Marianna Camargo

  • Bruna Alcantara inaugura primeira mostra individual em Curitiba

                                                                                  

    Força e sensibilidade: após uma década de trabalho, artista visual Bruna Alcantara faz primeira exposição individual em Curitiba

    “Estou usando meu corpo para contar a história de muitas mulheres”

    Com cerca de dez anos de dedicação à arte, a jornalista e artista visual Bruna Alcantara inaugura sua primeira expósição individual, em Curitiba. 

    A mostra “Derivações Para Uma Mártir” abre neste sábado, 11, às 14h, na Alfaiataria Espaço de Artes e fica aberta ao público até 11 de outubro, de terça a sexta, das 14h às 18h.

    Com pautas políticas, feministas, sociais, sobre igualdade de gênero, maternidade e que também abordam o corpo da mulher, Bruna Alcantara tem ganhado cada vez mais notoriedade pelo amadurecimento artístico, pelas reflexões e críticas sociais seguras que propõe. Já expôs as obras em Portugal, no Líbano (Beirute), Egito (Cairo) e em diferentes locais do Brasil como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

    Esta mesma exposição esteve em São Paulo, em 2019, em um projeto da Secretaria Municipal de Cultura da capital paulista, e reúne cerca de 40 obras dos primeiros cinco anos de trabalho, desde a época em que morou na cidade do Porto, em Portugal, até o retorno ao Brasil. As intervenções podem ser vistas de diferentes formas como bordado, fotografia, colagem e lambe-lambe, sempre propondo uma provocação sobre a mulher contemporânea e que vai além do ponto de vista estético, como observa a curadora da mostra, Michele Micheletto.

    O nome da exposição vem de uma alusão a vida da mulher contemporânea. Tanto nas questões reprodutivas, de gerar a vida e de cuidados da família, quanto na questão de enfrentar suas jornadas contínuas de trabalho, dentro e fora de casa. Problemas de desigualdades de gênero, de salários, de jornadas, de comportamentos esperados e pautados numa cultura machista, que fazem da vida das mulheres contemporâneas verdadeiras batalhas. Nesse sentido, enfrentar essas derivações sociais e culturais, é formar uma mártir”.



    A ARTISTA 

    Bruna Alcantara nasceu em Jacarezinho, no interior do Paraná. Desde a infância teve a arte muito presente na vida, já que os avós sempre trabalharam com teatro. Além disso, gostava de desenhar, fez aulas de pintura e aprendeu a bordar com a mãe. Porém, foi com o jornalismo que descobriu a paixão pela fotografia e a possibilidade de fazer arte.

    O bordado retornou de forma intensa quando a artista foi embora para Portugal cursar um mestrado. Sozinha e grávida em outro país, Bruna encontrou nas agulhas uma lembrança afetiva e um consolo para os momentos de solidão.

    Assim nasceu a série de autorretratos de gravidez e pós-parto, que eu e o Tom, meu filho, fazemos até hoje - e ele já tem 6 anos”, explica Bruna.

    A união de fotografia e bordado não foi algo pensado, apenas aconteceu e ganhou forma com o tempo para abordar questões feministas e sociais históricas e do dia a dia.

    Quando comecei a imprimir as fotos em preto e branco, eu senti que faltava algo que não era propriamente a cor da imagem fotográfica. Faltava mais sentimento naquilo, por isso comecei a bordar por cima das fotografias e a fazer colagens. E depois disso eu passei a bordar tudo: cinta pós-parto, sutiã de amamentação, por exemplo. Agora, com um processo artístico desenvolvido, posso dizer que tenho muitas referências estéticas que me levam a fazer meu trabalho como ele é”, avalia a artista.

    PROCESSO DE CRIAÇÃO 

    Tanto em Portugal quanto no Brasil, fotografias antigas de pessoas desconhecidas estão presentes na arte proposta. A busca por estas histórias é feita principalmente em sebos. A partir do olhar, cada personagem é escolhido e as histórias são recriadas.

    As primeiras obras trazem questões pessoais da artista, como a maternidade. Assim, apostou em autorretratos para expressar sentimentos compartilhados por tantas mulheres. Este processo espontâneo é o caminho de Bruna Alcantara para os trabalhos íntimos e para os que são mais políticos que acabam pautados por fatos do país e do mundo, como a atual situação do Afeganistão, que voltou a ser comandado pelo Talibã e coloca em cheque diversos avanços no que diz respeito às conquistas das mulheres. Atualmente, a artista ilustrou matéria da Folha de São Paulo sobre o assunto.

    É 2021 e o movimento feminista reacende a importância de nós falarmos por nós mesmas. Dentro disso, assuntos como maternidade, o direito dos nossos filhos, a liberdade dos nossos corpos políticos, o nosso próprio direito ao espaço público e às cidades, estão gerando discussão. E meu trabalho é também sobre isso: sobre a necessidade de contar a minha história, que é a mesma história de milhões de outras mulheres. Estou usando meu corpo para contar a história de muitas mulheres”, defende Bruna Alcantara.

    A curadora Michele Micheletto reforça o potencial deste trabalho que consegue abordar temas tão complexos de uma forma potente e que, de uma maneira ou de outra, conversa com diversos públicos.

    Com as críticas feitas através da sua costura nas fotos antigas, bordando palavras em linha vermelha, ela aborda temas complexos, deixando-os de fácil entendimento, por vezes num tom de ‘memes’. Fotos cortadas, coladas, suturadas, passando as mensagens de maneira simples e potentes, é impossível passar por um trabalho dela e não pensar a respeito, trazendo questionamentos fundamentais nos nossos tempos”, explica a responsável pela organização da exposição.



    OCUPANDO AS RUAS 

    Além das intervenções em fotografias - que estarão expostas para o público - quem anda pelas ruas de Curitiba pode encontrar os trabalhos de Bruna espalhados em forma de lambe, técnica que ela usa para alcançar o público e estabelecer um diálogo por meio da arte.

    ALFAIATARIA ESPAÇO DE ARTES 

    Assim como as obras de Bruna Alcantara, o espaço escolhido para a exposição também possui força e significado. A Alfaiataria está localizada em um prédio com 130 anos, na rua Riachuelo, a primeira de Curitiba.

    Fundado em 1932 pelo alfaiate e pintor Guilherme Matter, o local tinha como atividade principal a confecção de uniformes militares. Na década de 90 a loja se popularizou e começou a ser procurada por artistas de teatro, grupos punks e pela comunidade LGBT para a compra de acessórios de época.

    Após o fechamento, em 2017, o prédio de três andares foi transformado em um espaço cultural onde são promovidas diferentes ações como apresentações de teatro, dança, música, exposições e performances.



    SERVIÇO

    EXPOSIÇÃO: DERIVAÇÕES PARA UMA MÁRTIR

    ARTISTA: BRUNA ALCANTARA

    ABERTURA: 11/09/2021

    ENCERRAMENTO: 11/10/2021

    HORÁRIO: DE TERÇA A SEXTA, DAS 14H ÀS 18H

    LOCAL: ALFAIATARIA ESPAÇO DE ARTES

    ENDEREÇO: RUA RIACHUELO, Nº 274, CENTRO/CURITIBA

    FOTOS: BRUNO SANTOS

  • Palacete dos Leões reabre com mostra de Teca Sandrini

     

    Foto: Divulgação/BRDE

    Reabre hoje, 4 de agosto, o Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões - mediante agendamento, com a mostra com a exposição “O Que Resta”, da artista Teca Sandrini. Os horários podem ser consultados no site da instituição.

    “O que resta agora é só cuidar e tratar as pessoas com mais afeto e carinho”. É assim que Sandrini define sua exposição, composta por pinturas de grandes dimensões, desenhos, esculturas e objetos. “O nome se refere a uma pessoa com idade avançada, como eu. Nos meus 77 anos de idade, o que coloquei nessa exposição foi o afeto, por isso as obras são grandes, é para que o público se sinta dentro da pintura, se envolva comigo como artista”. 

