Comunicação & Educação Acessíveis

  • Ausência de limites no pós-pandemia pode trazer impactos negativos por toda a vida

    Uma das tendências percebidas pelo Fundo das Nações Unidas pela Infância (Unicef) ao longo da pandemia foi o aumento de casos de transtornos mentais, com consequências que podem durar toda a vida. Em resposta, a entidade fez um apelo para que governos, educadores e familiares “criem uma cultura de escutar as crianças e adolescentes com mais empatia”.

    Quando vejo essa notícia, imediatamente faço a conexão com a ausência de rotina e mesmo de limites decorrentes do período de confinamento, e que muitas famílias estão tendo dificuldades em retomar agora neste início de 2022.

    A construção de limites na primeira infância é um processo gradual e que pode ser delicado, mas precisa ser consistente. Conforme inúmeros autores, somado à experiência prática, sabemos que a criança precisa ser respeitada e sua autonomia cultivada, mas também ter limites construídos. E o que percebi após a pandemia é que o estabelecimento de limites segue muito conturbado - e isso se reflete na difícil adaptação escolar.

    Percebo que muitas famílias, com o trabalho remoto e crianças pequenas em casa, acabaram adotando uma fluidez maior na construção do que é o  limite. Cito como exemplo o tempo de acesso a telas. Muitos adultos não estão dispostos a construir combinados em casa, seja do que pode ser visto ou do tempo passado diante da televisão. Porque isso requer paciência, e, algumas vezes, ouvir um pouco de manha e até choro. 

    Agora, porém, quando a pandemia dá sinais de estar indo embora e a vida está sendo retomada, precisamos resgatar os limites, pois esse é nosso papel como pais e direcionadores do desenvolvimento dos nossos filhos.

    A criança é regida pelo prazer. E se não fizermos esse direcionamento, ela não vai conseguir evoluir rumo ao desenvolvimento de cada idade, para sair da zona de prazer e entrar na da realidade, tão necessária ao amadurecimento. É papel do adulto dar esse empurrãozinho.

    Em meio ao crescimento está inserida a frustração - essa palavrinha tão repudiada por mães e pais, mas que faz parte da vida desde cedo. Se eu acho que meu filho não pode chorar, seja porque não aguento ouvir o seu lamento ou acho que fará mal a ele, o estou privando de uma experiência fundadora em sua vida - que fará falta depois. É importante lembrar que o choro não irá gerar traumas, desde que o respeito à infância esteja presente e seja alvo de muita atenção.

    É isso que trará a sustentação emocional para enfrentar situações do dia a dia que acontecerão na vida, quando o jovem e adulto precisa usar suas vivências da infância como estrutura de base. 

    Minha sugestão é repensar a colocação de limites na primeira infância e aplicá-las com amor por nossos filhos - eles e a sociedade ainda irão nos agradecer.

    *Marianna Canova é  pedagoga e psicopedagoga, mestre em Educação, autora do livro "Maternidade Possível: Crônicas de uma mãe pedagoga" e diretora do Peixinho Dourado Berçário e Educação Infantil.

  • Leitura

    Qual a idade adequada para apresentar o livro a uma criança?

    Acervo pessoal
    Acervo pessoal

    Qual a idade adequada para apresentar o livro a uma criança? Para algumas famílias e educadores, a divertida resposta é: a partir do primeiro dia de vida!

    “Esse é um recurso muito rico, excelente para trabalhar  vínculo, afeto, concentração, sequência,  observação e muito mais”, conta a pedagoga e diretora do Peixinho Dourado Berçário e Educação Infantil, Marianna Canova. Ela explica que, na primeira infância, existe a construção da linguagem, e é preciso ajudar o bebê a entender as figuras e tudo que ele está enxergando ao seu redor. “Não precisa falar no diminutivo nem facilitar demais a história. Você pode usar um repertório linguístico rico (com o apoio de diversas entonações sonoras), porque a criança quer aprender sobre o mundo e ela é capaz disso. A nossa linguagem é a janela para o mundo. É com ela que apresentamos a vida para a criança e a conectamos conosco e com o mundo.”

    No Peixinho Dourado, a equipe pedagógica percebeu diversos casos de atraso de linguagem após a pandemia, e a contação de histórias e o acesso a livros tem sido um importante aliado para auxiliar os pequenos. Agora, nossa biblioteca itinerante foi ampliada inclusive para o berçário e os próprios bebês escolhem o livro que levarão para casa, onde podem ler com a família.

    Para o casal Danielle e Romildo de Bairro, os livros têm sido grandes aliados na criação do pequeno Benjamin. Aos três anos de idade, ele já tem dezenas de títulos preferidos, e pede para ler de dia e de noite. “Desde a gestação, nos preocupamos em criar um ambiente saudável para despertar o interesse dele em aprender, e por isso demos acesso a livros desde que ele nasceu”, conta Danielle, que é pedagoga. “O livro não é só o melhor amigo dele, mas também um apoio. No berçário funcionou como objeto de apego na adaptação escolar, e hoje auxilia no desenvolvimento da linguagem, que foi um desafio durante a pandemia, devido à falta de socialização.”

    “Faça uso de bibliotecas, ou, se puder, compre alguns, mas permita o livre acesso de seu filho aos livros: você vai criar um leitor por toda a vida”, sugere Marianna.

    Ela também indica o curso online rápido e gratuito promovido pelo portal Nova Escola, "Leitura para bebês" (disponível em https://cursos.novaescola.org.br/curso/11/leitura-para-bebes/resumo?logged=false um excelente recurso para quem tem receio de encarar os livros). 

    E, para terminar, veja alguns títulos preferidos do Benjamin (3 anos):

    • “O casamento do passarinho” (Hendrik Jonas) 

    • “Nina e Ludovido: mágica!” (Aline Abreu)

    • “Aperte aqui” (Hervé Tullet)

    • “Sinfonia dos animais” (Dan Brown)

    • “Bárbaro” (Renato Moriconi)

    • “A cor de Coraline” (Alexandre Rampazo)

  • Corpo e mente precisam trabalhar juntos na reabilitação motora

    Pode parecer inusitado, mas o nosso corpo tem memória. Isso mesmo! E as lembranças de nossas experiências motoras estão intimamente ligadas às sensações, o que representa uma grande riqueza quando surge a necessidade de reabilitação dos movimentos. É preciso ativar essas recordações.

    “Pacientes que sofreram um AVC, por exemplo, podem ter perdas sensoriais significativas em determinadas partes do corpo e, com isso, não responder a estímulos táteis feitos pelo terapeuta. O mesmo pode ocorrer com quem sofreu outro tipo de lesão ou sofre de Parkinson ou Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), entre outros”, explica a terapeuta ocupacional Syomara Szmidziuk, que tem mais de 30 anos de experiência em reabilitação motora.

    É possível que eles não respondam por não reconhecerem aquelas sensações. Nesse caso, o terapeuta pode, por meio da linguagem, associar os estímulos a lembranças pessoais, como os pelos de seu cachorro ou o tapete de sua casa, por exemplo. Assim, há maiores chances de que a pessoa em tratamento reconheça as sensações e volte a apresentar sensibilidade na região do corpo que está sendo trabalhada.

    O Método Perfetti, desenvolvido nos anos 1970 na Itália e crescente hoje no Brasil, auxilia tanto crianças quanto adultos que sofrem de maneira crônica ou aguda os efeitos de lesões neurológicas.

    “Nosso corpo é um sistema que muda a cada dia a partir de nossas experiências, e os métodos de recuperação devem mudar também”, salienta a terapeuta. Pelo Método Perfetti, o paciente irá reaprender movimentos pela integração entre a mente e o corpo, pois o aspecto cognitivo está intimamente ligado ao funcionamento motor.

    “A reabilitação neurocognitiva considera o corpo e a mente como entes inseparáveis e reconstrói essa relação por meio de exercícios. Por meio da linguagem, o paciente exprime sua realidade e o terapeuta o guia para redescobrir o próprio corpo – ele irá sentir como se mover melhor.”

    É claro que cada caso deve ser analisado em suas particularidades, de forma a selecionar os estímulos mais adequados para cada lesão e capacidade de percepção.

