• Gustavo Fonseca

    Películas de redução de calor viram febre entre motoristas: saiba como e por que usar

    Se você reparar nos carros que trafegam nas vias, provavelmente verá que grande parte deles tem películas instaladas nos vidros.

    Essa “febre” por películas não é apenas uma questão estética: películas reduzem o calor e bloqueiam a entrada de raios ultravioleta.

    Para instalar essas películas, é preciso seguir as normas previstas pela legislação brasileira, que estabelecem o grau de transparência a ser respeitado em cada vidro.

    Neste artigo, explico por que as películas de redução de calor viraram febre entre motoristas. Além disso, informo o que dizem as normas de trânsito para o seu uso!

    Siga a leitura e evite multas!

    Películas de redução de calor viram febre entre motoristas: por quê?

    As películas automotivas têm se tornado cada vez mais comuns no Brasil e no resto do mundo. Ao contrário do que muitos imaginam, elas não cumprem apenas uma função estética, mas, sim, outras ligadas à saúde e à segurança.

    Algumas dessas funções são:

    - Redução de calor

    As películas conseguem diminuir a entrada de calor no veículo, o que gera um ambiente mais equilibrado termicamente. Para quem passa muitas horas dirigindo e/ou vive em regiões mais quentes, películas são fundamentais.

    - Controle da entrada de raios UV

    Além do controle do calor, as películas bloqueiam, em até 99%, a entrada de raios ultravioleta. Esses raios são causadores de uma série de doenças de pele, como o câncer.

    - Aumento da resistência dos vidros

    Em casos de acidentes ou choques, os vidros dos veículos tendem a se estilhaçar. Se estão equipados com películas, possuem maior resistência, diminuindo consideravelmente as chances e os perigos dos estilhaços.

    - Maior privacidade

    Películas dão maior privacidade àqueles que estão dentro do veículo, o que aumenta a segurança do condutor e dos passageiros.

    Agora que você conhece as principais vantagens das películas, veja o que dizem as normas de trânsito para a aplicação e uso desses equipamentos.

    Películas automotivas: o que dizem as normas de trânsito?

    O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em seu art. 111, estabelece algumas regras para aplicação e uso de películas nos veículos. Está proibido instalar aquelas que comprometam a segurança ou estejam em desacordo à regulamentação do CONTRAN.

    A regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) referida neste artigo é a 254, de 2007. Essa Resolução estabelece o grau de transparência que deve ser obedecido de acordo com o vidro do veículo. Veja:

    - Vidros dos para-brisas: a transparência mínima é de 75%

    - Vidros laterais dianteiros: a transparência mínima é de 70%

    - Outros vidros do veículo: transparência mínima de 28%

    Outro artigo que merece a nossa atenção, quanto ao uso de películas, é o art. 230, § XVI, do CTB. Ele estabelece que trafegar com vidros total ou parcialmente cobertos por películas refletivas ou não, painéis ou pinturas é uma infração grave.

    A penalidade para essa infração é a multa no valor de R$ 195,23. Também serão gerados 5 pontos na sua CNH e poderá ser aplicada a medida administrativa de retenção do veículo.

    Quando há flagrantes de películas que estão em desacordo com as normas de trânsito, o que se costuma fazer é solicitar que o condutor retire a película imediatamente, no local do flagrante. Se houver recusa, o veículo pode, então, ser retido.

    Para resumir:  as películas automotivas estão permitidas no Brasil, mas devem obedecer aos níveis de transparência exigidos pela legislação.

    Quais cuidados você deve ter ao instalar películas automotivas?

    O primeiro deles é verificar se as películas obedecem aos graus de transparências estabelecidos pela Resolução 254/2007 do CONTRAN. Lembrando que, como você viu, esses graus variam conforme o vidro: para-brisas, laterais e outros.

    Depois desse, outros cuidados são indispensáveis para garantir que todas as funções das películas sejam, de fato, realizadas. São eles:

    - Opte por marcas com selo de qualidade e que ofereçam películas capazes de reduzir o calor e bloquear a entrada de raios UV

    - Garanta o processo correto de instalação, já que ele interfere na vida útil das películas e também em sua eficácia

    Agora, você já conhece as vantagens das películas e entendeu por que elas viraram febre entre os motoristas brasileiros. Também se informou sobre as exigências legais para a aplicação desses acessórios.

    Se, mesmo após a leitura deste artigo, você ainda tenha dúvidas sobre o assunto, entre em contato com a minha equipe de especialistas!  

  • Gustavo Fonseca

    Oratória e mapa mental: como usar essa técnica em 5 passos

    A clareza na hora de se comunicar é uma das características mais importantes da boa oratória. Uma fala bem organizada inspira, informa, convence, persuade.

    É preciso, portanto, encontrar recursos para ordenar o seu conteúdo, criar uma ordem lógica entre as informações e transmitir uma mensagem assertiva e impactante.

    O mapa mental é uma das técnicas de organização de conteúdo mais eficientes. É um guia prático para ser usado nas etapas de preparação e importante aliado em situações de exposição de fala, como entrevistas, apresentações e reuniões.

    Siga a leitura até o final e veja como usar o mapa mental em 5 passos práticos!

    O que é o mapa mental?

    O mapa mental é uma técnica que pode ser utilizada para diferentes finalidades e com aplicações também distintas entre si. É, por exemplo, muito usado por estudantes como um método de memorização de conteúdo.

    Na oratória, o mapa mental também é aplicado de formas diferentes. Na The Speaker, nós utilizados um método de Mapa Mental diferenciado, com a intenção de unir dois aspectos centrais de uma boa expressão:

    - A organização do raciocínio

    - A capacidade de improvisação

    Engana-se, então, quem pensa que o Mapa Mental é um método para decorar a fala: não é. É, sim, um guia para que o comunicador se familiarize com o seu conteúdo e possa, a partir disso, ter uma comunicação de alto impacto e uma boa performance.

    Há 5 passos que considero essenciais para utilizar a estratégia do Mapa Mental, direcionando-a para situações de exposição fala. Veja cada um deles a seguir!

    1. Divida o seu conteúdo em 3 tópicos centrais

    Priorizar informações é uma das decisões mais difíceis na hora de planejar o conteúdo da sua apresentação. Ao mesmo tempo, é um passo determinante para que a sua mensagem tenha clareza e seja assertiva.

    Dividir o conteúdo em 3 ideias/tópicos centrais é uma maneira de enfocar o que há de mais determinante em sua fala e de organizar essa mensagem de um modo atrativo e compreensível para a audiência.

    Já é comprovado que as pessoas tendem a assimilar melhor um conteúdo se ele está dividido em até 3 informações. Pense, por exemplo, em uma simples indicação de localização: se as orientações forem muitas, a pessoa se perderá. Se forem 3, ela chegará com mais facilidade ao local que deseja.

    2. Faça uma imagem/desenho para cada um desses 3 tópicos

    Este passo está relacionado à familiarização com o seu conteúdo, que é o que permitirá uma fala espontânea e bem planejada ao mesmo tempo. Nossa mente assimila melhor imagens, fotografias e é essa a razão desse segundo passo.

    Atribuir imagens ou desenhar algo para cada um dos três tópicos que você definiu no passo anterior é mais eficiente do que utilizar bullet points, por exemplo. É mais fácil ver a conexão entre os tópicos e criar uma ordem lógica para a fala como um todo.

    Essas imagens serão fundamentais para as etapas de prática e treinamento. Também podem ser muito úteis na apresentação em si, já que não demandam leituras e não influenciam tanto no contato visual, caso você tenha que fazer uma consulta a elas.

    3. Crie sua introdução e sua conclusão

    Depois de definir o “miolo” da sua fala, isto é, o desenvolvimento do seu conteúdo, é o momento de pensar em dois trechos determinantes: a introdução e a conclusão para a sua mensagem.

    Lembre-se que a introdução é um dos momentos mais importantes, afinal, é aí que o público decide prestar ou não atenção no que virá depois. A conclusão, por sua vez, é determinante para apresentar o seu CTA: a chamada para ação.

    4. Utilize o mapa para praticar a sua fala

    Praticar a fala é indispensável para uma boa apresentação (entrevista, reunião ou outras situações). O mapa mental servirá, então, como um guia para que você saiba qual caminho seguir, garantindo o fluxo de informações.

    Pense no mapa mental como um GPS que você utiliza em seu carro: na hora de praticar, siga aquilo que foi planejado, desde a introdução até a conclusão, passando pelas 3 informações centrais definidas no passo 1.

    5. Planeje os recursos que quer usar

    O último passo é planejar os recursos que você decidir usar na sua apresentação, como slides, por exemplo. Essa deve ser a última ação, isto é, realizada quando você já estiver familiarizado com o tema e com a sua fala bem planejada e organizada.

    É importante ressaltar que slides ou recursos similares não devem ser os pilares que sustentam a sua fala. Eles são um complemento, algo do qual você não depende diretamente para ter uma boa comunicação.

     

    Para desenvolver uma comunicação assertiva e de alto impacto, conhecer e aplicar técnicas como o mapa mental é essencial. Da mesma forma, é preciso desenvolver os outros dois pilares da oratór

  • Gustavo Fonseca

    Suspensão da CNH: quais são as mudanças que você precisa saber?

    A suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) é uma das penalidades previstas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Aliás, ela é uma das mais rígidas, já que implica na perda temporária do direito de dirigir.

    Neste ano, entram em vigor alterações nessa penalidade, estabelecidas pela Lei 14.071, de outubro de 2020, também chamada de “Nova Lei de Trânsito”. Você está por dentro dessas modificações?

    Com as mudanças, que entram em vigor a partir de abril de 2021, o atual limite de pontos na CNH será alterado.

    Siga a leitura deste artigo até o final e mantenha-se informado sobre a Suspensão da CNH e suas novas regras!

    Suspensão da CNH na Nova Lei de Trânsito: o que muda?

    A suspensão da CNH é uma penalidade que consta no artigo 265 do CTB. De acordo com este artigo, um condutor é penalizado com essa suspensão se:

    - Cometer uma das infrações autossuspensivas

    - Exceder o limite de pontos permitido na CNH

    A Nova Lei de Trânsito, ou melhor, a Lei 14.071/2020 altera essa segunda opção, isto é, a suspensão da CNH pelo excesso de pontos acumulados. Pelas normas vigentes hoje no Brasil, esse limite é de 20 pontos.

    Isso significa que o motorista que acumular 20 pontos ou mais em sua CNH, durante um período igual ou menor que um ano, terá o seu direito de dirigir suspenso. Com a Nova Lei, o limite passa a depender de quantas infrações gravíssimas foram cometidas.

    Lei 14.071/2020: qual é o novo limite de pontos?

    Você viu, no tópico anterior, que a Lei 14.071/2020 altera o número de pontos que levam à suspensão do direito de dirigir. Viu, ainda, que o limite permitido deixa de ser fixo e dependerá, agora, das infrações gravíssimas cometidas.

    Pela Nova Lei, o limite de pontos na CNH será de:

    - 40 pontos, se o condutor não cometeu nenhuma infração gravíssima;

    - 30 pontos, se o condutor cometeu uma única infração gravíssima;

    - 20 pontos, se o condutor cometeu duas ou mais infrações gravíssimas.

    A regra é válida para todos os motoristas, com exceção daqueles que têm o EAR – Exerce Atividade Remunerada – no documento de habilitação, isto é, que utilizam o veículo para fins profissionais: taxistas, motoristas de aplicativos, de ônibus, caminhoneiros, entre outros.

    Para esses motoristas, o limite é fixo e será sempre de 40 pontos, independentemente de quantas infrações gravíssimas foram cometidas por eles no intervalo de 12 meses.

    O que muda, então, para a Suspensão da CNH? Quando a Nova Lei entrar em vigor, essa penalidade será aplicada considerando os novos limites de pontos e não mais os 20 pontos fixos como é agora.

    Atenção: Importante dizer que os pontos continuam expirando depois do período de um ano.  

    Suspensão da CNH: o que é na prática?

    Para entender essa penalidade, é interessante saber como funciona o processo para se tornar um condutor habilitado no nosso país. Se você é um deles, passou pelas etapas obrigatórias para tirar a primeira habilitação.

    Bem, quando alguém termina todas essas etapas (pagamento de taxas, aulas teóricas e práticas, exames médicos e avaliações teórica e prática), o Estado concede o direito de dirigir veículos automotores.

    Os condutores penalizados com a suspensão da CNH perdem temporariamente esse direito e, durante o prazo de suspensão estabelecido, permanecem proibidos de conduzir veículos.

    Para reaver esse direito, o motorista deve:

    - Realizar o pagamento de taxas pendentes, como as multas

    - Fazer o Curso de Reciclagem

    - Ser aprovado no exame final após o Curso de Reciclagem

    - Cumprir o prazo de suspensão

    Após essas etapas, o condutor recupera o seu direito de dirigir e a sua CNH.

