Arquivo mensais:outubro 2016

Nhoque de pinhão

31 outubro, 2016 às 14:13  |  por Ana Maria Ferrarini

nhoque

Ingredientes

1 kg de pinhão cozido, descascado e triturado
5 colheres (de sopa) de ovo de linhaça
1/2 xícara (de chá) de farinha de amaranto (é só processar o amaranto) (pode ser qualquer outra)
1/2 xícara (de chá) de farinha de grão de bico
1/2 xícara (de chá) de polvilho doce
2 colheres (de sopa) de azeite de oliva
1 colher (de café) de pimenta de reino
1 colher (de chá) de tomilho
Sal a gosto

Modo de preparo

1. Em um processador, bata o pinhão até que fique em pedacinhos bem pequenos. Reserve.
2. Em um recipiente, misture o pinhão e o ovo de linhaça. Acrescente o sal, temperos e azeite. Aos poucos vá adicionando as farinhas até que fique uma massa homogênea.
3. Para moldar o nhoque você pode fazer “minhoquinhas” e cortar em cilindros numa tábua enfarinhada, ou simplesmente fazer bolinhas, como o da foto.
4. Pra cozinhar é só esquentar 3 litros de água em uma panela. Quando levantar fervura,
vá colocando as bolinhas, com calma. Quando elas subirem até a superfície, significa que estão prontas. Daí é só retirá-las da água com uma escumadeira.

Dicas

As farinhas foram escolhidas para acrescentar nutrientes ao prato, mas você pode simplesmente usar a farinha de arroz se preferir. O molho é super tradicional – tomates picadinhos refogados no azeite e temperados com alho e sal. Ainda acrescentei pedacinhos de cogumelos para dar sabor e adicionar proteínas.

O ovo de linhaça é feito com a linhaça triturada + água. É um ingrediente utilizado para substituir os ovos em receitas, tanto doces quanto salgadas. Para cada colher (de sopa) de linhaça triturada (bata no liquidificador para triturar), use 3 colheres (de sopa) de água, misture e deixe de molho por 15 minutos.

Consumidor brasileiro é o mais consciente em relação aos biocosméticos

31 outubro, 2016 às 14:04  |  por Ana Maria Ferrarini

biocosmeticos
O coordenador técnico e científico do Centro de Biotecnologia da Amazônia, Paulo Benevides que o consumidor brasileiro é o mais consciente em relação aos produtos sustentáveis, os chamados biocosméticos. Dados apresentados por ele apontam que, em 2030, os insumos naturais que substituem os sintéticos estarão ainda melhores e com preços similares, mais competitivos, favorecendo o desenvolvimento de novos produtos.

De acordo com pesquisas, os brasileiros representam 32% do consumo de produtos naturais na América Latina, entretanto, esse é um segmento ainda pouco explorado no país. “O Brasil tem a maior extensão de área biodiversa do mundo, mas esse setor representa apenas 0,017% do PIB (Produto Interno Bruto). Poucas marcas fabricam cosméticos com ingredientes naturais em sua essência, que podem ser classificados como biocosméticos”, afirma Benevides.

Para o pesquisador, os ativos naturais são muito eficientes, mas é preciso garantir a autenticidade dos produtos. “Esse segmento está crescendo consistentemente, motivado por consumidores mais atentos e exigentes, que buscam por um estilo de vida mais saudável e sustentável. Assim, a melhor forma da indústria identificar seu produto e se diferenciar no mercado é adquirir os selos de qualidade que comprovem sua autenticidade”.

Idec lança nova etapa da Campanha + Orgânicos

31 outubro, 2016 às 14:00  |  por Ana Maria Ferrarini

campanha

Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) divulga a nova fase da campanha + Orgânicos: por alimentos saudáveis e sustentáveis. A iniciativa tem o objetivo de promover o consumo desses alimentos no Brasil e disseminar informações sobre os benefícios dos orgânicos frente aos convencionais.

Entre as ferramentas, destaque para o quiz com 6 perguntas que irá testar o conhecimento dos consumidores sobre o tema. Conforme explica a pesquisadora do Idec, Mariana Garcia, “queremos que as pessoas participem e saibam como garantir que o alimento é orgânico mesmo, qual o local onde o custo deles é mais alto, entre outros pontos”, ressalta.

