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VEGFLIX : canal do Youtube que reúne veganos faz sucesso com inovação e conteúdo.

19 outubro, 2017 às 17:15  |  por Ana Maria Ferrarini
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Eles têm idades diferentes, moram em lugares diferentes, mas se reuniram em um só canal do Youtube e criaram uma nova forma de se comunicar com o público. Um grupo de garotas e rapazes tem algo a dizer, aliás, tem muito a dizer a respeito de um assunto que todos eles dominam muito bem: o veganismo e seu universo.
Após um mês do lançamento do teaser, que mexia com a imaginação do público, já que nenhum dos vegflixers tinha sua identidade revelada, o canal teve seu primeiro video lançado no dia 7 de setembro – data em que atingiu a marca de mil inscritos – revelando a identidade tão esperada pelo público que já acompanha os movimentos do canal.
Com conteúdo produzido e lançado inicialmente duas vezes por semana, o Vegflix é composto por Ricardo Laurino – apresentador do canal momento Veg e atual presidente da SVB, pelos ativistas Larissa Maluf e Matheus Croco, pela culinarista Gabrielle Mahamud, pela health coach Priscila Kondo e pelas youtubers Cecilia Barbosa e Luisa Ferrari.
O primeiro vídeo com conteúdo após a revelação de seus integrantes foi lançado apenas no dia 19 de setembro, e menos de dez dias depois, o Vegflix dobrou seu número de inscritos, mais do que isso, o canal já recebia pedidos de seus novos fãs para também serem um dos vegflixers.
E não é que a ideia de receber novos integrantes já era um objetivo do canal. Eles só não imaginavam que seria tão rápido. Isso mesmo, no mês que vem, duas novas integrantes, ainda não reveladas, serão anunciadas e farão parte desse time que vem dando o que falar.
Segundo o vegflixer Ricardo Laurino, criador do canal “- Nós iremos reunir um grande número de pessoas que tenham algo a dizer, que possam inspirar e levar a visão do veganismo o mais longe possível.”. Sobre a entrada das duas novas integrantes ele diz. “Elas já eram nomes que estavam em nosso radar, foi questão de tempo, aliás, bem pouco tempo, para se unirem a nós”.
O canal vem chamando a atenção dos mais diversos públicos, não só os veganos. A aposta em trazer de forma clara e objetiva as diversas experiências pessoais de seus produtores de conteúdo, possibilita ao público se identificar com seus temas e abordagens de preferência, tendo a impressão de ter determinado vídeo, criado especialmente para si.

Projeto amplia censo de papagaios-de-peito-roxo

29 junho, 2017 às 18:59  |  por Ana Maria Ferrarini

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Conhecido cientificamente como Amazona vinacea, o papagaio-de-peito-roxo é uma das espécies da fauna silvestre típica da Mata Atlântica que vem preocupando pesquisadores. Por causa da perda do seu habitat, principalmente das Florestas com Araucárias que possui menos de 3% de sua área original de cobertura original, essa ave está ameaçada de extinção.

A fim de pensar em estratégias de conservação da espécie, o Projeto Charão iniciou em 2015 censos anuais para determinar a população total dessas aves, como parte do Programa Nacional para a Conservação do papagaio-de-peito-roxo, que tem o apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Com a contribuição de pesquisadores, observadores de aves e colaboradores, no primeiro ano o projeto identificou apenas 2.857 indivíduos, contemplando regiões que vão do Rio Grande do Sul até Minas Gerais, o que preocupou estudiosos da área, pela possibilidade de desaparecimento do papagaio. Porém, os censos de 2016 e 2017 revelaram um aumento significativo no número papagaios avistados e de sua área de ocupação.

Na última coleta de dados, realizada entre abril e maio deste ano, mais de quatro mil aves foram localizadas, sendo a maioria delas na Região Sul do Brasil, e cerca de 64% deles apenas em Santa Catarina. Foram identificados papagaios-de-peito-roxo também em Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e em países como a Argentina e o Paraguai.