    Recursos de Suspensão da CNH: o que muda?

    As alterações na CNH, especificamente no limite de pontos permitidos, passam a valer a partir do dia 13 de abril de 2021. Com as novidades, alguns condutores têm dúvidas sobre o processo de recurso: afinal, ainda será possível recorrer da suspensão?

    Sim. Recorrer de multas e outras penalidades, como a suspensão da CNH, é um direito dos brasileiros e isso permanece inalterado, mesmo com as modificações trazidas pela Nova Lei.

    Os passos para recorrer são os seguintes:

    - A Defesa Prévia

    - O recurso em primeira instância (se a Defesa foi negada)

    - O recurso em segunda instância (se o recurso anterior foi negado)

    Para recorrer e ter sucesso nesse recurso, estar atento aos prazos, que são informados nas notificações, e elaborar um recurso objetivo e sólido são ações centrais.

     

    Como você viu neste artigo, a Suspensão a CNH é um dos pontos que serão alterados pela Lei 14.071/2020, conhecida popularmente como Nova Lei de Trânsito.

    Ainda que o limite de pontos aumente, é fundamental obedecer às normas vigentes e zelar pela sua segurança e pela segurança dos demais.

     

  • Gustavo Fonseca

    Lei Seca: o que é e como recorrer?

    Consumir álcool ou outras substâncias que tenham efeitos psicoativos é proibido para motoristas que estão conduzindo veículos automotores. Em outras palavras, essa conduta é uma infração de trânsito.

    A Lei Seca trata justamente dessa infração, estabelecendo a intolerância a qualquer quantidade de álcool e demais substâncias para quem está dirigindo.

    Mas, afinal, quais são as penalidades para quem comete essa infração? É possível recorrer nesses casos?

    Neste artigo, respondo a essas e outras dúvidas sobre este tema. Tenha uma boa leitura!

    O que é a Lei Seca?

    Lei Seca é o termo pelo qual ficou conhecida a Lei 11.705, de 2008. Ela alterou alguns pontos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que tratavam da infração de dirigir sob efeito de álcool ou outra substância de efeito psicoativo.

    A expressão “seca”, especificamente, faz referência ao fato de que, com essas alterações, qualquer quantidade de álcool ou substâncias psicoativas identificada no organismo de um condutor em exercício configura em infração de trânsito.

    É importante citar, aqui, que o bafômetro – aparelho que é usado nas Blitz para identificar o consumo de álcool por parte de motoristas – tem uma margem de erro de 0,04 mg/litro.

    Quais são as penalidades previstas na Lei Seca?

    Para responder a essa pergunta, é preciso ver o que diz o art. 165 do CTB. Segundo este artigo, a infração de dirigir sob efeito de álcool ou outras substâncias que têm efeitos psicoativos é de natureza gravíssima. As penalidades incluem:

    - Multa, com fator multiplicador 10: um total de R$ 2.934,70

    - Suspensão do direito de dirigir por 12 meses

    Note que a suspensão, aqui, não acontece devido ao acúmulo de pontos na CNH. Isso ocorre porque a infração de dirigir sob efeito de álcool ou outra substância psicoativa é autossuspensiva.

    Lei Seca: é possível recorrer?

    Recorrer de multas ou outras penalidades no trânsito é um direito dos condutores brasileiros. Logo, a resposta é: sim, é possível recorrer na Lei Seca. Para fazer isso, conhecer o processo de aplicação das penalidades é essencial.

    Os flagrantes da Lei Seca acontecem, geralmente, por meio das blitz, quando é realizado o Teste do Bafômetro, a fim de identificar a presença ou não de álcool. Caso seja verificado o consumo, será aberto um processo administrativo contra o condutor.

    Esse processo tem a função de apurar e, se for o caso, penalizar a infração cometida. Nele, o motorista autuado tem o direito de se defender, sendo que essa defesa pode acontecer em até três etapas:

    1.      Defesa Prévia: essa etapa é o primeiro grau de contestação ao qual você, motorista, tem direito. Para realizar esse passo, é importante se atentar ao prazo, informado na Notificação de Autuação. Se a Defesa for negada, passa-se à segunda etapa.

     

    1.      Recurso em primeira instância: O recurso em segunda instância também tem um prazo para ser apresentado e esse prazo é informado na Notificação de Imposição de Penalidade (NIP). A NIP é o documento que indica que a Defesa Prévia foi indeferida, bem como informa sobre a aplicação das penalidades.

     

    O condutor que, por algum motivo, não apresentou a Defesa Prévia, pode começar o processo diretamente por esta segunda etapa. Caso o recurso seja negado, passa-se, então, à terceira etapa.

     

    1.      Recurso em segunda instância: o condutor que recorrer em primeira instância, mas tiver o recurso negado, poderá recorrer em segunda instância. Isso é obrigatório: só poderão recorrer em segunda instância aqueles que recorreram em primeira.

    Como você viu, os prazos são fatores determinantes no processo de defesa. As notificações, como a Notificação de Autuação e a NIP, devem chegar ao endereço que você, motorista, tem cadastrado junto ao DETRAN.

    Contudo, podem acontecer desvios ou imprevistos. Logo, um hábito que deve ser implementado pelos condutores é o de checar, periodicamente, a situação do veículo no site oficial do DETRAN do seu estado.

    Minha CNH foi suspensa, e agora?

    Como você viu em tópicos anteriores, a infração de dirigir sob efeito de álcool ou outra substância, isto é, aquela referente à Lei Seca, pode levar à suspensão do direito de dirigir, da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

    Caso a sua defesa tenha sido indeferida em todas as instâncias ou, ainda, se você perdeu os prazos para se defender e acabou tendo sua CNH suspensa, é fundamental saber o que fazer para reaver o documento e, claro, o direito de dirigir.

    O primeiro passo é respeitar o tempo de suspensão e realizar o pagamento das multas. Além disso, você terá que fazer o Curso de Reciclagem e obter aprovação na avaliação final.

    Assim, após cumpridas essas exigências e o tempo de suspensão, você poderá recuperar o seu direito de dirigir para voltar a trafegar normalmente.

    Ainda tem dúvidas sobre a Lei Seca? Entre em contato com a minha equipe de especialistas!

  • Gustavo Fonseca

    Proteção veicular é opção mais barata que o seguro e traz os mesmos benefícios

    Para proteger seu veículo ou mesmo se resguardar em casos de acidentes, os brasileiros têm optado, cada vez mais, pela proteção veicular: uma alternativa mais acessível – tanto economicamente quanto burocraticamente.

    Ainda assim, muitos proprietários de veículos têm dúvidas sobre as diferenças entre seguro e proteção veicular.

    Neste artigo, abordo quais são as diferenças entre um e outro e explico por quais razões a proteção veicular é opção mais barata que o seguro e que traz os mesmos benefícios.

    Em dúvida sobre como proteger o seu veículo? Informe-se agora mesmo!

    Proteção veicular: o que é?

    A proteção veicular é um sistema de proteção para proprietários de veículos, que funciona em uma modalidade chamada “sistema de rateio”. A proteção veicular é mantida e organizada por associações sem fins lucrativos.

    O sistema funciona da seguinte forma: para contratar a proteção veicular, o proprietário se torna um associado e deve pagar mensalidades. Com essas mensalidades, é formado um fundo em comum, que será usado em caso de sinistro por algum associado.

    As indenizações, em caso de sinistro – roubo, choque, alagamento e outros –, são repassadas de forma direta, com menos burocracia do que aconteceria em seguros privados.

    A cobertura da proteção veicular varia de Associação para Associação, mas, em geral, inclui:

    - Roubo ou furto

    - Colisões

    - Incêndios

    - Enchentes e/ou alagamentos (ou outros incidentes naturais)

    - Indenização a terceiros

    - Proteção para vidros e retrovisores

    - Carro reserva e guincho 24h

    Para se tornar um associado e passar a contar com a proteção veicular, os proprietários assinam um contrato. A proteção, geralmente, passa a valer de forma imediata à assinatura e ao pagamento da primeira mensalidade.

    E o seguro, como funciona?

    Os seguros automotivos, por sua vez, são oferecidos por instituições privadas. Para contratar o seguro, o proprietário do veículo firma um contrato (geralmente anual) e deve arcar com as apólices.

    Dependendo da instituição seguradora, esse valor das apólices pode ser divido em mais de uma parcela, somados os juros cabíveis e segundo condições previamente acordadas com o proprietário.

    Um item que chama a atenção, nos seguros, é a análise de perfil, que geralmente é realizada para definir qual será o valor das apólices. São considerados, por exemplo: a idade do condutor, o bairro em que mora e se há ou não garagem disponível.

    Há, como se pode ver, mais burocracia nos seguros privados. Essa não é a única diferença entre eles e a proteção veicular. Veja a seguir!

    Quais as diferenças entre seguro e proteção veicular?

    Até aqui, você já viu duas diferenças entre seguros e proteção veicular: os seguros são privados e a proteção veicular é oferecida por associações sem fins lucrativos. A outra diferença é a burocracia, que tende a ser menor na proteção veicular.

    Outras diferenças entre um serviço e outro são, por exemplo:

    Preços das mensalidades x preços das apólices

    Os seguros são muito mais caros do que a proteção veicular e uma das razões é, justamente, o fato de que são serviços prestados por seguradoras privadas, isto é, com fins lucrativos.

    A modalidade de pagamento também barateia os custos da proteção veicular. No seguro, são pagas apólices em poucas parcelas. Já, na proteção veicular, o pagamento é mensal, o que torna mais acessível esse serviço.

    Regulamentação e fiscalização

    As seguradoras privadas devem obedecer à Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), órgão que regulamenta e fiscaliza as seguradoras. As associações de proteção veicular, por sua vez, devem obedecer à Organização de Cooperativas Brasileiras (OCB).

    Por que essa diferença é importante? Porque ela também influencia na grande diferença de preços entre seguros privados e proteção veicular.

    Proteção veicular é ou não confiável?

    As diferenças entre o seguro e a proteção veicular, especialmente o preço e a burocracia para contratar o serviço, podem gerar dúvidas nos proprietários de veículos.

    Mas a resposta é: sim. Proteção veicular, ao contrário do que muitos imaginam, não é algo novo. É um sistema usado há bastante tempo e que tem se mostrado ágil e eficiente para indenizar em casos de sinistro.

    Como qualquer outro serviço, é importante ter atenção na hora de assinar o contrato, verificar se a cobertura oferecida atende às suas expectativas e preferir Associações de Proteção Veicular com boa reputação no mercado.

    Ainda tem dúvidas sobre este assunto? Fale com a minha equipe de especialistas!

  • Gustavo Fonseca

    Cinto de segurança - Art. 167: saiba o que diz o CTB e evite multas

    O uso do cinto de segurança é obrigatório em todo o Brasil, tanto para passageiros quanto para o condutor.

    Logo, aqueles que não usarem o cinto estarão cometendo uma infração de trânsito e poderão ser penalizados por isso.

    Quais penalidades são essas? Existe alguma exceção à obrigatoriedade do uso do cinto?

    Neste artigo, explico as regras do Cinto de Segurança – art. 167, falo sobre as penalidades e o que fazer para entrar com recurso em caso de multas.

    Siga a leitura até o final e mantenha-se informado!

    Cinto de segurança – Art. 167: o que diz o CTB?  

    Sempre que quisermos nos informar sobre as regras de trânsito, é importante verificar o que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece sobre o assunto. Para o uso do cinto de segurança, vejamos o que dizem o art. 65, o art. 167 e o art. 105.

    O art. 65 do CTB estabelece a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança em todo o território nacional, tanto por motoristas quanto pelos passageiros. As exceções são alguns casos definidos pelo CONTRAN, sendo elas:

    - Veículos de uso bélico (Resolução 14/98, CONTRAN)

    -  Passageiros de ônibus e micro-ônibus fabricados antes de 1999 (Resolução 14/98, CONTRAN)

    - Passageiros de transporte coletivo em percursos onde está permitido viajar em pé (art. 105 CTB / Resolução 14/98, CONTRAN).

    Já o art. 167 do CTB estabelece que deixar de usar o cinto de segurança é uma infração grave. A penalidade é a multa no valor de R$ 195,23. Também são gerados 5 pontos na CNH do condutor e o veículo poderá ser retido até que cinto seja colocado.

    Por fim, o art. 105, Inciso I, inclui o cinto de segurança na lista de equipamentos obrigatórios nos veículos, excetuando veículos de transporte de passageiros em trecho onde se permite viajar de pé.

    E as crianças, precisam usar o cinto de segurança?

    Quando falamos de cinto de segurança, uma dúvida é frequente entre motoristas: mas e as crianças, também precisam usar o cinto? Esse tema foi bastante discutido nos últimos meses, devido à Lei 14.071/2020, chamada de “Nova Lei de Trânsito”.