    * Syomara Cristina Szmidziuk atua há 31 anos como terapeuta ocupacional, e tem experiência no tratamento e reabilitação dos membros superiores em pacientes neuromotores. Faz atendimentos em consultório particular e em domicílio para bebês, terapia infantil e juvenil, para adultos e terceira idade. Desenvolve trabalho com os métodos RTA e terapia da mão, e possui treinamento em contenção induzida, Perfetti (introdutório), Imagética Motora (básico), Bobath e Baby Course (Bobath avançado), entre outros.

  • Terceiro Setor

    Instituto História Viva realiza 50 vídeos de histórias de vida de idosos

    Já aconteceu de você ouvir uma história que mudou sua vida? Pois essa é a missão do Instituto História Viva, que promove há 16 anos uma ponte entre ouvidores e contadores de histórias em situação de vulnerabilidade.

    Mesmo com dois anos de pandemia, a equipe nunca interrompeu o atendimento a esse público que tanto precisa de arte e afeto. Porém, o modelo online afetou as arrecadações e patrocínios. A boa notícia é que você pode ajudar!

    O Instituto História Viva lançou uma Vaquinha Online para arrecadar R$ 86 mil e pagar suas contas, com a possibilidade de receber contribuições até 17 de abril. Como contrapartida, serão realizados mais 50 vídeos de histórias de vida de idosos, que receberão 50 desenhos de crianças. Também serão criados mais 20 vídeos de histórias para profissionais da saúde, que tanto precisam de apoio nesse momento de crise sanitária, além de vídeos especiais com histórias de vida de pessoas com câncer e pais de crianças que enfrentam enfermidades, e lives com idosos e crianças abrigados. Muito trabalho!

    “Só poderemos realizar tudo isso e manter o Instituto de portas abertas com a solidariedade do público. Criamos essa vaquinha para salvar nosso trabalho”, explica Roseli Bassi, fundadora do Instituto História Viva.

    O História Viva tem como missão transformar histórias de vida em contos de fada, levando alegria a pessoas em situações de fragilidade física e emocional, por meio da literatura oralizada. Já passaram pela organização quase 4 mil voluntários, que transformam a realidade de pessoas em ambientes hospitalares, lares de idosos e abrigos.

    “Queremos garantir ao idoso o acesso aos bens culturais, participação e integração na comunidade; ao mesmo tempo em que promovemos a integração de gerações, entre idosos e crianças. Nosso objetivo também é apoiar os profissionais de saúde”, conta Roseli.


    Serviço:
    Ajuda para o Instituto História Viva
    Contribua aqui: http://vaka.me/2705054
    Contato: (41) 98865-4218 com Roseli Bassi
    Saiba mais sobre a ONG em: www.historiaviva.org.br .

    Saiba mais sobre o Instituto História Viva – Fundado em 2005 pela gestora Roseli Bassi, o Instituto História Viva tem como objetivo maior transformar ambientes de dor e sofrimento por meio da literatura oralizada. Por meio deste trabalho, a ONG, que nasceu em Curitiba e, hoje, atua em vários estados brasileiros, tem incentivado a leitura, a educação e a cultura brasileira. Em 15 anos de existência, a entidade já formou 3.560 voluntários na arte de ouvir e contar histórias. Seus voluntários apresentam perfis variados e são capacitados a ouvir, escrever, contar e recontar histórias clássicas, casos de vida e contos da literatura brasileira no intuito de levar alegria a indivíduos em situações de fragilidade física e emocional. A seriedade desse trabalho tem rendido premiações diversas à entidade nos segmentos de cultura, educação e ação social. Saiba mais: www.historiaviva.org.br / www.facebook.com/institutohistoriaviva.

  • Mostra de dança reúne pessoas com e sem deficiência

    Uma imersão total para grupos mistos de artistas com e sem deficiência. Essa é a proposta da 4ª Edição do Encontro Para-Dançar, que acontece de 9 a 13 de março em teatros, espaços culturais, praças e pontos turísticos icônicos de Ponta Grossa, Paranaguá e Curitiba. Esta edição é realizada pela Associação Brasileira de Apoiadores Beneméritos do Teatro Guaíra (ABABTG).

    Serão 27 artistas num evento de intensa troca em torno da dança contemporânea, que reflete a diversidade de corpos e expressões. “Este é um momento muito importante para a dança nacional e internacional, certamente uma quebra de paradigmas. Bailarinos com corpos que, muitas vezes, não reproduzem os modelos pré-estabelecidos e recorrentes no imaginário popular, e que, nas suas singularidades, trazem referências de estudo para a construção da linguagem artística corporal”, explica a coordenadora do Encontro Para-Dançar, Simone Bönisch.

    Ela lembra que o Brasil passa por tempos de desconstrução de um pensamento limitante sobre as deficiências, em que ainda é preciso acionar mais empatia a respeito pela diversidade. “Embora haja uma abertura significativa da sociedade, ainda há um longo caminho a percorrer. São necessários esforços e estímulos para a validação social da produção artística por corpos com deficiência, e para a inclusão do público no imenso espectro de possibilidades e diversidades na área da dança.”

    “Somos o único evento que integra a apresentação de grupos profissionais e amadores e aproxima pessoas com e sem deficiência”, lembra o também produtor da mostra, Jorge Schneider.

    Entre os participantes estão nomes importantes da dança contemporânea, como o bailarino alemão Roland Walter, artista que teve paralisia cerebral no nascimento e estreia no Encontro o seu novo trabalho, a performance "Hi, it is me". Ela aborda experiências e episódios de sua vida, com composição musical própria, reflexão, e muito humor.

    Outros grupos participantes desta edição são a Companhia Gira Dança (Natal/RN), Movidos Dança (Natal/RN), Marcos Abranches Cia. (São Paulo/SP), Giovanni Venturini (São Paulo/SP), Nó movimento em rede (Curitiba/PR), Grupo de Dança Sem Limites (Ponta Grossa/PR) e Grupo Corpo em Movimento (Niterói/RJ).

    Além das apresentações, o Encontro Para-Dançar traz uma série de eventos paralelos que fortalecem o movimento da dança e a diversidade de expressões. Um deles será a estreia nacional da vídeo-narrativa dançada “Firmamento”, do coletivo Nó movimento em rede, de Curitiba, dia 12, às 11h no Sesc Estação Saudade – Ponta Grossa, e dia 13, às 14h, no Cine Passeio – Curitiba.

    A realização de oficinas também trará o fortalecimento da rede: “Laboratório de Criação em Dança”, com a Companhia Gira Dança (Natal/RN), “Laboratório de Danças Urbanas”, com Raphael Fernandes, “Todo Mundo Dança – Experiências Sinestésicas”, com Fernanda Becker e “Dança para/com todos os corpos", com Marcos Abranches.

    Saiba mais sobre o Encontro Para Dançar

    O Encontro Para-Dançar está em sua quarta edição, e começou a ser realizado em Ponta Grossa (PR). Em 2019, iniciou a proposta de intercâmbios, com a participação em dois eventos na Alemanha: “Tanz Begegnungen - Inklusive Tanzfestival”, em Karlsruhe e “Aussicht Festival”, em Hamburgo. Participaram os artistas brasileiros Edu O. (Salvador/BA) e Marcos Abranches (São Paulo/SP), além da Companhia Gira Dança (Natal/RN).

    O projeto é realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com incentivo da Prefeitura Municipal de Ponta Grossa, Conselho Municipal de Turismo de Ponta Grossa e Banco do Brasil; em parceria com a SoloConnection,  Internationales Solo-Tanz-Theater Festival Stuttgart e Monsun Theater Hamburgo; com o apoio do Parque Vila Velha, Parque de Natureza Buraco do Padre, Sesc Paraná, Teatro Municipal Rachel Costa, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Paranaguá, Prefeitura Municipal de Paranaguá, Casa Hoffmann - Centro de Estudos do Movimento, Cine Passeio, Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

    A iniciativa conta, ainda, com patrocínio de empresas como Fagundez Distribuição, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul - BRDE, Brose do Brasil, Berneck Aglomerados, Huhtamaki do Brasil, OKE do Brasil Materiais Sintéticos e Cattalini Terminais Marítimos, e com realização da Associação Brasileira de Apoiadores Beneméritos do Teatro Guaíra, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal - Pátria Amada, Brasil.

