Arquivo mensais:janeiro 2017

26 janeiro, 2017 às 17:03  |  por Ana Maria Ferrarini

arroz

Ingredientes

1/2 xícara (de chá) de lentilhas cruas
3 dentes de alho grandes
1/2 xícara (de chá) de cebola picada
1 xícara (de chá) de arroz parboilizado ou agulhinha
Água quente (cerca de 3 xícaras)
2 colheres (de sopa) de óleo ou azeite
350g de cebolas fatiadas (2 cebolas médias)
1/2 xícara (de chá) de salsinha e cebolinha picadas
Sal a gosto
Comingo a gosto
Pimenta do reino a gosto

Modo de preparo

Antes de tudo, coloque a lentilha em uma vasilha, cubra com água e deixe de molho por 8 horas. Escorra, lave e reserve.
Em uma panela em fogo médio, coloque um fio de óleo e refogue o alho e a 1/2 xícara de cebola picada até ficarem levemente dourados.
Acrescente a lentilha e refogue por cerca de 2 minutos. Adicione o arroz, tempere com sal a gosto e refogue por mais um minuto. Adicione água quente suficiente pra cozinhar, eu usei um total de 3 xícaras. Cozinhe até o arroz ficar macio e a água ter secado completamente.
Enquanto isso, prepare as cebolas. O tempo de preparo das cebolas é praticamente o mesmo do arroz cozinhar.
Em uma frigideira antiaderente grande e em fogo baixo, coloque cerca de 2 colheres de sopa de óleo ou azeite e adicione as 350g de cebolas fatiadas. Tempere com sal a gosto e refogue até as cebolas ficarem bem murchas e douradas, o que vai levar mais ou menos 20 minutos. É importante mexer sempre, para cozinharem uniformemente e não queimarem.
Desligue, acrescente a salsinha e cebolinha picadas e tempere com cominho e pimenta moída a gosto. Misture e adicione o arroz cozido. Misture mais uma vez e está pronto!

Brasileira participa de projeto para diminuir ataques de tubarões na Austrália

26 janeiro, 2017 às 16:59  |  por Ana Maria Ferrarini

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Camila Domit, bióloga, pesquisadora da UFPR e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza está participando, junto com o governo australiano e pesquisadores de diversas instituições de New South Wales, o projeto de manejo de tubarões “Smart Shark Alert”. De acordo com o Arquivo Global de Ataques de Tubarão, 2015 foi um ano com recorde de ocorrências registradas nos oceanos. Foram 98 incidentes, sendo seis fatalidades – resultado 26 vezes maior que o de 2014 e 40 vezes maior que da década anterior. São vários os motivos que levaram a esse acréscimo, entre eles a recuperação da população de algumas espécies pelas restrições pesqueiras e alterações na distribuição e uso das áreas pelas espécies, em resposta às mudanças climáticas. Segundo ela, a estratégia de instalar redes visa apenas diminuir as ocorrências dos animais na área de surfe. “O objetivo não é causar problemas a nenhum animal da fauna marinha, mas manter tubarões maiores afastados da zona de arrebentação e assim reduzir as interações com seres humanos”, explica.

A Austrália é um dos países com maior volume de ataques. Só o estado de New South Wales identificou, desde janeiro de 2014, 27 interações não provocadas com tubarões, sendo que seis causaram lesões sérias e três terminaram na morte de humanos. A participação da especialista no projeto focou na redução de possíveis impactos à fauna marinha. “Inicialmente colaboramos com ideias para reduzir risco de capturas de animais não-alvo, e, caso sejam capturados, que todos possam ser devolvidos com vida a uma área mais afastada da zona de praia”, ressalta. Os tubarões serão marcados com tags acústicas para o acompanhamento a longo prazo.