    Nas palavras da crítica de arte Maria José Justino, que assina a curadoria da exposição, o trabalho de Teca “é inseparável de sua existência” e os papéis de criadora e criatura se confundem constantemente.

    “As retinas fatigadas de Sandrini prosseguem executando a sua reforma doméstica. A pintura continua passional, dramática, brutal, moldada quase que exclusivamente pela cor, que inscreve, no branco da tela, traços cruéis e fortes”, escreve Justino em seu texto “Teca Sandrini, água de todas as possibilidades”.

    A artista também trouxe acessibilidade aos deficientes visuais em sua exposição. “Nós fizemos cada trabalho com um QR Code, no qual descrevo para a pessoa como eu fiz aquela obra, porque a fiz e como eu senti”, completa a artista.

    Além disso, a exposição da artista pode ser vista também de maneira digital, com uma experiência imersiva elaborada pelos fotógrafos e designers Cristiane e Ricardo Macedo. Acesse aqui o Tour Virtual.

    RETOMADA 

    Para o retorno de suas atividades presenciais, o Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões buscou formas de proporcionar um ambiente seguro aos seus colaboradores e visitantes. Adotou o agendamento das visitas, protocolos sanitários e a certificação da Local Confiável, uma startup que faz o monitoramento local em tempo real das normas sanitárias dos estabelecimentos.

    “Após a adequação do Espaço Cultural BRDE, foram instalados QR Codes e, periodicamente, enviamos relatórios e soluções para adaptar quaisquer apontamentos e manter a certificação sempre ativa”, explica a CEO da Local Confiável, Brunna Veiga.

    A retomada é tratada com extrema importância e entusiasmo pelo BRDE. “Para nós, foi uma grande tristeza permanecer tanto tempo com as portas fechadas durante a pandemia. Por isso, estamos muito felizes que a arte possa trazer novamente alegria e conforto, afinal, isso também auxilia a população com a saúde mental”, afirma o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley.

    A ARTISTA – Estela "Teca" Sandrini é formada em pintura na Escola de Música e Belas Artes do Paraná e tem especialização em Antropologia Filosófica pela Universidade Federal do Paraná. Trabalhou no ateliê do professor Juan Carlo Labourdette, em Buenos Aires, e no Maryland Institute of Art, nos Estados Unidos.

    Entre 2011 e 2017, foi diretora cultural do Museu Oscar Niemeyer. Participou de diversas exposições coletivas e individuais no Brasil e no Exterior e possui obras em importantes acervos institucionais. 

    A exposição “O que resta”, de Teca Sandrini, foi selecionada pelo Programa de Artes Visuais do Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões e foi viabilizada por meio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo da Ademilar Consórcio de Imóveis.

    ESPAÇO – Inaugurado em junho de 2005, o Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, localizado em Curitiba, é mantido e coordenado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul. Oferecendo uma programação gratuita, realiza exposições e atividades relacionadas à arte contemporânea, arquitetura, história e patrimônio cultural. Sua programação contempla um programa de mostras temporárias de artistas nacionais e de exposições em parceria com outras instituições culturais. 

    Serviço

    Reabertura do Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões com exposição de Teca Sandrini

    “O QUE RESTA – Teca Sandrini”

    Período expositivo: de 4 de agosto a 10 de setembro

    Local: Salas 1 e 2

    Visitas presenciais devem ser agendadas pelo site.

    Horário de visitação: de terça a sexta, 13h às 17h, mediante agendamento www.brde.com.br/palacete

    Local: Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, Av. João Gualberto, 570 – Alto da Glória, Curitiba – PR

    Entrada Gratuita

    Na internet: www.brde.com.br 

    Redes sociais: @brdeoficial

    Entrevistas e declarações para a imprensa:   

    Editora MPM Comunicação

    Telefone: (11) 3682-5456 ou (41) 99788-0089 - Mellanie Anversa. 

    E-mail: atendimento1@mpmcomunicacao.com.br 

    Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul

    Telefones: (41) 3219-8186 / (41) 98844-0674.

    E-mail: renata.todescato@brde.com.br.

    Renata Todescato, assessora de comunicação.

  • Uiara Bartira comemora 40 anos de trajetória com mostra e eventos

    A artista Uiara Bartira inaugura a exposição “O Silêncio e a Eroticidade da Gravura”, dia 10 de agosto, terça, das 10 às 18h, no Museu Municipal de Arte (MuMA),  e celebra a história de 40 anos de sua trajetória. Várias atividades estão previstas para marcar a data.

    Por conta da pandemia não haverá evento de abertura da exposição. O momento de confraternização se dará no dia da mesa redonda e lançamento do livro que acontecerá no dia 30 de setembro, quando então, a maioria da população já estará vacinada, em horário ainda a ser determinado de acordo com a bandeira em Curitiba.

    A mostra apresenta cerca de 150 gravuras que pontuam os mais de 40 anos da sua trajetória artística - parte do acervo do Museu da Gravura Cidade de Curitiba e da coleção particular da artista, além de obras atuais, com técnicas de Gravura em metal, Litografia, Xilogravura, Monoprint e Fotogravura.

     

    Além da mostra, será lançado um livro que documenta e celebra sua trajetória - que caminha junto à história da arte paranaense- com registros de obras vindas dos acervos dos Museus de Arte Contemporânea do Paraná e de São Paulo (MAC-PR e MAC-SP), Museu Oscar Niemeyer (MON), Museu de Arte Brasileira (FAAP), Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), Museu  de Arte do Espírito Santo (MAES), Museu de Arte Latinoamericana da Universidade de Essex, na Inglaterra, National Gallery of Camberra, na Austrália e também obras relevantes de coleções particulares.

     

    A publicação conta também com fragmentos de textos críticos já existentes, descrição dos diferentes processos de produção, poemas, etc, além do texto do crítico Agnaldo Farias e texto de apresentação de Margarita Sansone.

     

    Tanto a exposição como o livro ressaltam a importância do trabalho de Uiara Bartira para a gravura brasileira, assim como solidifica toda uma geração pós-moderna que abre o caminho da Arte Contemporânea no Paraná com um legado de rompimento de limites para as novas gerações.

     

    De acordo com o professor José Roberto Teixeira Leite em seu livro “Gravuras do Paraná”, Uiara é a primeira mulher mestra da gravura local, conforme a ordem descrita por ele: Guido Viaro, Poty Lazzarotto, Fernando Calderari, Uiara Bartira e Denise Roman, o que coloca Curitiba como polo da gravura no Estado do Paraná e assim, rompe o eixo Rio/São Paulo nos anos 1980.

     

    Algumas atividades estão programadas durante o período expositivo, de 10 de agostoa 10 de novembro, como visita guiada pela exposição, mesa redonda com convidados, lançamento do livro e palestra, que serão divulgados posteriormente.

     

    Sobre a artista

    A artista visual Uiara Bartira nasceu em Curitiba e formou-se em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP). Estudou Gravura e Pintura com Fernando Calderari e depois concluiu uma especialização em Gravura de Metal e Desenho na The Art Students League e outra em Fotogravura no Bob Blackburn Workshop, em Nova Iorque. Pós-graduou-se em Fotografia e Processos de Construção de Imagens na Universidade Tuiuti do Paraná. Implantou e dirigiu o Museu da Gravura em Curitiba entre 1989 e 1992. Participa de diversas exposições individuais e coletivas e como professora dedica-se a diferentes cursos de teoria e práticas artísticas.

     

    O projeto foi viabilizado por intermédio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, com apoio das empresas Paraná Metrologia, OpusMúltipla, Trombini Embalagens e Cartrom Embalagens.

