Marianna Camargo

  • Teca Sandrini inaugura individual no Palacete dos Leões

    Afeto 1. Ano 2020. Desenho nanquim, tam 1.40 X 1.00

    Teca Sandrini inaugura a exposição “O que resta”, no Palacete dos Leões, que pode ser vista de hoje (22/02) a 31 de março, sob agendamento prévio.

    A crítica de arte Maria José Justino, que assina a curadoria da exposição, pontua: “É inseparável de sua existência” e os papéis de criadora e criatura se confundem constantemente. “As retinas fatigadas de Sandrini prosseguem executando a sua reforma doméstica. A pintura continua passional, dramática, brutal, moldada quase que exclusivamente pela cor, que inscreve, no branco da tela, traços cruéis e fortes”, escreve a crítica em seu texto “Teca Sandrini, água de todas as possibilidades”.

    A individual da artista conta com um formato híbrido de atividades e a programação on-line pode ser acessada nas redes sociais do Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões. As visitas presenciais devem ser agendadas pelo e-mail: palacete@brde.com.br, de segunda a sexta, das 12h30 às 18h30.

    A exposição “O Que Resta” de Teca Sandrini foi selecionada pelo Programa de Artes Visuais do Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões e viabilizada por meio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo da Ademilar Consórcio de Imóveis. A Comissão de Seleção é formada por Geraldo Leão, Rafaela Tasca e Silvio De Bettio.

     

    Memoria do branco. Ano 2017. Tam 1.35 X 1.80

     

    Sobre a artista

    Estela Sandrini é formada em pintura na Escola de Música e Belas Artes do Paraná e tem especialização em Antropologia Filosófica pela Universidade Federal do Paraná. Trabalhou no ateliê do Professor Juan Carlo Labourdette, em Buenos Aires e no Maryland Institute of Art, nos Estados Unidos. Entre 2011 e 2017 foi Diretora Cultural do Museu Oscar Niemeyer. Participou de diversas exposições coletivas e individuais no Brasil e no exterior e possui obras em importantes acervos institucionais.


    Realizou exposições coletivas e individuais dentro e fora do país e possui obras em acervos permanentes como o Museu de Arte Contemporânea do Paraná; Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro; Museu da Gravura Cidade de Curitiba; Museu de Arte de Goiânia; Museu de Arte Brasileira, FAAP, São Paulo; Coleção de Brazilian-American Cultural Institute, Washington D.C; Eubie Blake Cultural Center, Baltimore, EUA; Museu da Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Curitiba; Museu Metropolitano de Arte de Curitiba; Museu de Arte Contemporânea do Estado de Pernambuco; Coleção Gilberto Chateaubriand, Rio de Janeiro; Coleção Carol Pulin, Washington D.C; Fundação Cultural de Curitiba e Museu Oscar Niemeyer. 


    O tempo sem memória.  Ano 2020. Oleo s/ tela 1.70 X 2.00

    Créditos:

    Artista: Teca Sandrini/Curadoria: Maria José Justino / Coordenação de Projeto: Rebeca Gavião Pinheiro / Projeto Expográfico: Juliano Sandrini / Programação Visual: Marciel Conrado / Arte-Educadora: Débora Russo / Assistente de Produção: Giovanna Sandrini Berberi / Assessoria de Imprensa: Jocevaldo Macedo / Revisão: Joyce Finato Pires

    Projeto realizado com o apoio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultural – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Incentivo: Ademilar. Captação: Conecta. Produção Gavião Pinheiro.

     

    Serviço:

    Exposição “O que resta”, de Teca Sandrini

    Local: Palacete dos Leões

    Av. João Gualberto, 570, Curitiba - PR

    Site: www.brde.com.br/palacete

    Agendamento: palacete@brde.com.br

    Entrada Gratuita

    Horário: segunda a sexta, das 12h30 às 18h30

    Informações: (41) 3219-8184

  • Ateliê de Alfi Vivern é totalmente destruído por incêndio e artistas se mobilizam

    O ateliê do artista visual Alfi Vivern, situado em (Campo Magro na RMC), foi totalmente consumido por um incêndio provocado por uma vela deixada acidentalmente acesa, nesta última quinta-feira, 4 de fevereiro, por volta das 21h.  O artista e sua família não tiverem danos físicos, mas os danos emocionais e materiais são enormes.
    Artistas da APAP/PR – Associação Profissional de Artistas Plásticos do Paraná estão se mobilizando para ajudar o artista a reconstruir o ateliê. “Alfi é um artista reconhecido por seu talento e muito querido por todos nós, não mediremos esforços em encontrar alternativas para ajudá-lo”, declara Luiz Gustavo Vidal, presidente da associação.
    Para mais informaçoesentre em contato nestes canais: 
    SOBRE ALFI VIVERN
    Associado à APAP/PR – Associação Profissional de Artistas Plásticos do Paraná, artista visual, argentino, radicado em Curitiba, participou do Instituto Di Tella em Buenos Aires conhecido como "viveiro de talentos. Graduou-se como designer pela escola Pan-americana de Arte em Buenos Aires/Argentina. Seu trabalho ganhou vários prêmios e concursos importantes, como: 2007–1º Prêmio no “EMAAR lnternational Art Symposium, Dubai/Emirados Árabes; 2006–“Prêmio na 1ª Bienal de Escultura, León/México; 1996–1º Prêmio “III Concurso Internacional de La Talla en Piedras”, Barichara/Colômbia; 1985 – 1º Prêmio no “Concurso de Esculturas: comemoração 20 anos do IPPUC”, Curitiba/Brasil. Suas obras encontram-se expostas em galerias, museus, coleções públicas e privadas em diversos países do mundo.
    Fonte: Comunicação APAP/PR
  • Animação do artista curitibano Marciel Conrado ganha prêmio

    A animação em vídeo "Deletério", do artista Marciel Conrado, foi contemplada no edital "Respirarte", da Funarte em 2020. Conrado possui várias obras que podem ser vistas nas ruas da capital e em vários centros do mundo.

    "Deletério foi como chamei essa animação que fiz ao longo de 2020, e é também tudo que oferece risco a saúde. É sobre mente alterada, isolamento, autocontrole, oportunismo, perdigotos e vacina. Batalhas consigo mesmo e com o mundo. Foi uma chance de aprender e testar bastante coisa, e ao fim gostei mesmo do resultado", diz o artista.

