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OPINIÃO S/A – O novo mercado de trabalho na 4ª Revolução Industrial

6 fevereiro, 2018 às 12:10  |  por Maximilian Santos

Por Marco Stefanini

O futuro do mercado de trabalho estará novamente no centro das atenções do Fórum Econômico Mundial (FEM), que acontece ao longo da semana em Davos. Segundo a instituição, o mundo perderá milhões de empregos nos próximos três anos, principalmente aqueles que estão relacionados a funções administrativas e industriais. Só no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação até 2030, segunda estimativa da consultoria McKinsey. Independente das projeções, o que se constata é que o mercado passa por uma grande mudança, semelhante à revolu&cced il;ão industrial, porém de uma forma muito mais rápida e dinâmica.

De acordo com artigo do fundador do FEM, Klaus Schwab, publicado recentemente na “Foreign Affairs”, a 1ª revolução industrial utilizou água e vapor; a 2ª eletricidade e a 3ª usou os eletrônicos e a tecnologia da informação para automatizar a produção na segunda metade do século XX. O que chamamos agora de 4ª revolução industrial se caracteriza por um mix de tecnologias que elimina as barreiras entre o físico e o digital.

Numa sociedade cada vez mais conectada, a Inteligência Artificial, o aprendizado de máquina (Machine Learning), a Internet das Coisas (IoT) e os sensores nos meios de produção (Indústria 4.0) garantem mais agilidade e eficiência. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o número de robôs industriais cresce uma média de 9% ao ano, desde 2010. No Brasil, a Federação Internacional de Robótica prevê que 12 mil robôs industriais serão comercializados até 2020.

É natural que todas essas transformações tecnológicas causem um desconforto inicial, como também aconteceu nas revoluções anteriores. Muitos profissionais veem na automação um risco iminente para a empregabilidade. Com certeza, haverá mudanças significativas, que sinalizam para o fim de atividades repetitivas, que serão cada vez mais incorporadas pelas máquinas.

Por outro lado, as pessoas também terão a oportunidade de investir em outras profissões que envolvem uma capacidade analítica maior. O estudo “Futuro do Trabalho, publicado no ano passado pelo Fórum Econômico Mundial, diz que quase dois terços das crianças que ingressam no ensino primário irão trabalhar em funções que ainda não existem. A tendência é surjam novas vagas na área de internet móvel, IoT, robótica, matemática e análise de dados.

No Brasil, ainda temos um longo caminho a percorrer, embora a transformação digital seja uma necessidade crescente entre empresas que buscam se reinventar. Na era do crescimento exponencial, precisamos mostrar como a tecnologia de ponta pode ser um fator decisivo para se manter na liderança ou simplesmente desaparecer. Em dez anos, a estimativa é de que 40% das corporações atualmente relacionadas no índice Fortune 500 tenham deixado de existir.

E como o Brasil pode se preparar para este novo cenário? Não existe apenas um caminho a trilhar, mas certamente um deles passa pela educação e qualificação profissional. Como iniciativa privada, nosso dever é contribuir para a formação de pessoas que poderão utilizar a inovação como um diferencial competitivo a curto e médio prazo.

Com as novas exigências do mercado, a sobrevivência de uma empresa depende da sua capacidade de inovar e abraçar novas mudanças. Já a geração de empregos no futuro estará diretamente relacionada à criatividade, qualificação, resiliência e capacidade de trabalhar em equipe. O novo mundo do trabalho é mais colaborativo e flexível.
*Marco Stefanini é fundador e CEO global da Stefanini, multinacional brasileira considerada a quinta mais internacionalizada segundo Ranking da Fundação Dom Cabral (FDC).

 

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OPINIÃO S/A – A inovação é o motor das organizações

15 janeiro, 2018 às 14:27  |  por Maximilian Santos

Por Latif Abrão Jr

A inovação é um dos tópicos mais discutidos no meio empresarial contemporâneo e tal debate faz todo o sentido, visto que, sem inovar, as empresas estão restritas a fazerem sempre as mesmas coisas e a trabalharem com os mesmos processos e produtos.

Se esta postura de mercado podia até ser aceita há algumas décadas atrás, o fato é que hoje, em virtude do dinamismo das economias digitais e do ritmo das inovações disruptivas que surgem a todo momento, a grande verdade é que os empreendedores não têm mais escolha frente ao progresso: ou inova-se ou o negócio está fadado a ser superado pela concorrência.

Por isso mesmo, a inovação não deve ficar apenas no discurso, mas fazer parte de todos os departamentos de um negócio. Além disso, para que a sociedade como um todo usufrua dos benefícios das atitudes inovadoras, é importante que elas estejam presentes tanto no ambiente público, quanto no ambiente privado. Para tanto, precisamos entender quais são as bases da inovação nas organizações.

O que é a inovação?

Tom Peters, um dos principais especialistas em gestão do mundo, explica que “para a empresa excelente, a inovação é a única coisa permanente.” E no que realmente consiste a inovação?

