• Projeto Sustentável e Solidário

    Acadêmicos criam a empresa [RE]pense em prol do Pequeno Príncipe

    Acadêmicos criam a empresa [RE]pense em prol do Pequeno Príncipe
    Integrantes da equipe da [RE]pense, empresa fruto de aulas de empreendedorismo

    Estudantes do MEP (Management Experience Program) da FAE Business School, de Curitiba, criaram o projeto [RE]pense com o objetivo de aliar consciência sustentável à causa social. A iniciativa consiste em repassar 100% do lucro obtido com a comercialização de garrafas de inox personalizadas ao Hospital Pequeno Príncipe, que completou 100 anos em 2019, explicam as idealizadoras Francesca Piermartiri e Manuela Miranda. Integram ainda o projeto os acadêmicos Luiza Lanzoni, João Victor Paludo, Isadora Porto, Laura Virmond e Matheus Selleti.

     “Nosso objetivo é incentivar a prática dos conceitos de inovação e sustentabilidade pelas empresas, alcançando o maior número de pessoas possíveis. Assim, queremos que elas criem impacto positivo em suas vidas, no meio ambiente e na saúde de milhares de crianças atendidas pelo hospital”, destacam Francesca e Manuela.

    As estudantes observam que as empresas que adquirirem as garrafas personalizadas com a respectiva logomarca ganham mais visibilidade no mercado. Além disso, causam impacto sustentável e social, têm maior alcance nas redes sociais, reduzem custos e ainda podem presentear funcionários e clientes. Pessoas físicas também podem comprar as garrafinhas.

    “Mas o importante é que estarão colaborando para a continuidade do eficiente atendimento oferecido pelo Pequeno Príncipe, maior hospital pediátrico do Brasil”, justificam as estudantes. Elas lembram que ao completar um século de existência, o hospital registrou nos últimos 10 anos mais de 3,5 milhões de atendimentos.

    Mais informações sobre o projeto, inclusive para a aquisição das garrafas, podem ser obtidas pelo email: represente.garrafas@gmail.com.

  • Uma história real

    ONG abriga mais de mil animais e conta com a ajuda de parceiros para manter a causa

    ONG abriga mais de mil animais e conta com a ajuda de parceiros para manter a causa
    Lúcia Westphael é a responsável pela Associação Sítio Dona Lúcia, um abrigo para animais abandonados e vítimas de maus-tratos

     Lúcia Westphael é a responsável pela Associação Sítio Dona Lúcia, um abrigo para animais abandonados e vítimas de maus-tratos, localizado em Blumenau (SC). A história do sítio começou há 35 anos, quando Lúcia resgatou um animal após uma grande enchente na cidade, e desde então esse trabalho não parou mais. Hoje, a sua ONG é a maior de Santa Catarina, totalizando mais de mil animais resgatados. 

    Atualmente, Dona Lúcia se dedica inteiramente à causa e conta com a ajuda dos seus funcionários e voluntários para coordenar o projeto e dar assistência aos animais que foram resgatados, desde cachorros e gatos até cavalos. Todos são medicados e alimentados diariamente, com uma rotina que se inicia às 05h da manhã e não tem hora para acabar, afinal, precisam estar bem cuidados para que possam ir para adoção e encontrem um lar cheio de amor. 

    Lúcia conta que a parte mais árdua do trabalho é a financeira, pois depende da mobilização da sociedade para angariar apoio e doações. “Tenho muitas dificuldades financeiras para dar continuidade a ONG porque o número de animais só cresce, mas realizo esse trabalho porque amo muito os bichinhos e não me imagino fazendo outra coisa na vida”, relata. 

    A parte boa é que a Associação conta com a ajuda de programas sociais como o Lojista Solidário, realizado pela Magnus, fabricante de alimentos para cães e gatos, em parceria com lojistas da região. O programa envolve a comunidade e torna o trabalho de arrecadação mais eficiente. “Já participei por duas vezes do Lojista Solidário, o que me ajudou bastante. É através dele que as pessoas conhecem o meu trabalho, as lojas vendem mais e as doações também acontecem. É uma rede do bem! Além disso, com as doações de alimentos, aplicamos os recursos arrecadados para outras áreas que merecem atenção”, destaca Lúcia.

    Sobre a causa

    O programa Lojista Solidário é uma ação de responsabilidade social da Magnus, fabricante de alimentos para cães e gatos, que tem o intuito de ajudar ONGs e protetores que cuidam de animais de rua. Desde que foi lançado, em setembro de 2018, o programa arrecadou e doou cerca de 120 toneladas de alimentos para mais de 32 mil pets e ajudou 239 ONGs e protetores de animais. 

    A Magnus, que já faz periodicamente doações para ONGs, viu a necessidade de ajudar ainda mais instituições, já que elas consomem em média uma tonelada de alimentos para cães e gatos mensalmente. O programa “Lojista Solidário” conta com a mobilização de comerciantes parceiros da marca, para que possam estimular a comunidade a doar alimentos para os pets. A escolha dessas organizações é feita via indicação do próprio lojista ou por meio da procura no serviço de atendimento ao consumidor, no site da Magnus. 

