• Cacau, a labradora terapeuta

    Ela é apenas um filhote mas já tem uma missão muito importante. A de se tornar um cão terapeuta. Uma vez por semana, a Cacau, uma labradora de seis meses, passa parte do seu dia em uma Universidade de Curitiba onde tem aulas de adestramento positivo e aprende a socializar com a comunidade acadêmica. 

    A inspiração de trazer um cachorro para a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) veio de uma universidade americana que incentiva o contato dos alunos com o animal. Ao adotar a Cacau, a Claudia Pimpão, diretora do curso de Medicina Veterinária da PUC, viu a hora certa de começar esse projeto que já dá pistas que pode ser muito benéfico. Após o período de treinamento, que deve ser em torno de um ano, a Cacau será avaliada para saber se está apta a atuar com crianças especiais na Clínica de Odontologia da Universidade. Na foto abaixo, Cacau em ação com o adestrador e médico veterinário Victor Raphael Tavares.

    O período de socialização com os profissionais e pacientes da Clínica é muito importante. O cachorro deve estar ambientado ao local onde fará as visitas sem se assustar com os ruídos nem pular em quem trabalha ou é atendido. Por enquanto, não se sabe se a Cacau vai passar no teste de se tornar um cão terapeuta. Mas já é possível afirmar que no dia da visita dela, o pessoal fica bem mais alegre com a presença da mascote. 

    Post da Coluna impressa de sexta-feira - 18/1

  • Comida natural boa pra cachorro

    A alimentação natural para cães em substituição às rações industrializadas tem tido cada vez mais novidades no mercado pet. Além do almoço e jantar, a variedade do cardápio cresce com petiscos, bolos de aniversário e muffins. A Thaisa Salles, do Cãolinarista, de Curitiba, encontrou no segmento uma oportunidade de trabalho e desde 2016 produz marmitas para pets e outras delícias. Além da produção sob encomenda, ela também é chef pet e cozinha na casa dos tutores.

    "Em geral, o perfil de quem busca o serviço é de quem precisa mudar a alimentação do cão por causa de problemas de saúde e outra parte menor deste público já investe na prevenção substituindo o industrializado por uma dieta natural", conta a Thaisa, sempre ao lado de sua mascote, a shih tsu Fridda. Uma das grandes inspiradoras dela na criação dos cardápios e provadora oficial das delícias.

    A chef pet conta que todos os preparos começam com uma prescrição de receita definida por veterinários. A comida não tem temperos e principalmente sal. Eles podem ser adicionados posteriormente no pote, seguindo a orientação de um profissional. Carnes, carboidratos e legumes fazem parte dos preparos. Já os bolos tem sabores variados: carne com vegetais, frango com ervas e frutas com aveia. E tudo sem açucar. Feitos com farinha de aveias.

    Para saber mais sobre os cardápios acesse o site: www.caolinarista.com

     

  • Dia de São Francisco com benção dos pets

    Dia de São Francisco de Assis é dia de bênção dos animais! Os pets podem ser abençoados nesta quinta-feira (4), das 10h às 16h, no Câmpus Curitiba da PUCPR, no pátio em frente à capela universitária. Ah, não esqueçam. Coleira e guia nos cães e caixa de transporte para os gatinhos.   

    Além da benção, quem for ao Câmpus da Universidade poderá receber orientações sobre manejo alimentar e geral para pets, incluindo obesidade canina e felina e profilaxia dentária.

    Adoção - Pelo segundo ano consecutivo acontecerá paralelamente à Benção dos Animais a Feira de Adoção de Cães. A ação faz parte do Projeto de Reabilitação e Sociabilização de Cães para Adoção e terá cães castrados, vacinados, vermifugados e medicados com antipulgas e carrapaticida.

    Serviço

    Bênção dos Animais de Estimação

    Data: quinta-feira (04/10).

    Horário: das 10 às 16h.

    Local: pátio em frente à capela Jesus Mestre – Câmpus Curitiba da PUCPR. Rua Imaculada Conceição, 1155. O estacionamento é pago.

  • 10 verdades sobre cães

    O especialista em comportamento canino, Ricardo Tamborini, lista 10 verdades sobre cães. Será que você concorda com o profissional?  

    1) “Meu cachorro destruiu o sofá para me punir porque o deixei sozinho o dia inteiro”.

    A verdade: Vingança exigiria raciocínio além da capacidade canina. Uma explicação melhor: a solidão causa ansiedade e o cão extravasa latindo, mordendo e destruindo
    objetos.

    2) “Ele está com o rabo entre as pernas porque sabe que fez coisa errada e se sente culpado”.

    A verdade: Cães não sentem culpa. É a experiência que o leva a associar lixo espalhado com bronca e dono nervoso.

    3) “Vou viajar por três semanas e tenho medo que o meu cachorro sinta saudade”.

    A verdade: Tanto faz uma ou três semanas, pois a noção de tempo do cão é limitada. Ele se desespera no começo, pois percebe a ausência, mas depois tende a se acostumar.

    4) “O cão fez xixi no meu travesseiro por desaforo porque eu lhe dei uma bronca”.

    A verdade: Não se trata de desaforo. O xixi serve para demarcar território. Como o animal se sente desafiado, deixa seu cheiro num lugar onde quem o puniu passe muito tempo.

