Arquivo mensais:abril 2012

Pet Shops participam de Campanha do HUC

26 abril, 2012 às 14:55  |  por Fabiana Ferreira

A II Campanha de Conscientização e Prevenção de Acidentes com Cães, promovida pelo Hospital Universitário Cajuru (HUC) contou a distribuição de cartilhas, na terça (24) e quarta-feira (25), em 26 terminais de ônibus e outros pontos da cidade de Curitiba.

A camiseta da campanha, que traz o mascote da ação, pode ser entregue a quem doar valores acima de R$ 20 ao hospital. Os interessados podem contribuir no próprio Hospital e nos pet shops: Casa do Produtor, Au.Au Pet Place (Shopping Cristal) e Nina Pet Shop.

 

Em 2011, houve a redução de 33% do número de pacientes atendidos pelo hospital. Nesta edição, a campanha recebe o apoio dos Correios, Copel, Sanepar e Cavo, instituições que enfrentam diariamente problemas de acidentes de trabalho com seus colaboradores, que atuam como carteiros, leituristas e coletores de lixo.

Locais para aquisição da camiseta:
Hospital Universitário Cajuru: Avenida São José, 300 – Cristo Rei
Nina Pet Shop: Rua Augusto de Mery, 3941, loja 3, Portão
Casa do Produtor: Rua Engenheiro Rebouças, 1418
Au Pet Place (Shopping Crystal): Comendador Araújo, 731

Adote-me!

25 abril, 2012 às 16:15  |  por Fabiana Ferreira

Este lindo é o Tufo. Um vira-lata com cerca de oito meses de idade. Porte Médio. Pesa cerca de seis quilos. Foi resgatado na tarde de quarta-feira da semana passada. Muito dócil e brincalhão. Gosta de brincar com outros cães.

O Tufo apesar de ter sido maltratado é um animal que interage com facilidade com as pessoas. Um típico filhote. Muito inteligente, já está aprendendo a fazer xixi no local certo. Precisa de um lar e uma família que o ame muito. Com espaço adequado, alguém que possa dar a atenção que ele merece. Além de muito carinho.

Contatos pelo telefone (41) 9661-4582 ou email fabiferreira22@hotmail.com

Blitz de sobremesa

24 abril, 2012 às 21:54  |  por Fabiana Ferreira

A hora do almoço pode ser muito divertida, principalmente quando você encontra uma amiga para colocar a conversa em dia. Mas neste curto período de tempo nós conseguimos fazer muito mais. O almoço é rápido, sem direito à sobremesa. A nossa blitz vai começar.

O passeio no final de semana pela vizinhança aponta algumas situações estranhas. A obra com cães de guarda. O cachorro sempre preso na coleira. Nada melhor do que reservar um tempinho na agenda fazendo uma ação em defesa dos animais.

Tocamos a campainha. E depois de um papo longo descobrimos que não entendemos nada de cães. Uma verdadeira aula de remédios e doenças caninas. Afinal, quem tem oito cachorros entende do riscado. Literalmente, saímos com o rabinho entre as pernas. Mas com a consciência tranquila.

Invejo aqueles que não se sensibilizam nenhum pouco com a causa animal. Para mim seria muito mais fácil andar pelas ruas do Prado velho e bairros afora de Curitiba. Nós não precisamos ouvir gritos para agir. Infelizmente, alguns cães têm mais sorte e vizinhos atentos que os outros.

Prevenir acidentes com cães é possível!

23 abril, 2012 às 19:09  |  por Fabiana Ferreira

Confira algumas das dicas da cartilha da II Campanha de Conscientização e Prevenção de Acidentes com Cães do Hospital Universitário Cajuru. Nesta terça e quarta elas serão distribuídas em frente ao Hospital, em 26 terminais de ônibus e em 12 hipermerados da Rede Condor.   

