cadastrar no site da ONG e aguardar contato. Veja aqui

 

As histórias das mães especiais das crianças com Down

17 março, 2017 às 09:32  |  por Josianne Ritz
Franklin de Freitas

Franklin de Freitas

Uma reportagem de Rodolfo Kowalski na edição desta sexta, dia 17,  fala sobre a mães de crianças com Síndrome da Down. Vale a pena ler e se emocionar.

“Imagine que você sempre sonhou em conhecer a Itália. Você compra guias, faz planos e eis que chega o grande dia. Mas algo acontece e, em vez de desembarcar na Itália, você vai parar na Holanda. E é lá que deve ficar. O primeiro sentimento, inevitavelmente, é o de frustração. Com o tempo, porém, você vai conhecer (e se deslumbrar) com as tulipas, os moinhos de vento, vai descobrir as pinturas de Rembrandt e Van Gogh.

O relato acima é um resumo do texto “Bem Vindo à Holanda”, da escritora americana Emily Kingsley. Na obra, ele compara a experiência de alguém descobrir que o filho tem alguma deficiência com uma viagem para a Itália que acaba sendo desviada para a Holanda.

“Na gravidez você idealiza o filho. Quando as coisas não saem como era esperado, vem o choque”, afirma a protética Andresa Dambiski, de 40 anos. Ela é a mãe de Diogo, de dois, que tem Síndrome de Down (SD). A Holanda dela, portanto, foi a síndrome descrita em 1866 pelo pediatra inglês John Langdon Down.

No próximo dia 21 será celebrado o Dia Internacional da Síndrome de Down. No Brasil, nasce uma criança com SD a cada 600 a 800 nascimentos, independente de etnia, gênero ou classe social.

Leia reportagem completa aqui

Mãe é expulsa de primeira classe porque bebê chorava muito

5 janeiro, 2017 às 10:01  |  por Josianne Ritz
reprodução/Facebook

reprodução/Facebook

A blogueira de moda Arielle Noa Charnas embarcou num voo da Delta Airlines de Nova York para Los Angeles com o marido e a filha de 9 meses, em 29 de dezembro. Mas antes mesmo de decolar, uma comissária de bordo pediu a ela que fosse para a parte de trás do avião porque outros passageiros da primeira classe estavam chateados e reclamando do choro da bebê.
Arielle contou que comprou os assentos na primeira classe para que a filha Ruby pudesse dormir num espaço mais confortável, mas quando a menina começou a chorar os outros passageiros ficaram olhando de cara feia para ela e a aeromoça pediu para ela ir sentar no fundo do avião. “Eu comecei a chorar porque eu estava muito estressada e ansiosa e em vez de a comissária ser útil e compreensiva ela agravou a situação”, disse a blogueira, que se recusou a sair do lugar. A situação toda foi relatada numa publicação no Instagram onde mais de 22 mil pessoas curtiram e comentaram indignadas com a postura da companhia aérea. Um porta-voz da Delta disse à revista “People” que “os atendentes de voo da Delta são treinados para fornecer transporte seguro e excelente atendimento aos clientes. Apoiamos totalmente todos os passageiros que viajam na classe de serviço para a qual pagaram”. A mãe embalou a filha pelo avião e a menina, finalmente, se acalmou. “Durante a decolagem, Ruby adormeceu no meu ombro”, contou a mãe para a “US Weekly”.

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Bebê de 2 anos salva irmão gêmeo preso debaixo de cômoda

3 janeiro, 2017 às 09:19  |  por Josianne Ritz

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Um bebê de apenas 2 anos salvou a vida de seu irmão gêmeo, após a cômoda do quarto deles cair em cima do menino. Brock Shoff estava brincando quando o móvel desabou e, de maneira impressionante, o irmão Bowdy calculou a melhor forma e conseguiu retirá-lo. O vídeo, divulgado pelo pai dos bebês Ricky Shoff no domingo, no Facebook, é um alerta para os pais porque bebês podem morrer em acidentes assim. “Estava um pouco hesitante sobre este post. Mas sinto que não é só para trazer a consciência, mas também é incrível. Estamos tão gratos pelo vínculo que estes irmãos gêmeos compartilham. Sabemos que Bowdy não estava sozinho em mover a cômoda de Brock. E me sinto abençoado que ele está bem. Por favor, certifique-se de todos as suas cômodas estão aparafusadas e fixadas à parede. Por favor, compartilhe”, escreveu o pai ao compartilhar o registro impressionante.