    5) “Ele sabe quando eu estou triste ou deprimido. Até parece que consegue ler meus pensamentos”.

    A verdade: O cão é especialista em detectar mudanças na expressão, no tom de voz, no cheiro e nas atitudes humanas. Mas só o homem é capaz de avaliar o pensamento alheio.

    6) “Ele entenda tudo o que eu falo”.

    A verdade: Um cão pode aprender duas centenas de expressões. É só. Não entende frases complexas e, obviamente, não tem noção de sintaxe.

    7) “É preciso esfregar o focinho do cachorro na bagunça (ou no xixi) e bater nele ou gritar para que aprenda a não fazer mais isso”.

    A verdade: A punição só tem efeito se o cão for pego em flagrante. Ele é incapaz de associar a bronca com o ocorrido horas depois de ter aprontado. E bater não resolve o problema!

    8) “Ele adora ver filmes e novelas na TV”.

    A verdade: O barulho e as imagens atraem a atenção do cão, em geral por pouco tempo. Mas ele tende a imitar o comportamento humano e, se os donos elogiarem, sente-se estimulado a continuar diante da TV.

    9) “Ele ficou agressivo desde que eu trouxe outro filhote para casa. Está com ciúme e tem medo de que eu não goste mais dele”.

    A verdade: O cão protege seu território e disputa a atenção dos donos. Isso o faz ficar mais agressivo.

    10) “Meu cão é muito vaidoso, sente-se bonito quando toma banho e coloca uma roupa nova. Se a gente não elogia, fica chateado”.

    A verdade: Um cão conhece o próprio cheiro, mas é incapaz de reconhecer sua imagem no espelho. Ele não vai se achar feio ou bonito. O que o deixa contente são os elogios e afagos humanos.

     

  • Vida de pet na tv

     

    O dia a dia dos pets e de seus humanos de estimação, esses em menor evidência, ganha um novo espaço na televisão. O quadro Vida de Pet estreia, nesta sexta-feira (31), no Jornal Almoço com o Paraná, da TV Paraná Educativa. A veiculação será semanal, às sextas, a partir das 12h, em duas temporadas.

    No primeiro episódio, a rotina de cães durante o dia em uma chácara creche, em Curitiba. A alternativa surge como uma excelente opção para quem fica fora de casa e não quer deixar os bichinhos sozinhos. O local permite que eles sejam livres para brincar e curtir a natureza e conta com monitores para lá de apaixonados.  

    O Vida de Pet também vai mostrar, na primeira temporada, o trabalho de um casal de Curitiba, já premiado internacionalmente pela fotografia pet, e que faz ensaios fotográficos pra lá de especiais com cães, gatos e outros animais de estimação. O ensaio da gata Dóris (na foto) ficou um arraso.  

    Foto: Nadalin Fotografia

    Pets - O IBGE estimou em 2013 a população de cachorros em domicílios brasileiros em 52,2 milhões. O Paraná é o estado brasileiro com o maior número de cães por casa. A presença de gatos, equivale a 11,5 milhões de unidades domiciliares no país.

    Créditos fotos: Na chácara, Cristiano Oliveira /  Gata Dóris -  Nadalin Fotografias

  • Medicamentos formulados para pets

    Se o seu gatinho, cachorro ou outro animal de estimação detestam tomar os medicamentos tradicionais, uma alternativa é consultar o seu veterinário para saber a possibilidade de prescrever um remédio formulado.

    O Papo Pet conversou com a farmacêutica da Drogavet, Curitiba, Thereza Denes, para saber um pouco mais sobre as fórmulas manipuladas.

    Papo Pet: quais medicações costumam ser manipulados?

    Farmacêutica: com raras exceções, como no caso de alguns medicamentos para o tratamento de câncer e algumas substâncias incompatíveis com algum ingrediente da fórmula de biscoitos, é possível manipular qualquer medicamento e inúmeras associações medicamentosas nesta forma farmacêutica. O biscoito será mais atrativo para o animal, quando a substância incorporada for mais facilmente mascarada pelos ingredientes responsáveis pelo sabor dos biscoitos, que são os edulcorantes e flavorizantes, que, juntos, irão proporcionar odor e sabor à fórmula.

    Papo Pet: quais são os sabores?

    Farmacêutica: temos entre os doces, amendoim, avelã, banana, baunilha, canela, chocolate, doce de leite, framboesa, leite condensado, maçã, menta e morango. E sabores salgados: bacon, carne, cenoura, costela, frango, linguiça, manteiga, pão, peixe, picanha, queijo e salsicha/vina

    Também existem combinações doces ou salgadas: é possível associar flavorizantes para criar sabores diferenciados como: banana com canela, chocolate com menta, maçã com canela, morango com leite condensado. Há também carne com queijo, costela com linguiça, frango com bacon, pão com linguiça, pão com manteiga, picanha com queijo.

    Papo Pet: existem outras apresentações, além dos tradicionais biscoitos?

