Arquivo mensais:agosto 2016

Lançados guias para preservação de cavernas e manejo sustentável do Patrimônio Ambiental

18 agosto, 2016 às 16:35  |  por Ana Maria Ferrarini

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A Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE), Votorantim Cimentos e Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA) apresentaram os principais resultados desenvolvidos ao longo dos cinco anos de colaboração conjunta entre as organizações, e lançaram o Guia de Boas Práticas Ambientais na Mineração de Calcário em Áreas Cársticas, que busca contribuir para a preservação de cavernas, e o Plano de Gestão Territorial Sustentável, voltado ao manejo sustentável do Patrimônio Ambiental.

Desenvolvido como uma ferramenta para classificar ativos em propriedades particulares, o Plano de Gestão Territorial Sustentável (PGTS) foi construído de forma conjunta pela cooperação a partir da identificação de uma lacuna no mercado em relação ao tema.

Gruta Túneis

O Guia de Boas Práticas Ambientais na Mineração de Calcário em Áreas Cársticas, desenvolvido pela SBE em parceria com a Votorantim Cimentos e com a Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, tem como principal objetivo a conservação de cavernas. Atualmente, cerca de 70% das cavernas se desenvolvem em áreas cársticas (com presença de calcário).

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Busca disponibilizar à sociedade informações sobre os ambientes cársticos, seus processos formadores, sua importância ecológica e evolutiva e as boas práticas do setor, muitas vezes desconhecidas, contribuindo para conscientizar profissionais da mineração sobre a importância desses ambientes e sua vulnerabilidade.Esta é a primeira publicação que relaciona as atividades extrativas ao sistema cárstico, temas de grande relevância no setor de mineração, mas até então abordados de forma isolada.

Ambas publicações estão disponíveis gratuitamente para o público em formato digital nos links:

Plano de Gestão Territorial Sustentável
Guia de Boas Práticas Ambientais na Mineração de Calcário em Áreas Cársticas

Protocolo de Capital Natural já está disponível para download no site do CEBDS

18 agosto, 2016 às 16:26  |  por Ana Maria Ferrarini

O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) acaba de disponibilizar para o mercado brasileiro o Protocolo de Capital Natural, um guia mundial para os gestores de negócios identificarem, medirem e atribuírem valor aos impactos de suas atividades sobre o capital natural. O documento já está disponível para download em sua versão original em inglês.

O Protocolo visa padronizar uma metodologia de gestão dos impactos da atuação das empresas sobre os recursos naturais e, de acordo com a presidente do CEBDS, Marina Grossi, se adotado em escala global, tem o potencial de mudar a maneira das empresas avaliarem suas operações e tomarem decisões. “Nossa expectativa é que o Protocolo ajude a reduzir a poluição, proteger a biodiversidade e limitar os impactos das mudanças climáticas com resultados positivos para os negócios”, afirmou.

Para Marina, não é mais factível que, diante de inúmeros exemplos de conflitos pela distribuição de bens naturais, as empresas deixem de considerar as possibilidades de escassez de recursos como água, ou as consequências imprevisíveis de eventos associados às mudanças climáticas causadas pelos níveis crescentes de dióxido de carbono na atmosfera.

De acordo com um relatório encomendado pela Natural Capital Coalition, em 2013, a metade de todos os lucros das empresas existentes estaria em risco se os custos associados ao capital natural fossem internalizados através de mecanismos de mercado, regulamentação ou fiscalização. A escassez de água, por exemplo, teria um impacto catastrófico sobre 40% das empresas Fortune 100.

“Era fundamental, portanto, desenvolver uma metodologia que provasse o impacto da má gestão de bens naturais no capital da empresa para apoiar a alta gestão e cativar a atenção de líderes e tomadores de decisão”, defendeu.

Certificações ambientais valorizam o setor da floricultura

18 agosto, 2016 às 16:23  |  por Ana Maria Ferrarini

 

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Tão embora estejamos falando de empresas que diariamente dão vida a novas naturezas, não significa que os métodos de produção empregados por elas sejam os mais ambientalmente corretos. Sabe-se que diversos agentes influenciam na cadeia produtiva das flores e, nem sempre, um produtor é capaz de fazer uso dos recursos recomendados.