    SERVIÇO
    4º Encontro Para-Dançar
    Dias 9 a 13 de março
    Em Curitiba, Ponta Grossa e Paranaguá

  • Adaptação escolar humanizada evita traumas e gera vínculo positivo com aprendizagem

    O primeiro dia de aula é um momento de diversos encontros: da criança com seus professores e novos amigos e da família com uma rede de apoio fundamental. É também o início de uma vida de aprendizado. E para diminuir a ansiedade de todos e promover o melhor início possível, é preciso que a adaptação seja gradual e humanizada.

    Essa é a opinião da pedagoga Marianna Canova, mestre em Educação e diretora do Peixinho Dourado Berçário e Educação Infantil, de Curitiba (PR).

    “É importante que a escola esteja preparada para um acolhimento gradativo, que permita a percepção dos sentimentos da criança mas também receba com empatia a realidade daquela família”, avalia a profissional. “A escola que faz a adaptação forçada está realizando uma agressão à criança, que pode gerar traumas e dificultar o vínculo com a aprendizagem”, explica a pedagoga.

    Visto que a primeira escola é o início de uma vida de estudos, mas também da socialização, o ideal é que a criança crie o conceito de que é gostoso aprender - e isso só ocorre se houver acolhimento e troca.

    Os estudos da neurocompatibilidade ajudam nesse processo, pois tornam claro o funcionamento do cérebro do ser humano a cada faixa etária, permitindo entender tudo de que a criança é capaz em cada idade e promovendo autonomia para estimular novas habilidades, mas também esperando o momento certo para exigir determinadas responsabilidades.

    Como fica a escola depois da pandemia?

    Uma realidade que surge após o longo período de pandemia é a existência de crianças que estão indo para a escola mais tarde, por volta dos 5 anos, e isso traz necessidades diferentes de adaptação. “O movimento de uma criança com 5 anos é diferente daquele de outra com 1 ou 2 anos que chega à socialização, e é algo que faz muita diferença - desde a construção do vínculo com a aprendizagem, passando pela separação da família, até entender que aquele é um ambiente seguro, amável, que a respeita em suas necessidades”, explica a pedagoga.

    Os cuidados sanitários seguem em 2022: a criança só pode ir à escola sem sintomas de doença respiratória, e deve ser afastada em caso de suspeita para covid. O uso da máscara é necessário em toda a jornada diária, a partir dos 3 anos de idade.

  • Educação

    Socorro aos Necessitados ganha parceria para projetar nova sede administrativa

    A Estácio Curitiba é a nova parceira da associação Socorro aos Necessitados, que atua na assistência social para idosos. O termo da cooperação técnica envolve a revitalização e reforma da sede da entidade, que é mantenedora de duas unidades na capital paranaense: o Lar dos Idosos Recanto do Tarumã e o Centro Dia de Atenção à Pessoa Idosa Recanto do Tarumã.

    Alunos e docentes dos cursos de Design, Arquitetura, Engenharia Civil e Elétrica da Estácio Curitiba irão atuar na elaboração do projeto de construção da nova ala administrativa da associação fundada em 1921. “É uma excelente oportunidade para os alunos, de variados cursos e áreas de conhecimento, atuarem na prática de forma socialmente responsável”, ressalta o diretor da Estácio Curitiba, Alexandre Frigeri.

    A atuação dos alunos será por meio do Escritório Experimental de Economia Criativa e o de Inovação e Empreendedorismo na Engenharia. O início será com o retorno das aulas. A parceria irá ocorrer ao longo de 2022.

    Nova edificação

    O projeto da nova sede tem como intenção proporcionar aos colaboradores um espaço colaborativo e amplo, o que irá permitir que todas as áreas do setor administrativo possam se comunicar. A edificação contará com dois pavimentos.

    Os alunos também serão responsáveis pelo projeto de revitalização do ‘Jardim das Hortênsias’, espaço de convivência dos idosos. E ainda pela elaboração de um novo mural artístico. 

    “É com muita alegria que recebo essa valiosa parceria. Desejamos que essa iniciativa seja benéfica para ambos e em especial aos nossos assistidos, pontua o presidente da Socorro aos Necessitados, Antonio Carlos dos Santos Lima.

    Atualmente, em torno de 100 idosos moram no Lar dos Idosos Recanto do Tarumã. São homens, acima dos 60 anos, que não possuem condições de manutenção da própria sobrevivência ou que apresentam vulnerabilidade familiar.

  • Vídeo de sensibilização estimula crianças a adquirirem o hábito da leitura

    Um vídeo de incentivo à leitura está sendo disponibilizado gratuitamente para escolas públicas e entidades do terceiro setor que queiram trabalhar o gosto pela leitura com crianças. O material foi produzido como contrapartida social do projeto “Histórias e Memórias do Instituto Paranaense de Cegos”, viabilizado pela Lei Rouanet, que produziu um livro do mesmo nome escrito pelo cientista social Manoel Negraes, lançado em dezembro, na sede do IPC, em Curitiba. A obra conta a história dos 80 anos da Instituição, referência no atendimento a pessoas com deficiência visual. Entre as ações de contrapartida do projeto, está o estímulo entre crianças a aderirem ao hábito da leitura por meio de um vídeo lúdico, interativo e acessível.

    No audiovisual, a contadora de histórias Samara Rosa narra o livro infantil “A Fada de Botas”, da escritora Fernanda Salgueiro, que aborda a questão da diferença. No vídeo, Samara não conta o final da história, para despertar nas crianças a vontade de lerem o livro. Na segunda parte do vídeo, a escritora Fernanda Salgueiro fala o que a motivou escrever livros para crianças e conta um pouco do processo de escrita de um livro – desde a ideia até a impressão em gráfica. Além do vídeo (que tem também uma versão acessível, com audiodescrição, legenda e Libras) será disponibilizado para as escolas – que tenham interesse no material –, o PDF e o audiobook do livro “A Fada de Botas”, possibilitando o acesso ao material completo para o trabalho em sala de aula.

    O material pode ser baixado gratuitamente por escolas, instituições e educadores no site do Instituto Paranaense de Cegos (https://www.novoipc.org.br/institucional/livro-historias-e-memorias-do-ipc). Nesse link, também estará disponível o livro “Histórias e Memórias do Instituto Paranaense de Cegos”, nas versões acessíveis para pessoas com deficiência visual de maneira gratuita.

    Incentivo à leitura é necessário – Segundo a última pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, o Brasil perdeu 4,6 milhões de leitores entre 2015 e 2019. Essa pesquisa é feita de quatro em quatro anos, desde 2007 e o levantamento é feito pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural. A pesquisa – realizada em 208 municípios de 26 estados, entre outubro de 2019 e janeiro de 2020 –, revelou que muitos adultos que não gostam de ler, nunca ganharam um livro de presente. 

    Outros números do Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (Inaf) sustentam que as mães são apontadas como uma das pessoas que mais influenciam no gosto pela leitura por 41% dos entrevistados. Enquanto isso, os professores são lembrados por 36%, e para finalizar, os pais são citados por 24% dos entrevistados.

     

  • Websérie “Maternidade Possível” traz dicas para uma primeira infância mais tranquila

    Muitas vezes, as famílias “grávidas” investem um bom tempo no quartinho do bebê, enxoval, ensaio de fotos, mas esquecem do principal: munir-se de informações confiáveis sobre educação e primeira infância. Alimentação saudável, a comunicação com os filhos, como lidar com as birras e a escolha da escola são alguns dos temas fundamentais para toda mãe ou pai.

    E é para abordar de forma consciente esses assuntos que o Peixinho Dourado Berçário e Educação Infantil traz de forma gratuita a websérie “Maternidade Possível”. O documentário, dividido em 3 capítulos de 10 minutos cada, surgiu para trazer reflexão e leveza aos primeiros anos da maternidade.