    Farmacêutica: sim, os biscoitos são destinado aos cães. Temos também a pasta oral, que é recomendada para os gatos, aplicada nas patinhas, disponível nos sabores leite condensado e peixe. Quanto aos pets de menor porte, como hamster e porquinho da índia, a recomendação é para o uso dos manipulados em xaropes adocicados, no sabor avelã ou maçã, administrados em gotas. Outras formas farmacêuticas são: colírios, xampus, condicionadores, emulsões, enemas, florais, géis, mousse, pomadas, pós ou sachês, filme oral (que derrete ao ter contato com a saliva), cápsulas, soluções, suspensões e sprays.

    Papo Pet: algum medicamento é possível comprar sem receita?

    Farmacêutica: em regra, os medicamentos são manipulados mediante a apresentação da receita, mas a rede oferece produtos, como: florais, antipulgas, vermífugos, produtos de higiene e beleza como shampoos, condicionadores, finalizadores e ceruminolíticos, sem a necessidade da mesma.

    Fotos: Priscilla Fiedller / Divulgação Drogavet

     

  • Funeral pet

    A expectativa de vida de cães e gatos tem aumentado. Os avanços dos estudos veterinários sobre alimentação, tratamentos de saúde somados às técnicas de cirurgias mais modernas colaboram para os animais de estimação viverem cada vez mais. Mesmo assim, esses bichinhos que tanto tornam melhor a vida dos humanos, vivem bem menos do que nós. E é sempre bom saber que mesmo na hora do adeus, é possível ter um atendimento especializado. Porque é certo, que diferente dos humanos eles vão direto para o céu, sem escalas.  

    Pensando na hora da partida, as funerárias têm ofertado o serviço de cremação também para os pets. Enterrar animais em locais inapropriados, como o quintal de casa, apesar de ser uma alternativa mais barata, contamina o solo. O certo é fazer como a cabeleireira  Silvana, do Rio de Janeiro. Ela optou pela cremação do poodle Doug, de 11 anos. “Ele era grudado com toda a família. A caixinha com as cinzas está bem guardada em casa”, conta. Silvana ressalta o atendimento da funerária RIOPAE contratada para o serviço, que deixou a família confortada apesar de tanta tristeza.

    A empresa RIOPAE retira o animal na residência, providencia a cremação individual e retorna com a urna com as cinzas para os tutores. Fundada em 2000, em São João do Meriti (RJ), a empresa, que atua em toda Zona Oeste da cidade, tem notado uma crescente procura pelo funeral pet. Reflexo da conscientização sobre a melhor maneira de dar o destino correto para os pets após a morte.  

    RIOPAE - Atualmente, conta 88 mil associados em seus vários planos de assistência funeral, médica, odontológica, jurídica e de seguros. O objetivo é proporcionar proteção e qualidade de vida para toda a família. Com a missão de humanizar o tratamento aos associados e seus familiares, a RIOPAE tem se consolidado como uma das líderes em seu segmento. Mais informações no site 

     

  • Shopping Curitiba oferece carrinhos para pets

    Agora tem carrinho para pets no Shopping Curitiba. Achei bem interessante. Para alguns pode parecer algo excêntrico, mas é muito útil. Alguns cães têm problemas nas articulações, escorregam no piso, problemas cardíacos e não podem andar muito ou nem sempre o tutor consegue ficar com o bichinho no colo por causa do peso. Acho até mais legal, se for para circular no Shopping, ficar com o bichinho no carrinho. 

    O empréstimo do carrinho é feito de forma gratuita e o cliente pode ficar o tempo necessário com o ele, durante o horário de funcionamento, contanto que devolva-o no mesmo dia da retirada. Para utilizar o serviço, basta fazer um cadastro na recepção (piso L3).

    Os carrinhos podem ser utilizados por pets de até 15kg. Os demais portes podem circular com seus donos com guias e coleiras, seguindo as regras disponíveis no site www.shoppingcuritiba.com.br .

  • Alimentação de gente pode trazer riscos à saúde dos pets

    Quem não resiste em dividir a refeição com o pet? Cães são experts em pedir, latem, pulam, dançam, fazem de tudo para ganhar o que querem. Gatos também sabem convencer. Mas comida humana pode comprometer a saúde de seu bichinho de estimação. 

    Veja o que diz uma pesquisa sobre o tema! 

     

    Atualmente, 59% dos cães e 52% dos gatos em todo o mundo estão acima do peso e esses números podem ser explicados pelas novas relações entre os donos e seus pets. Uma pesquisa internacional realizada com tutores de animais de estimação do Brasil, China, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos, mostrou que 59% dos tutores de cães e gatos disseram que se sentem recompensados ao alimentar seu animal de estimação e 77% disseram que seu animal fica feliz quando oferecem alimento a ele. Esses resultados foram apresentados durante o Congresso ROYAL CANIN® sobre Controle de Peso,  que ocorreu no Reino Unido no início deste ano.

     

    Para o médico-veterinário e professor da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Unesp Jaboticabal, Dr. Aulus Carciofi, o crescimento da obesidade nos pets pode ser explicado por uma combinação de fatores: mudança de ambiente, castração e a humanização dos pets. “Hoje, os cães e gatos ficam em casa, eles não se exercitam como faziam há 20 anos, não o mesmo que fazem hoje, com um passeio. A castração também pode ocasionar a obesidade, apesar dos benefícios que traz, e tudo isso ainda é somado com a humanização, que é tratar os pets como membros da família. A comida possui uma relação afetiva com o ser humano, por isso achamos que estamos demonstrando amor ao ceder mais um petisco”, explica Carciofi.


