Crônicas sobre cães e outros bichos

  • Mercy For Animals lança plataforma

    A Mercy For Animals (MFA) acaba de lançar uma inovadora ferramenta pública que visa monitorar o anúncio e cumprimento de compromissos assumidos pelas empresas alimentícias e hoteleiras mais influentes da América Latina para redução do sofrimento de animais explorados para consumo. O Monitor de Iniciativas Corporativas pelos Animais (MICA)acompanhará o progresso do setor corporativo em relação ao tratamento dispensado às galinhas em suas cadeias de suprimentos, para estimular o fim do confinamento de galinhas em gaiolas na indústria de alimentos.

    O MICA é mais uma das importantes ações do Departamento de Políticas Corporativas da MFA, que direciona seus esforços para mobilizar empresas a anunciarem e executarem prontamente políticas que visem reduzir o sofrimento dos animais na indústria. O objetivo dessa linha de frente da MFA é influenciar o setor corporativo a enxergar os animais não como máquinas de produção, mas como seres vivos que merecem respeito e dignidade em vida.

    No Brasil, mais de 120 empresas já anunciaram compromissos para banir integralmente de suas cadeias de suprimentos o confinamento de galinhas em gaiolas, a maior parte delas até 2025. Entre elas, estão os grandes varejistas Carrefour e GPA, as maiores redes de alimentação no país, como McDonald’s, Burger King, Subway, Spoleto, GRSA e Sodexo, e empresas como St Marche, Zaffari e Makro, além da Cia Beal de Alimentos. A MFA, por meio de suas ações de Relações Corporativas, agora reforçadas com o MICA, trabalha para assegurar que essas políticas corporativas de bem-estar animal sejam cumpridas dentro do prazo.

    O MICA pode ser acessado globalmente por consumidores, investidores, imprensa e empresas concorrentes. Para o lançamento, a MFA selecionou 34 influentes empresas alimentícias da América Latina e as encorajou a reportar publicamente, de preferência, ou privadamente os avanços na transição para sistemas livres de gaiolas em suas cadeias de suprimentos. Para a construção da plataforma foram utilizadas informações disponíveis publicamente ou compartilhadas pelas próprias empresas por meio de questionário enviado pela MFA. Após esse passo, elas foram classificadas em sete categorias: Ouro, Prata, Bronze, Verde, Amarelo, Laranja e Vermelho.

    As empresas nas categorias Ouro, Prata e Bronze cumpriram avanços significativos na adoção de práticas mais sustentáveis e responsáveis de tratamento aos animais. Arcos Dorados, Kraft-Heinz e GPA ocupam uma dessas categorias por estarem publicamente comprometidas e com mais de 20% dos ovos sendo provenientes de sistemas livres de gaiolas.

    “Estamos muito orgulhosos por sermos a única empresa do setor na categoria bronze, no Monitor de Iniciativas Corporativas pelos Animais. Este reconhecimento reforça que estamos no caminho certo e é fruto de um trabalho consistente, não só da Arcos Dorados, como também de toda nossa cadeia de fornecedores e nossos parceiros. Seguimos comprometidos em evoluir em todas as vertentes de bem-estar animal e usar a nossa escala para gerar impactos positivos na sociedade e no meio ambiente”, afirma Leonardo Lima, Diretor de Compromisso Social e Desenvolvimento Sustentável da Arcos Dorados.

    Na categoria Verde estão as empresas que reportam alguns avanços; nas categorias Amarela e Laranja, empresas que possuem o compromisso de transição, mas não começaram esse processo ou não informaram seus progressos. Por fim, as empresas na categoria Vermelha não apresentam nenhum avanço, tampouco adoção de práticas de bem-estar animal em suas cadeias de suprimentos.

    Com o pior desempenho no ranking, estão empresas como Grupo Dia, Mars, Jerónimo Martins, Barceló Hotel Group, Cencosud, FEMSA Comercio, Grupo Herdez, Organización Soriana e Walmart de México y Centroamérica que, ao contrário de muitos de seus concorrentes, sequer anunciaram compromissos proibindo os ovos de galinhas confinadas em gaiolas em suas cadeias de suprimentos na América Latina ou anunciaram compromissos que não atingem todas as regiões em que a empresa está presente, como a Cencosud, que anunciou compromisso apenas no Brasil.

    Anualmente, o MICA será atualizado e novas empresas poderão ser selecionadas e integradas ao monitor, enquanto as empresas já monitoradas terão a oportunidade de mudar de categoria.

    O ranking completo do MICA pode ser acessado em: https://mercyforanimals.org.br/mica/.


    MICA auxilia consumidores que se preocupam com a origem dos alimentos 

    Em pesquisa do Instituto IPSOS, que entrevistou mais de mil pessoas e revelou a realidade da indústria de ovos e das galinhas submetidas às gaiolas em bateria, 82% dos entrevistados qualificaram essa prática como inaceitável, e 71% afirmaram considerar inadmissível a venda desses ovos em supermercados e restaurantes. Ao serem questionados sobre o tratamento dado aos animais, 82% dos entrevistados relataram não aceitar o confinamento.

    Com o lançamento do MICA, os consumidores poderão comparar o desempenho das empresas e usar essas informações para pedir melhorias cada vez mais significativas para a indústria alimentícia. “A sociedade está exigindo uma atuação cada vez mais responsável e transparente do setor corporativo. Por isso, evidentes objetivos da indústria, como sucesso, lucratividade e destaque no mercado, precisam ser harmonizados com políticas e iniciativas corporativas que visem o bem-estar das pessoas, dos animais e do planeta”, complementa Cecilia Valenza, Gerente de Relações Corporativas da Mercy For Animals no Brasil.

    As gaiolas e a indústria de ovos no Brasil

    A prática do confinamento de galinhas em gaiolas, considerada uma das piores causas de sofrimento animal, já foi banida em países da União Europeia e EUA. Além disso, mais de 2000 empresas em todo o mundo já anunciaram seus compromissos de não trabalhar com ovos produzidos nesses sistemas. No entanto, a prática ainda é muito comum no Brasil. Nesse sistema, as aves são mantidas em espaços minúsculos, sem poder andar, esticar as asas ou expressar outros comportamentos naturais. Frequentemente elas ficam presas, sofrem lacerações ou têm seus membros mutilados no aramado das gaiolas ou sob as bandejas de ração. Muitas aves morrem devido a essas condições, sendo encontradas em decomposição em meio a galinhas ainda botando ovos para consumo humano.


    A avicultura de postura brasileira atingiu o recorde de 49,055 bilhões de ovos produzidos em 2019, segundo o relatório anual 2020 da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Dados do IBGE de 2018 indicam que haja 160 milhões de galinhas na indústria de ovos, sendo cerca de 95% criadas confinadas em gaiolas — mais de 150 milhões de galinhas, cada uma com espaço equivalente ao de uma folha de papel A4, vivendo em terríveis condições para produzir ovos ininterruptamente.

    Estudo da Delacon conduzido em janeiro de 2020 sobre o comportamento dos jovens brasileiros aponta que os millennials do país têm um nível extremamente elevado de consciência alimentar. Quase dois terços dos entrevistados indicaram que são muito cuidadosos com o que comem, e 8 a cada 10 millennials afirmaram que consideram importante priorizar ovos e aves de marcas que seguem "boas práticas de bem-estar animal" e criam os animais "de maneira sustentável", "de maneira a reduzir o impacto ambiental" e "sem utilização de antibióticos".