De acordo com Jaime Martinez, coordenador do Projeto Charão e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, a cada ano é possível chegar mais perto da atual área de distribuição geográfica do papagaio-de-peito-roxo. “O programa aproximou a participação de um grande número de pessoas e instituições ao longo do território brasileiro, onde a espécie ocorre. Nesse período, foi possível novamente estabelecer e atualizar o conhecimento sobre o tamanho de uma população que vem preocupando a todos que atuam na conservação da diversidade biológica do Brasil”, afirma Martinez

Além da coleta de dados, a estratégia de proteção da espécie incluiu instalar caixas-ninho nas florestas, enfatizar a importância da manutenção das árvores velhas e ocadas aos proprietários de terras, para auxiliar na reprodução da espécie, além de incentivar a criação de áreas naturais, principalmente na forma de RPPNs (Reserva Particular do Patrimônio Natural).

A diretora executiva da Fundação Grupo Boticário, Malu Nunes, acrescenta que iniciativas como o Programa Nacional para a Conservação do Papagaio-de-peito-roxo são prioritárias para receber o apoio da instituição, por contribuir para a conservação de um dos ecossistemas mais ameaçados do Brasil – a Floresta com Araucárias –, proteger espécies em risco de extinção e promover a criação de unidades de conservação. “As ações desse programa estão entre as necessidades indicadas no Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Papagaios da Mata Atlântica, o chamado PAN dos Papagaios, que envolve o papagaio-de-peito-roxo e outras quatros espécies de papagaios (papagaio-charão, papagaio-de-cara-roxa, papagaio-verdadeiro e chauá) – sendo que todas elas já tiveram iniciativas apoiadas pela Fundação”, destaca Nunes.

Observação de aves como hobby cresce no Brasil

28 abril, 2017 às 17:36  |  por Ana Maria Ferrarini
Soldadinho-do-araripe. Foto: Aquasis

Soldadinho-do-araripe. Foto: Aquasis

Gonçalves Dias já dizia: “as aves que aqui gorjeiam, não gorjeiam como lá”. A rica biodiversidade brasileira estimula os olhos e ouvidos aguçados e as lentes a postos dos observadores de aves. Hoje (28/04) é o dia destes observadores, pessoas que praticam o hobby conhecido internacionalmente como birdwatching.

O ato de observar aves é bastante difundido na Inglaterra, mas os brasileiros se interessam cada vez mais por essa atividade. Há dez anos, o número de birdwatchers não chegava a dois mil. Hoje, de acordo com a Avistar Brasil, ONG que organiza o maior encontro de observação de aves da América Latina, o país tem mais de 35 mil praticantes, com potencial para chegar a 100 mil nos próximos três anos.
O Brasil é o segundo país do mundo com maior diversidade de aves, 1.809 segundo a BirdLife International, ficando atrás somente da Colômbia (1.877 espécies). Conheça um pouco mais sobre o birdwatching em cada um dos 6 ambientes naturais brasileiros:
Amazônia
A biodiversidade da Amazônia, bioma que abrange 9 estados do Norte, Nordeste e Centro-oeste do país é conhecida mundo afora e isso se reflete na diversidade de espécies de aves, aproximadamente 700. Para quem quer praticar birdwatching indica-se usar como base a cidade de Manaus. Muitas expedições saem da capital do Amazonas e levam o turista para visitar ilhas fluviais e a passeios na mata.
Os biomas do Pantanal, da Mata Atlântica e a Amazônia são os destinos mais conhecidos para a observação de aves, mas o Nordeste brasileiro também tem ótimas opções. Para quem quer conhecer um pouco mais sobre os pássaros que habitam a Caatinga, o estado do Ceará é parada obrigatória. A cidades mais buscadas são Guaramiranga e Quixadá (que conta com espécies como bacurauzinho-da-caatinga - Caprimulgus hirundinaceus) e também a região do Cariri (habitat do soldadinho-do-araripe - Antilophia bokermanni). Já para observar espécies como o periquito-cara-suja (Pyrrhura griseipectus) a mata úmida do Maciço de Baturité é a melhor opção.

