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130 livros de comunicação e cultura digital para download

18 junho, 2013 às 11:00  |  por Brisa Teixeira

Se você procura livros de comunicação e cultura, o blog Midia8 – que nasceu em 2007 e publica novidades do mundo da comunicação- compilou links de 130 títulos de livros digitais em português para ler online ou fazer download.

As obras abortam temas relacionados à comunicação e cultura digital como ciberjornalismo, literatura digital, redes sociais, marketing digital, cibercultura, web 2.0, SEO, Marketing entre outros.

Confira a lista e aproveite a leitura:

01. Como escrever para a web (Guillermo Franco)

02. O que é o virtual? (Pierre Lévy)

03. Jornalismo 2.0: como viver e prosperar (Mark Briggs)

04. Web 2.0: erros e acertos (Paulo Siqueira)

05. Para entender a internet (org. Juliano Spyer)

06. Redes sociais na internet (Raquel Recuero)

07. Televisão e realidade (Itania Gomes)

08. Autor e autoria no cinema e televisão (José Francisco Serafim)

09. Comunicação e mobilidade (André Lemos)

10. Comunicação e gênero: a aventura da pesquisa (Ana Carolina Escosteguy)

11. Conceitos de comunicação política (org. João Carlos Correia)

12. O paradigma mediológico: Debray depois de McLuhan (José A. Domingues)

13. Informação e persuasão na web (org. Paulo Serra e João Canavilhas)

14. Teoria e crítica do discurso noticioso (João Carlos Correia)

15. Redefinindo os gêneros jornalísticos (Lia Seixas)

16. Novos jornalistas: para entender o jornalismo hoje (org. Gilmar R. da Silva)

17. O marketing depois de amanhã (Ricardo Cavallini)

18. Branding: um manual para você gerenciar e criar marcas (José R. Martins)

19. Grandes Marcas Grandes Negócios (José R. Martins)

20. Relações Públicas digitais (org. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)

21. Ferramentas digitais para jornalistas (Sandra Crucianelli)

22. Blogs.com: estudos sobre blogs (org. Raquel Recuero, Adriana Amaral e Sandra Montardo)

23. Mobilize: guia prático sobre marcas e o universo mobile (Ricardo Cavallini)

24. Mídias sociais: perspectivas, tendências e reflexões (e-books coletivo)

25. Manuais de cinema I: laboratório de Guionismo (Luís Nogueira)

26. Manuais de cinema II: gêneros cinematográficos (Luís Nogueira)

27. Manuais de cinema III: planificação e montagem (Luís Nogueira)

28. Manuais de cinema IV: os cineastas e a sua arte (Luís Nogueira)

29. Homo consumptor: dimensões teóricas da publicidade (Eduardo Camilo)

30. Retória e mediação II: da escrita à internet (orgs. Ivone Ferreira e María Cervantes)

31. O conceito de comunicação na obra de Bateson (Maria Centeno)

32. Comunicação e estranheza (Suzana Morais)

33. Néon digital: um discurso sobre os ciberespaços (Herlander Elias)

34. Manual da teoria da comunicação (Joaquim Paulo Serra)

35. Estética do digital: cinema e tecnologia (orgs. Manuela Penafria e Mara Martins)

36. Jornalismo digital e terceira geração (org. Suzana Barbosa)

37. Comunicação e ética (Anabela Gradim)

38. Blogs e a fragmentação do espaço público (Catarina Rodrigues)

39. Sociedade e comunicação: estudos sobre jornalismo e identidades (João Correia)

40. Teorias da comunicação (orgs. José Manual Santos e João Correia)

41. Comunicação e poder (org. João Correia)

42. Comunicação e política (org. João Correia)

43. Manual de jornalismo (Anabela Gradim)

44. A informação como utopia (Joaquim Paulo Serra)

45. Jornalismo e espaço público (João Correia)

46. Semiótica: a lógica da comunicação (Antônio Fidalgo)

47. Informação e sentido: o estatuto espistemológico da informação (Joaquim Serra)

48. Informação e comunicação online I: jornalismo online (org. Joaquim Serra)

49. Informação e comunicação online II: internet e com. promocional (org. Joaquim Serra)

50. Campos da comunicação (orgs. Antônio Fidalgo e Paulo Serra)