    Sobre a Mercy For Animals

    A Mercy For Animals (MFA) é uma das maiores organizações não-governamentais do mundo focada na proteção e defesa dos animais explorados para consumo. A organização tem o objetivo de transformar o atual sistema alimentar e substituí-lo por um que seja mais gentil e compassivo com os animais e que garanta também um futuro melhor para o planeta e todos que o habitam.

    Fonte: Divulgação Mercy for Animals

  • 10 situações de estresse de cães e gatos

    Tratamento veterinário regular auxilia em casos de estresse do animal
    Tratamento veterinário regular auxilia em casos de estresse do animal (Foto: Divulgação: My Pet )

    O estresse não é um sentimento exclusivo dos seres humanos. Alguns pets também podem desenvolver o quadro, que usualmente está associado a mudanças no ambiente. Desse modo, toda situação que exige uma quebra na rotina dos bichos e os tiram da zona de conforto exige atenção.

    O médico veterinário do plano de cuidado domiciliar My Pet, Daniel Cooper, explica que se avaliarmos o estresse de um ponto de vista fisiológico, constatamos que há liberação de algumas substâncias químicas, como a adrenalina, por exemplo. “A natureza dos pets faz com que eles acionem gatilhos como mecanismos de luta e fuga. Assim, quando eles são colocados em estado de alerta, seja por medo ou insegurança, acabam transmitindo esse estresse por meio de comportamentos inadequados”, explica.

    Mas, mesmo com o tratamento veterinário adequado, é preciso estar atento às atitudes do pet, compreender e respeitar suas necessidades e situações que podem ser gatilhos ao estresse. Confira dez situações importantes listadas pelo veterinário para serem observadas no dia a dia com seu animal de estimação.

    1. Longos períodos sozinhos

    Se o pet precisa passar algum período sozinho, é importante enriquecer o ambiente para que ele possa se distrair enquanto o tutor estiver fora. Gatos geralmente são mais independentes, por isso, a solução é importante principalmente para cachorros, que costumam sentir mais a falta de companhia. Dessa forma, disponibilizar brinquedos ou dispositivos recheáveis são boas alternativas, pois isso estimula a mente do animal e reduz o estresse.

    1. Mudança brusca na rotina

    O estresse geralmente decorre da mudança de ambiente. Portanto, uma mudança brusca na rotina pode ser um gatilho para isso. Cães tendem a ser mais adaptáveis a mudanças na rotina, diferente dos gatos, por exemplo. Dessa forma, viagens, passeios de carro e passeios em locais com aglomerações, na maioria das vezes, é agradável ao cão. Contudo, para o gato, esse tipo de interação é muito desgastante, já que preferem a rotina.

    1. Andar de carro

    Nem todos os animais tendem a se acostumar com passeios de carros. Embora cães sejam mais propícios ao hábito do passeio, alguns chegam a um nível de ansiedade e estresse que pode tornar uma simples ida ao veterinário em um verdadeiro desafio.

    1. Fogos de artifício

    A sensibilidade auditiva dos pets faz com que eles sofram com o estampido dos fogos. Embora tenha sido sancionada uma lei que proíbe fogos de artifício com barulho em Curitiba (Lei 15.585/2019) no último dezembro, foi comum ouvi-los na passagem de ano de 2020 para 2021. Para driblar o medo nos bichinhos, ações como usar protetores articulares e preparar um espaço protegido com um objeto que tenha o cheiro dos tutores fará com que eles se sintam mais seguros.

    Além disso, mostrar indiferença ao comportamento do medo, oferecendo recompensas e ficando por perto poderá ser ótima alternativa com cães. No caso dos gatos, é comum que eles se escondam. Portanto, esteja atento às redes de proteção nas janelas, às portas fechadas e evite chamá-los para evitar ainda mais estresse.

    1. Espaço

    Ainda falando em ambiente, o espaço também é muito importante de ser observado, principalmente de acordo com o porte do animal. Cães grandes precisam de mais espaço para liberar a energia. Animais que vivem confinados em canis ou em espaços pequenos, onde não podem se exercitar e explorar o ambiente, geralmente tendem a apresentar um comportamento mais hostil, deprimente, ou até mesmo agir com agitação e agressividade. Além disso, é bem importante a relação de espaço e quantidade de pets no mesmo local.

    1. Novos membros na família

    O item anterior puxa o gancho para outro exemplo que pode gerar estresse nos felinos, que é a introdução de novos coabitantes. Esse trabalho deve ser feito de forma muito acompanhada. Os gatos são animais que convivem em bando na condição natural, mas pontuam uma disputa por território onde a hierarquia vai acabar sendo estabelecida.

    Alguns animais se adaptam facilmente e, em pouco tempo, essa condição já acaba sendo definida. Porém, outros custam muito para se adaptar. Esse pode ser mais um motivo de estresse, ou seja, o que era pra ser algo bom pode causar mais desconforto do que bem-estar. Mas também é necessário estar atento a animais sozinhos e que, de acordo com sua condição natural, precisariam conviver em bando.

    1. Isolamento social

    Alguns bichinhos também podem estar sofrendo com o regime de quarentena imposto para conter a transmissão da Covid-19. Lamber as patas excessivamente, fazer xixi no lugar errado e latir em demasia são alguns dos sinais em cães. O ideal é que o passeio na rua seja mantido, sempre levando em conta as recomendações das autoridades em relação à pandemia. Além disso, dar mais atenção ao bichinho e brincar com bolinhas são ótimas formas de interagir.

    1. Pós-quarentena

    Durante o período de isolamento social, o convívio dos tutores com os pets se intensificou. Em contrapartida, após a pandemia, muitos devem voltar à rotina normal, mudança que será sentida pelos animais de estimação. Hoje, existem serviços de creche para cães e serviços de Dog Walker. Eles podem auxiliar a minimizar esse sentimento de separação, que ocorre principalmente com os cães.

    Já para os felinos, o veterinário indica que o enriquecimento ambiental pode ser uma oportunidade perfeita para adaptação de uma nova rotina. Entre os exemplos do que pode ser inserido estão prateleiras de escalagem, arranhadores e brinquedos.

    1. Traumas

    Alguns comportamentos podem ser oriundos de traumas passados. O efeito que isso gera é uma reação de medo, pânico e até mesmo agressividade.

    Existe uma área de comportamento animal que auxilia muito nesse processo de retirar os traumas e ressignificar os sentimentos passados. E, em muitos casos, algumas ações aplicadas ao pet podem reverter esses traumas. O trabalho deve ser feito de forma muito respeitosa ao passado do animal, com muita paciência e capacitação para que esses quadros não se tornem mais graves se feitos da maneira errada. Por isso, é importante que seja feito pelo profissional veterinário capacitado na área de comportamento.

    10. Falta de consultas periódicas

    O estresse desencadeia uma reação fisiológica e, consequentemente, isso influencia na saúde dos animais. Em resumo, o estresse gera uma diminuição na imunidade dos pets e pode levar a doenças ou mesmo piorar doenças já estabelecidas.

    O tratamento geralmente é feito com base na intensidade do quadro e no quanto isso representa ao bem-estar do animal de estimação. Alguns pilares são trilhados para que o veterinário encontre o melhor tratamento, ou seja, entenda quais são os gatilhos que levam o pet a ter sinais de estresse, como é o ambiente, quanto isso reflete no comportamento e gera alterações fisiológicas que precisam ser acompanhadas.

