Arquivo mensais:fevereiro 2016

Empreendedorismo Sustentável é destaque em Curitiba

19 fevereiro, 2016 às 10:27  |  por Ana Maria Ferrarini

A capital paranaense sediou o 9º Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável, que celebra os melhores projetos nacionais nas áreas de empreendedorismo e sustentabilidade

“Incubadora de Empresas – Fundação Educere” (Médio)

“Incubadora de Empresas – Fundação Educere” (Médio)

“Voluntariado Líder Especial:  a união do benefício social com o desenvolvimento da liderança” (Micro e Pequeno Porte)

“Voluntariado Líder Especial: a união do benefício social com o desenvolvimento da liderança” (Micro e Pequeno Porte)

No dia 17 de fevereiro, a cidade de Curitiba sediou o 9º Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável. O evento, promovido pelo Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE), tem por objetivo reconhecer os melhores projetos nacionais nas áreas de empreendedorismo e sustentabilidade que contribuam para o desenvolvimento da sociedade. O prêmio homenageia e conta com a chancela de Ozires Silva, ex-ministro da Infraestrutura e ex-presidente de instituições como Embraer, Petrobras e Varig.

A edição de 2016 do Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável teve 128 projetos de todo o Brasil inscritos em quatro categorias (Empreendedorismo Social, Empreendedorismo Ambiental, Empreendedorismo na Educação e Empreendedorismo Econômico) com modalidades nas áreas Empresarial (Empresa de Micro e Pequeno Porte, Empresa de Médio Porte, Empresa de Grande-Médio e Grande Porte), Comunidade Acadêmica (Graduação e Pós-Graduação) e Pessoa Física. 

“Desde a sua criação, o objetivo do Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável é ajudar o país a ser construído em bases de soluções inovadoras. A ideia é inspirar os empreendedores a assumirem o seu papel de líderes globalmente responsáveis. Neste ano, tivemos diversos projetos muito interessantes inscritos no prêmio, nos deixando muito felizes com os resultados alcançados”, comemora Norman de Paula Arruda Filho, presidente do ISAE.

Na categoria Empreendedorismo Social, os projetos premiados foram “Os benefícios da utilização de um aparelho de suporte parcial de peso em pacientes com Hemiplegia resultante de acidente vascular encefálico” (Estudante); “Dialogando” (Pessoa Física); “Voluntariado Líder Especial:  a união do benefício social com o desenvolvimento da liderança” (Micro e Pequeno Porte); “Carinho de Mãe” (Médio); e “Programa de Qualificação Profissional em Liceus de Ofício” (Médio-Grande e Grande Porte). Ao tratar de Empreendedorismo Econômico, os premiados foram os projetos “Triare” (Estudante); “Economia Solidária e Protagonismo Feminino” (Micro e Pequeno Porte); “Incubadora de Empresas – Fundação Educere” (Médio); e “Laboratório aberto SENAI – Metalmecânico” (Médio-Grande e Grande Porte).

Na sequência, a categoria Empreendedorismo Ambiental teve como premiados os projetos “Potencial da incorporação de resíduos de borracha de pneus em matriz de gesso para utilização na construção civil” (Estudante); “GET A RIDE! – App de caronas corporativas” (Pessoa Física); “Unidade industrial da produção de briquetes ecológicos” (Micro e Pequeno Porte); “Produção de pasta de alto rendimento utilizando como matéria-prima resíduos de couro” (Médio); e “Reaproveitamento de resíduos e a economia circular” (Médio-Grande e Grande Porte). Para completar, venceram na categoria Empreendedorismo na Educação os projetos “Primeiros socorros dentro do ambiente escolar” (Estudante); “Contribuir para o despertar do espírito empreendedor nos jovens do Município de Palmas/PR” (Pessoa Física); “Protetor Térmico” (Micro e Pequeno Porte), “Programa Bom Aluno Capixaba” (Micro e Pequeno Porte); “Oficinas Empreendedoras do Cebrac” (Médio); e “Projeto Facilitadores: multiplicando conhecimento, gerando resultados” (Médio-Grande e Grande Porte).

Rolinho Vietnamita

18 fevereiro, 2016 às 15:25  |  por Ana Maria Ferrarini

O rolinho vietnamita é uma receita muito rápida e fácil de fazer. Fica bem levinho, e pode ser servido no almoço, jantar, como entrada, e até como sobremesa, dependendo do recheio. É uma ótima opção para aqueles dias que estamos com preguiça de cozinhar, pois em poucos minutos está pronto e faz pouquíssima sujeira.