    Com trilha de Stasis Attempt por Max McFerren e Tibet por Hovatoff, o  vídeo pode ser visto aqui: https://vimeo.com/499871215

    Sobre o artista:

    Marciel Conrado, artista, arte educador e designer. Possui curso de Formação do Projeto Exercitando Direitos, desenvolvido pelo IDDEHA e inserido no PELC do Ministério do Esporte; Bolsista do Programa de Iniciação Cientifica da Embap; colaborador do coletivo e galeria ACASA, atuando em projetos de exposições e oficinas relacionadas às linguagens urbanas. Atuação como designer gráfico no Museu Oscar Niemeyer entre 2009 e 2015, desenvolvendo catálogos, folders, banners, plotagens e materiais educativos para as seguintes exposições: Nos pormenores um universo – Centenário de Vilanova Artigas (2015); Frida Kahlo, as suas fotografias (2014); Jacek Sroka (2013); Dorothea Wiedmann; Gravuras (2013); O Brasil de Marc Ferrez (2013); Múltiplo Leminski (2012); Sergio Camargo, Percurso Escultórico (2012); Caprichos De Goya (2012); Marc Riboud (2011);  Anita Malfatti (2011); O Estado da Arte (2009). Participação em projetos murais, exposições individuais e coletivas como artista visual. Participação do livro “Graffiti Curitiba” De Elisabeth SeraphimProsser.

    Conrado imprime sagacidade em suas obras, o que torna seu trabalho questionador.  É daqueles artistas que você identifica o trabalho logo que vê. Em Curitiba e no mundo, nos lugares por onde passou, as pessoas podem encontrar sua arte de traços fortes e provocativos – com a excelência técnica de quem é especialista no que faz. Arte-educador, Conrado crê na importância da educação, em compartilhar o conhecimento e no fazer junto. Como designer gráfico colaborou em várias exposições e como artista de muitas mostras individuais e coletivas ao longo de sua trajetória. Nas ruas da cidade, seu trabalho está nas esquinas, nos muros, na passagem que transforma a paisagem e torna o dia a dia mais suave, com firmeza e poesia.

    Para conhecer seu trabalho acesse: 

    instagram.com/marcielconrado
    instagram.com/mconrado_arte

     

  • Bazar da Aldeia amplia circulação da arte em seu site

    Obra Santa Tereza, Paul Garfunkel (1958). Acervo pessoal.

    O Bazar da Aldeia, espaço de valorização da cultura e da arte, oferece em sua plataforma virtual obras de artistas como Paul Garfunkel, Foca Cruz, Denise Roman e Karlos Rischbieter, produzidas nas mais diversas técnicas, entre gravuras, pinturas, desenhos, impressões fineart, entre outras.

    Um dos diferenciais do Bazar da Aldeia é a venda de obras de acervos pessoais, que estão disponíveis em peças únicas ou em tiragens limitadas, em um trabalho de curadoria que disponibiliza ao público o melhor da produção autoral de Curitiba, e incentiva a economia criativa. 

    Este ano, por conta da pandemia, o Bazar da Aldeia, evento que acontece desde 2010, tornou-se um e-commerce. Por meio desta plataforma, reuniu mais de 50 expositores que desenvolvem produtos autorais com arte e sustentabilidade, desta vez de forma online e permanente.

     

    Novos acervos

    Não são somente os artistas que podem disponibilizar seus acervos para venda. Os apreciadores e colecionadores de arte também têm esta oportunidade, desde que as obras passem pela curadoria do site.

     

    “Essa é uma forma de fazer a arte circular e até de renovar coleções. Por exemplo, uma pessoa que não tem espaço para mais obras de arte nas paredes de sua sala, pode ter a possibilidade de colocar algumas para venda e adquirir novas para sua coleção”, explica Ivana Cassuli, criadora do evento Bazar da Aldeia, que ao lado do empresário Gerson Perelló criaram o e-commerce.

     

    Obra "Os quatro filhos de um casal de artistas", Denise Roman. Acervo pessoal.

    Serviço: 

    Bazar da Aldeia
    Site: www.bazardaaldeia.com.br.

    Redes sociais: @bazardaaldeia, @festivaldaaldeia, www.facebook.com/iviscassuli

  • Portal de cultura lança campanha de financiamento coletivo

     calendário

    O portal Curitiba de Graça – www.curitibadegraca.com.br, lançou nesta quarta, dia 21/10, o seu financiamento coletivo pela plataforma catarse: https://www.catarse.me/curitibadegraca, pelo qual é possível fazer contribuições de R$ 5, R$ 10, R$ 25 ou R$ 50,00. Também pode ser feita doação diretamente via PicPay: (https://picpay.me/thiago.rodrigo.rothstein).

    A criação do portal é da agência Expressa Comunicação, há 22 anos no mercado, dos irmãos Kristiane Rothstein (jornalista) e Thiago Rothstein (publicitário), que decidiram lançar o veículo porque percebiam a falta na cidade da divulgação de eventos gratuitos ou mais baratos, com a finalidade de democratizar a informação cultural. Assim, nasceu o primeiro portal de Curitiba dedicado a difundir eventos gratuitos e de preço mais baixo (atualmente tabelado em até R$ 50,00).

    Com a pandemia, o portal, desenvolvido pelo designer Júnior Rodrigues, se dedicou, cada vez mais, a divulgar conteúdos da área cultural, entretenimento e colunas relacionadas à área. “Precisávamos ajustar os conteúdos à nova realidade. Conseguimos focar na nossa vocação natural para a área cultural e artística”, diz a editora-chefe, a jornalista Camile Triska.

    Assim, o portal ampliou sua produção diária com agenda de programação de eventos e reportagens especiais sobre músicos, artistas, personalidades, curiosidades de Curitiba, além de produção artística, como: peças teatrais, produção literária e cinematográfica, espetáculos circenses, festivais gastronômicos, entre outras atrações.

    Foram criadas séries especiais, como a “Curitiba na Lente”, com fotógrafos da cidade, a “Gente Leite Quente” para contar os causos de personagens da região, e a “Curitiba é Arte”, para valorizar artistas que expandiram a sua arte por aqui, como compositores e músicos.

     

    Parcerias

    O portal ainda conta com parcerias especiais, como da designer gráfica Izabel Portugal e do fotógrafo e designer Pedro Vieira, que criaram um calendários que será a recompensa para quem fizer doações, via Catarse, na quantia de R$ 50 por três meses seguidos. O calendário, em três versões: de mesa, de parede e com suporte para ser usado em lives, conta com fotos de Pedro Vieira, Guto Lavigne e Murilo Ribas.

    Outros parceiros também colaboram com com reportagens especiais, como os jornalistas Irma Bicalho e Carlos Bório, e com colunas, escritas pelos jornalistas Milu Ramiro, Érica Busnardo, Adriane Werner e Flávio Jayme, pela atriz Thyane Antunes, pela veterinária Jacqueline Felippetto, pelas pesquisadoras em Educação, Alexandra F. M. Ribeiro e Alboni. M. D. P. Vieira, pela escritora Adelita Becker e pela mentora de carreiras Geovana Santos.

