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Novos Sítios Ramsar reforçam proteção às áreas úmidas brasileiras

19 outubro, 2017 às 17:16  |  por Ana Maria Ferrarini

O mês de outubro iniciou com boas notícias para a conservação da natureza no Brasil: unidades de conservação que abrangem municípios dos estados de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul foram reconhecidas como Sítios Ramsar. São elas a Área de Proteção Ambiental (APA) Cananéia-Iguape-Peruíbe, em São Paulo; parte da APA de Guaratuba, no Paraná; e o Parque Nacional de Ilha Grande, também no Paraná e em Mato Grosso do Sul.

Os Sítios Ramsar são o principal instrumento adotado pela Convenção sobre Áreas Úmidas de Importância Internacional, conhecida como Convenção Ramsar – um tratado intergovernamental criado inicialmente no intuito de proteger os habitats aquáticos importantes para a conservação de aves migratórias, mas que, ao longo do tempo, ampliou sua preocupação com as demais áreas úmidas de modo a promover sua conservação e uso sustentável, bem como o bem-estar das populações humanas que delas dependem.

Parte da APA de Guaratupa está entre as áreas reconhecidas  Emerson Oliveira / Fundação Grupo Boticário

Parte da APA de Guaratupa está entre as áreas reconhecidas
Emerson Oliveira / Fundação Grupo Boticário

Entre os objetivos da Convenção estão o de estabelecer marcos para ações nacionais e para a cooperação entre países, para promover a conservação e o uso racional das áreas, de acordo com o reconhecimento da sua importância ecológica e dos seus valores social, econômico, cultural, científico e recreativo.

“Estima-se que as áreas úmidas representam cerca de 20% do território brasileiro e englobam ecossistemas tanto marinho e costeiros, quanto continentais, abrigando uma grande variedade de ambientes e espécies. Parte dessas áreas são reconhecidas como Sítio Ramsar, o que significa uma vitória para essas unidades, aumentando a visibilidade dessas áreas e dando acesso ainda a benefícios financeiros para conservação e uso racional. Além disso, esse reconhecimento deve priorizar também a implementação de políticas governamentais e investimentos com fontes nacionais e internacionais”, avalia a diretora executiva da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Malu Nunes.

Preocupação com áreas úmidas brasileiras

O interesse em divulgar e proteger as áreas úmidas está no dia a dia da Fundação Grupo Boticário. Por meio de apoio a projetos, a instituição promove a conservação desses locais em parceria com outras organizações. Neste ano, por exemplo, o edital de apoio a projetos do segundo semestre, realizado pela Fundação, teve como foco iniciativas que contribuíssem para a conservação das áreas úmidas, mais especificamente o bioma Pantanal – considerado uma das maiores extensões úmidas contínuas do planeta – e todos os Sítios Ramsar nacionais.

Somente nas três áreas designadas como novos Sítios Ramsar, a Fundação já apoiou 33 projetos desde 1991 (18 na APA de Guaratuba, 11 na APA Cananéia-Iguape-Peruíbe e quatro no Parque Nacional de Ilha Grande), em parceria com outras instituições. Os trabalhos foram focados em diferentes ecossistemas e  espécies de flora e fauna, como por exemplo, onças, papagaios, morcegos, cavalos-marinhos, botos, micos, entre outros.

Para Marilia Cunha Lignon, responsável técnica pelo projeto “Monitoramento de Manguezais – guardiões das zonas costeiras”, em desenvolvimento ns APA Cananéia-Iguape-Peruíbe pelo Instituto BiomaBrasil, o reconhecimento abre margem para obtenção de recursos técnicos e financeiros em projetos que promovam o desenvolvimento sustentável da região. “É importante entender a importância desse reconhecimento internacional. Em muitos editais internacionais, projetos que são desenvolvidos em Sítios Ramsar são valorizados e recebem uma pontuação maior”, destaca a pesquisadora.