    Essa Lei tornou mais rígida a legislação sobre o transporte de crianças em veículos automotores, alterando, para isso, a redação do art. 64 do CTB. De acordo com este artigo, o transporte de crianças deve ser feito da seguinte maneira:

    - Crianças menores de 10 anos ou até 1,45m de altura: devem ser transportadas nos bancos traseiros do veículo, usando o dispositivo de retenção adequado à idade. Quais dispositivos são esses?

    Bebê conforto para bebês de até um ano, cadeirinha para crianças entre 1 e 4 anos e assento de elevação para crianças entre 4 e 7 anos. Crianças maiores de 7 anos devem usar o cinto de segurança (Resolução 277/08 CONTRAN).

    - Crianças maiores de 10 anos e que tenham mais de 1,45m de altura: podem ser transportadas no assento dianteiro, desde que utilizem o cinto de segurança.   

    Aqueles que descumprirem essas normas poderão ser multados no valor de R$ 293,47, como estabelece o art. 168 do CTB. Segundo esse artigo, o transporte inadequado de crianças é uma infração grave. Também estão previstos 7 pontos na CNH do infrator.

    Vale lembra que a Nova Lei de Trânsito entrará em vigor a partir do dia 13 de abril de 2021.

    Como recorrer de multas indevidas por não usar o cinto de segurança?

    Antes de responder a essa pergunta, é fundamental ressaltar que o uso correto do cinto de segurança não é apenas uma maneira de evitar multas e pontos na CNH. Esse uso é uma forma de zelar pela sua segurança no trânsito.

    Em alguns casos, contudo, pode haver a aplicação indevida de multas por não usar o cinto de segurança, especialmente quando não aconteceu uma abordagem direta do agente de trânsito.

    Para recorrer, o processo pode acontecer em até três etapas:

    - Defesa Prévia

    - Recurso em primeira instância (se a Defesa for indeferida)

    - Recurso em segunda instância (se o recurso em primeira for negado)

    Em todas essas etapas, elaborar uma boa defesa, preferindo argumentos objetivos, será determinante. Da mesma forma, respeitar os prazos para a realização de cada passo é importante para não perder o direito de recorrer.

     

    Se você ainda tem dúvidas sobre o uso do cinto de segurança ou se quer saber mais sobre como recorrer de multas e outras penalidades, entre em contato com a minha equipe de especialistas!

  • Gustavo Fonseca

    Vantagens de investir nas películas automotivas de redução de calor

    Ninguém gosta de “cozinhar” dentro de um veículo em um dia de calor. Nos dias de altas temperaturas, basta deixar o carro estacionado em vaga descoberta por alguns minutos para que o ele acumule bastante calor.

     Além do desconforto térmico, há, ainda, o problema de dirigir com o volante queimando as mãos. Se o carro não tiver ar condicionado, então, o sofrimento é ainda pior. Mas como fazer para minimizar este problema? É aí que entra uma das funções da película veicular.

    Confira o artigo a seguir e conheça mais sobre o uso de películas para redução de calor.

    Película veicular: um investimento com muitos benefícios

    A película para vidro, popularmente chamada de insulfilm (nome de um dos fabricantes deste produto), pode ter diversas funções.

     Quem mora em grandes cidades sente-se mais seguro ao parar com o veículo no semáforo se possui película escurecida. Este mesmo tipo de produto contribui também para minimizar o desconforto da luz do sol nos olhos de quem dirige.

    Há também, no mercado, películas que garantem proteção antifurto. Elas são feitas de um material mais rígido, que dificulta a quebra dos vidros.

    Este recurso também aumenta a segurança do condutor e dos passageiros em caso de acidente. A película com proteção antifurto pode ter uma coloração mais escurecida ou ser incolor.

    O que muita gente não sabe é que a redução de calor no interior do veículo não está diretamente relacionada à cor da película.

    películas fumês mais escuras que não possuem o fator de proteção solar, o FPS (o mesmo encontrado nos protetores solares que usamos no corpo). Por outro lado, há películas com altíssimo FPS e sem nenhuma coloração.

    Entretanto, as duas características podem ser combinadas. É possível escolher uma película com FPS e com escurecimento.

    Vantagens da película com FPS

    É possível encontrar, no mercado, películas com FPS de até 1700. É claro que o preço será proporcional aos benefícios oferecidos, mas o investimento vale a pena.

    A película de redução de calor não irá apenas oferecer o conforto térmico no interior do veículo.

    Estudos comprovam que a exposição frequente ao sol enquanto dirige pode provocar graves doenças de pele.

    Além disso, o interior do carro pode ser danificado devido às elevadas temperaturas alcançadas, que podem atingir até 5 graus a mais que no exterior.

    Outro ganho da instalação deste tipo de película diz respeito ao consumo de combustível. Quanto mais calor, maior será o uso de ar condicionado, o que gera maior consumo. Assim, a película diminuirá a demanda por este recurso, gerando economia.

    Quer instalar a película veicular, mas ainda está em dúvida? Para saber como vai ficar o visual com a película, os sites de dois fabricantes, 3M e Insulfilm, oferecem simuladores online. Dessa maneira, é possível prever o resultado antes de decidir pela instalação.

    Cuidados com a instalação da película

    A instalação da película de redução de calor é um investimento. Mas para que ela cumpra com sua função, é importante tomar alguns cuidados.

    Primeiramente, confira a procedência do produto adquirido, sua certificação e garantia. Alguns fabricantes oferecem garantia de até 5 anos.

    O segundo ponto diz respeito à instalação. Se você não é especialista no assunto, não tente fazer a instalação em casa. Prefira recorrer a um técnico. O serviço inadequado pode resultar em má aparência e menor durabilidade do que o previsto pelo fabricante.

    Quando a aplicação é feita de maneira adequada, e os cuidados necessários são tomados, a película pode durar de 5 a 15 anos. O proprietário saberá que está na hora de trocar a película quando os vidros adquirirem uma cor arroxeada.

    Atente-se à legislação

    Ao escolher a película que deseja instalar em seu veículo, é importante estar por dentro da legislação de trânsito. A lei não permite o uso de películas espelhadas, e prevê o grau de transparência mínimo exigido nas películas fumê.

    A Resolução 254 de 2007 do CONTRAN estabelece que, no para-brisa, o vidro deverá ter, pelo menos, 75% de transparência, ou seja, a película poderá ser de até 25% de escurecimento.

    Já os vidros laterais dianteiros deverão respeitar o limite de escurecimento de até 30%, e o restante do veículo poderá ter transparência de até 28%, ou seja, poderá ser aplicado escurecimento de até 72%.

    Em 2017, o CONTRAN publicou também a Resolução 707, que altera a 254 e acrescenta que não há limites fixados para vidros do teto solar.

    O desrespeito destes critérios está sujeito a penalização. De acordo com o Art. 230, inciso XVI do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), desrespeitar as normas do uso de películas é infração de natureza grave, o que implica em multa de R$ 195,23 e acúmulo de 5 pontos na CNH.

    Além disso, como medida administrativa, tal conduta pode culminar na retenção do veículo até a regularização.

    Isso significa que, se você quiser retornar com seu veículo para casa, provavelmente terá que retirar as películas dos vidros ainda durante a abordagem do agente fiscalizador.

  • Gustavo Fonseca

    Saiba qual a película automotiva é permitida por lei [2021]

    Películas automotivas têm sido uma opção cada vez mais frequente entre os proprietários de veículos. Afinal, elas têm uma série de funções, que vão muito além da parte estética.

    As películas solares, como são muitas vezes chamadas, bloqueiam a entrada de raios ultravioleta em até 99%, além de serem uma proteção a mais em casos de acidentes ou choques, aumentando a resistência dos vidros e prevenindo estilhaços.

    Se você está pensando em instalar esses acessórios nos vidros do seu carro, saiba que é preciso respeitar as leis de trânsito que estabelecem as normas para o seu uso.

    Neste artigo, explico qual é a película automotiva permitida por lei, segundo as normas que estão em vigor em 2021. Leia até o final e evite multas!

    Película automotiva permitida por lei: qual é?

    O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) passa por alterações de tempos em tempos. Neste ano, por exemplo, entra em vigor a chamada Nova Lei de Trânsito, isto é, a Lei 14.071/2020, que altera alguns pontos significativos da nossa legislação.

    Quanto às películas automotivas, que são foco deste artigo, a legislação permanece a mesma. Para saber, então, qual é a película permitida por lei, é necessário ver o que diz o art. 111 do CTB.

    De acordo com este artigo, é proibido instalar películas que comprometem a segurança do veículo, “na forma de regulamentação do CONTRAN” (art. 111, § III). E qual é essa regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN)?

    O CONTRAN estabelece, em sua Resolução 254, de 2007, a transparência mínima que as películas automotivas devem ter para serem permitidas. Essa transparência varia de acordo com o vidro, veja:

    - Para-brisas: a transparência mínima é de 75%

    - Vidros laterais dianteiros: a transparência mínima é de 70%

    - Demais vidros do veículo: transparência mínima de 28%

    É importante destacar que foram publicadas outras resoluções que alteraram a Resolução 254 do Contran, mas nenhuma delas modificou os índices de transparência mínimos. Esses índices, portanto, continuam em vigor.

    Trafegar com películas fora dos padrões gera multa?

    Sim. Mais uma vez, vejamos o que diz o CTB sobre o assunto.

    No art. 230, § XVI, o CTB estabelece que trafegar com vidros total ou parcialmente cobertos por películas refletivas ou não, painéis ou pinturas é uma infração grave. A multa, neste caso, é de R$ 195,23. Também serão gerados 5 pontos na sua CNH.

    Para essa infração, está prevista, ainda, a medida administrativa de retenção do veículo. Nesses casos especificamente, é provável que o agente de trânsito solicite que você retire a película imediatamente. Caso não o faça, o veículo pode, então, ser retido.

    Como você viu, a legislação brasileira permite o uso de películas, mas regulamenta os graus de transparência que elas devem ter nos vidros. Seguindo todas essas normas, você pode ter a tranquilidade de trafegar e usufruir das vantagens desses acessórios.

    Quais vantagens são essas? Veja a seguir.

    Por que instalar películas nos vidros do meu veículo?

    Engana-se quem pensa que as películas automotivas são itens decorativos. Por mais que o vidro escurecido tenha, sim, um fator estético, esses acessórios cumprem funções importantes para a saúde e a segurança do motorista e seus passageiros.

    As principais funções são:

    - Bloquear a entrada de raios UV

    As películas automotivas conseguem bloquear em até 99% a entrada de raios ultravioleta. A exposição excessiva a esses raios pode ser prejudicial à saúde, levando a doenças como câncer de pele.

    Para condutores que dirigem muitas horas por dia, frequentemente, ter essa segurança é imprescindível para cuidar da saúde e do bem-estar.

    - Contribuir para o equilíbrio térmico

    Além do bloqueio de raios UV, películas automotivas conseguem bloquear significativamente a entrada de calor. Com isso, colaboram para que o interior do veículo tenha mais equilíbrio térmico, isto é, uma temperatura mais amena.

    Esse fator, aliás, faz com que o uso do ar-condicionado seja reduzido, o que pode levar, a médio e a longo prazo, a economias de combustível.

    - Aumentar a resistência dos vidros

    Películas tornam os vidros mais resistentes a estilhaços. Em casos de acidentes ou choques, essa acaba sendo uma proteção a mais, já que esses estilhaços podem causar ferimentos no condutor, passageiros e nos pedestres.

    - Zelar pela privacidade dentro do veículo

    Por fim, mas não menos importante, está o fator privacidade. Vidros escurecidos (dentro dos limites permitidos, como você já viu) limitam a visão externa, dando mais privacidade e segurança para quem está no interior do veículo.

    Vale a pena destacar que, para que todas essas funções sejam, de fato, cumpridas, a escolha das películas é essencial, assim como a qualidade da sua instalação.

    Evite multas!

    Neste artigo, você viu qual é a película automotiva permitida por lei e quais são os níveis de transparência para cada tipo de vidro do seu veículo. Para evitar multas e pontos na sua CNH, siga à risca as recomendações da legislação de trânsito!

    Caso você tenha sido autuado e queira exercer o seu direito de recorrer, entre em contato com a minha equipe de especialistas para uma análise do seu caso.

     

  • Gustavo Fonseca

    Guia da película automotiva

    A película é, certamente, um dos acessórios favoritos dos apaixonados por personalização de veículos.

    Cada condutor tem uma preferência em relação à troca de película do seu carro. Assim como você pode preferir escurecer somente os vidros laterais, eu posso desejar escurecer todos, com uma película levemente escura.

    Contudo, é importante que estejamos atentos à forma certa de utilizá-la, pois existem normas que impõem a forma correta de deixar o vidro do seu carro mais escuro.

    Assim, se você está pensando em personalizar seu veículo trocando a película, antes de escurecer ou clarear os vidros, deve consultar o que é apontado pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e pelo CONTRAN.  