    Para conhecer mais o portal Curitiba de Graça, acesse: www.curitibadegraca.com.br.

     

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  • MON reabre ao público nesta sexta

    mon_marcellokawase

    O Museu Oscar Niemeyer (MON) reabre ao público nesta sexta-feira, dia 16, seguindo orientações de segurança determinadas pela Secretaria de Estado da Saúde. Entre as várias medidas adotadas está o limite de pessoas para visitação nas salas expositivas e em todo o museu, para garantir o distanciamento seguro. O material impresso, como guias e folders, foi substituído por versões digitais, disponíveis por QRcodes. 

     

    Após sete meses de fechamento, o MON volta a receber o público com a inédita exposição “Espécies Raras”, do artista britânico Tony Cragg, expoente da arte contemporânea. Além da exposição “Espécies Raras”, de Tony Cragg, o MON reabre com as seguintes mostras em cartaz: “Ásia, a Terra, os Homens, os Deuses – segunda edição”; “O Mundo Mágico dos Ningyos”; “Luz = Matéria”; “África, Mãe de Todos Nós”; “Museu em Construção”; “Espaço Niemeyer”; “Cones”, e obras do Pátio das Esculturas.

     

    Mais informações no site: www.museuoscarniemeyer.org.br

    Fonte: Assessoria MON

    Crédito foto: Marcello Kawase

    SERVIÇO

    Museu Oscar Niemeyer

    Rua Marechal Hermes, 999

    Visitação: terça a domingo, das 10h às 18h

     

  • Palestra on-line "Museus e Tecnologia" será realizada nesta quinta

     

    Nesta quinta-feira (15/10), às 16h, acontece uma Live com o tema "Museus e Tecnologia”, realizada pela OAB-PR, que tem entre seus apoiadores a CooperaCom – Cooperativa de Comunicação e Desenvolvimento e a APAP-PR. 

    O evento virtual contará com os palestrantes João Cândido Portinari (professor e escritor, filho do pintor Cândido Portinari), Adriana Rede (curadora que atuou em exposições no MAC SP, Caixa Cultural SP e no exterior) e Ricardo Pedrosa Macedo (designer e professor da UniCuritiba). Os mediadores serão Maria Ângela Marques e Luiz Gustavo Vardânega Vidal Pinto. A abertura fica por conta de Carmem Iris Parellada Nicolodi (presidente da Comissão de Assuntos Culturais da OAB-PR) e Marcelo Conrado (artista e professor de Direito da UFPR).

    A palestra é alusiva à comemoração de um ano da "Mostra Bienal OAB-PR", que trouxe para a sede paranaense da Ordem dos Advogados do Brasil uma exposição de obras de arte dentro da programação da Bienal de Arte Contemporânea de Curitiba.

    A transmissão será via canal de Youtube da Escola Superior de Advocacia da OAB-PR (http://twixar.me/q66T

  • Cadastramento para receber auxílio da Lei Aldir Blanc segue até 14 de outubro

    Até dia 14 de outubro, trabalhadores e trabalhadoras de toda a cadeia produtiva da cultura que preenchem os requisitos podem fazer o cadastramento para receber o auxílio emergencial de renda previsto pela Lei Aldir Blanc (Lei Federal nº 14.017/2020).

    Quem tiver seu cadastro aprovado terá direito a três parcelas de R$ 600 de auxílio, pagas de uma única vez, retroativamente. até o dia 14 de outubro de 2020 que preenchem os requisitos para receber o auxílio emergencial de renda previsto pela Lei Aldir Blanc (Lei Federal nº 14.017/2020). Quem tiver seu cadastro aprovado terá direito a três parcelas de R$ 600 de auxílio, pagas de uma única vez, retroativamente.

    O cadastro deve ser feito no seguinte site: www.sic.cultura.pr.gov.br/auxilio/renda.php

    O plano de implementação da Lei Aldir Blanc no Paraná, um dos primeiros aprovados no país, foi desenvolvido pelo Governo do Estado em constante diálogo com o Conselho Estadual da Cultura (Consec), formado por representantes da sociedade civil, todos ligados ao setor artístico-cultural.

    Para receber o benefício, os credenciados deverão cumprir os seguintes requisitos:

    1- Ter 18 anos;
    2 -Ter atuação social ou profissional nas áreas artística e cultural nos últimos dois anos;
    3- Ter renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135), o que for maior;
    4 - O trabalhador não poderá ter emprego formal ativo, ser titular de benefício previdenciário ou assistencial ou beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado o Bolsa Família. Também não poderá receber a ajuda se tiver recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018;
    5 - Poderão receber os R$ 600 até duas pessoas de uma mesma família. Mãe solteira receberá o dobro do benefício (R$ 1.200).
    6 - Ser agente cultural há dois anos. Comprovação, por foto, de ser artista (das áreas de música, teatro, dança, circo, artesanato, arte visual, audiovisual, cultura popular, literatura, formação); técnico (luz, som, estrutura); gestor ou produtor cultural.

    A Medida Provisória 990/2020 destina R$ 3 bilhões para o setor cultural durante a crise causada pela pandemia de covid-19 (PL 1075/2020). A verba será repassada, em parcela única, a estados, municípios e o Distrito Federal.

    AÇÕES - O valor foi regulamentado pela Lei Aldir Blanc. As ações estão sendo desenvolvidas pelos governos estaduais e municipais, cabendo ao Estado a distribuição dos recursos dos programas de renda emergencial e fomento, e aos municípios os de subsídios para os espaços culturais e, também, fomento.

    O Governo do Paraná recebeu um primeiro lote de R$ 71.915. 814,94, a ser distribuídos por meio do auxílio emergencial e de editais de fomento.


    Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
    http:///www.facebook.com/governoparana e www.pr.gov.br

    Fonte: Assessoria de Comunicação Governo do Estado do Paraná

  • Espaços culturais das esferas municipal e estadual suspendem atividades

    Desde esta terça, 17/03, os espaços culturais do município e do estado ficam temporariamente fechados por conta das medidas de prevenção ao Coronavírus ou COVID-19.

    A Fundação Cultural de Curitiba (FCC), órgão da Prefeitura de Curitiba, suspendeu até 12 de abril todos os espetáculos e atividades culturais programados. Concertos da Camerata Antiqua de Curitiba, sessões de filmes no Cine Passeio e demais salas de exibição, espetáculos do Circo da Cidade, shows, apresentações de teatro e dança, exposições, programas socioculturais e cursos nas diversas unidades no centro e nas regionais, que seriam realizados nesse período, serão reprogramados junto aos professores, produtores e artistas.

    Ficam adiados também os eventos comemorativos do aniversário de 327 anos da cidade, como a encenação da peça teatral sobre a história da fundação de Curitiba que vinha acontecendo nas Ruas da Cidadania. 