    A matéria completa pode ser acessada no site

    Fonte: Comunicação PET South America

     

  • Ato Cruelty free em SP

    Atenção, São Paulo!
     
    A The Body Shop com apoio da Natura e em parceria com a ONG AMPARA Animal convida para a Caminhada Contra Testes em Animais, no domingo (29). Além da mobilização na Av. Paulista, o ato contará com feira de adoção, pinturas e muitas atrações para os pets e familiares!
     

  • Expopet Curitiba 2018 começa na sexta (27)

    Pioneira e inovadora, a Expopet será voltada para que o público e seus animais de estimação possam acompanhar novidades e lançamentos do setor através das principais marcas e empresas de produtos e serviços. Ela também é dirigida para empresários do setor e profissionais da área.

    Mais de 50 expositores de vários estados brasileiros participarão da EXPOPET CURITIBA apresentando diversos produtos, entre eles: alimentares/nutrição, higiene, saúde, beleza, roupas e acessórios, voltados para pets de quatro patas. Outro diferencial é que os expositores estarão oferecendo os produtos e serviços com preços de feira.

    O organizador do evento Uermeson Pereira, da WP Feiras e Eventos, comenta que este mercado está em alta e que visitar a feira é uma ótima oportunidade para as famílias que tem bichinhos de estimação. “O segmento pet em Curitiba vem crescendo e a feira será uma ótima oportunidade para que o público possa acompanhar as novidades para pets e ainda comprar com preços diferenciados, por ser uma feira voltada para o segmento. Por isso e pelos atrativos, vale a pena conferir".

    O ingresso poderá ser adquirido diretamente na bilheteria do Expo Renault Barigui, durante os três dias de evento. No dia 27 de julho, a feira estará aberta das 13h às 22 horas, no dia 28 de julho das 10h às 22 horas e no dia 29 de julho, das 10h às 21h.

    ATRAÇÕES EXPOPET CURITIBA 2018

    Uma das grandes atrações será a presença do aventureiro, biólogo e apresentador Richard Rasmussen, que ocorrerá no sábado, dia 28 de julho, às 15h na passarela pet. Outro destaque, será a Feira de Adoção que reunirá diversas ongs, com o apoio da rede de proteção animal de Curitiba, onde o visitante terá a oportunidade de adotar um novo integrante de quatro patas para sua família.

    Já os pets poderão brilhar em sua visita a EXPOPET CURITIBA, participando do Desfile Pet com várias premiações. Na passarela pet você ainda poderá curtir e acompanhar o campeonato de tosa. Outras atrações ficam por conta da Arena Pet e para descansar depois do passeio tem o Espaço Família.

    SERVIÇO:

    EXPOPET CURITIBA 2018

    Data: 27 a 29 de julho de 2018

    Horários de funcionamento:

    Sexta-feira (27/07) – 13h às 22h

    Sábado (28/07) – 10h às 22h

    Domingo (29/07) – 10h às 21h

    Local: Centro de Exposições  - Expo Renault Barigui (Parque Barigui) - Rua Batista Ganz, 430 - Santo Inácio - Curitiba/PR

    Estacionamento: estacionamento público do Parque Barigui

    Ingressos:  Comprar na hora, direto na bilheteria.

    Valor da entrada: R$ 10.00

  • Inverno dá fome?

    Seu pet precisa comer mais no inverno. Sim ou Não? Confira o que diz a especialista.

     
    De acordo com Keila Regina de Godoy, médica veterinária e gerente de capacitação técnica da PremieRpet, empresa especialista em alimentos de alta qualidade para cães e gatos, o inverno brasileiro pode ser considerado ameno e não demanda um incremento de calorias para os pets. “Estamos em um país tropical onde o inverno é ameno. E devemos levar em conta que a grande maioria dos pets que têm dono, vive dentro de casa e não fica exposta por longos períodos às baixas temperaturas. Muitos possuem camas, roupinhas e cobertores para se abrigar do frio”, explica Keila.
    Segundo ela, a situação é diferente de países onde o frio é muito intenso e, de fato, o organismo dos animais têm um gasto energético adicional para manter a temperatura corporal. “Nesses locais de inverno rigoroso, sim, os cães e gatos podem necessitar de um incremento na quantidade de alimentação para compensar as necessidades, principalmente se frequentam áreas externas à residência”, esclarece.

    Portanto, fica o alerta: no Brasil o inverno não é desculpa para aumentar a comida do pet! “Exceto se o animal em questão vive ao relento em um local de frio intenso, por exemplo, um cão de pastoreio no Rio Grande do Sul”, exemplifica Keila. Em caso de dúvidas, ela orienta consultar sempre o médico veterinário antes de mudar algo na alimentação do pet.

    E atenção: nos meses frios é muito importante não descuidar da hidratação do pet, pois ele pode sentir menos sede e consequentemente ingerir menos água. É importante caprichar na oferta de água, sempre limpa e fresca, e evitar muita exposição a aquecedores.
  • Como enxerga seu pet?