51. Jornalistas da web: os primeiros 10 anos (Jornalistas da web)

52. Onipresente (Ricardo Cavallini)

53. O uso corporativo da web 2.0 e seus efeitos com o consumidor (André Santiago)

54. Caderno de viagem: comunicação, lugares e tecnologia (André Lemos)

55. Desenvolvimento de uma fonte tipográfica para jornais (Fernando Caro)

56. Perspectivas do Direito da propriedade intelectual (Helena Braga e Milton Barcellos)

57. E o rádio? Novos horizontes midiáticos (Luiz Ferraretto e Luciano Klockner)

58. Manual de redação do jornalismo online (Eduardo de Carvalho Viana)

59. Jornalismo internacional em redes (Cadernos da Comunicação)

60. Cartilha de redação web: padrões Brasil e-Gov (Governo Federal)

61. A cibercultura e seu espelho (orgs. Eugênio Trivinho e Edilson Cazeloto)

62. Direitos do homem, imprensa e poder (Isabel Morgado)

63. Conceito e história do jornalismo brasileiro na ‘Revista de Comunicação’

64. Tendências e prospectivas. Os ‘novos’ jornais (OberCom)

65. O livro depois do livro (Giselle Beiguelman)

66. A internet em Portugal (OberCom)

67. Memórias da comunicação (orgs. Cláudia Moura e Maria Berenice Machado)

68. Comunicação multimídia (org. Maria Jospe Baldessar)

69. Cultura digital.br(orgs. Rodrigo Savazoni e Sérgio Cohn)

70. História da mídia sonora (orgs. Nair Prata e Luciano Klockner)

71. História das relações públicas (Cláudia moura)

72. Manual de laboratório de jornalismo na internet (Marcos Palacios e Beatriz Ribas)

73. O ensino do jornalismo em redes de alta velocidade (Marcos Palacios e Elias Machado)

74. Retórica e mediação: da escrita à internet (orgs. Ivone Ferreira e Paulo Serra)

75. Design/Web/Design: 2 (Luli Radfaher)

76. A arte de despediçar energia (Ricardo Cavalline)

77. A blogosfera policial no Brasil (orgs. Silvia Ramos e Anabela Paiva)

78. Direitos humanos na mídia comunitária (UNESCO)

79. Do broadcast ao socialcast (Manoel Fernandes)

80. Manual de assessoria de comunicação (FENAJ)

81. Manual de sobrevivência online (Leoni)

82. Olhares da rede (orgs. Claudia Castelo Branco e Luciano Matsuzaki)

83. A democracia impressa (Heber Ricardo da Silva)

84. Design e ergonomia (Luis Carlos Paschoarelli)

85. Design e planejamento (Marizilda do Santos Menezes)

86. História e comunicação na nova ordem internacional (Maximiliano Martin Vicente)

87. O percurso dos gêneros do discurso publicitário (Ana Lúcia Furquim)

88. Representações, jornalismo e a esfera pública democrática (Murilo Soares)

89. Princípios Inconstantes (Itaú Cultural, com coordenação de Claudiney Ferreira)

90. Mapeamento do ensino de jornalismo cultural no Brasil em 2008 (Itaú Cultural)

91. Mapeamento do ensino de jornalismo digital no Brasil em 2010 (coord. Alex Primo)

92. Dinheiro na internet: como tudo funciona (Katiero Porto)

93. Como criar um blog: de desconhecido a problogger (Paulo Faustino)

94. Futuros imaginários: das máquinas pensantes à aldeia global (Richard Barbrook)

95. Além das redes de colaboração (orgs. Nelson De Luca Pretto e Sérgio Silveira)

96. Guia prático de marketing na internet para pequenas empresas (Cláudio Torres)

97. Políticas, padrões e preocupações de jornais e revistas brasileiros (UNESCO)

98. Teoria e pesquisa no contexto dos indicadores de desenv. da mídia (UNESCO)

99. Qualidade jornalística: ensaio para uma matriz de indicadores (UNESCO)

100. Sistema de gestão da qualidade aplicada ao jornalismo (UNESCO)

101. Manual de sobrevivência no mundo digital (Leoni)

102. Branding 1001: o guia básico para a gestão de marcas de produtos (Ricardo e Fernando Jucá)

103. Marca corporativa: um universo em expansão (Levi Carneiro)

104. Marketing 1 to 1 (Peppers&RogersGroup)

105. Tudo o que você precisa aprender sobre o Twitter (Talk)

106. Cultura livre (Lawrence Lessing)

107. As marcas na agenda dos CEOs (Troiano Consultoria)