    Os projetos do Fundo Municipal da Cultura e do Mecenato Subsidiado estão sendo reavaliados. Os empreendedores que tiverem dúvidas sobre as providências a serem adotadas devem entrar em contato com a Diretoria de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba por e-mail: paicatendimento@curitiba.pr.gov.br

    Ficam suspensas também as reuniões de comissões e conselhos no âmbito da Fundação Cultural de Curitiba.

    Já no âmbito estadual, estão temporariamente fechados os museus, bibliotecas, teatros – e suspensos os eventos artísticos e culturais. Os espaços são: a Biblioteca Pública do Paraná, o Centro Cultural Teatro Guaíra, o Centro Juvenil de Artes, o Museu de Arte Contemporânea do Paraná, o Museu Casa Alfredo Andersen, o Museu do Expedicionário, o Museu da Imagem e do Som do Paraná, o Museu Oscar Niemeyer e o Museu Paranaense. 

    Algumas instituições podem ser acessadas pelas redes sociais para visitas virtuais e informações sobre exposições.

    As medidas serão atualizadas de acordo com as determinações do Ministério da Saúde.

  • Galeria inaugura loja com peças de arte a preços acessíveis

     

    Foto Divulgação Galeria Ponto de Fuga

    De R$40,00 a R$480,00. Os valores variam de acordo com o tamanho, o artista e o acabamento. Todas as peças carregam certificação de qualidade e procedência. A qualidade de impressão é museológica e as fotografias disponíveis são fine print, isto é, uma impressão à base de pigmentos minerais e realizadas em papéis de algodão. 

    A proposta é inédita em Curitiba para venda de fotografias, prints e objetos de arte a preços acessíveis, com ênfase a artistas e fotógrafos locais. O objetivo é incentivar o público em geral a consumir arte.

    De acordo com a galeria, a ideia é fazer com que o público se aproxime desse universo a fim de mostrar que adquirir um trabalho de qualidade e de artistas conhecidos é viável financeiramente.

    Para comemorar a abertura do espaço, uma festa está programada para acontecer hoje a partir das 16h. Haverá música, drinks especiais e produtos do cardápio do Ginger, bar que funciona nos fundos da galeria, em promoção exclusiva para a festa.

    Divulgação/Ponto de Fuga

    Serviço:

    Festa de lançamento da loja da Galeria Ponto de Fuga

    Data: 15/03/20

    Horário: 16h

    Local: Galeria Ponto de Fuga – Rua Saldanha Marinho, 1220

     

     

     

    Alguns artistas que terão seus produtos na loja da Galeria Ponto de Fuga

     

    Objetos

    Joias Katheriny Mendes

    Cerâmicas Mosca

    Saak Bolsas Artesanais

     

    Fotografias

    Isabella Lanave

    Chen Hui Li

    Ricardo Perini

    Eduardo Macarios

    Marcelo Almeida

    Melvin Quaresma

    Bruna Alcântara

    Pedro Vieira 

     

    Prints

    Ginger

    Pomelet

     

    Pinturas

    Eleonora Gomes

     

    Livros

    Editora Barbante

    Ana Luisa Sallas

    Ricardo Perini

    Pedro Vieira

    Chen Hui Li

    Lucas Pontes

    Francisco Santos




  • Sagaz Marciel Conrado

    Conrado em ação. Foto Divulgação

    O blog "Arte ao Redor" traz este ano uma série de mini entrevistas de artistas visuais que atuam no Paraná. O primeiro convidado é Marciel Conrado, artista, educador e designer.

    Conrado imprime sagacidade em suas obras, o que torna seu trabalho questionador.  É daqueles artistas que você identifica o trabalho logo que vê. Em Curitiba e no mundo, nos lugares por onde passou, as pessoas podem encontrar sua arte de traços fortes e provocativos – com a excelência técnica de quem é especialista no que faz. Arte-educador, Conrado crê na importância da educação, em compartilhar o conhecimento e no fazer junto. Como designer gráfico colaborou em várias exposições e como artista de muitas mostras individuais e coletivas ao longo de sua trajetória. Nas ruas da cidade, seu trabalho está nas esquinas, nos muros, na passagem que transforma a paisagem e torna o dia a dia mais suave, com firmeza e poesia.

    O que é arte para você?

    Hoje é a necessidade de existir pra além da banalidade, que é só aparente mesmo, forçada nos condicionamentos. Acompanha o desejo de suspender uma ordem e fazer-se visto, e talvez tornar visível coisas para deixar a realidade mais suportável. Tem a ver com egoísmo, expurgo e utopia.

    Qual seus projetos mais relevantes?
    Penso que é o último, no período que dura um certo deleite. Há outros que gosto e mantenho um olhar terno, reconheço neles resultados de processos, desafios. Entre estes tem a pintura do painel na Praça Generoso Marques. Gostaria de fazer algo novo em cima este ano.

    Quais são suas percepções do que está sendo produzido atualmente no Estado?
    Certamente tem muita coisa legal e é necessário dar mais atenção para as produções que estão próximas,  que nos revelam algo sobre contextos que estamos inseridos. Carecemos de espaços e políticas voltadas pra cultura, isso já foi melhor.

    Onde ver suas obras em Curitiba?
    Em paredes da cidade no tempo que elas duram, nas exposições que busco participar regularmente, e na minha casa, para quem queira visitar combinando comigo.

    O que está produzindo atualmente?
    O semestre anterior foi bem importante, aprendi um tanto com a pintura. Agora estou iniciando algumas peças de cerâmica. Continuo com o graffiti e quero fazer uma exposição.

    Principal motivação:
    Tentar entender o mundo e estar em contato com as pessoas.

    Um sonho:
    Viver de arte com dignidade.

    Técnica mista. Foto divulgação

    Para conhecer mais sua obra:instagram/marcielconrado

    Qualquer sugestão, comentário e opinião, por favor envie um e-mail para:marianna.camargo@gmail.com

  • Rimon Guimarães faz visita guiada por suas obras em exposição na cidade

    Obra "Jogo de interesses" (2015) em exposção na Tetra Gallery
    Obra "Jogo de interesses" (2015) em exposção na Tetra Gallery (Foto: Divulgação)

    Artista apresenta a mostra "Gambiarra" em dois espaços e percorre seus murais nas ruas de Curitiba

    O artista Rimon Guimarães apresenta a exposição "Gambiarra" na Tetra Gallery e na Coletiza. Ambos os espaços reúnem cerca de 100 obras feitas em papel utilizando técnicas como nanquim, serigrafia, tinta acrílica e lápis. Este conjunto tem em sua maior parte trabalhos produzidos em viagens pela a Europa, Ásia, África e Estados Unidos, onde as diferentes experiências culturais foram inspiração. Rimon também tem vários murais espalhados pelas cidade.