A linguagem corporal do cachorro mostra seu estado de espírito. Prestar atenção a isso pode prevenir acidentes. Confira as três principais posturas que podem servir de alerta:

 

Um cachorro dificilmente ataca uma pessoa sem motivo. Entenda os principais sentimentos que levam o cão ser agressivo:

- Sentimento de posse em relação ao seu território ou a seu dono

- Medo de pessoas, outros cães, trovões, fogos de artifício entre outros

 - Dor

- Desejo de defender seu alimento

 

Fonte: Cartilha do HUC

Workshop de comportamento canino

20 abril, 2012 às 21:40  |  por Fabiana Ferreira

Para quem deseja se relacionar melhor com seu cãozinho, a Au. Pet Place, do Shopping Crystal, vai realizar seu primeiro workshop focado em comportamento canino. A especialista, Fernanda Lesnau, da Universicão, vai abordar questões básicas de relacionamento entre o dono e animal – e esclarecer situações como o lugar certo de fazer as necessidades, a mania de roer móveis, entre outras. O Workshop acontece na loja da Au. Pet Place, no dia 21 de abril, às 15h. As vagas são limitadas e têm custo de R$ 50.

As inscrições devem ser feitas diretamente na loja.

Serviço:
Shopping Crystal
Au. Pet Place – Piso G3
Telefone: 41 3026-1885
Rua Comendador Araújo, 731 – Batel

Evite ser mordido! Confira a Campanha do Hospital Universitário Cajuru

20 abril, 2012 às 18:44  |  por Fabiana Ferreira

II Campanha de Conscientização e Prevenção de Acidentes com Cães

A 2° edição tem o apoio da Cavo, Copel, Correios e Sanepar. Instituições se unem para diminuir acidentes de trabalho que atingem carteiros, leituristas de água e luz e coletores de lixo

O Hospital Universitário Cajuru (HUC), referência no atendimento de emergência e trauma do Paraná, promove nesta terça (24) e quarta-feira (25), a II Campanha de Conscientização e Prevenção de Acidentes com Cães. Em 2011, houve a redução de 33% do número de pacientes atendidos pelo hospital. Nesta edição, a campanha recebe o apoio dos Correios, Copel, Sanepar e Cavo, instituições que enfrentam diariamente problemas de acidentes de trabalho com seus colaboradores, que atuam como carteiros, leituristas e coletores de lixo. Além da ação no Hospital Universitário Cajuru, o material de conscientização será distribuído pelos apoiadores em 26 terminais de ônibus e em 12 hipermercados da Rede Condor, em Curitiba.

Acesse o conteúdo da cartilha

A campanha será permanente até o final do ano, com ações pontuais de cada empresa apoiadora. O objetivo é conscientizar a população sobre os cuidados e a responsabilidade de cada um com seus animais. O símbolo da campanha é um cachorro sem raça definida, uma vez que o cuidado deve ser tomado com cães de qualquer raça e porte. A campanha conta com uma cartilha que traz dicas para identificar sinais de um possível ataque, como proceder em casos de acidentes, e os primeiros socorros. Também conta um capítulo especial com orientações preventivas para os profissionais. 

Segundo o professor do curso de Medicina Veterinária da PUCPR Paulo Parreira, zootecnista e especialista em comportamento animal, um cachorro dificilmente irá atacar uma pessoa sem motivo. As principais causas da agressividade em um cão são dominância ou possessividade em relação ao seu território ou ao seu dono e medo de pessoas, outros cães, trovões, fogos de artifício, entre outros. Animais com dor ou próximos de alimentos também podem ser agressivos.

O zootecnista reforça que o cão não pode ser responsabilizado totalmente pelos seus atos. “A responsabilidade pelos atos do animal é exclusivamente do proprietário! O cão será apenas o que o dono quer que ele seja ou o que, por ignorância ou desconhecimento, o dono deixou que ele se transformasse”.

Números – No Paraná, os hospitais atendem mais de 100 vítimas de mordida de cão por dia. Só em 2011 foram mais de 37.604 atendimentos registrados pela Secretária de Saúde do Estado. Normalmente, as vítimas chegam à unidade de atendimento médico com lesões em áreas nobres, como a face e a cabeça.

 A 1° edição da campanha do HUC apresentou ótimos resultados. Antes dela, a média de atendimentos era 30 mensais. No mês da Campanha, o número de atendimentos a vítimas de mordida de cão caiu para 12, o mais baixo dos últimos anos. O balanço anual apontou uma redução de 33% em relação ao ano anterior. Foram registrados 261 atendimentos, em 2011, contra 348, em 2010.