    É o CTB que indica o que é possível e o que não é possível modificar no que diz respeito às características de fábrica de todas as modalidades de veículo. No CTB também estão dispostas as penalidades aplicadas a condutores que descumprem as normas indicadas. Pela Resolução nº 254 do CONTRAN, é possível identificar qual a transparência das películas permitida para cada parte envidraçada do veículo.

    Entretanto, já posso adiantar para você que essas normas, apesar de existirem, não deixam de possibilitar que sejam feitas várias modificações no seu carro. Elas existem apenas para que as essas modificações não aumentem os riscos de acidentes ou de outros transtornos para o condutor e para os demais motoristas.

     

    Como posso alterar a película do meu veículo?

    Segundo o CTB, em seu artigo 111, é proibido que o veículo apresente, em seus vidros, qualquer tipo de adereço que comprometa a segurança do automóvel, o que inclui cortinas, adesivos, pinturas e películas muito escuras.

    Ao observar esse artigo, você verá que é feita indicação para observação da norma de uso de películas instituída pelo CONTRAN. Observando a resolução do CONTRAN, vê-se que a entrada de luminosidade é diferente para cada parte envidraçada do veículo.

    No para-brisa, ou seja, o vidro que dá, ao motorista, o principal acesso visual ao trajeto, a visibilidade deve ser de 75%, a maior exigida para todos os vidros do veículo. Para os vidros laterais dianteiros do carro, a transparência deve ser de 70%, pois essas áreas envidraçadas também interferem na visibilidade do condutor, conforme o disposto no artigo 3º da referida Resolução.

    Nos vidros laterais traseiros e no para-brisa traseiro, como não interferem diretamente na visibilidade do condutor, há a possibilidade de serem utilizadas películas mais escuras, pois a visibilidade exigida é de apenas 28%, de acordo com o parágrafo único do art. 3º da Resolução.

    Todos os graus de visibilidade referem-se a películas fumês, ou seja, que apenas impedem, mas não refletem a visibilidade. Películas reflexivas são proibidas, conforme o art. 8º da Resolução, pois impedem a visibilidade necessária e, além disso, refletem a luz, podendo prejudicar a visão de outros motoristas e até mesmo do próprio condutor.

    Quando há a utilização de películas que não estão em acordo com a norma imposta pelo CONTRAN, o condutor está sujeito à multa. Por isso, ao personalizar seu veículo, esteja bastante atento para que a película aplicada permita a visibilidade correta para cada parte das vidraças do veículo.

    Se as autoridades de trânsito identificarem níveis de visibilidade impróprios em seu veículo, você corre o risco de receber uma multa grave, que tem o valor de R$ 195,23, e 5 pontos em sua carteira de habilitação, conforme consta no art. 12 da Resolução.

     

    Investindo de forma adequada na película ideal

    Os valores das películas variam de acordo com a sua capacidade de impedir a entrada e luminosidade no veículo.

    Porém, algumas películas de maior investimento também auxiliam na segurança, pois evitam que o vidro quebre ao sofrer alguma pancada, desde que não seja de grande impacto. As películas de segurança apresentam também uma menor transparência, além de serem mais resistentes.

    Como você já pode ver, infelizmente, não é possível escurecer todos os vidros do seu veículo na mesma proporção, apesar de esse impedimento estar relacionado à sua segurança.

    Por isso, ao investir em películas para o seu veículo, opte por comprar películas mais caras apenas para os vidros traseiros, pois os dianteiros, por exigirem maior visibilidade, podem receber apenas películas que têm um custo mais baixo.

    Se você acabar investindo em películas de maior custo para todas as partes envidraçadas do veículo, pode não ter como utilizar todos os acessórios nos quais investiu.

    E se acabar comprando e decidir utilizar, suas chances de gastar um dinheiro desnecessário são as mesmas, já que terá que arcar com o valor da multa, caso seja flagrado pelas autoridades de trânsito.

    Por isso, aconselho que você faça os investimentos certos quando desejar personalizar o seu carro, pensando sempre em sua segurança e também na de outros condutores. Escolher a película certa para o seu veículo também evita que você tenha de arcar com as penalidades geradas por uma infração de trânsito.

    Uma infração, além do valor de multa, gera pontos que são adicionados a sua carteira. Caso haja o acúmulo desses pontos dentro de um determinado período, você pode acabar até perdendo o direito de dirigir.

    Os prejuízos de não seguir as normas de alteração das características do veículo, como você pode ver, são grandes.

    Por isso, fique atento ao que aponta a legislação. E, se houver alguma dúvida sobre estar ou não utilizando a película correta, a minha indicação é conhecer as regras, para que, em caso de abordagem, você esteja tranquilo quanto à personalização do seu veículo.

  • Gustavo Fonseca

    Multas da PRF: quais são elas e o que fazer para recorrer? [2021]

    A sigla PRF significa Polícia Rodoviária Federal. Logo, quando falo de multas da PRF, me refiro àquelas multas que são aplicadas a partir de autuações feitas por esse órgão.

    Muitos condutores não sabem, mas não são apenas os DETRANs (Departamentos Estaduais de Trânsito) autorizados a realizar autuações de trânsito. Outros órgãos, como a PRF, o DNIT e a ANTT também fiscalizam e fazem essas autuações.

    Como saber se a PRF é o órgão autuador da sua multa? E o que fazer para recorrer nesses casos?

    Essas informações você confere seguindo a leitura deste artigo até o final!

    Como identificar multas da PRF?

    Para responder a essa pergunta, é importante entender como funciona a aplicação de multas e outras penalidades no nosso país. Quando há um flagrante de uma infração, um processo administrativo é aberto para apuração e, se for o caso, penalização.

    O condutor é, então, notificado com a Notificação de Autuação, um documento no qual consta uma série de informações, como: local do flagrante, tipo de infração, dados do veículo e, também, o chamado órgão autuador.

    Órgão autuador é, na prática, aquele que foi responsável pela autuação. Para saber se foi a PRF, você terá que analisar a sua Notificação e ver o que ela diz. Essa Notificação geralmente chega ao endereço cadastrado junto ao DETRAN.

    Pela consulta da situação do veículo, no site do DETRAN do seu estado, você também consegue checar suas autuações e verificar qual ou quais foram os órgãos autuadores responsáveis por elas.

    No caso das multas da PRF, é possível, ainda, entrar no site oficial da PRF e ingressar na aba “Consulta e Pagamento de Multas”. O RENAVAM e a placa do seu veículo serão solicitados e você poderá realizar a consulta se há multas/autuações em seu nome.

    É possível recorrer de multas da PRF?

    Sim, não só é possível, como é um direito dos cidadãos brasileiros, seja a PRF o órgão autuador ou quaisquer outros. O processo para isso pode acontecer em até três etapas, sendo elas:

    Etapa 1. Apresentar a Defesa Prévia

    A Defesa Prévia é a primeira etapa para se defender de uma multa e/ou outras penalidades no trânsito. É nessa etapa que é feita a Indicação de Condutor, quando o motorista autuado não era o que estava dirigindo no momento do flagrante.

    Nesse passo inicial, é importante se ater a aspectos técnicos, como verificar se todos os dados do Auto de Infração estão corretos, por exemplo. Se a Defesa for negada, passa-se, então, à segunda etapa.

     

    Etapa 2. Entrar com recurso na JARI

    JARI é a Junta Administrativa de Recursos de Infração e a primeira instância em autuações feitas pela PRF. Há um prazo para entrar com esse recurso, que é informado em uma segunda notificação, a Notificação de Imposição de Penalidade (NIP).

    Se você não apresentou a Defesa Prévia por algum motivo (como perder o prazo), pode começar o seu processo por essa etapa. Caso o recurso na JARI seja negado, há, ainda, outra possibilidade.

    Etapa 3. Entrar com recurso em segunda instância

    A terceira etapa é recorrer em segunda instância. Você só poderá fazer isso caso tenha recorrido em primeira instância, isto é, na JARI. Assim como no passo anterior, o prazo para realizar essa defesa é informado em Notificação.

    Já voltaram os prazos para recorrer?

    Devido à pandemia do coronavírus, os prazos relacionados às multas de trânsito foram suspensos. A decisão consta na Resolução 782 do Contran, de 18 de junho de 2020. Contudo, essa Resolução já foi revogada e os prazos voltaram à normalidade.  

    Notificações de infrações cometidas em 2020 estão sendo e serão enviadas pelos Correios e, caso você receba alguma, deve estar atento aos prazos para não perder o seu direito de se defender.

    Outra ação importante é a de verificar a sua situação no site oficial do DETRAN (ou, como você viu, no site da PRF, para autuações feitas por esse órgão) e checar se há algo em seu nome.

    Caso ainda haja alguma dúvida sobre este tema, escreva para a minha equipe de especialistas!

     

  • Gustavo Fonseca

    7 modelos de carros para família mais vendidos em 2020

    Veja alguns dos modelos de carro para famílias e como fazer para escolher um que melhor atenda a sua.

    Quem tem filhos e outros parentes que moram na mesma casa, sabe que quando ocorre um passeio é preciso levar todos. Para isso, é importante escolher um dos modelos de carros que seja confortável e tenha espaço.

    São muitas as opções no mercado, por isso, antes de fazer a compra é preciso ficar atento a alguns pontos. Afinal, não adianta comprar um carro bonito e barato se ele não atender as necessidades.

    A questão é que não existe uma regra do que é um carro familiar. Às vezes pode-se considerar o espaço, acessórios para as crianças e muitos outros itens.

    O problema é que cada um da família pode ter um gosto diferente e isso faz com que surjam várias opiniões. Fazendo a escolha com cuidado é possível acertar. Saiba como!

    https://pixabay.com/pt/photos/carro-brinquedo-carro-de-brinquedo-1110551/

    Como escolher os modelos de carro para a família

    Para escolher os modelos de carro que atenderão melhor a sua família, existem alguns pontos que precisam ser observados.

    O espaço interno é um deles, deve ter espaço no banco de trás para que possam ir os filhos e eventualmente algum amigo deles. Um carro de 5 lugares costuma atender bem, mas em alguns casos será preciso recorrer a minivans que têm mais lugares.

    Em relação ao espaço, verifique também o porta-malas. Se a família gosta de viajar, precisará acomodar a bagagem de todos. Se muitas malas são levadas, é melhor optar por um sedã.

    O conforto também deve ser considerado. Os bancos são confortáveis? Deixam espaço para a movimentação?

    Quem tem filhos pequenos precisa pensar na cadeirinha, por isso, os veículos com sistema ISOFIX podem ser a melhor escolha. Porta copos, luzes internas e outras facilidades ajudam a melhorar o conforto.

    A temperatura também deve ser agradável, por isso, verifique se o ar condicionado refresca bem e existe a necessidade de ter um com duas zonas ou mais.

    A manutenção do carro é um fator indispensável no momento da escolha. É preciso que ela seja rápida e acessível. As peças devem ser encontradas facilmente, assim como a mão de obra. Esse cuidado deve ocorrer porque deixar o carro na oficina por alguns dias pode atrapalhar a rotina de toda a família.

    Modelos de carros mais vendidos para família

    Depois de considerar modelos de carro pelo que eles têm a oferecer, veja quais foram os que mais atraíram as famílias em 2020.

    1. Up!

    Para quem busca um carro de entrada com baixo custo o UP! Pode ser uma boa opção. Por ele ser um veículo pequeno é indicado para famílias que possuem apenas um filho.

    2. Sandero

    O Sandero é uma opção para quem busca um hatch pequeno. Ele também não é indicado para uma família numerosa, já que o espaço interno não é grande. A vantagem desse modelo é que conta com um porta-malas bem espaçoso, ideal para quem gosta de viajar.

    3. Versa

    Para quem tem dois ou três filhos pequenos e quer um sedã compacto, esse modelo é uma boa opção. Ele garante que os filhos fiquem bem acomodados, não ocupa muito espaço na garagem e tem um bom bagageiro.

    4. EcoSport

    Esse carro foi pensado para atender as famílias americanas e também agradou aos brasileiros. Esse SV é perfeito para quem busca bastante espaço e possui uma família grande, inclusive com alguns adultos.

    Ele acomoda muito bem cinco pessoas e além de ser um dos modelos de carro para família possui um visual bem moderno.

    5. Duster

    Esse é um carro robusto, espaçoso e com preço acessível. Para quem busca uma opção com bom custo-benefício, esse não pode ficar de fora da lista.

    Ele consegue oferecer muito conforto aos passageiros, mesmo nas ruas esburacadas. O seu porta-malas é grande, ideal para fazer viagens em família e levar bastante coisa.

    6. Kwid

    Esse é um carro que pode ser considerado pequeno, então, é para casais com um ou dois filhos. A vantagem é que o veículo é alto, por isso, dá a sensação de ter mais espaço e não deixa todo mundo espremido dentro dele.

    Para uso na cidade ele é ideal já que o porta-malas não é grande. Além disso, um dos seus atrativos é o preço, ele é bem acessível se comparado aos demais modelos de carro.