Inovar é dar espaço e desenvolver o novo, mas também, readaptar processos, rotinas ou os modelos de gestão de um negócio.

Uma mentalidade inovadora sabe que nós somos os responsáveis pela produção de mudanças, pela condução do futuro e do desenvolvimento econômico. Pense, por exemplo, em todas as revoluções econômicas que vivemos ao longo dos séculos motivadas por criações inovadoras que vão desde as máquinas a vapor até os robôs de inteligência artificial, os quais se tornam cada vez mais sofisticados ao longo do tempo.

Tudo isso, obviamente, transforma as relações do mercado e, as companhias com maior alinhamento no quesito inovação, tendem a se destacar perante as demais.

As bases da inovação em uma empresa

Se você deseja difundir um comportamento mais inovador em seu negócio, ao menos cinco pontos devem ser levados em conta:

Incentivo a criatividadeO espaço para uma cultura criativa deve ser desenvolvido, incentivado e validado pelo gestor. Estimule suas equipes a produzir novas ideias e ouça as sugestões que podem trazer benefícios para o seu negócio.

ConhecimentoO conhecimento é a base para qualquer criação. Busque por colaboradores ávidos por conhecimento, novos desafios e sempre abertos para a aprendizagem. Além disso, incentive-os a adquirir novos saberes, afinal, a inovação pode surgir das mais diversas fontes.

IntegraçãoEstimule a conversa produtiva e o debate de ideias entre seus colaboradores. A troca de experiências é outro pilar que favorece o surgimento das iniciativas inovadoras.

Cultura organizacionalO que fará com que um funcionário colabore para o progresso de seu negócio? Além de fatores básicos como o reconhecimento e a remuneração, é crucial que ele conheça e se identifique com a cultura organizacional da empresa. Deste modo, você terá funcionários motivados, que acreditam no negócio e podem trazer soluções para os desafios diários da companhia.

LiberdadeLiberdade implica aceitar que, eventualmente, falhas podem ocorrer. Não puna erros de modo a coibir a criatividade de suas equipes, ao contrário, de a chance para que seus colaboradores corrijam os processos. Só com real liberdade para o desenvolvimento de ideias é possível ver o surgimento de uma cultura de inovação.

Por fim, não se esqueça, inovar é apostar no futuro. Não abra mão da evolução de sua empresa!

 

*Latif Abrão Jr. é nascido em Franca, no interior de São Paulo. É graduado em Direito pela Universidade de São Paulo (1981), em Administração pela Fundação Getúlio Vargas (1978) e possui especialização em Administração (nível pós-graduação) pela Fundação Getúlio Vargas (1981). Sócio e diretor-geral do Hotel Terras Altas, Latif Abrão Jr. é presidente da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB), vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de São Paulo (ABIH-SP) e superintendente do Instituto de Assistência Médica dos Servidores Públicos Estaduais (Iamspe).

 

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OPINIÃO S/A – O que fazer com o 13 salário? Anote essas dicas!

14 dezembro, 2017 às 15:50  |  por Rafaela Salomon

* artigo divulgado pela empresa Chaves na Mão

O final do ano é a época mais esperada pela maioria das pessoas. São as festas de Natal e Ano Novo com a família, as confraternizações e férias coletivas que são muito animadas, mas também acabam fazendo a gente gastar um pouco mais do que deve. Na contramão disso vem o tão aguardado 13o salário, que pode ajudar você a passar por esse momento de uma forma mais tranquila. Mas o que fazer com esse dinheiro? Existe alguma forma mais inteligente de passar o final do ano e usar essa quantia da melhor maneira? Nós vamos ajudar você a decidir o que fazer com o 13o salário!

Antes de tudo, é importante não gastar esse dinheiro sem definir prioridades ou disposto a torrar a quantia integral. Lembre-se de que janeiro reserva grandes gastos, como IPVA, matrículas e material escolar. Se você está ansioso por sua primeira parcela e quer saber o que fazer com o 13o salário, confira agora as nossas dicas e entre em 2018 com o bolso em ordem!

Colocar suas contas em dia

Nós não gostamos muito de dar essa dica, mas ela é a mais importante. O 13o salário só pode ser visto como dinheiro extra e gastança se você está com todas as suas dívidas em ordem. Pode ser bastante sofrido dar seu último salário todo para pagar contas, mas lembre-se de que os juros altos dos parcelamentos e contas de cartão crédito, por exemplo, podem transformar uma pequena fatura atrasada em uma penhora de bem. Não é exagero; em apenas um ano, uma dívida de R$ 300 pode se transformar em um rombo de R$ 30 mil! Já pensou o quanto será doloroso depois?

Por isso, se você tem alguma pendência financeira, aproveite para começar a negociar desde já. Em geral, os próprios credores facilitam o pagamento das contas nessa época do ano para garantir que recebam. Isso vai ajudar você na hora da negociação dos valores e as chances de você se ver livre do nome sujo são grandes! Modere seus gastos de Natal, Ano Novo e férias, e coloque tudo em dia. Consciência tranquila não tem preço, não é mesmo?