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Ingredientes

10 folhas de papel de arroz
1 manga cortada em palitos
1 pepino japonês médio cortado em palitos
1 cenoura média cortada em palitos
1 cebola roxa média cortada em fatias bem finas
1 abacate médio cortado em pedaços finos
200g de shiitake fresco fatiado
Alface a gosto cortada em tiras

Para o molho:

3 colheres (de sopa) de açúcar
1 colher (de chá) de gengibre ralado
2 colheres (de sopa) de vinagre de arroz
1 colher (de sopa) de óleo de gergelim torrado
3 colheres (de sopa) de shoyu
1 colher (de sopa) de amido de milho misturada em 2 colheres (de sopa) de água

Modo de preparo

Prepare o molho. Em uma panela, coloque o açúcar, o gengibre ralado,o vinagre de arroz, o óleo de gergelim torrado, o shoyu, o amido de milho com a água, misture e deixe cozinhar em fogo baixo.
Quando estiver grosso, desligue e reserve.
Use o recheio que preferir. Fiz algumas combinações com os ingredientes citados na lista acima. É importante que eles estejam com o mesmo comprimento, para o rolinho ficar certinho e uniforme. Cortei os meus ingredientes com cerca de 8cm de comprimento.
Se optar pelo shiitake, refogue ele em uma panela antiaderente com um fio de óleo, eu usei o de gergelim, e com uma pitada de sal, até ficar macio. Desligue e reserve.
Preencha uma vasilha larga e funda com água morna. Ela deve estar em uma temperatura que você consiga colocar as mãos. Molhe uma folha de arroz por 3 segundos, retire e coloque sobre um pano de prato úmido. Disponha o recheio, de modo que o diâmetro não passe de 3 centímetros, para o rolinho não ficar muito cheio e rasgar, dobre as laterais e enrole o rolinho firmemente. Coloque ele sobre um prato úmido e reserve.
Repita o processo com o restante dos ingredientes e sirva com o molho. Está pronto!

Fonte: Paula Lumi

Drones serão utilizados para vigiar matas no Brasil

18 fevereiro, 2016 às 15:19  |  por Ana Maria Ferrarini

Objetos ajudarão a fiscalizar atividades ilegais

white drone hovering in blue sky

A tecnologia realmente revolucionou a vida das pessoas. E, agora, caminha-se para utilizar recursos tecnológicos também na preservação do meio ambiente. O Ministério do Meio Ambiente tem a intenção de adotar drones para monitorar atividades como desmatamento e queimadas nas principais preservações ambientais do país. As entidades têm dificuldade de fiscalizar as matas imensas pelo Brasil, como a Amazônia e o Cerrado, e os veículos aéreos não-tripulados, conhecidos como drones, poderão ajudar.

Uma das áreas prioritárias pelo projeto é o eixo da BR-163, que liga Cuiabá, em Mato Grosso, a Santarém, no Pará. Nessa região, existe grande desmatamento e muita dificuldade de identificar os agressores. A ideia do monitoramento aéreo é do projeto Ecodrones, que é uma iniciativa do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o ICMBio, ligado ao Ministério do Meio Ambiente, e da organização WWF-Brasil.

Entre os usos dos ecodrones estão as ações de prevenção e combate a incêndios florestais, monitoramento de fauna, mapeamento de cadeias produtivas da sociobiodiversidade, além do uso recreacional. O Parque Nacional do Pau Brasil, que se localiza na Bahia, já utiliza um drone – o Nauru. É uma ferramenta importante para a conservação, pois tem a capacidade de alcançar locais de difícil acesso das pessoas.

O Nauru é o único que tem a permissão de voar no Brasil, pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). O modelo permite quatro horas de voo interruptas e tem alcance de 80 km. Esse equipamento é operacionalizado por um técnico especializado, mas muitos estudos são feitos para que ele seja programado para automatização.

Os drones transmitem imagens em tempos reais e voam rapidamente pelas áreas, o que traz muito mais agilidade do que o trabalho feito por pessoas. “Os drones chegam mais rápido e vão em lugares difíceis de serem explorados pelos homens, é uma ferramenta que contribuirá muito para a fiscalização das matas”, afirma a especialista em gestão ambiental, Geovana Madruga, coordenadora de responsabilidade social do Instituto Positivo. O uso desses equipamentos é bastante comum em outros países, inclusive na África, o qual ajudou a diminuir os casos de caça predatória de rinocerontes e elefantes. Já no Brasil também existem iniciativas para estudos com boto cor-de-rosa e antas, também na Amazônia.

