Marianna Camargo

  • Projeto leva arte e educação às escolas de Curitiba

    Chucrobilly Man, um dos 17 artistas que participa da ação. Foto: Oruê Brasileiro

    Além de uma instalação itinerante, ação pintou 17 murais, espalhados por todas as regionais da capital paranaens

    Aliar arte e educação aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) tem sido um desafio para diversos órgãos culturais e públicos. Para chegar às escolas e atingir diretamente às crianças, nasceu a 2030 Ação Educativa, projeto que além de levar murais a diversas escolas de Curitiba, também conduz uma instalação artística itinerante a todas as regionais da cidade, para que as crianças possam ter contato desde pequenas com a arte e o conceito de sustentabilidade.

    Os ODS foram estabelecidos pela ONU em 2015. Ao todo, são 17 objetivos que integram temas ligados ao consumo sustentável, mudança climática, desigualdade econômica, inovação, diversidade, paz e justiça e formam uma agenda, que tem como ideia, cumpri-los até o ano de 2030. Por isso, agentes culturais têm adicionado os objetivos aos seus trabalhos artísticos. Para Giusy de Luca, umas das produtoras à frente da 2030 Ação Educativa, a arte está ligada diretamente ao futuro do planeta. "Para quem faz e produz arte em 2022, é quase obrigatório querer estar alinhada a projetos que tenham consciência social e ambiental", explica. Já para o produtor Bernardo Bravo, a importância do projeto é educar as crianças, - "Se as crianças são o futuro, o que faz sentido desde já é ajudar a educá-las com a consciência de que cada um deve fazer a sua parte para vivermos num lugar melhor", disse.

    A Ação passou por 10 escolas municipais de Curitiba, nas 10 sub regionais da cidade. Todas foram escolhidas pela Secretaria Municipal de Educação e ao todo, cerca de 2000 crianças já foram impactadas.  Além de levar conhecimento, o importante tem sido resgatar a autoestima dos alunos e educadores. Para a professora Samara Rosa, da Escola Municipal Eva da Silva, na regional Cajuru, o legal foi se reconhecer na imagem do muro. "A experiência foi incrível! Levei as crianças para conhecer os artistas e o processo de construção. Elas ficaram eufóricas quando puderam encontrar semelhança na arte com minhas características físicas", comentou. "Sou a única professora negra no período que leciono na escola e me senti emocionada. Além de trazer boas conversas sobre diversidade, também partilhamos sobre o afeto". 

    Foto: Oruê Brasileiro. Crianças celebram o mural do artista Bruno Romã, no Sítio Cercado

    Instalação e Capacitação

    Além dos murais, a instalação pintada pela artista Érika Lourenço entra num caminhão de mudanças todas as semanas e percorre a cidade para uma nova escola. São 17 portas que juntas, numa estrutura metálica, formam um formam um ambiente 360 graus. "Fortalecer a cultura de sustentabilidade e comunidade, se torna cada vez mais importante em tempos de falta de recursos, crises ambientais e sociais como vivemos hoje", afirma Érika. Nas escolas, a atriz Fernanda Fuchs conta histórias e de maneira lúdica e divertida, ensina os alunos sobre cada ODS. "Tem sido uma grande experiência, pois todas as crianças estão abertas e dispostas a aprenderem sobre o tema", afirma.

    Ainda, o projeto realizará um curso de capacitação sobre Cidades Regenerativas, ministrado por Raquel de Valença e Ramiro Pissetti, com foco na Gestão Pública, para Secretários dos Municípios do Paraná.

    Para saber mais sobre o projeto e visitar as obras de arte de maneira online, basta acessar o site: 2030acaoeducativa.com.br

    Foto: Oruê Brasileiro. Crianças em frente ao mural do artista Tom Mais Amor, na regional Boqueirão

    Serviço - Ação Educativa 2030

    Assessoria de Imprensa - Bruna Alcantara - (41) 991327331

    Idealização - Mucha Tinta e Bernardo Bravo Produções

    Instagram - @2030acaoeducativa

  • Grupo de indígenas Mebêngôkre-Kayapós do Pará realiza oficina no MUPA

    Foto: Simone Giovine/Associação Floresta Protegida

    O Museu Paranaense, MUPA, promove neste fim de semana, dias 14 e 15/05, um encontro com os indígenas Beppre re Kayapó, Kokodjy Kayapó, Mrynho re Kayapó, Bekwynhtokti Kayapó, Mrodjanh Kayapó e Moxare Kayapó.

    O grupo, da etnia Mebêngôkre-Kayapó, fará uma verdadeira travessia pelo Brasil saindo (alguns pela primeira vez na vida e sem falar português) da aldeia Kubenkrãkenh, município de Ourilândia do Norte, localizada no Pará, para compartilhar habilidades e saberes ancestrais com o público do MUPA. Eles estarão acompanhados do início ao fim da grande viagem pelo antropólogo Daniel Tibério Luz, da Associação Floresta Protegida. Levarão cinco dias para chegar até aqui, com a jornada dividida entre trajeto a pé, de barco, caminhonete e, por fim, o trajeto aéreo.  

    Nos dias 14 e 15 de maio, sábado e domingo, respectivamente, o grupo de mulheres indígenas fará no museu a oficina “Jenipapo, pintura corporal e grafismos Mebêngôkre-Kayapó”, na qual pintarão com a pigmentação oriunda de dois elementos vegetais – o jenipapo e o carvão vegetal – partes do corpo dos visitantes interessados em conhecer mais sua cultura tradicional. As pinturas corporais são consideradas roupas que versam sobre as fases da vida: luto, nascimentos e cerimônias.

    Além da oficina de pintura corporal, o grupo traz ao museu uma gama variada de artesanatos feitos em sua aldeia. No sábado, a partir das 14h, será possível acompanhar uma breve apresentação de Daniel Tibério Luz sobre os trabalhos desenvolvidos com os Mebêngôkre-Kayapó, contextualização do histórico da região de Tucumã-PA e aldeia Kubenkrãkenh. As oficinas acontecem sábado e domingo, das 14h às 18h, e não há necessidade de inscrição prévia. O público será atendido por ordem de chegada. 

    Card com informações do evento Jenipapo, pintura corporal e grafismos Mebêngôkre [Kayapó]

     

     

    AS PINTURAS E SEUS SIGNIFICADOS


    Os mais elaborados desenhos de traços são pintados pelas mulheres, que exercem o importante papel de preservação e de perpetuação desse conhecimento. Desde a infância, as menires, como são chamadas nas aldeias, aprendem as pinturas características de seu povo e as disseminam por gerações, fortalecendo durante esse processo, principalmente, as relações entre os Mebêngôkre-Kayapós e suas aldeias. 

    Além de exibir a identidade Mebêngôkre, esse tipo de arte corporal também é usado em rituais, encontros, adornos e festejos. Uma mulher pode se pintar de preto com extrato de jenipapo, por razão do filho ter completado um ano de idade, marcando com isso a possibilidade dela voltar a participar das atividades cotidianas da aldeia, depois desse um ano de uma série de prescrições.

    SOBRE A ETNIA


    O termo kayapó é herança do início do século XIX. Eles próprios não se designam por esse termo, alcunhado por grupos vizinhos para nomeá-los e que significa "aqueles que se assemelham aos macacos". Os Kayapó se referem a si como mebêngôkre, "os homens do buraco/lugar d'água". Mas, como popularmente disseminou-se o termo kayapó, é comum nos dias de hoje que sejam referidos pela junção entre as duas designações: “Mebêngôkre-Kayapó”.

    Os Mebengokre-Kayapó são nacional e internacionalmente conhecidos por sua presença e atuação contundente em pautas políticas e ambientais, como é o caso do cacique Raoni Metuktire, reconhecido pela luta em prol da preservação da Amazônia e da vida dos povos indígenas. 

    MEBÊNGÔRE-KAYAPÓS E O ACERVO DO MUPA


    Além do encontro com o público para a oficina de pintura corporal, o grupo vêm até Curitiba para ficar frente a frente, pela primeira vez, com um acervo etnográfico e imagético que registra seu povo. Os Mebêngôkre-Kayapó estão representados no museu por meio da Coleção Vladimir Kozák e da Coleção João Américo Peret.  

    A primeira coleção é composta substancialmente por acervo imagético (fotografias, cromos, filmes e iconografia), e a segunda é caracterizada por acervos tridimensionais, que são objetos como ornamentos plumários, bordunas e outros armamentos de guerra ou rituais, inúmeros ornamentos de dentes, sementes ou miçangas, em sua maioria itens que versam sobre a perpétua necessidade Mebêngôkre-Kayapó de transformação dos corpos. 

    São mais de 100 objetos tridimensionais, as fotografias ultrapassam 300 registros, a iconografia composta de desenhos e pinturas juntamente com os registros por escrito a respeito do grupo somam mais de 80 itens. Ou seja, são no mínimo 480 objetos de origem direta Kayapó e de registros secundários feitos por pesquisadores.  

    O encontro desses indígenas que vivem no norte do Brasil com um importante acervo sobre seu povo, resguardado por uma instituição museológica do sul do país, faz parte de uma política de reparação histórica iniciada pela atual gestão do MUPA.    

    “Para o MUPA, o encontro com os kayapós traz uma energia única, especial; proporcionar a vinda do grupo com o museu e aproximá-los não só com o público, mas também com o nosso acervo, está entre as nossas prioridades”, pontua a diretora do museu, Gabriela Bettega.

    SERVIÇO

    MUSEU PARANAENSE - MUPA


    Oficina de pintura corporal “Jenipapo, pintura corporal e grafismos Mebêngôkre-Kayapó”. Dias 14 e 15 de maio no Museu Paranaense. Atividade gratuita, a pintura individual será feita por ordem de chegada.

    Dia 14, das 14h às 18h (neste primeiro dia haverá uma breve apresentação do antropólogo da Associação Floresta Protegida, Daniel Tibério Luz, sobre os trabalhos desenvolvidos com os Mebêngôkre-Kayapó, contextualização do histórico da região de Tucumã-PA e aldeia Kubenkrãkenh). 
    Dia 15, das 10h às 13h30. 

    Endereço:

    Rua Kellers, 289 - Alto São Francisco - 80.410-100 - Curitiba - PR  
    Telefone: +55 41 3304-3300

    Horário de funcionamento:

    Terça a domingo, das 10h às 17h30.


     

  • Mostra promove conversa sobre arte com críticos, curadores e artistas

    Catálogo da exposição será lançado no mesmo dia, ambos têm entrada gratuita

    A exposição Univers9, aberta no MuMA - Museu Municipal de Arte - desde 26 de março, realiza no dia 13 de maio, sexta, às 16h30, uma conversa com o tema Arte Atual com Ivo Mesquita, curador, jornalista e historiador de arte; os artistas Tony Camargo e Uiara Bartira; a curadora Márcia Aracheski; Ana Mondini, crítica de arte que assina o texto do catálogo - que será lançado no mesmo dia – e os nove artistas que compõem a mostra.

    A curadora da Univers9, Márcia Aracheski, ressalta a importância do tema. "Convidamos o curador Ivo Mesquita e o artista Tony Camargo para uma conversa sobre arte atual; dois olhares relevantes, consideráveis e impecáveis na trajetória da arte de nosso tempo", diz.

    O coletivo é composto por: Ângela Muggiati, Carmen Fortes, Daniela Veronesi, Denise Abujamra, Eliane Dumke, Francinete Alberton, Márcio Wantroba, Sonia Mota e VeraLu, a mostra tem curadoria e texto curatorial de Márcia Aracheski, além de texto crítico de Ana Carolina Mondini.

    A exposição também foi prorrogada até dia 26 de junho. No mês de maio ocorrem visitas guiadas pela exposição com os artistas nos dias 04, 11, 18 e 25/05. Todas as atividades têm entrada livre e acontecem no MuMA.

     

     

    Sobre os convidados:

    Ivo Mesquita, curador independente, mora em São Paulo. Jornalista e historiador de arte de formação assina diversas curadorias entre elas da 28º Bienal de São Paulo, em 2008, como curador-chefe. Curador para a X Mostra da Gravura Cidade de Curitiba - Mostra América dos países Canadá, México, Argentina e da Coleção Leo Castelli no Museu Municipal de Arte MuMA, em 1992. Foi diretor artístico de importantes instituições como Pinacoteca do Estado de São Paulo, do Museu de Arte Moderna de São Paulo e da Fundação Bienal de São Paulo. Das exposições que idealizou e desenvolveu como curador, destacam-se: F[r]icciones, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madri 2000 e Cartographies, Winnipeg Art Gallery, Canadá 1993. Desde 1996 e por mais de uma década, foi professor visitante no Centro de Estudo de Curadoria do Bard College, Nova Iorque, EUA, o primeiro programa de mestrado para formação de curadores de arte contemporânea do país.