Mesmo que esse salário extra não seja suficiente para pagar por completo as suas dívidas, é importante que você, pelo menos, reduza o valor do débito. Não caia na armadilha de gastar o dinheiro todo só porque não pode pagar todas as contas.

Aplicar seu dinheiro

Aplicar todo ou parte do seu 13o salário pode ser a decisão mais inteligente para você tomar. Além de esse dinheiro servir como aquele fundo de reserva que você precisa ter caso precise arcar com uma quantia inesperada, como um problema de saúde repentino, por exemplo, é possível que você faça essa grana render. Confira três formas de aplicação e escolha a que mais se adapta à sua realidade.

Tesouro Selic

Uma das possibilidades para investir o 13o salário é por meio do Tesouro Selic. Ele é um título público vendido pelo Tesouro Direto e tem atraído muitas pessoas. É como se você emprestasse seu dinheiro para os cofres públicos e recebesse por isso. Muitas pessoas limparam as poupanças para fazer esse investimento. O melhor é que os investimentos podem ser feitos a partir de R$ 30.

Existem outros tipos de títulos do governo, mas o Tesouro Selic é o mais indicado. Caso o investidor decida resgatar o seu dinheiro e vender seu título antes do prazo de vencimento, que é de 2021, não haverá prejuízo.

É o investimento mais seguro do país. Acredite se quiser: embora o governo tenha uma péssima reputação perante a população, o risco de ele dar o calote, nesse caso, é muito baixo. Você mesmo pode comprar e vender títulos por meio da plataforma do Tesouro Direto. Para isso, entretanto, é preciso procurar antes uma corretora ou um banco e abrir uma conta.

Fundo DI

O Funfo DI nada mais é do que você entregar seu dinheiro ao gestor de um banco que, com sua experiência, vai decidir onde investir. Não precisa ter medo. Em geral, esses investimentos são em títulos do Tesouro Direto e de bancos.

Nesse caso, a vantagem está na praticidade de você confiar esse trabalho a uma pessoa que entende de aplicações. Outro bônus é que você pode resgatar o dinheiro a qualquer momento, ou seja, é um investimento de baixa liquidez. Mas fique atento às taxas administrativas que as instituições cobram, já que elas podem variar bastante de um banco para outro.

CDB (Certificado de Depósito Bancário)

Enquanto o Tesouro Direto é um empréstimo ao governo, aqui o empréstimo é ao banco. As instituições pegam os investimentos e emprestam a outras pessoas a juros bastante altos, assim, os bancos garantem retorno financeiro para quem decidiu aplicar seu dinheiro no CDB.

Uma desvantagem dessa modalidade é a baixa liquidez. Não é possível resgatar seu investimento tão rapidamente, ou seja, você ficará preso à instituição bancária durante algum tempo.

Comprar um carro usado

Se você está precisando de um carro, saiba que essa época do ano é bastante indicada para isso. Com os vendedores querendo bater as metas de dezembro e proprietários querendo fazer dinheiro, é possível que você consiga realizar um bom negócio. Uma dica é comprar carro usado por meio dos portais da internet especializados nesse tipo de classificado.

Se você pesquisar os valores que estão sendo aplicados e ficar atento às taxas e juros, seu poder de negociação aumenta e você consegue achar um carro por menos do que você esperava. Alguns dos carros mais procurados são o Fiat Palio ou o Volkswagen Gol usado, que, além de terem bom índice de satisfação dos usuários, mantêm a qualidade mesmo após alguns anos de uso.

O 13o salário é direito de todo trabalhador e pode ajudar muitas pessoas em uma época do ano que exige tantos gastos. Por isso, para fazer bom uso desse dinheiro extra, analise sua situação financeira, estabeleça suas prioridades e aproveite para fechar bons negócios. Você está ansioso por sua primeira parcela? Já sabe o que fazer com o 13o? Então compartilhe esse post nas suas redes sociais e ajude outras pessoas a fazerem bom uso desse dinheiro!

Eduardo Opinião

OPINIÃO S/A – Como lidar com os conflitos?

13 dezembro, 2017 às 17:44  |  por Maximilian Santos

Por Eduardo Shinyashiki

Ao longo da vida, nos deparamos com diversas situações difíceis que nascem da convivência com as pessoas, como o estresse no trabalho e a crise no relacionamento. Esses momentos podem gerar diferenças entre valores, crenças, interesses e objetivos e tornam-se conflitos quando cada indivíduo envolvido tenta impor o seu ponto de vista, sem ouvir e sem respeitar a outra parte.

Para entender melhor o que o conflito representa, vamos analisar a origem da palavra: no latim, confligere é composto por “com” e “fligere”, que significa “combater, estar em desavença, golpear, atacar” – ou seja, evoca um conceito negativo de guerra e agressividade. Porém, o termo também possui outro significado, bem mais positivo, de “fazer encontrar”.