108. Guia da reputação online (António Dias)

109. I Pró-Pesq – Encontro nacional de pesquisadores em PP (USP)

110. O ABCD do planejamento estratégico (Lowe)

111. Suprassumo Mídia Boom (Mídia Boom)

112. Vida para consumo (Zygmunt Bauman)

113. As redes sociais na era da comunicação interativa (Giovanna Figueiredo)

114. Escola de redes (Augusto de Franco)

115. Blog: jornalismo independente (Fernanda Magalhães)

116. Vidro e vidraça: crítica de mídia e qualidade no jornalismo (org. Rogério Christofoletti)

117. Smart digital. Conteúdo social (Bruno de Souza)

118. Jornalismo e convergência (orgs. Claudia Quadros, Kati Caetano e Álvaro Larangeira)

119.Perspectivas da pesquisa em com. digital (orgs. Adriana Amaral, Maria Aquino e Sandra Montardo)

120. Open source: evolução e tendências (Cezar Taurion)

121. Redes sociais e inovação digital (org. Gil Giardelli)

122. Radiojornalismo hipermidiático (Debora Lopez)

123. Em busca de um novo cinema português (Michelle Sales)

124. O paradigma do documentário (Manuela Penafria)

125.Cidadania digital (orgs. Isabel Salema e António Rosas)

126. Análise de discurso crítica da publicidade (Viviane Ramalho)

127. Ensaios de comunicação estratégica (Eduardo Camilo)

128. Para entender as mídias sociais (org. Ana Brambilla)

129. Comunicação e marketing digitais (orgs. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)

130. Mídias sociais e eleições 2010 (orgs. Ruan Carlos e Nina Santos)

Fonte: Catraca Livre e Canal Ensino

“Diário de Classe”, blog de Isadora Faber encoraja outros alunos

29 setembro, 2012 às 01:15  |  por Brisa Teixeira

Blogs que relatam problemas das escolas se multiplicam. A inspiração vem do blog Diário de Classe da catarinense Isadora Faber, 13 anos. Ela criou a página-denúncia no Facebook especialmente para relatar os problemas do colégio.

A iniciativa da aluna já rendeu o que falar: ganhou repercussão na mídia nacional, já soma 318 mil curtidas, aluna foi parar na delegacia intimada a prestar depoimento sobre as acusações de uma professora de que teria cometido crimes de calúnia e difamação e vem motivando outros estudantes a fazerem o mesmo.

Reportagem da Gazeta do Povo conta que muitas páginas no Facebook foram criadas por adolescentes e jovens para colocar a boca no mundo e reivindicar melhorias para o sistema de educação. O Diário do Estudante Vila Verde, foi criado pelo estudante Igor Fabiano de Castro Nascimento, 18, e tem a função de mostrar o cotidiano do Colégio Estadual Rodolpho Zaninelli, na Vila Verde, no bairro Cidade Industrial de Curitiba, com o que há de ruim e de bom.

Assim como Isadora, ele também vem sofrendo represarias, mas não se intimida e tem um plano de fazer com que a página abrigue, futuramente, informações sobre o maior número possível de escolas de Curitiba.

 

Blog é aliado de empresas para o business-to-business

10 julho, 2012 às 22:30  |  por Brisa Teixeira

Fazer um site ou um blog? Esta pergunta muita gente faz sempre com a dúvida de não saber qual é o mais ideal para o seu tipo de negócio. Para muitas situações o blog  continua sendo uma poderosa ferramenta para a troca de mensagens e informações, principalmente se envolve a comunicação entre parceiros comerciais e de negócios – o business-to-business. Dados do B2B Content Marketing: 2012 Benchmarks, Budgets e Trends mostram que 65% destas empresas, de diversas regiões do mundo, usam o blog para fins de marketing de conteúdo, crescimento de 27% em relação a 2010.

O Grupo Hestia é um exemplo de companhia paranaense que está investindo no blog como meio de comunicação. O blog mais recente criado pelo Grupo é o Chama Online (www.chamaonline.com.br), que compila todas as notícias do informativo bimensal da Hestia Construções e Empreendimentos, traz notícias sobre a empresa e o mercado e inclui um vasto acervo de edições anteriores.