Muffin de Mirtilo

25 agosto, 2017 às 18:21  |  por Ana Maria Ferrarini

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Ingredientes

1 xícara (de chá) de farinha de trigo integral
1/2 xícara (de chá) de farinha de trigo branca
1/4 de xícara (de chá) de açúcar demerara
1/4 de xícara (de chá) de açúcar mascavo
1/4 de colher (de chá) de sal
1/2 xícara (de chá) de leite vegetal
1/3 de xícara (de chá) de óleo vegetal
1/2 colher (de chá) de raspas de limão
1/2 colher (de chá) de extrato de baunilha
1 colher (de chá) de suco de limão ou vinagre
1/2 xícara (de chá) de banana nanica amassada (1 banana média – usei nanica, mas acho que dá pra usar prata também)
2 colheres (de chá) de fermento químico em pó
1 xícara (de chá) de mirtilos frescos
1 colher (de sopa) de açúcar mascavo misturada com 1 pitada de canela em pó para salpicar (opcional)

Modo de preparo

Pré-aqueça o forno a 200ºC. Separe 10 forminhas de cupcake/muffim
Em uma vasilha, peneire a farinha de trigo integral, a farinha de trigo branca, o açúcar demerara, o açúcar mascavo. Adicione o sal e misture.
Acrescente o leite vegetal, o óleo, as raspas, o extrato de baunilha, o suco de limão (ou vinagre) e a banana amassada. Misture mais uma vez.
Adicione o fermento químico em pó e misture delicadamente.
Acrescente os mirtilos frescos, mexa delicadamente e distribua a massa pelas forminhas, deixando um pequeno espaço na borda.
Se quiser, misture uma colher de açúcar mascavo com uma pitada de canela em pó e polvilhe por cima dos bolinhos.
Asse por cerca de 30 minutos ou até ficarem levemente dourados e você espetar uma faca ou um palito e ele sair limpo. Está pronto!

Fonte: Presunto Vegetariano

Lançamento: chocolate vegano e saudável

25 agosto, 2017 às 18:17  |  por Ana Maria Ferrarini

Para se manter saudável e em boa forma, cada vez mais pessoas estão optando por produtos vegetarianos ou com ingredientes que não sejam agressivos ao organismo. Não há dados atuais sobre o número de veganos no Brasil, mas uma pesquisa do Ibope, em 2012, constatou que 8% da população brasileira se declarava vegetariana; ou seja, mais de 15 milhões de pessoas. O certo é que cada vez mais há opções de produtos especiais que atendem tanto a este público como aqueles que têm algum tipo de restrição ou apenas gostam de se cuidar. De olho nesse mercado, que não para de crescer, a Genevy Chocolates Especiais – que é pioneira na fabricação exclusiva de chocolates saudáveis e veganos, e existe desde 2007 – anuncia mais um lançamento que já está nas gôndolas de lojas do segmento natural.

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A novidade é linha Lion Gourmet, que foi anunciada pela marca na Naturaltech. Com chocolates feitos com açúcar de coco, que possui baixo índice glicêmico, é um açúcar 100% natural, que não é processado e nem contém conservantes, e é rico em vitaminas do complexo B e minerais como ferro, zinco, magnésio e potássio. Além disso, assim como os demais chocolates da empresa, também são zero lactose, caseína, glúten, soja; zero proteína animal e oleaginosas; zero gordura vegetal fracionada ou hidrogenada e gordura trans; e livre de ingredientes geneticamente modificados; além de não conter conservantes e espessantes. O preço do produto é a partir de 21 reais.

Baleia piloto reabilitada é devolvida com sucesso ao oceano

25 agosto, 2017 às 18:15  |  por Ana Maria Ferrarini

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Uma baleia piloto fêmea ganhou uma segunda chance de vida depois de um longo e complexo processo de volta à vida selvagem. A baleia de cerca de 330 quilos encalhou sozinha em Dixie County, Flórida. Após ser encontrada por frequentadores da praia, as equipes de resgates da University of Florida e Clearwater Marine Aquarium ajudaram e transportaram ela para o SeaWorld Orlando para que ela recebesse tratamentos médicos e fosse reabilitada.

Assim que chegou, a baleia piloto passou a receber da equipe de veterinários e resgates cuidados 24 horas por dia. Todos tinham como objetivo final devolvê-la o quanto antes ao ambiente selvagem por meio de tratamentos contínuos e atenção integral. Contando com a ajuda regular e avaliações da NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration) e dos parcerios da Southeast Region Marine Mammal Stranding Network, a volta à natureza tornou-se realidade.