Ao avaliar esse último ponto de vista, podemos considerar que é, sim, possível se aproximar positivamente de um conflito, respeitar as diversidades e transformar o momento em um recurso, em vez de um confronto. Assim, é possível criar uma evolução e a abertura ao novo. Tudo depende das estratégias utilizadas para resolver os problemas.

Mas será que essas táticas são construtivas e de cooperação para, assim, se chegar a uma solução compartilhada? O primeiro passo é entender que o seu ponto de vista é diferente do outro. Cada ser humano interpreta a realidade conforme suas crenças, experiências, educação e convicção. Então, lembre-se: antes de querer ser compreendido, compreenda o outro.

A próxima etapa é avaliar os três pontos de vista: a primeira posição é referente à própria realidade, aos próprios sentimentos, valores, às crenças e a como enxergar o mundo – é “como eu lido com o conflito”; a segunda posição refere-se à perspectiva da outra pessoa, a “como o outro percebe essa situação”; por fim, a terceira posição é a do observador, é o olhar objetivo da interação entre a primeira e a segunda posições. Nesta fase, é preciso esquecer por um momento o que você quer e olhar para a situação de forma mais distanciada e sem julgamentos.

Após entender as três ações mencionadas acima, é necessário compreender as posturas corporais do outro. Identificar a forma como ele se comunica permite uma ampla e correta avaliação da situação, para reorganizar ou corrigir os comportamentos, redirecionar ações, solucionar conflitos e chegar a um resultado desejado. Treine a forma de olhar a vida e as situações de pontos de vista diferentes, para desenvolver uma visão mais aberta e observar os problemas de diferentes perspectivas e ângulos.

Quando olhamos o mundo com novos olhos, mudamos velhos julgamentos, enriquecemos o nosso cérebro com novas experiências, a mente se abre e, assim, os comportamentos automáticos e repetitivos se transformam. Também é fundamental desenvolver a capacidade de lidar com as emoções (tanto as próprias quanto as dos outros) de maneira apropriada, sem se deixar dominar por elas, mantendo o autocontrole e o equilíbrio. Algumas questões ajudam a fazer a autoanálise: “quando eu enfrento um conflito, o que é importante para mim?”; “quais são as minhas intenções?”.

Para controlar as próprias emoções, um recurso simples e eficaz é a respiração. Na sua rotina, faça 20 respirações conectadas: respire pelo nariz, de forma mais lenta e profunda que o normal, com expansão torácica e abdominal. Fazer esse exercício uma ou duas vezes ao dia ajuda a desenvolver uma maior consciência corporal.

Para estar preparado a lidar com as divergências, permita utilizar e colocar em prática essas atitudes, pois qualquer habilidade precisa ser treinada e repetida para se tornar natural. O ponto não é evitar o conflito, fechar os olhos para a realidade, mas saber como geri-lo de forma eficaz e produtiva.

 

 

*Eduardo Shinyashiki é presidente do Instituto Eduardo Shinyashiki, mestre em neuropsicologia, liderança educadora e especialista em desenvolvimento das competências de liderança organizacional e pessoal. Com mais de 30 anos de experiência no Brasil e na Europa, é referência em ampliar o poder pessoal e a autoliderança das pessoas, por meio de palestras, coaching, treinamentos e livros, para que elas obtenham atuações brilhantes em suas vidas. Mais informações: www.edushin.com.br

 

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Marcelo Nóbrega

OPINIÃO S/A – Igualdade feminina nas empresas

28 agosto, 2017 às 13:35  |  por Maximilian Santos

Por Marcelo Nobrega

O tema ‘empoderamento feminino’ está por toda parte: nas notícias, na timeline do Facebook, na conversa de elevador e, como não poderia deixar de ser, no mundo corporativo. Esse microcosmo da sociedade tem que espelhar as mudanças que acontecem fora das paredes das empresas. Por cultura, algumas resistem ao novo; outras, pelo mesmo motivo, abraçam o seu tempo e navegam com ele. E há quem lidera essas mudanças.

Reconhecidamente uma marca democrática, o McDonald’s é protagonista em ditar transformações. Ao longo de quase 40 anos de história no Brasil, a empresa tem se esmerado em ser atual. Muitas vezes não é fácil, mas a resposta é sempre motivo de orgulho.

Segundo o último relatório de Resultados de Impacto Social e Ambiental na América Latina e no Caribe da companhia, 57% do nosso quadro de funcionários é formado por mulheres. Nos restaurantes da rede, elas são maioria nos cargos de gerência: 53%. Embora o gênero obviamente não seja o balizador de qualquer ação de meritocracia, ainda é importante ressaltar esses números – até que isso não seja mais necessário.