    Neste sábado, dia 24/08, o artista conduz uma visita guiada com início às 16 horas na Tetra Gallery, passando depois na Coletiza e finaliza por seus murais nas ruas de Curitiba.

    Rimon Guimarães foi selecionado por meio de uma iniciativa denominada The Dean Collection 20 St(art)ups, onde 20 artistas ao redor do mundo recebem cinco mil dólares cada para realizar seus próprios projeto, que deu resultado à exposição "Gambiarra".

    Nas palavras do artista: “Gambiarra é tudo, outro ponto de vista de forma criativa, é reciclar, desmistificar, é encontrar uma solução, é rir da cara do impossível... este conceito é aplicável em tudo na vida, a improvisação é inevitável.”


    A exposição fica em cartaz na Tetra Gallery até dia 21 de setembro e na Coletiza até dia 12 de setembro.

    Serviço:

    Visita guiada com Rimon Guimarães pela exposição Gambiarra e murais da cidade.

    Dia 24 de agosto, sábado

    Horário: 16 horas - início na Tetra Gallery

    Tetra Gallery

    Rua Coronel Dulcídio, 540 - cj4 - Batel - Curitiba/PR

    Visitação: Segunda a sexta das 11h às 18h ou com agendamento via facebook ou instagram.
    Período expositivo: 19 de agosto a 21 de setembro
    Coletiza
    @coletiza
    Rua Saldanha Marinho, 1230 - Centro, Curitiba /PR
    Visitação: Terça a sexta das 13 às 20hs
    Período expositivo: 17 de agosto a 12 de setembro

     

  • João Urban abre mostra no Museu Paranaense



    No dia 22 de agosto, às 19h, o Museu Paranaense recebe a mostra fotográfica “Aproximações – Ucranianos e Poloneses nas fronteiras agrícolas do Paraná”, de João Urban. A exposição reúne imagens feitas pelo fotógrafo dos descendentes de imigrantes poloneses no Paraná – em Cruz Machado, Araucária (Colônia Tomás Coelho) e São José dos Pinhais (Colônia Murici) – e dos descendentes de imigrantes ucranianos nas cidades de Irati, Mallet, Prudentópolis, Antônio Olinto e seus arredores entre 1979 e 2016. A entrada é gratuita.
    Senhoras Avelina e Lídia Marszal, filha e neta de imigrantes poloneses, Rio do Banho, Cruz Machado, PR, 1986. Foto de João Urban.
    Senhoras Avelina e Lídia Marszal, filha e neta de imigrantes poloneses, Rio do Banho, Cruz Machado, PR, 1986. Foto de João Urban.
    A exposição é uma homenagem do fotógrafo às suas raízes. Descendente de poloneses nascido em Curitiba (1943), Urban passou a infância e juventude no “Campo da Galícia”, atual bairro Mercês, quase região central da capital paranaense. O nome fazia referência à Galícia Oriental, importante região sob domínio do Império Austro-Húngaro, de onde vieram muitos imigrantes poloneses e ucranianos.


    No bairro da infância do fotógrafo, conviviam ainda imigrantes japoneses, chineses, russos e sírios. “Essa convivência diluía o ódio dos mais velhos que traziam em seus corações o estigma das guerras”, relembra Urban, que descobriu recentemente em sua genealogia, por meio de pesquisa feita pelo irmão Antonio Urban, que a avó paterna é descendente de um casamento entre um ucraniano e uma polonesa. A mostra faz um paralelo entre as sociedades dos descendentes de imigrantes poloneses e ucranianos no Brasil, apresentando semelhanças e características que as unem culturalmente.


    Para o diplomata Marek Makowski, cônsul-geral da Polônia em Curitiba de 2012 a 2018, o trabalho de Urban tem um importante valor sociológico e etnográfico. “A exposição tem um enorme valor etnográfico, histórico e sentimental e, apesar de mostrar uma realidade que não se encaixa nos padrões contemporâneos de bem-estar, vem carregada de fortes e positivas emoções: expõe as famílias polonesas e ucranianas tão parecidas em sua vida cotidiana, os sorrisos das crianças, os rostos dos adultos marcados pelo difícil trabalho na agricultura, as casas e igrejas decoradas no mesmo estilo artesanal, coloridas e belas, as ferramentas, o trabalho, os costumes, os valores, a perseverança. Tudo singelo, familiar e acolhedor, natural e simpático e aquela sensação de saudade de que tudo isso está se perdendo na presente modernidade.”
    Irmãos Peremebida, descendentes de imigrantes ucranianos, Antônio Olinto, PR, 2013. Foto de João Urban.
    Irmãos Peremebida, descendentes de imigrantes ucranianos, Antônio Olinto, PR, 2013. Foto de João Urban.
    Em 2019, João Urban completa 60 anos de fotografia. Iniciou seu trabalho profissional na década de 1960, dividindo sua atuação entre a fotografia publicitária e a fotografia documental de caráter autoral, centrada nas atividades agrícolas do Paraná. Urban já realizou inúmeras exposições, tendo sido um dos primeiros fotógrafos contemporâneos brasileiros a obter reconhecimento no exterior.


    Serviço
    Abertura da exposição “Aproximações” de João Urban
    Dia 22 de agosto de 2019, às 19h
    Período expositivo: até 1º de dezembro de 2019
    Entrada gratuita

    Museu Paranaense
    Rua Kellers, 289, São Francisco – Curitiba/PR
    Visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 17h30. Sábado, domingo e feriado, das 10h às 16h.
    (41) 3304-3300 | www.museuparanaense.pr.gov.br

    Fonte: Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Comunicação e da Cultura

  • Artistas criam intervenção para terminais de ônibus em Curitiba


     

     


     

     

     

    A partir do dia 26 de abril, sexta, quem passar pelos terminais de transporte coletivo em Curitiba do Campina do Siqueira, Campo Comprido e Cabral poderá ver a obra "Ínterim", uma intervenção urbana produzida pelas artistas Eliane Prolik e Larissa Schip.

    A instalação fotográfica de 30 metros de comprimento ficará no no teto das passagens subterrâneas dos terminais e retratam o próprio local com seus usuários, com destaque à captação do movimento a partir de vultos e da sobreposição de imagens. Ao formarem um conjunto, as fotografias criam uma linha central no teto. “A situação de inversão, acima da cabeça do observador, propicia uma nova leitura relacionada ao espaço e sua vivência corporal”, complementam as artistas.

    "Ínterim" apresenta registros imagéticos de sujeitos inseridos em relações coletivas urbanas instantâneas. Olha para experiência do contexto urbano de fluxo e de deslocamento diário, habitual e necessário das pessoas com seus vários destinos de moradia, trabalho e outras atividades. E investiga, simultaneamente, o tempo e o espaço em deslocamento, um estar em trânsito ou entre intervalos, a busca de acessos e conexões, partidas e chegadas.