    A ação consiste em deixar um ponto de arrecadação de alimentos para pets nas lojas parceiras da Magnus ao longo de 30 dias, onde os atendentes instruem os clientes a participarem da campanha para ajudar na doação, que pode ser feita com qualquer marca e quantidade de produto. No último dia da ação, é realizado um evento no próprio estabelecimento com a presença de um representante da Magnus, da ONG escolhida e do lojista. 

    Aos interessados em conhecer um pouco mais do trabalho da Dona Lúcia e sua ONG, basta acessar o site http://sitiodonalucia.com.br/. Lá, é possível contribuir com doações para ajudar na continuidade deste lindo trabalho.

  • Meio ambiente

    Estação de reciclagem de plástico é solução para retirar plástico dos mares e ambientes terrestres

    Estação de reciclagem de plástico é solução para retirar plástico dos mares e ambientes terrestres
    Apenas 1,26% das 11 milhões de toneladas de plástico fabricado anualmente no Brasil é reciclado. Do restante, 80% param nos oceanos

    O descarte incorreto de plásticos é um problema mundial. Apenas 1,26% das 11 milhões de toneladas de plástico fabricado anualmente no Brasil é reciclado. Do restante, 80% param nos oceanos, segundo dados da WWF. Como forma de amenizar esse impacto, cinco mulheres que vivem no litoral paranaense estão adaptando o projeto do holandês Dave Hakkes para desenvolver uma estação de reciclagem de plástico que processará os resíduos plástico.

    “A ideia é ter um espaço onde empresas e pessoas possam trazer o plástico. Em seguida, nós auxiliaremos na separação por tipo de material, trituração e transformação em outros produtos, como capinhas de celular, chaveiros, balde e mármore plástico, trazendo uma solução para o aporte de lixo plástico”, afirma Ellen Joana Cunha, idealizadora do negócio socioambiental Marixo.

    Próxima de finalizar seu segundo mestrado, Ellen estuda assuntos relacionados às ciências ambientais, tecnologia e sociedade. Moradora de Paranaguá, no litoral paranaense, ela identificou nos oceanos uma forma de conservar a natureza e gerar renda. “Como nós estamos em uma cidade litorânea, ter ações como essa são de suma importância para a redução do aporte de lixo no mar. Estudos científicos comprovam que mais de 80% do lixo que alcançam os oceanos são produzidos em terra. O plástico é o artefato do século 20. Foi uma novidade, mas hoje está se tornando um problema”, comenta.

    O projeto ganhou forma quando Ellen começou a participar do Programa Natureza Empreendedora, criado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza para fomentar a cultura do empreendedorismo e desenvolver iniciativas inovadoras com impacto socioambiental positivo. “Eu estou alcançando um sonho profissional e pessoal, que é colocar em prática, melhorar e expandir essa ideia para algo que pode realmente impactar e contribuir com o meio ambiente. Se não fosse esse momento de formação e de troca, talvez seria mais uma pesquisa parada na biblioteca de uma universidade”, ressalta. Para ser colocada em prática, a iniciativa necessita do apoio de investidores.

    Natureza Empreendedora

    O Marixo foi uma das iniciativas desenvolvidas no Programa Natureza Empreendedora, que auxilia a articulação de negócios inovadores na região do Lagamar paranaense. As propostas desenvolvidas visam explorar o potencial econômico da região, capacitar a comunidade local e aumentar a oferta de emprego com impacto positivo ao meio ambiente. Ao todo, 35 empreendedores de Antonina, Morretes, Paranaguá e Guaraqueçaba estão envolvidos no Natureza Empreendedora, que também conta com o apoio do Sebrae-PR na fase de ideação de propostas.

    “Queremos mostrar que desenvolvimento econômico e conservação da natureza conseguem andar lado a lado, gerando benefícios para o meio ambiente e para a comunidade local. É o chamado ‘negócio de impacto’ que gera resultados financeiros positivos de forma sustentável e ainda protege e valoriza o patrimônio natural”, destaca Guilherme Karam, coordenador de Negócios e Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário.

    Iniciado em 2018, o Natureza Empreendedora foi estruturado a partir da identificação do potencial empreendedor aliado à conservação da Mata Atlântica em alguns municípios da região do Lagamar paranaense. O estudo concluiu que há espaço para inovação, melhoria da qualidade de vida da população e agregação de valor, com impacto socioambiental positivo. A pesquisa também mapeou que os jovens desejam continuar na região, mas não encontram oportunidades, e que existe pouco senso de valorização e identidade da Mata Atlântica.