    7. Corolla

    Esse é um dos carros mais vendidos do país, e seu design acaba atraindo as famílias que preferem um modelo mais clássico sem deixar de ser moderno.

    Ele acomoda bem os passageiros, oferece conforto, tem espaço interno, isolamento acústico e um porta-malas considerável.

    Os modelos de carro apresentados são os que tiveram maior número de vendas em 2020 e possuem mais pontos positivos quando se trata de levar a família para um passeio. A sua escolha seria um desses ou optaria por outro?

    Por: Jeniffer Elaina, do site Smartia Seguros.

  • Gustavo Fonseca

    Guia da película automotiva: saiba qual a película certa para personalizar o seu veículo

    A película é, certamente, um dos acessórios favoritos dos apaixonados por personalização de veículos.

    Cada condutor tem uma preferência em relação à troca de película do seu carro. Assim como você pode preferir escurecer somente os vidros laterais, eu posso desejar escurecer todos, com uma película levemente escura.

    Contudo, é importante que estejamos atentos à forma certa de utilizá-la, pois existem normas que impõem a forma correta de deixar o vidro do seu carro mais escuro.

    Assim, se você está pensando em personalizar seu veículo trocando a película, antes de escurecer ou clarear os vidros, deve consultar o que é apontado pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e pelo CONTRAN.  

    É o CTB que indica o que é possível e o que não é possível modificar no que diz respeito às características de fábrica de todas as modalidades de veículo. No CTB também estão dispostas as penalidades aplicadas a condutores que descumprem as normas indicadas. Pela Resolução nº 254 do CONTRAN, é possível identificar qual a transparência das películas permitida para cada parte envidraçada do veículo.

    Entretanto, já posso adiantar para você que essas normas, apesar de existirem, não deixam de possibilitar que sejam feitas várias modificações no seu carro. Elas existem apenas para que as essas modificações não aumentem os riscos de acidentes ou de outros transtornos para o condutor e para os demais motoristas.

     

    Como posso alterar a película do meu veículo?

    Segundo o CTB, em seu artigo 111, é proibido que o veículo apresente, em seus vidros, qualquer tipo de adereço que comprometa a segurança do automóvel, o que inclui cortinas, adesivos, pinturas e películas muito escuras.

    Ao observar esse artigo, você verá que é feita indicação para observação da norma de uso de películas instituída pelo CONTRAN. Observando a resolução do CONTRAN, vê-se que a entrada de luminosidade é diferente para cada parte envidraçada do veículo.

    No para-brisa, ou seja, o vidro que dá, ao motorista, o principal acesso visual ao trajeto, a visibilidade deve ser de 75%, a maior exigida para todos os vidros do veículo. Para os vidros laterais dianteiros do carro, a transparência deve ser de 70%, pois essas áreas envidraçadas também interferem na visibilidade do condutor, conforme o disposto no artigo 3º da referida Resolução.

    Nos vidros laterais traseiros e no para-brisa traseiro, como não interferem diretamente na visibilidade do condutor, há a possibilidade de serem utilizadas películas mais escuras, pois a visibilidade exigida é de apenas 28%, de acordo com o parágrafo único do art. 3º da Resolução.

    Todos os graus de visibilidade referem-se a películas fumês, ou seja, que apenas impedem, mas não refletem a visibilidade. Películas reflexivas são proibidas, conforme o art. 8º da Resolução, pois impedem a visibilidade necessária e, além disso, refletem a luz, podendo prejudicar a visão de outros motoristas e até mesmo do próprio condutor.

    Quando há a utilização de películas que não estão em acordo com a norma imposta pelo CONTRAN, o condutor está sujeito à multa. Por isso, ao personalizar seu veículo, esteja bastante atento para que a película aplicada permita a visibilidade correta para cada parte das vidraças do veículo.

    Se as autoridades de trânsito identificarem níveis de visibilidade impróprios em seu veículo, você corre o risco de receber uma multa grave, que tem o valor de R$ 195,23, e 5 pontos em sua carteira de habilitação, conforme consta no art. 12 da Resolução.

     

    Investindo de forma adequada na película ideal

    Os valores das películas variam de acordo com a sua capacidade de impedir a entrada e luminosidade no veículo.

    Porém, algumas películas de maior investimento também auxiliam na segurança, pois evitam que o vidro quebre ao sofrer alguma pancada, desde que não seja de grande impacto. As películas de segurança apresentam também uma menor transparência, além de serem mais resistentes.

    Como você já pode ver, infelizmente, não é possível escurecer todos os vidros do seu veículo na mesma proporção, apesar de esse impedimento estar relacionado à sua segurança.

    Por isso, ao investir em películas para o seu veículo, opte por comprar películas mais caras apenas para os vidros traseiros, pois os dianteiros, por exigirem maior visibilidade, podem receber apenas películas que têm um custo mais baixo.

    Se você acabar investindo em películas de maior custo para todas as partes envidraçadas do veículo, pode não ter como utilizar todos os acessórios nos quais investiu.

    E se acabar comprando e decidir utilizar, suas chances de gastar um dinheiro desnecessário são as mesmas, já que terá que arcar com o valor da multa, caso seja flagrado pelas autoridades de trânsito.

    Por isso, aconselho que você faça os investimentos certos quando desejar personalizar o seu carro, pensando sempre em sua segurança e também na de outros condutores. Escolher a película certa para o seu veículo também evita que você tenha de arcar com as penalidades geradas por uma infração de trânsito.

    Uma infração, além do valor de multa, gera pontos que são adicionados a sua carteira. Caso haja o acúmulo desses pontos dentro de um determinado período, você pode acabar até perdendo o direito de dirigir.

    Os prejuízos de não seguir as normas de alteração das características do veículo, como você pode ver, são grandes.

    Por isso, fique atento ao que aponta a legislação. E, se houver alguma dúvida sobre estar ou não utilizando a película correta, a minha indicação é conhecer as regras, para que, em caso de abordagem, você esteja tranquilo quanto à personalização do seu veículo.

  • Gustavo Fonseca

    Pandemia afetou o sono dos motoristas: entenda!

    A Pandemia da Covid-19 trouxe uma série de impactos, que vão além da questão sanitária e da doença em si. Um desses impactos é na qualidade do sono.

    Durante as semanas de isolamento, e com as mudanças repentinas nos hábitos cotidianos, o sono dos motoristas foi bastante afetado.

    Sem falar, ainda, do desgaste emocional e dos problemas econômicos enfrentados por muitos motoristas, que também prejudicam a qualidade do sono e o bem-estar como um todo.

    De que forma a pandemia afetou o sono dos motoristas? E como é a melhor maneira de se cuidar e prevenir problemas de saúde e/ou emocionais?

    Siga a leitura deste artigo até o final e entenda!

    Como a pandemia afetou o sono dos motoristas?

    O corpo humano necessita de descanso. Por isso mesmo, as horas de sono são tão importantes para que as pessoas possam viver suas vidas e exercer suas atividades, sejam elas quais forem.

    Para os motoristas, problemas de sono têm um fator ainda mais grave: dormir mal pode prejudicar as funções motoras, aumentar o cansaço e, com isso, dificultar a tomada de decisões enquanto dirigem seus veículos.

    Por isso mesmo, problemas no sono acabam aumentando os riscos de acidentes no trânsito por falhas humanas.

    E o que a pandemia tem a ver com tudo isso?

    De acordo com especialistas, o sono possui reguladores, sendo eles:

    - o ciclo natural da luz: dormir à noite e estar acordado durante o dia

    - atividade física do dia a dia, que induz ao cansaço

    Na pandemia, principalmente nas semanas iniciais, nos quais a quarentena no Brasil estava mais intensa e as pessoas permaneciam por mais tempo em casa, esses reguladores acabaram sendo modificados, o que influencia no sono.

    Nessas semanas de isolamento, os motoristas tiveram uma baixa significativa de trabalho: com as pessoas em casa, as corridas chegaram a diminuir em até 80% em algumas cidades e regiões.

    A diminuição do ritmo de trabalho e o fato de estar mais em casa (quando são profissionais acostumados a estar na rua) influencia no sono, diminuindo a qualidade e aumentando a sensação de cansaço mental.

    Outro fator que não pode ser ignorado é o econômico. A diminuição da demanda impactou negativamente o bolso dos motoristas e isso também gera um estresse que prejudica (e muito) o sono.

    Como melhorar a qualidade do sono?

    Ainda que os casos de Covid-19 continuem altos em diversas partes do país (e quando se fala, inclusive, em uma “segunda onda” da doença), há algumas ações que você, motorista, pode adotar para tentar regular o seu sono.

    Em outras palavras, o problema sanitário pode até estar fora do seu controle, mas existem alguns cuidados práticos que você pode incluir na sua rotina para ter uma qualidade de sono e de vida melhores nesses tempos incomuns.

    Quais ações e cuidados são esses?

    - Praticar exercícios físicos

    Não é preciso ir à academia: caminhar ou andar de bicicleta regularmente já são exercícios suficientes para ajudar a melhorar a qualidade do seu sono. A prática desse tipo de exercício libera hormônios que induzem ao bem-estar e diminuem o estresse.

    - Alimentar-se bem

    A alimentação é outro fator central, principalmente nas estações mais quentes do ano. Uma comida balanceada ajuda a controlar os níveis de ansiedade e a ter um sono melhor e mais contínuo.

    - Evitar o abuso de bebidas energéticas, como o café

    É um ciclo: você dorme mal e, no dia seguinte, abusa do café ou de energéticos para dar conta dos trabalhos do dia. Essas bebidas aumentam o cansaço e o nervosismo e podem prejudicar a sua próxima noite de sono.

    - Fazer pausas entre corridas

    Especialmente quem trabalha como motorista de aplicativo precisa organizar a rotina e respeitar o tempo de pausa. Nessas pausas, saia do carro, alongue-se, beba água. Esse simples hábito contribui para seu bem-estar e seu sono.

    - Incluir chás na sua rotina

    Os chás são excelentes aliados para ajudar a regularizar o sono. Isso acontece porque algumas plantas possuem a capacidade de diminuir os níveis de estresse e fazer com que a mente “desligue” dos problemas do dia.

    Aqui, quero indicar um chá que eu mesmo uso em meu dia a dia: os da Evah. Os chás dessa marca são 100% naturais, o que garante que aproveitemos todos os benefícios das plantas.

    Outra vantagem é que são vendidos online e entregues em todo o país. Os chás da Evah são divididos por kits, há tanto o energizante (para ajudar a dar conta dos trabalhos diários) quanto aqueles que induzem ao sono e relaxamento.

     

    A pandemia afetou diretamente profissionais de todas as áreas. Contudo, os motoristas foram alguns dos mais afetados, com destaque para os que atuam de forma autônoma.

    A queda na demanda de trabalho, a exposição ao contato com outras pessoas e os efeitos na saúde mental – como no sono – são alguns desses impactos.

    Inclua os hábitos que você viu aqui na sua rotina e sinta uma melhoria no seu bem-estar e também no seu rendimento.

  • Gustavo Fonseca

    Como escolher sua proteção veicular?

    Até mesmo os condutores mais prudentes estão propensos a algum tipo de incidente no trânsito e, por isso mesmo, é importantíssimo pensar em maneiras de se precaver em casos de sinistros, tais como furtos, choques e, inclusive, danos devido a causas naturais (enchentes, por exemplo).

    Os seguros privados têm preços altos e que fogem do orçamento de grande parte dos brasileiros. Desse modo, a proteção veicular tem sido uma opção mais acessível e que conta com cobertura abrangente e indenizações menos burocráticas.

    Tanta facilidade, no entanto, demanda atenção dos proprietários de veículos, para que a escolha de qual proteção veicular contratar seja a melhor e mais segura possível.

    Pensando nisso, neste artigo, você pode conferir algumas dicas sobre como escolher a sua proteção veicular.

    Acompanhe e conheça melhor os principais pontos sobre o assunto.

    Por que a proteção veicular é mais barata que os seguros privados?

    A diferença de custos entre a proteção veicular e a maioria dos seguros privados acaba despertando a desconfiança de muita gente: por que há tanta disparidade de preços? A proteção veicular é mesmo segura?

    Antes de falar sobre como escolher uma proteção veicular, é importante esclarecer essas dúvidas.

    Pois bem, a proteção veicular e os seguros privados pertencem a esferas diferentes: enquanto a proteção veicular é um serviço prestado por cooperativas sem fins lucrativos, os seguros pertencem à iniciativa privada. E esse primeiro ponto explica bastante a diferença de preços.

    As cooperativas (ou associações) funcionam em um sistema chamado de rateio. Nesse sistema, todos aqueles que querem fazer parte se tornam um associado e pagam uma mensalidade.

    Com o pagamento de todos os associados, é feito um fundo comum – que será utilizado caso algum ou alguns associados passem por algum tipo de sinistro.