Prezando pela igualdade, mas respeitando as diferenças, criamos condições para que essas mulheres permaneçam conosco quando, por exemplo, tomam a decisão de se tornarem mães. Neste caso, nosso Projeto Gestante prevê acompanhamento da funcionária por uma equipe médica durante toda a gestação, absorve os custos das despesas médicas com consultas e exames e, nos restaurantes, cuida para que a gestante exerça atividades sem risco para o bebê.

Também temos o programa Aperte o Play, focado em planos de desenvolvimento nas áreas de empreendedorismo, planejamento de carreira e financeiro, e cursos de Gastronomia e Tecnologia da Informação.

Por meio de programas abrangentes ou com atitudes simples, nosso objetivo como gestores de pessoas é proporcionar um ambiente onde todos sejam respeitados. Nesse Dia Internacional da Igualdade Feminina aproveitamos para falar sobre as mulheres, mas não deixaremos de nos debruçar sobre qualquer tema que contribua para um ambiente de trabalho caracterizado pela diversidade e inclusão.

*Marcelo Nóbrega é Diretor de Recursos Humanos da Divisão Brasil da Arcos Dorados, franquia que administra a marca McDonald’s na América Latina

Foto Artigo Moro

OPINIÃO – A comunicação corporativa e o juiz Sérgio Moro

3 julho, 2017 às 16:12  |  por Maximilian Santos

Por Daniela Barbará

O juiz Sérgio Moro causou um reboliço não só na vida política do Brasil como também nos ambientes corporativos. Palavras como delação premiada, gravação telefônica, empresa offshore, impunidade, doleiros, corrupção, tornaram-se rotina na vida dos telespectadores brasileiros e no linguajar popular. Isso porque grandes e tradicionais empresas brasileiras e seus fornecedores estão sendo chamados a prestar contas sobre trabalhos realizados. Mas o que mudou?

Muito simples. Não se toleram mais contratos falsos, caixas 2 e nem operações bancárias sem comprovação. A revelação de intrincados esquemas de corrupção envolvendo a esfera pública e privada fez com que não se aceite mais malas cheias de dinheiro circulando dentro das empresas, nos porta-malas de carros oficiais e táxis. Agora, empresas de diversos portes e segmentos que são prestadoras de serviços de grandes companhias têm que se justificar ao juiz. “Ah, mas eu sempre fiz tudo direitinho e não tenho nada a ver com isso”. Será?

Recentemente me disseram: ainda não estamos na Lava Jato. E minha resposta foi: prepare-se porque vocês podem ser citados em breve. Toda empresa, mesmo que idônea, pode ter seu nome ventilado na imprensa durante grandes investigações como a Lava Jato. Mais de 40 empresas de diversos portes e setores já foram citadas na operação da Justiça Federal. Com isso, posso dizer que as empresas precisam se preparar para gerenciar essa crise ou terão que arcar também com uma mancha grande na reputação e marca.

Para isso é preciso preparar a casa com todas as informações possíveis. Se respaldar, documentar e manter a transparência nas relações com todos os principais públicos. A imprensa é a primeira que vem à mente, mas deve-se também dar atenção especial aos funcionários e seus próprios fornecedores e clientes.

A preparação para viver uma situação dessas deve ser feita com vários setores internos envolvidos. Um grande espírito de equipe deve ser mantido durante o levantamento dos possíveis cenários de crise e cada uma das respostas. Todos têm que ser chamados para colaborar: do chão de fábrica aos principais executivos, passando pelo departamento jurídico, financeiro e recursos humanos. O foco é minimizar qualquer possível dano à empresa: seja monetário ou mesmo social. Contratos, notas fiscais, trocas de e-mails, boletos bancários, acordos firmados, pagamentos, movimentações financeiras, aditivos contratuais, documentos dos diversos tipos devem estar prontos para servem usados como provas. Prestar esclarecimentos é fundamental neste momento.

A operação Lava Jato é a maior investigação de corrupção e lavagem de dinheiro que o Brasil já teve. Os escândalos corporativos podem e devem ser tratados rapidamente e com a maior coerência possível. Assumir a responsabilidade pelo ocorrido, mostrar que está à disposição para esclarecimentos, dar atenção às vítimas diretas e indiretas e ter uma postura humilde em relação ao estrago feito são algumas das posições das empresas que se manterão vivas depois que tudo passar.

Estamos assistindo de camarote ao maior escândalo de corrupção da história do País, que já completa mais de três anos. O que restará do Brasil? Empresas que prestaram seus esclarecimentos, eleições limpas, profissionais treinados e prontos para tomar à frente e uma relação maior de transparência entre empresas e seus fornecedores. A comunicação é a ferramenta necessária para que possamos vislumbrar um país mais limpo e com empresas idôneas.

*Daniela Barbará trabalha há vinte anos com gerenciamento de crise e comunicação corporativa com empresas de diversos portes e segmentos.

 

 

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OPINIÃO – Marisa não era capaz de ter cotas de investimento?