     

    Foto e Fonte: Divulgação Plano My Pet

  • Pet Terapia estimula carinho em idosos na pandemia

    Golden adotado é alegria de idosos na pandemia
    Golden adotado é alegria de idosos na pandemia
    Num momento de pandemia, quando o distanciamento social é a principal arma para lutar contra um vírus fatal, a busca por afeto não se resume apenas aos encontros virtuais permitidos pela tecnologia. O Residencial Club Legar, Em São Paulo, integrou aos seus quadros fixos um cachorro da raça golden retrivier como forma de permitir que seus residentes possam ter instantes de afeto físico, próximo e aconchegante. O Lord passou a ter uma importância essencial nestes dias de Covid-19. Vítima de maus tratos, o cachorro chegou ao Residencial muito machucado. Ele passou por um período de recuperação. Atualmente, ele retribui a ajuda que teve distribuindo afeto e alegria a quem hoje não pode ter contato direto com amigos e familiares.

    A psicóloga do Residencial Club Leger, Daniela Bernardes, afirma que estudos apontam os benefícios que a Terapia Assistida por Animais, ou Pet Terapia, pode produzir à qualidade de vida dos idosos. Segundo ela, esse tipo de atividade permite exercitar aspectos como habilidades sociais, humor e cognição. "Muito se fala sobre os benefícios que os animais representam na vida de cada um dos que se dispõem a ter um animal de estimação para partilhar bons momentos. Sabemos também que a disponibilidade de tempo, dedicação, cuidados e carinho são essenciais para que os animais escolhidos por nós possam desfrutar de uma boa vida conosco", diz Daniela.
    A psicóloga acrescenta que a equipe assistencial e a direção do residencial, identificaram a necessidade de incluir o Lord ao "time de cuidados" visando o bem estar de cada um dos residentes e a manutenção de algo extremamente relevante para muitos deles: memórias afetivas.

    O desembargador aposentado Paulo Henrique Pereira, de 81 anos, é um dos residentes que tem visto no Lord um meio de compensar o afastamento físico exigido pelo atual momento. Pereira buscou a instituição logo no início da pandemia no Brasil, justamente para se sentir mais seguro e melhor atendido. O Lord tem sido uma companhia que tem ajudado a diminuir a sensação de carência.

    "Para aqueles que optam por residir e serem cuidados em um residencial de idosos, o Lord passou a ser um dos membros "residentes", pensando nos enormes benefícios que ele pode fazer na vida de cada um dos moradores", ressalta a psicóloga. 

    Fotos: Divulgação/Assessoria de Imprensa Residencial Club Leger
  • Pets no trem para Morretes

    Passeio de trem em vagão pet
    Passeio de trem em vagão pet (Foto: Divulgação Serra Verde/Bruno Covello)

    A Serra Verde Express (@serraverde_oficial), concessionária de trens turísticos pelo Brasil, conta com dois trens em seu portfólio com vagões pet. O trem que opera no Paraná conta com o vagão “Bove” com ambiente pet friendly. A linha fica na maior área contínua de mata atlântica preservada no país e oferece durante o passeio em trem turístico, apreciar a natureza com paisagens revigorantes. A outra opção de vagão pet oferecido pela empresa é no Trem Republicano, que percorre o roteiro histórico entre as cidades de Itu e Salto, no estado de São Paulo, fazendo referência à Convenção de Itu, primeira convenção republicana do Brasil, datada de 1873. 

    Em 2019,  a Serra Verde Express foi a primeira empresa nacional a lançar o projeto e experiência sobre trilhos na classe “Boutique”, que realiza o trajeto Curitiba-Morretes. “Desde o lançamento, tivemos ótimas experiências dos tutores e seus pets em nosso trem. Percebemos que as belíssimas paisagens vistas através de nossas janelas se tornam ainda mais especiais com boas companhias”, aponta o diretor geral da Serra Verde Express, Adonai Aires de Arruda Filho.

    Estrutura dos vagões pet friendly

    Com o objetivo de proporcionar a melhor experiência para o tutor e seu pet, a estrutura dos vagões foi 100% adaptada. Com projeto da arquiteta Lucille Amaral, os vagões possuem poltronas exclusivas para os bichinhos, com assentos feitos de tecido impermeável e cinto de segurança. Os ambientes contam ainda com piso de textura leve e impermeável, dando mais segurança na movimentação, além de tapetes higiênicos e potes com água. Na varanda, o piso foi feito com borracha reciclável, pensando nas patinhas de cães e gatos. Durante o trajeto, os animais ainda recebem um kit lanche. Para realizar o passeio, os tutores devem apresentar a carteira de vacinação do pet em dia e autorização de um veterinário.

    Mais informações: https://serraverdeexpress.com.br/

  • Os 10 sinais de alerta para procurar um vet

    Cães e gatos: fique atento aos sinais
    Cães e gatos: fique atento aos sinais (Foto: Freepik)

    Seu cão está comendo além do normal? Está mais apático? Seu gato está com comportamento diferente? Atenção, eles podem estar precisando de cuidados veterinários.

    Os apaixonados por pets, seja cachorro, gato ou qualquer outro animalzinho, sabem como é difícil vê-los doentes. Porém, mesmo parecendo desafiador, é importante conhecer e ficar atento às mudanças no comportamento que podem indicar que algo não vai bem com eles, principalmente nesta época do ano de festas, férias e viagens.

    O veterinário e diretor operacional do Plano Domiciliar My Pet Care, Daniel Cooper, explica que gatos são mais contidos e independentes, diferentemente do perfil dos cães, mas reconhecer os principais sintomas pode assegurar o diagnóstico precoce e diminuir os riscos para a saúde deles.

    O veterinário selecionou 10 sinais importantes de que seu gato ou cachorro podem não estar bem:

    1. Apatia - A prostração/apatia é um dos sinais mais importantes de que nossos pets podem estar sofrendo de algum desconforto ou processo patológico. Assim como nós, quando sentimos dor, fraqueza e mal estar, um dos primeiros sinais que manifestamos é ficar mais prostrado, por isso sempre é importante avaliar a atividade dos nossos animais e frente a qualquer a um desses sinais.
    2. Vômitos e diarreias - Também indicam que existe algum distúrbio e geralmente estão atrelados a processos infecciosos e afecções que afetam o sistema gastrointestinal. Quando esses quadros se tornam ainda mais recorrentes, os riscos ao paciente ainda se tornam maiores, por isso, a investigação e diagnóstico precoce evitam problemas futuros.
    3. Mau hálito - A halitose geralmente indica doenças periodontais. Essas por sua vez, podem comprometer fortemente a qualidade de vida dos pets, assim como gerar doenças em outros sistemas, como as cardiopatias. A avaliação pelo clínico poderá determinar o grau dessa doença, se existir, e qual o melhor tratamento para dar conforto e bem-estar ao animal.
    4. Coçar, lamber ou morder-se – Podem sinalizar doenças dermatológicas ou alterações comportamentais. É muito comum que cães e gatos sejam acometidos por alterações tegumentares que podem ser causadas desde fatores alimentares até como infecções ou doenças metabólicas. Ansiedade e depressão também podem influenciar diretamente na pele dos animais. É importante estar atento a sinais como queda ou perda de pelo, lesões avermelhadas, prurido intenso, maneios de cabeças excessivos, lambeduras nas patas e etc.
    5. Perda de apetite ou muita sede - A perda de apetite pode ser um dos primeiros sinais clínicos observados em uma série de afecções, podendo estar correlacionado com doenças do trato gastrointestinal e também com doenças endócrinas sistêmicas. Já o aumento da ingestão de água, conhecido como polidipsia, geralmente está associado a doenças endócrinas ou desidratação. Tomar muita água ou fazer muito xixi indica que seu pet precisa passar por alguns exames para detectar a possibilidade de alguma alteração.
    6. Desmaios, convulsões, tremores - Os quadros de síncope podem estar correlacionados a doenças cardíacas ou respiratórias, enquanto as convulsões geralmente estão correlacionadas a doenças neurológicas, traumas ou intoxicações. Nestes casos, o atendimento imediato é necessário
    7. Aumento do apetite repentino - Algumas alterações endócrinas podem levar ao ganho de peso excessivo assim como hábitos alimentares influenciam diretamente no peso do animal e consequentemente em sua qualidade de vida. Animais obesos tendem a ter a exacerbação de algumas doenças pré existentes ou até mesmo o aparecimento precoce delas. Uma avaliação clínica condiciona a verificação do status corporal do se pet e geralmente irá direcionar alguns exames e prescrições nutricionais direcionadas para cada caso.
    8. Emagrecimento - Perder peso de forma rápida e excessiva também é um indício de que algo não está indo bem. Doenças metabólicas, oncológicas e infecciosas são responsáveis pelo emagrecimento. Um bom score corporal indica a relativa saúde do seu pet. Além disso, estar adequadamente “nutrido” irá auxiliar os mecanismos de compensação e imunológicos do seu pet frente a qualquer possibilidade de alterações e reação de maneira adequada. A baixa ingestão alimentar ou dietas desbalanceadas também podem ser causadoras do emagrecimento.
    9. Secreção nos olhos - A visão dos pets está diretamente ligada a forma como eles se relacionam e respondem a vários estímulos ambientais. Secreções e irritação ocular indica que alguma lesão ou agente está agredindo os olhos ou pele do animal, e quando se fala de visão, o assunto é sério! Uma avaliação oftalmológica deve ser realizada antes que a possibilidade de perda permanente da visão aconteça
    10. Tosse - Qualquer sinal que envolve a via respiratória dos animais é importante. A tosse nos cães, pode estar atrelada a várias patologias, como: doenças de via respiratória, doenças cardíacas e doenças pulmonares, seja por agentes infecciosos ou inflamatórios. De maneira geral, a tosse persistente prejudica a troca gasosa e muitas patologias definem consideravelmente a qualidade de vida dos animais. Os felinos, por características, apresentam sinais de tosse em processos inflamatórios das vias respiratórias, como asma e bronquite. Se seu pet apresenta algum desses sinais, uma consulta com o médico veterinário se faz importante para diagnóstico e tratamento adequado.

    Daniel Cooper conta que desde novembro, para facilitar e trazer mais economia para tutores e ainda mais conforto e qualidade de vida para os pets, Curitiba e agora Colombo, Pinhais e São José dos Pinhais podem contar, por um valor fixo mensal, com o primeiro serviço veterinário de atendimento domiciliar do país – o My Pet Care. “É realmente uma grande vantagem, pois veterinários estão de plantão 24h, disponíveis para ir às residências e fazer todo atendimento e avaliação necessários para garantir que tudo esteja bem com eles, sem limites de chamadas e nem acréscimo”.

     

    Sobre o My Pet Care - O My Pet Care é o primeiro plano de cuidado veterinário domiciliar do Brasil, sediado em Curitiba, com abrangência em São José dos Pinhais, Pinhais e Colombo. Por uma mensalidade fixa, além de urgências e emergências 24h, 365 dias do ano, o plano cobre todo tipo de atendimento que possa ser realizado na casa do tutor, como consultas, vacinas anuais, colocação de microchip e exames. Veterinários especializados estão capacitados para realizar procedimentos em domicílio e contam com UTI móvel pronta para atender casos, do mais simples ao mais complexos. 

     Fonte: assessoria de imprensa My Pet Care 

  • Amigo Animal lança calendário 2021

    Ana Clara (mitocondriopatia) amizade e fidelidade
    Ana Clara (mitocondriopatia) amizade e fidelidade (Foto: Mykaella Carbonera )

    A Ong Amigo Animal, de Campo Magro, acaba de lançar seu calendário 2021. Toda a renda será revertida para o abrigo na região metropolitana de Curitiba. Atualmente, a Ong mantém cerca de mil cães e gatos aguardando por adoção, seja no abrigo ou em lares temporários. O custo unitário do calendário é R$ 20,00 com a despesa de Correio já incluída. Basta depositar o valor em uma das contas da Amigo Animal (lista abaixo). O calendário também pode ser adquirido no patrocinador do projeto, Pet Shop Rei dos Animais, ou nas Clínicas Arca de Noé e Nugvet, em Curitiba.

    Fotografia do Bem - As imagens são da fotógrafa Mikaella Carbonera, responsável por outras edições do calendário da Ong Amigo Animal, e que neste ano traz o projeto social “Fotografia do Bem”. Ao estilo fine art, a profissional retrata a beleza de crianças com deficiência juntamente com animais, em fotos alegres que mostram a pureza dessa relação. O projeto também pretende conscientizar sobre as síndromes e doenças raras, contando a história de cada uma das crianças.

    Conheça mais sobre o projeto em www.mykaellacarbonera.com.br ou @mykaellacarbonera   

    ONG Amigo Animal – para efetuar o pagamento do calendário e/ou fazer doações em dinheiro. Envie o comprovante do calendário para o whats (41) 9975.2711 com os dados do destinatário.  

    Pic Pay – Buque por Amigo Animal

    Banco do Brasil – Ag.1.518-0 C/C 14.938-6

    Bradesco – Ag. 5760 C/C 237.534-6

    Itaú – Ag. 0255 C/C 33.336-1

    Caixa Econômica – Ag. 1.525 CP 2.774-9 Operação 13 Poupança

    PAYPAL – amigoanimal@amigoanimal.org.br

    PAGSEGURO – https://pag.ae/bhqmMn6

     

  • Saúde bucal de cães exige escovação e produtos para auxiliar na higiene

    Cães também devem escovar os dentes
    Cães também devem escovar os dentes

    A saúde bucal é um elemento chave para manter o bem-estar geral dos cães, mas essa informação ainda é pouco difundida entre os tutores de pet. A doença periodontal atinge o conjunto de estruturas que sustentam os elementos dentários e se negligenciada, pode ocasionar perda dos dentes e desencadear inflamação em outros órgãos.

    Marcello Roza, doutor em odontologia veterinária, sócio fundador do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Odontologia Veterinária e membro do conselho consultivo, fala sobre prevenção e tratamento da doença periodontal e lista algumas dicas sobre cuidados orais para seu cachorro. Confira!

    Qual a melhor forma de prevenir doenças ligadas à saúde bucal?

    A escovação ainda é a principal ferramenta para prevenção, pois traz dois mecanismos de ação: a mecânica, que remove as placas bacterianas em estágio inicial, e a enzimática, com o uso de cremes dentais feitos especialmente para endereçar as necessidades dos cães.