Eduque seu cão sem bater! Confira as dicas do especialista

19 abril, 2012 às 17:23  |  por Fabiana Ferreira

“Bater não resolve nenhum problema comportamental, somente cria novos!”

Educar os cães é uma tarefa difícil, que exige muita paciência e dedicação. Quanto mais cedo começar a discipliná-los, melhor. Muitas vezes o responsável pelo cachorro acaba reforçando, sem perceber, atitudes indesejadas do animal. Como na educação de crianças, bater não é uma atitude indicada. A minha poodle aprendeu a fazer xixi no lugar certo em uma semana.

Minha estratégia era deixá-la de castigo cinco minutos trancada na área de serviço. Depois de dar uma bronca imediatamente após ela fazer xixi no lugar errado. Pela porta de vidro eu a observava com o coração na mão. O bom foi que rapidinho ela entendeu o recado. Esta é uma das queixas mais frequentes de quem tem problemas com seus cães, além da agressividade e latidos excessivos.

Confira a entrevista com Paulo Parreira, zootecnista, especialista em comportamento animal e professor do curso de Medicina Veterinária da PUCPR

 -Existe um período melhor para os filhotes aprenderem?

Os cães têm como período ótimo de socialização quatro meses de idade (pode variar entre indivíduos e raças). Para o aprendizado, o ideal seria quanto mais cedo melhor, visto que desde o momento que o animal chega em nossa casa, ele já esta aprendendo. Outro ponto importante, é que cães mais velhos têm maiores dificuldades em aprender, principalmente, pelo fato de estarem já acostumados com alguns comportamentos. Tirar velhos hábitos é difícil para cães e humanos!

-Como educar o cão para atender comandos? 

Para educar um cão é importante saber exatamente o que se quer ensinar. Podem ser usados comandos ou gestos, desde que sempre sejam usados os mesmos para determinada situação, por todas as pessoas que convive com ele. Assim haverá uma padronização da emissão da mensagem, o que facilitará muito o aprendizado do animal.

-Qual a importância do tom de voz na educação do animal?

Muito importante. Através do tom de voz, o responsável poderá dar maior enfoque para determinado comando (por exemplo: NÃO!). Não é necessário gritar com o cão. Eles escutam muito bem!

-Como mostrar ao animal que ele fez algo errado sem bater?

Com firmeza e tom de voz incisivo. A nossa postura corporal também mostra ao cão que a atitude dele, naquele momento, foi errada. Bater não resolve nenhum problema comportamental, somente cria novos!

-Quais as raças mais inteligentes, que aprendem com maior facilidade?

Isso é relativo. Muitas pesquisas apontam que o Border Collie é a mais inteligente. Isto é baseado principalmente na facilidade de aprendizado de novos comandos. Mas não vejo muita relevância nestas pesquisas.

-Em quais casos o adestramento é indicado?

Nos casos em que se quer ter maior controle do animal, melhorando a sua convivência entre humanos e outros animais.

-É importante que cães de grande porte passem por adestramento?

Sim, pelo fato de que com um programa de adestramento bem feito e executado por profissional responsável e qualificado, o responsável pelo cão terá maior controle sobre ele, evitando-se assim eventuais acidentes.

-Quando chamar um especialista em comportamento animal?

A consultoria comportamental atua mais em casos isolados, específicos (xixi no lugar errado, agressividade, etc) e pode utilizar o adestramento como ferramenta auxiliar no processo. Estes serviços deveriam ser contratados antes do surgimento dos problemas, quando o cão é filhote. Mas infelizmente as pessoas tendem a esperar o problema surgir para procurar ajuda. Em alguns casos, pode ser tarde demais.

Todos os cavalos merecem o céu

18 abril, 2012 às 18:50  |  por Fabiana Ferreira

Conto hoje com mais uma participação especial. Reproduzo o texto de autoria do jornalista Mario Akira publicado em 15 de julho de 2003, no Jornal do Estado. A matéria poderia ter sido escrita hoje. Quase dez anos depois, continua atual. Os cavalos permanecem puxando carroças e atravessando a cidade.   