     

    Tony Camargo, artista visual paranaense, mora em Paula Freitas, PR. Autor de trabalhos que expõem cores e discussões sobre elementos opostos possui um currículo extenso com diversas exposições em museus e galerias, entre eles as individuais: Seleta Crômica e Objetos, Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, em 2018, e Novas Planopinturas, SIM Galeria, Curitiba, em 2016, e as coletivas: Clube de colecionadores de fotografia do MAM - 20 anos, Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, em 2020 e Modos de ver o Brasil: Itaú Cultural 30 anos, curadoria de Paulo Herkenhoff, Thais Rivitti e Leno Veras, Oca – Parque Ibirapuera, São Paulo, Brasil (2017), além de prêmios pelo Brasil.

     

    Uiara Bartira

    Bacharel em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná; com extensão em Gravura na The ArtStudents League of New York; Estudou litografia na Escola de Comunicação e Artes – USP; Pós graduada em Fotografia e Processos de Criação de Imagem pela Universidade Tuiuti do Paraná. Trabalha nas áreas de formação e curadoria de arte. Participa de importantes Salões e Bienais Internacionais de Gravura, além de inúmeras exposições individuais e coletivas.

     

    Ana Mondini é crítica de arte, doutora em filosofia, artista plástica, formada pela Escola de música e artes do Paraná e idealizadora do Canal no YouTube “Entrevista com Artistas & Afins”.

     

    Márcia Aracheski

    Envolvida com a área cultural e artística desde 1997, Márcia Aracheski é formada em Artes Visuais pela Universidade Tuiuti do Paraná e Pós-graduada em História da Arte e em Museus, Galerias e Arquivos. Com mais de 20 exposições realizadas e textos críticos e curatoriais, atua como curadora, historiadora de arte, museóloga e gestora de eventos de arte em seu escritório.

     

    Produção e realização

    Univers9 tem realização da TRÊS_arte: curadoria, texto curatorial e expografia: Márcia Aracheski; texto crítico: Ana Carolina Mondini; orientação de arte: Uiara Bartira.

    Montagem: Equipe Montagem Curitiba. Design gráfico: Adriana Alegria Design. Assessoria de imprensa: Palavra Assessoria de Comunicação. Fotografia: Katia Velo. Apoio: Hotel Pestana, JP Steakhouse.

     

    A programação pode ser acessada pelas plataformas:

     

    Site: https://univers9arte9.wixsite.com/website

    E-mail: univers9arte@gmail.com

    Instagram: @univers9_arte

    Facebook: https://www.facebook.com/universo9arteatual

     

      

    Serviço:

    Exposição Univers9

    Período expositivo: 26 de março a 26 de junho de 2022

    Local: Museu Municipal de Arte (MuMA)

     

    Horário de funcionamento: 10h às 19h (3ª feira a domingo)

    Endereço: Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão - Portão

    Contato: (41) 3329-2801

    Entrada gratuita

    portaocultural@fcc.curitiba.pr.gov.br

     

    Atividades:

    Lançamento do catálogo e conversa com convidados sobre Arte Atual

    Local: Cine Guarani, no Museu Municipal de Arte - MuMA

    Data: 13/05, sexta

    Horário: 16h30

    Participação: Ivo Mesquita, Tony Camargo, Uiara Bartira, Márcia Aracheski, Ana Mondini e artistas   

     

    Visitas guiadas com os artistas

    Datas e horários:

    Dia 04/05: 15h às 16h

    Dia 11/05: 10h às 11h

    Dia 18/05: 15h às 16h

    Dia 25/05: 10h às 11h

     

    Cerimônia de encerramento

    26/06, domingo

    17h

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Drag queen curitibana lança seu primeiro álbum

    Dalva lança seu primeiro álbum"O amor é uma invenção da Nasa pra vender travesseiro" nesta sexta. Foto Aurelio Dominoni

    Show de pré-lançamento do projeto da drag queen curitibana acontece no dia 6 de maio, no Espaço Fantástico das Artes, em Curitiba, às 22h


    Há 13 anos, o humor e o texto são a base do trabalho da drag queen Dalva - persona criada pelo artista Gustavo Bitencourt, que tem 25 anos de história no teatro e na dança. Agora, é a música que serve como plataforma para contar histórias melodramáticas de amor, usando beats dançantes e estéticas diferentes.

    O pré-lançamento do primeiro álbum da carreira será no dia 06 de maio, às 22h, no Espaço Fantástico das Artes, em Curitiba, durante a Mostra Internacional de Cabaret.

    O show terá participações de Vini Sant, Vini Ruiz, Amira Massabki, Galiza, e em seguida emenda com uma festa, com discotecagem de Juana Profunda e Neide Marela.

    Assim como o processo de criação da Dalva foi algo natural, a produção do projeto musical foi algo inevitável. “Tem desde o punk rock que foi muito importante na minha adolescência, tem rock progressivo, pop experimental e muita coisa que eu realmente ouço”, conta Dalva.

    Com direção artística de Leonardo Gumiero, o álbum, intitulado de “O Amor é uma invenção da Nasa pra vender travesseiro”, traz oito músicas que, ao contrário da maioria das produções atuais, revelam a fragilidade dos relacionamentos e narram histórias de amor que deram errado.

    Frases como “entre o sucesso e o amor, sempre o sucesso”, e “falou que sempre ia me amar e me largou” dão o tom para os relatos que ganham força na voz de Dalva e com os arranjos que também fogem do convencional.

     “A produção foi uma aventura, uma grande experimentação. Trabalhar com a Dalva é sempre algo muito interessante. Ela tira referências de lugares muito interessantes e não óbvios”, conta Gumiero. O diretor destaca ainda as diferentes histórias que cada canção traz.

    “Toda a produção é pensada para servir às histórias. Então, acabamos criando canções muito diferentes. Cada música é um universo de cada personagem, da sua história. É um prazer estar nesse universo que a Dalva criou. Um universo de contar histórias”.

    As letras tristes não deixam de ser dançantes e permitem que as pessoas, além de se identificarem com as situações, se joguem na pista e aproveitem a fossa causada por uma desilusão.

    A faixa dois, “Psicopata do Amor”, foi a primeira letra escrita nesse processo:

    “Eu sempre gostei muito da música que é considerada brega, especialmente desse brega que conta uma história triste. E sempre gostei muito da disco music e acho incrível quando junta uma coisa na outra: uma música dançante, animada, contando uma história horrível”, conta a drag queen.

    Com a produtora musical Jo Mistinguett, a faixa foi construída e recebeu ajustes durante quatro anos e foi o ponto de partida para as outras que compõem o álbum e que têm diferentes referências como o punk, o rock progressivo e o pop experimental.

    A partir daí foram se juntando ao projeto outros artistas: o próprio Leonardo Gumiero, que foi responsável pela captação, mixagem e direção artística, além de produzir duas faixas. As produtoras Amira Massabki e Vini Ruiz, que também produziram duas músicas cada uma. O cantor e compositor Vini Sant aparece como featuring na faixa “Sucesso”. Já os vocais tiveram a participação de Fernanda Fuchs, Simone Magalhães e Jo Mistinguett.

    Sobre a MIC - Mostra Internacional de Cabaret

    O show acontece dentro da programação da MIC - Mostra Internacional de Cabaret, uma iniciativa da Selvática Ações Artísticas. “É muito legal a oportunidade de fazer o show dentro desse evento, junto com o povo da Selvática, que são os meus amigos, que estiveram comigo desde que eu comecei a fazer drag”, conta Dalva.

    A MIC (Mostra Internacional de Cabaret) reúne importantes nomes nacionais e internacionais que se aprofundam na investigação do cabaré. A programação internacional terá o grupo mexicano "Atabal Teatro", que tem mais 15 anos de trajetória e nos últimos anos conta com a direção da cantora e cabareteira Montserrat Angeles Peralta -  que também irá apresentar seu solo "Disfruta la Fruta" - e o dramaturgo, performer e cabareteiro argentino Patricio Ruiz, que recentemente ganhou o Prêmio de Melhor Autor de Teatro 2019 pela Associação Argentina de Autores.

    Já na composição do recorte nacional estará a artista mineira Marina Viana apresenta MPB, espetáculo solo criado a partir da sua estética de Teatro Fanzine; as curitibanas Psicodrags, dirigidas por Juana Profunda e Dalva; e também o Cabaré Voltei + Domingão de Variedades, que por meio de convocatória pública irá reunir números curtos de artistas de cabaré. Também compõe a programação a Trombada de Cabarés, que apresentará falas performáticas com pesquisadoras importantes como as professoras doutoras Christina Streva (UNIRIO) e Montserrat Angeles Peralta (MX), a oficina "Teatro Fanzine e Cabaré" com Marina Viana.

    FICHA TÉCNICA

    O Amor é uma invenção da Nasa pra vender travesseiro

    Direção artística: Leonardo Gumiero

    Produção executiva: Dalva

    Produção musical: Amira Massabki, Leonardo Gumiero, Jo Mistinguett, Vini Ruiz

    Captação de voz, mixagem e masterização: Leonardo Gumiero

    Assessoria de imprensa/mídia social: Bruna Alcântara, João Marcelo Vieira

    Arte (capa): Gustavo Bitencourt

    Ilustração: André Costa

    Fotos e produção de moda: Aurélio Dominoni

    SERVIÇO

    "O amor é uma invenção da Nasa pra vender travesseiro" 

    (Show de pré-lançamento + Festa)

    Quando: 6 de maio

    Horário: às 22h, integrando a programação da MIC (Mostra Internacional de Cabaret)

    Onde: Espaço Fantástico das Artes

    Endereço: Rua Trajano Reis, 41 - São Francisco, Curitiba - PR

    Entrada gratuita

    Participações: Amira Massabki, Vini Ruiz, Vini Sant, Galiza 

    Discotecagem: Juana Profunda e Neide Marela.

  • Drag queen entrevista personalidades da cena LGBTQIA+

     

    Terceira temporada do Consultório Sentimental da Dalvinha vai ao ar entre março e maio. Foto: Assessoria de Imprensa

    A atriz, dramaturga e diretora curitibana Leonarda Glück; a icônica cantora brasileira, Maria Alcina; o cineasta, roteirista, escritor e jornalista, Lufe Steffen; o multiartista Getúlio Abelha; e um dos maiores ícones da cena drag queen no Brasil, Lorna Washington são os entrevistados da terceira temporada do Consultório Sentimental da Dalvinha

     

    O Consultório Sentimental da Dalvinha lança a terceira temporada com entrevistas com cinco personalidades da cena artística LGBTQIA+ sobre temas variados, sempre pautando histórias não contadas. "A intenção é contar e registrar as histórias dessa cena, que ainda é marginal e normalmente não está nos livros de história da arte", afirma Gustavo Bittencourt, que é conhecido pela sua principal personagem: Dalva Brandão.

    Entre março e maio, Dalva recebe a atriz, dramaturga e diretora curitibana Leonarda Glück; a icônica cantora brasileira, Maria Alcina; o cineasta, roteirista, escritor e jornalista, Lufe Steffen; o multiartista Getúlio Abelha; e um dos maiores ícones da cena drag queen no Brasil, Lorna Washington.

    Segundo ele conta, “desde o começo, a Dalva fala de vários assuntos e as pessoas adoram pedir conselhos”. O Consultório Sentimental começou de uma forma não planejada, através dos stories das redes sociais, onde recebia centenas de perguntas no Instagram. "As pessoas mandavam perguntas sobre relacionamento, doenças, gramática, política, assuntos variados e eu respondia. Mas, a partir de um ponto, entendi que precisava chamar outras pessoas para falar, com conhecimento de causa", afirma. "No começo, usava um celular e um computador velho, depois foi ficando sério, decidi profissionalizar migrando para o YouTube", completa.

     

    Agora, com maior popularização de programas de entrevistas online estimulados pelo isolamento social da pandemia, é por meio de um edital da Fundação Cultural de Curitiba que Dalva recebe convidados na edição Divã das Divas. Os programas serão todos ao vivo, sem edições e com a participação do público. "As pessoas vão comentando online e os assuntos mudam de acordo com os interesses do público. Tento fazer tudo de maneira divertida", diz Gustavo.