De acordo com a gerente de marketing do Grupo Hestia, Fernanda Krieger Bacelar, a opção de criar diferentes blogs, em vez de agregá-los em categorias numa única plataforma, se deve às especificidades de cada nicho de negócio. “Cada blog possui um conteúdo particular e todos geram relevância para a marca. Conteúdos de qualidade e com atualização periódica são levados em consideração pelo público e podem fazer diferença no posicionamento da empresa e nos buscadores de Internet”, argumenta.

19 junho, 2012 às 16:46  |  por Brisa Teixeira

Permitir ou proibir o uso das redes sociais nas empresas? O livro Mídias Sociais nas Empresas, Editora Évora, mostra como as tecnologias atuais, tais como redes wikis, blogues e sites de redes sociais, estão definitivamente mudando a forma como nós construímos relacionamentos profissionais e trabalhamos colaborativamente.

Três especialistas em desenvolvimento organizacional, todos executivos da Oracle, farão você mudar de ideia se a sua opinião é proibir o uso das redes nas empresas. A obra traz um novo cenário do desenvolvimento organizacional, apresentando recomendações com resultados comprovados  para a construção de equipes, aceleração da aprendizagem e  promoção da inovação por meio da adoção de ferramentas de redes sociais. Além de mostrar também como aproveitar o poder das redes sociais para melhorar o desempenho organizacional.

Estudos de caso como a das empresas Oracle, Intel, IBM, Cisco, Nokia demonstram no livro como as mídias sociais  ajudarão as organizações a prosperar nos próximos anos. O livro pode ser comprado via internet no link http://www.editoraevora.com.br/livro/midias-sociais-nas-empresas.aspx

Livro: Manual do Detetive Virtual

7 março, 2012 às 13:34  |  por Brisa Teixeira

Crianças e adolescentes adoram passar horas navegando na internet. Muitos pais não se incomodam com isso e até ficam mais tranqüilos em saber que eles não estão na rua à margem da violência. Mas, o que muitos pais ainda não se deram conta é que o perigo pode estar na própria internet.

Um livro que todo pai deveria ler e também indicado para professores é a obra “Manual do Detetive Virtual – Casos verídicos e dicas para se precaver contra problemas no mundo digital”, do especialista em segurança da informação, Wanderson Castilho.

O autor ressalta a importância de conscientizar crianças e jovens sobre uso correto da internet mostrando os perigos da web e como se proteger deles. Para Castilho, cada vez mais as realidades física e virtual tendem a se confundir. “A chave para não se deixar levar pela tecnologia é ter consciência digital. Ou seja, saber que qualquer ação no mundo virtual se propagará no mundo físico”, afirma.

Manual do detetive Virtual – Casos verídicos e dicas para se precaver contra problemas no mundo digital
112 páginas
R$ 19,00 (preço sugerido)

Conheça Yoani Sánchez e saiba de uma vez para que serve o twitter

26 janeiro, 2012 às 11:14  |  por Brisa Teixeira

 “#cuba Há menos de 4 anos abri esta conta de Twitter e hoje chego a 200 mil seguidores. Do silêncio passei a falante de kilobytes”. @yoanisanchez

 Hoje li este post no twitter da cubana e blogueira Yoani Sánchez, escrito na última terça-feira, 24/01. Yoani conseguiu ontem o visto para o Brasil, mas terá muitas dificuldades para conseguir a permissão de saída de Cuba.  (Para quem não sabe ninguém pode sair de Cuba sem autorização do governo).

Yoani recebeu convite do cineasta Cláudio Galvão da Silva para comparecer à exibição de estreia do documentário Conexão Cuba-Honduras, em Jequié (BA), prevista para o dia 10 de fevereiro próximo. A cubana é personagem do filme, que trata sobre liberdade de imprensa em Cuba e Honduras. Saiba mais em notícia publicada hoje pela Folha On Line

Conhecendo a história de Yoani e navegando por suas contas de twitter (em várias idiomas0 e pelo seu blog http://www.desdecuba.com/generaciony (escrito em 20 línguas!) consigo responder uma pergunta que muitos me fazem: Para que serve o twitter? Muitas pessoas ainda, até mesmo aquelas que gostam de redes sociais, não descobriram como utilizar o twitter. Algumas abrem suas contas neste canal e esquecem dias depois, outras nem criam por não saber o que escrever ali e há outras que criam uma conta e enchem de baboseiras os seus posts. Mas, como escrevo agora para falar sobre liberdade de expressão, então, não cabe aqui criticar o que cada um decide postar.

