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Francischini quer criminalizar exibição de genitais para fins artísticos

8 fevereiro, 2018 às 16:25  |  por Ivan Santos

francischini

O deputado federal paranaense Fernando Francischini (SD) apresentou projeto que pretende tornar crime a exibição de órgãos genitais para fins artísticos. Como justificativa da proposta, Francischini cita dois casos ocorridos no ano passado: a exposição “Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira,”, realizada no Centro Cultural Santander, em Porto Alegre (RS); e a performance do coreógrafo Wagner Schwartz no Museu de Arte Moderna (MAM), de São Paulo (SP).

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Câmara aprova ‘repúdio’ à Veja e à exposição ‘Queermuseu’

12 outubro, 2017 às 14:57  |  por Ivan Santos

Osias_-_Tribuna_B74A3374 Foto: Rodrigo Fonseca/CMC

Os vereadores de Curitiba aprovaram, ontem, duas moções de repúdio contra a revista Veja e a exposição de arte “Queermuseu”, cancelada pelo Santander, em Porto Alegre, após acusações de suposta exibição de cenas de nudez e pornografia. A moção contra a Veja foi proposta por parlamentares da bancada evangélica, em razão de um artigo intitulado “Essa gente incômoda”, considerada “ofensiva” pelos vereadores ligados a grupos religiosos.

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Vereadores de Curitiba se dividem sobre exposição cancelada pelo Santander

12 setembro, 2017 às 16:23  |  por Ivan Santos

Thiago_Ferro Foto: Chico Camargo/CMC

Vereadores de Curitiba se dividiram, na sessão de hoje, ao comentar a exposição “Queermuseu: Cartografias da Diferença na Arte Brasileira”, cancelada pelo Santander Cultural, em Porto Alegre (RS), após críticas de integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), por suposta pornografia e apologia à pedofilia. O vereador Thiago Ferro (PSDB) – integrante da bancada evangélica da Casa – chegou a propor uma moção de repúdio contra a exposição.

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Biblioteca abre mostra sobre acervo da polícia política no Paraná

25 janeiro, 2016 às 15:52  |  por Ivan Santos

ditadura Foto: Fabio Santiago/Divulgação

A Biblioteca Pública do Paraná abre a partir desta segunda-feira (25) a exposição “Indícios: o Paraná durante a II Guerra Mundial no acervo da polícia política”. A mostra reúne 9 painéis com imagens produzidas pela polícia política, ou apreendidas por ela, como provas de crime político.

Além disso, um aparelho de TV exibirá um vídeo com breves biografias de pessoas detidas pelo Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) e trechos de documentos produzidos pela polícia. A curadoria é do professor do curso de História, Memória e Imagem da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Rodrigo Rodriguez Tavares. A exposição segue em cartaz no Hall Térreo até 28 de fevereiro. A entrada é franca.

Tavares afirma que a mostra tem um diferencial: “O ineditismo do conjunto de fontes em uma exposição”. Durante 6 meses, Tavares e 14 alunos do curso de História, Memória e Imagem da UFPR realizaram pesquisas e discussões sobre um período importante da História do Brasil e do Paraná, a partir da documentação apreendida e produzida pela polícia política. “Trata-se de um trabalho que vai jogar luzes sobre um período turbulento, e recente, da nossa História”, diz Tavares.

Em março de 2015, Tavares também assinou a curadoria, em parceria com Magnus Pereira, da mostra “Mundos Novos Ilustrados”, com ilustrações dos livros de viagem científica do século XVIII, que seguiu em cartaz na BPP até 4 de maio.

SERVIÇO: Exposição “Indícios: o Paraná durante a II Guerra Mundial no acervo da polícia política”.

Local: Hall térreo da Biblioteca Pública do Paraná (R. Cândido Lopes, 133 — Curitiba/PR).

Período expositivo: 25 de janeiro a 28 de fevereiro.

Horário de visitação: 2.ª a 6.ª, das 8h30 às 20h; sábados, das 8h30 às 13h.

Entrada franca.

Mais informações: (41) 3221-4917.

Exposição no MON mostra obras apreendidas na operação Lava Jato

14 janeiro, 2015 às 13:16  |  por Ivan Santos

Di Cavalcanti

O Museu Oscar Niemeyer (MON) inaugura neste sábado (17), a partir das 10 horas, “Acervo MON – Aquisições 2013/2014”, que mostrará as obras incorporadas ao acervo do Museu nestes últimos dois anos. A exposição terá um período reduzido de exibição e ficará em cartaz até início de março. A entrada custa R$ 6 e R$ 3 (meia-entrada).

Ao todo, 70 obras estarão na sala 7 do museu, sendo que 15 delas foram apreendidas pela Polícia Federal na Operação Lava Jato. No rol das obras apreendidas estão trabalhos de Di Cavalcanti, Iberê Camargo, Aldemir Martins, Cícero Dias, Claudio Tozzi, Heitor dos Prazeres, entre outros.

As outras 55 que compõem “Acervo MON – Aquisições 2013/2014” foram doadas ao acervo do Museu nos dois últimos anos. São obras de Alceu Chichorro, Antanas Sutkus, Bernadete Amorim, Didonet Thomaz, Dulce Osinski, Everly Giller, Erbo Stenzel, Ida Hannemann de Campos, Jacek Sroka, Juliana Stein, Guita Soifer, Gustavo Von Ha, Lafaete Rocha, Leda Catunda, Lígia Borba, Marcelo Azevedo, Marcia Simões, Tatiana Stropp, Waldemar Roza, além das capas da Revista Joaquim (1946-1948) ilustradas por diversos artistas.

O público pode aproveitar para conferir também “Genesis – Sebastião Salgado”, “Da matéria do Mundo – Eliane Prolik”, “Das vozes da cidade – Jaime Lerner”, “IDEA/Brasil”, “João Turin – Vida, obra, arte”, “Museu em Construção”, “Cones”, “Espaço Niemeyer”, “Pátio das Esculturas” e o projeto especial “Isolde Hötte, sua obra”.

Há indícios de que as obras apreendidas na Operação Lava Jato, deflagrada pela Polícia Federal em março de 2014, foram compradas para lavagem de dinheiro. Em maio passado, a Polícia Federal trouxe as telas ao MON para manter a preservação e manutenção. Estão sob a guarda do museu até decisão definitiva da Justiça.

Diretas Já no Barigui

22 janeiro, 2014 às 07:21  |  por Ivan Santos

A exposição “30 anos 1º Comício Diretas Já – Curitiba” pode ser vista na Boca Maldita até as 13 horas de hoje. A partir de amanhã e até o dia 10 de fevereiro, o ônibus com a mostra itinerante ficará aberto ao público no Parque Barigüi, na regional Santa Felicidade. Depois, segue para as outras regionais da cidade. A mostra teve mais de 2.500 visitas entre 12 de janeiro e ontem. A passagem pelas regionais permitirá que mais pessoas visitem a exposição, que celebra os 30 anos do comício que deu início à onda de manifestações por eleições diretas e pela restituição das instituições democráticas.

No Parque Barigüi, o biarticulado, que tem a parte externa plotada com imagens marcantes do primeiro comício das Diretas Já, ficará estacionado ao lado do heliponto. A mostra divide-se em três núcleos, com textos, charges, imagens e três vídeos de aproximadamente um minuto de duração – sobre o golpe militar, a repressão e o comício na capital paranaense.