• 12/06/2018

    Inverno dá fome?

    Seu pet precisa comer mais no inverno. Sim ou Não? Confira o que diz a especialista.

     
    De acordo com Keila Regina de Godoy, médica veterinária e gerente de capacitação técnica da PremieRpet, empresa especialista em alimentos de alta qualidade para cães e gatos, o inverno brasileiro pode ser considerado ameno e não demanda um incremento de calorias para os pets.

    “Estamos em um país tropical onde o inverno é ameno. E devemos levar em conta que a grande maioria dos pets que têm dono, vive dentro de casa e não fica exposta por longos períodos às baixas temperaturas. Muitos possuem camas, roupinhas e cobertores para se abrigar do frio”, explica Keila.

    Segundo ela, a situação é diferente de países onde o frio é muito intenso e, de fato, o organismo dos animais têm um gasto energético adicional para manter a temperatura corporal. “Nesses locais de inverno rigoroso, sim, os cães e gatos podem necessitar de um incremento na quantidade de alimentação para compensar as necessidades, principalmente se frequentam áreas externas à residência”, esclarece.

    Portanto, fica o alerta: no Brasil o inverno não é desculpa para aumentar a comida do pet! “Exceto se o animal em questão vive ao relento em um local de frio intenso, por exemplo, um cão de pastoreio no Rio Grande do Sul”, exemplifica Keila. Em caso de dúvidas, ela orienta consultar sempre o médico veterinário antes de mudar algo na alimentação do pet.

    E atenção: nos meses frios é muito importante não descuidar da hidratação do pet, pois ele pode sentir menos sede e consequentemente ingerir menos água. É importante caprichar na oferta de água, sempre limpa e fresca, e evitar muita exposição a aquecedores.
  • 30/05/2018

    Como enxerga seu pet?

    Com menos cores, mas com uma visão periférica poderosa, os pets veem o mundo de uma forma única!

    Em preto e branco, cinza, com apenas duas cores, muitos são os mitos em torno da visão dos cães, porém o fato é que os pets realmente enxergam o mundo de forma diferente dos humanos. “Os cones, células sensíveis às cores que estão presentes na retina dos cães, detectam apenas algumas tonalidades, assimilando o restante como sendo cores repetidas. Além disso, os cães não enxergam o vermelho e o verde”, explica a médica veterinária e Gerente de Produtos da Unidade Pet da Ceva Saúde Animal, Priscila Brabec.

    Apesar da deficiência na identificação das cores, os cães possuem uma visão periférica superior a dos humanos, o que faz com que consigam enxergar objetos que estão fora de seu campo de visão, principalmente quando estão em movimento.

    Estima-se que a visão dos cães chegue a um ângulo de alcance de até 250°. Isso é possível por conta da constituição fisiológica da retina. “Os pets possuem um número elevado de bastonetes nos olhos, que são as células fotorreceptoras responsáveis pelo reconhecimento da luminosidade e dos movimentos, essa é uma das razões pela qual a visão noturna deles é mais apurada”, explica Priscila.

    Em locais de pouca luminosidade, os receptores dos olhos dos cães são ajustados para detectar movimentos. Pesquisas indicam que nessas condições os animais consigam identificar um item em movimento a 900 metros de distância, enquanto no caso de objetos estáticos, as capacidades de reconhecimento caem para aproximadamente 500 metros.

    Além disso, por conta da amplitude de visão, os cães conseguem enxergar o que está atrás deles. “Isso ocorre pois os animais possuem olhos mais laterais que permitem esse alcance maior, porém a amplitude irá variar de acordo com a raça, já que a posição dos olhos muda dependo do tipo físico do animal”, informa a veterinária.

    Por outro lado, identificar objetos muito próximos pode ser um desafio para os pets.

    “Devido à estrutura dos olhos e da órbita ocular, os cães têm maior dificuldade para focar em objetos que estejam muito próximos aos olhos”, finaliza Priscila.

    Fonte: Tantas Comunicação

  • 20/05/2018

    Curitiba recebe evento felino com 80 gatos de 14 raças diferentes de 2 a 3 de junho

    Apaixonados por gatos têm uma programação imperdível no fim de semana de 2 e 3 de junho em Curitiba. Um grande evento felino vai receber nada menos que 80 bichanos de 14 diferentes raças, muitas ainda pouco conhecidas pelos brasileiros! Com realização da PremieRpet® em parceria com o CGP - Clube do Gato do Paraná, o evento reunirá criadores de gatos do Sul e Sudeste do Brasil e também da América do Sul em um grande concurso de beleza felina. Os visitantes poderão conferir também produtos exclusivos nas lojinhas, trocar experiências, além receber orientações sobre posse responsável, castração e nutrição felina com veterinários especialistas da PremieRpet®.