     

     

    O início: "Eu já comecei fazendo humor"

     

    Desde criança, Gustavo Bitencourt já se identificava com a escrita. A criação de conteúdo eram rabiscos num caderno infantil, sonhava em ser publicitário. Mais tarde, se profissionalizou como ator e sua imaginação virou adaptação teatral, performance, música e, de uns anos pra cá, se encontrou na sua principal personagem: Dalva Brandão, a já conhecida drag queen e comediante curitibana.

    Dalva nasceu na Bahia, há 12 anos, enquanto Gustavo dirigia uma peça em Salvador e frequentava o Âncora do Marujo, estabelecimento da cena LGBTQIA+, conhecido pelos grandes shows de transformistas na capital baiana. "Decidi fazer o meu primeiro show por lá". No primeiro show, tudo foi inesperado. "O CD riscou, a drag que se apresentava comigo faltou e eu já entrei no palco assumindo que isso seria feito com humor, desde o ínicio", conta. "Minha mudança de cenário foi muito legal. Mesmo quando não estou em cena, como drag, montada na rua, todo mundo fala comigo, é um personagem que muda o cotidiano".

     

    Quando voltou para Curitiba, queria encontrar lugares para se apresentar, o que não havia na cidade. A partir daí, se dedicou a criar espaços para a cena drag e para o humor alternativo, produzindo festas, eventos, cursos, palestras, passando pela artística underground, casas noturnas, pelo ambiente corporativo, chegando em muitos lugares o trabalho da drag não era comum. "A cena por aqui neste momento, é outra, existe mais espaço e temos mais voz".

     

    Serviço:

     

    Youtube - canal Dalva Brandão

    Datas e Horários:

    20.03 Leonarda Gluck - às 21h30.

    03.04 Getúlio Abelha - às 21h30h.

    17.04 Maria Alcina - às 21h30h.

    01.05 Lufe Steffen - às 21h30h.

    15.05 Lorna Washington - às 21h30h.

     

    Assessoria de Imprensa: (41) 99132 7331

     

     

     

     

     

     

  • Festa de abertura do Festival de Curitiba tem espetáculo mágico

    Abertura teve cenas do Teatro Ilusionista. Foto: Vitos Dias

    O diretor-coreógrafo e ilusionista Maicon Clenk conduziu a direção artística da festa de abertura do maior evento de teatro do Brasil, o Festival de Curitiba, nesta segunda, 28 de março, no Museu Oscar Niemeyer (MON). Clenk possui uma consolidada carreira na criação de espetáculos originais e inovadores. É autor da linguagem artística “Teatro Ilusionista” e fundador da Clenk Company.

    A edição especial e comemorativa de 30 anos do Festival de Teatro de Curitiba começa nesta terça, 29/03, e segue até 10/04, após uma pausa de dois anos por conta da pandemia.

    Na noite da abertura, 2.500 convidados lotaram o Museu Oscar Niemeyer, considerado o maior museu de arte da América Latina. A festa contou com interações artísticas que criaram um clima de espetáculo, com a integração de múltiplas linguagens e efeitos de ilusionismo originais, características do diretor.

    Os convidados foram recepcionados por duas cantoras líricas que interpretaram personagens simbolizando as deusas do teatro em figurinos com mais de cinco metros de altura, além de um painel gigante em formato de mãos que dava as boas vindas de forma sensorial, interagindo e oferecendo drinks. Um grande tapete vermelho na entrada misturou as equipes de imprensa presentes para cobrir o evento com atores interpretando paparazzi e repórteres, trazendo um clima divertido à festa.

    Além da direção artística, as coreografias também foram elaboradas por Clenk, com apresentações que misturavam ilusionismo, dança e humor, inovando o formato tradicional da cerimônia.

    O próprio diretor e um dos fundadores do festival, Leandro Knopholz, participou de uma cena em que coelhos dançarinos interpretavam mágicos com efeitos de ilusionismo, e declarou: "A festa de abertura de 30 anos do Festival teve o privilégio de ter a cerimônia dirigida pelo Clenk, um dos maiores da sua geração!", afirmou Knopholz.

    A diretora do festival, Fabiula Passini, também participou de uma das cenas ilusionistas, e apareceu magicamente no palco. Estavam presentes na cerimônia a coreógrafa Deborah Colker e a fotógrafa Lenise Pinheiro.   

     

    Em 2018, o teatro ilusionista de Clenk também inaugurou o MishMash -  evento que faz parte da história e da programação oficial do festival até hoje -  com o espetáculo “O Grande Show de Mágicas”.

    A abertura do festival marca a retomada do primeiro evento presencial da Clenk Company, que este ano retoma temporadas nacionais com três espetáculos de repertório, incluindo o premiado VIK, vencedor do último Troféu Gralha Azul como melhor espetáculo e melhor atriz entre inúmeras indicações. 

     

    O Festival de Curitiba também retoma as atividades presenciais, após dois anos em versão online, no mesmo dia em que um decreto estadual autorizou a liberação de máscaras em espaços fechados no Estado do Paraná e na data de aniversário da capital, que completa nesta data 329 anos.

     

     

    Sobre Maicon Clenk:

    Clenk é ilusionista e diretor-coreógrafo, com uma consolidada carreira na criação de espetáculos originais e inovadores. É autor da linguagem artística “Teatro Ilusionista” e fundador da Clenk Company. Com formação multidisciplinar, integra diversos gêneros artísticos como o teatro físico, a dança, a acrobacia e o ilusionismo para criação de mundos mágicos. Reúne inúmeras premiações e obras que já foram assistidas por mais de 20 milhões de pessoas ao vivo.

    Clenk ressignifica o ilusionismo lhe acrescentando um propósito e uma estética particular que contém efeitos visuais, dramaturgia e movimento. Seus espetáculos e performances se expressam através da linguagem corporal, se comunicando com um público universal. Suas obras materializam universos fantásticos, desafiam as leis da física e a chamada realidade. Esta nova expressão artística do ilusionismo foi nomeada por Clenk como “Teatro Ilusionista”.

    O “Teatro Ilusionista” de Clenk é uma linguagem única que revoluciona a forma como o ilusionismo é visto. Integra histórias, ilusionismo original, teatro, dança, acrobacia e música em espetáculos que trazem para cena o grande mistério do universo. A figura do mágico tradicional da lugar a diversas personagens interpretadas por atores, bailarinos e acrobatas. Suas obras são marcadas pela inovação, beleza, magia e claro, muitos efeitos de ilusionismo.

    Já conduziu processos criativos com mais de cinco mil artistas de alto nível e de diferentes nacionalidades. Pesquisou com renomados profissionais do Brasil, Nova Iorque, Londres, Paris, Japão, Itália, Espanha e Berlim, entre eles o grupo Pilobolus e a Familie Floz. Atuou em mais de trinta espetáculos e companhias e foi diretor do maior parque temático da América Latina. Esteve entre os maiores ilusionistas do mundo na série “Mestres do Ilusionismo” e por anos teve destaque nos principais veículos da televisão brasileira.

     

     

     

     

    Mais informações sobre o teatro ilusionista de Clenk:

    www.clenk.com.br

     

    Crédito foto: Vitor Dias

     

     

     

  • Univers9 inicia uma série de atividades gratuitas no MuMA

    Nove artistas fazem parte da exposição Univers9 no MuMA. Foto: Kátia Velo

     

    Visita guiada, conversa com os artistas, mesa sobre arte e lançamento de catálogo fazem parte das atividades da mostra composta por nove artistas, com entrada franca

    A exposição Univers9, aberta desde 26 de março no Museu Municipal de Arte (MuMA), oferece uma série de programações ao longo do período expositivo, até dia 29 de maio.

    A primeira atividade será uma visita guiada com a curadora Márcia Aracheski, nets quarta, dia 30 de março, das 15h às 16h. Nos dias 06, 13, 20, 27 de abril e dias 04, 11, 18 e 25 de maio, haverá uma conversa com os artistas.

    No dia 13 de maio, às 16h30, está previsto o lançamento do catálogo Univers9 e uma mesa com convidados sobre Arte Atual, com a presença de Ivo Mesquita, Tony Camargo, Uiara Bartira, Márcia Aracheski, Ana Mondini e os artistas.  

            

    A mostra terá uma cerimônia de encerramento dia 29 de maio, às 17h. Todas as atividades têm entrada livre e acontecem no MuMA.

    O coletivo é composto pelos artistas Ângela Muggiati, Carmen Fortes, Daniela Veronesi, Denise Abujamra, Eliane Dumke, Francinete Alberton, Márcio Wantroba, Sonia Mota e VeraLu, a mostra tem curadoria e texto curatorial de Márcia Aracheski, além de texto crítico de Ana Carolina Mondini para o catálogo da exposição.

    Univers9 tem realização da: TRÊS_arte: curadoria, texto curatorial e expografia: Márcia Aracheski; texto crítico: Ana Carolina Mondini; orientação de arte: Uiara Bartira.

    Montagem: Equipe Montagem Curitiba. Design gráfico: Adriana Alegria Design. Assessoria de imprensa: Palavra Assessoria de Comunicação. Fotografia: Katia Velo. Apoio: Hotel Pestana.

    A programação pode ser acessada pelas plataformas:

    Site: https://univers9arte9.wixsite.com/website-1

    E-mail: univers9arte@gmail.com

    Instagram: @univers9_arte

    Facebook: https://www.facebook.com/universo9arteatual

     

     

     

    Serviço:

    Exposição Univers9

    Período expositivo: 26 de março a 29 de maio de 2022

    Local: Museu Municipal de Arte (MuMA)

     

     

     

     

    Horário de funcionamento: 10h às 19h (3ª feira a domingo)

    Endereço: Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão - Portão

    Contato: (41) 3329-2801

    Entrada gratuita

    portaocultural@fcc.curitiba.pr.gov.br

     

    Programação:

    Visita guiada com a curadora

    30/03

    15h às 16h

     

    Conversa com os artistas:

     

    06/04: Ângela Muggiati, Carmen Fortes e Daniela Veronesi

    15h às 16h

     

    13/04: Ângela Muggiati e Marcio Wantroba

    10h às 11h

     

    20/04: Denise Abujamra e Sonia Mota

    15h às 16h

     

    27/04: Eliane Dumke e Márcio Wantroba

    10h às 11h

     

    04/05: Daniela Veronesi, Eliane Dumke e Francinete Alberton

    15h às 16h

               

    11/05:  Denise Abujamra e VeraLu

    10h às 11h

     

    18/05: Carmen Fortes e Sonia Mota

     15h às 16 h

     

    25/05: Francinete Alberton e VeraLu

    10h às 11h

     

    13/05: Lançamento do catálogo e mesa com convidados sobre Arte Atual:

    Participação: Ivo Mesquita, Tony Camargo, Uiara Bartira, Márcia Aracheski, Ana Mondini e artistas    

    16h30

     

    Cerimônia de encerramento:

    29/05

    17h

     

     

     

     

     

     

     

     

    Serviço:

     

    Exposição Univers9

    Artistas:Ângela Muggiati, Carmen Fortes, Daniela Veronesi, Denise Abujamra, Eliane Dumke, Francinete Alberton, Márcio Wantroba, Sonia Mota e VeraLu.

     

    Curadoria: Márcia Aracheski

     

    Local: Museu Municipal de Arte (MuMA)

    Abertura: 26 de março, sábado

    Horário: 16h

    Entrada gratuita

     

     

     

    Período expositivo: 26 de março a 29 de maio de 2022

    Horário de funcionamento: 10h às 19h (3ª feira a domingo)

    Endereço: Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão - Portão

    Contato: (41) 3329-2801

    Entrada gratuita

    portaocultural@fcc.curitiba.pr.gov.br

     

    Redes sociais

     

    Site: https://univers9arte9.wixsite.com/website

    E-mail: univers9arte@gmail.com

    Instagram: @univers9_arte

    Facebook: https://www.facebook.com/universo9arteatual

     

     

     

    Informações para a imprensa:

     

    Marianna Camargo

    Palavra – Assessoria de Comunicação

    55 41 9 9956-2684

    palavramariannacamargo@gmail.com

    facebook.com/palavramariannacamargo

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Grupo de artistas inaugura a mostra Univers9 no MuMA

    Exposição abre dia 26/03 com cerca de 75 obras de nove artistas

    Um grupo de nove artistas inaugura a exposição Univers9 no Museu Municipal de Arte (MuMA), dia 26 de março de 2022, sábado, a partir das 16h.