    As idealizadoras, Márcia e Marianna Canova, são mãe e filha, estudiosas da infância e diretoras do Peixinho Dourado Berçário e Educação Infantil, em Curitiba (PR). Psicóloga e pedagoga, respectivamente, elas trabalham há décadas com famílias de crianças pequenas e atuam em prol do respeito à infância e à maternidade.


    “Queremos contribuir com nossa experiência com a primeira infância, trazendo assuntos complexos mas que podem ser abordados de forma mais tranquila quando são baseados em estudo e prática da educação”, explica Márcia Canova.
    A partir do tempo como professora e diretora de escola, e, mais recentemente, como mãe, Marianna Canova lançou em 2019 o livro “Maternidade Possível”, e a repercussão a surpreendeu. “Percebi que as famílias estão ávidas por diálogo, por receber dicas mas também expressar suas experiências, e tudo isso nos estimulou a partir para o documentário”, conta.


    No primeiro capítulo - “Nasceu - e agora?” - , duas famílias contam os desafios da maternidade consciente e a importância de dividir esforços com uma escola que seja uma verdadeira rede de apoio.
    No segundo e no terceiro, outras três famílias participam com suas vivências em entrevistas, e somam-se a expertise da pedagoga e psicomotricista relacional Luciane Bastos e da nutricionista Elisa Leite. Ao longo das falas, Márcia e Marianna pontuam um pouco do que a teoria da educação traz a respeito das dificuldades do dia a dia com crianças pequenas.“Fica aqui o convite para você curtir esse conteúdo, assistir às entrevistas e seguir com a Maternidade Possível (e não perfeita), lidando com o cotidiano materno de forma mais leve e tranquila.”

    SERVIÇO
    Websérie Maternidade Possível – 3 vídeos
    Produção: Peixinho Dourado Berçário e Educação Infantil
    Assista pelo canal da escola no Youtube – https://bit.ly/3owtl7M

  • Livro conta história do Instituto Paranaense de Cegos

    O livro “Histórias e Memórias do Instituto Paranaense de Cegos”, escrito pelo cientista social Manoel Negraes, será lançado dia 18 de dezembro, das 15h às 18h, na sede do IPC. A obra traz curiosidades e personagens que fizeram a história da instituição – referência na prestação de serviços às pessoas com deficiência visual – desde a sua fundação, em fevereiro de 1939. Além disso, leva a público informações inéditas das instituições e das pessoas cegas e com baixa visão no Brasil, por meio de um panorama desde 1835. O lançamento ocorre no mês marcado por três datas importantes para o movimento das pessoas com deficiência – Dia Internacional da Pessoa com Deficiência (3), Dia Nacional da Acessibilidade (5) e o Dia Nacional do Cego (13 de dezembro).

    Nas 304 páginas, Negraes enfatiza o cotidiano do IPC, os serviços oferecidos, as trocas de experiências e conhecimentos com outras instituições, as parcerias com o poder público e o apoio da sociedade civil, buscando sempre inserir, a cada década, o Instituto no contexto nacional. “O maior desafio foi costurar, com o fio do protagonismo, matérias de jornais, documentos institucionais e referências bibliográficas, no sentido de trazer ao texto a voz dos pioneiros da nossa luta”, diz Negraes. Para ele, o livro traz uma reflexão e chama a atenção para esse protagonismo, o qual representa, de um lado, a causa e o efeito da luta por educação, trabalho e cultura e, do outro lado, comprova que as pessoas com deficiência visual são seres humanos com qualidades e defeitos, erros e acertos, assim como as pessoas sem deficiência.

    Para o diretor do IPC, Ênio Rodrigues da Rosa, a obra é indispensável para pessoas com e sem deficiência visual. “De significado incomparável, trata de conhecer a história da pessoa cega pelo Brasil, das lutas sociais e da participação das pessoas com deficiência visual na história das oito décadas do Instituto”. O diretor destaca ainda que a obra é fundamental para os professores do IPC e de outras instituições que atuam no segmento.

    Distribuição – O livro“Histórias e Memórias do Instituto Paranaense de Cegos” será distribuído gratuitamente em versão impressa para bibliotecas públicas e instituições sociais que atendem pessoas com deficiência visual de todo o país, além de instituições sociais de referência em deficiência e de assistência a pessoas menos favorecidas. Outra forma de ter acesso gratuito ao livro é realizando o download dos formatos acessíveis (PDF acessível e audiobook) para pessoas com deficiência visual no site do IPC (https://www.novoipc.org.br/) a partir de 18 de dezembro. Viabilizado pela Lei Roaunet, o livro é de realização da Vias Abertas – Comunicação, Cultura e Inclusão e teve o patrocínio das empresas Greca Asfaltos, Aços Continente, ACSO – Centro de Serviços em Aço, Ravato e Fermac Cargo. O livro impresso também poderá ser comprado no dia do lançamento ou pelo site do Instituto Paranaense de Cegos por R$ 50,00. Toda a verba arrecadada com a venda do livro será revertida para o IPC.

    Sobre o autor – Manoel Negraes é cientista social e proprietário da empresa Vias Abertas – Comunicação, Cultura e Inclusão. Possui pós-graduação em Sociopsicologia, Antropologia Cultural e Tradução Audiovisual Acessível – Audiodescrição. Com baixa visão há mais de 25 anos, vem misturando espontaneamente, nas últimas décadas, vida pessoal, ativismo, pesquisa acadêmica e atividade profissional. Atua como audiodescritor consultor, produzindo com parceiros de todo o país acessibilidade para vídeos, séries, filmes, livros, obras de arte, palestras, entre outros. Além disso, por meio de parcerias com universidades, instituições do terceiro setor e órgãos do poder público, vem trocando experiências e fortalecendo a luta pelos direitos humanos das pessoas com deficiência.

     

    Serviço:
    Lançamento do livro “Histórias e Memórias do Instituto Paranaense de Cegos”
    Quando:
    18 de dezembro, das 15h às 18h
    Local: Instituto Paranaense de Cegos (Avenida Visconde de Guarapuava, 4.186, Batel).
    Valor: R$ 50,00, que serão revertidos para o Instituto Paranaense de Cegos

  • Curso capacita professores para o respeito à infância

    Num mundo que valoriza o protagonismo, a iniciativa e a pró-atividade, as crianças já não querem mais receber tudo pronto em seu processo de aprendizado. Esse é até mesmo um ponto destacado no sumário da Base Nacional Comum Curricular, que define assim a educação infantil: “As creches e pré-escolas, ao acolher as vivências e os conhecimentos construídos pelas crianças no ambiente da família e no contexto de sua comunidade, e articulá-los em suas propostas pedagógicas, têm o objetivo de ampliar o universo de experiências, conhecimentos e habilidades dessas crianças, diversificando e consolidando novas aprendizagens”. 

    Mas como colocar isso em prática num contexto escolar tradicional? Para trazer ferramentas e abrir a mente de professores e administradores de instituições de ensino, o Sementes Centro de Formação (e transformação) lança o curso “Qual o papel do professor e o papel da criança na escola da infância?”. O primeiro encontro, com aulas on-line, acontece dia 20 de outubro, às 20h (veja no serviço abaixo).

    “Meu objetivo é que mais crianças sejam tocadas pelo respeito que elas merecem”, explica a pedagoga Marianna Canova, diretora do Sementes. Em sua experiência de mais de 20 anos como docente e diretora do Peixinho Dourado Berçário e Educação Infantil, de Curitiba (PR), ela promoveu uma transformação profunda nos métodos de ensino ao longo dos últimos 5 anos, com viagens pedagógicas a diversas unidades educacionais do mundo. Além de continuar aprendendo, ela quer compartilhar o conhecimento.

    “Me dói quando vejo crianças que não são valorizadas com o potencial que elas têm. A escola não é um local para atrofiar, e sim para fazer desabrochar.”

    Entenda o aprendizado tradicional e a educação participativa

    As escolas mais tradicionais são aquelas que têm o professor como figura máxima de autoridade - mas hoje muitas querem aprender a ter uma escuta ativa e um protagonismo compartilhado entre docente e criança. 

