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Você está preparado para os Gens Net?

10 dezembro, 2017 às 10:40  |  por José Motta

Os Gens Net estão transformando as bases das práticas educativas, interações sociais e atitudes culturais.

O termo Geração Net foi cunhado pelo escritor e pesquisador Don Tapscott , em 1998, e se refere às pessoas nascidas entre 1980 e 2000, que formaram o primeiro grupo que cresceu imerso em um mundo digital. Essa geração também pode ser conhecida por
outros nomes – como Geração Y, Nativos Digitais e Millennials – e forma o grupo de pessoas mais espontâneas dos últimos tempos.

Depois da geração Y, temos a Geração Z (Gen Z – também conhecida como iGeneration, Plurais ou Centennials) que define pessoas nascidas de 1990 até o ano de 2010. As pessoas da Geração Z são conhecidas por serem nativas digitais, familiarizadas com a internet, o compartilhamento de arquivos e os telefones móveis. Elas não acessam a rede apenas de suas casas, mas também pelo celular, estando, assim, extremamente conectadas. As principais características desses indivíduos são: compreensão da tecnologia; capacidade de exercer multi tarefas; abertura social às tecnologias; velocidade e impaciência; interatividade.

E mais recentemente, entramos na Geração Alpha. Nascidas depois de 2010, essas crianças serão a geração com mais acesso a novas tecnologias educacionais do que todas as gerações anteriores, e, globalmente, será a geração mais rica de informação que já existiu.

Sendo assim, educadores, líderes empresariais e políticos precisam olhar mais atentamente para as mudanças que a Gens Net está inspirando. A mentalidade dessa geração da era da informação já está influenciando (e muito) a maneira como podemos trabalhar e desenvolver iniciativas futuras. Ao entrar no mercado de trabalho, o perfil da Geração Net proporciona incríveis mudanças no ambiente corporativo.

E então, você está preparado para essa incrível geração de pessoas?

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Sobre as Metodologias Ativas de Ensino e o Hands On!

7 dezembro, 2017 às 19:01  |  por José Motta

“O aprendizado e a retenção do conteúdo estão fortemente relacionados com o interior do processo mental. Os alunos aprendem muito melhor quando interagem ativamente com o conteúdo.”

Essas são as premissas básicas referentes às Metodologias Ativas de Ensino enunciadas por Craik e Lockhart em 1972. A Educação para o Século XXI requer processos ativos e colaborativos, sendo o professor um verdadeiro designer de experiências de aprendizagem memoráveis. Vamos juntos aprender fazendo? É possível. É divertido. É disruptivo!

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Quando olho e não vejo.

5 março, 2017 às 18:00  |  por José Motta

Espelhos circulares

Delimitaram minha visão

Limitaram meus olhares.

Espelho

 

Inspire, segure e assopre!

4 março, 2017 às 12:49  |  por José Motta

Chegou mais um vento

Acelerou o catavento

Que ontem andava meio lento

E se amanhã faltar o ar em movimento

Deixa pra mim que eu tento

Inspiro fundo e aguento

Solto o sopro e reinvento

Um novo movimento.

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Como andam os seus sonhos?

3 março, 2017 às 10:46  |  por José Motta

Essa é para você

Que anda emprestando sonhos de outra pessoa

Um dia certamente irá entender

E deixe que isso aconteça

Pois em sua incrível cabeça

Coisa boa também ressoa.

Sonho

Sobre mandar e obedecer

2 março, 2017 às 17:46  |  por José Motta

Só poderá mandar

Quem já aprendeu a obedecer

Seja aqui ou em qualquer lugar

É assim que te que ser.

mandar_obedecer

Com a cabeça cheia!

8 dezembro, 2016 às 12:19  |  por José Motta

É tudo poesia:

Palavra na camiseta

Frase no outdoor

Citação entre aspas

Mensagem no biscoito

Grafite no muro

É tudo poesia

Que não deixa minha cabeça vazia.

cabeça cheia

 

Física quântica, espiritualidade e as pseudociências.

29 outubro, 2016 às 10:07  |  por José Motta

É complexo e, ao mesmo tempo, encantador, quando refletimos acerca da infinita curiosidade do homem, desde o tempo das cavernas, quando ainda procurava apenas reconhecer e compreender os elementos naturais que o cercava; até os dias atuais, em que se investe muito tempo, dinheiro e intelecto a fim de desvendar os mistérios escondidos no macrocosmos – com as extraordinárias viagens espaciais, seus equipamentos e tecnologias – e no microcosmos – com o estudo dos eventos subatômicos, saltos energéticos e quantizações.

Quando nos concentramos apenas na esfera microscópica da matéria, gênios notáveis como Max Planck e a sua constante para o cálculo da energia de um fóton e como Albert Einstein e a fantástica explicação do efeito fotoelétrico, somos inseridos em um novo mundo: a mecânica quântica. Certamente esse novo mundo da Física está repleto de muita investigação sobre a estrutura da matéria, incertezas e causalidade – sendo que esta última acabou proporcionando uma intensa ligação da Física a conceitos de filosofia, neurociência e espiritualidade.

De fato, o estudo das partículas subatômicas nos leva a um paradoxo espaço-temporal, no qual uma mesma partícula pode estar em dois lugares ao mesmo tempo. Nesse ponto, somos remetidos a um fator extremamente relevante: a importância do observador desses eventos. Heisenberg nos diz que não podemos obter soluções precisas em níveis microscópicos. Enquanto um átomo não é observado, ele é apenas um feixe de possibilidades, mas quando é observado, assume a forma vista naquele instante. Dessa maneira, entendemos que a realidade não é um elemento puramente externo, como preconizava a mecânica clássica, mas sim, uma construção da mente do próprio sujeito vivo e pensante. Portanto, com base nessas ideias, pode-se entender que o ser humano é o grande protagonista e responsável por aquilo que lhe ocorre.

Diante desse emaranhado interdisciplinar, é possível concluir que há uma intensa e dinâmica interação entre os diversos elementos existentes, tanto em nível de subpartículas atômicas, quanto no mundo visível que nos rodeia. E isso tem dado sustentação às questões que envolvem as crenças e a espiritualidade dos seres humanos. Desde o instante em que o homem concluiu que partícula e onda são fenômenos de mesma natureza, também foi possível admitir que matéria e energia são manifestações diferentes da mesma realidade física, podendo converter-se de uma em outra, dadas as condições para que isso ocorra.

Ancorado nessa perspectiva, é admissível que a consciência humana interfira e produza realidade física, a partir de uma fonte implícita e abstrata de energia cuja origem pode ser atribuída a um ser supremo, um ser extradimensional, um Criador. Ciência e religião se complementam nessa extraordinária odisseia que vários físicos modernos imprimem a fim de compreender e descrever as razões da existência humana, da existência de Deus e da não efêmera energia que move e dá vida a todos os seres. É de se esperar que ciência e religião, de mãos dadas, em perfeita harmonia, possam conduzir o homem no grande espetáculo da vida, possam leva-lo a conhecer a si próprio e possam manter viva a extraordinária curiosidade de querer ir além dos limites do infinito.

Ciência e Religião