    Interessa o movimento do corpo de cada um e do corpo social que parece se delinear perspectivado entre seres que se interpenetram. “No caminho em perspectiva, novos pontos de fuga junto aos passos e não olhares das pessoas, é uma desaceleração visual da pressa,  uma coleção de rastros que constitui um rio imagético”, define o crítico Adolfo Montejo Navas.

    O Projeto "Ínterim" foi selecionado em edital do Fundo Municipal da Cultura, sendo o projeto realizado com o Apoio do Programa de Apoio e Incentivo a Cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba e contou com o apoio da URBS.

    Além da sequência de imagens fixadas no teto da galeria, a intervenção também traz um texto do curador e crítico de arte Adolfo Montejo Navas e um QR code que dá acesso ao perfil do projeto no Instagram. A obra estará disponível entre os dias 26 de abril e 26 de junho nos três terminais.  




    Serviço:

    Intervenção Urbana Ínterim

    Local: Terminais do Cabral, Campina do Siqueira e Campo Comprido - passagens subterrâneas

    Data: 26 de abril a 26 de junho de 2019

    Insta do projeto:

    @projetointerim

    texto crítico on-line:

    bit.ly/2Wp4S3k

  • Itiban recebe "Luzes de Niterói", de Marcello Quintanilla

    A Itiban Comic Shop recebe o artista Marcello Quintanilha neste sábado, 23/03, às 16 horas, para o lançamento de seu mais recente romance gráfico 'LUZES DE NITERÓI'. Neste novo livro, o artista volta à cidade onde nasceu e cresceu, Niterói, e mergulha nas águas da Baía da Guanabara, trazendo uma trama baseada em fatos reais que ocorreram nos anos 1950. Uma aventura que envolve pescadores, futebol, a vedete Luz del Fuego e o primeiro campo naturista do Brasil.


    A HQ narra as aventuras do jovem Hélcio, inconsequente e promissor "beque" direito (equivalente ao que hoje conhecemos como lateral direito), e seu amigo Noel, portador de uma severa deformidade física, e tem como inspiração passagens da vida do pai de Quintanilha, que foi jogador do time de futebol Manufatora Atlético Clube, emblemática equipe operária do bairro Barreto, em Niterói. O livro foi lançado em novembro de 2018 na Europa e recebeu elogios entusiasmados da imprensa internacional.

    Na programação haverá um bate-papo com mediação do canal KITINETE HQ , com Liber Paz e Rodrigo Scama. Logo após, acontece a sessão de autógrafos. O lançamento acontecerá em várias cidades além de Curitiba, como São Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia.
    Em 2019, a Itiban Comic Shop completa 30 anos, considerada uma referência em HQs, RPG e cardgames no Brasil.
    Sobre o autor
    Marcello Quintanilha nasceu em 1971, em Niterói, e mora atualmente em Barcelona. Autodidata, tornou-se quadrinista profissional ainda adolescente, nos anos 1980, desenhando gibis de terror e artes marciais para a editora Bloch. Já publicou seus trabalhos em veículos como O Estado de São Paulo, Bravo, Le Monde, Internazionale, Art Review, Heavy Metal, Trip, TPM, Playboy, La Vanguardia e El País. É autor de Fealdade de Fabiano Gorilla (Conrad, 1999), Sábado dos Meus Amores (Conrad, 2009), Almas Públicas (Conrad, 2011), Tungstênio (Veneta, 2014), vencedor dos prêmios Angoulême e o Rudolph Dirks e adaptado para os cinemas pelo diretor Heitor Dhalia em 2018, Talco de Vidro (Veneta, 2015), Hinário Nacional (Veneta, 2016), ganhador de um Jabuti, e Todos os Santos (Veneta, 2018).

    Serviço:
    Lançamento do livro "Luzes de Niterói" (Editora Veneta) - Marcelo Quintanilla
    Local: Itiban Comic Shop
    23 de março de 2019, sábado
    Horário: 16h
    Avenida Silva Jardim, 845
    Funcionamento: segunda a sábado, 10h às 19h
    Entrada franca
    (41) 3232-5367
  • Imperdível: mostras de Didonet Thomaz, Antonio Arney e Pierre Verger terminam neste domingo no MON

    Programe-se para conferir três mostras imperdíveis que ficam até este domingo, 17/03, no Museu Oscar Niemeyer: Didonet Thomaz, Antonio Arney e Pierre Verger.

    A visitação é de terça a domingo, das 10h às 18h, com acesso até 17h30. Os ingressos custam R$20,00 e R$10,00 (meia-entrada). Todas as quartas a entrada é gratuita. Maiores de 60 e menores de 12 anos têm entrada franca todos os dias de funcionamento.

    Politopos Irregulares - Didonet Thomaz

    Divulgação/MON

    Didonet Thomaz tem uma longa trajetória como artista e pesquisadora das artes visuais. Com um trabalho denso e com muitos significados, a artista apresenta  “Politopos Irregulares”, com curadoria do professor Raúl Niño Bernal, do Departamento de Estética da Facultad de Arquitectura y Diseño, da Pontifícia Universidad Javeriana de Bogotá, Colômbia (2015-2018). Seus projetos de pesquisa e plano de trabalho foram mediados pelo artista visual e professor Hélio Fervenza, do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande Sul (2016-2018).

    Nas palavras de Bernal, Politopos são bifurcações de trajetos ou desvios baseados na incerteza e no azar, que se reconstroem mentalmente e de maneira imaginária, com o exercício de traçar linhas de conexão sobre uma imagem. Ainda de acordo com a curadoria, nesta exposição é importante ressaltar o conceito de Politopos Irregulares, para aproximarmo-nos do indeterminado, do desconhecido.



    O diálogo entre o curador e a artista Didonet Thomaz é apresentado em fragmentos de algumas mensagens de trabalho na linha do tempo, do estudo e da organização do seu “memorial de pesquisa: arquivo” e culminará com o texto curatorial (2015-2018), na antessala ou “sala da curadoria”, novidade em termos de exposição. Nela também estão expostos raciocínios que focam a origem do projeto Politopos Irregulares, desde o interior para o exterior da Casa Estrela no jardim circundante, “lugar primordial”, originariamente construída na Rua Dr. Zamenhoff, 65 (no bairro Alto da Glória, em Curitiba), antes e depois de haver sido desmontada (1998-2018). Incluem-se fascículos, catálogos (da 10ª Bienal do Mercosul), livros de leituras significativas, publicações decorrentes de pesquisa comunitária em arte, especificamente na Casa Estrela, em desuso, pesquisa que avançou com o nome de Politopos Irregulares, ao se iniciarem análises de amostras de resinas liberadas no tronco da Araucaria Columnaris; é quando novas morfologias em imagens são descobertas com achados, por exemplo, de ácaro.