    Além disso, há produtos no mercado que contribuem para limpeza dos dentes, diminuindo a aglomeração de bactérias nocivas. A PEDIGREE®, por exemplo, criou o DentaStix™, um petisco funcional que ajuda no combate à formação de placas bacterianas.

    Como introduzir a escovação na rotina do cão?

    É um processo gradativo. O ideal é que o cão seja colocado em uma superfície alta e lisa, em um local sem distrações. A escovação deve ocorrer sempre no mesmo horário. No primeiro momento, o tutor deve inserir apenas o dedo, massageando a gengiva e os dentes para que o cão se familiarize com a ação. A repetição é o elemento chave para que o procedimento seja algo tranquilo tanto para o pet quanto para o tutor. Aos poucos, introduza a escova com creme dental para cães.

    Há raças de cães mais propensas para desenvolver a doença periodontal?

    Sim. Os cães braquicefálicos, cujo comprimento do focinho é menor que o do crânio, estão mais propensos a acumular resíduos devido à estrutura anatômica da arcada dentária. Entre os exemplos de cães que possuem os dentes mais próximos um do outro estão o Pug, Lhasa Apso e Maltês. Por isso, é importante que tutores dessas raças se atentem ainda mais à saúde oral de seus pets.

    Quais comportamentos indicam que o cão está desenvolvendo alguma doença oral?

    Cães que tenham alguma alteração dentária podem apresentar feridas na face, coceira (principalmente no focinho), dificuldade para apreender o alimento, diminuição do apetite decorrente da dor nos dentes e produção excessiva de saliva.

     

  • Plano de saúde domiciliar para pets

    A partir de novembro, Curitiba recebe o primeiro plano de cuidado veterinário domiciliar do Brasil. O My Pet Care é uma inovação no setor, com plano único de R$64,90, que inclui urgências e emergências 24h, e também todo o tipo de atendimento que possa ser realizado na casa do tutor, como consultas, vacinas e exames, nos 365 dias do ano.  A partir do segundo pet, o plano oferece desconto de 30%.

    O aspecto econômico teve especial atenção no desenvolvimento do modelo de negócio, que visa trazer mais comodidade às pessoas. O cliente pode chamar quantas vezes precisar, sem limite para atendimentos. Tudo isso com valor mensal menor que uma consulta simples. “O My Pet Care nasceu de pessoas que possuem e amam animais de estimação. Somos a união de grandes especialistas em medicina veterinária com profissionais muito bons em gestão empresarial, com objetivo de oferecer um atendimento completo com foco na saúde geral do animal”, sentencia o diretor geral do My Pet Care, Bruno Mello Ferreira.

    Para os cães, o plano inclui as vacinas polivalente, antirrábica, de prevenção contra traqueobronquite infecciosa canina e vacina para prevenção da giardíase. Para os gatos, são duas vacinas anuais: quádrupla felina e antirrábica. Para as duas espécies, acontece ainda a administração de anti parasitário oral, semestralmente.  Além disso, a implantação do microchip também faz parte do plano – o que garante maior tranquilidade segurança para os pets e seus tutores.

    O My Pet Care conta com veterinários especialistas em diversas áreas e capacitados para realizar procedimentos na própria casa do cliente. Ainda, uma UTI móvel com estrutura completa estará pronta para atender casos, do mais simples ao mais complexo.

    Daniel Cooper, um dos médicos veterinários à frente do projeto, esclarece que quando necessário, o plano faz também o encaminhamento do animal para um hospital conveniado. “O atendimento em casa garante mais tranquilidade e conforto não somente para o tutor, mas para o pet em si. O ambiente de um consultório veterinário pode ser muito estressante para o animal, por isso, atender no domicílio pode resultar até em uma consulta mais efetiva em muitos casos”, esclarece ele. Em um primeiro momento, os encaminhamentos serão feitos para o Hospital Veterinário Batel, porém outros parceiros estão em fase de credenciamento, com expectativa de fechar o primeiro ano com 10 hospitais credenciados.

    Serviço agrega conceitos de APH

    O Atendimento Pré-Hospitalar (APH) corresponde a todo atendimento, seja de urgência, emergência ou simples consulta, que ocorre fora do ambiente hospitalar. Um tipo de atendimento muito difundido na saúde humana (exs.: empresas de socorro médico e Samu). “Agora, o princípio de estar presente com qualidade quando o paciente mais precisa será aplicado aos pets. Ou seja, oferecer toda a demanda de atendimento médico veterinário que o animal de estimação precisa e que pode ser feito no conforto e comodidade das residências, o que corresponde à grande maioria das demandas de saúde dos pets”, esclarece Bruno, que presta consultoria de planejamento e gestão para empresas de APH em todo o país.

    Como funciona

    O funcionamento do plano My Pet Care é simples. Equipes de atendentes e médicos veterinários estão de plantão 24h por dia. O cliente chama sempre que precisar, sem limite de chamados, pagando apenas a mensalidade.

    Primeiro, o plano é contratado pelo site ou por telefone. Depois que o pagamento é processado, é agendada a primeira consulta, quando o pet recebe os primeiros cuidados e os tutores todas as orientações. A partir daí, o cliente pode solicitar atendimento sempre que precisar por meio do telefone 4007-1309. Se o caso for urgência ou emergência, uma equipe vai na hora até o local. Se for uma consulta, o cliente agenda a melhor data e horário, e o atendimento será feito na residência.

    O plano oferece ainda desconto em internações e procedimentos hospitalares nos principais hospitais veterinários credenciados de Curitiba; desconto em serviços e produtos de petshop; desconto em clínicas e laboratórios especializados, conteúdos de saúde e cuidados exclusivos e remoções e transportes, com agendamento.

    Fonte e foto: divulgação My Pet Care

  • Os pets do candidato do PV

    Prof. Mocellin com Zeus (abaixo), Trotski, Núbia e Cleópatra
    Prof. Mocellin com Zeus (abaixo), Trotski, Núbia e Cleópatra

    O candidato a prefeito de Curitiba, Prof. Mocellin (Partido Verde - 43), tem quatro gatos: Tupã, Mel, Nina e Natasha. E 13 cães: Cleópatra, Trotski, Ísis, Bach, Núbia, Lula, Clara, Caju, Cacau, Coló, Vitória, Diana e Núbia. Recentemente, durante a campanha eleitoral, perdeu o Zeus. Um de seus mais velhos (foto abaixo). Todos os animais foram resgatados e adotados pelo candidato.  

  • O pet da candidata do PSTU

    Doby é o cachorro da candidata do PSTU
    Doby é o cachorro da candidata do PSTU

    A candidata à Prefeitura de Curitiba, Samara Garratini (PSTU–16), com seu cachorro Doby.

     

  • O pet do candidato do Novo

    Apollo e Nico são os pets do candidato Dr. João Guilherme
    Apollo e Nico são os pets do candidato Dr. João Guilherme

    O candidato à Prefeitura de Curitiba, Dr. João Guilherme (Novo – 30), com a família e seus dois cachorros, Apollo e Nico.  

     

  • O pet da candidata do Podemos

    Rock, ao centro, é o pet de Carol Arns
    Rock, ao centro, é o pet de Carol Arns

    A candidata à Prefeitura de Curitiba, Carol Arns (Podemos - 19), com as filhas Flavia e Gabriela e o cachorro Rock, que foi adotado pela família.