    “Existe ainda um pensamento rígido, a ênfase no uso de apostilas e materiais de decoração das paredes que são criados pelos adultos, sem qualquer sintonia com o que as crianças estão vivenciando”, exemplifica a pedagoga.

    O Sementes Centro de Formação (e transformação) nasceu para trazer a oportunidade de transformar esse contexto, com o objetivo de compartilhar conhecimento sobre a infância com profissionais e escolas que desejam melhorar sempre. “Tivemos um grande retorno, porque tem bastante gente querendo aprender mais e dar voz às crianças”, conta Marianna. O resultado é a melhora das práticas pedagógicas e a passagem de um método mais tradicional para um olhar mais respeitoso da infância.

    Além dos cursos on-line disponíveis a educadores de todo o Brasil, a opção de formação presencial do Sementes permite analisar as salas de aula do Peixinho Dourado, os materiais, contextos e microambientes, para todos que estão em Curitiba. 

    Novos grupos serão formados em breve. Para mais informações, basta seguir o Sementes Centro de Formação (e transformação) pedagógica no Telegram (https://t.me/joinchat/EizXdjMEqD44NjIx).

    SERVIÇO

    Curso on-line do Centro de Formação Sementes

    “Qual o papel do professor e o papel da criança na escola da infância?”

    Dia 20 de outubro, das 20h às 22h

    Investimento: R$ 75

    Inscrição:

    https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_BfzaDF1lbQSkxSgBoQQMF9pFBRv_z6Sry6OJ5yGXcB6Vwg/viewform

     

  • Educação

    Socorro, como escolher a escola do meu filho?

    Poucas escolhas são tão importantes quanto a escola do filho. Quem pesquisa entre várias opções e leva em consideração os aspectos pedagógicos e não apenas o financeiro e a proximidade de casa , pode acabar entrando em parafuso com as nomenclaturas e promessas semelhantes entre instituições de ensino.

    Para a jornalista e professora Renata Freire Rocha Duarte, a pesquisa para matricular o filho no ensino fundamental envolveu o acolhimento, o estímulo à autonomia e criatividade e, é claro, a adequação ao orçamento da família. Mesmo com esses critérios, várias escolas pareciam boas candidatas.

    “Foi um processo que levou dois meses, e no final precisei de orientação profissional. Sentei com a pedagoga da escola de educação infantil e ela me ajudou a entender o estilo de aprendizado do meu filho e o que as escolas realmente oferecem no aspecto pedagógico e humano”, ela relembra.

    A pedagoga Marianna Canova, que realizou essa consultoria, explica que o encaminhamento adequado das crianças com quem ela convive traz grande satisfação. “Queremos ter certeza de que nossos alunos vão para uma escola que os receba de forma respeitosa. Nosso desejo é evitar que as famílias imaginem uma coisa e, depois do início das aulas, tudo seja diferente e a criança não se adapte e não aprenda.” 

    Diretora do Peixinho Dourado Berçário e Educação Infantil, Marianna é autora do e-book "Qual a melhor escola para o meu filho? Guia para os pais", disponível online (veja abaixo no serviço). No livro e em conversas que mantém com os pais tanto da escola quanto em assessoria prestada a toda a comunidade de Curitiba, ela busca esclarecer a diferença entre escolas tradicionais, construtivistas, sociointeracionistas, Montessori, Waldorf, Freinet, entre tantas outras linhas. 

    “Em Curitiba, são nove tipos de metodologia, e vemos que muitas escolas se divulgam como sociointeracionistas, linha respaldada pelo psicólogo bielo-russo Lev Vygotsky (1896-1934) pela qual o meio social favorece o processo de aprendizagem. Considero isso fantástico, uma escola que permita a interação inteligente entre crianças e em que a aprendizagem vem pelo meio do outro. Porém, na prática vemos que, em muitas escolas, as crianças não têm interação e o material didático vem todo pronto, sem espaço para a escuta da criança. É uma contradição”, alerta a profissional.

    Para ela, as famílias precisam ter certeza de que o perfil de aprendizagem do seu filho se encaixa com a metodologia da escola e com seus ideais de pais. 

    “Se a criança é teórica, e vai para uma escola mais livre, talvez se sinta deslocada. Já se é mais ativa e criativa, e vai para uma escola que bloqueia isso, pode-se perder seu potencial de desenvolvimento.”

    Ela salienta que não existem escolas “ruins”, e sim aquelas que se encaixam com o perfil da família. “Se você entende como seu filho aprende, irá buscar um espaço que desenvolva esse potencial.”

    Para Renata, a expectativa de encontrar uma “escola perfeita” traz um peso desnecessário. “Quero deixar uma dica aos pais”, ela enfatiza. “A escola precisa falar a mesma língua de vocês, tanto na comunicação com a criança quanto com vocês, e ainda na disciplina empregada e nas avaliações. E nada impede que a escolha seja revista nos anos seguintes para, eventualmente, mudar de instituição”, sugere.

    SERVIÇO

    E-book "Qual a melhor escola para o meu filho? Guia para os pais"

    De Marianna Canova, pedagoga e psicopedagoga

    Investimento: R$ 19,90  

    Onde comprar: https://escolhacertaescola.wixsite.com/ebook

    Consulte também o atendimento de orientação para a escolha da escola realizado com toda a comunidade de Curitiba!

  • Consultórios recebem crianças em profundo sofrimento na pandemia: saiba como amenizá-lo

    Diariamente, recebo mensagens de pais de crianças e adolescentes pedindo socorro. Recebo também no consultório essa gente tão nova que está passando por um sofrimento tão grande. 

    São casos que vão desde a ansiedade, manias exacerbadas, medo de sair de casa, até pensamentos de morte. Sim, crianças com menos de 10 anos estão ansiando pelo fim, porque não estão dando conta. Muitos casos requerem até o acompanhamento psiquiátrico com administração de medicamentos, algo que deixa uma marca muito séria nesse ser em desenvolvimento.

    Mas como identificar que nossos filhos estão sofrendo emocionalmente nesta pandemia? O primeiro sintoma é o medo que tira a criança da zona de segurança e a coloca em estado de alerta constante. Medo de pegar coronavírus, de morrer, da morte dos pais, avós ou outros parentes. 

    Esse medo se manifesta também no aumento da ansiedade: eles ficam mais agitados, têm dificuldade de concentração, pensamento acelerado, às vezes uma fala descontrolada, e isso afeta toda a família. 

    As manias podem surgir: roer as unhas, puxar os cabelos, até tirar os pelos da sobrancelha, ou seja, comportamentos que diferem dos de uma criança tranquila. Um fator que prejudica muito a saúde física e emocional das crianças e adolescentes é a falta de sono - seja por ausência de rotina ou porque não conseguem dormir (aliás, para evitar isso, convém retirar todo o estímulo eletrônico à noite). Por vezes é o sono agitado que impede o descanso reparador.

    A depressão é a outra face desse sofrimento: crianças com muito medo de sair de casa, de se relacionar com os amigos, por vezes com pensamentos persecutórios e mente muito acelerada.

    Surgem ainda os reflexos psicossomáticos: falta de ar, taquicardia, dor de cabeça, sintomas gastrointestinais, como úlceras, e até doenças da pele. Uma consequência da falta de estímulo e socialização relatada pelas fonoaudiólogas tem sido o atraso da linguagem e da  comunicação, que acaba retardando a própria construção de pensamento e da escrita.

    Ainda mais grave é a mudança de comportamento pelo uso excessivo de telas, que pode se tornar muito grave se não for tratada, especialmente no caso de autismo ou mesmo no desenvolvimento do chamado “autismo virtual”.

    Em casos extremos, tenho recebido crianças na segunda infância que planejam a própria morte. Você está atento ao seu filho?

    É verdade que precisamos fazer nossa parte em nos cuidar, com distanciamento social, tomar a vacina e cobrar os governos por boas decisões, até que a pandemia vá embora. Mas podemos e temos a obrigação de amenizar a luta que esses seres em formação estão enfrentando, sem a capacidade de compreender que nós adultos temos (ou deveríamos ter).