Acidente no centro da cidade entre égua e um automóvel expôs o conflito entre motoristas e carrinheiros em Curitiba

Estrela atravessava em disparada o cruzamento das ruas Barão de Antonina com a Heitor S. De França, na Praça Khalil Gibran Khalil, próximo ao Passeio Público quando foi atingida por uma Saveiro que estava parada no cruzamento e arrancou sem perceber Estrela. Ela teve as duas pernas fraturadas e ficou estendida no asfalto, agonizando, olhando o vazio sem entender o que estava acontecendo. Com idade estimada entre oito e dez anos, ela foi mais uma vítima do trânsito de Curitiba.

Não se trata, óbvio, de uma pessoa. Estrela é uma égua, e seu trabalho era puxar pelas ruas da cidade uma carroça de catadores de papel. Os condutores eram dois adolescentes de 17 e 15 anos que pouco conhecem das leis de trânsito mas, que junto com a égua, fazem este trabalho nos últimos 15 ou 18 meses. Trabalho que rende cerca de R$ 80 por mês. Nestas horas nada é certo. Apenas que a disputa entre carros e carrinheiros nas ruas centrais ganhou um novo capítulo.

O acidente, ocorrido por volta das 14h20, parou o trânsito na região. Estrela foi desatrelada da guia, mas ninguém conseguiu arrastá-lo do meio da pista. Inerte, aguardou até que o socorro chegasse. Uma equipe de veterinários do Passeio Público correu para socorrer a égua. Aplicaram-lhe injeções de tranqüilizantes para amenizar o sofrimento e acionaram o Canil Municipal para fazer a remoção do animal. A pista só foi totalmente liberada por volta das 15h30.

Não é de hoje que a presença de animais de tração nas ruas da cidade é discutida em Curitiba.

Pelo menos dois projetos tramitam na Câmara de Vereadores para disciplinar o trânsito envolvendo carrinheiros. Uma das propostas determina a existência de condições mínimas de segurança que deveriam ser fiscalizadas. A outra trata da proibição de presença de carrinheiros no anel central.

Mas o problema envolvendo animais de tração está longe de ter uma solução. Só para começar, até o momento o número de animais de porte de Estrela nas ruas da cidade é desconhecido.

Acidentes — Um levantamento do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) aponta que em 2003 aconteceram 49 acidentes nas ruas da cidade envolvendo carrinheiros ou carroças com veículos, com saldo de 19 feridos.

No acidente de ontem, o motorista da Saveiro contou que a carroça cortou a sua frente no momento em que arrancou no sinal verde, e não foi ele quem atingiu a égua, mas ela que veio sobre a lateral do veículo. “Não deu tempo nem de engatar a segunda marcha”, disse, transtornado. Ele pediu para não ter o nome revelado. Já o adolescente que conduzia a carroça disse que o sinal estava verde para ele. “Estou o dia todo na rua, não me descuido”, se defendeu.

Independente de quem foi o culpado pela colisão — talvez as duas partes — o certo é que o maior mal aconteceu para Estrela. “Em casos de fratura, normalmente não tem jeito”, disse a veterinária que prestou os primeiros cuidados à égua. É bem possível que Estrela tenha que ser sacrificada.

 Por Mario Akira

Ter ou não ter, eis a questão

17 abril, 2012 às 19:08  |  por Fabiana Ferreira

Hoje publico texto do zootecnista Paulo Parreira. Lembre-se. Pense muito antes de decidir por ter um animal em casa. Eles, ainda bem, tem vivido cada vez mais. Quando fizer esta escolha definitiva não se esqueça das centenas de bichinhos abandonados que aguardam por adoção.

A cena é muito comum e de certa forma comovente: os pais entram com o filho pequeno em uma loja de animais. A criança não se contém, pula, fala alto, mexe em tudo, pergunta tudo… Olhos vivos e atentos, buscando aquilo que a tempos pede para os pais e somente agora, que não usa mais chupeta, estes concordaram em lhe dar – um cãozinho.

A busca continua. Enquanto os pais conversam, entretidos com o vendedor da loja, a criança é mais rápida. Na vitrine da loja encontra algo muito interessante, e algo mágico acontece – o encontro. De um lado daquilo que mais parece um aquário sem água está o filhote – correndo atrás do próprio rabo, latindo, todo molhado, pois acabou de tombar o potinho de água. Do outro o menino, imóvel, mãozinhas espalmadas no vidro, parece não acreditar naquilo que vê.