Bazar Vegano de Curitiba acontece no dia 12 de março

18 fevereiro, 2016 às 15:10  |  por Ana Maria Ferrarini
O Bazar Vegano de Curitiba é um evento horizontal e colaborativo que durante o ano de 2015 se consolidou no circuito de eventos curitibanos, conquistando a fidelidade e o prestígio dos visitantes. Será realizado dia 12 de março, das 11 às 18 horas , na Rua Leão Sallum, Boa Vista.

Produtores locais e artesanais apresentam versões sem crueldade de produtos para o dia a dia ou para presentear, alimentação vegana para consumir no local e para levar para casa, além de mudas orgânicas, vestuário, hortifruti orgânico e várias novidades.

A primeira edição de 2016 é também a última a ser realizada aqui na Comunidade Vegana do Boa Vista, local que abrigou com muito carinho todas as edições anteriores, em meio a um jardim agradável e uma horta urbana.

Reciclagem em sala de aula

15 fevereiro, 2016 às 14:23  |  por Ana Maria Ferrarini

Isopor, papelão, plástico, latas e garrafas PET. Esses e muitos outros materiais têm um novo destino: a escola. Por meio do Projeto Lixo Reciclado, promovido há mais de 15 anos pela Escola Atuação, os alunos e suas famílias podem levar para o colégio todo o resíduo sólido que pode ser reutilizado, como caixas de leite, banners e vidros. Em 2015, foram arrecadados 16 quilos de papelão, 23 mil latinhas, 46 mil garrafas PET, 1.900 peças de isopor, além de 1.200 litros de azeite usado. Nesta terça-feira, dia 16 de fevereiro, a instituição lança a edição 2016 do projeto com um bate-papo sobre a importância da reciclagem e seu papel no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, do zika vírus e da febre chikungunya. 

Como funciona o projeto?

Cada resíduo é recolhido e organizado por uma pessoa responsável no colégio. O material é vendido e o dinheiro é destinado para a manutenção do próprio projeto. No final do ano, as crianças também recebem um presente adquirido com o recurso da venda dos reciclados. O lixo orgânico da escola é levado para a Estação Ecológica Vó Caldinus, em Campo Largo, onde é utilizado para alimentar os animais (porcos, galinhas, carneiros, avestruzes); as fezes dos animais são colocadas em um minhocário, que por sua vez gera adubo para as hortas mantidas nas duas sedes do Atuação.

Sobre a Escola Atuação

Com duas sedes, localizadas nos bairros Santa Quitéria e Boqueirão, a Escola Atuação é referência em Curitiba por seu projeto pedagógico diferenciado, que aposta na criatividade e na responsabilidade para oferecer um ensino completo a seus alunos, que vão do Maternal I ao nono ano do Ensino Fundamental. Há 20 anos a Escola oferece ensino integral até o sétimo ano. Há também a opção de aulas em meio período. A instituição oferece aulas de informática, judô/dança, culinária, jardinagem e atividades na Cidade Mirim, construída no próprio terreno da escola, e em fazenda localizada na Região Metropolitana de Curitiba. Saiba mais: www.escolaatuacao.com.br.

Produtos vegetais e orgânicos vão ter uma nova ferramenta de rastreabilidade

12 fevereiro, 2016 às 18:04  |  por Ana Maria Ferrarini

Com a nova versão da Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vai aperfeiçoar a fiscalização animal e vegetal. Desde de 2013 já existe a dos produtos de origem animal e, até julho deste ano, será implementada a de vegetais e a da produção de orgânicos.

Com a mudança, o PGA passará a ter espaço para a classificação de produtos convencionais (animal e vegetal) e de orgânicos (animal e vegetal). Na base de dados rastreadas por satélite, serão incluídas informações como a gestão de trânsito vegetal, controle de tratamentos fitossanitários e a rastreabilidade vegetal.

“A PGA está em aprimoramento e vai estar preparada até meados do ano para recepcionar as características da produção orgânica para aumentar a capacidade de rastreabilidade desses produtos, que exigem maior controle”, ressalta o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Luís Rangel.

De acordo com ele, o novo sistema vai permitir que a rastreabilidade seja feita de forma mais eficiente, eletrônica e com maior controle do sistema de certificação. O Ministério da Agricultura, acrescenta Rangel, tem empregado esforços no desenvolvimento da PGA, que melhora o controle do cadastro, a produção, transporte, rastreabilidade e inspeção de produtos de origem agropecuária.

Atualmente, a PGA integra as bases de dados estaduais, com informações de produtos animal, de forma a atender às expectativas da saúde animal, evitando a disseminação de doenças e garantindo a rastreabilidade, uma das exigências do mercado importador.