  • Artigo

    Pedido de socorro que vem dos mares

    Pedido de socorro que vem dos mares
    Janaina Bumbeer

    Um novo desastre ambiental coloca o Brasil mais uma vez em sinal de alerta. As manchas de óleo que chegam às praias mostram que a vítima da vez é uma das principais fontes de renda e de alimento dos brasileiros: o oceano. São inegáveis os prejuízos ambientais, sociais e econômicos inestimáveis para toda a população. Diante do problema sem precedentes, sem exitar, brasileiros deixaram suas atividades cotidianas para depois. Salvar o mar tornou-se a ação prioritária do dia. Essa é a realidade das últimas semanas.

    Pescadores madrugam para soar o sinal de alerta de que o óleo se aproxima. Marisqueiros resgatam animais. Surfistas aposentaram temporariamente as pranchas para procurar ondas com manchas pretas. Professores e estudantes trouxeram a sala de aula para a areia e passaram a aprender na prática a importância dos recursos naturais e o protagonismo do ser humano na preservação ou destruição do meio ambiente. Turismólogos deixaram de apenas apresentar belas paisagens e também arregaçaram as mangas para salvá-las.

    O trabalho de cada voluntário e cada profissional deve ser reconhecido e valorizado. São pessoas que estão fazendo a diferença para a minha vida e para a sua. Estão socorrendo o habitat das algas marinhas, responsáveis pela produção de 54% do oxigênio do mundo. O oceano é o principal regulador do clima, viabilizando a vida no planeta. Além disso, é do oceano que vêm aproximadamente 19% do Produto Interno Bruto do País, a partir de atividades como pesca, lazer, turismo e transporte.

    O cenário atual soma milhares de toneladas de óleo já recolhidas, representando uma parcela pequena da quantidade de manchas ainda presentes em centenas de praias no Nordeste brasileiro – tanto na água, quanto na areia. O número de animais afetados e mortos aumenta e o total vai deixar de contabilizar todos aqueles que não foram trazidos pelo mar até a costa. Além disso, o rastro que manchou o litoral nordestino também atingiu mangues e corais, demandando um processo de limpeza mais complexo e pouco acessível. Pesquisadores estimam que, apesar de visualmente “limpo”, o ambiente marinho carregará substâncias químicas por décadas, com prejuízos para os ecossistemas e para a cadeia alimentar, afetando inclusive peixes e frutos do mar que servimos à mesa.

    Ou seja, somos todos impactados! Mesmo vivendo a quilômetros das praias do Nordeste, dependemos do mesmo oceano e compartilhamos a mesma nação. Portanto, também devemos agir e cuidar dos nossos recursos. Precisamos nos informar a partir de fontes confiáveis, apoiar as ações dos profissionais e voluntários e exercer o papel de cidadãos, cobrando ações rápidas e efetivas.

    Há dois meses, o evento Conexão Oceano, realizado no Rio de Janeiro, trouxe à tona o debate sobre o passado, o presente e o futuro da biodiversidade marinha, dos serviços ecossistêmicos e dos mares. O oceano conecta continentes e está presente – direta e indiretamente – na vida de toda a população global. O tema é tão relevante que levou as Nações Unidas a declararem o período de 2021 a 2030 como a Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável.

    Reverter o quadro que lamentavelmente vemos hoje no Brasil e considerar os impactos desse cenário são pautas urgentes. É hora de deixar as atividades rotineiras de lado, ouvir o pedido de socorro e fazer a nossa parte para salvar recursos tão preciosos que não conseguimos viver sem.

  • Inovação

    Projeto dá nova vida a quadros negros

    Projeto dá nova vida a quadros negros
    Além de resignificar materiais, pensando em soluções não convencionais, a proposta serviu para incentivar a reflexão sobre o uso consciente dos materiais

    A possibilidade de estender a vida útil de quadros negros, os transformando em módulos para expositores, com design arrojado, é a proposta de um projeto desenvolvido em parceria entre o Colégio Marista Anjo da Guarda e a Escola de Arquitetura e Design da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). A intenção é reutilizar um material que seria descartado, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e reduzindo a necessidade de extração de recursos naturais.

    “Os estudantes tiveram a oportunidade de participar de um processo de criação muito rico. O interessante é o processo e não somente o resultado final”, descreve a professora de Artes do Colégio Marista Anjo da Guarda, Gizele Bettega Teixeira. A ideia surgiu para atender à demanda do colégio por móveis que pudessem comportar as exposições realizadas frequentemente na instituição.

    Criação

    Os estudantes do 9° ano foram responsáveis pelo desenho, concepção do conceito e maquete do protótipo. Com base em uma curadoria, foram selecionados os elementos mais marcantes desenvolvidos por cada equipe para o projeto final. A produção resultou na criação de 16 módulos em dois tamanhos diferentes, incluindo quatro em formato circular, que estão sendo utilizados para diferentes exposições. 

    “Os móveis são versáteis e se adaptam a qualquer material que será exposto, adquirindo várias formas”, explica a responsável pela Aliança Educativa da PUC, setor responsável por relações com Ensino Médio, Marina Marini Mariotto Belotto.  