     

     

     

    Crédito das fotos

    Foto da artista Uiara Bartira: Izabela Milita

    Foto da série Geometria da Luz: Ricardo Macedo

    Serviço:

    Exposição “O Silêncio e a Eroticidade da Gravura” – Uiara Bartira

    Local: Museu Municipal de Arte (MuMA).

    Data de abertura: 10 de agosto, terça

    Horário: das 10 às 18h

    Entrada gratuita

    A permissão para entrada no museu é de 30 pessoas no máximo, com medição de temperatura.

    Agendamento pode ser feito pelo site ou plataformas virtuais:

    https://uiarabartira. wixsite.com/website

    facebook.com/UIARA-BARTIRA

    Período expositivo: 10 de agosto a 10 de novembro de 2021

    Endereço: Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão - Portão

    Horário de funcionamento:10hàs 19h (3ª feira a domingo)

    Contato: (41) 3329-2801

    portaocultural@fcc.curitiba.pr.gov.br

     

    Aquisição e disponibilidade das obras:

    Márcia Aracheski Escritório de Arte

    (41) 9 8819.9303

    marcia.aracheski@gmail.com

     

    Informações para a imprensa:

    Marianna Camargo

    Palavra – Assessoria de Comunicação

    55 41 9 9956-2684

    palavramariannacamargo@gmail.com

    facebook.com/palavramariannacamargo

     

     

  • Curitiba sedia evento de vídeo experimental on-line


    O EXEXEX Festival de vídeo experimental será apresentado ao público no dia 31 de julho de 2021, às 10h, com o objetivo de promover reflexões sobre as novas articulações do vídeo e sobre questões a cerca das novas formas de espacialidade, exibição de videos como forma de arte e as mais recentes modalidades de comercialização de obras audiovisuais. 
    Com curadoria assinada por Aricia Machado, artista visual e professora; Flávio Carvalho artista me-dia art, curador da Bienal de Curitiba, pesquisador e diretor de arte; Guilherme Zawa, artista visual e curador da AIREZ Crypto Art Gallery, o evento reúne produções em vídeo de artistas brasileiros.
    No dia 31 pela manhã será a abertura da exposição EXPOEX 21', composta de Artistas selecionados pela AIREZ Galeria e também do projeto Video Correspondências.
    A seleção para o EXPOEX 21’ aconteceu através de convocatória aberta e selecionou artistas de diversas partes do país, já o projeto Video Correspondências foi desenvolvido durante a disciplina de Videoarte e Videoinstalação e coordenado pela professora Aricia Machado do curso de Cinema e Audiovisual Unespar.
    O projeto aconteceu em 2020 quando os alunos em meio a pandemia trocaram as cegas vídeos entre si colocando sua reflexões sobre seus cotidianos e sentimentos evocados pelo momento de pandemia da COVID 19.
    Os trabalhos poderão ser visualizados através de plataforma digital dedicada à visualização e interação com exposições de arte Mozilla Hubs. O link para o lançamento será disponibilizado às 9h da manhã do dia 31 pelo site http://exexex.art.br. As exposições ficarão no até o dia 29 de agosto.
    O evento também apresentará na parte da tarde mesa redonda com o artista Guerreiro do Divino Amor, finalista do Prêmio Pipa de 2019 e VJ Vigas mediada pela artista visual e professora Arícia Machado. A mesa visa refletir sobre diferentes processos artísticos, e suas relações com o espaço urbano e outros dispositivos audiovisuais que o Cinema ou a Galeria. Na mesma tarde, uma conversa sobre NFTs e os novos rumos do mercado de arte com a NFTrend será conduzida pelo artista visual e curador da AIREZ Guilherme Zawa. O Festival  tem parceria do CinePasseio / Fundação Cultural de Curitiba.
    Galeria de Curitiba é uma das primeiras galerias de arte do Brasil a focar exclusivamente em NFTs

    A AIREZ Galeria, fundada em 2015, se torna neste ano uma galeria de arte exclusivamente dedicada a venda de obras em formato NFT. NFT, sigla em inglês para Token não-fungível, é uma nova forma de se comercializar arte. Guilherme Zawa, artista e curador da galeria, comenta que “as NFTs surgiram na esteira das criptomoedas, mas acabaram por resolver um problema antigo entre artistas de vídeo ou suportes alternativos que era o de como comercializar estas obras. As NFTs resolvem muito bem isso e inauguram uma nova era para estes artistas” conclui o curador da AIREZ que já foi sede para o evento The Wrong - New Digital Art Biennale que apresentou diversos artistas de GIF e Video.

    Embora ainda desconhecida do grande público as NFTs parecem já ter se estabelecido no exterior, tanto é que a famosa casa de leilões Sotheby’s vendeu este ano uma obra digital NFT por 16 milhões de dólares. Zawa comenta que “as NFTs não são mais um experimento, pois já se encontram consolidadas. É uma nova era para colecionadores também.” A AIREZ vai apresentar no mês de julho uma nova leva de artistas junto à outros que já eram representados pela galeria antes. Entre eles está o artista argentino Franco Palioff, formado em engenharia nuclear e que se aplica à construção de obras de arte em 3D, realidade virtual e até robôs. Com o intuito de descobrir novos artistas que vendam suas obras como NFTs a AIREZ anunciou um prêmio de aquisição e representação. O ganhador será anunciado no dia 31 de julho. Para saber mais acesse: http://airez.art.br

    Mais informações:
    Instagram: @exexex.art
    Site: http://exexex.art.br
    pautas: imprensa@exexex.art.br
    Info: contato@exexex.art.br
    41.99969.5028 - Ana / Guilherme (seg - sex / 14h - 18h )
    Serviço:
    EXEXEX Festival de Vídeo Experimental
    Local: On-line
    Data: 31 de julho
    Exposição: 31 de julho - 31 de agosto
    Palestras: 31 de julho - 15h e 17h.
    Gratuito

  • Teca Sandrini inaugura exposição no MuMA

    A artista Estela Sandrini, mais conhecida como Teca, inaugura neste sábado, dia 10/07, às 11 horas, a exposição "O Sentido do Olhar", no Museu Municipal de Arte de Curitiba, o MuMA.

    Pensada para receber todos os públicos, conta com áudio descrição de todas as 20 obras e, duas delas, possuem releituras em alto relevo - pensadas para pessoas com deficiência visual.

    A visitação acontece de terça a domingo, com entrada gratuita, até o dia 10 de outubro.

    Sobre a artista

    Estela Sandrini é formada em pintura na Escola de Música e Belas Artes do Paraná, tem especialização em Antropologia filosófica pela Universidade Federal do Paraná. Trabalhou no ateliê do Professor Juan Carlo Labourdette, em Buenos Aires e no Maryland Institute of Art, nos Estados Unidos.

    Participou de diversas exposições coletivas e individuais dentro e fora do país, em instituições como a Fundação Cultural de Curitiba (PR), Katzenstein Gallery (EUA), Brazilian-American Cultural Institute (EUA), Museu de Arte Contemporânea do Paraná (PR), Galeria de Arte Banestado (PR), Fundación Centro de Estudios Brasileños (AR), Museu Metropolitano de Arte de Curitiba (PR), Art at Format (EUA), Conjunto Cultural da Caixa, (BA), Ecomuseu de ITAIPU (PR), Centro Cultural Jorge Luis Borges (AR), Embaixada do Brasil (PAR), Galeria de Arte do Banco Itaú (SP). De 2011 a 2017 foi Diretora Cultural do Museu Oscar Niemeyer. Foi selecionada e premiada em diversos salões oficiais pelo Brasil.