    Estruturas e Valores - Antonio Arney

    Divulgação/MON

    Com 93 anos, Antonio Arney realiza a mostra “Estruturas e Valores”, uma grande oportunidade de ver um verdadeiro mestre da arte paranaense, com mais de meio século de produção.

    Suas pinturas com colagens em madeira herdam da arte construtiva e unificam elementos geométricos a materiais usados e de rejeitos, trazendo uma discussão atual sobre a sustentabilidade, arquitetura, memória. 

    Com curadoria de Adolfo Montejo Navas e Eliane Prolik, a mostra é um mapa pictórico do artista autodidata um itinerário concentrado de 24 obras desde 1966 a 2018. Navas e Prolik comentam que o trabalho do artista é uma poética rara e de exceção que traz uma cosmovisão e incorporação de elementos heterodoxos. Ao mesmo tempo, abstrata e matérica, sua pesquisa se aprofunda em modulações, variações e provoca ou reinventa medidas, valores e estruturas do mundo.

    Arney nasceu em 1926 (Piraquara – Paraná). Artista autodidata, aprendeu o ofício de marcenaria com seu pai. Sua longa trajetória profissional começou em Curitiba, desde o final dos anos 1950, com a participação no Círculo de Artes Plásticas.

    Em seu currículo constam inúmeros prêmios, sendo oito premiações no Salão Paranaense. Participou de importantes mostras nacionais e internacionais como: I e II Panorama de Arte Atual Brasileira – MAM/SP (1969 e 1970); XI Bienal Internacional de São Paulo (1971); Brasil Plástica 72; I e III Salão Nacional de Artes Plásticas (1978 e 1980), no Rio de Janeiro.

    Recentemente, realizou as individuais Estações, no MASAC (2015); Outra Coisa, no MuSA-UFPR (2016), e O Poeta e o Marceneiro, na Galeria Boiler (2016). Participa da mostra Luz e Matéria, com obras do acervo do MON, em Curitiba (2018). Em 2019, acontece a publicação do livro Comparações de Valores, sobre sua produção.

    Pierre Verger

    Foto Pierre Verger

    Com curadoria de Alex Baradel e Marcelo Guarnieri, a exposição sobre o fotógrafo Pierre Verger (1902-1996) conta com aproximadamente 150 imagens e está dividida por núcleos que compreendem distintos momentos do seu trabalho, onde o público pode perceber toda a extensão historiográfica e fotográfica da obra de Verger pelo mundo.

    Estão em exibição os primeiros vintages - impressão fotográfica realizada enquanto o autor era vivo; as fotografias para a imprensa francesa, feitas entre 1932-1934; o registro da Segunda Guerra Mundial; o Nordeste brasileiro; os cultos afro-brasileiros; a Segunda Guerra Sino-Japonesa, entre outras documentações.

    Fotógrafo, etnólogo e antropólogo, Verger viveu parte da sua vida na cidade de Salvador, capital do estado da Bahia, inclusive com uma produção escrita significativa sobre esta cultura. Verger  transformou seu trabalho em um grande panorama dos cinco continentes, incluindo o Brasil, onde realizou uma profunda pesquisa.  

    Serviço:

    Exposições dos artistas Didonet Thomaz, Antonio Arney e Pierre Verger no MON

    Até dia 17 de março de 2019, domingo

    Museu Oscar Niemeyer

    Terça a domingo, das 10h às 18h - acesso até 17h30

    Ingressos: R$20,00 e R$10,00 (meia-entrada)

    Rua Marechal Hermes, 999

    Centro Cívico

    www.museuoscarniemeyer.org.br

     

  • Jornalista abre mostra de fotografia sobre o Haiti

    Inaugurou hoje, 12/03, no Museu do Expedicionário, a mostra "Sobre Vivências: um olhar feminino sobre o Haiti", da jornalista Daiane Andrade, no Museu do Expedicionário, com cerca de 50 fotografias sobre a vivência da repórter no país.

    Daiane participou da cobertura do fim da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah), no fim de agosto de 2017. A experiência também inspirou a série de reportagens “Do inferno à esperança – o Haiti que (sobre)vive em meio ao caos”, veiculada pela rádio BandNews. A jornalista é ainda coautora do livro "A trajetória dos condenados – Rememórias", lançado pela editora Íthala.

    A mostra fica em cartaz até dia 31 de março e a entrada é gratuita.

    Serviço:

    "Sobre Vivências: um olhar feminino sobre o Haiti", de Daiane Andrade

    12/03 a 31/03/2019

    Museu do Expedicionário

    Rua Comendador Macedo, 655

    Terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h; sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h.

    http://www.museudoexpedicionario.5rm.eb.mil.br

  • Oficina de Grafite com Marciel Conrado

    O artista Marciel Conrado em ação

    O artista Marciel Conrado realiza neste sábado, dia 16/02, um workshop de grafite na Tetra Gallery, das 10h às 16h. Podem participar pessoas de todas as idades, sem conhecimento prévio em arte. Os ingressos podem ser adquiridos por meio da plataforma Sympla: https://www.sympla.com.br

    Conrado nasceu em Curitiba e graduou-se na Faculdade de Música e Belas Artes do Paraná (EMPAP). Iniciou seu trabalho com grafite em 2005 e possui obras em várias cidades do Brasil e do exterior. Também é arte-educador e designer gráfico, tendo colaborado em várias exposições. Como artista participou de muitas mostras individuais e coletivas ao longo de sua trajetória. Atualmente está com a mostra "Janela", junto com Neiton Nunes, também na Tetra Gallery, que pode ser vista até dia 22 de março. 

    A primeira parte da oficina será teórica, com uma breve explicação sobre mundo do grafite e seus impactos. O artista irá abordar as técnicas de pintura mais utilizadas nas ruas e dará algumas explicações sobre as diferentes ramificações da arte urbana.

    No segundo momento, os participantes vão realizar na prática o que foi explicado. Haverá sprays e uma área de pintura a todos os participantes que vão fazer um mural com o que foi aprendido.

    A parte teórica será ministrada dentro da Tetra Gallery e a segunda ao ar livre, em um local ideal para a utilização de sprays de tinta e outros materiais.