Passam-se alguns segundos e o cãozinho finalmente percebe uma presença diferente, marcante. Os dois se olham – cumplicidade total. Gritos, socos no vidro – “Pai, Mãe, achei! Achei meu cachorrinho!”. Nasce então uma nova e duradoura amizade. Será?

Esta cena, que parece tirada dos filmes, acontece todos os dias em pet shops, casas agropecuárias, feiras, com animais comprados ou adotados, no Brasil e no exterior. Enfim, a simples imagem de uma criança abraçada com um filhote de cachorro ou gato, desperta em nós sentimentos de ternura e afeto. Pena que nem sempre o final é feliz, principalmente para o animal. Ele será abandonado quando as dificuldades e responsabilidades de criá-lo tornarem-se grandes e pesadas demais.

O processo de escolha de um animal, cão, gato ou peixe, deve ser precedido pelo processo de perceber se podemos ter este animal ou não. Saber se podemos ter é muito diferente e mais importante do que definir se este animal será de raça ou não, comprado ou adotado, se será chamado de Totó ou Rex.

Quantos de nós, quantas pessoas que conhecemos, foram criteriosas e racionais, pensaram duas vezes antes de trazer para dentro de casa um cão ou gato? Um carnívoro que viverá pelo menos 10 anos e que será totalmente dependente das nossas boas ou más ações. O ideal é que pensemos muito antes de adotar ou comprar um animal de estimação, e algumas perguntas podem balizar o processo decisório:

- Tenho tempo e dinheiro para cuidar de um animal de estimação?

- Meu estilo de vida comporta esta responsabilidade?

- Todos em casa apóiam e querem ter este animal?

- Quando viajar, o que farei com ele?

- Tenho espaço em casa ou no meu apartamento para o animal?

- Estou adquirindo (comprando ou adotando) este animal para ensinar responsabilidades para o meu filho? Ou a responsabilidade pelo bem estar deste cão ou gato será da família toda?

- Posso ter a raça ou o porte que desejo? Conheço a raça desejada? Sei suas características comportamentais?

Obviamente que estas questões são apenas exemplos de um ponto de partida, de um caminho que não aceita atalhos. As aquisições impensadas ou impulsivas são a fonte de muitos problemas que nos deparamos diariamente na mídia: acidentes e ataques de cães, superpopulação de animais de rua, maus-tratos, animais abandonados, enfim, problemas comuns a todos, que nos afetam enquanto sociedade, mas que tiveram inicio muitas vezes em atitudes impensadas de poucos.

 Os animais são fonte de alegria, bem-estar. A companhia de um cão ou gato pode ser fonte inestimável de afeto e carinho. Desde que o animal faça realmente parte de um projeto de vida, e não somente válvula de escape para a realização de um sonho de consumo.

 *Paulo Parreira é zootecnista e professor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR)

 

Não compre. Adote. Conheça um lugar especial em Piraquara com muitos cães para adoção.

16 abril, 2012 às 19:37  |  por Fabiana Ferreira

Quer um cachorro? Não compre. Adote. Quer um cachorro de raça? Não compre. Adote. Uma chácara em Piraquara abriga cerca de 160 cães de diferentes raças e tipos. Não tenho nada contra os cães de raça pura, mas vi cada um “sem raça definida” mais lindo que muito cachorro com pedigree. Abaixo uma mãe para adoção. Teve dois lindos filhotes. Amanhã posto a foto dos filhotes. Tem também um lindo setter.

Os animais, a maioria abandonados e vítimas de maus-tratos, são acolhidos por duas protetoras independentes, Rosana e Giovana Reboli. Elas, iguais a outras protetoras, sensíveis e com um coração enorme, se recusam a virar as costas para um animal machucado. Cada cachorro e gato recolhido tem sua história triste de vida antes do resgate.  

No local, funciona há 12 anos a Escola de Equitação Lua Azul. Além da renda com as aulas e hospedagem de animais, as proprietárias organizam almoços e caminhadas ecológicas aos finais de semana. Para quem tem cachorro é ótimo. Eles podem ir junto. Toda a renda adquirida auxilia na manutenção da chácara e seus hóspedes, muitos permanentes.

 

Saiba mais sobre a Escola de Equitação