    Por isso, sim, a proteção veicular é um serviço seguro, desde que seja feita em uma cooperativa de confiança.

    Outro fator que contribui para a diferença de preços está no fato de que as seguradoras privadas pagam mais impostos e taxas ao governo, respondendo a normas e leis da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP).

    Já as associações não têm ainda um órgão específico de regulamentação e controle, respondendo à Organização de Cooperativas Brasileiras (OCB), que regula todos os tipos de associações e não apenas às do nicho veicular.

    Como escolher a proteção veicular?

    Agora que foram esclarecidos alguns pontos chave sobre a proteção veicular, vejamos algumas dicas e cuidados para que você possa escolher a melhor opção.  

    - Informe-se sobre a cobertura da proteção veicular

    Já imaginou passar por um sinistro e, na hora de acionar a Associação da Proteção Veicular, ver que a situação não está incluída na cobertura que você escolheu?

    Para evitar esse tipo de imprevisto, procure esclarecer quais são as situações (os sinistros) incluídas na cobertura oferecida.

    A cobertura pode variar entre uma Associação e outra, mas, na maioria das vezes, inclui os sinistros e serviços:

    - Roubo ou Furto

    - Indenização a terceiros

    - Guincho 24 horas por dia

    - Danos devido a causas naturais, como enchentes

    - Incêndios

    - Veículo reserva

    - Danos consequentes de colisões no trânsito

    Sobre o serviço de guincho, é importante obter as informações, por exemplo, sobre o número de vezes que pode ser acionado por ano e, ainda, a distância total incluída na área de cobertura.

    - Procure saber mais sobre a reputação da Cooperativa

    Para ter a proteção que você deseja, é de suma importância conhecer a reputação da Associação que oferece o serviço. Veja avaliações pela web e/ou converse com outros clientes a fim de verificar se há histórico de reclamações ou fraudes ou se o serviço é, de fato, confiável.

    É muito importante ter esse cuidado antes de assinar o contrato, afinal, mesmo que seja muito mais barata que os seguros privados, a proteção veicular também demanda gastos (e gastos mensais) do proprietário, que merece saber para onde irá o seu dinheiro.

    Por falar em contrato, é importante destacar uma regra de ouro. Essa regra vale para todos os tipos de contrato e, com a proteção veicular, isso não é diferente: analise o contrato antes de assiná-lo! Esteja atento às letras pequenas e garanta que tudo esteja dentro da normalidade.

    - Compare preços do mercado

    Comparar os preços cobrados pelas Associações de Proteção Veicular é outro cuidado fundamental antes de escolher a qual delas se filiar.

    É claro que a decisão do proprietário não deve estar pautada apenas no preço, mas na qualidade do serviço e no quão ampla é a cobertura.

    No entanto, como a procura por proteção veicular vem aumentando muito nos últimos anos, pode haver uma diferença considerável de preço entre associações que oferecem serviços muito similares. Por isso, antes de escolher, faça uma rápida pesquisa de mercado.

    Proteger o seu veículo e ter uma garantia em casos de sinistro é muito importante para que você possa trafegar com tranquilidade nas vias públicas.

    Seguindo todas as dicas das quais falamos aqui, será muito mais fácil decidir sua proteção veicular.

  • Gustavo Fonseca

    Tire suas ideias dos livros e venha empreender na prática. Esse é o lema de um programa inusitado de aceleração de negócios

    Podcast estão cada vez mais no dialeto dos Brasileiros. Um deles que foi ao ar em 2016 acabou se tornado referência em resumos de livros de negócios.

     

    Nossos conteúdos foram baixados mais de 20 milhões de vezes e já inspiramos muitos empreendedores a saírem da inércia e iniciarem seus próprios negócios. Diz Gustavo Carriconde, um dos fundadores do canal.

     

    Negócios de sucesso são a consequência natural de empreendedores que conseguiram desenvolver determinadas competências críticas. Sendo os livros de negócios e autodesenvolvimento uma fonte inesgotável e riquíssima de histórias, cases, métodos e ferramentas para o aperfeiçoamento do aspirante a founder (nome dado ao empreendedor que inicia uma startup). 

     

    Dessa forma o surgimento de um ecossistema de aceleração de negócios dentro do ResumoCast vem para proporcionar a infra estrutura operacional e tangibilizar a difícil tarefa de "tirar as ideias dos livros" e empreender com lucidez. 


    Porque startups são relevantes no cenário atual?

     

    Startups se diferenciam de negócios tradicionais pois adotam uma metodologia de experimentação e constante modificação de estratégias até que seja encontrado um modelo sólido de negócio.



    "Não se resolvem problemas novos com velhas abordagens"



    Em meio ao caos causado pela pandemia do COVID 19, por exemplo, abalos estruturais na sociedade modificaram a maneira como nós compramos coisas, socializamos, investimos em horas de lazer e até mesmo nos educamos. 

     

    Diante dos novos desafios a abordagem experimental das startups parece mais adequada para criar soluções de tele-entrega, ensino a distância, videoconferências ou atendimento médico remoto. 

     

    Outro fato a se destacar é que as taxas de juros. Para quem estava acostumado com renda fixa e aplicações seguras, elas estão em baixas históricas. O que leva quem tem recursos a procurar alternativas de investimentos mais arriscadas como colocar parte de seu capital em uma startup que pode vir a se tornar um unicórnio. Em outras palavras, para manter um bom retorno de seu portfólio, o investidor brasileiro das próximas décadas também terá que se educar e aperfeiçoar determinadas competências críticas e aumentar o seu "apetite" por risco. 

     

    Quem se agrada muito com a mudança no perfil dos investidores são as startups, que podem se deparar com uma abundância de capital de risco disponível pronto para serem investidos na validação dos seus negócios inovadores.

    Quais as vantagens de acelerar negócios em "batches" de empreendedores?

     

    Batches são grupos de equipes de startups que participam de um mesmo programa, online ou presencial. Diferente de negócios tradicionais, o oxigênio da uma startup é o crescimento rápido, e precisa ser mensurado criteriosamente.

     

    Assista essa série de vídeos para entender como as startups utilizam a necessidade de crescimento como uma "pressão evolutiva" para encontrar modelos sustentáveis de negócios. Os founders de sucesso estão comprometidos e vendidos à ideia de crescer e não se apegam muito à ideia inicial que deu origem ao negócio.

     

    O crescimento é quem vai dizer se os fundadores da startup estão fazendo as coisas certas nos seus negócios ou não. Imagine uma equipe que está tentando lançar uma plataforma online de tele-entregas, em um programa de aceleração ela vai precisar explicar a sua estratégia e expor métricas de crescimento como quantidade de perfis criados no aplicativo, crescimento na receita ou número de interações por semana. 

     

    No livro "De Onde Vem as Boas Ideias" de Steven Johnson, existe um capítulo dedicado à explicação do conceito de SERENDIPIDADE, que são descobertas aparentemente casuais mas que em um programa de aceleração são muito comuns devido à liquidez de informações, feedbacks, e insight que os próprios empreendedores tem ao praticar os rituais de explicar os seus negócios para outras pessoas.

     

    Nenhum modelo de negócios problemático sobrevive a um programa de 12 semanas intensas onde os founders terão que metrificar e expor os seus números de crescimento, isolar os desafios que os impedem de crescer e tomar críticas decisões.

     

    Aceleração de negócios é um choque para qualquer empreendedor pois ele de depara com a dura realidade dos problemas da sua ideia de negócios, e se o modelo não pára em pé, ele será forçado a tomar a decisão de abortar ou pivotar (mudar).

    Um ecossistema criado para tirar ideias do papel e empreendedores da inércia



    O ResumoCast For Startups se propõem a ajudar os ouvintes de um podcast a tirarem as ideias dos resumos dos livros e colocar em prática no formato de startups. 

     

    São diversos programas que acontecem ao longo do ano sendo que alguns deles não tem custo nenhum para as startups participantes.

     

    Além de encontros com a equipe do ResumoCast as startups selecionadas têm acesso a mentorias one-on-one, workshops com parceiros, treinamentos de pitch, implementação e acompanhamento  da gestão por OKRs e exposição na comunidade do maior podcast de livros para empreendedores do Brasil.

     

    Geralmente ao término dos programa um grande evento acontece, o DemoDay, onde os times graduandos fazem o seu pitch ao vivo para uma banca muito especial de juízes e ganham visibilidade para futuras conexões com parceiros, clientes e investidores.

     

    Para saber mais visite resumocast.com.br/forstartups

     

  • Gustavo Fonseca

    Quais são os malefícios de dirigir por longos períodos?

    Para dirigir um veículo, é fundamental ter atenção e estar ligado em vários sinais ao mesmo tempo. Por isso mesmo, algumas pessoas se sentem tão cansadas depois de dirigir.

    Quem trabalha dirigindo, como motoristas de aplicativos, motoristas de ônibus, caminhoneiros e taxistas, acaba ficando ainda mais exposto a esse cansaço excessivo. Mas não para por aí: dirigir por muitas horas traz outros problemas.

    Você sabe quais são os malefícios de dirigir por longos períodos?

    Neste artigo, explico quais são os principais efeitos negativos de dirigir por muito tempo e, ainda, mostro algumas formas de evitá-los ou diminui-los em seu dia a dia.

    Além disso, respondo uma pergunta bastante comum: dirigir por muitas horas pode dar multa?

    Boa leitura!

    Quais os malefícios de dirigir por longos períodos?

    Estar na mesma posição por várias horas. A mente ligada todo o tempo. Os movimentos repetitivos com as mãos, braços, pernas e pés. Tudo isso tem efeitos negativos para a saúde, caso você dirija por um período muito longo.

    Quais malefícios são esses? Veja os principais:

    - Dores na coluna

    - Problemas posturais

    - Problemas circulatórios

    - Enxaquecas e dores de cabeça

    - Estresse e ansiedade

    - Riscos de acidente ao volante

    Esses seis efeitos têm se tornado cada vez mais comuns entre motoristas. Afinal, devido ao excesso de trabalho e também aos problemas no fluxo do trânsito – como engarrafamentos –, as horas ao volante parecem ser cada vez mais numerosas.

    Você sente algum desses efeitos?

    Como prevenir esses malefícios?

    O primeiro cuidado é tentar equilibrar as horas ao volante, planejando intervalos e paradas a cada duas horas. Desse modo, você, motorista, pode sair do carro, se levantar, mudar de posição e descansar o corpo e a mente.

    Para quem trabalha de maneira autônoma, como os motoristas de aplicativos, é importante se organizar dessa maneira. Caso contrário, a curto ou longo prazo, aparecerão os problemas que você viu no tópico anterior.

    Além desse, outros cuidados que você pode (e deve) ter são:

    - Aprenda exercícios simples de alongamento:

    Pratique esses exercícios em suas paradas: não é preciso nada complexo, com poucos exercícios você consegue evitar dores e problemas posturais. Também evitará câimbras e outros incômodos similares.

    - Evite alimentos pesados antes de uma viagem:

    Comidas pesadas aumentam a sensação de cansaço e podem interferir no seu rendimento ao volante. Sem falar, ainda, nos riscos de incômodos digestivos ou enxaquecas.

    - Inclua exercícios físicos na sua rotina:

    Isso ajuda a prevenir problemas e dores na coluna, bem como auxilia a abaixar os níveis de estresse. Dessa forma, você aumenta a sensação de bem-estar, cuidando do seu corpo e da sua mente.

    - Evite bebidas energéticas:

    O café, energéticos ou refrigerantes, além de não fazerem bem à saúde, podem aumentar os níveis de ansiedade e afetar sua atenção ao volante.

    - Tome mais chá:

    Os chás energéticos te ajudam a diminuir o cansaço, sem trazer os perigos das bebidas como o café ou refrigerantes. Há, ainda, opções de chá que ajudam a relaxar, ideais para tomar depois de um dia de trabalho.

    Uma boa dica são os chás da Evah: eles são 100% naturais e estão divididos em kits. Você pode tomar o kit energizante antes de ir ao trabalho ou o kit de relaxamento, depois que sair do volante.

    Dirigir por muitas horas dá multa?

    Dirigir sentindo sono ou cansaço extremo é um grande perigo para os motoristas. Afinal, nessas duas situações, as funções motoras estão afetadas, o que diminui a habilidade e a agilidade para o motorista tomar decisões ao volante.

    O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em seu artigo 67-C, estabelece que os motoristas profissionais não podem dirigir por mais de 5 horas e meia ininterruptas.

    Para os demais motoristas, é importante saber o que dizem outros dois artigos: o 169 e o 166.

    De acordo com o art. 169 do CTB, dirigir sem atenção ou cuidados indispensáveis à segurança é uma infração leve. A penalidade é a multa e são gerados 3 pontos na CNH do infrator.

    Já segundo o art. 166 do CTB, entregar direção de veículo a alguém que não está em condições de dirigir é uma infração gravíssima. A penalidade também é a multa e são gerados 7 pontos na CNH do infrator.