    Serviço:

    Exposição " O Sentido do Olhar", de Teca Sandrini

    Local: Museu Municipal de Arte (MuMA) – Portão Cultural

    Endereço: Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão - Portão

    Abertura: 10 de julho, sábado, às 11 horas

    Até dia 10 de outubro de 2021

    Entrada gratuita

    Horário de funcionamento:

    10h às 19h (3ª feira a domingo)

    Contato: (41) 3329-2801

    portaocultural@fcc.curitiba.pr.gov.br

  • Neiton Nunes inaugura a mostra VIDEA

    Foto: Rafael Amaral

    O artista Neiton Nunes, que assina também como Árvore1 e Tri, inaugura a exposição VIDEA, nesta quarta, dia 07/07, às 19 horas, no Quiat Gastronomia e Arte. A mostra compõe 14 obras, entre elas uma serigrafia. O artista trabalha com diversas técnicas em suas obras, tanto no ateliê como na rua, assim como (de caráter sempre experimental/estudo) sobre diversos suportes. Atualmente aplica um mix de tintas e pigmentos em ‘pintura reversa sobre o vidro’, onde o vidro atua como complemento para sua expressão e não somente como um suporte.

     

    Sobre o artista

    Neiton Nunes da Neves Junior é artista, escritor de grafite e designer gráfico. Participou de inúmeras mostras coletivas e individuais, sendo as mais recentes YATSURA de Curitiba (Local Studio - São Paulo/SP) e "Janela" (2018/2019), junto com Marciel Conrado (Tetra Gallery – Curitiba/PR). Em 2010 “e 2013, respectivamente, esteve nas coletivas “Monstros de Curitiba” no MUMA e” Inquietações/Contradições”, no Espaço Culturas da Caixa.

    Realizou, ainda em 2010, a exposição de pinturas na galeria ACASA, para o evento “The Way We Run”, organizado pela marca Allstar CONVERSE. Entre 2015 e 2016, fez uma individual chamada "TR31s” no Bar do Fogo (Curitiba/PR) e atuou no debate do evento Creative Mornings sobre o Tabu do Pixo (Curitiba/PR).

    Para conhecer mais o trabalho de Neiton Nunes , o instagram é: @arvorum

     

     Texto expositivo “Videa”, de NeitonNunes, por Paulo F. de Medeiros

    O vidro plano revelando sua natureza de gema de cristal: mil faces sobrepujando as restrições simbólicas. A tinta, depositada sobre o suporte, não mais como opacidade, mas sim, revelando transparência fantástica (uma lente para o espírito).

    Poesia desde a paleta aos rebentos do gesto. É esse o refinamento que as obras de Neiton Nunes exigem. Cada forma legítimo magnetismo conceitual.

    Neiton Nunes, artista de longa data, faz da sublimação das experiências uma rotina. Paranaense, traz o comportamento climático da capital em sua arte. É um convite lúdico ao olhar. Quando se pensa em uma síntese... outra face toma o poder.

     

    Sobre o espaço

    O Quiat Gastronomia e Arte, além das refeições saborosas e do ambiente acolhedor, tem sido desde sua fundação também um ponto de encontro e de circulação de arte. Nessa nova fase do restaurante, o objetivo tem sido ampliar ainda mais a conexão com a arte urbana, promovendo exposições de artistas que transitam entre as ruas e as galerias e criando um espaço de diálogo e de conexão.

     

    Fotos: Bruno Couto

    Serviço:

    Abertura da exposição VIDEA, de Neiton Nunes

    Data: 07/07/2021, quarta

    Horário: 19h às 22h

    Período expositivo: 07/07 a 07/10/2021

    Local: Quiat Gastronomia e Arte

    Funcionamento: segunda a sábado, das 11h20 às 14h30 (Após a pandemia o horário será estendido).

    Endereço: Rua Fernando Simas, 334. Curitiba (PR).

    Contatos:

    www.facebook.com/quiatgastronomia

    www.instagram.com/quiatgastronomia

    quiatbar@gmail.com

    (41) 3209-5775
    (41) 995237397

  • Museu Guido Viaro reabre ao público

    Fachada do Museu Guido Viaro

    Na próxima terça-feira, dia 6 de julho, o Museu Guido Viaro reabre ao público, que estava fechado há um ano e quatro meses devido à pandemia. O funcionamento é de terça a sexta, das 14 às 18 horas e está localizado na Rua XV de Novembro, 1.348 - Centro, Curitiba. A visita pode ser agendada também pelo telefone: 41 3018-6194.

    Sobre

    O Museu Guido Viaro existiu entre 1975 e 1995, pertencia à prefeitura municipal de Curitiba. Com o encerramento de suas atividades, o acervo ficou em posse da família do artista, que recebia muitos pedidos de escolas, universidades e estudiosos das artes para visitação. Em 2009 a família inaugurou o atual espaço, um dos poucos museus particulares da cidade. O museu abriga, além de uma vasta mostra da obra do artista Ítalo-brasileiro Guido Viaro (1897-1971), um anexo onde são realizadas em média 10 exposições temporárias por ano. Há também uma sala dedicada ao escritor curitibano Dalton Trevisan, que contém seus livros, traduções, filmes baseados em sua obra e estudos críticos, O museu desenvolve uma atividade cultural intensa, oferecendo visitas guiadas para escolas, universidades e grupos de interessados. O museu também é sede, desde 2011, do Cineclube Espoletta, que, sempre aos sábados, exibe filmes seguidos por debates. Há também muitos concertos de música, lançamentos de livros, saraus poéticos e diversas outras manifestações culturais abertas à comunidade.

    Serviço:

    Museu Guido Viaro

    Reabertura ao público: 06 de julho de 2021

    Funcionamento: terça a sexta, das 14 às 18 horas

    Agendamento: 41 3018-6194

    Site: http://museuguidoviaro.com.br/

    Rua XV de Novembro, 1.348 - Centro, Curitiba.

  • Morre o artista Mario Rubinski

    Foto: Milena Alves

    Faleceu no último sábado, 19/06, Mario Rubinski, considerado um dos mais importantes artistas paranaenses. 

    Rubinski ingressou na Escola de Música e Belas Artes em 1958, onde teve aulas com Estanislau Traple, Waldemar C. Freyesleben, Erbo Stenzel, Leonor Botteri e Guido Viaro. Cursou Didática de Desenho na Faculdade Católica do Paraná e realizou sua primeira exposição individual em 1963, na Galeria Cocaco, em Curitiba. Entre 1969 e 1971 participou da comissão julgadora do Salão de Artes Plásticas para Novos.

    Foi professor na Casa Alfredo Andersen durante dez anos e chefe da Seção de Belas Artes da Biblioteca Pública do Paraná. Deu aula para professores de arte e afirma que toda pessoa tem um talento a ser desenvolvido que pode ser incentivado pelos professores e educadores. Fala sobre a importância da pintura, e mais, sobre o ensino da técnica. Diz que cada autor tem uma “cor”.

    A historiadora e crítica de arte Adalice Araújo (1931-2012), em um texto sobre o artista, analisa: “Mario Rubinski é um dos artistas paranaenses mais próximos do espírito metafísico. Após várias experiências volta-se para natureza, porém, com nova bagagem – isto é – com uma sensibilidade purificada pelas pesquisas abstratas. Comungando com a estética metafísica ‘santifica a realidade’ surgindo paisagens simplificadas, compostas sem detalhes, depuradas na forma e na cor”.

    Entre as premiações que o artista conquistou no Salão Paranaense de Belas Artes estão a Medalha de Bronze em 1959, Medalha de Prata em 1963, e Medalha de Bronze e Prêmio Aquisição em 1964.