    Composto por Ângela Muggiati, Carmen Fortes, Daniela Veronesi, Denise Abujamra, Eliane Dumke, Francinete Alberton, Márcio Wantroba, Sonia Mota e VeraLu, a mostra tem curadoria e texto curatorial de Márcia Aracheski, além de texto crítico de Ana Carolina Mondini para o catálogo da exposição.

    A curadora Márcia Aracheski conta como foi o processo de trabalho do coletivo: “Nos dois últimos anos o trabalho dos nove artistas com propostas diversas foi concebido baseado em suas memórias e lembranças - trazendo, com isso, a busca por sentimentos guardados e, muitas vezes, esquecidos. A consciência de emoções somada ao período em que vieram à tona brindou o público curitibano com trabalhos artísticos consistentes e, acima de tudo, verdadeiros, onde cada um dos nove artistas se expôs em corpo, alma, mente e espírito, conforme a proposta curatorial. As ‘quatro partes de um todo’ identificado como ser humano”, pontua.

    Serão exibidas 75 obras entre acrílica, óleo e tela, fotografia manipulada, papelografia, apropriação de materiais, projeção de imagens, vídeo arte, arte sensorial e uma instalação em linho puro com sublimações e memórias aplicadas.

     

    “É mais que uma exposição de arte em um museu. É reflexão da conexão dos opostos em um momento chave. Ao se aprofundar nas obras através do olhar de Ana Carolina Mondini em seu texto crítico, poderá perceber o quanto estes opostos se entrelaçam, vezes de forma sutil, vezes de maneira mais explícita. É com todos e para todos: o reflexo da consciência”, ressalta a curadora.

     

     

    A mostra faz parte das comemorações do aniversário de Curitiba, celebrado dia 29 de março. Uma série de atividades está prevista ao longo do período expositivo, como visitas guiadas e lançamento de catálogo. A exposição ficará aberta ao público até dia 29 de maio de 2022, com entrada gratuita.

     

    Serviço:

     

    Exposição Univers9

    Artistas:Ângela Muggiati, Carmen Fortes, Daniela Veronesi, Denise Abujamra, Eliane Dumke, Francinete Alberton, Márcio Wantroba, Sonia Mota e VeraLu.

     

    Curadoria: Márcia Aracheski

     

    Local: Museu Municipal de Arte (MuMA)

    Abertura: 26 de março, sábado

    Horário: 16h

    Entrada gratuita

     

     

     

    Período expositivo: 26 de março a 29 de maio de 2022

    Horário de funcionamento: 10h às 19h (3ª feira a domingo)

    Endereço: Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão - Portão

    Contato: (41) 3329-2801

    Entrada gratuita

    portaocultural@fcc.curitiba.pr.gov.br

     

    Redes sociais

     

    Site: https://univers9arte9.wixsite.com/website

    E-mail: univers9arte@gmail.com

    Instagram: @univers9_arte

    Facebook: https://www.facebook.com/universo9arteatual

     

    FICHA TÉCNICA UNIVERS9

     

    Curadoria, texto curatorial e expografia: Márcia Aracheski

    Texto crítico: Ana Carolina Mondini

    Orientação de arte: Uiara Bartira

    Montagem: Montagem Curitiba

    Design gráfico: Adriana Alegria Design

    Assessoria de imprensa: Palavra Assessoria de Comunicação

    Fotografia: Katia Velo

    Apoio: Hotel Pestana

    Realização: TRÊS_arte

     

     

  • Fotógrafo brasileiro é o novo membro do mais importante grupo de exploradores do mundo

     

    Fotógrafo brasileiro é o novo membro do The Explorers Club, o mais importante grupo de exploradores do mundo

    Marcio Pimenta é o único latino americano aceito em 2021 e torna-se o segundo brasileiro no quadro ativo pela centenária instituição, que tem entre seus membros nomes como Jacques Costeau, Theodore Roosevelt, Marechal Rondon e outros grandes exploradores

     

     

    O explorador e fotógrafo brasileiro Marcio Pimenta foi anunciado como membro internacional do mítico The Explorers Club, o mais importante grupo de exploradores do mundo, do qual fazem parte nomes como Jacques Costeau, Edmund Hillary, Amelia Earhart, o ex-presidente dos Estados Unidos Theodore Roosevelt, o brasileiro Marechal Rondon e outros grandes exploradores. A lista foi anunciada no mês de dezembro de 2021 e coloca Pimenta como único latino americano e apenas o segundo brasileiro ativo no clube.

    O The Explorers Club foi fundado em 1904, tem sede em Nova York, ao lado do Central Park, que se dedica ao avanço da pesquisa de campo, exploração científica, conservação dos recursos naturais e aos ideais que são vitais para preservar o instinto humano de explorar. A missão é inspirar a exploração e a proteção de lugares selvagens, desde nosso sertão até nossos oceanos, picos de montanhas e galáxias distantes - enquanto mantemos um espírito de companheirismo entre exploradores e a comunidade científica.

    Pimenta tem uma larga e importante trajetória como fotógrafo e explorador registrando povos isolados, assim como as mudanças ambientais mundiais, sendo a mais recente adocumentação fotográfica na Patagônia e Terra do Fogo, em uma expedição que teve como objetivo recontar a história sobre a etnia Selk’nam, até então dada como extinta. Esteve no Iraque em 2016 e 2017 para cobrir a guerra contra o Estado Islâmico e em 2020 lançou o livro Yazidis, que conta esta história. Também foi diversas vezes à Amazônia para fotografar os incêndios florestais. Em 2018, visitou a Antártica pela primeira vez, e desde então se dedica a documentar a relação da sociedade com sua geografia e sua própria história, em identidades, tradições e manifestações econômicas e culturais.

    Realiza um trabalho fundamental e necessário que é documentar as sociedades contemporâneas do mundo que sofrerão com as mudanças climáticas antes de se adaptarem aos seus fortes impactos. Suas histórias são publicadas na National Geographic e outras grandes publicações nacionais e internacionais.

    Em 2022, o fotógrafo vai partir em novas expedições, uma delas para percorrer os caminhos de Charles Darwin na Patagônia. Pimenta é bolsista do Pulitzer Center e recebeu várias premiações, inclusive o Marc Ferrez de fotografia, um dos mais conceituados do mundo.

    Sobre o fotógrafo

    Marcio Pimenta tem 46 anos, nasceu em São Paulo e cresceu em Salvador, na Bahia. Desde então morou em vários lugares do Brasil e do mundo. Atualmente reside no Rio Grande do Sul, e por um período viveu em Curitiba (PR). Fotógrafo, explorador e contador de histórias visual com foco em questões humanas e socioculturais, identidade e mudanças climáticas. Seu trabalho foi apresentado em várias publicações online e impressas em todo o mundo, incluindo National Geographic, Rolling Stone, The Guardian, The Wall Street Journal, New York Times e El País.

    Recebeu vários prêmios por seus relatórios ambientais, como Bartur Photo Award 2021 - Prêmio principal - Mudanças climáticas; Prêmio World Report - Documenting Humanity 2021 na categoria Spotlight; IPA - International Photography Awards 2020. Menção Honrosa. Editorial / Imprensa, Ambiental; IPA - International Photography Awards 2020. Menção Honrosa - Livro “Yazidis”; PX3 - Prix de la Photographie 2020. - Prata na Imprensa / Natureza / Ambiental 2020; Bolsista - Rainforest Journalism Fund / Pulitzer Center on Crisis Reporting (2019); Bolsista - Projeto Colabora (2019); Prêmio Massey Ferguson de fotojornalismo 2017; Prêmio Massey Ferguson de fotojornalismo 2016; Prêmio New Holland de Fotojornalismo – Finalista (2016); Prêmio Petrobras de Jornalismo 2015; Prêmio New Holland de Fotojornalismo - Finalista com dois trabalhos (2015); Kontinent Awards 2013 - Seleção Oficial em Nature and Unique Image- Uckuyular / Izmir – Turquia.

    Realizou as exposições "Nobody's Listening", com o temasobre o genocídio esquecido do Iraque, no ZKM, Centro de Arte e Mídia Karlsruhe, em Karlsruhe, Alemanha, em outubro de 2021; OpenWalls Arles 2020 na Galerie Huit Arles pelo British Photojournalism Journal,  que ficou em cartaz de 01 de julho a setembro de 2020. Além de estar agora no The Explorers Club, é membro do Everyday Climate Change.

     

    Para saber mais sobre o The Explorers Club e o fotógrafo, acesse:

    https://www.explorers.org

    http://www.marciopimenta.com

    @marpimenta

     

    Crédito foto: Gero Hoffmann

     

     

     

  • Festival de Grafite promove encontro de cultura com a periferia de Curitiba

     

     

    Ações acontecem dias 11 e 12/12 no Bairro Pinheirinho

     

    O Festival Irmandade Alimentada – FIRMA acontece nos dias 11 e 12 de dezembro, sábado e domingo, das 10h às 17h, no bairro Pinheirinho, em Curitiba (PR), e tem como objetivo promover um encontro de cultura urbana entre artistas periféricos e o público jovem de Curitiba e região, gerando trocas a respeito de suas atuações nas localidades em que habitam, de modo a favorecer novos protagonismos e fortalecer aqueles que já existem. Em paralelo, busca-se chamar atenção para um antigo problema que voltou a assolar o país, a insegurança alimentar e nutricional.

     

    O evento irá acontecer em frente à parede com mais de 650m2, próximo à garagem da empresa de ônibus de mesmo nome, e que autoriza a intervenção artística no local - início da Rua Izaac Ferreira da Cruz junto à Linha Verde. O local receberá um mural composto por diversos artistas da cidade e a participação ocorrerá mediante a doação de alimentos não perecíveis, que será revertida para a população mais vulnerável da comunidade conhecida como Vila Pluma.

    Haverá a participação de mais de 80 artistas, entre aqueles envolvidos na execução do mural, além de DJS, MCs, Breakers e Poetas de Slam. Todos os participantes devem contribuir com a doação de alimentos, 2 kg ou mais, sendo orientados a evitar produtos ultraprocessados e de “caloria vazia”. Posteriormente, todos os valores e alimentos arrecadados serão distribuídos com a ajuda de lideranças comunitárias, por intermédio da Assoc. Moradias Sabará I.

     

    Os idealizadores do projeto são os artistas Marciel Conrado e Rodrigo Digone, que explicam a importância desse encontro. “Todos estes artistas que participam são agentes de transformação do seu bairro, de sua região. A ideia também é gerar aproximação e intercâmbio, fortalecendo as ações que eles já desenvolvem”, ressalta Conrado. “É nosso interesse envolver também os trabalhadores informais, pequenos comércios, pessoas em situação de rua e catadores de material reciclável que residem ou transitam no lugar, na zona sul da cidade de Curitiba, no bairro Pinheirinho”, conta.

     

    Digone reforça também que a ideia é que as pessoas entendam o grafite como uma manifestação cultural, envolver a cidade com a arte. “A arte não é somente aquela que existe dentro das instituições, nas galerias e museus, ela está na rua também. Pensamos em fazer este projeto em um bairro vulnerável da cidade também para mudar um pouco a visão das pessoas, mostrar que o grafite pode ser um meio de transformação social também”, ressalta.

     

    Os proponentes pretendem realizar eventos como este em outros bairros vulneráveis da cidade, com o mesmo conceito de fortalecimento da comunidade, de multiplicação e união da arte e cultura com a cidadania e a consciência social.

     

    Quem são os idealizadores:

    Marciel Conrado é artista visual nascido em Curitiba, graduado em Licenciatura em Desenho na Escola de Música e Belas Artes do Paraná em 2013. Entre 2009 e 2015 integrou a equipe de design do Museu Oscar Niemeyer. Ilustrou livros e publicações literárias, já expôs no SESC da Esquina, Caixa Cultural e Museu Metropolitano de Arte. Em 2020 recebeu em reconhecimento à trajetória o Prêmio JORNADA, na categoria Hip Hop, pela Superintendência de Cultura do Estado do Paraná via Lei Aldir Blanc.