    O ingresso para o público é uma lata/pacote de leite em pó e toda a arrecadação será doada para três instituições: Programa do Voluntariado Paranaense - PROVOPAR, CIAF - Central Integrada de Apoio Família e SARA BRASIL. Além disso, PremieRpet® irá doar a mesma quantidade em alimentos para gatos para a ONG Beco da Esperança, que abriga cerca de 450 gatos abandonados.

    E após registrar milhares de visitantes e grande sucesso em 2016 e 2017, o tradicional evento ganha um novo endereço, com espaço mais amplo: a sede social do Paraná Clube, no bairro Água Verde.

     

    Diversidade

    Os visitantes que passarem pelo local poderão ver de perto a beleza e o exotismo de diversas raças, como: Ragdoll (com seu pelo tão macio que lembra o de um coelho), Bengal (com pelagem que lembra uma pequena onça), Maine Coon (conhecido como gigante gentil, é a maior raça que existe), Persa (raça mais conhecida pelos brasileiros), Sphynx (gato sem pelo que sempre desperta a curiosidade do público), Himalaio (gato de pelos longos e olhos azuis), British Shorthair (gato de pelagem cinza que inspirou o gato de Alice no País das Maravilhas), Abissínio (uma das mais antigas raças, de aparência selvagem e elegante), entre outros.

     

    Serviço:

    Evento do Clube do Gato do Paraná

    Patrocínio: PremieRpet®

    Data: 2 e 3 de junho de 2018

    Horário: das 13h às 18h30

    Local: Paraná Clube – sede social

    Endereço: Av. Presidente Kennedy, 2.377 – Água Verde - Curitiba

  • 20/05/2018

    Como se tornar um humano-guia de cães cegos

    Quando um homem perde a visão, é comum ele poder contar com o apoio de um cão-guia. Mas quando é o animal que fica cego, a recíproca nem sempre costuma ser a mesma. Tanto o descaso quanto o desconhecimento sobre como lidar com a situação pode expor o cão a perigos desnecessários e, muitas vezes, ao abandono. Segundo dados da Ampara Animal, 10% dos cachorros que chegam aos abrigos são portadores de alguma necessidade especial, incluindo a cegueira.

     

    Para chamar a atenção a esta realidade e estimular a capacitação de humanos para que eles possam cuidar de cachorros com deficiência visual, PEDIGREE®, marca da Mars Petcare – a maior empresa de alimentos para pets do mundo -, lança Human Guides, a primeira plataforma educacional que faz o caminho inverso e forma humanos-guias de cães. Criada pela AlmapBBDO, Human Guides faz parte do conceito “Alimente o que há de melhor”, de PEDIGREE®, e visa sensibilizar sobre os cuidados necessários com os cães cegos, uma vez que ao longo de toda vida eles estiveram ao lado de seus tutores oferecendo muito amor e carinho: é hora de retribuir e nutrir este vínculo.

    Acesse a plataforma educacional Human Guides e Assista ao filme que apresenta o projeto

     

    “Assim como as pessoas estão vivendo muito mais e encontrar idosos acima dos 90 ou até 100 anos está bastante comum, de maneira similar, hoje é fácil encontrar cães com mais de 15 anos de idade fazendo companhia a seus tutores e, uma vez idoso, é natural o cão enfrentar doenças relacionadas a idade avançada como, por exemplo, a cegueira. Acreditamos no poder mágico da relação entre os cães e seus tutores. Todos os dias os cães fazem muito por nós e quando eles chegam à velhice uma série de dificuldades podem surgir. Por isso, é importante entender as necessidades dos cães cegos, adaptar as interações e rotinas que temos com eles, assim como fortalecer ainda mais os vínculos entre o tutor e o pet. PEDIGREE® Human Guides só reforça o nosso compromisso de fazer do mundo um lugar melhor para os pets”, afirma Valdir Nascimento, Gerente de Marketing da Categoria Cães da Mars Petcare.

     

    Totalmente gratuita, a plataforma conta com cinco videoaulas ministradas pelo médico-veterinário oftalmologista Pedro Mancini Guedes, especialista em cegueira canina. O conteúdo educativo ensina os tutores a criar uma rotina de alimentação e hidratação, passear na rua com segurança, desenvolver a memória do cão e a brincar de um jeito diferente.

