Arquivos da categoria: Implantodontia

Halitose

2 junho, 2014 às 11:50  |  por Dr. Rogerio Agulham

Sua gengiva sangra com a escovação e o uso do fio dental? Fique atento a isso e procure seu dentista para um exame periodontal (tecidos que sustentam o dente na boca, como gengiva, ligamentos e osso). O sangramento nestas condições já é um sinal de inflamação gengival (doença periodontal) e está relacionada, na maioria das vezes, a uma má técnica de higiene oral. Um grande número de pessoas pensa que foi a escova ou o fio que machucou e por isso vai adquirindo uma técnica de higiene cada vez mais deficiente e, desta forma, aumentando o número de bactérias que estão nas áreas próximas da gengiva ou mesmo sub-gengivais.

A doença periodontal é uma das afecções bucais mais freqüentemente encontrada no dia a dia nas clínicas odontológicas. Tem uma prevalência muito alta ainda e é resultante da ação de bactérias periodontopatogênicas presentes no biofilme dental próximo à margem gengival que não são removidas adequadamente na higiene bucal diária. Acomete de maneira reversível, ou seja, ao se remover a causa, a saúde é restabelecida sem perdas teciduais – gengivite. Já a forma irreversível da doença, denominada de periodontite, causa perda de inserção progressiva, incluindo destruição do ligamento periodontal e suporte ósseo alveolar com conseqüente formação de bolsa periodontal. Esta segunda forma da doença aumenta os mediadores pro – inflamatórios locais e sistêmicos que podem influenciar na severidade da doença periodontal e interferir também em outras doenças crônicas sistêmicas, como a diabetes mellitus, por exemplo. O fumo e o estresse, como fatores de risco ambientais, podem também modificar o curso e a severidade da doença periodontal (estes dois também causam halitose, lembram?).

Vários estudos nacionais e internacionais têm evidenciado que a doença periodontal pode influenciar a ocorrência e a severidade de outras doenças sistêmicas também, incluindo alterações cardiovasculares, acidentes vasculares cerebrais e parto prematuro

Mas o que a doença periodontal tem em comum com a halitose?

Como já foi mencionada em outros artigos aqui postados, a halitose tem sua origem em aproximadamente 90% dos casos na boca. Os compostos sulfurados voláteis(CSV), que são os principais gases responsáveis pelo mau hálito, resultam da degradação de proteínas salivares, restos alimentares, leucócitos presentes na bolsa periodontal e, principalmente, das células epiteliais descamadas da mucosa bucal, pela ação de bactérias proteolíticas anaeróbicas Gram-negativas. Estudos mostram que a presença dos CSV pode ser mais um fator de risco para a doença periodontal. Por quê? Eles podem promover alterações teciduais, pois são altamente tóxicos aos tecidos periodontais, causando redução de colágeno nos fibroblastos gengivais, morte celular e diminuição da concentração de células responsáveis pela formação óssea (osteoblastos), conseqüentemente aumentando a taxa de reabsorção óssea pela ativação das células responsáveis pela reabsorção (osteoclastos) (RATCLIFF, JOHNSON, 1999; MORITA; WANG, 2001; IMAI et al, 2009; LI et al, 2010).

Já sabemos que a doença periodontal é uma das causas da halitose, mas agora queremos enfatizar que o tratamento periodontal não se restringe somente aos procedimentos direcionados ao periodonto, mas temos que ter uma visão sistêmica e saber tratar a halitose na sua diversidade de causas que alimentam a produção desses gases responsáveis pelo mau odor e pelo agravamento das doenças periodontais.

Acidentes Bucais! Primeiros Socorros

12 maio, 2014 às 10:38  |  por Dr. Rogerio Agulham

Conheça alguns pequenos cuidados e providências em caso de acidentes bucais.

 

 

Estes pequenos cuidados poderão minimizar as consequências e diminuir os aborrecimentos durante as férias.

 

Recomendações gerais:

 

1) Tranquilizar a vítima;

2) Lavar a região machucada;

3) Estancar o sangue com um pano ou gaze;

4) Colocar gelo envolto por um pano, se possível;

5) Analisar a situação;

6) Levar ao dentista.

 

O que fazer nas seguintes situações?

 

Dente fraturado/quebrado: guarde o pedaço do dente (fragmento), caso o encontre, e leve-o ao dentista para ver a possibilidade de utilizá-lo na sua reconstrução. Se não encontrá-lo, não se preocupe, já que existem técnicas e materiais odontológicos que irão reconstruir perfeitamente o dente da vítima.