Porém, o mercado está cada vez mais ágil, atento e exigente. Os consumidores de flores e plantas têm criado simpatia e fidelidade por empresas que tem como mandamento básico a preservação do meio ambiente, a preocupação social e qualidade dos produtos. Assim como nas indústrias, o produtor rural também possui certificações, que por sua vez, estão cada vez mais reconhecidas e solicitadas por uma população que clama por mudanças ambientais. Mas quem orienta e fiscaliza para que isso aconteça?

O MPS – Produção Sustentável (More Profitable Sustainability) – é uma organização internacional de certificação, que avalia o empenho de seus participantes nos pontos que se refere a meio ambiente, qualidades e aspectos sociais. É altamente confiável, uma vez que vários certificados (MPS – ABC, MPS – GAP e ISSO 9001:2000) receberam o aval pelo Conselho de Acreditação Holandês (RvA).

Com mais de 3.500 produtores certificados no mundo inteiro – 16 no Brasil -, para possuir certificação MPS, o participante, obrigatoriamente, tem que registrar uma vez por mês, alguns dados exigidos no sistema da organização, e, depois de um ano é realizada uma auditoria para verificar tais informações. Durante o primeiro ano, o produtor recebe a qualificação de participante e, depois da auditoria, a qualificação MPS com nota A, B ou C (que é renovada quatro vezes por ano). A ideia é obter um processo de melhoramento contínuo comparando o uso de insumos nos diversos níveis para o cultivo específico.

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Exemplo

A Rosas Reijers possui essa certificação desde 2011, com nota 98,8 – a maior entre todos os participantes. Segundo a engenheira agrônoma da empresa, Camila Reijers, após uma série de mudanças com relação às estratégias na produção de rosas e demais flores, e visando um método sustentável, reduziu-se drasticamente o consumo de defensivos químicos e passou-se a adotar caminhos biológicos e manejos mais integrados de controle. “Foi um trabalho que trouxe muitos resultados positivos no campo e à nossa equipe. Feito isso, precisávamos ser avaliados por alguém imparcial e que tivesse autoridade para nos auditar e nos certificar”,explicou Camila.

De acordo com ela, o primeiro benefício com o MPS foi interno, pois existem processos e padrões a serem respeitados no dia a dia da empresa. “O MPS tem comparativos com produtores do mundo todo, portanto, nos nivelamos a um padrão internacional. Também destacamos as melhorias no ambiente de trabalho e da qualidade dos produtos. Ganhamos em sustentabilidade, em qualidade e nos aperfeiçoamos sempre para nos manter dentro desses padrões”, salientou Camila.

Internacionalmente, o MPS é pré-requisito obrigatório, principalmente, para as empresas de varejo quando buscam seus fornecedores. No Brasil, a nova geração chamada de Millenials está cada vez mais crítica sobre a origem do produto, a qualidade e se o mesmo é produzido de maneira sustentável. “Como o Brasil é um País em desenvolvimento, esse grupo ainda não é tão representativo (como em países de primeiro mundo), mas existe e está cada vez maior. Com relação aos clientes, há um olhar mais crítico quanto ao uso de defensivos e a certificação tem um papel importante em estabelecer regras diante desses produtos. O MPS trabalha para aperfeiçoar a certificação como um processo que garante e gera credibilidade aos nossos participantes”,concluiu o coordenador Brasil do MPS, Thiago Guedes Penha Mena.

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Vantagens das certificações:

Para o produtor: garante a qualidade do produto, assegurada por uma entidade independente. Aumenta o nível, pois faz constantes testes e controles de qualidades, evitando acidente e impactos ambientais. O processo para adquirir melhorias é contínuo. Contribui para a aceleração da competitividade da empresa.

Para o consumidor: permite obter informação imparcial do produto, melhora o critério de escolha e facilita a decisão de compra. Assegura a conformidade dos produtos a padrões da qualidade estabelecidos para normas e outros documentos normativos.