  • Marina Abramović ganha o "Prêmio Princesa das Astúrias das Artes 2021"

    Foto: Oscar Meyer, 2017

    Foto:Oscar Meyer, 2017

    A artista sérvia Marina Abramović foi contemplada hoje (12/05), com o "Prêmio Princesa das Astúrias das Artes 2021", da Fundação espanhola Princesa de Astúrias, uma instituição privada, sem fins lucrativos, cujos objetivos são contribuir para o enaltecimento e promoção de todos aqueles valores científicos, culturais e humanísticos considerados como patrimônio universal.

    Os prêmios são destinados a distinguir o trabalho científico, técnico, cultural, social e humanitário realizado por pessoas, instituições, grupos de pessoas o de instituições no âmbito internacional, sendo concedidos em oito categorias diferentes: Artes, Letras, Ciências Sociais, Comunicação e Humanidades, Investigação Científica e Técnica, Cooperação Internacional, Concórdia e Desportos, e ocorrem anualmente.

    Marina Abramović disse logo após saber o resultado: "O Prêmio Princesa das Astúrias é uma grande honra e reconhecimento neste momento da minha vida e carreira. Estou emocionada, honrada e orgulhosa de ter recebido este prestigioso prêmio", afirmou.

    Marina Abramović

    A artista graduou-se na Academia de Belas Artes de Zagreb (Croácia, 1972). Entre 1973 e 1975, lecionou na Academia de Belas Artes de Novi Sad. Em 1976 ela deixou a Iugoslávia e se estabeleceu em Amsterdã. Nesta cidade conheceu o artista performático alemão ocidental Uwe Laysiepen, Ulay , com quem começou a colaborar explorando os conceitos de ego e identidade artística, as tradições de suas respectivas heranças culturais e o desejo individual de rituais. Eles se vestiram e se comportaram como gêmeos e criaram uma relação de total confiança. Em 1988 eles decidiram fazer uma jornada espiritual, The Great Wall Walk , com a qual encerrariam seu relacionamento: os dois caminhariam ao longo da Grande Muralha da China, cada um começando na extremidade oposta e se encontrando no centro para um último abraço.

    Segundo os críticos, o trabalho de Abramović explora "os limites do corpo e da mente" por meio de performances arriscadas e complexas em uma busca constante pela liberdade individual. Ela começou sua carreira como artista performático na década de 1970. Depois de suas primeiras apresentações solo, Ritmo 10 (1973), Ritmo 5 (1974), Ritmo 2 (1974) e Ritmo 0 (1974), e após conhecer Ulay, idealizou uma série de trabalhos com ele em que seus corpos criaram adicional espaços de interação com o público: relação no espaço , relação no movimento e self mortal . Em 1997 apresentou a peça Balkan Baroque na Bienal de Veneza, pela qual recebeu o Leão de Ouro de melhor artista. Em 2005, ele apresentou Seven Easy Pieces no Solomon R. Guggenheim Museum (Nova York): em sete noites consecutivas, ele recriou as obras de artistas performáticos pioneiros dos anos 60 e 70, bem como duas de sua autoria, Lips of Thomas and Entering o Outro Lado (1975 e 2005, respectivamente).

    Em 2010, foi inaugurada no MoMa de Nova York uma grande retrospectiva de sua obra, que incluiu registros em vídeo da década de 1970, fotografias e documentos, uma instalação cronológica com a recriação por atores de ações anteriormente realizadas pela artista e as mais extensas apresentação feita por Abramović: 716 horas e meia sentado imóvel em frente a uma mesa do átrio do museu, onde os espectadores, por sua vez, eram convidados a sentar-se à sua frente, para partilhar a presença do artista. Em 2013 foi lançado o documentário sobre esta retrospectiva The Artist is Present , dirigido por Matthew Akers, que foi indicado para melhor documentário no Independent Spirit Awards 2013 e recebeu o Prêmio do Público de melhor documentário no Festival de Cinema de Berlim 2012. A partir dessa experiência deu teve a ideia de criar o Marina Abramović Institute (MAI), um centro de arte localizado em Hudson (Nova York, EUA) no qual todos os tipos de eventos culturais, workshops e exposições relacionados à performance e arte contemporânea.

    Em 2011 lançou Life and Death of Marina Abramović , editado por Robert Wilson, um cruzamento entre teatro, ópera e artes visuais. Em 2016 publicou sua autobiografia Walking Through Walls (Tearing down walls) e em 2018 fez sua estreia na cena operística na peça Pelleas et Melisande na Ópera de Flandres. Em 2020 lançou Seven Deaths of Maria Callas , uma montagem operística em torno da figura da diva; Nesse mesmo ano, a Royal Academy of Arts programou uma retrospectiva da obra da artista sérvia que teve de ser adiada para 2023 devido à pandemia do COVID-19.

    Premiada com a Cruz do Comandante Austríaco e doutorado honorário pela Universidade de Plymouth (2009), Abramović recebeu, entre outros prêmios, o Leão de Ouro de melhor artista na Bienal de Veneza (1997), o Niedersächsischer Kunstpreis (2003)), o New York Dance and Performance Award (2003) e o Cultural Leadership Award da American Federation of Arts (2011).

    Fonte: Fundação Princesa de Astúrias

  • Teca Sandrini inaugura individual no Palacete dos Leões

    Afeto 1. Ano 2020. Desenho nanquim, tam 1.40 X 1.00

    Teca Sandrini inaugura a exposição “O que resta”, no Palacete dos Leões, que pode ser vista de hoje (22/02) a 31 de março, sob agendamento prévio.

    A crítica de arte Maria José Justino, que assina a curadoria da exposição, pontua: “É inseparável de sua existência” e os papéis de criadora e criatura se confundem constantemente. “As retinas fatigadas de Sandrini prosseguem executando a sua reforma doméstica. A pintura continua passional, dramática, brutal, moldada quase que exclusivamente pela cor, que inscreve, no branco da tela, traços cruéis e fortes”, escreve a crítica em seu texto “Teca Sandrini, água de todas as possibilidades”.

    A individual da artista conta com um formato híbrido de atividades e a programação on-line pode ser acessada nas redes sociais do Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões. As visitas presenciais devem ser agendadas pelo e-mail: palacete@brde.com.br, de segunda a sexta, das 12h30 às 18h30.

    A exposição “O Que Resta” de Teca Sandrini foi selecionada pelo Programa de Artes Visuais do Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões e viabilizada por meio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo da Ademilar Consórcio de Imóveis. A Comissão de Seleção é formada por Geraldo Leão, Rafaela Tasca e Silvio De Bettio.

     

    Memoria do branco. Ano 2017. Tam 1.35 X 1.80

     

    Sobre a artista

    Estela Sandrini é formada em pintura na Escola de Música e Belas Artes do Paraná e tem especialização em Antropologia Filosófica pela Universidade Federal do Paraná. Trabalhou no ateliê do Professor Juan Carlo Labourdette, em Buenos Aires e no Maryland Institute of Art, nos Estados Unidos. Entre 2011 e 2017 foi Diretora Cultural do Museu Oscar Niemeyer. Participou de diversas exposições coletivas e individuais no Brasil e no exterior e possui obras em importantes acervos institucionais.


    Realizou exposições coletivas e individuais dentro e fora do país e possui obras em acervos permanentes como o Museu de Arte Contemporânea do Paraná; Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro; Museu da Gravura Cidade de Curitiba; Museu de Arte de Goiânia; Museu de Arte Brasileira, FAAP, São Paulo; Coleção de Brazilian-American Cultural Institute, Washington D.C; Eubie Blake Cultural Center, Baltimore, EUA; Museu da Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Curitiba; Museu Metropolitano de Arte de Curitiba; Museu de Arte Contemporânea do Estado de Pernambuco; Coleção Gilberto Chateaubriand, Rio de Janeiro; Coleção Carol Pulin, Washington D.C; Fundação Cultural de Curitiba e Museu Oscar Niemeyer. 