    Projeto Acontece

    A ideia surgiu, primeiramente, a partir do tema que foi abordado no Projeto Acontece, uma bienal realizada no colégio há 23 anos. Cada edição propõe um tema do universo artístico, o deste ano foi design. Paralelamente, acadêmicos da PUC participaram ativamente como apoiadores para que a realização da proposta fosse concretizada, por meio do projeto Cria.Ação

    Além de resignificar materiais, pensando em soluções não convencionais, a proposta serviu para incentivar a reflexão sobre o uso consciente dos materiais. “Não é preciso comprar algo novo ou jogar fora o que não se usa mais. É possível dar novos significados aos objetos”, reflete Marina. 

     

  • Boas práticas

    Proprietários de áreas ambientalmente aptas no Paraná podem receber animais que necessitem de reabilitação à natureza

    O programa VOO LIVRE possibilita ao cidadão, na pessoa física ou jurídica, solicitar pela internet a autorização do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) para que áreas particulares – como chácara, sítio, fazenda, dentre outros - possam receber espécies da fauna que necessitem de reabilitação ou que estejam aptos ao retorno à natureza.
    As autorizações são de dois tipos:
    Aras - Área de Reabilitação de Animais Silvestres: são áreas que dispõem de estrutura física que possibilita que os animais readquiram condições anatômicas e funcionais para que possam, posteriormente, ser soltos em ambiente natural;
    Asas - Área de Soltura de Animais Silvestres: são áreas que possuem características ambientais que propiciam a soltura da fauna no local, sem o objetivo de prover a reabilitação de espécimes.
    Para fazer a solicitação, basta acessar o site do IAP, clicar na área de serviços e informações – solicitação de cadastro no programa VOO LIVRE - ARAS e ASAS e seguir o passo a passo para preencher o cadastro e anexar a documentação.
    É necessário que a área esteja ambiental e estruturalmente apta para receber os animais. O serviço também está disponível no https://www.pia.pr.gov.br/

  • ALIMENTAÇÃO

    Conheça o veganismo, uma filosofia de vida

    Conheça o veganismo, uma filosofia de vida
    Para aqueles que desejam tornar-se veganos, é recomendável acompanhamento nutricional

    No dia 1º de novembro, comemorou-se internacionalmente o veganismo, filosofia de vida que prega o respeito a todos os animais. Para isso, os veganos evitam produtos de origem animal a todo custo, seja na alimentação, no vestuário, nos medicamentos, nos produtos de limpeza, entre outras áreas.“A opção por um estilo de vida vegano pode ser vista como uma adoção de filosofia de vida, pois pretende minimizar os impactos ambientais, preservar os animais e ter um estilo de vida mais saudável”, explica a coordenadora do curso de Nutrição do Centro Universitário Internacional Uninter, Thaís Mezzomo.

    Ela esclarece que o veganismo é diferente do vegetarianismo, pois os vegetarianos não consomem carne na dieta, seja ela vermelha, branca ou de peixe, mas podem consumir produtos de origem animal, como ovos, leite, iogurte, manteiga, mel, entre outros. Diferentemente dos veganos, que não incluem produtos de qualquer origem animal nas refeições.

    “Os veganos apresentam menores índices de sobrepeso e obesidade, melhor controle da pressão arterial, melhor controle glicêmico e menores taxas de doenças crônicas não transmissíveis, tais como infarto agudo do miocárdio”, diz.

    As fontes de proteínas na alimentação são as leguminosas (feijão, lentilha e grão-de-bico, por exemplo) e as oleaginosas (castanhas, nozes, amendoim). O único nutriente ausente desta dieta é a vitamina B12, pois só pode ser encontrada em produtos de origem animal. Para obtê-la, os veganos podem fazer suplementação e consumir produtos enriquecidos com ela, como leites vegetais.

    Para aqueles que desejam tornar-se veganos, a professora recomenda acompanhamento nutricional. “Uma pessoa com hábitos alimentares ruins que decide tornar-se vegana sem uma reeducação alimentar pode ter cansaço, sonolência, queda de cabelo, dores musculares e enfraquecimento das unhas. Em casos mais graves, deficiências de proteínas e micronutrientes. Todos, veganos ou não, devem estar atentos à ingestão dos nutrientes necessários para um bom funcionamento do organismo”, explica.

  • Mentes brilhantes

    Jovens líderes propõem soluções para alimentar um planeta faminto

    Jovens líderes propõem soluções para alimentar um planeta faminto
    Jovens líderes, representando 45 países, se reuniram para transformar em realidade suas ideias sobre segurança alimentar