 

Traumatismo: nessa situação é importante ir ao dentista, mesmo que não aparente qualquer alteração, uma vez que o dente poderá sofrer consequências com essa forte batida, como, por exemplo, danos às estruturas ao redor da raiz do dente, danos ao germe do dente permanente que ainda irá nascer (caso o trauma tenha sido em dente de leite). Além disso, o dente poderá ter problema de canal necessitando realizar seu tratamento.

 

Avulsão do dente: em caso de perda total do dente permanente, sempre que possível, recupere-o, mas, para aumentarem as chances de salvá-lo, precisamos seguir algumas condutas, como:

 

- não segure o dente pela raiz, somente pela coroa;

- remova os resíduos cuidadosamente com soro fisiológico;

- não toque nem esfregue a raiz do dente;

- se possível, coloque-o de volta no seu lugar, mantendo-o em posição por pressão;

- se você não conseguir colocar o dente em sua posição original, mantenha-o em uma solução de soro fisiológico ou em leite ou mesmo embaixo da língua;

- procure imediatamente um dentista.

Endocardite Bacteriana! A relação entre Boca e Coração.

22 março, 2014 às 10:01  |  por Dr. Rogerio Agulham

A Endocardite Infecciosa (EI) é uma doença comum, que causa alto índice de mortalidade. Trata-se de uma infecção da parede interna do coração ou das válvulas do coração e uma de suas causas é a má conservação dos dentes.

Seguindo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), a doença é responsável por uma alta morbidade e por significativas taxas de mortalidade. Em torno de 20% dos doentes não sobrevivem. Porém, quando a endocardite bacteriana tem foco dentário ela chega a ser responsável por cerca de 10% dos casos de morte, de vítimas de doenças no coração, em todo o mundo.Para quem ainda não conhece, a endocardite é o nome dado às afecções, infecciosas ou não, do endocárdio, camada interna do coração da qual fazem parte as válvulas cardíacas. O comprometimento da saúde bucal está diretamente associado à endocardite infecciosa. A doença afeta o coração com rapidez e pode comprometer as funções vitais, exigindo uma internação prolongada.

O coração humano é constituído de quatro câmaras (dois átrios e dois ventrículos). Os átrios são responsáveis por mandar sangue, que vem dos pulmões, ou do restante do corpo, para os ventrículos, enquanto os ventrículos mandam o sangue para os pulmões ou para o restante do corpo. O sangue que vai para os pulmões é o que será oxigenado e, para o restante do organismo, o sangue vai cheio de nutrientes e de oxigênio, mantendo seu funcionamento.

 

A boca é a maior cavidade do corpo em contato com o mundo exterior. Porta de entrada do tubo digestivo e auxiliar da respiração. Por suas características e funções, a boca é um ninho de bactérias. Em apenas um mililitro de saliva pululam 150 milhões de bactérias. Quando o equilíbrio entre essas bactérias se quebra podem surgir o que dentistas e médicos chamam de doenças periodontais (gengivite e periodontite), inflamações na gengiva ou no tecido que une os dentes ao osso. Em suas formas mais graves, elas contribuem para o desenvolvimento de distúrbios cardíacos. De cada dez brasileiros, nove sofrem em algum grau desse tipo de afecção. Na maioria dos casos, ela decorre de uma higiene bucal inadequada e da falta de visitas periódicas ao dentista.

As implicações da gengivite e da periodontite seguem basicamente o seguinte caminho: inflamados, os tecidos se tornam irritáveis e sangram durante a mastigação, pela ação da escova de dentes ou do fio dental. Essa hemorragia, por sua vez, possibilita que os micróbios que desencadearam o processo entrem na corrente sanguínea e cheguem a outras partes do organismo. É relativamente fácil que isso aconteça porque a gengiva e o periodonto têm irrigação sanguínea abundante. Por este motivo, a endocardite bacteriana está mais presentes em vítimas de doença periodontal. Para evitar esse mal as sociedades americanas de cardiologia e odontologia estabelecem que, antes de se submeter a uma cirurgia na boca, todo paciente propenso a ter uma endocardite bacteriana deve tomar, uma hora antes, uma dose de antibióticos. O objetivo é evitar os riscos de infecção durante a operação.

90% dos brasileiros sofrem de algum grau de doença periodontal, inflamações na gengiva ou no tecido que une o dente ao osso
- 1 mililitro de saliva contém 150 milhões de bactérias
- 1 grama de placa bacteriana abriga 100 bilhões de micróbios
- O risco de problemas cardíacos é 25% maior entre pacientes com doença periodontal

Causa

A causa da endocardite bacteriana é a presença de agentes infecciosos no sangue, que pode decorrer de uma atividade normal, como espremer uma espinha ou escovar os dentes, o diagnóstico se faz por métodos de ecocardiografia, e pela demonstração de infecção sanguínea, através de hemocultura, a demonstração de bactérias livres no sangue.
Tratamento:
O tratamento visa controlar a infecção e a correção do fator que predispôs a endocardite. São longos tratamentos, com muitas semanas de internação hospitalar, com uso de um grande número de medicamentos, inclusive antibióticos, e muitas vezes necessitando de cirurgia cardíaca.