Yoani, que vive em um país sem liberdade de expressão, faz parte do grupo de pessoas que encontrou no twitter e no blog um meio ideal para expor a sua indignação. Na página em português, na descrição do seu perfil ela escreve: Libertem #CUBA! Fora família Castro! Eleições livres em Cuba já! Viva @yoanisanchez!!! Fora #kadafi #RT #RT #RT #FREEDOM #AgitaNeymar

Essa é uma das maneiras de usar o twitter: falar aos quatro ventos o que se pensa expondo a indignação pelo governo de seu país, cidade ou bairro; de um serviço ou empresa que deixou a desejar um melhor atendimento e por aí vai.

De que outra maneira Yoani atingiria tantas pessoas? Ter conteúdo para compartilhar e atualizar o twitter com freqüência são dicas básicas para manter uma conta de twitter e conseguir seguidores. No caso da cubana, ela ainda escreve tudo em várias línguas. Por aí se vê também que ela tem tempo ou quem a ajude.

Leia abaixo outros tuites de Yoani Sánchez

#cuba Hoy Fidel Castro publico reflexion llena de ataques y adjetivos incendiarios. Nuestros politicos son como elefantes en cristalerias

#cuba De veras que no se quien esta apoyando este sistema, en la calle la critica aflora y la gente habla pestes de “esto”, pero no actuan

2 jugadoras del equipo de football de #Cuba escapan durante un viaje a #Canada … en fin, que “todos se van”

Cada dia que me impiden viajar trato de hacer mas por la informacion en #Cuba Peor para los que no me permiten salir!

#cuba Vi foto de @Dilmabr joven sentada en el banquillo de los acusados y juzgada por hombres con la cara tapada. Yo me siento asi mismo ahora

Vovô do Recanto Tarumã pede um pen drive de Natal

24 dezembro, 2011 às 10:31  |  por Brisa Teixeira

Na tarde do dia 15 de dezembro, fui cobrir a ação social do Grupo Expoente, no Recanto Tarumã, instituição que abriga 103 vovôs, a maioria ex-moradores de rua. Neste dia, fomos entregar os presentes que eles mesmos pediram na árvore de Natal do Business Tower, prédio comercial em que fica a nossa administração. Entre os inúmeros pedidos de radinhos de pilha, relógios de pulso, entre outros, um dos vovôs queria ganhar um pen drive. No mínimo, um pedido curioso, levando em conta o perfil dos idosos que moram no Recanto Tarumã.

Fui conhecer o autor deste pedido e me surpreendi com a sua paixão pela tecnologia e pela maneira de encarar o processo de envelhecer. Jurandyr Mendes Monçores, 75 anos, pediu um pen drive porque ele precisava de mais espaço para gravar os vídeos que ele filma, nos seus momentos de lazer, no Recanto. No seu quarto, uma tela de 32 polegadas surpreende e é ali que ele passa a maior parte do seu tempo editando vídeos, postando mensagens nas redes sociais, escrevendo no seu blog e conversando pelo MSN e Skype com seus familiares, entre eles um filho que mora no Texas.

Jurandyr é analista de sistemas aposentado. Trabalhou em grandes empresas, numa época em que a tecnologia era um processo bem mais difícil de ser manejado e “tudo sem auxilio da bendita Internet”, como disse Jurandyr em um de seus posts no blog. “Quando embarquei para Curitiba, há 25 anos, e coloquei minha genialidade a serviço de clientes daqui do Sul do país. Caramba!  “O bicho pegava”… Pouca gente cria que os PCs, aqueles pequenos e estranhos engenhos poderiam substituir a contento suas tradicionalíssimas  calculadoras, maquinas de lançamentos contábeis, de  datilografia, telex e é claro, o telefone. (…) A medida que eu fui conseguindo, ainda assim, resolver problemas… tornei-me insuportável, “me achando” e parti para o “sai da frente que eu quero passar”. Nada e ninguém poderia ser mais importante para mim. Eu era “o cara””.