    Com menos cores, mas com uma visão periférica poderosa, os pets veem o mundo de uma forma única!

    Em preto e branco, cinza, com apenas duas cores, muitos são os mitos em torno da visão dos cães, porém o fato é que os pets realmente enxergam o mundo de forma diferente dos humanos. “Os cones, células sensíveis às cores que estão presentes na retina dos cães, detectam apenas algumas tonalidades, assimilando o restante como sendo cores repetidas. Além disso, os cães não enxergam o vermelho e o verde”, explica a médica veterinária e Gerente de Produtos da Unidade Pet da Ceva Saúde Animal, Priscila Brabec.

    Apesar da deficiência na identificação das cores, os cães possuem uma visão periférica superior a dos humanos, o que faz com que consigam enxergar objetos que estão fora de seu campo de visão, principalmente quando estão em movimento.

    Estima-se que a visão dos cães chegue a um ângulo de alcance de até 250°. Isso é possível por conta da constituição fisiológica da retina. “Os pets possuem um número elevado de bastonetes nos olhos, que são as células fotorreceptoras responsáveis pelo reconhecimento da luminosidade e dos movimentos, essa é uma das razões pela qual a visão noturna deles é mais apurada”, explica Priscila.

    Em locais de pouca luminosidade, os receptores dos olhos dos cães são ajustados para detectar movimentos. Pesquisas indicam que nessas condições os animais consigam identificar um item em movimento a 900 metros de distância, enquanto no caso de objetos estáticos, as capacidades de reconhecimento caem para aproximadamente 500 metros.

    Além disso, por conta da amplitude de visão, os cães conseguem enxergar o que está atrás deles. “Isso ocorre pois os animais possuem olhos mais laterais que permitem esse alcance maior, porém a amplitude irá variar de acordo com a raça, já que a posição dos olhos muda dependo do tipo físico do animal”, informa a veterinária.

    Por outro lado, identificar objetos muito próximos pode ser um desafio para os pets.

    “Devido à estrutura dos olhos e da órbita ocular, os cães têm maior dificuldade para focar em objetos que estejam muito próximos aos olhos”, finaliza Priscila.

    Fonte: Tantas Comunicação

  • Curitiba recebe evento felino com 80 gatos de 14 raças diferentes de 2 a 3 de junho

    Apaixonados por gatos têm uma programação imperdível no fim de semana de 2 e 3 de junho em Curitiba. Um grande evento felino vai receber nada menos que 80 bichanos de 14 diferentes raças, muitas ainda pouco conhecidas pelos brasileiros! Com realização da PremieRpet® em parceria com o CGP - Clube do Gato do Paraná, o evento reunirá criadores de gatos do Sul e Sudeste do Brasil e também da América do Sul em um grande concurso de beleza felina. Os visitantes poderão conferir também produtos exclusivos nas lojinhas, trocar experiências, além receber orientações sobre posse responsável, castração e nutrição felina com veterinários especialistas da PremieRpet®.

    O ingresso para o público é uma lata/pacote de leite em pó e toda a arrecadação será doada para três instituições: Programa do Voluntariado Paranaense - PROVOPAR, CIAF - Central Integrada de Apoio Família e SARA BRASIL. Além disso, PremieRpet® irá doar a mesma quantidade em alimentos para gatos para a ONG Beco da Esperança, que abriga cerca de 450 gatos abandonados.

    E após registrar milhares de visitantes e grande sucesso em 2016 e 2017, o tradicional evento ganha um novo endereço, com espaço mais amplo: a sede social do Paraná Clube, no bairro Água Verde.

     

    Diversidade

    Os visitantes que passarem pelo local poderão ver de perto a beleza e o exotismo de diversas raças, como: Ragdoll (com seu pelo tão macio que lembra o de um coelho), Bengal (com pelagem que lembra uma pequena onça), Maine Coon (conhecido como gigante gentil, é a maior raça que existe), Persa (raça mais conhecida pelos brasileiros), Sphynx (gato sem pelo que sempre desperta a curiosidade do público), Himalaio (gato de pelos longos e olhos azuis), British Shorthair (gato de pelagem cinza que inspirou o gato de Alice no País das Maravilhas), Abissínio (uma das mais antigas raças, de aparência selvagem e elegante), entre outros.

     

    Serviço:

    Evento do Clube do Gato do Paraná

    Patrocínio: PremieRpet®

    Data: 2 e 3 de junho de 2018

    Horário: das 13h às 18h30

    Local: Paraná Clube – sede social

    Endereço: Av. Presidente Kennedy, 2.377 – Água Verde - Curitiba

  • Como se tornar um humano-guia de cães cegos

    Quando um homem perde a visão, é comum ele poder contar com o apoio de um cão-guia. Mas quando é o animal que fica cego, a recíproca nem sempre costuma ser a mesma. Tanto o descaso quanto o desconhecimento sobre como lidar com a situação pode expor o cão a perigos desnecessários e, muitas vezes, ao abandono. Segundo dados da Ampara Animal, 10% dos cachorros que chegam aos abrigos são portadores de alguma necessidade especial, incluindo a cegueira.