  • Hospital Público Veterinário é promessa de campanha eleitoral em Curitiba

    Cães e gatos terão atendimento especializado em Hospital Público em Curitiba
    Cães e gatos terão atendimento especializado em Hospital Público em Curitiba

    Curitiba pode ganhar um inédito Hospital Público Veterinário para o atendimento de cães e gatos. É o que prometem pelo menos quatro candidatos que disputam as eleições municipais. São eles: Christiane Yared (PL), Prof. Mocellin (PV), Dr. João Guilherme (Novo) e Rafael Greca (DEM), candidato à reeleição. Até momento, apenas as cidades de São Paulo e Goiânia contam com um hospital deste tipo.

    Greca afirmou em seu programa eleitoral que se for reeleito vai fazer o Hospital Público. O Blog apurou que ainda não existe definição sobre o local onde será instalado e o valor necessário para a implantação. Mas o atendimento será para emergências de média e alta complexidade, consultas especializadas e de rotina. Inicialmente, 40 vagas diárias mediante entrega de senhas. O público atendido deverá ser o mesmo contemplado pelos demais programas da Rede de Proteção Animal, como os de castração e banco de ração. Serão beneficiados aqueles que são atendidos pelo Armazém da família e protetores de animais com cadastro homologado e ativo junto ao município.

    Para a concretização deste projeto, existe a possibilidade de uso do Fundo Municipal do Meio Ambiente, oriundos de multas ambientais e inclusive relacionadas à fauna. De qualquer forma, o orçamento precisa ser votado na Câmara Municipal de Curitiba. Estima-se que a instalação seja efetivada em até dois anos.

    Quem achou a proposta bacana, deve avaliar se os candidatos a vereador a serem escolhidos nestas eleições estão comprometidos com esse projeto. Eles podem ter papel importante nesta aprovação.  

    O Blog Papo Pet publicou, em outubro, uma série sobre as propostas dos candidatos à Prefeitura de Curitiba voltadas à Proteção Animal. Na época esta informação do Hospital Público Veterinário ainda não havia sido divulgada pela campanha de Greca.

    Confira quem também pretende fazer um Hospital Público Veterinário para Curitiba:

    Christiane Yared (PL) – Em parceria comuniversidades será feito o primeiro hospital público municipal veterinário. Os recursos para isso virão de multas ambientais.

    Dr. João Guilherme (Novo) - Hospital Veterinário Descentralizado: o projeto pretende oferecer serviço público por meio de uma gestão privada, credenciando clínicas e hospitais veterinários da cidade para prestar o atendimento aos pets. A proposta evita o uso de recursos do município para construir obras, que levariam anos para sair do papel, além de depender da realização de concurso público para colocar o hospital em funcionamento. A medida movimenta a economia, gera empregos e valoriza os profissionais da área.

    Prof. Mocellin (Partido Verde) - A instalação de um Hospital público Veterinário se baseia em uma estratégia que visa compreender e resolver os problemas contemporâneos de saúde criados pela convergência humana, animal e ambiental, conceito conhecido como “Saúde Única”. Esta abordagem vem incentivar a atuação conjunta para atingir saúde ótima para as pessoas, animais e do ambiente.

     

     

     

  • Candidatos opinam sobre a criação de pets em Curitiba

    Um das propostas para a proteção animal do candidato do PSL
    Um das propostas para a proteção animal do candidato do PSL

    Uma proposta do candidato a prefeito de Curitiba pelo PSL, Fernando Francischini, pretende autorizar a criação de animais de estimação, em Curitiba. Ironicamente esta medida é um dos compromissos de campanha voltados à proteção animal. Os protetores animais e Ongs do segmento se posicionam contra a procriação de pets e o comércio deles e incentivam a adoção responsável. A proposta do candidato do PSL também contraria a legislação vigente conforme a lei 13.914 – 2011, que proíbe a criação e disciplina o comércio de animais de estimação na capital paranaense.  

    Para saber o que pensam os outros candidatos à Prefeitura de Curitiba, o Blog Papo Pet perguntou qual a opinião deles sobre a criação de animais de estimação na cidade, considerando que já existe uma legislação que proíbe a prática.  

    A FAVOR da criação de animais de estimação em Curitiba

    - FRANCISCHINI (PSL)

    O Blog fez contato com a campanha de Francischini para saber qual a justificativa para esta proposta. Até o momento, não houve retorno.

    - PAULO OPUSKA (PT)

    "A lei municipal deveria estabelecer condições especiais para a criação comercial de certos animais domésticos no território de Curitiba. A proibição generalizada, se bem evita situações que põem em risco a saúde pública, fere o direito individual de criação comercial de determinados animais, como cães e gatos, que – devemos reconhecer- ocorre na prática. É melhor regular e fiscalizar a criação comercial, inclusive cobrando taxas e aplicando multas, que relegar essa prática à clandestinidade. É necessário recolocar em discussão o tema com a sociedade e modernizar a legislação. E, paralelo a isso, incentivar a adoção de animais para que a cultura vá se alterando"

    CONTRA a criação de animais de estimação em Curitiba 

    - CAROL ARNS (Podemos) - “Faço parte da legião que tem zelo, respeito e apreço pelos animais.  Sou contra ter fábricas de filhotes para comercialização. Em vez disso, vou apoiar soluções para promover a adoção e o cuidado dos animais”.

    - CHRISTIANE YARED  (PL) – “Somos radicalmente contra criadouros de animais em Curitiba. Porque não vamos tratar animais como bichos e sim com o respeito que tem que existir para termos um convívio harmônico. Quem quer criadouros é porque quer fazer do animal aquela coisa de bicho. Nós não pensamos assim. Nossa concepção dos pets inclui um registro único para todo animalzinho curitibano. Esse registro vai ter o controle de todas as vacinações, que serão feitas de forma pública, através de projeto público-privado que vai envolver as universidades”

    - GOURA (PDT) – “Vale lembrar a importância de uma discussão ampla sobre os direitos dos animais, sobre uma educação ambiental que trate os animais como seres sencientes. Só assim poderemos ter uma política pública séria nesse sentido. E posturas de verdade, para tratar os animais com a dignidade que eles merecem, passam também pela proibição de criação de filhotes para fins comerciais. Na minha opinião, isso é inconcebível. Os animais não podem jamais ser vistos como objetos, cuja tarefa é apenas nos proporcionar entretenimento. Se queremos tratá-los com carinho, que seja de uma forma ampla, a começar pelo respeito que eles merecem como seres vivos, pois possuem uma missão especial entre nós: dar e receber carinho e amor”.

    - GRECA (DEM) – “A Rede de Proteção Animal de Curitiba é referência em todo o país e nosso papel como Poder Público é fiscalizar e fazer cumprir a lei válida, que hoje restringe a criação e estabelece as regras para a venda de animais. Nos últimos quatro anos, o município desenvolveu várias ações de orientação e de fiscalização, com criadores buscando se regularizar, transferindo toda a estrutura para municípios com zona rural compatível com a criação de animais. Campanhas de adoção e guarda-responsável, implantação da Unidade de Resgate Animal e o maior programa de castração gratuita da história de Curitiba são exemplos da excelência da minha gestão na atenção aos animais”.