12 maio, 2017 às 21:04  |  por Maximilian Santos

Por Paula Batista

Além das piadas naturais sobre o Lula e a dona Marisa, mesmo que isso represente só 3% das 5 horas de depoimento desta semana, eu aqui parei para pensar o quanto a nossa sociedade é machista pra caramba.

Para um monte de gente, a dona Marisa não era capaz de ter cotas de investimento (como um consórcio, por exemplo) que possibilitasse a compra de um imóvel: simples, duplex, triplex. Mesmo que tenha um documento dizendo ser dela a propriedade das cotas (não do apartamento triplex).

A dona Marisa, por ser mulher do Lula (ou de qualquer homem), não poderia ter, por ela mesma, nenhum bem, muito menos cotas de investimento, porque ela não seria capaz disso. Só o Lula. Ela só seria capaz de comprar escondido: bolsas, sapatos, bijus.

Essa é a opinião também de uma porção de mulheres que defendem o feminismo ou direitos iguais das mulheres. Preciso generalizar, mesmo sabendo que várias pessoas jamais pensariam esse tipo de coisa se o caso não estivesse ligação com o Lula.

Ou seja: eu posso ter meu carro, meus investimentos, um consórcio, um financiamento, ser acionista na Bolsa, sem contar pra absolutamente ninguém, muito menos pra um marido, namorado ou qualquer nome que a relação leve, mas a dona Marisa? Impossível. O Lula, com certeza, está usando ela, coitada, era uma mulher, a mulher do Lula.

Estou usando esse exemplo só para dizer o quanto é ridículo – e nada empoderador – as pessoas usarem seus gostos políticos aproveitando-se de uma mulher e da imagem da mulher.

Se o Lula usou a falecida mulher, muita gente aqui não tá fazendo diferente. Está usando uma citação (que está nos autos, não sei porque tanto drama) para mostrar como a mulher ainda é vista na sociedade: como ser incapaz, incapaz de ter seus próprios recursos, de que precisa ser sustentada, que precisa pedir autorização do marido para fazer um negócio e que não passa de pau-mandado.

Se esse é o mundo de vocês, o meu, da minha irmã, da minha mãe, de várias primas, não é. No nosso mundo a gente dá conta do recado e não precisamos pedir autorização dos homens em nossas vidas para nada.

Para finalizar, eu não sei se vocês sabem, mas existem vários regimes de casamento, inclusive aquele que permite que as mulheres tenham seu próprio patrimônio e não precisem dividir com o marido. Faz um tempinho já.

 

* Paula Batista é jornalista, sócia-proprietária da Lide Multimidia, uma das principais agências de comunicação empresarial de Curitiba. É especialista em Ciência Política e Sociologia Política, graduanda em Direito.

 

 

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OPINIÃO S/A: E-commerce – Você também precisa de um ERP especialista

28 março, 2017 às 22:55  |  por Rafaela Salomon

*Por Maurício Trezub

Muito tem se falado sobre o movimento das empresas B2C lançarem serviços de e-commerce para atender às expectativas de melhores experiências de compra. E, com uma projeção para 2017 de alta de 10% a 15% no e-commerce brasileiro, segundo pesquisa da FecomercioSP/Ebit, é impossível fechar os olhos para essa oportunidade de negócios. O que o mercado não explica, no entanto, é que atuar por meio de uma plataforma de comércio eletrônico vai exigir da sua empresa algumas adaptações para tirar bom proveito do cenário.

Muita gente ainda acredita que o sistema de gestão, aplicado ao e-commerce, se limita ao controle de estoque e emissão de nota fiscal. Este é um dos motivos que fazem com que 90% das empresas que tentam vender pela internet não consigam crescer.
Para mudar este cenário, listo abaixo sete requisitos na hora de escolher um ERP para o seu e-commerce:

1- Integração nativa: com essa característica, a sua empresa evolui naturalmente e o seu negócio nunca para de funcionar. Você não vai precisar se preocupar com customizações de integração da plataforma de e-commerce ao software de gestão. Isso significa que você pode focar em seu negócio e não precisa se preocupar em manter recursos caros de TI dentro da operação, além de contar com uma comunicação transparente e fluida.

2 – ERP na Nuvem: não dá para pensar em hospedar sistemas de gestão dentro de casa. A instalação de ERPs dentro da empresa cria uma série enorme de problemas gerenciais e colaboradores caros que você não deveria ter: servidores que ficam defasados, gestão da segurança da informação, backups, energia redundante (sua empresa pode ficar fora do ar), instalação de upgrades, entre outros. Escolha um ERP que esteja hospedado na nuvem e invista numa estratégia de acesso redundante à internet.