Sintomas

Febre de longa duração, suores noturnos persistentes, baço aumentado de volume, alterações cardíacas ou agravamento súbito de uma doença cardíaca previamente existente.

Por isso fiquem atento, a qualquer sinal de doença, procurem o dentista.

Esse post serve para alertar nossos queridos pacientes e leitores, para que a manutenção de 6 em 6 meses ou de 4 em 4 meses seja realizada por profissionais capacitados

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Dr. Bruno Brites

CEOPAR

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Implantes Dentários: Verdades e Mitos

18 fevereiro, 2014 às 04:56  |  por Dr. Rogerio Agulham

Todos os dias em nossa clínica recebemos pacientes com a intenção de realizar implantes dentários, a maioria, por ter acesso a informação, sendo via internet ou qualquer outro meio de comunicação, já sabe um pouco de como funciona essa especialidade, porém algumas coisas precisam ser esclarecidas para um melhor entendimento de todos.

Atualmente temos implantes nacionais e importados  que se assemelham e muito a qualidade. Portanto aquela pergunta que sempre me fazem, já cai em terra. ” Mas o importado não é melhor?” A resposta é simples, “Não, nem sempre”. Temos implantes nacionais com tecnologia tão avançada quanto os importados. A vantagem de um implante nacional de qualidade é o atendimento que a fábrica lhe dá e a rapidez em que ele podem lhe fornecer ou repor peças.

Outra pergunta frequente é relacionada a rejeição do implante. Nunca foi diagnosticado nem descoberto nenhum caso de rejeição ao titânio encontrado nos implantes, o que existe é a má indicação do mesmo, que resulta em casos de infecção, perda óssea, inflamação dos tecidos ao redor do implante, o que pode acarretar a perda do mesmo.

Então, quais são os pacientes que não são indicados para o implante dentário? Pacientes que não possuem quantidade óssea necessária( avaliada por exames de imagem e exame clínico), pacientes com doenças sistêmicas, pacientes com dificuldades de coagulação e homeostase, pacientes que utilizam medicamentos a base de alendronato. Ainda existem fatores que são considerados de risco para o sucesso dos mesmos como tabagismo severo, excesso de álcool, diabetes não controlada.

Nos casos de falta de osso, a enxertia surge como uma alternativa para positiva para a reposição do que falta, seja por meio de enxerto do próprio paciente ou com biomateriais que podem induzir a formação óssea.

Como ocorre a aderência do implante ao osso? Através da osteointegração, processo no qual o organismo reconhece o titanio do implante como parte do organismo e acaba por envolver as espiras do implante com osso e assim cria uma conexão rígida entre implante e osso do paciente. Uma vez bem instalado e bem cuidado o implante e a prótese sobre o mesmo, a duração dele não tem data. Antigamente era recomendado um tempo de 4 meses para mandíbula e 6 meses para maxila, porém com o avanço das técnicas, esse tempo já é diminuído e o paciente já sai da consulta com um provisório e dependendo do implante em poucos meses, já coloca a coroa definitiva.

Implantes sem cortes e cirurgia guiada: É uma técnica, na qual implantes são realizados sem a necessidade de cortes, assim diminuindo o tempo cirúrgico e possível dor pós-operatória, lembrando que esse tipo de cirurgia, precisa ser avaliada e tem uma indicação correta, pois os sucesso depende da quantidade óssea do paciente.

Qual o melhor implante para se utilizar? Atualmente, existem dois tipos de implantes que são mais utilizados. Os implantes de plataforma Hexágono Externo( utilizados desde 1964) e os implantes Cone Morse. Os implantes de plataforma hexágono externo foram durante anos a melhor alternativa para todos os casos de implantes, na verdade, ainda são indicados em casos de protocolos( quando o paciente não possui nenhum dente e é colocada uma dentadura fixa sobre os mesmos). Com o avanço dos recursos e tecnologias, hoje temos os implantes Cone Morse, que nada mais são do que uma “solda fria”. Ao invés do componente ou da prótese sair direto da “cabeça” do implante, como é no hexágono, no cone morse, sempre é colocado um componente protético que melhora o perfil ósseo, gengival e estético.