Além do quiz, uma série com quatro vídeos compõem a campanha do Idec. Especialistas convidados pelo Instituto destacaram conceitos e informações sobre alimentos orgânicos; a importância do empoderamento do consumidor para a garantia de acesso a estes alimentos; a necessidade de políticas públicas que favoreçam a produção e o consumo; e o papel da mulher como agente promotor da alimentação saudável e sustentável.

Entre os participantes estão: Marijane Lisboa, membro do conselho diretor do Idec e da diretoria da Associação de Agricultura Orgânica (AAO); Christiane Costa, presidenta do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de São Paulo; Luiz Bambini, Assessor de políticas públicas da Coordenadoria de Alimentação Escolar da Prefeitura de São Paulo e Ana Paula Bortoletto, nutricionista do Idec.

A ação faz parte da global Green Action Week, conjunto de atividades realizadas em vários países, com o apoio e incentivo da Swedish Society for Nature Conservation (SSNC). No site campanha, os internautas terão acesso a esses materiais e informações sobre os debates e oficinas práticas realizadas pelo Instituto.

“Por meio dessas ações, o Idec pretende informar e conscientizar sobre o consumo e a produção orgânica. Além disso, iremos destacar os problemas associados com o uso de agrotóxicos e propor soluções que estimulem a demanda por alimentos saudáveis e sustentáveis” finaliza a pesquisadora.

Projeto Araucária+ vence prêmio de sustentabilidade

31 outubro, 2016 às 13:56  |  por Ana Maria Ferrarini

Iniciativa da Fundação Grupo Boticário e da Fundação CERTI que atua na valorização econômica da floresta com araucárias foi a vencedora na categoria Natureza do Von Martius

O superintendente geral da CERTI, José Eduardo Fiates e o diretor executivo do Centro de Economia Verde da CERTI, Marcos Da-Ré e o coordenador de estratégias de conservação da Fundação Grupo Boticário, Guilherme Karam, na Fiesp. Foto: CERTI/Fundação Grupo Boticário

O superintendente geral da CERTI, José Eduardo Fiates e o diretor executivo do Centro de Economia Verde da CERTI, Marcos Da-Ré e o coordenador de estratégias de conservação da Fundação Grupo Boticário, Guilherme Karam, na Fiesp. Foto: CERTI/Fundação Grupo Boticário

O projeto Araucária+, idealizado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e pela Fundação CERTI (Centro de Referência em Tecnologias Inovadoras), foi o grande vencedor do prêmio Von Martius de Sustentabilidade na categoria Natureza. A premiação aconteceu na última quarta-feira (19/10) durante o Ecogerma 2016, maior evento sobre sustentabilidade organizado pelas Câmaras de Comércio Alemãs, no auditório da FIESP, em São Paulo.

“O Araucária+ foi reconhecido como referência de sustentabilidade pelo principal prêmio do país. Certamente a característica de inovação, que é um dos eixos fundamentais da CERTI, bem como os parceiros Fundação Grupo Boticário e produtores rurais foram elementos fundamentais para esta conquista”, afirma José Eduardo Fiates, superintendente geral da Fundação CERTI.

Para Guilherme Karam, coordenador de Estratégias de Conservação da Fundação Grupo Boticário, a premiação demonstra a importância de aliar a conservação à economia. “Esse reconhecimento nos dá ainda mais força para seguirmos oferecendo apoio técnico aos produtores de Santa Catarina, auxiliando-os na produção responsável da erva-mate (Ilex paraguariensis) e na coleta responsável do pinhão”.

Floresta com Araucárias, que atualmente tem menos de 3% da sua área original. Foto: Haroldo Palo Jr/Fundação Grupo Boticário

Floresta com Araucárias, que atualmente tem menos de 3% da sua área original. Foto: Haroldo Palo Jr/Fundação Grupo Boticário

O objetivo do projeto é conservar a Floresta com Araucária, agregando valor aos produtos dela extraídos. Para isso, oferece aos agricultores do Planalto Serrano de Santa Catarina apoio técnico para investir na produção responsável de erva-mate e na coleta responsável de pinhão (semente da araucária), estimulando a valorização desses produtos típicos do Sul do Brasil. Além disso, o projeto faz a conexão dos produtores com empresas sustentáveis. Em 2015 e 2016, por exemplo, a empresa Insana adquiriu pinhão dos produtores do Araucária+, para produção de uma cerveja à base desse produto. Hoje são mais de 20 empresas envolvidas, 83 produtores articulados e mais de 4 milhões de metros quadrados de florestas manejadas de forma a garantir a conservação da biodiversidade.