    Algumas das mentes mais brilhantes e apaixonadas do mundo se reúniram no Brasil para o Youth Ag Summit 2019 (YAS), e mergulharam profundamente nos temas alimentação e agricultura, propondo soluções inovadoras e sustentáveis para responder uma de nossas perguntas mais desafiadoras: como alimentamos um planeta faminto, ao mesmo tempo protegendo seus recursos naturais?
    Organizado pela Bayer, em parceria com a Rede Internacional de Agricultura Nuffield e o Instituto Interamericano de Cooperação em Agricultura (IICA), o tradicional evento bienal teve como objetivo proporcionar à próxima geração de jovens agentes de mudança uma plataforma para reunir habilidades e conhecimento para atuarem fortemente no desenvolvimento de soluções para um futuro mais sustentável.
    Entre os 100 delegados dos 45 países que farão parte do YAS, 12 são representantes brasileiros, como a estudante de engenharia de produção, Bárbara Oliveira Ferreira, de 21 anos, natural de Salvador (BA). A jovem tem um projeto de dessalinização de água com energia solar-térmica e quer implementá-lo no semiárido nordestino para consumo doméstico e uso na agricultura de subsistência. Bárbara espera que o Youth Ag Summit funcione como uma incubadora, e ela e os participantes possam transformar suas ideias de sustentabilidade em realidade.
    “Eu vejo o YAS como uma excelente oportunidade para compartilhar mais detalhes sobre a agricultura no nordeste do Brasil e como as mudanças climáticas e a política influenciam na qualidade de vida e nos meios de subsistência vividos pelas pessoas dessa região. Espero poder contribuir para o desenvolvimento do meu projeto, aprender mais sobre técnicas de liderança e resolução de problemas, além de fazer novas amizades”, conta.
    “O poder do movimento Youth Ag Summit está nestes jovens líderes”, diz Liam Condon, integrante do conselho de Administração da Bayer AG e presidente da divisão Crop Science. “Youth Ag Summit capacita os jovens líderes para ajudar a transformar este mundo para melhor, tanto com grandes medidas e também com pequenas atitudes”, completou. "Sabemos que os jovens são o maior recurso natural do nosso planeta e estamos fornecendo a eles uma plataforma inclusiva e de apoio, onde suas ideias podem se enraizar e prosperar".
    Nos próximos três dias no Brasil, os jovens – com idades entre 18 e 25 anos – trabalharão juntos para desenvolver soluções inovadoras, funcionais e sustentáveis para os desafios globais de segurança alimentar. “O Brasil é um dos países mais importantes para a agricultura do mundo. Esses jovens líderes terão a oportunidade de conhecer de perto a real sustentabilidade da produção brasileira de alimentos”, completa Rodrigo Santos, head da divisão Crop Science da Bayer para América Latina.
    Durante o evento, os jovens delegados visitaram a fazenda Pamplona da SLC Agrícola, que produz uma variedade de culturas agrícolas, incluindo soja, algodão e milho, em uma área de mais de 20 mil hectares.
    Os participantes também terão a chance de obter informações do mundo real sobre sustentabilidade em atividades promovidas por Nuffield e IICA, parceiros da edição 2019 do Youth Ag Summit. Além disso, poderão ouvir especialistas como:
    Sara Menker, fundadora e CEO da Gro Intelligence.
    Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiros para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS).
    David Hertz, co-fundador e presidente da Gastromotiva.
    Gustavo Gross Belchior, fundador e CEO, Core Us.
    “Para o IICA, é de vital importância que os jovens líderes mundiais da agricultura tenham este intercâmbio de histórias de sucesso focadas em sustentabilidade e as apliquem quando retornarem aos seus países”, relata Hernan Chiriboga, representante do IICA no Brasil. "Isso permite que as informações sejam compartilhadas para o benefício de todos que moram nos meios rurais".
    “Como uma organização focada em nutrir e apoiar futuros líderes agrícolas, a Nuffield Brasil tem orgulho de ser parceira e ajudar a entregar um programa emocionante por meio do Youth Ag Summit, em Brasília esta semana”, afirma Murilo Bettarello, presidente da Nuffield Brasil. "Estamos ansiosos para ver o impacto futuro que esses jovens terão sobre a conquista de um mundo com mais segurança alimentar".

  • NA COZINHA

    Espaguete de abobrinha

    Espaguete de abobrinha
    opção deliciosa, funcional, nutritiva e muito boa para servir com molho Pesto ou Genovese

    O Espaguete de abobrinha é uma opção deliciosa, funcional, nutritiva e muito boa para servir com molho pesto.

    Basta cortar a abobrinha em espiral com ajuda de um utensílio específico e escaldar por alguns minutos em água fervente temperada com sal e azeite.

    Molhos

    Pesto de Rúcula

    100g de rúcula

    1 xícara de folhas de manjericão

    1 colher de chá de suco e raspas de Limão

    50g de queijo parmesão artesanal

    50g de castanhas-de-caju ou outra oleaginosa

    1/2 xícara de azeite de oliva extravirgem

    1/2 dente de alho

    Pitada de Sal

    Pesto Genovese

    60g de manjericão (só as folhas)

    100ml de azeite de oliva extravirgem

    80g de queijo parmesão artesanal ralado

    40g de queijo peccorino ralado

    20g de pinolis ou nozes

    1 dente de alho

    Pitada de Sal Grosso

    Modo de preparo

    Adicione as folhas, azeite alho e sal, bata em um processador de alimentos e “pulse” algumas vezes até que as folhas comecem a se desfazer.