     

    “Conviver com um cão cego pode ser um grande desafio, mas é também uma experiência muito recompensadora. Muitos tutores pensam que os cachorros nesta situação não conseguem se locomover ou que tem grandes dificuldades, mas nem sempre é verdade. O pet também passa a se adaptar e a lidar com a cegueira. E, para ajudar os tutores a se adequarem a esta nova realidade, em Human Guides compartilhamos algumas dicas fundamentais para garantir que eles sejam felizes e vivam uma vida confortável, com qualidade”, conta o médico- veterinário.

     

    A plataforma também disponibiliza uma cartilha com 12 lições que apresentam, de forma didática, o conteúdo das videoaulas. Em formato de e-book gratuito, o material pode ser consultado no site ou baixado para impressão em casa. Pôsteres da campanha também estão disponíveis no site para serem compartilhados nas redes sociais com o objetivo de espalhar a causa e atingir cada vez mais tutores de cães cegos.

     

    Fonte: Pedrigree

     

     

     

  • 25/04/2018

    Prevenção para cães e gatos

    O vermífugo do seu cão está em dia? Tem dúvidas sobre esta medicação? Confira a entrevista com Alexandre Merlo, médico veterinário e gerente técnico e de Pesquisa Aplicada de Animais de Companhia da Zoetis.

    Mesmo gatos que ão saem de casa precisam de vermífugo

    Papo Pet: Qual a importância de manter o vermífugo de cães e gatos em dia? Qual a proteção que eles oferecem?

    Alexandre Merlo: Os vermífugos protegem cães e gatos de vermes, os quais podem causar diarreia, vômitos, perda de peso e retardo no desenvolvimento. Além disso, algumas verminoses são zoonoses, ou seja, podem passar do animal para o ser humano, o que reforça ainda mais a necessidade desse cuidado.

     

    Papo Pet: Cães e gatos que não saem ou passeiam pelas ruas também devem tomar?

    Alexandre Merlo: Se os cães ou os gatos não possuem vermes e vivem em um ambiente não contaminado, o risco de adquirir vermes é pequeno, porém não é nulo. Como os vermes podem ser adquiridos no solo ou alimentos contaminados, sempre existe algum risco. Existe um verme de formato achatado (Dipylidium caninum) bastante comum que o cão ou o gato adquire ao ingerir pulgas, por exemplo. Portanto, animais que ficam dentro de casa o tempo todo, sem sair à rua para passeios ou idas ao pet shop e sem contato com outros animais, estão, em teoria, sob risco menor de infecção. Para esses animais, talvez a frequência de vermifugação possa ser menor. Porém, os vermífugos não devem ser abandonados.

     

    Papo Pet: Como os vermífugos devem ser ministrados nas diferentes idades? A cada quanto tempo?

    Alexandre Merlo: A frequência de administração deve ficar sempre a critério do médico veterinário. Em geral, filhotes recebem várias doses de vermífugos até se tornarem adultos, pois eles podem ter vermes adquiridos da mãe (pela placenta ou pelo leite) ou mesmo adquirir vermes do ambiente onde vivem. Intervalos de utilização a cada três a quatro semanas são bastante comuns para filhotes. Quando adultos, a frequência pode variar de a cada 3, 6 ou 12 meses. Atualmente, existem produtos mensais para pulgas e carrapatos que também são vermífugos, ou seja, se forem utilizados regularmente, impedirão a infecção por vermes.

     

     

    Papo Pet: A quantidade da medicação é definida pelo peso?

    Alexandre Merlo: Sim, sempre pelo peso do animal.

     

     

    Papo Pet: Na fase adulta, o vermífugo deve ser dado a cada três meses? E se falhar?

    Alexandre Merlo: A frequência pode variar. Quando se utilizam vermífugos orais e o animal não faz uso regular de um vermífugo mensal, em geral é feita uma repetição do tratamento com o vermífugo três a quatro semanas depois. Isso porque, no momento da primeira administração, pode haver vermes imaturos (jovens) que são menos afetados pelo tratamento. Esses vermes, ao crescerem após algumas semanas, tornam-se mais sensíveis ao vermífugo – é aí que a repetição do tratamento tem o seu papel: eliminar os vermes jovens que não foram eliminados com a primeira dose.

     

  • 16/04/2018

    Adoção no acampamento Lula Livre

    Acolher e cuidar também são atos de resistência

    Crédito: Joka Madruga

    Duas cachorrinhas, sem raça definida e sem coleira de identificação, que vagavam há dias pelas imediações do acampamento “Lula Livre”, no bairro Santa Cândida, em Curitiba, foram acolhidas pelos acampados e, agora, recebem alimento, carinho e atenção.