3 – Automatização dos processos: já pensou em gerenciar dez pedidos por mês em planilha de Excel? Parece simples. Agora, lembra do bom momento para o setor? Imagine, então, fazer 100 pedidos por dia em planilhas de Excel. Sem chances de dar certo! Automatizar os processos é garantir a confiabilidade das informações, ganhar tempo e reduzir erros. Por exemplo, para as compras geradas em boleto, o sistema, automaticamente, informa o pagamento, sem que você precise checar diariamente o banco para saber quais já foram pagos e, só então, fazer a liberação dos pedidos.

4 – Conciliação de cartão: segundo especialistas de mercado, cerca de 90% dos empresários não têm controle sobre as suas operações de cartão de crédito e débito. Isso só tem um significado: prejuízo financeiro. Fazer a gestão de todos os valores, aplicar as taxas das diferentes operadoras e saber, exatamente, quanto tem para receber no final do mês é um grande desafio que você só consegue superar com o apoio de um ERP.

5 – Gestão Logística: a experiência de compra do cliente só termina quando o produto chega na sua casa. Não adianta ter um e-commercesuperintuitivo e alto índice de conversão na plataforma se não conseguir entregar os pedidos. Dentro de casa ou terceirizando, a área logística merece atenção especial, principalmente por ter custos elevados envolvidos. Só com um ERP especialista você vai conseguir fazer o gerenciamento correto dessas atividades e garantir o SLA das entregas.

6 – Controle de margem: o maior desafio do e-commerce é gerenciar o seu lucro. Ter uma operação virtual tem as suas complexidades edespesas específicas, como investimentos em anúncios para divulgar o seu canal. Sem um ERP fica bastante difícil (ou quase impossível) conseguir definir o custo de venda, margem e lucratividade.

7 – Especialização: ao final, não basta ter um ERP integrado com sua plataforma de e-commerce. O primeiro filtro é: tenha um ERP especialista no seu segmento de mercado. Então, afine um pouco mais e olhe para o nicho do seu negócio: moda, eletrônicos, bijuterias, utilidades domésticas e etc. O comércio de roupas tem desafios diferentes do comércio de eletrônicos, que são diferentes de vinhos emuito diferentes de venda de cursos online, por exemplo.

Siga estes 7 pontos e você estará pronto para levar os seus negócios a outros patamares. Ganhe agilidade e fidelize clientes!

 

*Maurício Trezub é diretor de e-commerce da TOTVS.

 

 

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OPINIÃO S/A – Mudanças na área tributária podem interferir no dia a dia dos brasileiros

21 março, 2017 às 16:43  |  por Rafaela Salomon

Por Marco Aurélio Pitta

Nas últimas semanas, as siglas PIS, COFINS e ICMS tem despertado muita atenção de contadores, tributaristas e empresários em geral. Isso porque três fatos importantes aconteceram. O primeiro é o posicionamento oficial sobre a tributação de livros digitais, o segundo é a exclusão do PIS e COFINS na base de cálculo do ICMS e, por último, as mudanças propostas pelo Governo da sistemática do PIS e COFINS. Tais modificações podem atingir de forma significativa a população em geral. Veja os efeitos práticos:

1. Dado que está definido que não há tributação dos livros eletrônicos, haverá redução de preço destes produtos para a população? Empresas do ramo já adiantaram que não haverá mudança nos preços, pois essa imunidade já estava precificada…

2. Excluir o ICMS da base de cálculo do PIS e COFINS nas vendas pode quebrar o caixa do Governo? Quais estes impactos para a economia dado o déficit atual da União? E se isso valer daqui para frente (modulação)? Os preços dos produtos em geral irão aumentar? São 20 anos de brigas judiciais nesse tema. Mais de 10 mil processos com esse pedido só nos últimos 5 anos. Estima-se que o Governo deveria devolver às empresas R$ 250 bilhões de reais, mas tentará reverter a decisão para início da nova sistemática só em 2018. Será que isso vai acontecer?

3. Reduzir a arrecadação do PIS e COFINS prejudica políticas públicas de seguridade social? Como contribuição, ambas, pelos princípios constitucionais, têm destinação certa. Isso quer dizer que a arrecadação vai diretamente para financiar a Seguridade Social, ou seja, áreas fundamentais, como a Previdência Social, Assistência Social e Saúde Pública. Dessa forma, menor arrecadação significa menos recursos para custear a política social do trabalhador, como seguro desemprego e abono, por exemplo.

4. A mudança da sistemática de cálculo do PIS e COFINS irá prejudicar as empresas do setor de serviços? De novo, aumento de preços vem por aí? Segundo Meirelles, atual ministro da Fazenda, o objetivo é simplificar e melhorar. De fato, isto é uma verdade. São mais de 75 leis vigentes que demonstram as regras sobre estes dois tributos. As entregas de obrigações acessórias ligadas a esses tributos fazem os contadores, tributaristas e financeiros trabalharem dobrado, com tributos da mesma natureza. Um retrabalho que não agrega valor para a sociedade. Simplificar esta sistemática poderia trazer benefícios.