Criado em 2000 pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, o prêmio Von Martius de Sustentabilidade reconhece ações que promovem o desenvolvimento socioeconômico e cultural, alinhadas ao conceito de sustentabilidade, em três categorias: Humanidade, Natureza e Tecnologia.

Economia verde inclusiva visa promover o equilíbrio entre o meio ambiente e o progresso

31 outubro, 2016 às 13:51  |  por Ana Maria Ferrarini

O Brasil está no centro das atenções mundiais no que diz respeito aos debates sobre meio ambiente e sustentabilidade.

Economia verde inclusiva visa promover o equilíbrio entre o meio ambiente e o progressoA preservação do nosso planeta pode ser considerada a única solução para a salvação da nossa espécie. O respeito ao meio ambiente é um dever de todos, cabendo aos nossos governantes fiscalizar as indústrias poluidoras, impedir que o lixo seja lançado indevidamente na natureza e, cuidar para que o esgoto não fique a céu aberto ou seja despejado em riachos e rios, comprometendo a saúde dos homens e animais que consomem a água, cada vez mais poluída.

Desde o início da civilização, os seres humanos têm utilizado da terra. Julgando-se os possuidores de tudo o que rodeiam , apossando-se sem restrição de tudo que desejam, sem pensar no prejuízo que isto poderá acarretar num futuro próximo. Espécies inteiras estão sendo mortas, o ar está sendo poluído com gases tóxicos, rios e mares estão contaminados e o nosso habitat está caminhando na direção inversa, ao que diz respeito, a qualidade de vida.

Segundo a ambientalista, Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News ( www.revistaecotour.tur.br), – “da vida no campo e dos povos não civilizados estão o exemplos clássicos de ecologia, com o uso do meio ambiente apenas para a sobrevivência. Não podemos impedir o processo de industrialização, nem paralisa-lo, isto causaria desemprego e sérios problemas sociais. Mas, precisamos gerar uma nova mentalidade, voltada para a sustentabilidade, buscando soluções para amenizar as consequências que surgem, visto que para muitos, controlarmos as causas significa um retrocesso na nossa evolução econômica e tecnológica. A crescente população mundial e o consumismo ameaçam a saúde do planeta”, conclui.

O Brasil está no centro das atenções mundiais no que diz respeito aos debates sobre meio ambiente e sustentabilidade. O país é o único no mundo a possuir em abundância as sete matrizes ambientais, os insumos vitais para a sobrevivência da agricultura e da indústria: a água, o minério, a energia, a biodiversidade, a madeira, a reciclagem e o controle de emissão de poluentes, por isto é essencial que as questões ambientais sejam incorporadas de forma abrangente em todas as atividades da sociedade.

A economia verde inclusiva já é o objetivo de políticas públicas de vários países, na forma de programas em áreas como transferência de renda, apoio à conservação e recuperação ambiental, fomento aos que vivem da reciclagem de resíduos sólidos e o uso de tecnologias com maior eficiência energética. Em muitos casos, especialmente na América Latina e África, o Brasil tem apoiado essas iniciativas. A expectativa é que, destas ações, surjam iniciativas ainda mais consistentes para a preservação do meio ambiente e da população mundial.

Pesquisa sobre Unidades de Conservação no Brasil vira livro

31 outubro, 2016 às 13:46  |  por Ana Maria Ferrarini

livro

Após três anos de pesquisa, a doutora em Gestão Ambiental pela Universidade Positivo (UP), Dayane May, lança o livro “Potencial para a gestão compartilhada de Unidades de Conservação” – em parceria com sua orientadora, a doutora Leila Maranho. O livro aborda o histórico das Unidades de Conservação (UC) no Brasil, a necessidade de aperfeiçoar a conservação ambiental e o incentivo à educação ambiental por meio de parcerias entre as esferas pública – do Parque Estadual (PE) do Monge – e privada – da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Uru -, localizadas no município da Lapa, no Paraná.