Celeus obrieni. Foto: Acervo Fundação Grupo Boticário

Celeus obrieni. Foto: Acervo Fundação Grupo Boticário

Cerrado

Outra opção é fazer um passeio na região também conhecida como “savana brasileira”. A paisagem do Cerrado é cheia de árvores cascudas com troncos retorcidos, que sobrevivem a intenso calor, cachoeiras e cerca de 340 espécies de aves.  A maioria das excursões saem da cidade de Alto Paraíso (GO), a cerca de 400 km de Goiânia e 230 km de Brasília, e levam ao Parque Nacional da Chapa dos Veadeiros.

Mata Atlântica

Bando de Papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea). Foto: Jaime Martinez/Acervo Fundação Grupo Boticário

Bando de Papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea). Foto: Jaime Martinez/Acervo Fundação Grupo Boticário

Mais de 900 espécies de aves habitam a Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos do mundo em biodiversidade e que cobre territórios de 17 estados brasileiros. Deste total, 325 espécies de aves podem ser avistadas na Reserva Natural Salto Morato, localizada em Guaraqueçaba, no litoral norte do Paraná, a 163 quilômetros de Curitiba.  A Unidade de Conservação (UC) é mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza desde 1994 e, em 1999, foi reconhecida pela Unesco como Sítio do Patrimônio Natural da Humanidade. São 2.253 hectares que integram a maior área contínua de Mata Atlântica do Brasil.
Pampa

Patativa-tropeira. Foto: Marcio Repenning/Acervo Fundação Grupo Boticário

Patativa-tropeira. Foto: Marcio Repenning/Acervo Fundação Grupo Boticário

Mesmo tendo uma fauna expressiva, com quase 500 espécies de aves, o Pampa ainda não é tão explorado pelo hobby. O bioma, que abrange o Rio Grande do Sul, no Brasil, abriga mais de 10 espécies de aves globalmente ameaçadas de extinção como é o caso do veste-amarela (Xanthopsar flavus), dos caboclinhos (Sporophila palustris) e (Sporophila cinnamomea) e da noivinha-de-rabo-preto (Xolmis dominicanus).

Pantanal

O Pantanal tem como ave-símbolo o tuiuiú (Jabiru mycteria), ave que chega a ter 1,4 m de comprimento. Além dela, a prática de birdwatching, geralmente feita a partir de barcos, possibilita conhecer mais de 600 espécies de aves.  Um dos principais atrativos é o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, no município de Poconé, no Mato Grosso.

Projetos inovadores valorizam a cidade de Curitiba

5 dezembro, 2016 às 15:53  |  por Ana Maria Ferrarini
Coleção Sensações de Curitiba

Coleção Sensações de Curitiba

Desenvolver produtos e serviços inovadores que destaquem a capital paranaense. Esse é o objetivo do Concurso Curitiba Economia Criativa, organizado pelo Centro Europeu em parceria com a Agência Curitiba de Desenvolvimento. Os nove projetos selecionados participaram de uma rodada com investidores, e agora seguem para implantação.

Coleção CWB: Chuva

Coleção CWB: Chuva

Os projetos têm como base a iconografia da capital paranaense, que foi elaborada no Projeto Digitais Curitibanas, que teve início em setembro de 2014.  Ao todo, foram 66 projetos inscritos. Eles comtemplaram um dos cinco segmentos da economia criativa: design, moda, audiovisual, software de lazer e jogos de computador.