Hoje são várias sistemáticas e diferenciações de cálculo, alternando conforme o segmento em que a empresa atua. A nova forma de cálculo desses tributos sugere a tomada de créditos nas compras e débitos nas vendas. Similar ao ICMS. Porém, isso deve prejudicar empresas do setor de serviços, pois estas têm, em boa parte de suas despesas, gastos com pessoal, que não permite créditos. Por isso, empresas do setor de serviços têm muito receio das mudanças. E, por isso, pode haver aumento de preços nos setores da economia, o que acaba prejudicando a todos.

Este é um ano decisivo para o Governo. Queda do PIB e arrecadação prejudicam e muito a imagem da gestão atual. E será feito de tudo para estes problemas não ocorrerem novamente. Criar um novo tributo é mais difícil do que mudar os tributos atuais. Por isso, entendo que o Governo usará deste artifício para melhorar sua arrecadação. Não tem outro jeito. Contadores, tributaristas e empresários, bem como toda a população devem ficar de olho nos próximos passos do Governo e do Judiciário, nas próximas semanas. Essas mudanças com certeza mudarão, direta ou indiretamente, a vida da população em geral.

 

*Marco Aurélio Pitta é gerente de contabilidade e tributos do Grupo Positivo, coordenador e professor de programas de MBA da Universidade Positivo nas áreas Tributária, Contabilidade e Controladoria.

 

 

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OPINIÃO S/A – Sobrevivi à crise de 2016. Quais são os próximos passos para ampliar os negócios?

22 fevereiro, 2017 às 14:36  |  por Rafaela Salomon

Por Rogério Gabriel

O ano de 2016 foi marcado pelo agravamento da crise econômica que afeta o Brasil nos últimos tempos. Os índices de desemprego subiram, com um saldo de mais de 12 milhões de pessoas sem ocupação e mais de 100 mil pontos de trabalho foram fechados, segundo os dados do IBGE. Esse cenário de instabilidade preocupou a todos, inclusive os brasileiros que são donos do próprio negócio.

Mas, mesmo em meio à turbulência, foi possível atravessar este desafiador cenário e até prosperar. O setor de franquias, segmento em que atuo, obteve crescimento de 8% no último ano, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF) e tem a projeção de aumento de 7 a 9% neste ano.

Quem sobreviveu à crise deve estar pensando qual é o próximo passo para ampliar os negócios e alcançar a estabilidade. Com o país caminhando para mudanças no cenário político e econômico, acredito que ainda é preciso ter cautela em sua empresa. O controle das finanças agora deve ser ainda mais rigoroso. Investimentos são importantes e fundamentais, mas é preciso avaliar com calma todas as vantagens e desvantagens antes de correr riscos. O momento pede atenção.

Porém, os detalhes mais importantes e que definem o sobressalto mesmo depois da  crise são a qualidade e inovação dos  produtos e serviços oferecidos.  Esses fatores te diferenciam dos concorrentes. Seja único, inovador, ofereça algo que os outros não têm isso fará com que você conquiste credibilidade no mercado. Em meu investimento, por exemplo, busquei novos horizontes para expandir os negócios e mesmo neste cenário, dei o primeiro passo para a internacionalização da empresa: abri a primeira franquia na Angola. Outra medida, foi trazer inovação à marca em uma aliança com a famosa turminha dos gibis. Além disso, ampliei o  leque de opções de cursos na área digital, que é uma das áreas mais promissoras do século 21. Acreditem, deu muito certo.

E, por último, e não menos importante, é estar atento às tendências do mercado.  Uma grande novidade é o interesse da geração Y nos negócios. Os jovens vêm se mostrando mais avessos aos modelos de trabalhos convencionais e indo em busca do próprio negócio. A ABF também apontou que a maioria dos donos de microfranquias possuem entre 25 e 36 anos, pertencentes à geração Y. Logo, este é um nicho que tem muito potencial. Com o dinheiro em falta, estes modelos com investimento até R$ 90 mil, têm se tornado um ponto forte da área.

Por isso, se você acredita em seu segmento, não é hora de desanimar! Seu negócio passou por todas essas dificuldades, isso mostra que ele tem força para continuar crescendo. Veja as oportunidades que o  setor apresenta e vá a luta. Lembre-se, o sucesso do empreendimento está no esforço do empreendedor!

 

* Rogério Gabriel é fundador e presidente do Grupo Prepara, detentor das marcas Prepara Cursos, Ensina Mais e das recém-lançadas English Talk e Pingu’s English. Atualmente o Grupo possui mais de 800 franquias, distribuídas por todo o Brasil. Formado em Ciência da Matemática e Computação pela Unicamp, com MBA em Marketing pela FGV, Rogério há doze anos fundou o Grupo, que viria a construir a maior rede de cursos profissionalizantes do Brasil, a  Prepara Cursos. Empreendedor Endeavor desde 2012, ele teve a sua trajetória retratada no #VQD – VAI QUE DÁ, livro que traz dez histórias de empreendedores que criaram empresas de alto impacto.

 

 

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