Restaurante curitibano lança tortas veganas

18 agosto, 2016 às 16:19  |  por Ana Maria Ferrarini

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Engana-se quem pensa que comida vegana é sinônimo de alimentação sem sabor. Esse tipo de alimentação tem como objetivo não consumir e nem mesmo utilizar produtos de origem animal no seu preparo, bem como aqueles produtos que foram testados em animais durante o seu processo de produção. Por outro lado, isso não significa que os adeptos do veganismo se alimentam exclusivamente de saladas e outros alimentos sem sabor. 

Para desmistificar o assunto e com a premissa de ser um restaurante de comida saudável e criativa, inovando em seu cardápio, o Verd & Co. acaba de lançar tortas doces veganas. São três sabores: abacaxi com baunilha, maçã com canela e pêssego. A composição das massas leva farinha de trigo normal, isenta de produtos de origem animal, e o açúcar utilizado é o demerara. Cada fatia de torta custa R$ 8,00 e pode ser consumida no local ou levada para casa. As tortas são vendidas diariamente no restaurante.

Atendendo a clientes de todos os perfis, porém com uma pegada saudável, o Verd & Co. serve saladas, massas, fondues, hambúrgueres, pizzas e até mesmo uma versão saudável de cachorro-quente: o Verdog. Com o cardápio recentemente renovado e tendo como um dos destaques os seus sucos prensados a frio, o estabelecimento conta ainda com um serviço de delivery, que funciona de segunda a sábado, das 11h30 às 15h00 e das 18H30 às 22H30. O Verd & Co. também está disponível no aplicativo Ifood.

Mais informações no site www.verdco.com.br

Simulador mostra que painéis solares podem gerar economia de até 95% na conta de luz de um comércio ou residência

18 agosto, 2016 às 16:16  |  por Ana Maria Ferrarini

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Utilizar sistemas de energia solar em residências pode se traduzir em uma grande economia financeira para as famílias brasileiras. O simulador criado pela Sunlution, empresa líder no Brasil no fornecimento de sistemas de energia solar, mostra que os painéis fotovoltaicos podem reduzir em até 95% a conta de luz de uma loja de comércio ou de uma casa.

O acesso à “Calculadora Solar”, como é chamada, é gratuito e pode ser feito via Internet (http://sunlution.com.br/calcule-seu-investimento) por qualquer cidadão. O sistema traz informações sobre o investimento necessário, tempo de retorno do valor investido, economia mensal e anual e se a sua geração será autônoma ou não (ou seja, se você tem o espaço suficiente e necessário para gerar a própria energia). Basta preencher um simples formulário informando a cidade onde deseja instalar o sistema, o consumo  médio de energia e a área disponível para instalação.

A economia gerada com o sistema de energia solar, que varia de 50% e 95%, segundo estudos de mercado, depende de uma série de fatores, como a média de consumo mensal, a variação nos tarifas da energia em cada região do País e a própria imprevisibilidade do clima.

“No entanto, com apenas R$ 10 mil já é possível instalar os sistemas fotovoltaicos em lojas comerciais ou em residências”, afirma Orestes Gonçalves, diretor da Sunlution. “Em uma casa padrão, de quatro pessoas, o investimento varia de R$ 15 mil a R$ 25 mil, e o retorno do investimento fica entre 6 a 9 anos”, complementa.

Calculadora Solar – http://sunlution.com.br/calcule-seu-investimento

Novo portal com ferramenta para gestão de créditos de carbonos florestais

18 agosto, 2016 às 16:14  |  por Ana Maria Ferrarini

Empresas podem comprar árvores nativas, plantá-las em área de recuperação florestal e acompanhar o desenvolvimento pela internet

 O Curupira, empresa dedicada à recuperação e proteção de florestas, lança um portal responsivo e com novas ferramentas para que os clientes possam acompanhar de perto o desenvolvimento de suas árvores.