    O tempo sem memória.  Ano 2020. Oleo s/ tela 1.70 X 2.00

    Créditos:

    Artista: Teca Sandrini/Curadoria: Maria José Justino / Coordenação de Projeto: Rebeca Gavião Pinheiro / Projeto Expográfico: Juliano Sandrini / Programação Visual: Marciel Conrado / Arte-Educadora: Débora Russo / Assistente de Produção: Giovanna Sandrini Berberi / Assessoria de Imprensa: Jocevaldo Macedo / Revisão: Joyce Finato Pires

    Projeto realizado com o apoio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultural – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Incentivo: Ademilar. Captação: Conecta. Produção Gavião Pinheiro.

     

    Serviço:

    Exposição “O que resta”, de Teca Sandrini

    Local: Palacete dos Leões

    Av. João Gualberto, 570, Curitiba - PR

    Site: www.brde.com.br/palacete

    Agendamento: palacete@brde.com.br

    Entrada Gratuita

    Horário: segunda a sexta, das 12h30 às 18h30

    Informações: (41) 3219-8184

  • Ateliê de Alfi Vivern é totalmente destruído por incêndio e artistas se mobilizam

    O ateliê do artista visual Alfi Vivern, situado em (Campo Magro na RMC), foi totalmente consumido por um incêndio provocado por uma vela deixada acidentalmente acesa, nesta última quinta-feira, 4 de fevereiro, por volta das 21h.  O artista e sua família não tiverem danos físicos, mas os danos emocionais e materiais são enormes.
    Artistas da APAP/PR – Associação Profissional de Artistas Plásticos do Paraná estão se mobilizando para ajudar o artista a reconstruir o ateliê. “Alfi é um artista reconhecido por seu talento e muito querido por todos nós, não mediremos esforços em encontrar alternativas para ajudá-lo”, declara Luiz Gustavo Vidal, presidente da associação.
    Para mais informaçoesentre em contato nestes canais: 
    SOBRE ALFI VIVERN
    Associado à APAP/PR – Associação Profissional de Artistas Plásticos do Paraná, artista visual, argentino, radicado em Curitiba, participou do Instituto Di Tella em Buenos Aires conhecido como "viveiro de talentos. Graduou-se como designer pela escola Pan-americana de Arte em Buenos Aires/Argentina. Seu trabalho ganhou vários prêmios e concursos importantes, como: 2007–1º Prêmio no “EMAAR lnternational Art Symposium, Dubai/Emirados Árabes; 2006–“Prêmio na 1ª Bienal de Escultura, León/México; 1996–1º Prêmio “III Concurso Internacional de La Talla en Piedras”, Barichara/Colômbia; 1985 – 1º Prêmio no “Concurso de Esculturas: comemoração 20 anos do IPPUC”, Curitiba/Brasil. Suas obras encontram-se expostas em galerias, museus, coleções públicas e privadas em diversos países do mundo.
    Fonte: Comunicação APAP/PR
  • Animação do artista curitibano Marciel Conrado ganha prêmio

    A animação em vídeo "Deletério", do artista Marciel Conrado, foi contemplada no edital "Respirarte", da Funarte em 2020. Conrado possui várias obras que podem ser vistas nas ruas da capital e em vários centros do mundo.

    "Deletério foi como chamei essa animação que fiz ao longo de 2020, e é também tudo que oferece risco a saúde. É sobre mente alterada, isolamento, autocontrole, oportunismo, perdigotos e vacina. Batalhas consigo mesmo e com o mundo. Foi uma chance de aprender e testar bastante coisa, e ao fim gostei mesmo do resultado", diz o artista.

    Com trilha de Stasis Attempt por Max McFerren e Tibet por Hovatoff, o  vídeo pode ser visto aqui: https://vimeo.com/499871215

    Sobre o artista:

    Marciel Conrado, artista, arte educador e designer. Possui curso de Formação do Projeto Exercitando Direitos, desenvolvido pelo IDDEHA e inserido no PELC do Ministério do Esporte; Bolsista do Programa de Iniciação Cientifica da Embap; colaborador do coletivo e galeria ACASA, atuando em projetos de exposições e oficinas relacionadas às linguagens urbanas. Atuação como designer gráfico no Museu Oscar Niemeyer entre 2009 e 2015, desenvolvendo catálogos, folders, banners, plotagens e materiais educativos para as seguintes exposições: Nos pormenores um universo – Centenário de Vilanova Artigas (2015); Frida Kahlo, as suas fotografias (2014); Jacek Sroka (2013); Dorothea Wiedmann; Gravuras (2013); O Brasil de Marc Ferrez (2013); Múltiplo Leminski (2012); Sergio Camargo, Percurso Escultórico (2012); Caprichos De Goya (2012); Marc Riboud (2011);  Anita Malfatti (2011); O Estado da Arte (2009). Participação em projetos murais, exposições individuais e coletivas como artista visual. Participação do livro “Graffiti Curitiba” De Elisabeth SeraphimProsser.

    Conrado imprime sagacidade em suas obras, o que torna seu trabalho questionador.  É daqueles artistas que você identifica o trabalho logo que vê. Em Curitiba e no mundo, nos lugares por onde passou, as pessoas podem encontrar sua arte de traços fortes e provocativos – com a excelência técnica de quem é especialista no que faz. Arte-educador, Conrado crê na importância da educação, em compartilhar o conhecimento e no fazer junto. Como designer gráfico colaborou em várias exposições e como artista de muitas mostras individuais e coletivas ao longo de sua trajetória. Nas ruas da cidade, seu trabalho está nas esquinas, nos muros, na passagem que transforma a paisagem e torna o dia a dia mais suave, com firmeza e poesia.

    Para conhecer seu trabalho acesse: 

    instagram.com/marcielconrado
    instagram.com/mconrado_arte

     

  • Bazar da Aldeia amplia circulação da arte em seu site

    Obra Santa Tereza, Paul Garfunkel (1958). Acervo pessoal.

    O Bazar da Aldeia, espaço de valorização da cultura e da arte, oferece em sua plataforma virtual obras de artistas como Paul Garfunkel, Foca Cruz, Denise Roman e Karlos Rischbieter, produzidas nas mais diversas técnicas, entre gravuras, pinturas, desenhos, impressões fineart, entre outras.

    Um dos diferenciais do Bazar da Aldeia é a venda de obras de acervos pessoais, que estão disponíveis em peças únicas ou em tiragens limitadas, em um trabalho de curadoria que disponibiliza ao público o melhor da produção autoral de Curitiba, e incentiva a economia criativa. 

    Este ano, por conta da pandemia, o Bazar da Aldeia, evento que acontece desde 2010, tornou-se um e-commerce. Por meio desta plataforma, reuniu mais de 50 expositores que desenvolvem produtos autorais com arte e sustentabilidade, desta vez de forma online e permanente.

     

    Novos acervos

    Não são somente os artistas que podem disponibilizar seus acervos para venda. Os apreciadores e colecionadores de arte também têm esta oportunidade, desde que as obras passem pela curadoria do site.

     

    “Essa é uma forma de fazer a arte circular e até de renovar coleções. Por exemplo, uma pessoa que não tem espaço para mais obras de arte nas paredes de sua sala, pode ter a possibilidade de colocar algumas para venda e adquirir novas para sua coleção”, explica Ivana Cassuli, criadora do evento Bazar da Aldeia, que ao lado do empresário Gerson Perelló criaram o e-commerce.

     

    Obra "Os quatro filhos de um casal de artistas", Denise Roman. Acervo pessoal.

    Serviço: 

    Bazar da Aldeia
    Site: www.bazardaaldeia.com.br.