Para Carlos Sandrini, presidente do Centro Europeu, o concurso é de grande relevância para o futuro do segmento. “A economia criativa é um dos setores que guarda a empregabilidade do futuro. E é neste sentido que o Centro Europeu tem pautado e oferecido seus serviços em mais de 30 cursos de profissões. Nosso foco é estimular o espírito empreendedor e transformar nossos alunos em agentes fortalecedores da economia criativa”, detalha Sandrini.

Piá: passeando por Curitiba

Piá: passeando por Curitiba

Relação dos projetos selecionados:

 • Eco PetBox (caixa de transporte descartável para pets);

• Iconografia brasileira (bordados em diferentes peças de iconografia);

• Coleção Sensações de Curitiba (produtos que remetem a Curitiba);

• Sob Signos (luminária de teto econômica e sustentável feita em 3D);

• Conheça Curitiba (game sobre Curitiba apresentando seus pontos turísticos e culturais);

• Piá: passeando por Curitiba (game baseado em jogos de gerenciamento e adventure);

• Coleção CWB: Chuva (capa de chuva feita a partir de plástico, polipropileno e couro de peixe);

• Veste Guri (serviço de aluguel de roupas para casos emergenciais em relação a mudanças do clima);

• Via Viane (reutilização de retalhos em confecção).

Escolas Associadas da Unesco se reúnem para debater a sustentabilidade no planeta

28 setembro, 2016 às 16:57  |  por Ana Maria Ferrarini

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Ação conjunta entre os nove colégios curitibanos do PEA Unesco acontece nesta quinta (22) no Teatro Paiol. Conferência será no estilo TED Talks

No Ano Internacional do Entendimento Global, os colégios que fazem parte do Programa de Escolas Associadas (PEA) da Unesco participam de uma série de apresentações e debates sobre a sustentabilidade, e como ela pode transformar o mundo por meio de soluções inovadoras e criativas. Entre as escolas curitibanas associadas ao programa, a ação conjunta para a apresentação sobre o tema aconteceu no dia 22 desetembro, no Teatro Paiol.

“A ação conjunta é um evento plural, em que as nove instituições de ensino curitibanas associadas ao PEA levam seus alunos para apresentar ao público seus trabalhos e ideias para cuidar do planeta, no formato de conferências TED Talks”, explica a professora Adriana Karam, coordenadora regional do PEA Unesco no Paraná.

No Brasil, 300 escolas integram o programa, sendo nove de Curitiba: Colégio Opet, Colégio Bastos Maia, Bom Jesus, Colégio Positivo, Colégio Saint Germain, Nossa Senhora de Sion, Escola da Colina, Escola de Educação Especial São Francisco de Assis (Afece) e Escola Nilza Tartuce.

Cidadania Planetária

A noção da Cidadania Planetária baseia-se na visão unificadora de uma sociedade mundial. Ela compreende um conjunto de princípios, valores, atitudes e comportamentos universais, para que todas as pessoas possam perceber a Terra como uma única comunidade e possam atuar o cuidado e manutenção do planeta. O desafio estratégico do PEA Unesco é fazer com que as suas escolas possam ajudar de forma efetiva na construção dessa Cidadania Planetária.

Presente em 10 mil escolas de 181 países, o PEA foi criado no período pós Segunda Guerra para estender as ações da Unesco na Educação. Com sede em Paris, o programa busca criar uma rede internacional de escolas que trabalhem pela ideia da cultura da paz, promovendo a qualidade na educação e a busca pela justiça, liberdade e desenvolvimento humano na construção de uma cidadania planetária.

Após 20 anos, queixadas são encontrados no Parque Nacional do Iguaçu

28 setembro, 2016 às 16:46  |  por Ana Maria Ferrarini

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Câmeras espalhadas pelo Parque Nacional do Iguaçu, no oeste do Paraná, registraram imagens de queixadas (Tayassu pecari) – animais também conhecidos como porcos-do-mato – que não apareciam na região há mais de duas décadas. A descoberta surpreendeu os pesquisadores de um projeto que monitora a fauna do parque, apoiado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Segundo Carlos Rodrigo Brocardo, pesquisador do projeto e associado do Instituto Neotropical Pesquisa e Conservação, o desaparecimento do queixada no Parque Nacional do Iguaçu chegou a ser reportado em diversos trabalhos internacionais.