O cidadão interessado pode consultar e fazer pesquisa nos indicadores existentes na PGA de produtos de origem animal: http://indicadores.agricultura.gov.br/pga/index.htm. No site, também encontrará dados como o número de propriedades, de animais destinados ao abate, de Guias de Trânsito Animal (GTA) e de estabelecimentos de produtos de origem animal, como laticínios e frigoríficos, entre outros.

Fiscalização da produção orgânica

O Brasil tem atualmente 12.136 produtores no Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos. Desse total, 8.467 fazem parte do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica e estão autorizados a utilizar o selo oficial que identifica os produtos orgânicos. Eles têm 100% de suas unidades de produção inspecionadas, no mínimo uma vez por ano, por um dos 25 organismos certificadores credenciados pelo Mapa.

Além disso, por meio de amostragem que funciona como uma “malha fina”, são escolhidas por critério de representatividade e análise de risco as unidades de produção onde são realizadas as auditorias feitas por fiscais federais agropecuários do ministério.

Os organismos certificadores credenciados são auditados no mínimo uma vez por ano. Nos casos da certificação por auditoria, os organismos também são auditados pelo Inmetro para avaliar o cumprimento de normas internacionais relativas a esse tipo de certificação.

Todos os produtores orgânicos são passíveis de fiscalizações aleatórias definidas por amostragem ou sempre que surgem indícios ou denúncias de possíveis irregularidades. Essa sistemática também se aplica aos 3.669 produtores cadastrados no Mapa como participantes de organizações de controle social, que são dispensados de processo de certificação, pela lei brasileira, por serem agricultores familiares que só comercializam seus produtos orgânicos diretamente aos consumidores.

Para ampliar o controle, o Mapa tem um programa de monitoramento de resíduos de agroquímicos. “Fiscais coletam amostras de produtos orgânicos nos locais de comercialização, como feiras. Essas amostras são levadas para laboratórios credenciados”, diz o coordenador de Agroecologia do Mapa, Rogério Dias. O trabalho começou em novembro do ano passado em Brasília e será estendido até o final do ano para todo o país.

“O sistema de certificação dos orgânicos é inovador e reconhecido como um dos melhores do mundo, “ destaca o secretário do Produtor Rural e Cooperativismo do Mapa, Caio Rocha.

Os responsáveis pela comercialização irregular de produtos orgânicos, dependendo do caso, sofrem punições, que vão desde uma advertência até a apreensão de produtos, cassação de certificado ou multa.

“Todas as denúncias que recebemos têm sido investigadas e tomadas providências de acordo com a legislação. A multa pode ser de até R$ 1milhão, dependendo da gravidade”, assinala o secretário.

A média de denúncias é de 160 por ano. “E todas são apuradas pelo Mapa”, observa Caio Rocha.

Nos casos de dúvidas, suspeitas ou denúncias, é importante fazer contato com a Ouvidoria do Mapa, ligando para0800 704 1995, ou pelos e-mails ouvidoria@agricultura.gov.br e sic.mapa@agricultura.gov.br

 

5ª Mostra Ecofalante de cinema ambiental

12 fevereiro, 2016 às 18:02  |  por Ana Maria Ferrarini

De 28 de abril a 8 de maio, filmes de diversos países, a maioria inédita no Brasil, serão exibidos gratuitamente em salas de cinema da capital paulista

A edição 2016 da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental exibirá cerca de 70 filmes, com destaque para produções contemporâneas e inéditas no Brasil. Dentre os temas abordados pelos filmes estão mudanças climáticas, recursos naturais, consumo, cidades, economia e povos & lugares. Participam da Mostra produções do Canadá, Alemanha, Turquia, EUA, China, França, Grécia, Itália, Israel, Índia, Reino Unido, Noruega, Bélgica, Luxemburgo, África do Sul e Quirguistão.

A Competição Latino-Americana registrou recorde de inscrições desde sua criação, há dois anos. Foram recebidas 255 produções, entre longas e curtas, com representantes de quase todos os países latinos. Deste total, 22 filmes foram selecionados para participar da competição, que premia as melhores produções escolhidas pelo júri e pelo público.

Os filmes serão exibidos em salas do circuito de cinema de São Paulo: Caixa Belas Artes, Reserva Cultural, Cinemateca, Centro Cultural São Paulo, Cine Olido, Matilha Cultural, dentre outras. A programação é gratuita e se completa com uma série de debates com a participação de especialistas e diretores sobre temas abordados pelos filmes.