     

    “Lulinha”, de pelo branco e com médio porte (foto acima), foi encontrada pelo Caubói, da Caravana de Londrina. Era madrugada, fazia frio e ela estava vagando muito fraca e esfomeada pela região. Caubói e um vizinho do acampamento trataram de garantir os primeiros cuidados à cachorrinha: água limpa, comida e coberta. Também percorreram as redondezas para saber se alguém tinha perdido um cãozinho com essas características, mas foi em vão. Arrumaram uma coleirinha para passear com ela e as pessoas se revezam nessa função. Sempre tem alguém passeando e cuidando dela.

     

    Uma tarde dessas, Lulinha se soltou e foi parar do outro lado do acampamento. Ficou apreensiva e triste, mas bastou rever o londrinense Caubói para fazer festa, lamber seu rosto todo, balançar freneticamente o rabinho, como sabemos que ficam quando estão felizes.

     

    Caubói tem três cachorrinhos em casa e já avisou à família que Lulinha integrará o grupo, mas só depois que voltarem para casa. Os acampados, sempre que encontram um bichinho vagando, saem perguntando pela vizinhança do prédio da Polícia Federal, no posto de combustíveis, nos demais comércios da região. Foi assim que acharam recentemente o dono de um cachorro preto que estava perdido. Ao cuidar, asseguram alimentação, atenção e abrigo. Estabelecem lugar para o xixi e o cocô do bichinho e se responsabilizam pela limpeza do local, bem como pelos passeios, sempre guiados por coleira.

     

    Outro caso emblemático dessa acolhida e do respeito aos animais é a história da cachorrinha “Resistência” (reprodução acima), que integrantes da caravana do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC encontrou vagando na via rápida. Ela é bebê ainda e já perguntaram em tudo quanto foi canto e não encontraram quem se identificasse como dono da cachorrinha. Resistência foi adotada, colocaram nela uma bandana da campanha #LulaLivre e improvisaram uma cobertura de abrigo da chuva e do frio.

     

    Resistência passa de colo em colo no acampamento e já virou a mascotinha do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, seu futuro lar em São Bernardo do Campo, SP.

    Fonte: Thea Tavares/Agência PT

    Foto: Joka Madruga

     

  • 29/03/2018

    Coelho exige cuidados especiais. Informe-se!

      Antes de cair na tentação de comprar coelhos na época da Páscoa, é bom se informar sobre os cuidados necessários para ter um bichinho desta espécie. Dá um trabalhão. Precisa ter muita vontade e disposição. "A expectativa de vida de um coelho varia entre seis e dez anos. Durante esse período o animal precisará de companhia e cuidados especiais, assim como fazemos com outros pets”, comenta a mestranda em animais silvestres e consultora técnica do HiperZoo, Maria Angélica Vieira. coelhodapascoa Informe-se - O pet center HiperZoo promove um bate-papo, nesta sexta-feira (30), com a bióloga e consultora técnica Maria Angélica Vieira e a zootecnista Tatiane Moreno e, no sábado (31), com a bióloga e o médico veterinário Dr. Marcelo Rocha Carneiro. No encontro, também serão apresentadas cinco espécies diferentes de coelhos. Limpeza - Cuidados diários são essenciais, principalmente na higiene do ambiente onde o animal vive. “É preciso limpar comedouros, bebedouros e gaiolas dos coelhos, pois são animais extremamente sensíveis, inclusive aos gases provenientes da sua própria urina”, explica o veterinário responsável pelo atendimento de animais selvagens e pets não-convencionais nos consultórios do HiperZoo, Marcelo Rocha Carneiro. Também é necessário cortar as unhas e escovar a pelagem frequentemente, sobretudo nas raças de pelos mais longos. Alimentação - Um dos principais cuidados com um pet é fornecer uma alimentação balanceada e fresca. Os coelhos devem comer ração extrusada (própria para coelhos), feno e alfafa em pequenas quantidades. “Petiscos próprios e folhas verdes escuras como espinafre, brócolis, couve, escarola, agrião, almeirão, acelga, folha de cenoura e de beterraba são permitidas”, comenta a bióloga. “Mas nada de oferecer sementes de frutas, biscoitos, pães, bolachas, doces, alface, repolho e couve-flor”, alerta. E a famosa cenoura? Esse é um mito sobre os coelhos. Eles só podem consumir pequenas quantidades do legume, pois são animais herbívoros, ou seja, alimentam-se de folhas e caules em seu habitat natural. Serviço Bate-papo sobre cuidados e manejo dos coelhos e apresentação de raças Quando: sexta-feira, 30 de março, e sábado, 31 de março, às 15h Entrada: gratuita Consultas veterinárias para animais exóticos e silvestres Quando: mediante agendamento prévio pelo telefone (41) 3015-8586 HiperZoo – atendimento durante o feriado, 30 de março a 1º de abril, das 9h às 18h Local: Rua Desembargador Westphalen, 3.448 – Curitiba/PR Telefone: (41) 3051-7777  
  • 28/03/2018

    Cães de rua devem morrer de fome?