    Em seguida adicione os outros ingredientes e “pulse” mais algumas vezes até que os ingredientes estejam incorporados. É interessante que não bata muito para que o molho Pesto tenha textura e não vire uma pasta.

    Fonte: Site Pura Vida

  • TECNOLOGIA

    Empresa aplica a ciência de dados para prevenir desastres naturais

    Empresa aplica a ciência de dados para prevenir desastres naturais
    A análise de efeitos catastróficos ganha agilidade e eficiência

    Usar a ciência de dados para atingir objetivos de produtividade ou de redução de custos dentro das empresas tem sido um ponto cada vez mais discutido entre empresários de diferentes setores. Mas, o potencial de extrair informações valiosas dos dados não está restrito ao universo corporativo. De acordo com a Indra, empresa global de tecnologia e consultoria, é possível expandi-lo ao nível de mitigação de danos em caso de desastres naturais.

    A companhia tem vasta experiência no uso de dados para prevenir danos. Do desenvolvimento de aplicações ao estudo de fluxos de trabalho para contingências, a companhia já atuou em países como o Nepal e busca frequentemente novas oportunidades de atuar nessa frente.

    Além disso, trabalha no programa Copernicus com a ESA usando imagens dos satélites de Séntinel para elaborar produtos cartográficos com dados e inteligência que ajudam a mitigar os riscos. Com eles, é possível planejar com antecedência a evacuação de uma cidade em caso de terremoto, detectar áreas expostas ao risco de inundação ou avaliar os riscos de deslizamento após um grande incidente, por exemplo.

    Um dos projetos mais recentes da companhia é o EO4SD, iniciativa com foco no uso de satélites para monitorar regiões potencialmente sensíveis. Usando big data e analytics, as informações são reunidas e a análise de efeitos catastróficos – como inundações ou deslizamentos de terra – ganha agilidade e eficiência.

    A iniciativa entrou em vigor no ano passado e visa atrair principalmente os países emergentes, cujo acesso a financiamento privado para esse tipo de tecnologia é usualmente precário – e em que grande parte do valor arrecadado tem como foco iniciativas de reconstrução pós-desastre, de acordo com a companhia.

    Para manter a operação funcionando, a Indra conta com o trabalho de uma equipe de diferentes empresas e consórcios para realizar essa tarefa, como o GISAT (República Checa), Planetek (Itália), OHB LuxSpace (Luxemburgo), Argans (França) e Nazka (Bélgica), bem como o instituto meteorológico austríaco (ZAMG).

    Como forma de maximizar a proteção oferecida aos cidadãos, a companhia desenvolveu ao longo do tempo uma metodologia de Centro Integrado de Segurança e Emergência, que tem como foco garantir o bem-estar dos cidadãos e proteger a infraestrutura crítica das cidades.

    Com base no software iSafety, a companhia oferece uma gestão centralizada dos recursos disponíveis e a possibilidade de acompanhar passo a passo a resolução de incidentes.

    “O sistema facilita a tomada de decisões por parte de agentes em diversos órgãos, propondo, para cada situação, as opções de resposta que melhor se adaptam a cada cenário, com base em informações em tempo real”, afirma a companhia.

    O ciclo sobre o qual a ferramenta se baseia tem quatro fases, que vão do monitoramento à produção de relatórios, ajudando na tomada de decisão de lideranças.

    “Alguns benefícios práticos desse sistema são: a possível coordenação entre diversos órgãos para um suporte multicentrado, estabelecer protocolos de ativação e desativação, aperfeiçoar sistemas de administração e cuidar dos portadores de necessidades especiais com maior afinco”, finaliza a companhia.

     

  • VIVA ÁGUA

    Movimento quer conservar e restaurar bacia hidrográfica no Paraná

    Movimento quer conservar e restaurar bacia hidrográfica no Paraná
    Bacia do Rio Miringuava abastece cerca de 230 mil pessoas, além de indústrias e produtores agrícolas

    A bacia hidrográfica do Rio Miringuava é a principal fonte de água de São José dos Pinhais, abastecendo inclusive parte de Curitiba e outros municípios metropolitanos. Cerca de 230 mil pessoas, além de indústrias e produtores agrícolas, dependem do fornecimento de água que vem da bacia. Entretanto, isso pode ser comprometido caso a área não passe por ações de conservação. Para contribuir com a segurança hídrica no futuro e com a realidade socioeconômica da região, a Fundação Grupo Boticário lança o movimento Viva Água, que busca conscientizar e mobilizar a sociedade para cuidar da bacia do Miringuava.

    O movimento Viva Água também conta com a parceria do Instituto Renault e busca mais apoiadores da indústria, comércio, poder público e sociedade civil organizada para colocar em prática um plano de melhoria da infraestrutura natural e alavancagem de negócios com impacto social e ambiental positivo na bacia do Rio Miringuava. “O movimento é uma ação estratégica para garantir a segurança hídrica a longo prazo e promover uma transformação ambiental e socioeconômica na região da bacia, beneficiando todos aqueles que necessitam dessa água para suas atividades, seja para a saúde e o bem-estar ou mesmo econômicas”, destaca o presidente do Conselho Curador da Fundação Grupo Boticário, Miguel Krigsner.