    - PROF. MOCELLIN (Partido Verde) – “Eu sou contra a criação de animais de estimação para venda em qualquer lugar, não só em Curitiba. A Lei não resolve porque criam animais na região metropolitana e vendem na cidade. Os animais acabam sendo criados em situações precárias, em criadouros clandestinos, ou na região metropolitana, e comercializados na cidade em larga escala. Como regra, sou contra a venda de animais e a forma como são expostos à venda. Sou a favor da adoção responsável dos animais que já existem. Acredito que a reprodução para venda é negativa, pois aumenta um problema já existente: a superpopulação de animais domésticos. Todos sabem que mesmo animais de raça são abandonados. A reprodução para venda não ajuda em nada a causa animal, somente contribui para a exploração de seres inocentes que muitas vezes procriam em condições péssimas, para satisfazer a ganância dos donos”.

    - SAMARA GARRATINI (PSTU) – “Nós defendemos uma relação de fato responsável com a natureza e consequentemente com os animais. Achamos um absurdo pensar a criação de animais somente como mercadorias, para tudo existe uma função social. Em relação à criação de pets precisamos levar em conta a saúde e o bem estar dos animais e, portanto manter a proibição de criação destes dentro da cidade é necessário que eles tenham espaço e segurança, mantendo assim a criação somente na área rural”.

    NÃO SE POSICIONOU CONTRA OU A FAVOR sobre a criação de animais de estimação em Curitiba:

    - DR. JOÃO GUILHERME (Novo) - “A principal questão é pensar no bem-estar dos animais, na integridade fisiológica e emocional e nas relações sociais dos animais. A Lei em si não é pauta de campanha. Antes de tomar decisão a respeito de qualquer proposta de mudança, é preciso dialogar com todas as partes envolvidas na causa animal: população, criadores e protetores, para que se possa atender da melhor forma as necessidades dos animais”.

    Não responderam:

    • Camila Lanes (PC do B)
    • Eloy Casagrande (Rede) 
    • João Arruda (MDB)
    • Letícia Lanz (Psol)
    • Marisa Lobo (Avante)
    • Zé Boni (PTC)

    Mande sua opinião para o Blog:

    Email: blogpapopet@gmail.com

    @papopet 

  • Fórum de Defesa dos Animais avalia propostas para a Proteção Animal

    O Blog Papo Pet publicou, desde 4 de outubro, Dia dos Animais, uma série sobre as propostas para a Proteção Animal dos candidatos à Prefeitura de Curitiba. Contamos com a participação de 12, dos 16 candidatos: Rafael Greca, Christiane Yared, Goura, Prof. Mocellin, Dr. Guilherme, João Arruda, Francischini, Eloy Casagrande, Marisa Lobo, Carol Arns, Paulo Opuszka e Leticia Lanz.     

    A partir das publicações feita no Blog Papo Pet pedimos ao Fórum de Defesa dos Animais de Curitiba e Região, fundado em 2003, para analisar as propostas encaminhadas pelos candidatos.

    Para a secretária executiva do FDDA e educadora ambiental, Laélia Tonhozi, se as propostas fossem reunidas, retirando algumas esdrúxulas e até ilegais, teríamos um bom desenho do que a cidade de Curitiba precisaria para efetivamente atender os interesses dos animais. “Evidente fica também, um certo desconhecimento por parte de alguns candidatos/as, sobre as políticas já existentes, bem como da legislação”, analisa.

    Sobre uma das propostas, que se refere à criação de animais domésticos em Curitiba, Laelia ressalta que existe legislação que impede, incluindo a criação para o consumo, bem como não condiz com o contexto ético de avanço civilizatório que se quer atingir.

    A educadora ambiental também reflete sobre a falta de conhecimento de alguns candidatos. “Há críticas a serviços muito bem desenvolvidos atualmente, como é o caso do programa de castração de cães e gatos”, explica. Para Laelia, o programa deverá ser incrementado para que se possa atingir um número maior de atendimentos. “Educa-se a população através deste procedimento de cuidado com a vida”, enfatiza.

    Ela destaca algumas ausências entre as propostas. “Não houve referência à oferta de alimentação sem adição de produtos de origem animal. É importante esta vivência por alunos/as em escolas, professores/as, servidores/as”, comenta. “As Políticas de Educação Ambiental Humanitária também foram pouco exploradas pelos candidatos/as: é necessário o desenvolvimento e o fortalecimento de valores para o respeito a todos os seres”, analisa.  

    Laélia lembra que o vitorioso/a deverá cumprir a lei que proíbe os fogos de artifícios de grande impacto a partir de 1º de dezembro. “Sem chance para o barulho”, diz. E ressalta ser fundamental o diálogo com a sociedade, com as organizações da sociedade civil e de protetores e protetoras que apoiam o Estado e que devem ter seu serviço reconhecido e respeitado, sem estigmas ou preconceitos.  Lembrar sempre que a vida forma um continuum único. E que a cidade é de todos”, finaliza.

    O FDDA destaca-se entre as boas ideias:

     - Criação do Centro de Referência de Animais Silvestres em Risco e atendimento móvel a estes animais;

    - Ações para o combate ao tráfico de animais, bem como o manejo ético de animais silvestres;

    - Transformação do Zoológico em Centro de Conservação da Vida Selvagem, no objetivo de mudar o conceito de zoo como espaço de confinamento de animais e de visitação pública.

    - Reafirmar o conceito de Saúde Única: considerar a interdependência de todos os seres, humanos e não humanos e o meio ambiente, em relação sistêmica e integrada, buscando o bem estar de todos;

    - Manter as políticas já existentes e que são fruto de muita luta pelo segmento de defesa dos animais.

    - Incrementar o controle ético de cães gatos e melhor instrumentalizar a fiscalização de maus tratos, atendimento médico veterinário, estímulos a adoção responsável;

    - Ampliação do Centro de Referência de Animais em Situação de Risco, bem como seu melhor aparelhamento para atender a população e os animais, com contratação de pessoal, ambulância veterinária, entre outros;

    - Incrementar o acesso da população aos atendimentos médico-veterinários, sempre considerando que mais importante do que a condição e o interesse do tutor/a, é a necessidade do animal, na busca do alívio da dor e do sofrimento;

    - Hospital veterinário ou clínicas públicas: necessário avaliar bem esta possibilidade. Talvez o credenciamento de clínicas, parcerias com universidades, etc.  O que podemos adiantar é que o segmento, de forma majoritária, deseja um hospital veterinário público;

    - Aplicação da legislação existente, que é boa, devendo ser estabelecido algo como um Código de Direito Animal, ou uma lei que garanta as políticas para a fauna doméstica, silvestre e sinantropica, ambiente equilibrado, fontes de receitas.

    - Conselho Tutelar Animal, regionalizado: parece uma ideia boa. Teria que ser melhor estudado;

    - Criar legislação e garantias para os animais comunitário, lembrando que temos legislação estadual que já prevê a figura do “cão comunitário”

    - Inventário da fauna da cidade e censo animal para conhecer o perfil da população de cães e gatos. É necessário ter números e perfis para termos os indicadores para as políticas públicas;

    - Envolvimento de universidades, centros de pesquisas e organizações na definição, desenvolvimento e acompanhamento das políticas. Gerar o sentimento de pertencimento e de cidadania é fundamental!

    Sobre o Fórum de Defesa dos Direitos dos Animais de Curitiba e Região:  fundado em 2003 está em constante luta e vigilância! Estamos abertos/as ao diálogo permanente e contamos com a transparência das ações e políticas para bem atender os interesses dos animais, que têm interesse em viver e em não sofrer!

