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Gleisi reafirma que “Vai dar PT” no carnaval é apoio ao partido

13 fevereiro, 2018 às 09:30  |  por Narley Resende
Cantor Léo Santana. Foto: divulgação

Cantor Léo Santana. Foto: divulgação

A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), nega ter confundido a letra de uma música do cantor baiano Léo Santana com apoio ao seu partido. Em nota divulgada nesta terça-feira (13), a senadora relacionou links em que foliões teriam entoado o refrào em apoio ao Partido dos Trabalhadores.

“Se alguém cometeu gafe em relação à música “Vai dar PT” não foi a senadora Gleisi Hoffmann, mas os jornalistas que escreveram sobre o tema sem conhecer a história real. Desde que foi lançado, no início do ano passado, o refrão do sucesso de Leo Santana foi apropriado pela militância do PT, principalmente no Nordeste.”, diz a nota da senadora. Em seguida do texto, há uma relaçao de links com as ações mencionadas. (Veja abaixo)

No último sábado (10), Gleisi afirmou que o cantor estava reconhecendo a boa administração do governo da Bahia ao cantar um de seus sucessos, a música “Vai dar PT”, durante o desfile de seu trio elétrico no circuito do Campo Grande.

A música, contudo, não faz referência ao Partido dos Trabalhadores: a sigla PT, na canção de Léo Santana, significa “perda total”.

Em postagem nesta segunda-feira (12), Gleisi afirma que o refrão foi adotado pela militância: “A música em si, assim como na poesia, pode ter diferentes interpretações! Brincamos, assim como nossa militância, de associar este trecho a sigla do nosso partido. Perda Total o povo já tem vivido com a série de desmontes promovidos pelo governo que vocês apoiam”. Continuar lendo

Gleisi critica mudança no TSE que pode barrar candidatura de Lula

8 fevereiro, 2018 às 19:10  |  por Narley Resende
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), criticou nesta quinta-feira (8) a declaração do ministro Luiz Fux, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de que a côrte deve julgar a possibilidade de fichas suja registrarem candidatura.

“Vão alterar uma lei na sessão do TSE? Ministro, com todo respeito, quem faz lei é o legislativo. A lei das eleições é clara no sentido do registro de candidaturas. Até agora funcionou assim para tod@s”, escreveu a senadora paranaense no Twitter.

Luiz Fux falou com jornalistas nesta quinta-feira (8), durante café da manhã. O ministro sinalizou ser favorável ao impedimento antecipado em caso de condenação em segunda instância.

“Em princípio, quem já está com a situação definida de inelegibilidade evidentemente não pode ser registrado. Essa é uma corrente. Outros acham que tem que requerer [pedido de impugnação]. É algo que tem que passar pelo colegiado”, afirmou Fux.

 

 

Hostilizada em avião, Gleisi registra queixa na PF

19 dezembro, 2017 às 17:05  |  por Ivan Santos

gleisi brava

A senadora paranaense Gleisi Hoffmann – presidente nacional do PT – foi hostilizada em uma viagem de avião, hoje, ante de embarcar em um vôo entre São Paulo e Brasília. Chamada de “corrupta” por uma mulher, ela prestou queixa e registrou ocorrência no posto da Polícia Federal, em Brasília, antes do desembarque.

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Gleisi depõe no STF e diz ser vítima de perseguição política

28 agosto, 2017 às 17:30  |  por Ivan Santos

Gleisi

A senadora paranaense e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, depôs hoje no processo da operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, em que ela e o marido, o ex-ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, são acusados de terem recebido R$ 1 milhão em recursos desviados da Petrobras por Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras. Segundo o Ministério Público Federal, em contrapartida, os políticos teriam atuado para manter o executivo no cargo.

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Gleisi diz que nunca utilizou loft pago por advogado na campanha de 2010

29 junho, 2016 às 16:37  |  por Ivan Santos

Gleisi

Em relação a matéria publicada ontem pelo Bem Paraná segundo a qual o advogado Guilherme Gonçalves, preso pela operação “Custo Brasil”, teria pago despesas de um loft em Brasília utilizado pela senadora Gleisi Hoffmann (PT), a assessoria da petista enviou nota hoje afirmando que “nunca se utilizou de loft locado pelo advogado Guilherme Gonçalves, nem em Brasília nem em Curitiba”.

Segundo a nota, “Loft Imóveis é o nome de uma imobiliária de Curitiba que foi utilizada por Guilherme Gonçalves para a locação de um pequeno escritório para a pré-campanha no ano de 2010″. De acordo com o texto, “Gonçalves foi advogado eleitoral da senadora, conforme consta em sua prestação de contas disponível no Tribunal Superior Eleitoral”.