Outro fato curioso é a opção de Jurandyr em morar no Recanto. Em seu bog, ele explica: “Morar sozinho tendo um computador, uma pequena geladeira, um forno micro ondas, fogão e setenta e alguns anos de idade torna-se absurdamente perigoso nos momentos de violência em que vivemos. (…) Morar sozinho e não ter chances de contar as mesmas velhas piadas a pessoas diferentes, podem crer… adoece”.

Em outro momento ele conta como é viver no Recanto:

“O Lar dos Idosos é dez. Moram aqui alguns velhotes meio chatos e destrambelhados,como eu próprio; alguns outros dementados; alguns mais pretensiosos achando-se a última bolacha do pacote; tem quem reclame o tempo todo, praticando a velhice doentia e tem o João Paulino, tetraplégico, totalmente dependente dos cuidados e atenções de outrem, para TODAS as necessidades  básicas”.

“Se não for traído pela minha capacidade de contabilizar dias a partir de datas estabelecidas, vou garantir que fazem hoje 87 dias que não publico, absolutamente nada, neste meu blog. Será que têm me faltado tempo? A inspiração decidiu me abandonar? Vem existindo carência de fatos e acontecimentos notáveis, dignos de menção por parte de um idoso indolente? Não, não e não. Tempo não falta a um cidadão 100% assistido pela estrutura e pessoas de uma instituição modelo como esta onde moro sem precisar incansavelmente “correr atrás” de minhas necessidades básicas e vitais”.

Quer saber mais sobre o Jarandyr?

Leia o seu blog http://seujura.wordpress.com/ ou compre pela internet o seu livrio  “Crônicas de um Idoso” , uma coletânea de todas  as crônicas do blog de Jurandyr, entre 2008 e 2010, na íntegra e sem qualquer edição http://br.blurb.com/books/2006127

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Desejo aos leitores do meu blog um Feliz Natal inspirado na figura desse vovô simpático, que nos ensina que o processo de envelhecer pode ser menos dolorido e um tanto quanto divertido.

 

Desconectados e desesperados

9 novembro, 2011 às 17:11  |  por Brisa Teixeira

 

Ficar sem acesso à Internet pode ser uma tortura para muitos viciados em tecnologia. A empresa de pesquisa de consumo Intersperience  revelou que a abstinência digital leva à tristeza e à solidão. Este estudo revelou ainda que 53% dos mil entrevistados se sentem incomodados quando têm acesso à rede negado e 40% disseram que se sentem solitários e que são incapazes de ficar online.

Os sintomas de ficar sem acesso à web foi descrita por alguns entrevistados semelhante a desistir de beber ou fumar. Outra pesquisa semelhante revelou algo parecido. Esta, por sua vez, foi realizada apenas com jovens de 17 a 23 anos de dez países. A Pesquisa proibiu os estudantes de usar celular, acessar redes sociais e ver TV por um dia. O resultado da abstinência foi comparável aos de viciados em drogas.

Um em cada cinco dos estudantes disse ter tido crise de abstinência parecida com as de um viciado, enquanto 11% contaram que ficaram confusos ou se sentiram um fracassado.

Quase um em cada cinco deles, 19%, relataram angústia e 11% isolamento. Apenas 21% dos estudantes disseram ter sentido os benefícios de estar desconectados.

Para os amantes da boa gastronomia

2 outubro, 2011 às 16:19  |  por Brisa Teixeira

Navegando pela web descobri uma rede social feita especialmente para os amantes da boa gastronomia. É a Foodspotting, um startup onde os usuários compartilham fotos de seus pratos favoritos.

A rede disponibiliza um mapa onde é possível achar bons lugares para comer no mundo inteiro, de acordo com as indicações dos usuários. É possível fazer a busca por região ou até mesmo pelo nome do restaurante. No perfil de quem participa e compartilha seus gostos culinários, dá para encontrar todas as indicações feitas por ele. E cada prato escolhido participa de um ranking com o número de indicações.

A Focaccia com Pesto do Restaurate Piola (foto), em Curitiba, já recebeu 8 indicações e o Crème Brûlée De Doce De Leite da Forneria Copacabana, 5. Indicações como essas sempre acompanhadas de fotos de dar água na boca ajudam muito na hora da escolha, seja pelo restaurante ou pelo prato.