Do lixo ao luxo

26 janeiro, 2017 às 16:55  |  por Ana Maria Ferrarini

 

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Não existe lixo, existe matéria prima valiosa e mal aproveitada. A frase é de Maurício Cohab, Diretor da Trisoft, que inaugurou o mercado de materiais reciclados e 100% recicláveis para mais de 70 setores da indústria brasileira e que hoje é o maior fabricante de materiais com lã de PET da América Latina. Entre os produtos, estão enchimentos, mantas e revestimentos para o mercado moveleiro, de decoração, construção civil, de produtos para bebês, academias de ginásticas e inclusive para o mercado hoteleiro, um dos mais promissores para 2017. Para Maurício, tudo pode ser reciclado, inclusive e principalmente o que é biodegradável: “além disso, materiais sólidos precisam virar matéria prima, esse é o futuro, não há como fugir”, explica ele.

Greenbuilding Brasil 2017 abre espaço para palestrantes

26 janeiro, 2017 às 16:48  |  por Ana Maria Ferrarini

construção sustentável

Até o dia 17 de fevereiro, profissionais do setor da construção sustentável poderão encaminhar suas propostas de palestras para a Greenbuilding Brasil Conferência Internacional e Expo 2017, evento que será realizado entre os dias 8 e 10 de agosto, no São Paulo Expo, na capital paulista. As propostas selecionadas farão parte da agenda desse, que é o principal evento de construção sustentável da América Latina.

Para participar das Sessões Educacionais ou do processo de revisão e seleção, acesse: http://expogbcbrasil.org.br/2016/seja-um-palestrante/

Desinformação sobre febre amarela coloca macacos em perigo

26 janeiro, 2017 às 16:46  |  por Ana Maria Ferrarini

bugio

Mais de 80 primatas, na sua maioria bugios (do gênero Alouatta), morreram com suspeita de febre amarela nessas últimas semanas no Espírito Santo. Nos últimos dias, as estimativas atualizadas apontam a morte de milhares de outros indivíduos no mesmo estado. A atual epidemia, que atinge as zonas rurais de Minas Gerais e Espírito Santo, não ameaça apenas os humanos, mas populações inteiras de primatas. Além da doença, os macacos também correm o risco de serem eliminados por falta de informação, pois em algumas localidades existe a crença de que sejam transmissores do vírus, o que não ocorre. O último surto de febre amarela em macacos ocorreu entre 2008 e 2009, no Rio Grande do Sul, e causou a morte de mais de dois mil bugios, infectados pelo vírus ou assassinados por pessoas desinformadas sobre o ciclo da febre amarela.

Thais Leiroz Codenotti, pesquisadora e coordenadora do Convidas – Associação para Conservação da Vida Silvestre, que liderou um projeto sobre o tema na época, com o apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, alerta que o problema tem se repetido neste ano. “Mesmo com os focos de febre amarela sendo em outros estados, já registramos aqui no Rio Grande do Sul casos de bugios sendo agredidos pela população”, alerta a pesquisadora.

“Este tipo de comportamento gera um desequilíbrio ecológico e agrava a situação”, completa. Maltratar, apreender ou perseguir animais silvestres configura crime ambiental (Lei Federal de Crimes contra o Meio Ambiente 9.605/98).

Primatas são tão vítimas da doença quanto humanos. O primatólogo Fabiano Melo, pesquisador responsável pelo Programa de Conservação Muriquis de Minas, que recebe apoio da Fundação Grupo Boticário, afirma que “as espécies de macacos nativas do Brasil, por não terem tido um contato histórico evolutivo com o vírus, tendem a ter baixa resistência ao seu contato”.

Melo alerta que “a doença é transmitida apenas pelos mosquitos e que os macacos, mesmo doentes, mal servem de reservatório do vírus, porque acabam morrendo muito rápido”. Além disso, os primatas se comportam como sentinelas, sinalizando a presença do vírus. “Por estarem na mata, estão mais expostos aos mosquitos e acabam sendo afetados antes dos seres humanos. Quando um primata aparece doente, temos indícios de que nós, humanos, também estamos expostos”, explica.