A baleia piloto respondeu muito bem ao tratamento e começou a mostrar sinais de melhora quase que imediatamente. Assim que chegou, ela já começou a nadar por conta própria e com pouco mais de um dia, iniciou a alimentação com peixes.

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Juntamente com a NOAA, a equipe de SeaWorld realizou todos os preparativos para a volta da baleia ao oceano. Os planos incluíram fazer a soltura a cerca de 230 metros da costa oeste da Flórida em uma área já conhecida de habitat de baleias pilotos. Essas espécies ficam em água profundas e são animais que vivem em grupos e que viajam juntas. A soltura no local escolhido deu a ela uma boa chance de se juntar a um grupo.

Para assegurar o retorno seguro do animal, a Guarda Costeira Americana deu apoio ao transporte que foi bastante complexo. Os tripulantes da Coast Guard Cutter Joshua Appleby, juntamente com uma equipe de cinco membros do time de resgate do SeaWorld, trabalharam juntos em uma missão multifacetada e a baleia piloto apelidada de “Gale” foi devolvida com sucesso às aguas do Golfo do México.

“Todos nós assistimos a ela nadando com força no horizonte”, compartilhou Dra. Lara Croft, veterinária do SeaWorld Orlando e quem acompanhou todos os passou da jornada desse animal. “Essa história teve um verdadeiro trabalho colaborativo e atuamos juntamente com parceiros muito dedicados. Nós estamos orgulhosos de fazer parte desse resgate, reabilitação e soltura de sucesso. Essa é o verdadeiro motivo de todos nós fazermos o que fazemos.”

Antes da soltura, a baleia recebeu dos pesquisadores do Sarasota Dolphin Research Program da Chicago Zoological Society um rastreador com transmissão via satélite. Esse rastreador irá permitir que os pesquisadores acompanhem seus movimentos e padrões de mergulho pelos próximos meses.

As baleias pilotos são membros da família dos golfinhos, e só perdem em tamanho para as orcas. Essa espécie é encontrada ao redor do mundo, em temperaturas mais quentes e águas em regiões tropicais. As baleias pilotos são extremamente sociais e bastante conhecidas por encalhamentos em grupos, desde pequenos grupos até aqueles com centenas de animais, os quais encalham ao mesmo tempo.

A NOAA encoraja as pessoas a sempre reportarem para a Florida Fish and Wildlife Conservation Commission quando avistarem baleias e golfinhos mortos, machucados ou encalhados.

Duas novas espécies de mini sapos são descobertas no Paraná

25 agosto, 2017 às 18:11  |  por Ana Maria Ferrarini
Além do tamanho, por sua cor mais escura, a espécie Brachycephalus curupira é um pouco mais difícil de ser encontrada

Além do tamanho, por sua cor mais escura, a espécie Brachycephalus curupira é um pouco mais difícil de ser encontrada

A espécie Brachycephalus coloratus foi encontrada na cidade de Piraquara

A espécie Brachycephalus coloratus foi encontrada na cidade de Piraquara

Biólogos paranaenses acabaram de descobrir duas novas espécies de sapos no topo das montanhas da Serra do Mar, no estado do Paraná, chamadas de Brachycephalus coloratus e Brachycephalus curupira. Pertencentes ao gênero Brachycephalus, que em latim significa “cabeça com braços”, os anfíbios foram localizados na região pertencente à floresta densa atlântica,   e foram identificados pelo canto (coaxado).

A pesquisa que resultou na descoberta,  realizada pela ONG Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais, com o apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, foi oficializada no dia 27 de julho, por meio de um artigo científico publicado na revista internacional Peerj.

Com medidas que variam de 10 a 12mm de comprimento, os mini sapos, também chamados de sapinhos das montanhas, sofreram um processo evolutivo chamado miniaturização, o que os torna parte do grupo de anfíbios considerados os menores vertebrados terrestres do mundo. Além disso, os animais passaram por outras adaptações específicas no topo das montanhas: as espécies não sabem nadar, têm resistência ao frio, têm seu desenvolvimento direto (não passam pela fase de girino) e contam com um número de dedos reduzidos, comparados a outras espécies.