“O público pode esperar, mais uma vez, filmes de grande qualidade cinematográfica, que abordam questões socioambientais e contribuem para despertar a reflexão e promover o debate em torno desses temas tão presentes em nosso dia a dia. São filmes de diversas partes do mundo que compõem um mosaico dos problemas e soluções encontrados pelo Planeta, um retrato da relação da humanidade com o planeta e, consequentemente, consigo mesma”, afirma o diretor da 5ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, Chico Guariba.

Acompanhe as novidades nos canais da Mostra:

- Site: http://www.ecofalante.org.br/mostra/

- Blog: https://mostraecofalante.wordpress.com

- FB: facebook.com/mostraecofalante/

- Twitter: @MostraEco

- Youtube: https://www.youtube.com/channel/UC5KM72eBdjc2Q-SUv3lKPlA

Repelente de insetos 100% natural

12 fevereiro, 2016 às 18:00  |  por Ana Maria Ferrarini

Para fazê-lo, você só vai precisar de frascos de vidro, velas e alguns óleos essenciais.

E não tem nada difícil de ser encontrado no mercado. Os frascos de vidro você já deve ter em casa. As velas você encontra em lojas de artigos decorativos e em lojas especializadas em velas. Os óleos essenciais em lojas de produtos naturais ou especializadas em artigos para aromaterapia.

INGREDIENTES

  • 4 frascos de vidro
  • 40 gotas de óleo essencial de cedro
  • 40 gotas de óleo essencial de lavanda
  • 40 gotas de óleo essencial de limão
  • 40 gotas de óleo essencial de citronela
  • 2 limões
  • 2 laranjas
  • 8 ramos de alecrim fresco
  • Água
  • Velas flutuantes

MODO DE PREPARO

Corte os limões e as laranjas em rodelas. Ponha dois ramos de alecrim em cada vidro. Reserve-os. Coloque água em cada frasco (3/4 da capacidade total). Adicione os óleos essenciais (são dez gotas de cada óleo em cada um dos vidros). Agite suavemente para que os óleos se misturem. Coloque uma ou duas rodelas de limão e de laranja em cada frasco. A quantidade de rodelas vai depender do espaço, ou seja, do tamanho dos vidros. Se o nível da água ficar muito baixo, você pode adicionar um pouco mais, até que os frascos fiquem quase cheios. Por fim, coloque uma vela que flutua em cada um dos vidros.

E tarefa cumprida! Agora você tem um repelente lindo e que não prejudica a saúde! Coloque os vidros nos locais de sua preferência. Acenda e apague a vela quando necessário. Mas nunca deixe nada inflamável perto deles. Em ambiente externos, como um terraço ou varanda, o repelente fica muito bem. Mas deixe longe do alcance de crianças e de animais.

O conteúdo dos vidros não pode ser ingerido. Depois de três usos, o ideal é que você descarte o conteúdo do vidro, enxágue os frascos e faça um novo lote.

Fonte: http://www.curapelanatureza.com.br

Instituto Pólis lança manual gratuito de hortas urbanas

5 fevereiro, 2016 às 14:52  |  por Ana Maria Ferrarini

 

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Publicação elaborada para o projeto Moradia urbana com tecnologia Social, da Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Instituto Pólis, a cartilha Hortas Urbanas visa melhorar a alimentação das pessoas envolvidas na Tecnologia Social Hortas Urbanas, beneficiando o ambiente como um todo e favorecendo a relação da comunidade com o bairro e o seu entorno por meio do cultivo ecológico de alimentos e ervas medicinais em hortas, jardins, canteiros suspensos e outras possibilidades a depender da realidade local. 

O manual é composto por três partes que envolvem a preparação da horta, o cultivo das hortaliças e, finalmente, o modo de preparar os vegetais a partir de algumas receitas.

A cartilha está disponível para download na página do Instituto Pólis. Para conhecer mais sobre o Projeto Hortas Urbanas, acesse o site.

Geral – Pichou! Limpou!

5 fevereiro, 2016 às 14:39  |  por Ana Maria Ferrarini

pichação

Uma certa mãe do Paraná está ganhando a admiração e os aplausos de quem viu uma foto que viralizou na internet. Acontece que depois de ficar sabendo que o garoto pichou a fachada de uma lanchonete na cidade de Arapongas (PR), ela o obrigou a limpar.

O jovem teria sido flagrado pelo próprio dono do local, que ao invés de chamar a polícia, chamou a própria mãe do garoto.

Para dar uma lição no filho, ela o fez buscar um balde, sabão e uma escova para que ele mesmo limpasse a parede. Para garantir que o trabalho fosse feito, ela mesmo esperou até que ele terminasse.

Um internauta que passava pelo local registrou e publicou a imagem, que logo repercutiu na internet e se espalhou por todo o país. O que você acha da atitude dessa mãe?