O site recebe cerca de 100 mil visitantes por mês. O aplicativo do iPhone já foi baixado 120 mil vezes. E os usuários já enviaram mais de 100.000 fotos de alimentos.

Confira o mapa com as indicações em Curitiba

Blogueira há mais de 10 anos, Rosana Hermann lembra em post a internet de 11/09/01

11 setembro, 2011 às 00:50  |  por Brisa Teixeira

O blog da Rosana Hermann, Querido Leitor, é a minha indicação para quem gosta de acompanhar as novidades nas redes sociais. Leio toda a semana. Hoje,11 de setembro de 2011, ela me surpreendeu quando publicou à 00h01 o post 11 de setembro: quando um blog vira um registro histórico.

Neste post, ela faz um histórico de como os sites de buscas, os chats, a home dos jornais e até posts que lembram o Twitter, quando ele nem existia, divulgaram o atentado.  Fala do Google Events, Celulares e Altavista.

Faz também um remember da fotomontagem, do Tourist Guy (foto abaixo). Alguém lembra?

Tourist Guy ficou famoso em 2001

“O Tourist Guy correu o mundo, aparecendo em todas as tragédias desde o Titanic até o assassinato de Kennedy”.

Veja todas elas aqui.

Este post da Rosana Hermann é um verdadeiro registro histórico e que nos faz perceber como a internet evoluiu.

Não pude deixar de compartilhar o post com vocês.

Acompanhe também a Rosana no Twitter @rosana

 

Cuidado com o que você publica nas redes sociais

10 setembro, 2011 às 22:22  |  por Brisa Teixeira

Imagens: Artur-moritz.blogspot.com

Você sabia que fazer agressões morais no ambiente virtual, usar imagens ou logos de empresas sem autorização do titular e divulgar (por qualquer meio) informações confidenciais de empresa podem levar a detenção, indenização por danos morais e ter que responder criminalmente por injúria, calúnia ou   difamação, dependo do caso?

Advogados especialistas no assunto estão impressionados com a quantidade de processos contra pessoas na internet, pelo simples fato de que existe uma falsa crença que a internet é uma terra sem lei. A opinião é do advogado Guilherme dos Santos, da Pereira dos Santos Advocacia, especialista em Direito Digital e Segurança da Informação. Para ele essa falsa sensação de impunidade ajuda na escalada do crime na internet.

O advogado conta que cresce o número de demandas, principalmente na área empresarial, sendo que os crimes contra a honra (calúnia, difamação) são os mais comuns. “Temos ainda a ocorrência de crimes como vazamento de informações confidenciais, espionagem industrial, pedofilia, falsa identidade, ameaça, discriminação, entre outros”.

Para a advogada, Fernanda Schaefer, coordenadora de Direito da Estácio, não há dúvidas de que a Internet é hoje um importante meio de comunicação e, principalmente, de expressão social. No entanto, é bom lembrar, reforça ela, que as pessoas não são totalmente anônimas na Internet, embora possam momentaneamente estar ‘camufladas’ por um anonimato fictício.

“Embora haja um certo distanciamento, até mesmo pela ausência de contato físico, diversas regras de conduta social também se aplicam ao meio digital”, diz. Ela complementa ainda: “Quando se exteriorizam opiniões, gostos, críticas, etc., seja de forma escrita, falada ou gestual, é preciso ter em mente que essas opiniões geram consequências quando repercutem na esfera pessoal de outra pessoa (natural ou jurídica) ou quando agridem a moral e os bons costumes”.

Dicas e cuidados na Era Digital, por Fernanda Schaefer

  • Não use imagens pessoais quando não pretende ter sua intimidade revelada ou compartilhada com outras pessoas;
  • Sempre verifique as fontes das informações que pretende divulgar;
  • Não use expressões pejorativas para se referir a outras pessoas, mesmo que não as conheça pessoalmente;
  • Se for casado não exponha sua vida íntima a outras pessoas sem a anuência de seu esposa ou esposa;
  • Críticas desabonadoras à empresa em que trabalha ou a colegas de trabalho não devem ser feitas em ambiente virtual;
  • Não use fotos, marcas, logos, imagens, sem autorização de seus titulares (respeite os direitos autorais);
  • Respeite a identidade cultural, política e religiosa, ainda que não concorde com elas. Saiba criticar sem ofender ou discriminar;
  • Escolha o meio digital adequado para se expressar.