     

    https://instagram.com/marcielconrado

    https://instagram.com/mconrado_arte

     

    Rodrigo Digone é designer gráfico e artista visual nascido no Capão Raso em Curitiba, sempre gostou de desenhar e começou no graffiti em 2007, quando fazia uns riscos pelo bairro e admirava a cultura da pichação e o Hip Hop. Formado em Design Gráfico pela Unicuritiba em 2011, estuda livremente desenho e serigrafia. Acredita no graffiti como estilo de vida e arte libertária!

    https://instagram.com/mendigone

     

    Os artistas confirmados até o momento são: 9dois, Acorde, Aerosol, Amem, Angry, Arvore, Auma, Aus, Babi, Babu, Baqueta, Barne, Beck, Beef, Bemcs, Big game, Bocs, Burns, Café, Caramujo, Cdr, Comum, Coryman, Cris Pagnoceli, Cyne, D fuga, D Paula, Dan, Deal, Desp, Destro, Devis, Dgo, Dibu, Digone, Dose Duends, Dust, Eloin, Emer, Fabinho, Franco, Fuck Gor, Grype, Gus rew, Hope, Japem, Jorge Galvão, Julie, Julio, Juma, Kees, Kelw, Kilo, Kota Les, Malutrom, Marciel Conrado, Mel, Mikay, Note, Nyel, Ogros, Oies, One, Oub, Pac, Persevejo, Phil, Pingos, Prajah, Prosa, Sace, Scooby, Seth, Sfok, Sper, Splash, Storm, Syen, Tcns, Tonon, Toska, Toz, Treva, Troters, Twola., Veio, Ysto.

     

     

    FIRMA - Movimento de cidadania e cultura

     

    O FIRMA surge como resposta ao contexto de precarização das relações trabalhistas, do enfraquecimento ou abandono de políticas sociais importantes e da drástica perda de empregos e rendimentos dos trabalhos informais. Para nos impormos, culturalmente, também diante da violência policial e da perseguição da juventude periférica. Problemas que se agravam pela incapacidade de melhor gerir a crise econômica e sanitária em que estamos imersos. Afinal, a pandemia do novo coronavírus atinge a todos, mas mais duramente aos mais pobres.

    Cientes que a alimentação de qualidade, bem como o acesso à cultura, são direitos constitucionais, e na ausência de políticas públicas suficientes, recorremos a iniciativa de âmbito popular na soma de anseios e ações. A fome provoca urgência, depois de outro ano difícil e cheio de privações, é com solidariedade que cremos ser possível garantir mais saúde e autoestima a quem mais precisa, ao menos neste período de festas de natal e fim de ano.

     

    O QUE É?

    Encontro de graffiti com mais de 80 participantes

    Apresentações de DJs (Baqueta e Brunone)

    Intervenções sonoras de MCs, Slam e poesia

     

    QUANDO?

    Nos dias 11 e 12 de dezembro de 2021.

     

    ONDE?

    No início da Rua Izaac Ferreira da Cruz junto à Linha Verde, em seu trecho ao lado da garagem de ônibus Pluma, no bairro Pinheirinho, Curitiba PR.

     

     

    Serviço:

     

    FIRMA - Festival Irmandade Alimentada

    Dias: 11 e 12 de dezembro de 2021, sexta e sábado

    Horário: 10h às 17h

    Entrada: Gratuita

    Local: Rua Izaac Ferreira da Cruz (Viação Pluma) – Bairro Pinheirinho

    Mais informações: https://www.instagram.com/festival_firma

     

     

    Contatos:

     

    Marciel Conrado

    Proponente

    marcielconrado@gmail.com

    41 998158908

     

    Rodrigo Digone

    Proponente

    rodrigosludovico@gmail.com

    41 997590550

     

    Diego Torres Batista

    Mediação Comunitária

    emaildiegotorres@gmail.com

     41 998191155

     

    Diogo da Silva

    Assessoria de Conteúdo

    diogo.czack@gmail.com

     

    Marianna Camargo

    Assessoria de Imprensa

    Palavra – Assessoria de Comunicação

    https://www.facebook.com/palavramariannacamargo

    palavramarianna.camargo@gmail.com

    41 9 99562684

     

  • O corpo na linha de borda inaugura mostra nesta sábado

    O corpo na linha de borda inaugura exposição dia 04 de dezembro, sábado, às 11 horas, no Museu Municipal de Arte - MuMA. A ação começou antes da abertura, em que o público presenciou em tempo real a elaboração das obras. O resultado deste trabalho poderá ser visto presencialmente no museu até dia 22 de fevereiro de 2022. Cada artista exibirá uma obra de sua autoria, que terá um QR code (código virtual), em que o público poderá, por meio do se celular, assistir vídeos que relatam conceitos das obras e de seus processos.

     

    O coletivo é composto por Ana Beatriz Artigas, Bernadete Amorim, Claudia Lara, Efigênia Rolim, Giovana Casagrande, Gustavo Caboco, Leila Alberti, Luan Valloto, Luciá Consalter, Marília Diaz, Rafael Codognoto e Verônica Filipak.

     

    De acordo com o grupo, produzir obras dentro do espaço expositivo e vivenciar a experiência artística em convivência com os outros artistas e com público amplifica a compreensão do processo criativo e contribui para a completude da comunicação em arte. Outro diferencial do projeto é que todos os artistas envolvidos são co-curadores, em parceria com a curadora principal Leila Alberti, pensado de forma coletiva e imersiva, sempre com abertura e participação das pessoas em todos os processos que levam à realização de uma exposição: desde a ação processual, feitura, e finalmente o resultado dentro de uma instituição.

     

    “Iniciamos a preparação para este momento, que guarda algo de experiencial e de imprevisível, por meio de encontros sistemáticos, porém orgânicos por um longo período. Também adotamos uma metodologia comum entre artistas, o caderno de artista, alfarrábios de notas individuais, porém desta vez, de alguma forma orquestrados num sistema de comunicação e trocas que combinamos entre nós. Estamos e estaremos em exercício de observação, pesquisa, ação e trocas. Vivemos um momento tão intenso de reformulação: repensar, reavaliar, reimaginar, refletir sobre o que tem funcionado e o que não. Acreditamos que os processos em arte, e em outras áreas, nos proporcionam novos e positivos fluxos em nossa evolução humana”, ressalta a curadora Leila Alberti.

     

     Outras ações serão realizadas pelo coletivo ao longo de período expositivo e a divulgação será feita pela assessoria de imprensa, pelos canais do museu e pelas redes sociais, nas plataformas: Facebook: https://www.facebook.com/ocorponalinhadeborda e Instagram: @ocorponalinhadeborda

    Crédito foto: Shigeuo Murakami.

     

    Serviço:

     

    O corpo na linha de borda

     

    Data de abertura da exposição:

    04 de dezembro de 2021, sábado

    Horário:  a partir das 11h

    Até 22 de fevereiro de 2022

    Local: Museu Municipal de Arte (MuMA)

    Horário de funcionamento: 10h às 19h (3ª feira a domingo)

    Endereço: Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão - Portão

    Contato: (41) 3329-2801

    Entrada gratuita

    portaocultural@fcc.curitiba.pr.gov.br

     

    Redes sociais:

    Facebook: facebook.com/ocorponalinhadeborda

    Instagram: @ocorponalinhadeborda

     

     

  • Projeto de arte aproxima público do processo criativo

    O corpo na linha de borda reúne 12 artistas com proposta de espaço compartilhado de criação no MuMA

     

    Projeto artístico aproxima o público de todas as etapas e linhas do processo criativo. Ação começa dia 23/11

     

    O projeto O corpo na linha de borda, proposto por 12 artistas, inicia uma ação em espaço compartilhado no Museu Metropolitano de Arte (MuMA), a partir do dia 23 de novembro de 2021, com abertura de exposição no dia 04 de dezembro até 22 de fevereiro de 2022.O coletivo é composto por Ana Beatriz Artigas, Bernadete Amorim, Claudia Lara, Efigênia Rolim, Giovana Casagrande, Gustavo Caboco, Leila Alberti, Luan Valloto, Luciá Consalter, Marília Diaz, Rafael Codognoto e Verônica Filipak.

     

    A ação com participação do público acontece de 23/11 a 29/11, em que as/os artistas realizarão em tempo real a elaboração das obras e o público terá acesso ao espaço de trabalho. Somente no dia 23/11 é necessário realizar um cadastro (nome completo e RG), os outros dias o acesso será liberado, basta apenas conferir os horários específicos divulgados.

     

    A proposta é fazer com que as pessoas vejam como acontece o processo criativo durante o “fazer” das obras, trazendo uma proximidade do público com a arte e os artistas,desenvolvendo percepções e reflexões mútuas durante estes encontros. De acordo com o grupo produzir obras dentro do espaço expositivo e vivenciar a experiência artística em convivência com os outros artistas e com público amplifica a compreensão do processo criativo e contribui para a completude da comunicação em arte.

     

    Após essa experiência, entre os dias 30/11 e 03/12, começará a montagem da exposição, com abertura no dia 04 de dezembro, em que cada artista exibirá uma obra de sua autoria, que terá um QR code (código virtual), em que o público poderá, por meio do seu celular, assistir vídeos que relatam conceitos das obras e de seus processos.

     

    Outro diferencial do projeto é que todos os artistas envolvidos são co-curadores, em parceria com a curadora principal Leila Alberti, pensado de forma coletiva e imersiva, sempre com abertura e participação das pessoas em todos os processos que levam à realização de uma exposição: desde aação processual, feitura, e finalmente o resultadodentro de uma instituição.

     

    “Iniciamos a preparação para este momento, que guarda algo de experiencial e de imprevisível, por meio de encontros sistemáticos, porém orgânicos por um longo período. Também adotamos uma metodologia comum entre artistas, o caderno de artista, alfarrábios de notas individuais, porém desta vez, de alguma forma orquestrados num sistema de comunicação e trocas que combinamos entre nós. Estamos e estaremos em exercício de observação, pesquisa, ação e trocas. Vivemos um momento tão intenso de reformulação: repensar, reavaliar, reimaginar, refletir sobre o que tem funcionado e o que não. Acreditamos que os processos em arte, e em outras áreas, nos proporcionam novos e positivos fluxos em nossa evolução humana”, ressaltam.

     

     


    A proposta: O PROCESSO como centro do trabalho

     

    A ideia central é que o processo aconteça no mesmo momento em que o trabalho está sendo realizado. O acontecimento que cerca o trabalho, que lhe serve de ambiente, de espaço, e que o marca de maneira definitiva e indelével. “Percebemos que os fatores individuais se alteram na medida em que, pela proximidade, nos contaminamos, um do fazer do outro, o outro do pensamento de um, da forma de vermos uns dos outros, do entendimento, dos entendimentos, das expressões, dos desejos, e mais, das expressões dos desejos. Percebemos ainda, que na austeridade do momento do mundo que nos toca, a necessidade do encontro, a potência própria do coletivo, se impõem sobre as iniciativas individuais, restaurando ânimos, acrescentando às capacidades reflexivas e realizadoras que caracterizam os trabalhos em grupos, as ações coletivas e entendemos que nosso fazer em grupo, a despeito de todas as nossas produções individuais, deviam estar no centro dos nossos encontros”, pontuam.

     

    Início, pandemia, limites e mudanças

    O coletivo conta sobre como surgiu esse projeto, há quase três anos.“Nos últimos três anos nos encontramos para conversar sobre arte; em ateliers, exposições, palestras, feiras e na paisagem de Curitiba. Somos um grupo de 12 artistas e nos reunimos em torno do interesse pela arte contemporânea e pelas fronteiras expandidas que ela permite, de maneira particular à atitude de pesquisa constante que ela nos possibilita e o uso da matéria têxtil. Entendendo que o encontro potencializa nossas ações individuais, elaboramos uma ação que combina diferentes momentos e instrumentos, neste projeto: O CORPO NA LINHA DE BORDA.Temos no nosso histórico como grupo, uma mobilidade que nos permite pertencer mais, ou pertencer menos, aproximarmo-nos e afastar-nos. Esta flexibilidade nos permite exercitar a elasticidade e a malemolência próprias da matéria que nos aproxima e que marca, por assim dizer, a obra de todos nós”, explicam.

     

    Decididos a trabalhar sobre o corpo como temática de investigação, já em meio ao processo, houve a pandemia do Coronavírus, que veio justamente a impactar fortemente a sociedade a partir do corpo. “Passamos a ter limites onde antes não tínhamos. Estar próximo, fisicamente, do outro se torna um problema que pode separar a saúde da doença”, relatam.

     

    A partir desse fato, em fevereiro em 2020, houve uma mudança na forma em que o projeto passou a ser pensado e desenvolvido. Os encontros presenciais foram substituídos por encontros on-line. Além das comunicações multidirecionais individuais, realizaram ao longo do ano passado onze encontros, dois dos quais com artistas convidados, que vieram falar sobre seus processos de criação.