    Para conhecer o trabalho de Marciel Conrado acesse: 

    instagram.com/marcielconrado

    Serviço:

    Workshop de grafite com Marciel Conrado

    Local: Tetra Gallery

    Cel. Dulcídio, 540 - c4  - Curitiba/PR

    Valor da Inscrição: R$120

    Horário:  10h às 16h

    *intervalo de 1h para almoço

    Ingressos: https://www.sympla.com.br


    Obs:

    1. Menores de 18 anos deverão ser acompanhados por um adulto;

    2. Qualquer adulto acompanhante devera ser registrado e pagar a inscrição no curso - a razão para isso se da pelo fato de que independentemente da pessoa estar interessada ou não no curso, ela estará participando por estar presente;

    3. Nos desculpamos por qualquer inconveniente quanto a esta politica, mas é a política de workshops em geral.

  • Projeto de causa humanitária reúne diversas ações em apoio a refugiados

    Evento realizará arrecadação de material escolar para crianças refugiadas de várias nacionalidades

    No dia 16 de fevereiro, sábado, na sede da Asteroide,em Curitiba, acontecerá o evento BE.CAUSE, que tem como objetivo a ajuda humanitária. Neste dia, haverá arrecadação de material escolar (em Curitiba) para crianças refugiadas e captação de recursos para atendimento aos refugiados do Paraná e Roraima.

    O projeto foi criado em parceria com: Asteroide, Os Samaritanos e Linyon Global Workers e apoio da Editora Collaborativa.

    Para aproximar diversas culturas por meio da arte, a sede da Asteroide promoverá diversas atrações culturais, como: performance, artes visuais, música, gastronomia e bate-papo em um único evento. Obras de arte serão colocadas â venda e todo o valor arrecadado será revertido para a campanha.CAUSE

    Além disso, todo o material escolar doado será reunido para que na semana seguinte seja realizada a distribuição nas comunidades que o projeto abrange.

    Evento acontecerá dia 16 de fevereiro

    A entrada é franca e a programação ocorre entre 15h e 22h. Confira o funcionamento:

    Veja como ajudar:

    Você pode entregar sua doação nos pontos de coleta (informações em andamento);

    Adquirindo uma obra da exposição;

    Comprando um dos pratos e/ou bebidas vendidos no evento. (Todo valor arrecadado será revertido para a campanha.)

    Divulgando o evento/campanha!

    Sendo voluntário no dia do evento!

    Contato pelo whats 41 99581 3018 – Ana Rivelles

    Programação do evento (sujeita a alterações):

    Sábado, 16 de fevereiro de 2019, das 15h às 22h.

    15:00 – Abertura da Exposição

    Artistas:

    Atelier Vinco (instalação)

    Bruno Santos (fotografia)

    Brunno Covello (fotografia)

    Deise Dias (pintura)

    Michele Bravos (fotografia)

    Isabelle Mesquita (instalação)

    Marlon Anjos (pintura)

    Ricardo Durski (litografia)

    Tales Costa (desenho arquitetônico)

    Vivien Zanlorenzi (pintura)

    15:30 - Livro de Esboço, performance musical de Angelo Esmanhotto

    16:00 – Performance Manifesto Crespo

    16:30 – Show Acústico com Wes Ventura

    17:30 – Roda de bate-papo

    19:00 – Fechamento do evento com Show da Banda Perna Leiga

     

    *Comidinhas por Yasmin Comida Árabe

    **Durante todo o evento serão exibidos filmes selecionados pela curadoria de Rayat O'Haylle

     

    *Evento Gratuito*

    PERGUNTAS FREQUENTES

    Para participar é preciso doar em grandes quantidades?

    Não! Toda (toda mesmo!) ajuda é bem vinda! Você pode doar uma caneta e seremos igualmente gratos.

    O evento é gratuito?

    Sim! Totalmente gratuito e todxs são muito bem vindxs!

    O que é estar refugiado?

    Refugiados são pessoas que se encontram fora do seu país devido a fundado temor de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, opinião política ou participação em grupos sociais e que não possa ou não queira voltar para casa.

    Também são considerados refugiados aqueles que fogem de seu país de origem por causa de conflitos armados, violência generalizada e violação massiva dos direitos humanos.

    Por que ajudar crianças refugiadas e não os crianças brasileiras que tanto precisam?

    Entendemos que não há distinção entre brasileiros e não-brasileiros. Todos formamos uma única raça – a raça humana. Acreditamos que a diversidade é uma força quando todos se unem por um mesmo objetivo. Acolher quem está refugiado não se resume a aceitá-los no nosso país, mas compartilhar histórias, culturas, música, gastronomia, arte e visões diferentes de um mesmo mundo.

    Aceitar é acolher e acolher é o contrário de marginalizar. Aceitá-los, fala sobre quem somos, e que projetos temos para a nossa sociedade, pois, reafirmamos, não existe o “nós” e o “eles”. Acolher forma laço e não muro, é sinal de força, do que se faz em solidariedade, sentimento, gesto, aquilo que não tem fronteiras e que une corações.

    Serviço:

    Be.Cause: Campanha de Ajuda Humanitária

    Local: Asteroide, Rua Flávio Dallegrave, 2661, Hugo Lange, Curitiba

    Data: Sábado, 16 de fevereiro de 2019, das 15h às 22h.

    Entrada gratuita

    Confira a página do evento, aqui:

    https://goo.gl/qkZm23  

    Crédito das fotos: Brunno Covello

  • Marciel Conrado e Neiton Nunes abrem mostra em Curitiba

     

    Diz no início do texto da exposição: "Janela. Olhar através dela, olhar por ela, olhar a partir da sua perspectiva. Olhar de (para) dentro e olhar de (para) fora. A partir dessa ideia, os artistas Marciel Conrado e Neiton Nunes apresentam suas obras e revelam seus pontos de vista sobre o mundo. A arte chega pelos olhos, pelas mãos e pela percepção de transpor para um suporte material um universo particular. E neste instante tudo muda."

     

    "Janela" traz aproximadamente 25 obras inéditas de ambos os artistas produzidas este ano e o público poderá ver este resultado a partir desta quinta, dia 13/12, às 19 horas, na Tetra Gallery. Marciel e Tri têm uma longa trajetória ligada à arte urbana e suas sobras podem ser vistas em várias cidades do Brasil e do mundo.

     

    Para conhecer mais os seus trabalhos acesse:

    @instagram.com/marcielconrado

    @instagram.com/arvore.one

     

    A mostra fica em cartaz até dia 13 de fevereiro de 2019 na Tetra Gallery. A visitação pode ser feita de segunda a sexta, das 11h às 19h. Todos os trabalhos também estarão à venda.

     

     

    Obra "Carne" - Neiton Nunes

     

     

    Obra "Máscara" - Marciel Conrado

     

    Serviço:

    Abertura da mostra "Janela" - Marciel Conrado e Neiton Nunes

    Tetra Gallery

    Quinta, 13/12, 19 horas

    Endereço: Cel. Dulcídio, 540 - c4  - Curitiba/PR

    (41) 99946-1053

    www.tetragallery.com