A metodologia da pesquisa consistiu na proposição de diretrizes para a gestão compartilhada nas unidades de conservação, em três etapas: diagnóstico, planejamento e monitoramento. A obra sugere ações por meio das linhas do conhecimento (pesquisa e educação ambiental), controle (fiscalização e proteção), operacionalização (administração, comunicação e sustentabilidade econômica), bem como o monitoramento, com a finalidade de fazer as adequações necessárias, e ainda, propor ações futuras.

O estudo concluiu que firmar parcerias público-privadas é fundamental para efetivar ações nas Unidades de Conservação, visto que elas oportunizam iniciativas locais e fomentam a responsabilidade social nessas áreas protegidas. “Essa integração pode aprimorar a gestão das Unidades de Conservação, mediante a execução de projetos que se destinam ao incentivo e execução da proteção ambiental e promoção do desenvolvimento sustentável, bem como à realização de estudos, pesquisas científicas, práticas de educação ambiental, monitoramento, manutenção e outras atividades correlatas”, explica a professora Leila Maranho.

A pesquisa foi realizada com apoio do Instituto Positivo, a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental – SPVS e a família Campanholo, proprietária da RPPN Mata do Uru, utilizada como uma das áreas de estudo. A obra está disponível nas lojas Amazon, More Books e Novas Edições Acadêmicas (NEA).

Ficha Técnica

Livro “Potencial para a gestão compartilhada de Unidades de Conservação”
Autoras: Dayane May e Leila Maranho
Editora: Novas Edições Acadêmicas (NEA)
Idioma: Português
Número de páginas: 104

BOAS PRÁTICAS: Lavanderia animal abre pontos de coleta de acessórios em pet shops e clínicas veterinárias

6 outubro, 2016 às 18:09  |  por Ana Maria Ferrarini

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A Laundry Pet®, especializada na limpeza, higienização e desinfecção de camas, cobertores, roupas e brinquedos de animais, localizada em Curitiba, acaba de ampliar seu portfólio de serviços para oferecer maior comodidade aos clientes. A loja está instalando pontos de coleta de acessórios em pet shops e clínicas veterinárias parcerias.

Os donos de pet aproveitam a ida ao banho, consulta ou vacinação em pet shops ou clínicas e levam o acessório do bichinho de estimação também para ser higienizado. A lavanderia coleta, higieniza e devolve a peça no mesmo local pelo preço do balcão, sem taxas de entrega ou custos extras.

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O diretor da Laundry Pet®, Felipe Grecco Sass, assinala que veterinários têm orientado seus clientes sobre a importância da higienização dos acessórios para a saúde de cães e gatos. A lavagem de caminhas, roupas e cobertores evita riscos de doenças como micoses, dermatites bacterianas e sarnas. No entanto, os profissionais recomendam não lavar as peças em casa porque os micro-organismos (bactérias, fungos e ácaros) não são eliminados por completo. “A Laundry Pet® recebeu laudo técnico que comprova 100% da eficácia da lavagem e utiliza no processo equipamentos de última geração e produtos biodegradáveis”, acentua.

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Os pet shops e clínicas veterinárias que participam da ação já são parceiros da Laundry Pet® na lavagem de toalhas e atestam a eficiência do serviço. De acordo com a médica veterinária, Fernanda Zimmermann Callegari, especialista em cirurgia de pequenos animais, da Clínica Da Vinci, as lavanderias, especializadas em lavagem de caminhas, cobertores, roupas dos pets e as toalhas utilizadas no banho e tosa, utilizam produtos específicos para que não ocorra a transmissão de doenças infectocontagiosas entre cães e gatos.  Para ela, higienização profissional, por exemplo, contribui para o controle da giardíase (doença comum entre os cães). O sucesso do tratamento depende também de uma boa limpeza do local onde se vive e dos acessórios utilizados pelos pets.

De acordo com a veterinária, a lavagem profissional deixa os bichinhos 100% livres de fungos e bactérias, garantindo assim uma pele mais saudável. Fernanda informa ainda que os pet shops que hoje trabalham com as toalhas higienizadas em lavanderias próprias para animais estão pensando na saúde e bem-estar de seus clientes, pois a lavagem doméstica não consegue eliminar a transmissão de muitas das doenças infectocontagiosas.

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Serviço

 

www.laundrypet.com.brinfo@laundrypet.com.br

Confira a lista com os pontos de coleta em facebook.com/laundrypet

Rua Rocha Pombo, 650 – Bairro Juvevê – Curitiba – (41) 4141-6188