Cada caso é um caso na implantodontia, porém com as tecnologias que temos no mercado hoje, dificilmente um paciente ficará descoberto de tratamento.IMAGES_0007529_1 IMG_0054 implante-dentario-parafuso-e1305943438325 implantes

Reabilitação Oral: Mitos e Verdades!

29 janeiro, 2014 às 09:50  |  por Dr. Rogerio Agulham

A reabilitação oral representa o maior desafio da odontologia moderna, pois sua finalidade é restabelecer uma nova  oclusão (forma como os dentes se tocam e encaixam uns nos outros). Trata-se de uma área de grande abrangência que reunirá todas as especialidades odontológicas para que os todos os detalhes sejam observados atenção.

Cada caso envolve o planejamento multidisciplinar, onde todas as necessidades são traçadas pela equipe. Na maioria dos casos, o planejamento é realizado unindo várias informações obtidas no exame clínico, na expectativa inicial do paciente e no diagnóstico  do modelo de gesso que é uma réplica da situação inicial do paciente. Trabalhamos em cima dessa boca em gesso fazendo uma simulação do tratamento em cera que funciona de forma parecida com um projeto arquitetônico onde é simulado o sorriso inicial para aquele paciente.

A consulta inicial é considerada a limpeza da casa (quando necessário), onde os trabalhos inadequados são removidos, as cáries são limpas e são instalados dentes provisórios confeccionados de acordo com o enceramento inicial.

Após os provisórios começamos a trabalhar com a fundação da construção da boca que são as especialidades de apoio: canais necessários, tratamento periodontal, confecção de pinos metálicos nas raízes, enxertos ósseos (quando necessário), implantes nas regiões sem dentes ou nas regiões com indicação de extração de dentes.

Após a fundação do trabalho estar adequadamente saudável e estruturada, o paciente é moldado, fotografado, selecionada a cor dos dentes com iluminação adequada e todas essas informações são enviadas ao ceramista para que os dentes sejam criados de forma natural devolvendo a estética e a função mastigatória

Uma reabilitação pode ser feita da seguinte forma:

- Em cima dos seus próprios dentes

Na ausência deles podera ser feita com:

- Instalação de implantes

- Proteses parciais removiveis

- Protese total (dentadura)

- Com instalação de aparelho ortodôntico

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A importância do Sorriso

19 outubro, 2013 às 09:18  |  por Dr. Rogerio Agulham

Em uma pesquisa feita há cerca de um ano, entre diferentes pessoas, países e culturas, foi constatado que 47% das pessoas reparam primeiramente no sorriso das outras, ao invés de olhos, cabelos, roupas…. Com isso, a Colgate, resolveu fazer um “teste” com seus consumidores.

Nas 3 fotos que seguem da propaganda, o que mais chama a atenção é a sujeira nos dentes dos modelos. Após uma analise minuciosa, pode-se constatar que na primeira foto a senhora apresenta um dedo a mais que o normal.

Já na segunda foto, um braço “fantasma” aparace abraçando o homem que está com o dente sujo

E na terceira foto, o modelo não apresenta uma orelha…..

Lógico que depois que lrmos e prestarmos atenção nas imagens, tudo fica mais claro…. Mas inicialmente, o que mais lhe chamou a atenção?

Por isso cuide sempre de seu Sorriso!

A equipe do CEOPAR estará sempre disponível para os atender e oferecer o melhor tratamento possível

www.ceoparana.com.br

41 3338-7029

Pay attention!!

Quem dá menos? 180, 120, 90, 42, 21, … 0

31 janeiro, 2013 às 13:28  |  por Dr. Anderson Kovaleski

Um desafio para a prática diária da implantodontia é a busca pelo tratamento mais estável, rápido e menos invasivo. Mais naturalidade, beleza e saúde em menos procedimentos e tempo. Essas são as expectativas que eu vejo nos meus pacientes todos os dias.

No passado esperávamos 180 dias após a cirurgia dos implantes para colocarmos os dentes em função. Com o avanço da ciência e da tecnologia, passamos a aguardar cada vez menos; 120, 90, 42 e hoje em dia, temos implantes dentários que integram ao osso em 21 dias. Sem comentar a carga imediata, que permite a reposição de um ou múltiplos dentes no mesmo ato cirúrgico, mesmo sem os implantes estarem ainda integrados pelo organismo.

Há alguns anos, eu ouvi de algumas pacientes exigentes que se consideravam senhoras na época: “180 dias esperando??? Eu não tenho tanto tempo assim!”. Passados quase 10 anos, precisei fazer mais um implante em uma delas que continuou brincando: “21 dias para colocarmos os dentes definitivos??? É muito!!! Agora eu não tenho tanto tempo MESMO!”