Originários das florestas tropicais das Américas, os queixadas correm risco de extinção em virtude, principalmente, da caça predatória e da destruição de habitat. Atualmente, estão extintos em El Salvador e considera-se que cinquenta por cento da sua área de distribuição possuí poucas chances de sobreviver em longo prazo. No Brasil, são considerados vulneráveis à extinção em todos os biomas do País, contudo, sendo raros em alguns, como é o caso da Mata Atlântica. Como se alimentam de frutos e vegetais, esses animais destacam-se pela sua contribuição na dispersão de sementes e por controlar o crescimento de plântulas, o que favorece a diversidade florestal.

Mais de 30 câmaras flagram presença de animais no Iguaçu

Clique em 02210031 para assistir!

O projeto que identificou a presença de queixadas no Parque Nacional do Iguaçu é o “Mamíferos como indicadores da saúde do ecossistema Floresta com Araucárias”, desenvolvido pelo Instituto Neotropical Pesquisa e Conservação, com apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

“A ocorrência de animais ameaçados de extinção em unidades de conservação pode ser um sinal de que o ecossistema está bem protegido; por isso apoiamos esse projeto que analisa a presença dessas espécies dentro do Parque Nacional do Iguaçu, para identificar o nível de ameaça e, posteriormente, criar um plano de ação para conservá-las”, explica a diretora executiva da Fundação Grupo Boticário, Malu Nunes.

Segundo o pesquisador Carlos, desde março deste ano, 30 câmeras foram instaladas em vários pontos estratégicos do Parque Nacional do Iguaçu. Diferentes espécies já foram flagradas, como onça-pintada (Panthera onca), cutia (Dasyprocta azarae), tamanduá-bandeira(Myrmecophaga tridactyla) e anta (Tapirus terrestris).

Abertas inscrições para Mostra Animal de Cinema 2017

28 setembro, 2016 às 16:40  |  por Ana Maria Ferrarini
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Estão abertas as inscrições para a “VII Mostra Internacional de Cinema pelos Animais – Mostra Animal 2017, em Curitiba/PR”. Cineastas profissionais ou amadores, brasileiros ou estrangeiros, podem inscrever filmes de qualquer duração (longa, média ou curta metragem) que abordem as questões oriundas do relacionamento do ser humano com os animais não-humanos, visando desenvolver na sociedade um maior respeito aos últimos, além de incutir e disseminar a ideia de que não existe, cientificamente falando, absolutamente nada na espécie humana que nos confira o direito de explorar os demais animais do orbe terrestre.
Nas últimas edições, a Mostra Animal se desdobrou em exibições itinerantes em diversas cidades, como em Florianópolis/SC, Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/SP, Brasília/DF e Recife/PE. Em maio desse ano, a Mostra trouxe filmes de diversos países ao público brasileiro, entre eles Alemanha, Estados Unidos, Israel, Canadá, Inglaterra, Noruega e Hungria, abordando diversos temas relacionados aos animais, desde o amor entre tutores e seus cães e gatos à luta para a preservação das gigantescas baleias.
“Em 2017, queremos repetir o sucesso das edições anteriores. Pessoas apaixonadas por animais formam um público naturalmente apoiador da Mostra”, fala Ricardo Laurino, presidente da SVB, Sociedade Vegetariana Brasileira, “mas o tema dos direitos animais sensibiliza outros públicos também, como ecologistas, defensores da abolição de testes farmacológicos em animais, pessoas que lutam contra o uso de pele ou couro animal na indústria de moda.”
Idealizada pelo Grupo Curitiba da SVB, a Mostra Animal ocorrerá nos dias 18 e 19 de março de 2017, no Cine Guarani, em parceria com a Fundação Cultural de Curitiba. Ricardo explica que qualquer pessoa pode colocar uma câmera nas mãos e gravar seu vídeo abordando um aspecto de como se desenvolve a interação entre humanos e animais. Além de vídeos amadores, a Mostra contará com filmes consagrados sobre o tema e que já viajaram o mundo. Ele complementa: “Estamos abrindo a temporada de caça, mas desta vez caçaremos em favor dos animais, abrindo oportunidades para filmes em que a história seja contada do ponto de vista deles, digamos assim.”
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no sitewww.mostraanimal.com.br, na página “Inscrições de Filmes”, até o dia 01 de novembro de 2016. A Mostra Animal é um evento organizado pela SVB em parceria com a Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura da Cidade.
SERVIÇO: Mostra Animal 2017 – 18 e 19 de março – Inscrições de filmes até 01 de Novembro – Cine Guarani