 

 

Veja os nomes mais populares no Brasil em 2016

5 dezembro, 2016 às 09:02  |  por Josianne Ritz
Divulgação

Divulgação

Os pais brasileiros são decididos quando o assunto é o nome dos filhos. Levantamento do site BabyCenter revela que 41,4% decide o nome do filho assim que descobre o sexo da criança.  Outros 22,4% são mais audaciosos ainda e escolhem o nome antes mesmo de engravidar e 22,7% no começo da gravidez. Só 11,2% deixa para decidir o nome no final da gravidez. E pasmem! Ainda têm os  1,8% que decidem o nome após o nascimento da criança.

Ainda de acordo com a pesquisa BabyCenter,  31,8% dos entrevistados acham selecionar o nome foi uma tarefa fácil, enquanto 25,7% disseram que foi complicado.

A sondagem, que ouviu 3.249 pessoas e ainda revelou a lista de nomes mais populares de 2016. Miguel e Alice são os campeões.

Veja abaixo a lista dos dez nomes de menino que fizeram mais sucesso ao longo do ano:

Miguel
Arthur
Davi
Bernardo
Heitor
Gabriel
Pedro
Lorenzo
Lucas
Matheus

Abaixo, a lista dos dez nomes de menina mais populares do ano:

Alice
Sophia
Laura
Valentina
Helena
Isabella
Manuela
Júlia
Luiza
Lívia

* O ranking de nomes de bebê do BabyCenter é elaborado todo ano desde 2009, com base no cadastro dos usuários do site e do aplicativo gratuito. Foi elaborado com base em 163 mil cadastros de bebês nascidos em 2016.

 

O nascimento de uma escola Waldorf

28 novembro, 2016 às 18:43  |  por Paula Bertoli

 

Que família não quer ver desabrochar seus filhos em todo seu potencial? Que mãe não entende, no momento em que o filho nasce, que quem tem que aprender tudo sobre tudo é ela? Que a criança nasce com um corpo frágil e indefeso sim, mas isso é para que a mãe perceba como a vida pode estar por um triz!

Assim que aprendemos a reverenciar o presentinho recém-chegado às nossas mãos, tudo começa a fluir mais leve. Estar na presença deste ser minúsculo, embora grandioso, passa a ser puro deleite. E vivemos uma verdadeira metamorfose pessoal e familiar. Tudo é re significado e não resta pedra sobre pedra das certezas pré-existentes.

Foi nesta busca insana por tentar proporcionar um ambiente adequado para que o brotinho de gente (que veio carregado com uma dose extra de personalidade) pudesse aproveitar toda luz e energia que trazia consigo, que eu cheguei à Pedagogia Waldorf. Artur já tinha 5 anos, ele já tinha frequentado outras praias aparentemente sem grandes prejuízos, mas eu ainda estava em busca de algo. Assim que tomei contato com a Pedagogia Waldorf, tudo aconteceu muito naturalmente, como as coisas tem que ser. Eu me reconheci nesta pedagogia. Não fui conquistada ou fisgada por ela, eu era ela! Quase todas as coisas pelas quais eu vinha brigando estavam resguardadas por uma tribo. Alguém já tinha enxergado os mesmos problemas, já tinha estudado a essência do ser humano e já estava querendo alimentar suas almas.

Colocar o Artur num jardim de infância Waldorf foi uma das experiências mais emocionantes da minha curta, porém intensa, trajetória de mãe. Eu achava que ele estava bem antes da escola Waldorf. Mas, depois de 30 dias na nova escola eu pude ver o que é uma criança que está bem. Sabe criança sendo criança? Subindo em árvore, escalando batente de porta, brincando na lama, inventando coisas. Diminuiu muito a ansiedade, diminuiu muito a vontade de comprar brinquedo novo, diminuiu muito a preocupação com a aparência, diminuiu muito a competição. Foi lindo! E só de lembrar dessas coisas acontecendo diante dos meus olhos, tenho vontade de chorar.

Hoje ele já tem 8 anos e já está terminando o 2º ano do ensino fundamental, estuda na – até então – única escola de Ensino Fundamental Waldorf do Paraná. Mas, em 2017 teremos novidades!

É que alguns pais, apaixonados pela Pedagogia Waldorf, se associaram em 2014 e foram agregando novos pais…  Eu soube do movimento no início deste ano e me aproximei. Inicialmente participando de algumas palestras, depois participando de um curso chamado “Poética da Docência – reflexões sobre o sujeito formador” e finalmente me associei. Desde então, a familia toda começou a respirar o processo de fazer nascer uma escola. Nos conectamos a esta energia e nos sentimos parte deste projeto.

Em novembro de 2016, somos aproximadamente 60 pessoas. Essa galera está prestes a abrir a 2ª Escola Waldorf de Ensino Fundamental do Estado, só para poder oferecer esta pedagogia para mais crianças. Esta escola, como a outra, será sem fins lucrativos, associativa, e está sendo construída pelo trabalho voluntário das famílias associadas. Alguém com experiência em fundar escola? Não! Alguém com garantias de que será um sucesso? Não!