     

    “Talvez este projeto tenha nos ajudado a vivenciar e a sobreviver a este período, favorecendo o experimento. Mais uma vez, reitera-se o valor do processo no desenvolvimento do entendimento e na expressão do entendimento”, refletem.

     

     

    Alguns deixaram explícito em anotações no caderno e em falas, outros mais introspectivos e silenciosos, mas a emocionada narrativa, em áudio, do confinamento de Marília Diaz representou a essência dos primeiros 60 dias. E, na metade do ano veio a apresentação das imagens dos cadernos dos artistas: a organicidade exuberante de Bernadete Amorim, Rafael Codognoto, Giovana Casagrande, Efigênia Rolim, o fio de reverência à ancestralidade em Claudia Lara, Leila Alberti e Gustavo Caboco, as minúcias do feminino em Luciá Consalter e Marília Diaz, tecidos nas vestimentas estandartes de Luan Valotto, a corporificação dos sentidos em Verônica Filipak e Ana Artigas.  A própria presença, ou não, do artista na interação midiática se torna questionamento, marcante à ação performática de Gustavo, que, ao retirar-se do grupo por um período, chama a atenção para a não presença do indivíduo indígena em nossa sociedade.

     

    Os artistas explicam que mesmo não sendo possível o toque físico, houve uma troca de saberes, que romperam as fronteiras da tela, inclusive ao final de 2020, tendo realizado o exercício do “Caderno de Processo” para encarar o desafio da obra coletiva para a vitrine no MUMA. 

     

    Outras ações serão realizadas pelo coletivo ao longo de período expositivo, que segue até 22 de fevereiro de 2022. A divulgação será feita pela assessoria de imprensa, pelos canais do museu e pelas redes sociais, nas plataformas: Facebook: https://www.facebook.com/ocorponalinhadeborda e Instagram: @ocorponalinhadeborda

     

     

    Serviço:

     

    O corpo na linha de borda

     

    Local: Museu Municipal de Arte (MuMA)

    Horário de funcionamento: 10h às 19h (3ª feira a domingo)

    Endereço: Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão - Portão

    Contato: (41) 3329-2801

    Entrada gratuita

    portaocultural@fcc.curitiba.pr.gov.br

     

    Redes sociais:

    Facebook: facebook.com/ocorponalinhadeborda

    Instagram: @ocorponalinhadeborda

     

     

    Ação Criativa Compartilhada junto ao público na pré-abertura: 23 a 29 de novembro de 2021

    Local: MuMA - Sala 1

    Cadastro: Envio de nome completo e RG

    Contato: Leila Alberti

    E-mail:leilaalberti@hotmail.com

    Celular: +55 41 9924-1802

     

    Cronograma para o público:

     

    23/11 Abertura a participação do público das 11h às 12h30h – mediante cadastro (RG e nome completo) para:

    E-mail: leilaalberti@hotmail.com

    Celular: +55 41 9924-1802

     

    24/11 Aberto ao público das 13h30h às 15h

    25/11 Trabalho e interação com o público das 10h às 12h

    26/11 Aberto ao público das 11h às 12h e das 14h às 16h

    27/11 Aberto ao público das 14h às 15h

    29/11 Abertura de uma hora de convívio com o público, das 11h às 12h.

    Obs: Durante o período de convívio seguiremos, sempre, as normas de segurança sanitária exigidas: uso de máscara, distanciamento e álcool em gel.

     

     Data de abertura da exposição:

    04 de dezembro de 2021 até 22 de fevereiro de 2022

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Curitiba ganha murais feitos por artistas mulheres

    Mural "Salut", na Espanha, da artista Marina Capdevila (Foto: divulgação/Assessoria de imprensa)

    Projeto prevê quase 400 metros quadrados de murais em grande escala

    A partir deste mês, o público poderá conferir a arte feita por duas artistas mulheres em Curitiba, mais especificamente em um prédio comercial da Rua Presidente Faria: a espanhola Marina Capdevila, conhecida como uma das maiores artistas muralistas de grafite do mundo, traz seu trabalho para um mural de 200 metros quadrados, e ao seu lado, a artista paranaense Cris Pagnoncelli, renomada por seu trabalho com lettering, também deve colorir uma empena.

     

    A arte a ser feita por Capdevila ainda não foi revelada, mas ela conta que o conceito deve ser em torno de um almoço que representa as diversas migrações e povos que formam a cultura de Curitiba. "A diversidade será retratada por meio de um almoço diário em casa, com uma migrante anônima que já morou no bairro e moldou a personalidade do lugar que se enriquece com a contribuição de tantas culturas", afirma.

     

    O que inspira Marina é a beleza que não segue os padrões estéticos, como idosos representados por personagens atemporais. "Minha maior inspiração tem sido minha avó e o desejo de chegar à velhice com plena vitalidade", completa.

     

    A vinda da artista ao Brasil, tem apoio do escritório da Cooperação Espanhola, que tem trabalhado para promover talentos artísticos espanhóis no exterior, permitindo o encontro de instituições e criadores de ambos os países, para fortalecer as relações entre a Espanha e países da América Latina.

     

    Cris Pagnoncelli em frente ao mural do projeto muchas minas, em Curitiba. Foto Divilgação/Assessoria de imprensa).

     

    Já a artista Cris Pagnoncelli conta que vai homenagear a escritora, letrista e tradutora brasileira Alice Ruiz, estampando um de seus poemas em grande escala. "Em 2014, pintei meu primeiro mural de tinta no Brooklyn, em Nova Iorque, e ele fazia uma homenagem ao Poeta Paulo Leminski. Agora, anos depois, vou homenagear sua companheira de vida, a Alice Ruiz", conta. "Estou realizando um sonho de ter minha primeira empena solo na cidade onde vivo", completa.

     

    O trabalho de Pagnoncelli tem como linha de pesquisa o protagonismo do desenho de letras e pautas feministas, que dão visibilidade às mulheres. Seu estilo mistura pinturas a giz e em tinta em grande formato. 

     

     

    O projeto

     

    Escrito em 2019 pela Produtora Mucha Tinta, o projeto foi captado através do Mecenato em plena pandemia e agora segue para a parte prática da pintura. Seus co-criadores são Giusy de Luca, da produtora Mucha Tinta, e Bernardo Bravo.

     

    Para Giusy, a importância de trabalhos feitos por mulheres em um espaço público, tem a ver com representatividade. "Uma mulher ver outra pintando, além de empoderar, mostra que nós mulheres, podemos contar nossa própria história", afirma.

     

    Além disso, a produtora também aposta em Curitiba como um futuro pólo turístico de arte urbana. "Em cidades como São Paulo e Belo Horizonte, já existem circuitos para serem percorridos a fim de proporcionar aos turistas, uma verdadeira galeria a céu aberto. Queremos isso na nossa cidade: uma galeria gratuita e de fácil acesso".

     

    SERVIÇO:

     

    Mural Marina Capdevila e Cris Pagnoncelli

    Local: Rua Presidente Faria, número 431, Centro - Curitiba - PR

    Data de realização: de 7 de novembro a 20 de novembro.

     

    Apoio:

    Embaixada da Espanha no Brasil - Conselho Cultural

    Centro Europeu

    Tintas Vergínia

    Tintas Suvinil

    CEDES

    Sesi Cultura

    Fiep

    Observatório Criativo

    Condo Consult

    Guarda Municipal de Curitiba

    Realização: Mucha Tinta

    Incentivo: EBANX, Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura de Curitiba

     

    ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO:

    Bruna Alcantara - (41) 991327331

    bruna.alcantara.00@gmail.com

     

     

     

     

     

  • Evento mundial de grafite acontece pela primeira vez no Paraná

    Cartaz do evento/Divulgação

    MEETING OF STYLES CHEGA A PALMEIRA -  EVENTO MUNDIAL DE GRAFFITI É REALIZADO PELA PRIMEIRA VEZ NO PARANÁ

     

    O encontro promove, desde 2002, a união de cores e talentos em mais de 25 países

     

    Realizado há 19 anos, o Meeting Of Styles é um dos mais importantes eventos internacionais de graffiti e hoje está presente em 25 países. O evento, que já foi realizado nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro, neste ano acontece entre os dias 13 e 15 de novembro na cidade de Palmeira (PR) e pela primeira vez no mundo, tem sua realização feita dentro de uma fábrica de sprays, na sede da parceira Paris68. O encontro que esse ano, por conta das medidas de segurança biológica,  é restrito aos artistas e apoiadores conta, ainda, com o apoio da Prefeitura Municipal de Palmeira.

      

    Desde 2014 o evento que é representado no país pelo artista Lucas Stuczynski e a A.M.E Produções, conta, neste ano, com a colaboração da Produtora Agenda Urbana e de uma grande equipe que fortalece a execução do projeto.

     

    A Baston Aerossóis, fabricante da marca Paris 68, será a anfitriã do encontro e cedeu uma parede de mais de 336 metros quadrados que servirá como tela para os mais de 40 artistas selecionados e convidados para o evento. O encontro irá contar com a participação dos embaixadores da Paris 68 e, também, do criador do evento mundial Manuel Gerullis.

     

    Além do painel na nova fábrica, o encontro promoverá, no dia 15 de novembro, um mutirão para a pintura de uma das fachadas do ginásio poliesportivo da Praça Manoel Ribas em Palmeira/PR, cidade sede da Baston. Como contrapartida a receptividade da cidade, deixarão uma obra de arte a céu aberto.

     

    Mesmo reunindo os participantes presencialmente, o Meeting Of Styles Brasil 2021 seguirá rigorosos protocolos de segurança. Por isso, o público não poderá acompanhar presencialmente o trabalho dos artistas. Os organizadores farão transmissões ao vivo do encontro pelas redes sociais (Instagram e Facebook) e pelos canais do Youtube do Meeting Of Styles Brasil e da Paris 68.

     

    O cartaz oficial do evento leva a assinatura de oito grandes artistas nacionais, representantes de diversas gerações do graffiti, e que são os embaixadores do spray Paris 68: Binho Ribeiro, Bigode o Sapo, Kueio, Ment, Tina Soul, Wanata e Devis.

     

    Serviço

    O que: Meeting of Styles Brasil 2021

    Quando: 13 a 15 de novembro, das 10h às 20hs

    Onde: Fábrica da Baston Aerossóis - Palmeira/PR

    Destinada a todos os públicos - cobertura nas redes sociais @mosbrasil @sprayparis68

    Mais informações: 41 99675 4575 (Michelle Gutmann).

  • Bruna Alcantara inaugura primeira mostra individual em Curitiba

                                                                                  

    Força e sensibilidade: após uma década de trabalho, artista visual Bruna Alcantara faz primeira exposição individual em Curitiba

    “Estou usando meu corpo para contar a história de muitas mulheres”

    Com cerca de dez anos de dedicação à arte, a jornalista e artista visual Bruna Alcantara inaugura sua primeira expósição individual, em Curitiba. 

    A mostra “Derivações Para Uma Mártir” abre neste sábado, 11, às 14h, na Alfaiataria Espaço de Artes e fica aberta ao público até 11 de outubro, de terça a sexta, das 14h às 18h.

    Com pautas políticas, feministas, sociais, sobre igualdade de gênero, maternidade e que também abordam o corpo da mulher, Bruna Alcantara tem ganhado cada vez mais notoriedade pelo amadurecimento artístico, pelas reflexões e críticas sociais seguras que propõe. Já expôs as obras em Portugal, no Líbano (Beirute), Egito (Cairo) e em diferentes locais do Brasil como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

    Esta mesma exposição esteve em São Paulo, em 2019, em um projeto da Secretaria Municipal de Cultura da capital paulista, e reúne cerca de 40 obras dos primeiros cinco anos de trabalho, desde a época em que morou na cidade do Porto, em Portugal, até o retorno ao Brasil. As intervenções podem ser vistas de diferentes formas como bordado, fotografia, colagem e lambe-lambe, sempre propondo uma provocação sobre a mulher contemporânea e que vai além do ponto de vista estético, como observa a curadora da mostra, Michele Micheletto.

    O nome da exposição vem de uma alusão a vida da mulher contemporânea. Tanto nas questões reprodutivas, de gerar a vida e de cuidados da família, quanto na questão de enfrentar suas jornadas contínuas de trabalho, dentro e fora de casa. Problemas de desigualdades de gênero, de salários, de jornadas, de comportamentos esperados e pautados numa cultura machista, que fazem da vida das mulheres contemporâneas verdadeiras batalhas. Nesse sentido, enfrentar essas derivações sociais e culturais, é formar uma mártir”.