    Laélia Tonhozi é Educadora Ambiental Humanitária, do Movimento SOSBICHO e do FDDA Curitiba e Região

  • PSOL e a Proteção Animal

    O Blog Papo Pet publica desde 4 de outubro a série sobre Proteção Animal com os candidatos à Prefeitura de Curitiba. A candidata do PSOL, Letícia Lanz, não enviou propostas para a área, mas comentou de forma geral sobre a proteção animal. “Precisamos abordar medidas de cuidados e proteção aos animais, em Curitiba. O recolhimento de cachorros e gatos das ruas, a vacina e a castração. A castração disponibilizada para famílias de baixa renda ainda tem muitas burocracias e falhas no processo. Nem sempre uma pessoa que não se encaixa em baixa renda, consegue pagar todas as suas contas e mais uma castração”, diz. 

    “Queremos viabilizar mais ongs animais e aproximar as que já existem da Prefeitura. Queremos trazer a população que se solidariza e as líderes das ongs para ouvi-los, saber quais são as necessidades, torná-los parte das decisões. Podemos trazer dos outros estados, as legislações já aprovadas pelo PSOL a respeito de fogos de artifício, vacinação, dentre outras”, finaliza. 

     

  • PT apresenta propostas para a Proteção Animal

    O Blog Papo Pet desde 4 de outubro, Dia dos Animais, tem publicado as propostas para a Proteção Animal dos candidatos à Prefeitura de Curitiba.  O candidato do PT, Paulo Opuszka, apresenta o que prevê seu plano de governo para a área. “É importante que a Prefeitura Municipal atue simultaneamente em três direções, protegendo os animais silvestres, dando suporte ao atendimento dos animais domésticos e domesticados, em especial aos que estão sem tutor, e provendo de recursos as instituições municipais com animais (Passeio Público e Zoológico de Curitiba)”, comenta.

    Propostas para a proteção animal

    1. Realizar um programa permanente e gratuito de castração de gatos e cães;

    2. Ampliar e fortalecer a relação com as entidades de proteção aos animais;

    3. Criar uma clínica municipal de atendimento veterinário, com veículo de atendimento móvel para emergências;

    4.  Estabelecer e incentivar redes de apoio aos animais abandonados;

    5. Ampliar o orçamento do Zoológico mediante parceria com empresas privadas, que patrocinem ações específicas;

    6. Reestruturar o Passeio Público sob o prisma do bem-estar dos animais residentes;

    7. Realizar um novo inventário da fauna da cidade, envolvendo entidades, escolas e universidades;

    8. Promover campanhas de conscientização da importância de preservação da fauna urbana;

    9. Criar um programa específico de proteção da fauna nativa, em especial dos agentes polinizadores;

     

  • Proteção Animal nos planos do Podemos

    A candidata à Prefeitura de Curitiba pelo Podemos, Carol Arns, tem entre suas propostas para a Proteção Animal apoiar iniciativas voltadas ao treinamento de cães guia para aumentar a oferta destes animais para os cegos.“Sempre gostei muito de animais, especialmente de cachorros. Venho de uma formação franciscana, que sempre valorizou muito o contato com a natureza e com os animais. Por isso, reconheço a importância de iniciativas que atuam no cuidado, proteção e adoção de animais em nossa cidade. Essas organizações poderão contar com nosso apoio e valorização. Elas serão importantes parcerias para ampliarmos a capacidade de atendimento da Rede de Proteção Animal de Curitiba”, diz Carol.

    Propostas para a área da proteção animal:

    - Ampliar a capacidade da Rede de Proteção Animal do município de Curitiba, com mais articulação como os setores públicos envolvidos, as iniciativas particulares e as organizações do terceiro setor, e responder com mais agilidade às necessidades de cuidado e proteção dos animais.

    - Promover estratégias de comunicação e informação sobre cuidados com os animais, a higiene e o descarte adequado dos dejetos durante os passeios e alertar sobre responsabilidades legais nas situações de maus tratos, conforme previsto na legislação.

    - Estabelecer soluções tecnológicas para facilitar o registro de cães e gatos, facilitar a identificação e atender com agilidade e descentralizado nos bairros as demandas para esterilizar os animais na idade adequada.

    - Apoiar as organizações da sociedade que promovem a proteção animal e incentivar a adoção dos animais.

    - Firmar parceria com clínicas e consultórios veterinários para ampliar a capacidade de atendimento dos serviços públicos para os animais.

    - Apoiar iniciativas voltadas ao treinamento de cães guia para aumentar a oferta destes animais para os cegos.

  • Candidata do Avante diz que vai manter o que funciona na Proteção Animal

    A candidata à Prefeitura de Curitiba pelo Avante, Marisa Lobo, afirma que, se eleita, vai dedicar atenção especial às políticas de proteção ao meio ambiente e ao combate aos maus-tratos aos animais. Segundo Marisa, ela se compromete a manter o que já funciona bem neste setor da administração municipal e aperfeiçoar aquilo que for necessário.

    "Meu compromisso com os amantes e defensores dos pets é de uma pessoa com sensibilidade e preocupada com o bem-estar dos animais de estimação ou silvestres que habitam nossa cidade", diz Marisa.

    A candidata não enviou propostas específicas do plano de governo sobre Proteção Animal.  

    Desde 4 de outubro, Dia dos Animais, o Blog Papo Pet tem publicado as propostas dos candidatos a prefeito de Curitiba para a Proteção Animal. 

    blogpapopet@gmail.com  

    @papopet

  • Pesquisa vai avaliar pets de tutores contaminados com a Covid-9

    A UFPR precisa de voluntários para a pesquisa inédita no Brasil que vai avaliar cães e gatos de tutores que foram diagnosticados com a Covid-19.

    Na foto a vira-lata Marrom, de uma tutora que testou positivo para a Covid-19 de forma assintomática. Ela pode ser uma voluntária deste estudo inédito!   

    Mais informações pelo email COVID19@ufpr.br

    Saiba mais sobre o estudo:

    Um projeto de pesquisa multicêntrico coordenado pela UFPR vai avaliar cerca de mil animais com tutores que testaram positivo para covid-19 para a análise de risco de transmissão homem-animal no Brasil. Será o primeiro estudo do gênero em um país tropical, já que algo semelhante só foi desenvolvido na Itália. A equipe procura voluntários – animais cujos tutores testaram positivo para o coronavírus.

    A pesquisa, financiada pelo CNPq e Ministério da Saúde, será realizada em Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Recife (PE) e São Paulo (SP). Serão dois momentos de avaliação, com amostras biológicas coletadas com intervalo médio de sete dias, entre animais cujo tutor esteja em isolamento domiciliar, com diagnóstico laboratorial confirmado por RT-qPCR ou resposta imunológica apenas por IgM.

    De acordo com o coordenador da pesquisa, professor Alexander Biondo, do Departamento de Medicina Veterinária da UFPR, em Curitiba uma equipe de pesquisadores fará a coleta em domicílio. Caso necessário, o trabalho também poderá ser feito no Hospital Veterinário. “Se possível, também coletaremos sangue para realizar a sorologia”, explica, reforçando que “o estudo pode dar resposta definitiva sobre a susceptibilidade e o papel de cães e gatos como reservatórios do vírus”.