O Curupira oferece a oportunidade às empresas de comprarem árvores nativas de diversas espécies para serem plantadas em áreas degradadas, além de projetos completos de neutralização de GEE (inventário de emissões e neutralização com créditos de carbono florestais).

Dentre as novas ferramentas do site, o cliente pode acompanhar a gestão de créditos de carbonos florestais, acessar novos mapas e fotos da área em recuperação, vídeos captados por drones, nova timeline de acompanhamento individual de cada espécie plantada e tem a possibilidade de customização de conteúdo nas páginas de clientes.

A nova versão do site continuará com as ferramentas já conhecidas: Monitoramento da área e de cada espécie plantada, dashboard de atribuição, onde os clientes podem envolver seu público na iniciativa, quantidade de Equivalência em Dióxido de Carbono (CO2e) neutralizado por árvore e compartilhamento de dados em rede sociais. Além disso o novo portal é totalmente responsivo e adequado a todo os tipos de  telas.

Saiba mais em: welcome.curupira.com/portal 

 

Curso ensino a preparar a melhor comida para corpo e mente

18 agosto, 2016 às 16:12  |  por Ana Maria Ferrarini

 

Chef Crudívora Ana Letícia Bueno

Chef Crudívora Ana Letícia Bueno

No dia 1º de setembro, a Caixa de Assistência dos Advogados (CAA-PR) promove o curso “Aprendendo a preparar a melhor comida para nutrir corpo e mente”, que consiste em uma dieta crua, orgânica e vegana, com a Chef Crudívora Ana Letícia Bueno.

Direcionado a advogados, o curso terá duração de 3 horas, das 18h30 às 21h30, no Edifício Maringá (Rua Cândido Lopes, 146 – Centro). Mais informações e inscrições pelos telefones (41) 3513-2865 e 3513-2870, pelo e-mailcursos.edmaringa@caapr.org.br ou pelo site da CAA-PR, no endereço www.caapr.org.br/alimentacaoconsciente. O investimento é de R$ 150.

Estudo mostra que dieta vegetariana pode reduzir a diabetes

1 agosto, 2016 às 15:14  |  por Ana Maria Ferrarini
Um recente estudo publicado na revista médica Cardiovascular Diagnosis And Therapy e divulgado pelo Daily Mail mostrou que a alimentação vegetariana pode ajudar a estabilizar os níveis de açúcar no sangue e reverter a diabetes.
‘’Cientistas acreditam que, removendo-se a gordura animal da dieta, é possível reverter por completo a doença, o que faz da mudança para uma alimentação vegetariana uma ótima alternativa de tratamento da diabetes tipo 2, tornando desnecessárias as injeções de insulina e outros remédios comumente utilizados por diabéticos’’, destaca a matéria.
Segundo os autores do estudo, ‘’nenhum remédio é tão eficaz no combate à diabetes quanto uma alimentação à base de ingredientes vegetais’’. E não é só. Os estudos mostraram que a alimentação vegetariana ainda ajuda, a um só tempo, no controle do peso, da pressão arterial e do colesterol ruim.

Livro – Vegano sem frescura

1 agosto, 2016 às 15:12  |  por Ana Maria Ferrarini

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Quando os amigos Matt Holloway e Michelle Davis estavam com quase 30 anos e resolveram criar, em agosto de 2012, um blog para compartilhar receitas veganas simples e gostosas, uma coisa os incomodava tanto quanto a péssima qualidade da comida industrializada e processada que a grande maioria das pessoas consome hoje em dia: a aura de afetação pretensiosa que parecia ser o ingrediente básico de muitos livros e blogs dedicados à alimentação saudável. Receitas com especiarias caras, ingredientes difíceis de serem encontrados, métodos demorados e utensílios demais e muito específicos, como um fatiador de abacate, por exemplo. Muita frescura e pouca praticidade, o que pode afastar muita gente da ideia de se alimentar melhor, além de se criar estereótipos e preconceitos nada saudáveis.