    Evite problemas ao volante

    Neste artigo, você viu os principais malefícios de dirigir por longos períodos e alguns cuidados que você pode incluir na sua rotina. É importante destacar que os seus hábitos ao volante estão ligados a outros costumes, como a alimentação.

    Por isso mesmo, sugeri que você diminua o consumo de bebidas consideradas energéticas e as substitua por chás, que têm efeitos similares, mas não fazem mal à saúde, nem interferem na sua direção ao volante.

    Quando a isso, te indiquei os chás da Evah, que são 100% naturais e ajudam a manter o bem-estar, principalmente para quem lida com o trânsito cotidianamente. É interessante dizer que os chás da Evah são vendidos online e entregues em todo o país.

    Cuidar de você e zelar pela maneira como dirige é essencial. Caso sinta sono ou cansaço, procure deixar a direção do volante para outra pessoa ou descansar algumas horas antes de digerir novamente.

     

  • Gustavo Fonseca

    Alterações no CTB

    Baixe agora o e-book gratuito com todas as atualizações do CTB já sancionadas por Bolsonaro:
    https://conteudo.doutormultas.com.br/projeto-de-lei-que-altera-a-vida-do-motorista?utm_source=referral&utm_medium=bemparana

    O Projeto de Lei conhecido como a Nova Lei de Trânsito, proposto pelo Executivo em 2019, foi aprovado pelo Congresso. Agora, aguarda sanção do presidente Jair Bolsonaro. Esse é o último passo para que as mudanças entrem em vigor, se sancionadas.

    Mas quais foram as mudanças já aprovadas pelo Congresso?

    O Projeto de Lei nº 3267/2019 impacta significativamente o dia a dia dos condutores brasileiros, já que modifica aspectos centrais do trânsito, como, por exemplo, o número de pontos permitidos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

    Você está por dentro das alterações propostas por esse projeto? Sabe quando elas deverão entrar em vigor, caso sejam sancionados por Bolsonaro?

    Siga a leitura deste artigo até o final e mantenha-se informado!  

    Entenda o Projeto da Nova Lei de Trânsito

    A Nova Lei de Trânsito é, na verdade, como ficou conhecido o Projeto de Lei (PL) nº 3.267/2019. Desde que foi apresentado pelo Executivo, o PL vem levantando algumas polêmicas, justamente porque propõe alterar alguns pontos-chave do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

    O caminho desse projeto até a aprovação no Congresso foi o seguinte: em junho de 2019, o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) enviou o PL à Câmara dos Deputados. A partir disso, o texto original do PL foi analisado e alterado por uma Comissão Especial.

    Essa Comissão Especial alterou alguns trechos do PL, chegando ao chamado texto substitutivo, que foi votado e aprovado na Câmara. Foi esse texto que chegou para votação no Senado, que também propôs alterações.

    Por fim, ele voltou à Câmara para aprovação das novas previsões recebidas no Senado, onde foi novamente aprovado. Assim foi a passagem do PL pelo Congresso, isto é, pela Câmara e pelo Senado.

    O texto final – alterado pelos deputados e, posteriormente, pelos senadores – passará, agora, pela sanção do presidente Jair Bolsonaro. Bolsonaro pode vetar um ou mais itens nesse texto. Se sancionadas, as medidas devem entrar em vigor em seis meses.

    Alterações no CTB: o que muda com a Nova Lei de Trânsito?

    Como eu disse, o PL da Nova Lei de Trânsito propõe alterações significativas para os condutores, mas quais são elas exatamente? Em outras palavras, quais foram as medidas já aprovadas pelo Congresso e que, agora, passarão por Bolsonaro?

    Vejamos as principais:

    A validade da CNH

    Hoje, a Carteira Nacional de Habilitação é válida por cinco anos para pessoas de até 65 anos de idade. Para quem tem mais de 65, o documento é válido por três anos. O Congresso aprovou o aumento desse período de validade. A proposta é de:

    - Validade de 10 anos para pessoas de até 49 anos

    - Validade de 5 anos para quem tem de 50 a 69 anos

    - Validade de 3 anos para pessoas maiores de 70 anos

    No texto que seguirá para Bolsonaro, essas medidas também se aplicam aos motoristas profissionais.

    O limite de pontos na CNH

    Hoje, na legislação vigente, o condutor que atingir 20 pontos ou mais na CNH, em um período de até 12 meses, terá o seu direito de dirigir suspenso. No Projeto aprovado pelo Congresso, isso também muda, e passa a ser da seguinte forma:

    - A suspensão da CNH acontecerá se o condutor acumular 20 pontos em um ano, caso ele tenha cometido 2 ou mais infrações gravíssimas nesse período;

    - A suspensão da CNH acontecerá se o condutor acumular 30 pontos em um ano, caso ele tenha cometido 1 infração gravíssima nesse período; e

    - A suspensão da CNH acontecerá se o condutor acumular 40 pontos em um ano, desde que não tenha cometido infração gravíssima nesse período.

    Uso de farol baixo durante o dia

    Hoje, é obrigatório o uso do farol baixo durante o dia em rodovias, túneis, sob cerração ou neblina (art. 40, inciso I, CTB). No texto modificado e aprovado pelo Congresso, o uso passa a ser necessário em:

    - Rodovias de pistas simples que estão fora de perímetros urbanos

    - Sob neblina ou cerração

    - Em túneis

    Isso significa que o condutor que não usar as luzes baixas nessas situações será penalizado por isso. Contudo, veículos de passageiros em faixa exclusiva, motocicletas e motonetas seguem obrigados a manter sempre acesas as luzes baixas durante o dia.

    A multa para isso permanece média, conforme o art. 250 do CTB, custando R$ 130,16 e gerando 4 pontos na CNH.

    Aumento do prazo para apresentar a Defesa Prévia

    A defesa Prévia é o primeiro grau de contestação para se defender de uma multa e/ou de outras penalidades no trânsito.

    Após rever o projeto apresentado pelo Executivo, o Congresso incluiu a proposta de ampliação do prazo de apresentação da Defesa Prévia para o mínimo de 30 dias. Hoje, esse prazo mínimo é de 15 dias.

    Lei da cadeirinha

    Um dos assuntos mais polêmicos, relacionados ao PL apresentado pelo Executivo, era, justamente, a proposta de acabar com a multa por transportar crianças sem cumprir as exigências do Contran, estabelecidas pela Resolução nº 277/2008.

    Contudo, a medida não foi aprovada pelo Congresso. As modificações quanto ao uso da cadeirinha foram feitas no art. 64 do Código, e são as seguintes:

    - Crianças de até 10 anos com menos de 1,45m de altura devem ser, obrigatoriamente, transportadas nos bancos traseiros e usando o dispositivo de retenção adequado (cadeirinha ou assento de elevação).

    - A infração para o descumprimento dessa norma é gravíssima, conforme art. 168 do CTB.

    Quando as alterações entrarão em vigor?

    Como você viu até aqui, o PL seguirá, agora, para o presidente Jair Bolsonaro, que tem até o dia 14/10 para se decidir.

    O Executivo pode, então, sancionar ou vetar um ou mais pontos alterados pelo Congresso. Se sancionado integralmente, o PL será publicado e passará a ser válido seis meses depois dessa publicação.

    Caso haja vetos do Executivo, os itens vetados devem ficar suspensos e passar por uma nova votação, em sessão conjunta da Câmara e do Senado.

  • Gustavo Fonseca

    Oratória para advogados: como ter uma excelente sustentação oral?

    As sustentações orais em Plenário demandam uma comunicação de excelência por parte dos advogados. É preciso ser, ao mesmo tempo, claros e persuasivos nesse tipo específico de situação de exposição de fala.

    Por essas e outras demandas ligadas à carreira jurídica – e dos advogados, em especial –, a necessidade de desenvolver e aprimorar habilidades de oratória é latente. Contudo, nem todas as faculdades de Direito dão uma base suficiente nesse sentido.

    Neste artigo, abordaremos algumas técnicas importantes para a peroração durante uma sustentação oral e que transformam significativamente a comunicação interpessoal dos profissionais da advocacia.

    Tenha uma boa leitura!

    Como ter uma excelente sustentação oral em plenário?

    Uma sustentação oral eficiente, isto é, que logra ser clara, concisa e persuasiva demanda uma preparação prévia. Afinal, é muito difícil chegar ao Plenário e encarar juiz, júri, testemunhas e outros advogados contando apenas com o improviso. Por isso, um advogado criminal, por exemplo, precisa saber construir sua argumentação.

    Outro quesito que deve ser levado em conta é o diálogo com o júri. Ter a capacidade de adaptar o discurso para falar com pessoas que não se incluem na área jurídica é um dos desafios centrais e que precisa ser encarado com atenção.

    Vejamos, a seguir, algumas técnicas e passos para ter uma excelente sustentação oral:

    1. Faça um roteiro prévio

    Nesse roteiro, o advogado deve pontuar o caminho da sua sustentação oral, definindo, para isso, uma sequência lógica que tenha sentido – tanto para si quanto (principalmente) para os demais presentes.

    Além de planejar a ordem dos seus argumentos e a apresentação mínima do caso, quando necessário, é interessante se programar também para outras etapas. Dentre elas, a saudação formal aos presentes. Ela deve ser feita, preferencialmente e sempre que possível, de forma nominal.

    Técnica: o mapa mental é uma técnica eficiente na criação de roteiros. Conta com a vantagem de ser um apoio concreto durante a sustentação oral e que não prejudica a exposição, isto é, não interfere na performance do advogado.

    2. Pratique a sua fala com antecedência

    A prática leva à perfeição. Dedicar um tempo para treinar a sua sustentação oral em voz alta é primordial. Até mesmo advogados mais experientes tomam esse cuidado, afinal, cada caso é único – por mais que existam similaridades entre um e outro.

    Praticar a sua exposição é uma oportunidade de lapidar sua argumentação, tornando-a ainda mais persuasiva. É, também, o período para cortar informações desnecessárias e dar, às mais importantes, a relevância e destaque que devem ter.

    Técnica: gravar a sua fala é uma técnica eficaz para que você possa identificar pontos positivos e impulsioná-los. É, ainda, uma forma de verificar pontos fracos e aprimorá-los. Faça um vídeo, assim também poderá checar a sua linguagem não-verbal.

    3. Atente-se para a dinâmica não-falada

    Este passo já abrange a sustentação oral em si, isto é, quando o advogado já está em plenário comunicando-se com os demais presentes e defendendo os seus argumentos. Até aqui, trabalhamos o conteúdo. Agora, pensaremos em sua transmissão.

    Atentar-se para a dinâmica não-falada é de suma relevância porque permite a identificação de possíveis reações entre os presentes, incluindo júri e juiz. Perceber certos sinais pode indicar a necessidade de uma mudança de estratégia, por exemplo.

    A dinâmica não-falada inclui gestos, expressões faciais e postura. Isto é, tudo aquilo que as pessoas expressam sem necessariamente usar palavras. Se há muito bocejos, significa que é preciso fazer algo para recuperar a atenção das pessoas.

    4. Adapte a sua linguagem

    Um dos erros mais comuns de advogados recém formados é o uso de uma linguagem excessivamente formal, repleta de tecnicismos e termos próprios do Direito. Termos esses que nem sempre são de conhecimento do público em geral.

    Uma boa sustentação oral não é necessariamente aquela que utiliza uma linguagem técnica. Na prática, é a que é entendida pelos demais, ou seja, que é, ao mesmo tempo, profissional e acessível.

    Técnica: quando fizer o roteiro com a sua fala, procure identificar o uso de termos de nicho, limitando-o o máximo possível. Inclua sinônimos ou explicações posteriores quando não quiser substitui-los: desse modo, manterá uma linguagem profissional, mas será melhor compreendido pelo público leigo.

    5. Aprenda a contar uma história

    Há diversas maneiras de transmitir um conteúdo e uma delas é fazer uso da Storytelling, que significa “contar uma história”. Incluir uma história na sua sustentação a aproximará do público.

    Com isso, aumenta-se a carga de emotividade, tornando mais fácil chamar e reter a atenção daqueles que escutam a sua exposição oral. Além de tudo isso, uma abordagem desse tipo é altamente persuasiva porque tem a capacidade de despertar empatia.

    Técnica: o uso de dados e casos concretos é imprescindível em sustentações orais. No entanto, há maneiras mais suaves de apresentar esses dados. Inclua um rosto e uma história. Compartilhe uma experiência pessoal (se for o caso). Isso impulsionará a sua fala.

     

    Esses cinco passos e técnicas podem (e devem) ser aplicados nos mais diversos tipos de sustentações orais, sejam elas no Plenário ou no contato cotidiano com clientes. Aplicá-los em sua rotina transformará a maneira como se comunica.

    Um advogado que sabe se comunicar de uma forma atrativa, coesa e bem elaborada é um profissional que se destaca e que transmite confiança. Afinal, as habilidades de oratória estão intimamente ligadas à inteligência emocional.