Mas tem muita energia boa no projeto, muita gente linda trabalhando duro, e muita criança feliz correndo pelo quintal da sede da escola. Espero que em breve, esta sementinha possa mostrar a que veio e possamos encontrar jovens saídos de seus bancos que sejam responsáveis, conscientes, seguros e com capacidade de realização.
;)

As escolas Waldorf de Curitiba:
www.escolaturmalina.org.br
www.graosaber.com.br

Se eles não amarem não vão cuidar!

29 agosto, 2016 às 16:39  |  por Rafaelle Mendes

No dia 4 de julho, eu publiquei o texto “Tire seu filho da caixa”. E, ao fim dele lancei o seguinte desafio:

 “(…) E pra mostrar que é possível fazer isso lanço aqui o desafio. Durante 30 dias eu e meu pequeno vamos mostrar que dá sim pra aumentar o contato com a natureza de forma lúdica e feliz! Quem quiser pode acompanhar pelo insta: @rafafamendes e participar da brincadeira com a hastag #contatoverde.  Valendo! (Quando acabar volto aqui pra contar o que aconteceu!!! )”.

Pois bem – passaram-se exatos 55 dias desde então – como prometido eu vim aqui pra contar o resultado:

Dia 1 – plantamos feijão, linhaça e alpiste em copinhos. (Noah, que nunca tinha feito isso, achou interessante e duvidou que as sementes fossem mesmo crescer só com água) 

Dia 2 – Colhemos diferentes folhas e expliquei para que elas serviam, se eram comestíveis, etc. (Ele aprendeu a falar trapoeiraba, uma panc abundante no nosso quintal)

Dia 3 – Dia de observar as plantas dos copinhos (pra nossa surpresa as sementes de linhaça brotaram por primeiro! ) e também foi dia de desenhar plantinhas, e as eleitas foram o trio de suculentas que enfeitam a soleira da janela!

Dia 4 – Juntamos pedrinhas e ficamos conversando sobre de onde vem as pedras, o que dá pra fazer com pedras e pensem em alguém entretido por um bom tempo até conseguir fazer uma torre com elas. :)

Dia 5 – Participamos de uma Roda de Conversa sobre Permacultura e Veganismo. Não, não sou vegana mas, sou permacultora – não sabe o que significa isso? Exercite a curiosidade!Dê um “google” e descubra o que é =) 

Dia 6 – foi de curtir no parque. E a história das pedrinhas rendeu tanto que temos um novo colecionador!

Dia 7 – foi dia de observar nossos bebês no copinho! Feijão tá devagar, o alpiste começou a brotar e a linhaça, minha gente, tá linda! <3

Essa interação estava linda, e eu achava que tudo ia bem e que 30 dias seria moleza. =)

Porém, esse foi o último dia em que consegui fazer o que havia me proposto. E me assustei, entristeci e refleti porque NÃO CONSEGUI CHEGAR NEM NA METADE DELE. (Confesso, nunca um fracasso me fez pensar tanto quanto esse).

Isso me acendeu uma imensa luz vermelha, e vou explicar por quê. Eu cresci indo todo fim de semana pro sítio, depois fui morar nele. Fiz parte do movimento escoteiro por 6 anos e fui ensinada a respeitar, amar e cuidar da natureza e com a Permacultura aprendi que também faço parte dela. Hoje eu moro em casa, tenho um lindo – e produtivo – quintal, entre as tantas coisas que faço está um Programa de Educação Ambiental que visa ampliar o contato com a natureza no ambiente escolar por meio da Permacultura, minha família e eu temos muito mais contato com verde que a maioria das pessoas. E eu não consegui desenvolver, por 30 dias, atividades que fizessem meus meninos aumentarem seu contato com a natureza. (Me senti péssima, de verdade!)

Aí, eu penso que:

Se eu, que tenho a vida como descrevi acima, não consegui cumprir o desafio, como fazem as famílias que moram em apartamento? E as que trabalham 40 horas semanais (ou mais)? E as que não tem quintal? E as que não tem acesso por conta de qualquer outra coisa?

E todas essas perguntas me deram um medo, imenso, daqueles de dar frio na espinha, sabem?

Porque a gente só aprende a amar e proteger aquilo que conhece, e se nossas crianças de hoje não tem contato com a natureza não vão aprender a amá-la, muito menos a protegê-la.  E isso compromete em muito, diga-se de passagem, todo o futuro das próximas gerações, entendem?

Precisamos fazer algo para que isso se transforme. E precisamos fazer já!

Não podemos não mudar o mundo!

Até mais.