Nascia então o blog Thug Kitchen, com uma linguagem direta, escrachada, recheada de gírias, apresentando receitas para pessoas “reais”, que cozinham em cozinhas reais, e que não têm muito tempo a perder com o mimimi dos hippies de boutique. O livro Vegano sem frescura – Comida de verdade em mais de 100 receitas, lançado agora no Brasil pela editora Alaúde, traz as principais receitas e dicas que fizeram o sucesso do blog.

O livro é prático e direto, voltado tanto a iniciantes, quanto aos já experientes. E já começa fornecendo uma lista de utensílios e ingredientes básicos para preparar qualquer uma das 100 receitas deliciosas para café da manhã, saladas, sanduíches, sopas, ensopados e sobremesas. Há também as seções “Dica Esperta” e “O Basicão”, entremeadas ao longo de todo o livro, que trazem técnicas essenciais e mostram novas possibilidades de explorar os ingredientes. Pratos como o Ravióli cremoso com molho marinara caseiro, a Lasanha de cogumelo e espinafre, o Fettuccine com creme de couve-flor e ervas frescas, além das receitas do universo “tex-mex” que é característica da culinária do blog comprovam que saúde, nutrição e sabor não são nada incompatíveis.

E a receita de mesclar bom-humor escrachado, pratos práticos e muita informação de qualidade, com base em pesquisas sobre saúde e nutrição, rendeu um bom caldo de sucesso. Para se ter uma ideia, na semana seguinte à publicação nos Estados Unidos, em outubro de 2014, o livro alcançou o cobiçado 1º lugar na lista do New York Times, e desde então figura entre os 10 mais vendidos na categoria Food & Diet há quase 2 anos seguidos. Entre os leitores da Amazon, 88% o classificaram entre 4 e 5 estrelas, é o primeiro lugar na categoria Vegan e está entre os Top 10 livros de gastronomia geral.

Antes mesmo de completar um ano de existência, o blog Thug Kitchen ganhou o prêmio de Best New Blog concedido pela renomada revista Saveur. Nas redes sociais conquistou centenas de milhares de fãs: mais de 710 mil seguidores no Facebook, mais de 63 mil seguidores no Twitter e mais de 188 mil seguidores no Instagram.

 

FICHA TÉCNICA:

 

Título: Vegano sem frescura – Comida de verdade em mais de 100 receitas
Autores: Matt Holloway e Michelle Davis
Tradutor: Gabriela Erbetta
Nº de Páginas: 240
Preço: R$68,00

 

Organização ambiental brasileira vence prêmio português pela melhoria da qualidade de vida

1 agosto, 2016 às 15:06  |  por Ana Maria Ferrarini

A Fundação Amazonas Sustentável (FAS) é a grande vencedora do Prêmio Calouste Gulbenkian 2016, de Portugal, da Fundação Gulbenkian, nome de seu idealizador que deixou os bens em testamento para a criação da entidade há 60 anos. No valor de 250 mil euros, o prêmio será entregue na próxima quarta-feira (20/07), às 14h30 (horário de Brasília), no anfiteatro da Fundação, em Lisboa. Estarão presentes o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa e o ex-presidente, Jorge Sampaio, além do presidente da Fundação Gulbenkian, Artur Santos Silva. Neliton Marques e Virgílio Viana, respectivamente, vice-presidente do Conselho de Administração e superintendente-geral da FAS que irão representar a organização.

O júri do Prêmio Calouste Gulbenkian, presidido por Jorge Sampaio, nomeou, entre 75 candidaturas internacionais, uma organização ambiental brasileira que tem se destacado na defesa e à valorização da floresta amazônica, promovendo o envolvimento sustentável, a conservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida das comunidades ribeirinhas do Estado do Amazonas. O júri enalteceu a ação da FAS que, “operando numa zona mundialmente tão crítica como a Amazônia desenvolve projetos para reduzir o desmatamento, preservar a biodiversidade, contribuindo para melhorar a qualidade de vida das populações tradicionais”.  O júri enfatizou que “esta distinção representa um sinal forte da importância das questões ambientais principalmente pelo acordo histórico sobre as mudanças climáticas assinado, na ONU, por um número recorde de países”.