Complemente a sua leitura:

Site da Safernet
A Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos foi criada pela SaferNet para contribuir com a promoção dos Direitos Humanos e do uso seguro daInternet. Como empenho adicional, a SaferNet está desenvolvendo também ações nas áreas de educação e prevenção contra os perigos na web.

Gazeta do Povo: Você é responsável pelo que publica na rede
http://www.gazetadopovo.com.br/tecnologia/conteudo.phtml?id=1123724

Pereira dos Santos Advocacia
http://www.pds.adv.br/

 

Como Escrever para a Web

17 agosto, 2011 às 23:55  |  por Brisa Teixeira

livro-tic tag - como-escrever-para-web

Os textos na internet precisam passar por um processo de maturação. A opinião é do jornalista colombiano Guillermo Franco. Há oito anos, ele se dedica ao jornalismo digital e à Internet. Desse estudo, nasceu o livro Como Escrever para a Web – Elementos para a discussão e construção de manuais de redação online, que pode ser baixado neste link gratuitamente.

A pesquisa realizada por Franco apresenta dados reveladores, entre eles de que a leitura online é mais efetiva que a imprensa. “Os leitores online tendem a completar a leitura dos textos mais do que os leitores do impresso: on line 63%, standard 40% e tabloide 36%”.

Outro dado interessante é que textos com parágrafos curtos recebem o dobro de atenção visual que aqueles com parágrafos mais longos. A constatação é óbvia, mas muitas vezes, até mesmo jornalistas e blogueiros experientes esquecem disso.

Como Escrever para a Web explica sobre o comportamento do leitor na web; redação e otimização para mecanismos de busca; a utilização da cor (com links) para romper a uniformidade do texto e atrair o usuário; a redação para a web em blogs, sites e redes sociais; experiências jornalísticas com o Twitter e o futuro da ‘microblogagem’; palavras que não funcionam para iniciar títulos e muitas outras dicas como a troca da voz ativa para a passiva.

*** Há outros livros similares que podem ser baixados na internet, mas este considero completo e tem sido bem aceito nas aulas de redes sociais que ministro para jornalistas.

Redes sociais na educação: EUA proíbe, Brasil valoriza

13 agosto, 2011 às 08:01  |  por Brisa Teixeira

Vencedores do Prêmio Educadores Inovadores da Microsoft. Foto: Divulgação/Educadores Inovadores

Enquanto nos Estados Unidos, no estado de Missouri, foi aprovada uma lei que proíbe que professores e alunos sejam amigos em redes sociais e sites que permitem comunicação pessoal privada, como Twitter e Facebook, no Brasil professores inovadores são premiados por utilizar com genialidade as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC), incluindo as redes sociais como recurso de ensino-aprendizagem.

No último dia 3, a professora Vera Beatriz Hoff Pagnussatti, do Colégio Estadual Eron Domingues, de Marechal Cândido Rondon, localizada no oeste do Paraná, foi  eleita a Educadora Inovadora do Ano, do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores 2011. Ela concorreu com outros 1.400 projetos de professores que utilizam a tecnologia na sala de aula.

O projeto de Vera Beatriz, “Jornal: Diferentes suportes, diferentes gêneros discursivos” é resultado de cinco meses de trabalho com o objetivo de tornar as aulas de Língua Portuguesa mais atraentes para os alunos por meio da produção de um jornal impresso e online. O projeto possibilitou trabalhar com diversos gêneros textuais, com destaque para as mídias sociais. Nestes cinco meses, os alunos conheceram todas as etapas de produção de um jornal, incluindo no final a divulgação num blog.

A primeira edição do jornal foi distribuída para todos os alunos do Colégio e encartada no jornal local da cidade, O Presente  (com tiragem de 4 mil exemplares), para os assinantes. O projeto começou em 2010 e continua esse ano, envolvendo os alunos da 8.ª série. Um dos alunos que participou do projeto conquistou um blog no jornal, o Blog do Estudante.

*** Se você é educador e usa as redes sociais na sala de aula, escreva para o blog Tic Tag e compartilhe a sua experiência. Envie e mail para brisa.teixeira@gmail.com

Saiba mais sobre a proibição das redes sociais, em Missouri (EUA)

Conheça os outros educadores inovadores que foram premiados