Higienização dos Implantes

19 setembro, 2011 às 20:44  |  por Dra. Michele de Camargo

                                                                                              

Com a popularização dos implantes dentários é necessário estabelecer uma Guideline para uma ótima higienização. Essa higienização é de suma importância para a manutenção da saúde oral e, assim, também para prolongar a vida útil dos implantes. Os pacientes submetidos a implantes dentários precisam ter cuidados redobrados com a limpeza para evitar a formação de placa bacteriana na superfície do dente implantado.Como fazer a limpeza dos implantes dentários?

-Escovar todos os dentes naturais ou próteses. Usar uma escova macia e troque a escova regularmente.

-Uso de escovas especiais: Escovas Interdentais ou Unitufo: auxiliam na profilaxia das próteses sobre implantes.Essas escovas limpam as regiões onde o acesso das escova comum é limitado.

-Escovas elétricas: As escovas de dente elétricas são recomendadas para pessoas com coordenação motora precária.

-Uso de fio dental: Há no mercado o fio ‘superfloss’. Esse tipo de fio já vem montado com um passa-fio, o que facilita e muito a utilização na higienização das próteses sobre implantes.

-Fio Dental de Água: Modernamente, é indicado uso do ‘WATERPIK’ – como parte da higienização bucal diária para eliminar restos alimentares e bactérias da gengiva.

-Uso do enxaguantes bucais: O uso de enxaguante bucal deve ser recomendado pelo seu dentista. Principalmente aquele à base de clorexidina. Isso porque pode ocasionar manchas e alterações no paladar.

-Realizar a profilaxia profissional periódica.Os estudiosos afirmam que há um consenso sobre a idéia de que as orientações de higiene bucal, ajustes oclusais, raspagem supragengival e raspagem subgengival tem um feito benéfico na manutenção da estabilidade dos implantes dentários. 

 

Odontologia 3-D

17 dezembro, 2010 às 13:28  |  por Dr. Anderson Kovaleski

Sim!!! Vivemos uma revolução tecnológica! Televisores que transmitem imagens em três dimensões, vídeo games super interativos, computadores que nos permitem visualizar imagens cada vez mais reais,… Lógico que a odontologia não ficou alheia a todas essas inovações.

Quando comecei a fazer meus primeiros implantes, o planejamento era feito de uma forma muito mais simples do que faço hoje porém, indiscutivelmente, sem a qualidade, previsibilidade e segurança que tenho hoje. Antigamente -  e não tão antigamente assim -  eu era praticamente obrigado a realizar grandes incisões para me certificar da real anatomia do paciente e, a partir daí operá-lo com segurança. Era a prática da técnica para compensar as limitações dos exames de imagens complementares.

Atualmente, os novos equipamentos de tomografia e os softwares específicos associados a uma simples técnica de moldagem da boca do paciente, permitem-me estudar e planejar previamente a cirurgia através da obtenção de uma réplica tridimensional de tamanho real que reproduz, com fidelidade, a anatomia do paciente e o que pretendo fazer no ato cirúrgico,  antecipando as possíveis complicações e possibilitando uma cirurgia minimamente invasiva.

Através desses recursos podemos fazer, por exemplo um implante extremamente estético sem incisões até colocar implantes suficientes para reabilitar uma arcada inteira e também, sem incisões. É a tecnologia 3-D aplicada a implantodontia, a saúde e ao conforto de todas as pessoas que podem se beneficiar dela.

Muito prazer

3 fevereiro, 2010 às 18:26  |  por Dr. Anderson Kovaleski

 

Só quem usava uma dentadura e a substituiu por uma prótese suportada por implantes pode exprimir o que é voltar a sentir o gosto da comida, mastigar mesmo, falar, gritar sem medo, sorrir com confiança. O resto é consequência: socialização, novas amizades, namoro, auto-confiança e qualidade de vida. 

É sempre uma grande satisfação quando finalizamos o tratamento de um paciente que ficou “preso” a sua prótese total por muito tempo. A dentadura ou prótese total, por melhor que seja, é um tratamento que tem muitas limitações, principalmente, no que diz respeito a mastigação dos alimentos mais duros e a sensação proporcionada pelos alimentos. Quando uma pessoa usa este tipo de artifício durante anos e depois do tratamento com implantes volta a ter aquelas sensações há muito esquecidas, é sempre muito recompensador e libertador.

Hoje com o domínio das técnicas e dos materiais reabilitadores, a odontologia consegue devolver este sonho às pessoas de forma cada vez mais rápida e previsível através do uso de implantes dentários em procedimentos cada vez mais seguros e conservadores.