     

    Para chamar a atenção a esta realidade e estimular a capacitação de humanos para que eles possam cuidar de cachorros com deficiência visual, PEDIGREE®, marca da Mars Petcare – a maior empresa de alimentos para pets do mundo -, lança Human Guides, a primeira plataforma educacional que faz o caminho inverso e forma humanos-guias de cães. Criada pela AlmapBBDO, Human Guides faz parte do conceito “Alimente o que há de melhor”, de PEDIGREE®, e visa sensibilizar sobre os cuidados necessários com os cães cegos, uma vez que ao longo de toda vida eles estiveram ao lado de seus tutores oferecendo muito amor e carinho: é hora de retribuir e nutrir este vínculo.

    Acesse a plataforma educacional Human Guides e Assista ao filme que apresenta o projeto

     

    “Assim como as pessoas estão vivendo muito mais e encontrar idosos acima dos 90 ou até 100 anos está bastante comum, de maneira similar, hoje é fácil encontrar cães com mais de 15 anos de idade fazendo companhia a seus tutores e, uma vez idoso, é natural o cão enfrentar doenças relacionadas a idade avançada como, por exemplo, a cegueira. Acreditamos no poder mágico da relação entre os cães e seus tutores. Todos os dias os cães fazem muito por nós e quando eles chegam à velhice uma série de dificuldades podem surgir. Por isso, é importante entender as necessidades dos cães cegos, adaptar as interações e rotinas que temos com eles, assim como fortalecer ainda mais os vínculos entre o tutor e o pet. PEDIGREE® Human Guides só reforça o nosso compromisso de fazer do mundo um lugar melhor para os pets”, afirma Valdir Nascimento, Gerente de Marketing da Categoria Cães da Mars Petcare.

     

    Totalmente gratuita, a plataforma conta com cinco videoaulas ministradas pelo médico-veterinário oftalmologista Pedro Mancini Guedes, especialista em cegueira canina. O conteúdo educativo ensina os tutores a criar uma rotina de alimentação e hidratação, passear na rua com segurança, desenvolver a memória do cão e a brincar de um jeito diferente.

     

    “Conviver com um cão cego pode ser um grande desafio, mas é também uma experiência muito recompensadora. Muitos tutores pensam que os cachorros nesta situação não conseguem se locomover ou que tem grandes dificuldades, mas nem sempre é verdade. O pet também passa a se adaptar e a lidar com a cegueira. E, para ajudar os tutores a se adequarem a esta nova realidade, em Human Guides compartilhamos algumas dicas fundamentais para garantir que eles sejam felizes e vivam uma vida confortável, com qualidade”, conta o médico- veterinário.

     

    A plataforma também disponibiliza uma cartilha com 12 lições que apresentam, de forma didática, o conteúdo das videoaulas. Em formato de e-book gratuito, o material pode ser consultado no site ou baixado para impressão em casa. Pôsteres da campanha também estão disponíveis no site para serem compartilhados nas redes sociais com o objetivo de espalhar a causa e atingir cada vez mais tutores de cães cegos.

     

    Fonte: Pedrigree

     

     

     

  • Prevenção para cães e gatos

    O vermífugo do seu cão está em dia? Tem dúvidas sobre esta medicação? Confira a entrevista com Alexandre Merlo, médico veterinário e gerente técnico e de Pesquisa Aplicada de Animais de Companhia da Zoetis.

    Mesmo gatos que ão saem de casa precisam de vermífugo

    Papo Pet: Qual a importância de manter o vermífugo de cães e gatos em dia? Qual a proteção que eles oferecem?

    Alexandre Merlo: Os vermífugos protegem cães e gatos de vermes, os quais podem causar diarreia, vômitos, perda de peso e retardo no desenvolvimento. Além disso, algumas verminoses são zoonoses, ou seja, podem passar do animal para o ser humano, o que reforça ainda mais a necessidade desse cuidado.

     

    Papo Pet: Cães e gatos que não saem ou passeiam pelas ruas também devem tomar?

    Alexandre Merlo: Se os cães ou os gatos não possuem vermes e vivem em um ambiente não contaminado, o risco de adquirir vermes é pequeno, porém não é nulo. Como os vermes podem ser adquiridos no solo ou alimentos contaminados, sempre existe algum risco. Existe um verme de formato achatado (Dipylidium caninum) bastante comum que o cão ou o gato adquire ao ingerir pulgas, por exemplo. Portanto, animais que ficam dentro de casa o tempo todo, sem sair à rua para passeios ou idas ao pet shop e sem contato com outros animais, estão, em teoria, sob risco menor de infecção. Para esses animais, talvez a frequência de vermifugação possa ser menor. Porém, os vermífugos não devem ser abandonados.

     

    Papo Pet: Como os vermífugos devem ser ministrados nas diferentes idades? A cada quanto tempo?

    Alexandre Merlo: A frequência de administração deve ficar sempre a critério do médico veterinário. Em geral, filhotes recebem várias doses de vermífugos até se tornarem adultos, pois eles podem ter vermes adquiridos da mãe (pela placenta ou pelo leite) ou mesmo adquirir vermes do ambiente onde vivem. Intervalos de utilização a cada três a quatro semanas são bastante comuns para filhotes. Quando adultos, a frequência pode variar de a cada 3, 6 ou 12 meses. Atualmente, existem produtos mensais para pulgas e carrapatos que também são vermífugos, ou seja, se forem utilizados regularmente, impedirão a infecção por vermes.