De acordo com o biólogo, professor da PUCPR e pesquisador do Malter Natura envolvido nas descobertas, Luiz Fernando Ribeiro, as novas espécies de mini sapos são exclusivas da região. “Uma característica dessas espécies é o microendemismo, ou seja, um fenômeno que torna a distribuição delas extremamente reduzida, em apenas uma localidade identificada até o presente momento”, relata.

A tecnologia também vem sendo uma aliada nas descobertas. Atualmente o projeto utiliza a microtomografia, que consegue visualizar o interior dos animais, com imagens dispostas em um link interativo da espécie Brachycephalus curupira.

Universitários transformam lixo orgânico em fontes de energia limpas

25 agosto, 2017 às 18:08  |  por Ana Maria Ferrarini

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Lixo, restos de comida, descarte de podas de árvores, plásticos e pneu. Um reator chamado BioWatt++ transforma tudo isso em fontes de energia como carvão, biocombustível, ácidos orgânicos (empregados na produção de detergentes e fertilizantes agrícolas) e gás natural sintético, que pode ser utilizado na alimentação de caldeiras industriais, veículos e até fogão residencial. E com um diferencial em relação a concorrentes que já existem no mercado: no BioWatt++, essa transformação leva poucas horas, enquanto produtos similares precisam de 20 a 30 dias para finalizarem o processo. Outra vantagem do reator é que toda essa operação não gera produtos ou resíduos tóxicos.

O BioWatt++ é um projeto de estudantes dos cursos de Engenharia Mecânica, Elétrica e de Bioprocessos e Biotecnologia, da Universidade Positivo (UP), em Curitiba (PR). Segundo Leonardo Vieira Pedrini, um dos estudantes responsáveis pelo projeto, o reator, que utiliza irradiação para acelerar os processos químicos, promete ter alto desempenho no meio agrícola. “Nosso produto poderá ser usado por microempresas do agronegócio, utilizando cascas de soja, arroz, frutas podres, fezes e animais mortos para gerar o próprio carvão, biocombustível ou gás natural sintético (GNS) suficientes para tocar uma indústria de porte médio”, destaca.

Fruto de 3 anos de estudos, o projeto, que já rendeu aos estudantes homenagem em um curso voltado para inovações tecnológicas na Università di Pisa, na Itália, foi um dos selecionados no concurso realizado pela UP para utilização do espaço de Coworking mantido pela universidade. O grupo está agora em fase de desenvolvimento do segundo modelo do reator, que deve apresentar um rendimento 36% maior que o primeiro protótipo. Com o apoio que irão receber da universidade, Pedrini e seus colegas esperam conseguir viabilizar o produto no mercado.  “Se conseguirmos isso, estaremos dando um passo importante em benefício do meio ambiente, reduzindo lixo e garantindo fontes de energia limpa. Outra grande vantagem é que um reator de grande porte pode substituir um aterro sanitário”, completa Pedrini.

Cresce consciência empresarial sobre importância da sustentabilidade, mas falta decisão para adoção de medidas

25 agosto, 2017 às 18:06  |  por Ana Maria Ferrarini
Miguel Milano, engenheiro florestal e um dos organizadores do Fórum

Miguel Milano, engenheiro florestal e um dos organizadores do Fórum

Pesquisa realizada ao longo dos últimos cinco anos durante a realização do Fórum Sustentabilidade e Governança mostra que a maioria dos executivos e gestores tem elevada consciência do impacto das questões ambientais nos seus negócios, porém “falta cultura empresarial” para uma adesão maior a práticas responsáveis.

“De forma geral, os gestores sabem da importância do tema sustentabilidade e governança, têm consciência dos riscos envolvidos e das medidas necessárias para a sua implementação, sabem também que não podem esperar eficiência das ações governamentais, porém a mudança dessa cultura é muito mais difícil”, afirma Miguel Milano, engenheiro florestal e um dos organizadores do Fórum. Além desse aspecto, 65% dos pesquisados, em sua maioria coordenadores, gerentes e diretores, reconheceram que bens e produtos com origem produtiva comprovadamente legal, eficiente e sustentável merecem uma precificação (prêmio) diferenciada. Outros 35% defendem que as práticas sustentáveis não deveriam influenciar no preço, pois a “produção eficiente e legal é uma obrigação empresarial”.