    Felizmente, existem algumas diretrizes para amenizar o sofrimento. Em primeiro lugar, é muito importante que haja rotina em casa, com seguimento de horários para refeições e hora de dormir. As crianças também ficam muito mais tranquilas quando passam um período de brincadeira com os pais, e o ideal é que seja logo de manhã. Quando possível, os pais ou outros cuidadores podem se alternar para prover essa atenção.

    O tempo para brincadeiras é tão importante quanto o espaço - organizar locais específicos na casa e direcionar as atividades. O tempo de telas, seja televisão, tablet ou celular, deve ser reduzido - o ideal seria uma hora de manhã e uma de tarde, quando necessário.

    Em relação às aulas remotas, considero excessivo o tempo de cinco horas diárias que muitas escolas praticam. Apesar de muitos pais até desejarem isso, é importante lembrar que a própria Organização Mundial da Saúde preconiza limites bem inferiores a isso para o uso de telas entre crianças.

    As crianças também precisam sair de casa para o ar livre, tomar sol, com a orientação sobre o correto uso da máscara. Da mesma forma, os pais precisam se cuidar - alternar entre si as saídas para exercícios físicos, por exemplo. Dessa forma, cria-se uma válvula de escape para o stress, que funciona como uma verdadeira “panela de pressão” dentro de casa.

    Algumas atividades que ajudam a gastar energia e descarregar a tensão da criança são mexer com massinha, areia ou fubá, e, quando possível, brincar na grama - tudo isso irá deixá-la mais calma.

    Para aqueles cujas escolas estão funcionando em lotação reduzida, a recomendação é: visite as instalações, certifique-se do seguimento dos protocolos sanitários, e não deixe de enviar seu filho. Trata-se de um convívio importantíssimo para seu desenvolvimento, com interações fundamentais para a manutenção da saúde mental e emocional.

    Por fim, gostaria de deixar uma última recomendação aos pais: tentem filtrar as notícias sobre a covid-19 nas conversas em casa. O ideal é permitir que haja um fôlego, um tempo sem essa pressão externa nesse lugar que precisa ser um porto seguro para as crianças e adolescentes.

    *Márcia Canova é psicóloga com abordagem sistêmica familiar, ludoterapeuta e psicopedagoga.

  • COVID-19

    Com pico da pandemia, empresas se unem em doações emergenciais ao Hospital de Clínicas de Curitiba

    Fachada do Hospital das Clínicas
    Fachada do Hospital das Clínicas

    Com a disparada de casos de covid-19 em todo o país, um grupo de empresários se uniu para doar respiradores ao Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (HC/UFPR). O lote foi encaminhado de maneira emergencial a esse importante núcleo de tratamento de pacientes contaminados em Curitiba, que hoje conta com 67 leitos de UTI destinados às pessoas com covid-19.

    Uma das empresas que se mobilizou para possibilitar a ampliação do atendimento no HC foi a Ibema, protagonista do mercado global de embalagens, com unidades fabris no interior do Paraná e na região metropolitana de São Paulo. Junto com a Ibema, a ação solidária, organizada em menos de 24 horas, reuniu a Positivo Educacional, Construtora Laguna e W Investments.

    Além de doar um respirador, a companhia lançou uma campanha interna para a arrecadação de dinheiro para a entidade. “Acreditamos no papel da coragem num momento em que é preciso olhar para o outro com empatia e tomar atitudes baseadas em nosso impacto na comunidade”, afirma o gerente de Estratégia e Marketing da Ibema, Diego Gracia.

    A Associação Amigos do HC aceita doações em dinheiro, dedução no Imposto de Renda, materiais de saúde, entre outros. Participe! Faça sua doação por meio dos dados abaixo:

    PIX: contato@amigosdohc.org.br
    Banco Itaú: 341
    Agência: 4122
    CC: 20.430-0
    CNPJ: 79.698.643/0001-00
    Associação dos Amigos do HC
    Informações: (41) 3091-1000

  • Educação

    Projeto leva experimentos de estudantes brasileiros ao espaço

    (Foto: Divulgação TIM)

    O sonho de diversas crianças e adolescentes de conhecer o espaço, ganha ares de realidade com o Garatéa-ISS. A iniciativa, patrocinada pelo Instituto TIM, promove a participação de alunos brasileiros do Ensino Fundamental e Médio no Student Spaceflight Experiments Program (SSEP), que incentiva o estudo de ciências espaciais embarcando projetos e desenhos em foguetes da SpaceX.

    Estudantes da Escola Regina Coeli, de Sorriso (MT), permanecem aqui na Terra, mas suas ideias já estão em órbita: o experimento do grupo, ganhador da edição de 2020, foi enviado à Estação Espacial Internacional (ISS) no último domingo (06). Eles desenvolveram um teste para acompanhar a reação de um medicamento para intolerância à lactose no espaço.

    “O projeto Garatéa-ISS traz para os estudantes a força da imaginação e da educação. Não há nada mais fascinante do que se sentir parte de uma aventura espacial. Ao mesmo tempo, nada é mais criativo do que desenhar e implementar um experimento científico”, explica Mario Girasole, presidente do Instituto TIM.

    O Garatéa-ISS reúne estudantes de escolas de todo o país, que criam experimentos para serem realizados no espaço. Um deles é selecionado para ser enviado à ISS com outros ganhadores dos Estados Unidos e do Canadá, voando em um foguete contratado pela Agência Espacial Norte-Americana (Nasa).

    O Brasil é o primeiro país fora da América do Norte a integrar o SSEP. Ao todo, 285 escolas já participaram do Garatéa-ISS, com 171 projetos. A iniciativa foi desenvolvida por uma parceria da Universidade de São Paulo e Fundação de Apoio à Física e à Química.

    O programa engloba ainda uma vertente artística e os colégios também participam com desenhos que serão enviados à ISS junto com os astronautas. Neste ano, foram ao espaço desenhos de alunos da Escola Maria Edith Rhoden (São Desidério, BA), da Escola Municipal de Educação Especial Olga Benário Prestes (Diadema, SP) e do St. Francis College (São Paulo, SP).

    Dois projetos científicos de colégios brasileiros já foram enviados ao espaço no programa Garatéa-ISS: uma experiência com cimento — cujos resultados serão apresentados em um congresso nos EUA — e outra com filtro de barro.

    A ideia do programa é mostrar aos alunos como os experimentos que criaram se desenvolvem em um ambiente de microgravidade, muito usado para testes da indústria farmacêutica para pesquisa de medicamentos e testagem de materiais.

    De acordo com Lucas Fonseca, engenheiro espacial responsável pelo projeto Garatéa, o programa é um enorme chamariz para atrair o interesse de crianças e jovens para a ciência. “O lançamento de projetos no espaço é uma experiência que inspira, conecta e muda vidas, já que os ganhadores ficam em contato direto com instituições como a Nasa, por exemplo”.

  • Evento

    Fórum de Responsabilidade Social debaterá o tema “Educação abre Portas e Mentes”

    Fernando Henrique Cardoso, Luciano Huck, Lindalia Junqueira, Marcello Dughettu, Fernanda Keller, Bernardinho, Flávio Canto, Leizer Pereira, Roberta Medina, Malu Mader e Tony Bellotto são os convidados especiais do 4º Fórum de Responsabilidade Social da Estácio. Para o evento, que marca os 50 anos da Instituição de Ensino Superior, a Estácio elegeu algumas das mais importantes personalidades que, como a instituição, buscam gerar impacto positivo em nossa sociedade e fazer a diferença na vida de muitos brasileiros. Totalmente on-line e aberta ao público externo, a edição deste ano acontecerá no dia 7 de dezembro, a partir das 18h, por meio do link: https://forum50anos.estacio.br/  

    O objetivo do 4º Fórum de Responsabilidade Social da Estácio: Educação abre Portas e Mentes é trazer luz e provocar a discussão, mostrando a importância do Ensino Superior na vida das pessoas. Ele contará com cinco painéis, cada um inspirado nos pilares do Programa Educar para Transformar da Estácio: Cidadania, Escola, Cultura, Esporte e Inovação & Empreendedorismo. A iniciativa terá como mediadores o CEO Estácio, Eduardo Parente, e os vice-presidentes da instituição, Cláudia Romano, Relações Governamentais, Sustentabilidade e Comunicação; Alexandre Aguieiras, executivo de Conteúdo Digital; Aroldo Alves, Operações Digitais; Rossano Marques, Operações Corporativas; e Marcel Desco, Vendas & Marketing.   