    A água é indispensável para inúmeros processos produtivos, o que torna muito importante a participação de indústrias em iniciativas que visem à segurança hídrica das comunidades em que estão inseridas. Sergio Sampaio, diretor de Operações do Grupo Boticário, indica que a empresa tem mapeado quais seriam os impactos da indisponibilidade de água. “Nós sabemos o valor real da água para a companhia. Por isso temos metas rigorosas para reutilização e redução – nos últimos três anos diminuímos o consumo em 22%. Ter a visibilidade de dados assim nos mostra que investir em projetos como o Viva Água é vital para a manutenção do nosso negócio."

    Diante do papel vital dos recursos hídricos para toda a sociedade, o movimento Viva Água irá investir R$ 1,5 milhão para os primeiros 18 meses do projeto. A previsão é de que ao todo R$ 6 milhões sejam direcionados nos próximos 5 anos para alavancar as estratégias de conservação e restauração.

    Para ampliar o impacto da iniciativa, o movimento também concentrará esforços para articular parceiros na região. “Queremos mostrar para atores de diferentes setores a dependência que negócios e a população têm dos serviços oferecidos pela natureza. A partir dessa conscientização, esperamos que, além de trabalharem com o aumento dos níveis de ecoeficiência interna, também estejam alinhados com ações de conservação da água na sua origem, olhando para fora do seu negócio”, afirma o diretor-presidente da Fundação Grupo Boticário, Artur Grynbaum.

  • ALTERNATIVOS

    Produtos vegetarianos e sustentáveis para pets

    Produtos vegetarianos e sustentáveis para pets
    Produtos são livres de corantes, ideais para cães com alergia ou restrições alimentares

    A busca por alimentos alternativos à base de plantas tem crescido num ritmo acelerado. Segundo uma das maiores empresas de pesquisa, a Global Data, 70% da população mundial está reduzindo ou mesmo eliminando a carne do cardápio. 

    A mudança no hábito está associada a uma maior preocupação das pessoas com dietas mais saudáveis, ao cuidado humanizado com os animais e à busca por um consumo sustentável. Prova disso é o aumento de 600% de veganos nos Estados Unidos, em apenas 3 anos, ainda de acordo com o mesmo estudo. 

    Mas se os costumes estão mudando na mesa das pessoas, isso também reflete na alimentação dos pets. Os donos evitam colocar no pote dos animais alimentos que não estão no prato deles. Um estudo da Universidade de Guelph’s Ontario Veterinary College, no Canadá, feito com 3.600 donos de gatos e cachorros, revelou que cerca de um terço deles tem interesse em mudar a alimentação convencional dos pets para a vegana. 

    Empresas que enxergaram essa virada no consumo mundial, hoje, colhem os frutos. É o caso da BF Foods, no Rio Grande do Sul. A companhia gaúcha investiu em petiscos vegetarianos para cães em três versões: frutas, vegetais e care energy (de açaí). Hoje, eles representam 30% das vendas da empresa. “Quem segue esse tipo de dieta, segue por uma filosofia de vida. Então quer dar ao seu pet a mesma opção de alimento”, avalia Claudio Maia, gestor comercial e de marketing da BF Foods. 

    Os petiscos são produzidos com farinhas naturais e proteína de soja. “Conseguimos manter o valor nutricional, mas com 0% de carne”, explica. Além disso, a linha vegetariana é livre de corantes, ideal para cães com alergia ou restrições alimentares.

     

  • Estudantes de Curitiba criam bolsa impermeável a partir de cera de abelha

    Estudantes de Curitiba criam bolsa impermeável a partir de cera de abelha
    A bolsa, disponível em dois tamanhos, é versátil e pode cumprir diversas funções

    Composta por tecidos reutilizados e cera de abelha, a bolsa Beezip foi a alternativa que alunos do segundo ano do Ensino Médio do Colégio Positivo, em Curitiba, encontraram para um grande problema ambiental: o descarte da indústria da moda. De acordo com um relatório lançado pela Ellen MacArthur Foundation, com o apoio da estilista Stella McCartney, a cada segundo, um caminhão de lixo de produtos têxteis é aterrado ou incinerado no mundo.

    Dessa forma, a partir da vontade de substituir o uso do plástico e, ao mesmo tempo, colaborar com o meio ambiente, que um grupo de alunos teve a ideia de criar uma bolsa biodegradável e natural. Eles pensaram em substituir o ziplock e tentaram criar sacolas de tecido a partir da fécula de batata, mas não era uma ideia tão viável. Quando descobrimos a cera de abelha, os dois formatos se uniram e criamos a Beezip, uma substituta do ziplock e que ainda reutiliza o tecido descartado”, explica Pedro de Almeida Silveira, de 16 anos, presidente da Beezip.