     

    Fonte:

    www.thespeaker.com.br

  • Gustavo Fonseca

    Você é motorista de app? Confira dicas para reorganizar sua renda familiar!

    O transporte de passageiros foi um dos setores mais afetados com a pandemia do novo coronavírus. Para os motoristas de aplicativo especificamente, as corridas diminuíram em 80% em algumas regiões do país.

    Nas cidades que decretaram o lockdown, essa queda foi ainda mais brusca, deixando a situação dos motoristas de app mais complicada. Isso aconteceu com você?

    Se a reposta é sim, é provável que esteja enfrentando desafios para reorganizar a renda familiar e a vida financeira como um todo, não é verdade?

    Pensando nisso, nas dificuldades deste contexto complicado, eu e minha equipe de especialistas desenvolvemos um material gratuito para ajudar motoristas de aplicativo.

    Neste artigo, te conto mais sobre esse material e também respondo algumas dúvidas, tais como: O que fazer com as multas de trânsito na pandemia? Motorista de app tem direito ao auxílio emergencial? Como parcelar dividas do veículo sem sair de casa?

    Boa leitura!

    Impactos da pandemia na renda dos motoristas de app

    É fato que a pandemia do novo coronavírus é a maior emergência sanitária dos últimos anos. Tanto é assim que, além dos impactos na saúde, há também efeitos econômicos e sociais.

    No Brasil, praticamente todos os setores foram afetados pela pandemia. Contudo, quem trabalha como autônomo e/ou informal sofreu ainda mais as consequências financeiras da pandemia e, especificamente, do isolamento social.

    Para você ter uma ideia, segundo a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis, cerca de 80% dos veículos alugados por motoristas de aplicativos foram levados de volta às locadoras.

    A dificuldade em cobrir o valor do aluguel e, além disso, obter uma margem de lucro é o que levou, em grande parte, a essas devoluções. Os motivos? Mesmo com a diminuição das corridas, os motoristas continuam com gastos significativos.

    Siga a leitura do próximo tópico e confira algumas dicas de como reorganizar a sua renda!

    Como reorganizar sua renda – 5 dicas essenciais

    O ponto chave para lidar com esse período de incertezas é a organização: rever gastos, distribuir a renda que você tem disponível e pensar em alternativas para gerar lucros.

    Nesse sentido, 5 passos são eficientes. Veja quais são:

    1. Parcele suas dívidas

    Você tem débitos junto ao DETRAN? Ou está pagando as parcelas do financiamento do seu veículo?

    Então, uma boa estratégia é verificar a possibilidade de parcelar essas dívidas. Ao fazer isso, você reorganiza a aplicação da sua renda, direcionando os ganhos para gastos mais urgentes e impossíveis de serem parcelados.

    Para ajudá-lo nisso, fiz uma parceria com o pessoal da Zapay, uma plataforma muito eficiente para quem quer uma ajuda para parcelas dívidas de maneira online. Acesse esse link e confira!  

    2. Recorra às medidas emergenciais do governo

    O governo federal implementou uma série de medidas para tentar amenizar os impactos econômicos da pandemia. Uma dessas medidas é o Auxílio Emergencial – também chamado de coronavoucher.

    Os motoristas de aplicativo têm direito ao auxílio emergencial? Caso se enquadrem nas exigências para aceder ao programa, sim.

    Essas exigências são, por exemplo: não ser um trabalhador formal (com carteira assinada), não ser aposentado, não estar recebendo seguro-desemprego e, ainda, ter renda familiar total de até três salários mínimos.

    3. Recorra de multas de trânsito

    As multas de trânsito podem ser bem caras e pesar ainda mais o seu bolso. Por isso mesmo, é importante exercer o seu direito de recorrer e tentar reverter a aplicação dessa penalidade.

    A medida 185 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) suspendeu os prazos para recorrer das autuações referentes a infrações cometidas a partir do dia 20 de março. Isso significa que você não precisa pagar essas multas agora.

    Quando os prazos voltarem ao normal, não deixe de recorrer. Se precisar de ajuda nisso, minha equipe de especialistas pode auxiliar a montar um bom recurso de acordo com o seu caso específico.

    4. Calcule seus gastos e ganhos

    Em períodos de crise, é de suma importância pensar se a sua atividade como motorista de aplicativo é mesmo rentável. Se não for, fazer as mudanças necessárias – seja aumentando o número de horas ou, mesmo, trocando o veículo, por exemplo.

    Faça uma tabela com os gastos que tem com seu veículo (incluindo uma margem para os gastos extras, que sempre acabam aparecendo). Precisa de ajuda? Use a Calculadora veicular do Doutor Multas, disponível no material do qual falarei adiante.

    5. Considere trabalhar como delivery

    Durante esse período no qual a demanda por transporte de passageiros diminuiu, pode ser interessante buscar outras fontes de renda. Uma delas é trabalhar com delivery.

    A procura por entregadores – veiculados a aplicativos ou não – cresceu muito durante a pandemia. Afinal, as pessoas têm usado mais os aplicativos de entrega de produtos e/ou comida a domicílio.

    Se essa for uma opção viável para você, programe-se com antecedência para garantir que realmente haja uma margem de lucro. No PDF com o material, há uma ferramenta que ajuda a programar entregas e se organizar. Saiba mais a seguir.

    Baixe o livro digital e tenha acesso às nossas ferramentas

    O material digital que eu e minha equipe planejamos tem o propósito de ajudar os motoristas de aplicativos, como você, a superarem esse período complicado. Por isso, disponibilizamos o PDF gratuitamente.

    Nesse material, você encontrará mais dicas para reorganizar sua vida financeira e evitar ficar no vermelho. Além disso, poderá usar as ferramentas – como a calculadora de gastos da qual já falei aqui.

    Tanto as dicas quanto as ferramentas são maneiras práticas para auxilia-lo a fazer essa adaptação e reorganização. Desse modo, poderá minimizar os impactos da crise causada pela pandemia.

    Mais de 14 mil pessoas de todo o país já fizeram o download! Acesse aqui, complete o formulário e confira as dicas dos nossos especialistas!

     

    Fonte:

    https://www.youtube.com/watch?v=r16z0WzEZtk

    https://conteudo.doutormultas.com.br/como-reorganizar-sua-renda-familiar

    https://usezapay.com.br/doutormultas

  • Oratória para advogados: conheça todos os motivos para aprimorar a sua fala

    Advogados dependem diretamente da capacidade de se expressar bem. Tanto é assim que, para esses profissionais, essa habilidade é praticamente um instrumento de trabalho.

    Audiências, contato com clientes, mediação de discussões e negociações. Esses são apenas alguns exemplos de situações de exposição de fala recorrentes no dia a dia dos advogados.

    A relevância das competências ligadas à comunicação é significativa. Contudo, grande parte das faculdades de Direito ainda não conta com uma formação ampla nesse sentido.

    Neste artigo, você pode conferir todos os motivos pelos quais aprimorar a sua fala é uma decisão determinante em sua carreira na advocacia. Verá, ainda, 4 técnicas indispensáveis para profissionais da área. Siga a leitura!

    Oratória para advogados: por que aprimorar a fala é tão importante?

    Quando se trata da oratória, há uma série de mitos que circulam entre as pessoas, com destaque para dois. O primeiro deles é o que diz que a oratória é um dom. Não é: é um conjunto de competências desenvolvidas e aprimoradas ao longo do tempo.

    O segundo está diretamente relacionado ao Direito. É o mito de que falar bem é, necessariamente, falar difícil. Isto é, se comunicar de um modo pouco acessível para as pessoas que não pertencem à mesma área ou nicho.

    Falar bem é conseguir se expressar de uma maneira clara e assertiva. Para quem é advogado, especificamente, implica em dialogar com o público leigo e ser perfeitamente compreendido.

    Dito isso, vejamos, a seguir, alguns dos motivos pelos quais advogados devem aprimorar a sua fala:

    - Para dialogar com clientes leigos

    A ideia de que falar bem é falar difícil não passa de um mito, como vimos no tópico anterior. Ao contrário, estabelecer uma comunicação real é, sobretudo, fazer com que a mensagem que se quer transmitir seja compreendida.

    No cotidiano dos advogados, o diálogo com clientes é uma constante. Na maioria das vezes, esses clientes não fazem parte do nicho do Direito e podem ter dificuldades para interpretar informações e dados.

    Nesse sentido, um bom advogado consegue traduzir de forma simples o chamado “juridiquês”, criando uma relação de maior confiança com clientes e facilitando todo o processo. Inclusive, aprimorar esse diálogo otimiza o trabalho do próprio profissional.

    - Na apresentação da defesa

    Em audiências, a comunicação dos profissionais da advocacia é determinante. Apresentar uma defesa, por exemplo, é algo que demanda uma oratória assertiva, clara e contundente.

    Logo, aprimorar as habilidades de fala significa ter uma performance melhor em apresentações de defesa. Isso permite, principalmente, transmitir dados de uma forma mais eficaz, impulsionando consideravelmente a argumentação.

    - Para mediar conflitos

    A mediação de conflitos é outra das tarefas dos advogados. Para executá-la da melhor forma, a clareza na fala e a organização do próprio raciocínio são fatores fundamentais.

    Sem falar, ainda, que a comunicação está intimamente ligada à inteligência emocional, base para gerenciar conflitos de um modo eficaz. Dominar a própria linguagem não-verbal e domar as próprias palavras são competências essenciais nesse cenário.

    - Para persuadir

    Você já ouviu a expressão “a arte de persuadir”? Recorrentemente associada aos profissionais da área do Direito, essa ideia faz referência à oratória persuasiva. Em outras palavras, à capacidade de convencer alguém sobre algo.

    Para convencer alguém sobre algo, é necessário, primeiramente, chamar e reter a atenção dessa pessoa. Logo, é preciso ter um discurso interessante, claro e acessível para os mais distintos públicos e perfis.

    Para advogados criminalistas, saber persuadir é praticamente um requisito. Por isso mesmo, aprimorar a sua fala significa investir nas habilidades de persuasão, ao mesmo tempo em que o poder de argumentação é impulsionado.

    Quais são as melhores técnicas de oratória para advogados?

    A comunicação não é um conjunto de normas engessadas. Ao contrário, ela se adapta a contextos diferentes e a necessidades também distintas. Para quem atua como advogado, algumas técnicas são primordiais. Vejamos quatro delas:

    1. O mapa mental

    O mapa mental é uma ferramenta eficiente para a organização do raciocínio. Consiste, basicamente, em estabelecer palavras-chaves e imagens para cada tópico de uma fala. Essa técnica pode ser usada nos mais diferentes contextos.

    Para colocá-la em prática, defina o tema central da sua mensagem. Em seguida, divida esse tema em tópicos. Para cada um desses tópicos, atribua uma palavra-chave e uma imagem que possa ser associada a ele.

    Uma das principais vantagens dessa técnica é que ela une improviso e planejamento, possibilitando, com isso, uma performance organizada e espontânea simultaneamente.

    2. A retórica

    A retórica é um poderoso recurso de argumentação. Útil para reforçar uma ideia e, ainda, para tornar uma mensagem mais interessante e cativante para a audiência. Por isso, é uma grande aliada dos advogados.

    Conhecer a retórica e aplicá-la em situações de exposição de fala é um caminho estratégico para aprimorar a comunicação interpessoal. As perguntas retóricas, por exemplo, são ferramentas para impulsionar uma argumentação, se bem usadas.

    3. A expressão corporal

    Em todo processo comunicativo, há uma dinâmica não-falada, composta por tudo aquilo que é expressado sem, necessariamente, o uso de palavras. Incluem-se, aqui, os gestos, a postura, as expressões faciais e o contato visual.

    Para advogados, não basta apenas ter um conteúdo excelente. É importantíssimo saber transmitir esse conteúdo, garantindo que haja uma harmonia entre o que é dito e o que é expressado pela linguagem não-verbal.

    Aprimorar a oratória também significa saber gesticular, dominar as expressões faciais e tudo mais que faz parte da dinâmica não-falada em uma situação de exposição de fala.

    4. A expressão vocal

    A voz é um instrumento e, como tal, precisa ser utilizado da melhor forma possível. Ela também faz parte da dinâmica não-falada e interfere diretamente na imagem que uma pessoa transmite aos demais.

    Encontrar um ritmo de fala confortável, saber variar o tom de voz em momentos-chave e aplicar pausas intencionais são apenas alguns exemplos de competências ligadas à voz.

     

    É fato que saber se comunicar é uma habilidade determinante para profissionais de todas as áreas. Tanto é assim que a comunicação faz parte do grupo das “soft skills”, habilidades consideradas indispensáveis hoje em dia.

    Contudo, algumas profissões dependem ainda mais de uma boa oratória e a advocacia está entre elas. Por isso, aprimore a maneira como se comunica e impulsione, assim, a sua própria carreira.