    Divulgação assinada pela Secretaria de Saúde de São José dos Pinhais pede à população que evite alimentar cães de rua em ambientes públicos onde transitam pessoas. Segundo o material “alimentar os animais não é a solução efetiva para acabar com o sofrimento deles e quem faz isso apenas prolonga esse sofrimento”. O material enumera uma série de problemas que os cães trazem, entre eles: poluição sonora com latidos e ambiental com os dejetos e ao revirarem o lixo. Também ressaltam que podem gerar uma superpopulação, pois se reproduzem facilmente. 29541819_2127024680859802_6767337226648337388_n (2) Protetoras independentes da cidade e da capital já se mobilizam indignadas nas redes sociais contra tal publicação. Não é para menos. A prefeitura de São José dos Pinhais ao usar essas mensagens dissemina ainda mais a desinformação e preconceito em relação aos cães abandonados, que são vítimas na maioria das vezes de abandono e da ausência de políticas públicas do próprio município. O animais já sofrem bastante sem abrigo, sujeitos ao frio, à chuva, ao calor, sem tratamento veterinário, e pelo que sugere a publicação devem ficar sem comer, o que deve acontecer raramente quando contam com a compaixão de algumas pessoas. No lugar desse tipo de divulgação, o município deveria esclarecer à sociedade sobre a posse responsável. Divulgar quais são os investimentos feitos para “evitar” que os animais de rua se reproduzam cada vez mais pelo município. Quais são as ações de educação ambiental feitas nas escolas municipais, as campanhas de castração e conscientização, além do investimento feito pelo município na área de proteção ambiental.
  • 26/03/2018

    Coelho não é brinquedo!

    Mais uma celebração de Páscoa e com ela, infelizmente, mais abandono de coelhos. Muitos deles comprados por impulso nesta época, em sua maioria ofertados como presente para as crianças. Vale lembrar. Coelho não é brinquedo! Use os de pelúcia para decoração ou presentinho de Páscoa. Em 2015, fiz um post sobre o tema que repercuto alguns trechos já que o problema do abandono continua o mesmo.

    DSC_0668 A coelha Gema que foi escolhida após análise de muitos critérios para ser de estimação

    De acordo com a médica veterinária e criadora de mini-coelhos e coelhos anões, Emanuele Pfeiffer, a maioria dos clientes compra por mero impulso, por ser algo diferente. “Já recolhemos filhotes nas lixeiras, jogados em parques, dados a pessoas para abate, logo após a Páscoa, tudo por irresponsabilidade e descaso com a vida”, lembra. A especialista recomenda que não sejam procurados coelhinhos baratinhos para enfeite. “Desses existem vários de pelúcia à venda. Se querem um coelhinho, tenham sim mas com responsabilidade amor e carinho. De preferência, que todos da família concordem em ter um orelhudo, amando e tratando como o novo integrante que exige cuidados adequados à espécie”, orienta. SIGNIFICADO – O teólogo Luiz Alexandre Solano Rossi explica que a Páscoa traz à mente passagem. No Antigo Testamento tratava-se da libertação da violência do império para caminhar em direção à construção de uma nova sociedade de libertos e de celebração da vida. “Para os cristãos, se relaciona com a ressurreição de Jesus. Uma ressurreição que leva a pensar a vida no contraponto da morte, mas não somente a morte que é natural para cada um de nós e sim na ressurreição. A importância da ressurreição também reside na alegria do túmulo vazio. Jesus não é apenas um líder religioso. Trata-se do único que ressuscitou. Vence, portanto, as forças da morte e o próprio limite da história a fim de solidariamente viver em nós e por nós”, esclarece. COELHOS E OVOS – De acordo com Rossi, desde o Egito antigo que o coelho é considerado símbolo da fertilidade por conta de sua capacidade de reprodução. Daí derivam os ovos que remetem ao novo ser que nascerá. O chocolate faz parte de uma história mais recente. “Muito possivelmente a associação de doces com a páscoa aconteça pelas conotações de satisfação derivada do consumo de açucares e, mais especificamente, para a satisfação das indústrias de chocolate”.

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