    A ARTISTA 

    Bruna Alcantara nasceu em Jacarezinho, no interior do Paraná. Desde a infância teve a arte muito presente na vida, já que os avós sempre trabalharam com teatro. Além disso, gostava de desenhar, fez aulas de pintura e aprendeu a bordar com a mãe. Porém, foi com o jornalismo que descobriu a paixão pela fotografia e a possibilidade de fazer arte.

    O bordado retornou de forma intensa quando a artista foi embora para Portugal cursar um mestrado. Sozinha e grávida em outro país, Bruna encontrou nas agulhas uma lembrança afetiva e um consolo para os momentos de solidão.

    Assim nasceu a série de autorretratos de gravidez e pós-parto, que eu e o Tom, meu filho, fazemos até hoje - e ele já tem 6 anos”, explica Bruna.

    A união de fotografia e bordado não foi algo pensado, apenas aconteceu e ganhou forma com o tempo para abordar questões feministas e sociais históricas e do dia a dia.

    Quando comecei a imprimir as fotos em preto e branco, eu senti que faltava algo que não era propriamente a cor da imagem fotográfica. Faltava mais sentimento naquilo, por isso comecei a bordar por cima das fotografias e a fazer colagens. E depois disso eu passei a bordar tudo: cinta pós-parto, sutiã de amamentação, por exemplo. Agora, com um processo artístico desenvolvido, posso dizer que tenho muitas referências estéticas que me levam a fazer meu trabalho como ele é”, avalia a artista.

    PROCESSO DE CRIAÇÃO 

    Tanto em Portugal quanto no Brasil, fotografias antigas de pessoas desconhecidas estão presentes na arte proposta. A busca por estas histórias é feita principalmente em sebos. A partir do olhar, cada personagem é escolhido e as histórias são recriadas.

    As primeiras obras trazem questões pessoais da artista, como a maternidade. Assim, apostou em autorretratos para expressar sentimentos compartilhados por tantas mulheres. Este processo espontâneo é o caminho de Bruna Alcantara para os trabalhos íntimos e para os que são mais políticos que acabam pautados por fatos do país e do mundo, como a atual situação do Afeganistão, que voltou a ser comandado pelo Talibã e coloca em cheque diversos avanços no que diz respeito às conquistas das mulheres. Atualmente, a artista ilustrou matéria da Folha de São Paulo sobre o assunto.

    É 2021 e o movimento feminista reacende a importância de nós falarmos por nós mesmas. Dentro disso, assuntos como maternidade, o direito dos nossos filhos, a liberdade dos nossos corpos políticos, o nosso próprio direito ao espaço público e às cidades, estão gerando discussão. E meu trabalho é também sobre isso: sobre a necessidade de contar a minha história, que é a mesma história de milhões de outras mulheres. Estou usando meu corpo para contar a história de muitas mulheres”, defende Bruna Alcantara.

    A curadora Michele Micheletto reforça o potencial deste trabalho que consegue abordar temas tão complexos de uma forma potente e que, de uma maneira ou de outra, conversa com diversos públicos.

    Com as críticas feitas através da sua costura nas fotos antigas, bordando palavras em linha vermelha, ela aborda temas complexos, deixando-os de fácil entendimento, por vezes num tom de ‘memes’. Fotos cortadas, coladas, suturadas, passando as mensagens de maneira simples e potentes, é impossível passar por um trabalho dela e não pensar a respeito, trazendo questionamentos fundamentais nos nossos tempos”, explica a responsável pela organização da exposição.



    OCUPANDO AS RUAS 

    Além das intervenções em fotografias - que estarão expostas para o público - quem anda pelas ruas de Curitiba pode encontrar os trabalhos de Bruna espalhados em forma de lambe, técnica que ela usa para alcançar o público e estabelecer um diálogo por meio da arte.

    ALFAIATARIA ESPAÇO DE ARTES 

    Assim como as obras de Bruna Alcantara, o espaço escolhido para a exposição também possui força e significado. A Alfaiataria está localizada em um prédio com 130 anos, na rua Riachuelo, a primeira de Curitiba.

    Fundado em 1932 pelo alfaiate e pintor Guilherme Matter, o local tinha como atividade principal a confecção de uniformes militares. Na década de 90 a loja se popularizou e começou a ser procurada por artistas de teatro, grupos punks e pela comunidade LGBT para a compra de acessórios de época.

    Após o fechamento, em 2017, o prédio de três andares foi transformado em um espaço cultural onde são promovidas diferentes ações como apresentações de teatro, dança, música, exposições e performances.



    SERVIÇO

    EXPOSIÇÃO: DERIVAÇÕES PARA UMA MÁRTIR

    ARTISTA: BRUNA ALCANTARA

    ABERTURA: 11/09/2021

    ENCERRAMENTO: 11/10/2021

    HORÁRIO: DE TERÇA A SEXTA, DAS 14H ÀS 18H

    LOCAL: ALFAIATARIA ESPAÇO DE ARTES

    ENDEREÇO: RUA RIACHUELO, Nº 274, CENTRO/CURITIBA

    FOTOS: BRUNO SANTOS

  • Palacete dos Leões reabre com mostra de Teca Sandrini

     

    Foto: Divulgação/BRDE

    Reabre hoje, 4 de agosto, o Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões - mediante agendamento, com a mostra com a exposição “O Que Resta”, da artista Teca Sandrini. Os horários podem ser consultados no site da instituição.

    “O que resta agora é só cuidar e tratar as pessoas com mais afeto e carinho”. É assim que Sandrini define sua exposição, composta por pinturas de grandes dimensões, desenhos, esculturas e objetos. “O nome se refere a uma pessoa com idade avançada, como eu. Nos meus 77 anos de idade, o que coloquei nessa exposição foi o afeto, por isso as obras são grandes, é para que o público se sinta dentro da pintura, se envolva comigo como artista”. 

    Nas palavras da crítica de arte Maria José Justino, que assina a curadoria da exposição, o trabalho de Teca “é inseparável de sua existência” e os papéis de criadora e criatura se confundem constantemente.

    “As retinas fatigadas de Sandrini prosseguem executando a sua reforma doméstica. A pintura continua passional, dramática, brutal, moldada quase que exclusivamente pela cor, que inscreve, no branco da tela, traços cruéis e fortes”, escreve Justino em seu texto “Teca Sandrini, água de todas as possibilidades”.

    A artista também trouxe acessibilidade aos deficientes visuais em sua exposição. “Nós fizemos cada trabalho com um QR Code, no qual descrevo para a pessoa como eu fiz aquela obra, porque a fiz e como eu senti”, completa a artista.

    Além disso, a exposição da artista pode ser vista também de maneira digital, com uma experiência imersiva elaborada pelos fotógrafos e designers Cristiane e Ricardo Macedo. Acesse aqui o Tour Virtual.

    RETOMADA 

    Para o retorno de suas atividades presenciais, o Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões buscou formas de proporcionar um ambiente seguro aos seus colaboradores e visitantes. Adotou o agendamento das visitas, protocolos sanitários e a certificação da Local Confiável, uma startup que faz o monitoramento local em tempo real das normas sanitárias dos estabelecimentos.

    “Após a adequação do Espaço Cultural BRDE, foram instalados QR Codes e, periodicamente, enviamos relatórios e soluções para adaptar quaisquer apontamentos e manter a certificação sempre ativa”, explica a CEO da Local Confiável, Brunna Veiga.

    A retomada é tratada com extrema importância e entusiasmo pelo BRDE. “Para nós, foi uma grande tristeza permanecer tanto tempo com as portas fechadas durante a pandemia. Por isso, estamos muito felizes que a arte possa trazer novamente alegria e conforto, afinal, isso também auxilia a população com a saúde mental”, afirma o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley.

    A ARTISTA – Estela "Teca" Sandrini é formada em pintura na Escola de Música e Belas Artes do Paraná e tem especialização em Antropologia Filosófica pela Universidade Federal do Paraná. Trabalhou no ateliê do professor Juan Carlo Labourdette, em Buenos Aires, e no Maryland Institute of Art, nos Estados Unidos.

    Entre 2011 e 2017, foi diretora cultural do Museu Oscar Niemeyer. Participou de diversas exposições coletivas e individuais no Brasil e no Exterior e possui obras em importantes acervos institucionais. 

    A exposição “O que resta”, de Teca Sandrini, foi selecionada pelo Programa de Artes Visuais do Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões e foi viabilizada por meio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo da Ademilar Consórcio de Imóveis.

    ESPAÇO – Inaugurado em junho de 2005, o Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, localizado em Curitiba, é mantido e coordenado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul. Oferecendo uma programação gratuita, realiza exposições e atividades relacionadas à arte contemporânea, arquitetura, história e patrimônio cultural. Sua programação contempla um programa de mostras temporárias de artistas nacionais e de exposições em parceria com outras instituições culturais. 

    Serviço

    Reabertura do Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões com exposição de Teca Sandrini

    “O QUE RESTA – Teca Sandrini”

    Período expositivo: de 4 de agosto a 10 de setembro

    Local: Salas 1 e 2

    Visitas presenciais devem ser agendadas pelo site.

    Horário de visitação: de terça a sexta, 13h às 17h, mediante agendamento www.brde.com.br/palacete

    Local: Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, Av. João Gualberto, 570 – Alto da Glória, Curitiba – PR

    Entrada Gratuita

    Na internet: www.brde.com.br 

    Redes sociais: @brdeoficial

    Entrevistas e declarações para a imprensa:   

    Editora MPM Comunicação

    Telefone: (11) 3682-5456 ou (41) 99788-0089 - Mellanie Anversa. 

    E-mail: atendimento1@mpmcomunicacao.com.br 

    Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul

    Telefones: (41) 3219-8186 / (41) 98844-0674.

    E-mail: renata.todescato@brde.com.br.

    Renata Todescato, assessora de comunicação.

  • Uiara Bartira comemora 40 anos de trajetória com mostra e eventos

    A artista Uiara Bartira inaugura a exposição “O Silêncio e a Eroticidade da Gravura”, dia 10 de agosto, terça, das 10 às 18h, no Museu Municipal de Arte (MuMA),  e celebra a história de 40 anos de sua trajetória. Várias atividades estão previstas para marcar a data.

    Por conta da pandemia não haverá evento de abertura da exposição. O momento de confraternização se dará no dia da mesa redonda e lançamento do livro que acontecerá no dia 30 de setembro, quando então, a maioria da população já estará vacinada, em horário ainda a ser determinado de acordo com a bandeira em Curitiba.

    A mostra apresenta cerca de 150 gravuras que pontuam os mais de 40 anos da sua trajetória artística - parte do acervo do Museu da Gravura Cidade de Curitiba e da coleção particular da artista, além de obras atuais, com técnicas de Gravura em metal, Litografia, Xilogravura, Monoprint e Fotogravura.

     

    Além da mostra, será lançado um livro que documenta e celebra sua trajetória - que caminha junto à história da arte paranaense- com registros de obras vindas dos acervos dos Museus de Arte Contemporânea do Paraná e de São Paulo (MAC-PR e MAC-SP), Museu Oscar Niemeyer (MON), Museu de Arte Brasileira (FAAP), Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), Museu  de Arte do Espírito Santo (MAES), Museu de Arte Latinoamericana da Universidade de Essex, na Inglaterra, National Gallery of Camberra, na Austrália e também obras relevantes de coleções particulares.

     

    A publicação conta também com fragmentos de textos críticos já existentes, descrição dos diferentes processos de produção, poemas, etc, além do texto do crítico Agnaldo Farias e texto de apresentação de Margarita Sansone.

     

    Tanto a exposição como o livro ressaltam a importância do trabalho de Uiara Bartira para a gravura brasileira, assim como solidifica toda uma geração pós-moderna que abre o caminho da Arte Contemporânea no Paraná com um legado de rompimento de limites para as novas gerações.

     

    De acordo com o professor José Roberto Teixeira Leite em seu livro “Gravuras do Paraná”, Uiara é a primeira mulher mestra da gravura local, conforme a ordem descrita por ele: Guido Viaro, Poty Lazzarotto, Fernando Calderari, Uiara Bartira e Denise Roman, o que coloca Curitiba como polo da gravura no Estado do Paraná e assim, rompe o eixo Rio/São Paulo nos anos 1980.

