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'Criança'

Comer direito no início da vida evita doenças graves no futuro

29 June, 2011
06:00

1hfmfNo Dia das Crianças a correria foi certa para as lojas de brinquedos, mas essa é um momento importante também para os pais lembrarem de cuidar da saúde de seus filhos nessa e em todas as outras datas do ano. Os primeiros anos de vida do bebê são decisivos sobre a saúde que ele terá quando se tornar adulto. Doenças graves como hipertensão arterial e a obesidade podem ter raízes na alimentação inadequada no início da vida. O sal é um elemento central nesta questão, por isso deve haver cuidado na hora de oferecê-lo à criança.
O primeiro ano de vida é o mais sensível à ação do sódio, parte principal na composição do sal. Ele entra na dieta do bebê no momento em que os pais deixam a amamentação natural de lado e passam a oferecer alimentos sólidos. Antes de fazer seu primeiro aniversário, a criança ainda não está em plena condição de metabolizar essa substância, nem seu paladar está amadurecido o suficiente para sentir o sabor.
O consumo acaba sendo baseado na sensação da mãe ou do pai sobre a quantidade de sal na comida. O adulto funciona completamente diferente da criança. Invariavelmente, os pais que procedem assim fazem seus filhos ingerir muito mais sódio do que o recomendado. Esse é o primeiro passo para desenvolver problemas de pressão arterial no futuro.
Estudos demonstraram que lactentes que recebem o leite de vaca também podem apresentar hipernatremia (aumento de sódio no sangue). Isso ocorre devido ao aumento da carga metabólica imposta pela elevada concentração de solutos (sódio, potássio, cloro e proteína) sobre a função renal ainda imatura.
O leite de vaca ainda pode gerar demasiado sobrepeso devido a grande quantidade de gorduras, ainda mais quando misturado com açúcar. Formar um adulto obeso é um resultado esperado. O quadro é ainda pior quando os bebês nascem prematuros ou com peso muito baixo do ideal, acarretando distúrbios metabólicos e crescimento desproporcional.
A informação e a consciência dos pais é fundamental, pois são eles que vão definir de que maneira a criança irá se desenvolver. A alimentação correta é imprescindível no início da vida. Nos seis primeiros meses, seu único alimento é o leite materno, nada mais. O problema é que muitos pais ignoram isso, acham que não é suficiente.

 

Crianças, o que fazer?

18 June, 2010
09:09

84873275Muitas crianças torcem o nariz paras as frutas, legumes e verduras. A preferência delas é pelos saborosos e nada nutritivos salgadinhos, bolachas, chocolates, balas, frituras e outras guloseimas. A preocupação de muitos pais é como fazer eles trocarem esses alimentos por outros saudáveis.
A dica do nutrólogo e membro da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição Maximo Asinelli, é convidar os pequenos para auxiliar no preparo da comida, assim elas ficam motivadas a provar o que ajudaram a fazer. “Invente cortes diferenciados para os vegetais e capriche na apresentação das refeições, de preferência que elas sejam bem coloridas e diversificadas”, acrescenta.
Já na hora da escola, inclua na lancheira frutas frescas ou secas, para que a criança deixe aos poucos de lado as tentações. “Nessa hora, deixe o refrigerante de lado e troque por um suco, de preferência natural”, finaliza Asinelli.

 

Crianças e idosos estão mais sujeitos a desidratação

9 June, 2010
09:31

Crianças e idosos estão mais sujeitos a desidrataçãoAs crianças são as que mais sofrem com a desidratação, pois não sabem expressar e dizer que estão com sede, especialmente as menores de dois anos de idade. Já os idosos têm menor capacidade de reter líquido e sentem menos sede, o que dificulta a hidratação.

Os pais e idosos devem ficar atentos aos seguintes sintomas que indicam a desidratação, são eles: pele seca e inflexível, boca seca, pouca urina e/ou urina amarelo escura, irritabilidade, coração acelerado (taquicardia) e olhos profundos – nos bebês, moleira afundada.

Segundo o nutrólogo e coordenador da empresa Helimed UTI-Aérea na base Sul e Mercosul Maximo Asinelli, dentre as causas mais comum de perda excessiva de líquido é a diarréia. “No verão, as chances de ter uma diarréia aumentam, pois os vírus causadores dessa doença tendem a se multiplicar, tanto no ambiente quanto nos alimentos expostos ao calor”, explica.

 Asinelli lembra que vômitos também são responsáveis por grande parte dos casos de desidratação. A exposição excessiva ao sol e o excesso de roupas também aumentam a eliminação de água pelo organismo pelo suor, o que pode levar a desidratação. “Por isso, como prevenção é preciso beber cerca de 1,5 litro do líquido, o restante é completado pela alimentação”, diz.