     

     

    Papo Pet: A quantidade da medicação é definida pelo peso?

    Alexandre Merlo: Sim, sempre pelo peso do animal.

     

     

    Papo Pet: Na fase adulta, o vermífugo deve ser dado a cada três meses? E se falhar?

    Alexandre Merlo: A frequência pode variar. Quando se utilizam vermífugos orais e o animal não faz uso regular de um vermífugo mensal, em geral é feita uma repetição do tratamento com o vermífugo três a quatro semanas depois. Isso porque, no momento da primeira administração, pode haver vermes imaturos (jovens) que são menos afetados pelo tratamento. Esses vermes, ao crescerem após algumas semanas, tornam-se mais sensíveis ao vermífugo – é aí que a repetição do tratamento tem o seu papel: eliminar os vermes jovens que não foram eliminados com a primeira dose.

     

  • Adoção no acampamento Lula Livre

    Acolher e cuidar também são atos de resistência

    Crédito: Joka Madruga

    Duas cachorrinhas, sem raça definida e sem coleira de identificação, que vagavam há dias pelas imediações do acampamento “Lula Livre”, no bairro Santa Cândida, em Curitiba, foram acolhidas pelos acampados e, agora, recebem alimento, carinho e atenção.

     

    “Lulinha”, de pelo branco e com médio porte (foto acima), foi encontrada pelo Caubói, da Caravana de Londrina. Era madrugada, fazia frio e ela estava vagando muito fraca e esfomeada pela região. Caubói e um vizinho do acampamento trataram de garantir os primeiros cuidados à cachorrinha: água limpa, comida e coberta. Também percorreram as redondezas para saber se alguém tinha perdido um cãozinho com essas características, mas foi em vão. Arrumaram uma coleirinha para passear com ela e as pessoas se revezam nessa função. Sempre tem alguém passeando e cuidando dela.

     

    Uma tarde dessas, Lulinha se soltou e foi parar do outro lado do acampamento. Ficou apreensiva e triste, mas bastou rever o londrinense Caubói para fazer festa, lamber seu rosto todo, balançar freneticamente o rabinho, como sabemos que ficam quando estão felizes.

     

    Caubói tem três cachorrinhos em casa e já avisou à família que Lulinha integrará o grupo, mas só depois que voltarem para casa. Os acampados, sempre que encontram um bichinho vagando, saem perguntando pela vizinhança do prédio da Polícia Federal, no posto de combustíveis, nos demais comércios da região. Foi assim que acharam recentemente o dono de um cachorro preto que estava perdido. Ao cuidar, asseguram alimentação, atenção e abrigo. Estabelecem lugar para o xixi e o cocô do bichinho e se responsabilizam pela limpeza do local, bem como pelos passeios, sempre guiados por coleira.

     

    Outro caso emblemático dessa acolhida e do respeito aos animais é a história da cachorrinha “Resistência” (reprodução acima), que integrantes da caravana do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC encontrou vagando na via rápida. Ela é bebê ainda e já perguntaram em tudo quanto foi canto e não encontraram quem se identificasse como dono da cachorrinha. Resistência foi adotada, colocaram nela uma bandana da campanha #LulaLivre e improvisaram uma cobertura de abrigo da chuva e do frio.

     

    Resistência passa de colo em colo no acampamento e já virou a mascotinha do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, seu futuro lar em São Bernardo do Campo, SP.

    Fonte: Thea Tavares/Agência PT

    Foto: Joka Madruga

     

  • Coelho exige cuidados especiais. Informe-se!

      Antes de cair na tentação de comprar coelhos na época da Páscoa, é bom se informar sobre os cuidados necessários para ter um bichinho desta espécie. Dá um trabalhão. Precisa ter muita vontade e disposição. "A expectativa de vida de um coelho varia entre seis e dez anos. Durante esse período o animal precisará de companhia e cuidados especiais, assim como fazemos com outros pets”, comenta a mestranda em animais silvestres e consultora técnica do HiperZoo, Maria Angélica Vieira. coelhodapascoa Informe-se - O pet center HiperZoo promove um bate-papo, nesta sexta-feira (30), com a bióloga e consultora técnica Maria Angélica Vieira e a zootecnista Tatiane Moreno e, no sábado (31), com a bióloga e o médico veterinário Dr. Marcelo Rocha Carneiro. No encontro, também serão apresentadas cinco espécies diferentes de coelhos. Limpeza - Cuidados diários são essenciais, principalmente na higiene do ambiente onde o animal vive. “É preciso limpar comedouros, bebedouros e gaiolas dos coelhos, pois são animais extremamente sensíveis, inclusive aos gases provenientes da sua própria urina”, explica o veterinário responsável pelo atendimento de animais selvagens e pets não-convencionais nos consultórios do HiperZoo, Marcelo Rocha Carneiro. Também é necessário cortar as unhas e escovar a pelagem frequentemente, sobretudo nas raças de pelos mais longos. Alimentação - Um dos principais cuidados com um pet é fornecer uma alimentação balanceada e fresca. Os coelhos devem comer ração extrusada (própria para coelhos), feno e alfafa em pequenas quantidades. “Petiscos próprios e folhas verdes escuras como espinafre, brócolis, couve, escarola, agrião, almeirão, acelga, folha de cenoura e de beterraba são permitidas”, comenta a bióloga. “Mas nada de oferecer sementes de frutas, biscoitos, pães, bolachas, doces, alface, repolho e couve-flor”, alerta. E a famosa cenoura? Esse é um mito sobre os coelhos. Eles só podem consumir pequenas quantidades do legume, pois são animais herbívoros, ou seja, alimentam-se de folhas e caules em seu habitat natural. Serviço Bate-papo sobre cuidados e manejo dos coelhos e apresentação de raças Quando: sexta-feira, 30 de março, e sábado, 31 de março, às 15h Entrada: gratuita Consultas veterinárias para animais exóticos e silvestres Quando: mediante agendamento prévio pelo telefone (41) 3015-8586 HiperZoo – atendimento durante o feriado, 30 de março a 1º de abril, das 9h às 18h Local: Rua Desembargador Westphalen, 3.448 – Curitiba/PR Telefone: (41) 3051-7777  
  • Cães de rua devem morrer de fome?