    “Na universidade, a mente do estudante se abre e, por meio do conhecimento, as possibilidades se expandem e as pessoas aprendem a conviver e a respeitar a diversidade. Neste ambiente, onde também é exercitada a criatividade e a inovação, são descobertos novos horizontes para cada cidadão. A partir dessa reflexão, tivemos a honra de convidar estas grandes personalidades e temos a convicção de que elas, ao compartilhar suas experiências e seus desafios, vão estimular todos os participantes, enfatizando a importância da educação”, comenta Cláudia Romano, vice-presidente de Relações Governamentais, Sustentabilidade e Comunicação da Estácio.  

    A Estácio tem a responsabilidade social em seu DNA e há 10 anos aposta no Programa Educar para Transformar, beneficiando milhares de cidadãos, com bolsas de estudo para atletas e paratletas; Programa de Alfabetização para Jovens e Adultos; parcerias com dezenas Organizações Não-Governamentais (Ongs); patrocínios de peças teatrais, espetáculos e lançamentos de livros por meio de incentivo fiscais, entre outros.  

    A Responsabilidade Social também está presente na vida acadêmica de suas Unidades por meio de eventos, como o Trote Solidário, que somente neste semestre apoiou mais de 50 instituições parceiras; Dia E Nacional (programa que incentiva alunos e colaboradores a serem voluntários em diversas causas sociais) que desenvolveu, neste ano, cerca de 220 atividades on-line para mais de 16 mil pessoas; e a Semana de Sustentabilidade e Responsabilidade Social, que em outubro de 2020 realizou 335 atividades impactando mais de 37 mil pessoas. Durante todo o ano, a Instituição presta diversos serviços gratuitos à comunidade – nas áreas de Psicologia, Medicina, Odontologia, Fisioterapia, Enfermagem, Educação Física, Nutrição, Direito e Ciências Contábeis – quando são assistidas milhares de pessoas que residem no entorno dos campi.   

    Serviço:   
    Evento - 4º Fórum de Responsabilidade Social da Estácio: Educação abre Portas e Mentes   
    GRATUITO E ABERTO AO PÚBLICO EXTERNO   
    Data – 7 de dezembro   
    Horário - a partir das 18h 
    Transmissão por meio do link: https://forum50anos.estacio.br/

  • 5 de dezembro

    Dia Internacional do Voluntário com atividades on-line

    Dia 5 de dezembro é o Dia Internacional do Voluntário – e para celebrar a data e os 15 anos de trajetória, o Instituto História Viva promove a “Semana do Voluntariado”, com atividades on-line e gratuitas, entre os dias 2 e 8 de dezembro, via plataforma Zoom.

    De acordo com a fundadora e gestora do Instituto História Viva, Roseli Bassi, o História Viva nasceu com a missão de transformar histórias de vida em contos de fada, levando alegria a pessoas em situações de fragilidade física e emocional, por meio da literatura oralizada.

    “Ao longo dos anos, junto com 3.560 voluntários, transformamos a realidade de pessoas em ambientes hospitalares, lares de idosos e abrigos. E, após 15 anos, tivemos que adaptar o formato de trabalho, assim como as demais organizações”, conta.

    De acordo com Roseli, desde o início da pandemia, os treinamentos, atendimentos e projetos como Ouvir e Contar vêm sendo realizados de forma on-line. “Mesmo diante do distanciamento social, temos formado novos voluntários, que se adaptaram às possibilidades de contação de história”, relata.

    A gestora comenta que os hospitais parceiros enviam os nomes e idades das crianças internadas, e os voluntários preparam as histórias, gravam o vídeo e enviam para elas, que assistem por meio de tablets – alguns vindos de doações e outros disponibilizados pelo próprio hospital.

    Do voluntariado ao storytelling
    Sobre a comemoração ao Dia Internacional do Voluntário, a fundadora do Instituto História Viva reforça que a entidade dedicará uma semana de atividades e lives relacionadas ao voluntariado, um total de sete aulas ao vivo. Entre os temas abordados estão: storytelling, orientações sobre postura do voluntário, perfil das pessoas atendidas, vantagens em se tornar voluntário, entre outros assuntos. Participe e seja um voluntário do Instituto História Viva!


    Serviço:

    “Semana Internacional do Voluntariado “– Instituto História Viva
    Data: 2 a 8 de dezembro
    Horário: 19 horas
    Inscrições: https://voluntarios.historiaviva.org.br/semana-do-voluntario
    *Treinamento (on-line, ao vivo e gratuito)
    Saiba mais sobre a ONG em: www.historiaviva.org.br .

    Fonte: com assessoria

  • Educação

    Black Friday também com promoção na área educacional

    A tradicional data americana, que ocorre anualmente em novembro após o dia de Ação de Graças, já caiu no gosto dos brasileiros. Adotada em vários países, o período é marcado por promoções que movimentam diversos setores da economia. Na Estácio, a Black Friday vai trazer muito mais que descontos. Durante mais de uma semana, quem desejar investir no futuro, poderá aproveitar condições especiais em diversos cursos de graduação e de Pós-graduação e MBA, disponíveis na campanha.
    Até 30 de novembro, a instituição trará uma super oportunidade para quem deseja iniciar uma graduação ou se especializar. Na Black Friday da Estácio os candidatos vão poder investir na carreira com até 50% de desconto durante todo o curso. A ação contempla diversos cursos disponíveis nas modalidades de ensino a distância e presencial, conforme descrito no regulamento da campanha e disponibilidade da Unidade ou Polo de Ensino Digital escolhido.
    Para turbinar o currículo, a Estácio disponibiliza na Pós-graduação/MBA centenas de opções, incluindo os novos cursos com duração de 12 e 6 meses. A maioria dos cursos de especialização conta ainda com uma parceria internacional com a Harvard Business Publishing, que promete o estímulo a um ensino moderno e interativo. Conheça todas as opções em: https://pos.estacio.br/.
    O futuro universitário também encontrará muitas opções de cursos de graduação em diferentes áreas, disponíveis em www.estacio.br. Os calouros que participarem da campanha poderão contar com outras facilidades, como o parcelamento das três primeiras mensalidades. A ação também contempla candidatos para segunda graduação; que tenham realizado o Enem; ou que optaram pela transferência externa. Nestes casos não é preciso prestar o vestibular, basta verificar as condições no regulamento.
    “A Black Friday já caiu no gosto do brasileiro, mas colocamos um tempero diferente: em vez das pessoas gastarem apenas em compras de impulso, a Estácio está oferecendo um investimento em educação por uma condição bem legal. Não tem melhor momento: atualizar os estudos agora e sair na frente no mercado de trabalho”, afirma o diretor da Estácio Curitiba, Alexandre Machado Frigeri.
    Para os candidatos que optarem por cursos na modalidade Digital, as aulas iniciam ainda neste ano. Quem preferir a modalidade presencial, irá iniciar as aulas em 2021 garantindo a conquista de uma das promessas mais importantes no ano novo: investir no próprio futuro.
    Na Estácio Curitiba e pólos da Região Metropolitana, as inscrições podem ser realizadas pelo telefone de whatsapp (41) 9 9930-0073.

  • Educação

    Estude para o Enem de graça

    A TIM e o Stoodi se uniram para facilitar a vida de diversos estudantes brasileiros que enfrentam o desafio de um vestibular no meio de uma pandemia e com aulas à distância. A partir de hoje (26), os clientes da operadora independentemente do tipo de plano, terão acesso gratuito à plataforma de ensino, sem consumir o pacote de internet.

    Estão liberados videoaulas e bancos de exercícios com foco na preparação para o Enem. Clientes TIM terão ainda, com exclusividade, um cronograma de estudos personalizado, de acordo com o curso desejado para a graduação e com um plano de atividades até a data das provas.