Pesquisa mundial realizada pela ISEAL Alliance confirma esse diferencial, ao constatar que os resultados de longo prazo identificados em 53% dos casos foram o aumento do lucro, a diminuição de custos (30%) e a melhoria reputacional (60%)”. A razão para as práticas não serem adotadas mesmo em empresas “já convertidas”, já que existe consciência das vantagens, pode ter sido traduzido pelo resultado da pesquisa realizada, pois 45% dos entrevistados apontam para a “falta de conhecimento e cultura no assunto, falta de clareza no assunto e a falta de coordenação em cadeia”.

A pesquisa do Fórum mostra ainda que: apenas 37% dos entrevistados têm conhecimento de iniciativas na área ambiental em âmbito federal. O desconhecimento reflete a descrença na efetividade dos mecanismos de incentivo existentes. Na média dos cinco anos de pesquisa, mais da metade (52%) dos entrevistados respondeu que consideram ineficientes as ações governamentais das quais têm conhecimento.

A vulnerabilidade às mudanças climáticas também entrou na agenda de preocupações dos gestores. Em conjunto com a escassez e poluição da água, esses fatores somam dois terços das respostas do ano passado ao questionamento sobre quais limitações ecossistêmicas poderiam afetar o crescimento da empresa ao longo de dez anos.

O índice de preocupação com os eventos climáticos (20%) foi o mais expressivo de todos os anos estudados, o que mostra uma consonância da consciência dos empresários com o que está sendo discutido globalmente.

Projetos de proteção do meio ambiente no Paraná receberão apoio de R$ 724 mil

25 agosto, 2017 às 18:03  |  por Ana Maria Ferrarini

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No mês de agosto, a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza apoiará financeiramente 17 novos projetos de conservação da natureza em todo o Brasil – que foram selecionados por meio de editais públicos lançados no início de 2017. No total, serão doados R$ 2,3 milhões para iniciativas a serem realizadas em todos os biomas brasileiros e nos ecossistemas costeiro e marinho. No estado do Paraná são três os projetos que receberão apoio financeiro e que, juntos, somam cerca de R$ 724 mil.

Para conferir a lista completa dos projetos selecionados no primeiro semestre deste ano, acesse o link.

 

Advogado lança livro sobre Direito Ambiental

29 junho, 2017 às 19:08  |  por Ana Maria Ferrarini

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O diretor tesoureiro da Caixa de Assistência dos Advogados do Paraná, Alessandro Panasolo, lançou na noite de terça-feira (27), o livro “Áreas verdes urbanas à luz da nova legislação florestal – Proteção, Intervenção, Hipóteses de uso e Regularização fundiária”, publicada pela AmbienteJuris. Panasolo divide a autoria da obra com o procurador de justiça do Ministério Público do Paraná, Edson Luiz Peters, e com a advogada Melina Samma Nunes. O lançamento aconteceu durante a abertura do Simpósio de Direito Ambiental – Um diálogo entre instituições, promovido pela Comissão de Direito Ambiental da OAB Paraná.

A obra “Áreas verdes urbanas à luz da nova legislação florestal” aborda o papel estratégico e a autonomia das gestões ambientais municipais para tornar as cidades mais sustentáveis. Também são exploradas as hipóteses de intervenção em áreas verdes protegidas, a regularização fundiária em área urbana consolidada, alterações que ocorreram na nova Lei Florestal (Lei nº 12.561/12) e os caminhos para a regularização fundiária urbana. O lançamento do livro foi seguido de sessão de autógrafos.

Livro ensina como cidadãos podem conservar a biodiversidade em centros urbanos

29 junho, 2017 às 19:01  |  por Ana Maria Ferrarini

Para celebrar o Dia Internacional do Meio Ambiente, dia 5 de junho, a Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A.), com apoio do Instituto Biológico de São Paulo, lança o livro “Biodiversidade em ação: conservando espécies nativas – Corredores ecológicos urbanos… seguindo a trilha da jataí em São Paulo”, das pesquisadoras Isabel Cruz Alves, Marilda Cortopassi-Laurino e Vera Lucia Imperatriz-Fonseca. O livro está sendo lançado em versão digital, disponível para download no site abelha.org.br.