Ainda segundo a nota, o próprio advogado teria dito, em depoimento à Justiça, que “em 2009, início de 2010 já havia coordenação para iniciar o processo de campanha, aí me pediram se eu tinha condição de locar um conjunto comercial perto até de onde era a residência da Gleisi, para que pudesse fazer ali as reuniões de organização da campanha. Eu falei: posso. Fizemos a locação em abril ou maio de 2010. Não tinha nenhum centavo de Consist”.

PT do Paraná critica busca e apreensão em apartamento de Gleisi Hoffmann

24 junho, 2016 às 13:10  |  por Ivan Santos

verri

O PT do Paraná divulgou hoje nota sobre a operação Custo Brasil, que prendeu o ex-ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, acusado de envolvimento em um esquema de fraude em contratos de consignação de empréstimos que teria desviado R$ 100 milhões. No texto, o presidente do partido, deputado federal Ênio Verri, afirma que a legenda repudia as “ilegalidades e abusos cometidos durante a prisão, condução coercitiva e cumprimento de mandados de busca e apreensão” que teve como alvo “a residência funcional de uma senadora da República, diante de sua família, e a sede do Diretório Nacional do PT em São Paulo”, referindo-se ao fato da prisão de Paulo Bernardo ter se dado no apartamento da senadora Gleisi Hoffmann (PT), em Brasília, mulher do ex-ministro.

“A forma como os agentes públicos atuaram nessa operação causa, no mínimo, estranheza uma vez que tanto as pessoas investigadas quanto o PT sempre colaboraram com as investigações, fornecendo materiais e informações requisitados, facilitando o acesso aos locais de apuração e atendendo aos chamados para prestar depoimento”, alega o dirigente.

Bancada do PT no Senado diz que prisão de Paulo Bernardo é “desvio de foco”

23 junho, 2016 às 14:26  |  por Ivan Santos

Gleisi

A bancada do PT no Senado divulgou hoje nota manifestando solidariedade com a senadora Gleisi Hoffman e sua família. O marido de Gleisi, ex-ministro Paulo Bernardo (PT), foi preso hoje pela operação Lava Jato, em Brasília, no apartamento funcional da mulher. A casa dos dois em Curitiba, também foi alvo de buscas da Polícia Federal. Além disso, o advogado de Gleisi, Guilherme Gonçalves, também é alvo da operação, mas está em viagem a Portugal. A senadora não está sendo investigada neste caso e não se pronunciou oficialmente.

A operação investiga um esquema de direcionamento de licitações dentro do Ministério do Planejamento entre os anos de 2010 e 2015. Segundo as investigações, a empresa Consist Software repassava até 70% de seu faturamento para funcionários do governo, entre eles, Paulo Bernardo. Ele teria recebido, segundo a PF, R$ 7 milhões, através de um escritório de advocacia.

Na nota, os senadores do PT diz estranhar que a prisão de Paulo Bernardo “tenha ocorrido no momento em que a Nação toma conhecimento de fatos gravíssimos de corrupção que atingem diretamente o governo provisório, o qual se instalou justamente para tentar paralisar as investigações da Lava Jato”. Na avaliação da bancada, a prisão “e a invasão da sede do PT desviam o foco da opinião pública do governo claramente envolvido em desvios, para a oposição democrática, que sempre buscou a apuração de todos os fatos com isenção e transparência”.

Os parlamentares petistas dizem ainda repudiar “o claro abuso de poder cometido”. Os senadores criticam o fato de que a residência oficial de Gleisi ter sido supostamente “invadida, na presença de seus filhos menores, pela Polícia Federal, sem a devida autorização do Supremo Tribunal Federal”, e afirma que isso usurpa “atribuições constitucionais exclusivas do STF e da Procuradoria-Geral da República”.

PF indicia Gleisi e Paulo Bernardo por corrupção

31 março, 2016 às 16:56  |  por Ivan Santos

gleisi

A Polícia Federal indiciou a senadora Gleisi Hoffmann (PT) e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, sob a acusação de corrupção passiva, a partir de investigações da Operação Lava-Jato. Gleisi e o marido são acusados de terem recebido propina de dinheiro desviado da Petrobras para a campanha de 2010. A acusação é baseada em informações do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor de Abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, que fecharam delação premiada.