Contagem regressiva para o maior Festival de Cinema Socioambiental do sul do país

28 setembro, 2016 às 16:37  |  por Ana Maria Ferrarini

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O Festival Internacional de Cinema Socioambiental (Planeta.Doc) chega à terceira edição em 2016 já consolidado como o maior evento do gênero no sul do país e um dos principais do Brasil. No ano passado foram mais de 900 filmes inscritos na mostra competitiva, com a exibição gratuita de 83 obras e o envolvimento de estudantes de ensino médio, fundamental e universitário de todo o Estado de Santa Catarina. Para este ano o Planeta.Doc aportará em Florianópolis entre 21 de outubro e 13 de novembro com uma extensa programação aberta ao público.

No total, cerca de 80 filmes premiados em eventos como Sundance, Cannes e Festival de Cinema de Berlim sobre temas relacionados ao nosso planeta serão exibidos gratuitamente em universidades, espaços culturais públicos, cineclubes, escolas de ensino médio e fundamental. Entre os espaços previstos na Capital estão a UFSC, Udesc, Sapiens Parque, Centro Integrado de Cultura (CIC), Fundação Cultural Badesc, SESC Prainha, Instituto Estadual de Educação e Instituto Padre Vilson Groh. Em parceria com a UDESC, as sessões também serão realizadas para estudantes em Lages, Ibirama e Laguna, além de Florianópolis.

“É motivo de muito orgulho promover um festival de informação e educação que revela e debate a dimensão do impacto ambiental das sociedades humanas. O Planeta.Doc desperta uma profunda reflexão sobre a construção de sociedades mais sustentáveis e inclusivas”, explica Mônica Linhares, produtora cultural e diretora do evento. A programação também será composta pelas mostras não-competitivas Cidades Humanas, Planeta.Doc Lixo Zero, Ecozine Festival Internacional de Cine y Medio Ambiente de Zaragoza, Cinemateca da Embaixada da França e Mostra Diretores.

Outro destaque será o Planeta.Doc Conferências, nos dias 3 e 4 de novembro, com participação de cientistas e especialistas na área socioambiental. Os encontros acontecerão no Auditório Garapuvu da Universidade Federal de Santa Catarina. “Nossa missão como Festival de Cinema Socioambiental é mostrar por meio de filmes as práticas geradas internacionalmente para a promoção da sustentabilidade, com foco nas inovações que incidam positivamente na preservação e na melhoria da qualidade de vida”, destaca Mônica.