    Normalmente, as assinaturas dos serviços do Stoodi têm custo mensal a partir de R$ 29,90. João StrickerHead de Marketing Consumer da TIM Brasil, explica que a parceria foi pensada justamente para que o cliente economize esse valor e possa ter acesso a um plano de estudos adequado, facilitado pela democratização da internet móvel e dos smartphones. “Com a interrupção das aulas presenciais por conta da pandemia, muitas pessoas que vão fazer o Enem estão com dificuldades para estudar em casa. A crise econômica provocada pela Covid-19 agrava a situação. Os clientes querem economizar o pacote de internet e não podem arcar com plataformas pagas de ensino. A união com o Stoodi ajuda a solucionar algumas dessas questões. Qualquer cliente terá acesso gratuito às videoaulas, sem o consumo da franquia de dados e ainda com um cronograma de estudo personalizado. Buscamos sempre nos aliar a parceiros que facilitem e agreguem valor à jornada dos nossos usuários”, detalha o executivo.

    O Stoodi é uma startup brasileira de educação, fundada em 2013. A plataforma reúne conteúdos e ferramentas que permitem ao usuário estudar de forma agradável e eficiente, em qualquer tempo e em qualquer lugar. O conteúdo é desenvolvido de forma organizada, sequencial e didática para que o aprendizado seja o mais natural possível.

    “Estamos passando por um momento em que fica muito clara a dificuldade dos alunos brasileiros de acessarem educação de qualidade remotamente. São duas as principais barreiras: curadoria de conteúdo de qualidade e conectividade. Justamente a proposta de valor central da parceria entre Stoodi e TIM. Nossa missão é apoiar em grande escala os milhões de alunos brasileiros cursando o Ensino Médio ou se preparando para as provas do Enem e Vestibulares", afirma Bernardo Martins, CEO do Stoodi.

    A parceria garante aos clientes TIM o acesso a mais de 30 mil exercícios, 5 mil videoaulas e um cronograma de estudos. Para ter acesso, basta baixar o aplicativo Stoodi que está disponível na PlayStore e AppleStore ou acessar www.stoodi.com.br/tim e realizar o cadastro.

     

    Fonte: Assessoria de Imprensa

  • “Mês da Carreira” com palestras on-line gratuitas sobre mercado de trabalho

    De 27 a 30 de outubro, a Estácio - uma das maiores e mais respeitadas instituições do setor educacional do Brasil e que atua há 50 anos no segmento de Ensino Superior – promoverá mais uma edição do “Mês da Carreira”. Esse ano, o evento será totalmente on-line e terá mais de 12 horas de conteúdo, sendo dividido por áreas de atuação, com painéis de desenvolvimento e temas como diversidade, carreira/tecnologia, entre outros tópicos. O público externo de todo o Brasil poderá acompanhar a transmissão gratuitamente, que acontecerá por meio da plataforma Teams Microsoft. Confira a programação completa no Blog da Estácio em https://blog.estacio.br/mes-das-carreiras-aproveite/  ou no site http://mesdacarreira.estacio.br/ .

    Os interessados contarão com grandes nomes do mercado, como Leizer Pereira, fundador e diretor executivo da instituição Empodera, empresa responsável por criar estratégias para promoção de diversidade e inclusão nas empresas. Ele vai comandar o Painel sobre Diversidade de Raça. Já a Cia de Talentos realizará a palestra “Como aplicar suas hard e soft skills para construir uma carreira de sucesso” e Humberto Dala fará um bate-papo voltado para os estudantes de Direito. Os participantes também vão assistir às palestras de vários outros convidados.  

    “O Mês da Carreira tem como propósito apoiar a jornada de quem está no mercado de trabalho – sejam eles nossos alunos ou o público em geral. Preparamos um mix de conteúdo que aborda os temas mais em voga como o impacto da tecnologia em diversas carreiras, a importância da diversidade nas relações profissionais, além de tendências de recrutamento, a relevância das softskills e diversas histórias inspiradoras de grandes profissionais. Estamos felizes em poder apoiar a caminhada de desenvolvimento de tantas pessoas e cumprir nosso papel de apoiar a transformação social de tantas pessoas.”, afirma Cláudia Romano, Vice-presidente de Relações Governamentais, Sustentabilidade e Comunicação da Estácio.  

    Atualmente, a Instituição de Ensino está presente em 23 estados e no Distrito Federal, por meio do ensino presencial, e em todo o Brasil com o Ensino Digital, contando com mais de 600 mil alunos.

    Serviço: Confira a programação completa no Blog da Estácio em https://blog.estacio.br/mes-das-carreiras-aproveite/ ou no site http://mesdacarreira.estacio.br/ .

    Evento: Mês das Carreiras Outubro 2020 - de 27 a 30 de outubro - TRANSMISSÃO AO VIVO

    Relação adicional com a programação por data e horário:

     

    Relação adicional com a programação por data e horário:

     

    Dia 27 de outubro - 12h  

    Tema - É hora de falarmos sobre diversidade 

    Título - Negros e o mercado de trabalho 

    Palestrante - Leizer Pereira - Comunidade Empodera 

     

    Dia 27 de outubro - 18h  

    Tema - Desenvolvimento Profissional 

    Título - O que é um midset de crescimento? 

    Palestrantes - Marcio Cassin (FLG Brasil) e Flávio Valiati (Vamos Subir) 

     

    Dia 28 de outubro - 11h  

    Tema - Empresas e Currículos 

    Título - Papo aberto: o que a Gerdau espera de seus estagiários?  

    Palestrante - Suellen Camargo - Gerdau  

     

    Dia 28 de outubro - 12h  

    Tema - É hora de falarmos sobre diversidade 

    Título - Tecnologia é para mulher sim!  

    Palestrantes - Priscila Siqueira (Laboratória) e Regina Acher (Gympass) 

     

    Dia 28 de outubro - 17h  

    Tema - Desenvolvimento Profissional 

    Título - Como conquistar uma vaga usando o LinkedIn 

    Palestrante - Vitor Fuzato – LinkedIn 

     

    Dia 28 de outubro - 18h  

    Tema - Desenvolvimento Profissional 

    Título - Construindo uma carreira com protagonismo e autonomia 

    Palestrante – Professores Cesar Lessa e Renata Weiss, ambos da Estácio  

     

    Dia 29 de outubro - 11h  

    Tema - Empresas e Currículos 

    Título - Papo aberto: a versatilidade do profissional no mundo do trabalho atual 

    Palestrante – Anderson Pereira - Universia 

     

    Dia 29 de outubro - 12h  

    Tema - É hora de falarmos sobre diversidade 

    Título - Pessoas com mais de 40 anos e o mercado de trabalho 

    Palestrante – Lilian Sanches - Colab50mais 

     

    Dia 29 de outubro - 17h  

    Tema - Carreira e Tecnologia  

    Título - As inovações na área da saúde e o futuro de seus profissionais 

    Palestrante – Dr. Silvio Pessanha (Estácio) e Lucas Passos (Jalekos) 

     

    Dia 29 de outubro - 18h  

    Tema - Desenvolvimento Profissional 

    Título - O Futuro do trabalho: como desenvolver sua trabalhabilidade? 

    Palestrante – Fernanda Vordolin – Workalove 

     

    Dia 30 de outubro - 11h  

    Tema - Carreira e Tecnologia  

    Título - O direito e a renovação de seus profissionais com o uso da tecnologia 

    Palestrante – Natalie Witte - Consultoria 

     

    Dia 30 de outubro - 12h  

    Tema - É hora de falarmos sobre diversidade 

    Título - Pessoas com Deficiência (PCD) e o mercado de trabalho 

    Palestrante – Renato Silva (consultor), Thayanna Gonçalves (consultora) e Cecilia Nascimento (Adidas) 

     

    Dia 30 de outubro - 17h  

    Tema - Empresas e Currículos 

    Título - Papo aberto: como é a carreira de um promotor?  

    Palestrante – Promotor Humberto Dala 

     

    Dia 30 de outubro - 18h  

    Tema - Desenvolvimento Profissional 

    Título - Hard skills e Soft skills e uma carreira de sucesso 

    Palestrante – Adriana Rodrigues – Cia. de Talentos 

    Fonte: Assessoria de Imprensa