    Redes sociais: @bazardaaldeia, @festivaldaaldeia, www.facebook.com/iviscassuli

  • Portal de cultura lança campanha de financiamento coletivo

     calendário

    O portal Curitiba de Graça – www.curitibadegraca.com.br, lançou nesta quarta, dia 21/10, o seu financiamento coletivo pela plataforma catarse: https://www.catarse.me/curitibadegraca, pelo qual é possível fazer contribuições de R$ 5, R$ 10, R$ 25 ou R$ 50,00. Também pode ser feita doação diretamente via PicPay: (https://picpay.me/thiago.rodrigo.rothstein).

    A criação do portal é da agência Expressa Comunicação, há 22 anos no mercado, dos irmãos Kristiane Rothstein (jornalista) e Thiago Rothstein (publicitário), que decidiram lançar o veículo porque percebiam a falta na cidade da divulgação de eventos gratuitos ou mais baratos, com a finalidade de democratizar a informação cultural. Assim, nasceu o primeiro portal de Curitiba dedicado a difundir eventos gratuitos e de preço mais baixo (atualmente tabelado em até R$ 50,00).

    Com a pandemia, o portal, desenvolvido pelo designer Júnior Rodrigues, se dedicou, cada vez mais, a divulgar conteúdos da área cultural, entretenimento e colunas relacionadas à área. “Precisávamos ajustar os conteúdos à nova realidade. Conseguimos focar na nossa vocação natural para a área cultural e artística”, diz a editora-chefe, a jornalista Camile Triska.

    Assim, o portal ampliou sua produção diária com agenda de programação de eventos e reportagens especiais sobre músicos, artistas, personalidades, curiosidades de Curitiba, além de produção artística, como: peças teatrais, produção literária e cinematográfica, espetáculos circenses, festivais gastronômicos, entre outras atrações.

    Foram criadas séries especiais, como a “Curitiba na Lente”, com fotógrafos da cidade, a “Gente Leite Quente” para contar os causos de personagens da região, e a “Curitiba é Arte”, para valorizar artistas que expandiram a sua arte por aqui, como compositores e músicos.

     

    Parcerias

    O portal ainda conta com parcerias especiais, como da designer gráfica Izabel Portugal e do fotógrafo e designer Pedro Vieira, que criaram um calendários que será a recompensa para quem fizer doações, via Catarse, na quantia de R$ 50 por três meses seguidos. O calendário, em três versões: de mesa, de parede e com suporte para ser usado em lives, conta com fotos de Pedro Vieira, Guto Lavigne e Murilo Ribas.

    Outros parceiros também colaboram com com reportagens especiais, como os jornalistas Irma Bicalho e Carlos Bório, e com colunas, escritas pelos jornalistas Milu Ramiro, Érica Busnardo, Adriane Werner e Flávio Jayme, pela atriz Thyane Antunes, pela veterinária Jacqueline Felippetto, pelas pesquisadoras em Educação, Alexandra F. M. Ribeiro e Alboni. M. D. P. Vieira, pela escritora Adelita Becker e pela mentora de carreiras Geovana Santos.

    Para conhecer mais o portal Curitiba de Graça, acesse: www.curitibadegraca.com.br.

     

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  • MON reabre ao público nesta sexta

    mon_marcellokawase

    O Museu Oscar Niemeyer (MON) reabre ao público nesta sexta-feira, dia 16, seguindo orientações de segurança determinadas pela Secretaria de Estado da Saúde. Entre as várias medidas adotadas está o limite de pessoas para visitação nas salas expositivas e em todo o museu, para garantir o distanciamento seguro. O material impresso, como guias e folders, foi substituído por versões digitais, disponíveis por QRcodes. 

     

    Após sete meses de fechamento, o MON volta a receber o público com a inédita exposição “Espécies Raras”, do artista britânico Tony Cragg, expoente da arte contemporânea. Além da exposição “Espécies Raras”, de Tony Cragg, o MON reabre com as seguintes mostras em cartaz: “Ásia, a Terra, os Homens, os Deuses – segunda edição”; “O Mundo Mágico dos Ningyos”; “Luz = Matéria”; “África, Mãe de Todos Nós”; “Museu em Construção”; “Espaço Niemeyer”; “Cones”, e obras do Pátio das Esculturas.

     

    Mais informações no site: www.museuoscarniemeyer.org.br

    Fonte: Assessoria MON

    Crédito foto: Marcello Kawase

    SERVIÇO

    Museu Oscar Niemeyer

    Rua Marechal Hermes, 999

    Visitação: terça a domingo, das 10h às 18h

     

  • Palestra on-line "Museus e Tecnologia" será realizada nesta quinta

     

    Nesta quinta-feira (15/10), às 16h, acontece uma Live com o tema "Museus e Tecnologia”, realizada pela OAB-PR, que tem entre seus apoiadores a CooperaCom – Cooperativa de Comunicação e Desenvolvimento e a APAP-PR. 

    O evento virtual contará com os palestrantes João Cândido Portinari (professor e escritor, filho do pintor Cândido Portinari), Adriana Rede (curadora que atuou em exposições no MAC SP, Caixa Cultural SP e no exterior) e Ricardo Pedrosa Macedo (designer e professor da UniCuritiba). Os mediadores serão Maria Ângela Marques e Luiz Gustavo Vardânega Vidal Pinto. A abertura fica por conta de Carmem Iris Parellada Nicolodi (presidente da Comissão de Assuntos Culturais da OAB-PR) e Marcelo Conrado (artista e professor de Direito da UFPR).

    A palestra é alusiva à comemoração de um ano da "Mostra Bienal OAB-PR", que trouxe para a sede paranaense da Ordem dos Advogados do Brasil uma exposição de obras de arte dentro da programação da Bienal de Arte Contemporânea de Curitiba.

    A transmissão será via canal de Youtube da Escola Superior de Advocacia da OAB-PR (http://twixar.me/q66T

  • Cadastramento para receber auxílio da Lei Aldir Blanc segue até 14 de outubro

    Até dia 14 de outubro, trabalhadores e trabalhadoras de toda a cadeia produtiva da cultura que preenchem os requisitos podem fazer o cadastramento para receber o auxílio emergencial de renda previsto pela Lei Aldir Blanc (Lei Federal nº 14.017/2020).

    Quem tiver seu cadastro aprovado terá direito a três parcelas de R$ 600 de auxílio, pagas de uma única vez, retroativamente. até o dia 14 de outubro de 2020 que preenchem os requisitos para receber o auxílio emergencial de renda previsto pela Lei Aldir Blanc (Lei Federal nº 14.017/2020). Quem tiver seu cadastro aprovado terá direito a três parcelas de R$ 600 de auxílio, pagas de uma única vez, retroativamente.

    O cadastro deve ser feito no seguinte site: www.sic.cultura.pr.gov.br/auxilio/renda.php

    O plano de implementação da Lei Aldir Blanc no Paraná, um dos primeiros aprovados no país, foi desenvolvido pelo Governo do Estado em constante diálogo com o Conselho Estadual da Cultura (Consec), formado por representantes da sociedade civil, todos ligados ao setor artístico-cultural.

    Para receber o benefício, os credenciados deverão cumprir os seguintes requisitos:

    1- Ter 18 anos;
    2 -Ter atuação social ou profissional nas áreas artística e cultural nos últimos dois anos;
    3- Ter renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135), o que for maior;
    4 - O trabalhador não poderá ter emprego formal ativo, ser titular de benefício previdenciário ou assistencial ou beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado o Bolsa Família. Também não poderá receber a ajuda se tiver recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018;
    5 - Poderão receber os R$ 600 até duas pessoas de uma mesma família. Mãe solteira receberá o dobro do benefício (R$ 1.200).
    6 - Ser agente cultural há dois anos. Comprovação, por foto, de ser artista (das áreas de música, teatro, dança, circo, artesanato, arte visual, audiovisual, cultura popular, literatura, formação); técnico (luz, som, estrutura); gestor ou produtor cultural.