Youssef disse ter repassado R$ 1 milhão à campanha de Gleisi ao Senado em 2010, a pedido de Costa. O dinheiro teria sido entregue a “um senhor em um shopping de Curitiba”. A PF encontrou uma agenda com uma suposta tabela da propina na qual havia a anotação “PB”, que seria referente a Paulo Bernardo e “1,0″, que seria a anotação em código do valor repassado.

Em nota de sua assessoria, Gleisi negou as acusações, questionando supostas contradições dos delatores. “Todas as provas que constam no inquérito comprovam que não houve solicitação, entrega ou recebimento de nenhum valor pela senadora Gleisi Hoffmann ou pelo ex-ministro Paulo Bernardo”, alega a petista.

Gleisi admite rompimento com Fruet e candidatura própria do PT em Curitiba

23 novembro, 2015 às 12:28  |  por Ivan Santos

gleisi brava

Em artigo divulgado hoje no blog do Esmael, a senadora Gleisi Hoffmann admite o rompimento da aliança entre o PT e o prefeito Gustavo Fruet (PDT), nas eleições municipais de Curitiba no ano que vem, e o provável lançamento de um candidato próprio do partido à prefeitura da Capital. No texto, ela reconhece ainda que a legenda passa por uma grave crise, e que dificilmente Fruet terá interesse em contar com a sigla na disputa eleitoral.

“Na capital do Paraná é possível ter candidatura própria. O partido vai decidir consultando a militância em um encontro municipal, como sempre faz. Isso não quer dizer que abandonamos o prefeito Gustavo Fruet, a quem ajudamos a eleger e cujo governo temos apoiado”, afirma a senadora. “Mas não posso deixar de registrar que o prefeito e seu partido, o PDT, não demonstraram, até este momento, vontade política de permanecer em aliança. Nenhuma conversa, nenhuma proposição. Respeitamos essa postura, mas não podemos esperar até o último momento para decidir nossa caminhada. Primeiro porque estaríamos deixando de participar ativamente do processo político; segundo, que desrespeitaríamos ao próprio Gustavo retardando uma posição”, avalia Gleisi.

O PT de Curitiba faz encontro no próximo final de semana, quando pode confirmar a intenção de lançar candidato próprio, diante do desinteresse de Fruet de repetir a aliança. O nome mais cotado para disputar a eleição pela sigla é o do deputado estadual e líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa, Tadeu Veneri. “A política dá voltas, como a vida. Em 2012 propusemos e articulamos uma aliança com o PDT, fomos pra rua, fizemos campanha. Vamos continuar apoiando a administração da cidade, que é o nosso compromisso. Mas sabemos na política quando somos queridos ou não. Isso não traz mágoas, apenas orienta-nos sobre como vamos continuar o projeto”, afirma Gleisi.

Dilma suspende nomeação de Paulo Bernardo para a direção da Itaipu

27 agosto, 2015 às 17:10  |  por Ivan Santos

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A presidente Dilma Rousseff decidiu suspender a nomeação do ex-ministro do Planejamento, Paulo Bernardo para um cargo de diretor-geral da Itaipu Binacional. A decisão foi tomada depois que Bernardo foi citado pelo juiz Sérgio Moro em denúncia encaminhada ao Supremo Tribunal Federal, envolvendo a sua esposa, a ex-ministra da Casa Civil e senadora Gleisi Hoffmann (PT), dentro das investigações da 18ª fase da Operação Lava Jato, apelidada de “Pixuleco II”.

A denúncia aponta a suspeita de desvio de R$ 40 milhões do Ministério do Planejamento pela empresa Consist – que obteve contrato para operar um sistema de crédito consignado para servidores públicos federais em 2010, quando Bernardo era ministro. Segundo Moro, parte do dinheiro da Consist teria sido repassado ao escritório de advocacia de Guilherme Gonçalves, e beneficiado a senadora. Paulo Bernardo e Gleisi negam as acusações.

Segundo os documentos encaminhados ao STF por Moro, pelo menos R$ 50 mil desse esquema teriam sido repassados em favor de Gleisi e de pessoas ligadas a ela, além do ex-ministro. Um documento apreendido durante as investigações indica o pagamento feito pela Consist de R$ 50 mil de honorários a Gonçalves em novembro de 2011. Ele teria acertado a operação com Paulo Bernardo, que ficaria, segundo as investigações, com todo o valor.

Dilma pretendia nomear o ex-ministro para o cargo em Itaipu, mas desistiu após a nova denúncia. A presidente, agora, quer esperar os desdobramentos do processo, antes de tomar uma decisão, para evitar nova “contaminação” do governo em razão das investigações da Lava Jato.