O Planeta.Doc 2016 tem o patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura de Florianópolis e Fundação Franklin Cascaes, e apoio cultural da Neoway Business Solutions, Resort Costão do Santinho e Digilab. Apoio institucional da Udesc, UFSC, Unisul, Fundação Certi, Sapiens Parque, Assembleia Legislativa de Santa Catarina, Fundação Catarinense de Cultura, Secretaria de Educação de Florianópolis, Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina, Cinemateca da Embaixada da França no Brasil, Embaixada da França no Brasil, Instituto Francês, Embaixada da Espanha, Fundação Cultural Badesc, SESC em Santa Catarina e Instituto Estadual de Educação. São parceiros do Festival o Instituto Lixo Zero Brasil, Semana Lixo Zero, Ecozine Festival Internacional de Cine y Medio Ambiente de Zaragoza,, Cineclube Presença, CineClube Iphan, Aequo Sustentabilidade, TV UFSC e Projeto Guarani Serra Geral.

Lançados guias para preservação de cavernas e manejo sustentável do Patrimônio Ambiental

18 agosto, 2016 às 16:35  |  por Ana Maria Ferrarini

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A Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE), Votorantim Cimentos e Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA) apresentaram os principais resultados desenvolvidos ao longo dos cinco anos de colaboração conjunta entre as organizações, e lançaram o Guia de Boas Práticas Ambientais na Mineração de Calcário em Áreas Cársticas, que busca contribuir para a preservação de cavernas, e o Plano de Gestão Territorial Sustentável, voltado ao manejo sustentável do Patrimônio Ambiental.

Desenvolvido como uma ferramenta para classificar ativos em propriedades particulares, o Plano de Gestão Territorial Sustentável (PGTS) foi construído de forma conjunta pela cooperação a partir da identificação de uma lacuna no mercado em relação ao tema.

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O Guia de Boas Práticas Ambientais na Mineração de Calcário em Áreas Cársticas, desenvolvido pela SBE em parceria com a Votorantim Cimentos e com a Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, tem como principal objetivo a conservação de cavernas. Atualmente, cerca de 70% das cavernas se desenvolvem em áreas cársticas (com presença de calcário).

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Busca disponibilizar à sociedade informações sobre os ambientes cársticos, seus processos formadores, sua importância ecológica e evolutiva e as boas práticas do setor, muitas vezes desconhecidas, contribuindo para conscientizar profissionais da mineração sobre a importância desses ambientes e sua vulnerabilidade.Esta é a primeira publicação que relaciona as atividades extrativas ao sistema cárstico, temas de grande relevância no setor de mineração, mas até então abordados de forma isolada.

Ambas publicações estão disponíveis gratuitamente para o público em formato digital nos links:

Plano de Gestão Territorial Sustentável
Guia de Boas Práticas Ambientais na Mineração de Calcário em Áreas Cársticas

Robôs feitos de materiais recicláveis desenvolvem a criatividade de crianças e adolescentes

1 agosto, 2016 às 14:59  |  por Ana Maria Ferrarini

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Que tal deixar de ser apenas um usuário da tecnologia e mergulhar em suas ferramentas, saber como funcionam e por meio delas aprender Matemática, Física, Química? E por que não aliar essa atitude ao reaproveitamento de materiais recicláveis? Essa é a ideia de Lucas Filipak, professor, analista de sistemas e aluno do Mestrado em Educação e Novas Tecnologias do Centro Universitário Internacional Uninter.

O projeto Robótica Pedagógica com Materiais Recicláveis mostra, na prática, como funcionam algumas matérias escolares, ensina a pensar de maneira rápida e lógica, e estimula a criatividade e o trabalho em equipe durante a montagem de um carro-robô com produtos reciclados. São materiais simples, de baixo custo ou que podem ser encontrados em casa, como palitos de picolé, espaguete de piscina, pilhas e peças de antigos computadores.

“Meu objetivo é evoluir e tornar essa robótica sustentável uma ferramenta interdisciplinar em escolas e universidades”, explica o professor.  A aula já fascina as crianças e adolescentes do Colégio Estadual Santa Cândida, em Curitiba, e se depender de Filipak, vai encantar também estudantes em cursos superiores de Pedagogia e Letras, que vão poder passar esses conhecimentos para seus futuros alunos.