     

    Algumas atividades estão programadas durante o período expositivo, de 10 de agostoa 10 de novembro, como visita guiada pela exposição, mesa redonda com convidados, lançamento do livro e palestra, que serão divulgados posteriormente.

     

    Sobre a artista

    A artista visual Uiara Bartira nasceu em Curitiba e formou-se em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP). Estudou Gravura e Pintura com Fernando Calderari e depois concluiu uma especialização em Gravura de Metal e Desenho na The Art Students League e outra em Fotogravura no Bob Blackburn Workshop, em Nova Iorque. Pós-graduou-se em Fotografia e Processos de Construção de Imagens na Universidade Tuiuti do Paraná. Implantou e dirigiu o Museu da Gravura em Curitiba entre 1989 e 1992. Participa de diversas exposições individuais e coletivas e como professora dedica-se a diferentes cursos de teoria e práticas artísticas.

     

    O projeto foi viabilizado por intermédio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, com apoio das empresas Paraná Metrologia, OpusMúltipla, Trombini Embalagens e Cartrom Embalagens.

     

     

     

    Crédito das fotos

    Foto da artista Uiara Bartira: Izabela Milita

    Foto da série Geometria da Luz: Ricardo Macedo

    Serviço:

    Exposição “O Silêncio e a Eroticidade da Gravura” – Uiara Bartira

    Local: Museu Municipal de Arte (MuMA).

    Data de abertura: 10 de agosto, terça

    Horário: das 10 às 18h

    Entrada gratuita

    A permissão para entrada no museu é de 30 pessoas no máximo, com medição de temperatura.

    Agendamento pode ser feito pelo site ou plataformas virtuais:

    https://uiarabartira. wixsite.com/website

    facebook.com/UIARA-BARTIRA

    Período expositivo: 10 de agosto a 10 de novembro de 2021

    Endereço: Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão - Portão

    Horário de funcionamento:10hàs 19h (3ª feira a domingo)

    Contato: (41) 3329-2801

    portaocultural@fcc.curitiba.pr.gov.br

     

    Aquisição e disponibilidade das obras:

    Márcia Aracheski Escritório de Arte

    (41) 9 8819.9303

    marcia.aracheski@gmail.com

     

    Informações para a imprensa:

    Marianna Camargo

    Palavra – Assessoria de Comunicação

    55 41 9 9956-2684

    palavramariannacamargo@gmail.com

    facebook.com/palavramariannacamargo

     

     

  • Curitiba sedia evento de vídeo experimental on-line


    O EXEXEX Festival de vídeo experimental será apresentado ao público no dia 31 de julho de 2021, às 10h, com o objetivo de promover reflexões sobre as novas articulações do vídeo e sobre questões a cerca das novas formas de espacialidade, exibição de videos como forma de arte e as mais recentes modalidades de comercialização de obras audiovisuais. 
    Com curadoria assinada por Aricia Machado, artista visual e professora; Flávio Carvalho artista me-dia art, curador da Bienal de Curitiba, pesquisador e diretor de arte; Guilherme Zawa, artista visual e curador da AIREZ Crypto Art Gallery, o evento reúne produções em vídeo de artistas brasileiros.
    No dia 31 pela manhã será a abertura da exposição EXPOEX 21', composta de Artistas selecionados pela AIREZ Galeria e também do projeto Video Correspondências.
    A seleção para o EXPOEX 21’ aconteceu através de convocatória aberta e selecionou artistas de diversas partes do país, já o projeto Video Correspondências foi desenvolvido durante a disciplina de Videoarte e Videoinstalação e coordenado pela professora Aricia Machado do curso de Cinema e Audiovisual Unespar.
    O projeto aconteceu em 2020 quando os alunos em meio a pandemia trocaram as cegas vídeos entre si colocando sua reflexões sobre seus cotidianos e sentimentos evocados pelo momento de pandemia da COVID 19.
    Os trabalhos poderão ser visualizados através de plataforma digital dedicada à visualização e interação com exposições de arte Mozilla Hubs. O link para o lançamento será disponibilizado às 9h da manhã do dia 31 pelo site http://exexex.art.br. As exposições ficarão no até o dia 29 de agosto.
    O evento também apresentará na parte da tarde mesa redonda com o artista Guerreiro do Divino Amor, finalista do Prêmio Pipa de 2019 e VJ Vigas mediada pela artista visual e professora Arícia Machado. A mesa visa refletir sobre diferentes processos artísticos, e suas relações com o espaço urbano e outros dispositivos audiovisuais que o Cinema ou a Galeria. Na mesma tarde, uma conversa sobre NFTs e os novos rumos do mercado de arte com a NFTrend será conduzida pelo artista visual e curador da AIREZ Guilherme Zawa. O Festival  tem parceria do CinePasseio / Fundação Cultural de Curitiba.
    Galeria de Curitiba é uma das primeiras galerias de arte do Brasil a focar exclusivamente em NFTs

    A AIREZ Galeria, fundada em 2015, se torna neste ano uma galeria de arte exclusivamente dedicada a venda de obras em formato NFT. NFT, sigla em inglês para Token não-fungível, é uma nova forma de se comercializar arte. Guilherme Zawa, artista e curador da galeria, comenta que “as NFTs surgiram na esteira das criptomoedas, mas acabaram por resolver um problema antigo entre artistas de vídeo ou suportes alternativos que era o de como comercializar estas obras. As NFTs resolvem muito bem isso e inauguram uma nova era para estes artistas” conclui o curador da AIREZ que já foi sede para o evento The Wrong - New Digital Art Biennale que apresentou diversos artistas de GIF e Video.

    Embora ainda desconhecida do grande público as NFTs parecem já ter se estabelecido no exterior, tanto é que a famosa casa de leilões Sotheby’s vendeu este ano uma obra digital NFT por 16 milhões de dólares. Zawa comenta que “as NFTs não são mais um experimento, pois já se encontram consolidadas. É uma nova era para colecionadores também.” A AIREZ vai apresentar no mês de julho uma nova leva de artistas junto à outros que já eram representados pela galeria antes. Entre eles está o artista argentino Franco Palioff, formado em engenharia nuclear e que se aplica à construção de obras de arte em 3D, realidade virtual e até robôs. Com o intuito de descobrir novos artistas que vendam suas obras como NFTs a AIREZ anunciou um prêmio de aquisição e representação. O ganhador será anunciado no dia 31 de julho. Para saber mais acesse: http://airez.art.br

    Mais informações:
    Instagram: @exexex.art
    Site: http://exexex.art.br
    pautas: imprensa@exexex.art.br
    Info: contato@exexex.art.br
    41.99969.5028 - Ana / Guilherme (seg - sex / 14h - 18h )
    Serviço:
    EXEXEX Festival de Vídeo Experimental
    Local: On-line
    Data: 31 de julho
    Exposição: 31 de julho - 31 de agosto
    Palestras: 31 de julho - 15h e 17h.
    Gratuito

  • Teca Sandrini inaugura exposição no MuMA

    A artista Estela Sandrini, mais conhecida como Teca, inaugura neste sábado, dia 10/07, às 11 horas, a exposição "O Sentido do Olhar", no Museu Municipal de Arte de Curitiba, o MuMA.

    Pensada para receber todos os públicos, conta com áudio descrição de todas as 20 obras e, duas delas, possuem releituras em alto relevo - pensadas para pessoas com deficiência visual.

    A visitação acontece de terça a domingo, com entrada gratuita, até o dia 10 de outubro.

    Sobre a artista

    Estela Sandrini é formada em pintura na Escola de Música e Belas Artes do Paraná, tem especialização em Antropologia filosófica pela Universidade Federal do Paraná. Trabalhou no ateliê do Professor Juan Carlo Labourdette, em Buenos Aires e no Maryland Institute of Art, nos Estados Unidos.

    Participou de diversas exposições coletivas e individuais dentro e fora do país, em instituições como a Fundação Cultural de Curitiba (PR), Katzenstein Gallery (EUA), Brazilian-American Cultural Institute (EUA), Museu de Arte Contemporânea do Paraná (PR), Galeria de Arte Banestado (PR), Fundación Centro de Estudios Brasileños (AR), Museu Metropolitano de Arte de Curitiba (PR), Art at Format (EUA), Conjunto Cultural da Caixa, (BA), Ecomuseu de ITAIPU (PR), Centro Cultural Jorge Luis Borges (AR), Embaixada do Brasil (PAR), Galeria de Arte do Banco Itaú (SP). De 2011 a 2017 foi Diretora Cultural do Museu Oscar Niemeyer. Foi selecionada e premiada em diversos salões oficiais pelo Brasil.

    Serviço:

    Exposição " O Sentido do Olhar", de Teca Sandrini

    Local: Museu Municipal de Arte (MuMA) – Portão Cultural

    Endereço: Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão - Portão

    Abertura: 10 de julho, sábado, às 11 horas

    Até dia 10 de outubro de 2021

    Entrada gratuita

    Horário de funcionamento:

    10h às 19h (3ª feira a domingo)

    Contato: (41) 3329-2801

    portaocultural@fcc.curitiba.pr.gov.br

  • Neiton Nunes inaugura a mostra VIDEA

    Foto: Rafael Amaral

    O artista Neiton Nunes, que assina também como Árvore1 e Tri, inaugura a exposição VIDEA, nesta quarta, dia 07/07, às 19 horas, no Quiat Gastronomia e Arte. A mostra compõe 14 obras, entre elas uma serigrafia. O artista trabalha com diversas técnicas em suas obras, tanto no ateliê como na rua, assim como (de caráter sempre experimental/estudo) sobre diversos suportes. Atualmente aplica um mix de tintas e pigmentos em ‘pintura reversa sobre o vidro’, onde o vidro atua como complemento para sua expressão e não somente como um suporte.

     

    Sobre o artista

    Neiton Nunes da Neves Junior é artista, escritor de grafite e designer gráfico. Participou de inúmeras mostras coletivas e individuais, sendo as mais recentes YATSURA de Curitiba (Local Studio - São Paulo/SP) e "Janela" (2018/2019), junto com Marciel Conrado (Tetra Gallery – Curitiba/PR). Em 2010 “e 2013, respectivamente, esteve nas coletivas “Monstros de Curitiba” no MUMA e” Inquietações/Contradições”, no Espaço Culturas da Caixa.

    Realizou, ainda em 2010, a exposição de pinturas na galeria ACASA, para o evento “The Way We Run”, organizado pela marca Allstar CONVERSE. Entre 2015 e 2016, fez uma individual chamada "TR31s” no Bar do Fogo (Curitiba/PR) e atuou no debate do evento Creative Mornings sobre o Tabu do Pixo (Curitiba/PR).

    Para conhecer mais o trabalho de Neiton Nunes , o instagram é: @arvorum

     

     Texto expositivo “Videa”, de NeitonNunes, por Paulo F. de Medeiros

    O vidro plano revelando sua natureza de gema de cristal: mil faces sobrepujando as restrições simbólicas. A tinta, depositada sobre o suporte, não mais como opacidade, mas sim, revelando transparência fantástica (uma lente para o espírito).

    Poesia desde a paleta aos rebentos do gesto. É esse o refinamento que as obras de Neiton Nunes exigem. Cada forma legítimo magnetismo conceitual.

    Neiton Nunes, artista de longa data, faz da sublimação das experiências uma rotina. Paranaense, traz o comportamento climático da capital em sua arte. É um convite lúdico ao olhar. Quando se pensa em uma síntese... outra face toma o poder.

     

    Sobre o espaço

    O Quiat Gastronomia e Arte, além das refeições saborosas e do ambiente acolhedor, tem sido desde sua fundação também um ponto de encontro e de circulação de arte. Nessa nova fase do restaurante, o objetivo tem sido ampliar ainda mais a conexão com a arte urbana, promovendo exposições de artistas que transitam entre as ruas e as galerias e criando um espaço de diálogo e de conexão.

     

    Fotos: Bruno Couto

    Serviço:

    Abertura da exposição VIDEA, de Neiton Nunes

    Data: 07/07/2021, quarta

    Horário: 19h às 22h

    Período expositivo: 07/07 a 07/10/2021

    Local: Quiat Gastronomia e Arte

    Funcionamento: segunda a sábado, das 11h20 às 14h30 (Após a pandemia o horário será estendido).

    Endereço: Rua Fernando Simas, 334. Curitiba (PR).

    Contatos:

    www.facebook.com/quiatgastronomia

    www.instagram.com/quiatgastronomia

    quiatbar@gmail.com

    (41) 3209-5775
    (41) 995237397