    A Medida Provisória 990/2020 destina R$ 3 bilhões para o setor cultural durante a crise causada pela pandemia de covid-19 (PL 1075/2020). A verba será repassada, em parcela única, a estados, municípios e o Distrito Federal.

    AÇÕES - O valor foi regulamentado pela Lei Aldir Blanc. As ações estão sendo desenvolvidas pelos governos estaduais e municipais, cabendo ao Estado a distribuição dos recursos dos programas de renda emergencial e fomento, e aos municípios os de subsídios para os espaços culturais e, também, fomento.

    O Governo do Paraná recebeu um primeiro lote de R$ 71.915. 814,94, a ser distribuídos por meio do auxílio emergencial e de editais de fomento.


    Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
    http:///www.facebook.com/governoparana e www.pr.gov.br

    Fonte: Assessoria de Comunicação Governo do Estado do Paraná

  • Espaços culturais das esferas municipal e estadual suspendem atividades

    Desde esta terça, 17/03, os espaços culturais do município e do estado ficam temporariamente fechados por conta das medidas de prevenção ao Coronavírus ou COVID-19.

    A Fundação Cultural de Curitiba (FCC), órgão da Prefeitura de Curitiba, suspendeu até 12 de abril todos os espetáculos e atividades culturais programados. Concertos da Camerata Antiqua de Curitiba, sessões de filmes no Cine Passeio e demais salas de exibição, espetáculos do Circo da Cidade, shows, apresentações de teatro e dança, exposições, programas socioculturais e cursos nas diversas unidades no centro e nas regionais, que seriam realizados nesse período, serão reprogramados junto aos professores, produtores e artistas.

    Ficam adiados também os eventos comemorativos do aniversário de 327 anos da cidade, como a encenação da peça teatral sobre a história da fundação de Curitiba que vinha acontecendo nas Ruas da Cidadania. 

    Os projetos do Fundo Municipal da Cultura e do Mecenato Subsidiado estão sendo reavaliados. Os empreendedores que tiverem dúvidas sobre as providências a serem adotadas devem entrar em contato com a Diretoria de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba por e-mail: paicatendimento@curitiba.pr.gov.br

    Ficam suspensas também as reuniões de comissões e conselhos no âmbito da Fundação Cultural de Curitiba.

    Já no âmbito estadual, estão temporariamente fechados os museus, bibliotecas, teatros – e suspensos os eventos artísticos e culturais. Os espaços são: a Biblioteca Pública do Paraná, o Centro Cultural Teatro Guaíra, o Centro Juvenil de Artes, o Museu de Arte Contemporânea do Paraná, o Museu Casa Alfredo Andersen, o Museu do Expedicionário, o Museu da Imagem e do Som do Paraná, o Museu Oscar Niemeyer e o Museu Paranaense. 

    Algumas instituições podem ser acessadas pelas redes sociais para visitas virtuais e informações sobre exposições.

    As medidas serão atualizadas de acordo com as determinações do Ministério da Saúde.

  • Galeria inaugura loja com peças de arte a preços acessíveis

     

    Foto Divulgação Galeria Ponto de Fuga

    De R$40,00 a R$480,00. Os valores variam de acordo com o tamanho, o artista e o acabamento. Todas as peças carregam certificação de qualidade e procedência. A qualidade de impressão é museológica e as fotografias disponíveis são fine print, isto é, uma impressão à base de pigmentos minerais e realizadas em papéis de algodão. 

    A proposta é inédita em Curitiba para venda de fotografias, prints e objetos de arte a preços acessíveis, com ênfase a artistas e fotógrafos locais. O objetivo é incentivar o público em geral a consumir arte.

    De acordo com a galeria, a ideia é fazer com que o público se aproxime desse universo a fim de mostrar que adquirir um trabalho de qualidade e de artistas conhecidos é viável financeiramente.

    Para comemorar a abertura do espaço, uma festa está programada para acontecer hoje a partir das 16h. Haverá música, drinks especiais e produtos do cardápio do Ginger, bar que funciona nos fundos da galeria, em promoção exclusiva para a festa.

    Divulgação/Ponto de Fuga

    Serviço:

    Festa de lançamento da loja da Galeria Ponto de Fuga

    Data: 15/03/20

    Horário: 16h

    Local: Galeria Ponto de Fuga – Rua Saldanha Marinho, 1220

     

     

     

    Alguns artistas que terão seus produtos na loja da Galeria Ponto de Fuga

     

    Objetos

    Joias Katheriny Mendes

    Cerâmicas Mosca

    Saak Bolsas Artesanais

     

    Fotografias

    Isabella Lanave

    Chen Hui Li

    Ricardo Perini

    Eduardo Macarios

    Marcelo Almeida

    Melvin Quaresma

    Bruna Alcântara

    Pedro Vieira 

     

    Prints

    Ginger

    Pomelet

     

    Pinturas

    Eleonora Gomes

     

    Livros

    Editora Barbante

    Ana Luisa Sallas

    Ricardo Perini

    Pedro Vieira

    Chen Hui Li

    Lucas Pontes

    Francisco Santos




  • Sagaz Marciel Conrado

    Conrado em ação. Foto Divulgação

    O blog "Arte ao Redor" traz este ano uma série de mini entrevistas de artistas visuais que atuam no Paraná. O primeiro convidado é Marciel Conrado, artista, educador e designer.

    Conrado imprime sagacidade em suas obras, o que torna seu trabalho questionador.  É daqueles artistas que você identifica o trabalho logo que vê. Em Curitiba e no mundo, nos lugares por onde passou, as pessoas podem encontrar sua arte de traços fortes e provocativos – com a excelência técnica de quem é especialista no que faz. Arte-educador, Conrado crê na importância da educação, em compartilhar o conhecimento e no fazer junto. Como designer gráfico colaborou em várias exposições e como artista de muitas mostras individuais e coletivas ao longo de sua trajetória. Nas ruas da cidade, seu trabalho está nas esquinas, nos muros, na passagem que transforma a paisagem e torna o dia a dia mais suave, com firmeza e poesia.

    O que é arte para você?

    Hoje é a necessidade de existir pra além da banalidade, que é só aparente mesmo, forçada nos condicionamentos. Acompanha o desejo de suspender uma ordem e fazer-se visto, e talvez tornar visível coisas para deixar a realidade mais suportável. Tem a ver com egoísmo, expurgo e utopia.

    Qual seus projetos mais relevantes?
    Penso que é o último, no período que dura um certo deleite. Há outros que gosto e mantenho um olhar terno, reconheço neles resultados de processos, desafios. Entre estes tem a pintura do painel na Praça Generoso Marques. Gostaria de fazer algo novo em cima este ano.

    Quais são suas percepções do que está sendo produzido atualmente no Estado?
    Certamente tem muita coisa legal e é necessário dar mais atenção para as produções que estão próximas,  que nos revelam algo sobre contextos que estamos inseridos. Carecemos de espaços e políticas voltadas pra cultura, isso já foi melhor.

    Onde ver suas obras em Curitiba?
    Em paredes da cidade no tempo que elas duram, nas exposições que busco participar regularmente, e na minha casa, para quem queira visitar combinando comigo.

    O que está produzindo atualmente?
    O semestre anterior foi bem importante, aprendi um tanto com a pintura. Agora estou iniciando algumas peças de cerâmica. Continuo com o graffiti e quero fazer uma exposição.

    Principal motivação:
    Tentar entender o mundo e estar em contato com as pessoas.

    Um sonho:
    Viver de arte com dignidade.

    Técnica mista. Foto divulgação

    Para conhecer mais sua obra:instagram/marcielconrado

    Qualquer sugestão, comentário e opinião, por favor envie um e-mail para:marianna.camargo@gmail.com