    Divulgação assinada pela Secretaria de Saúde de São José dos Pinhais pede à população que evite alimentar cães de rua em ambientes públicos onde transitam pessoas. Segundo o material “alimentar os animais não é a solução efetiva para acabar com o sofrimento deles e quem faz isso apenas prolonga esse sofrimento”. O material enumera uma série de problemas que os cães trazem, entre eles: poluição sonora com latidos e ambiental com os dejetos e ao revirarem o lixo. Também ressaltam que podem gerar uma superpopulação, pois se reproduzem facilmente. 29541819_2127024680859802_6767337226648337388_n (2) Protetoras independentes da cidade e da capital já se mobilizam indignadas nas redes sociais contra tal publicação. Não é para menos. A prefeitura de São José dos Pinhais ao usar essas mensagens dissemina ainda mais a desinformação e preconceito em relação aos cães abandonados, que são vítimas na maioria das vezes de abandono e da ausência de políticas públicas do próprio município. O animais já sofrem bastante sem abrigo, sujeitos ao frio, à chuva, ao calor, sem tratamento veterinário, e pelo que sugere a publicação devem ficar sem comer, o que deve acontecer raramente quando contam com a compaixão de algumas pessoas. No lugar desse tipo de divulgação, o município deveria esclarecer à sociedade sobre a posse responsável. Divulgar quais são os investimentos feitos para “evitar” que os animais de rua se reproduzam cada vez mais pelo município. Quais são as ações de educação ambiental feitas nas escolas municipais, as campanhas de castração e conscientização, além do investimento feito pelo município na área de proteção ambiental.
  • Coelho não é brinquedo!

    Mais uma celebração de Páscoa e com ela, infelizmente, mais abandono de coelhos. Muitos deles comprados por impulso nesta época, em sua maioria ofertados como presente para as crianças. Vale lembrar. Coelho não é brinquedo! Use os de pelúcia para decoração ou presentinho de Páscoa. Em 2015, fiz um post sobre o tema que repercuto alguns trechos já que o problema do abandono continua o mesmo.

    DSC_0668 A coelha Gema que foi escolhida após análise de muitos critérios para ser de estimação

    De acordo com a médica veterinária e criadora de mini-coelhos e coelhos anões, Emanuele Pfeiffer, a maioria dos clientes compra por mero impulso, por ser algo diferente. “Já recolhemos filhotes nas lixeiras, jogados em parques, dados a pessoas para abate, logo após a Páscoa, tudo por irresponsabilidade e descaso com a vida”, lembra. A especialista recomenda que não sejam procurados coelhinhos baratinhos para enfeite. “Desses existem vários de pelúcia à venda. Se querem um coelhinho, tenham sim mas com responsabilidade amor e carinho. De preferência, que todos da família concordem em ter um orelhudo, amando e tratando como o novo integrante que exige cuidados adequados à espécie”, orienta. SIGNIFICADO – O teólogo Luiz Alexandre Solano Rossi explica que a Páscoa traz à mente passagem. No Antigo Testamento tratava-se da libertação da violência do império para caminhar em direção à construção de uma nova sociedade de libertos e de celebração da vida. “Para os cristãos, se relaciona com a ressurreição de Jesus. Uma ressurreição que leva a pensar a vida no contraponto da morte, mas não somente a morte que é natural para cada um de nós e sim na ressurreição. A importância da ressurreição também reside na alegria do túmulo vazio. Jesus não é apenas um líder religioso. Trata-se do único que ressuscitou. Vence, portanto, as forças da morte e o próprio limite da história a fim de solidariamente viver em nós e por nós”, esclarece. COELHOS E OVOS – De acordo com Rossi, desde o Egito antigo que o coelho é considerado símbolo da fertilidade por conta de sua capacidade de reprodução. Daí derivam os ovos que remetem ao novo ser que nascerá. O chocolate faz parte de uma história mais recente. “Muito possivelmente a associação de doces com a páscoa aconteça pelas conotações de satisfação derivada do consumo de açucares e, mais especificamente, para a satisfação das indústrias de chocolate”.

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