    A bolsa, disponível em dois tamanhos, é versátil e pode cumprir diversas funções, como de nécessaire, porta medicamentos, materiais de higiene, celular, estojo escolar, porta-joias, organizadora para malas e mochilas, entre outros. Além disso, as Beezips são uma opção para eventos e passeios na praia, lagos ou piscinas, já que é impermeável. 

    Além de ser uma solução sustentável, o projeto ainda desenvolve um trabalho social, tendo parte da renda revertida para o Lar O Bom Caminho, instituição que acolhe crianças afastadas de suas famílias. O empreendimento faz parte da parceria entre o Colégio Positivo e a Junior Achievement Brasil, organização social que promove o empreendedorismo na juventude. 

    A empresa já vendeu aproximadamente 190 bolsas. Os modelos estão disponíveis em dois tamanhos: o pequeno, no valor de 15 reais, e o grande, a 25 reais. Para adquirir um dos produtos da Beezip e colaborar com a iniciativa, basta entrar em contato pelas redes sociais (@beezip.sae) ou pelo site https://mebeezip.wixsite.com/organization

     

  • BOAS PRÁTICAS

    Projeto com restos de persianas une sustentabilidade e inclusão social

    Projeto com restos de persianas une sustentabilidade e inclusão social
    Resíduos limpos de persianas se transformaram em objetos com design exclusivo

    O projeto “Eu já fui uma persiana”, lançado em Curitiba, é uma ideia  inovadora que une a necessidade de descarte consciente e a geração de renda para pessoas em vulnerabilidade social. A união foi perfeita: a empresária Claudia Semprebon de Figueiredo, queria dar uma destinação digna e adequada aos retalhos de tecidos que são gerados no processo produtivo das persianas. Já Andrea Koppe, presidente da Unilehu - Universidade Livre para a Eficiência Humana, promove oficinas de geração de renda para públicos em vulnerabilidade social. Dessa forma, resíduos limpos de persianas agora são transformados em variados objetos com design exclusivo. 

    “A ideia inicial era confecção de ecobags para destinar parte da renda para projetos que atuassem na remoção de lixo dos oceanos”, explica Claudia. Mas o projeto foi além, com a criação da Linha ClaritáEco. Desenvolvida pelo designer Rafael Fagundes, uma completa linha upcycling ganha o Brasil. Vale dizer que upcycling não é reciclagem, mas sim, o reuso de material que não teria mais utilidade ou valor comercial, transformando-se em peças lindíssimas. “O nome foi escolhido com base no conceito do resíduo, já que as persianas servem para controlar a luminosidade dos ambientes. Depois de uma pesquisa etimológica, foi escolhida a palavra Claritá que, em latim, remete ao brilho. Foi incluída o sufixo eco no final para chamar a atenção para esse reaproveitamento de materiais como matéria-prima, ficando mais claro para o consumidor que os produtos da linha são sustentáveis do ponto de vista ecológico”, conta Claudia. 

    A linha completa possui sete tipos de ecobags, quatro tipos de nécessaires, lancheiras e marmiteiros térmicos, kit ecobag hortifrúti, bolsa fitness, organizadores, embalagem para vinho e estojo. “O grande destaque da Linha ClaritáEco são as ecobags e pacotes de hortifrúti retornáveis – pois eles evitam o uso de sacolas e sacos plásticos, reduzindo fortemente a geração de lixo”, conta Claudia. Os produtos inicialmente estarão à venda na loja virtual da Supera e no showroom da fábrica e, em breve, em mais canais. No dia do evento de lançamento da linha, 100% do lucro dos produtos vendidos serão revertidos para ações da Unilehu. 

    O valor de cada peça é muito maior que o custo que ele possui, afinal, são confeccionadas, em sua grande maioria, por pessoas em vulnerabilidade social - refugiados do Haiti e Venezuela. Há jovens em formação profissional, terceira idade e mulheres da comunidade que também participam deste grupo.

  • ALERTA DA ONU

    Mudança climática ameaça produção de alimentos

    Mudança climática ameaça produção de alimentos
    As florestas são aliadas perfeitas contra as alterações climáticas

    A população da terra está crescendo e, com ela, o consumo. Essa tendência só irá aumentar em um futuro próximo, mas os recursos do planeta são limitados – e o solo não é uma exceção.

    Um relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) publicado focaliza a conexão entre o uso da terra e seus efeitos sobre a mudança climática.

    O documento destaca como, em uma espécie de círculo vicioso, solos e florestas doentes agravam as mudanças climáticas, que, por sua vez, causam impactos negativos na saúde das florestas e do solo.

    As conclusões do IPCC são resultado de dois anos de trabalho de 103 peritos de 52 países, que participaram voluntariamente do estudo. Antes do seu lançamento, o relatório foi discutido com os governos no início de agosto em Genebra, na Suíça, e aprovado por consenso por todos os países que participam do IPCC.

    Acordo de Paris

    O relatório aponta que, se o aquecimento global ultrapassar o limite de 2º Celsius estabelecido pelo Acordo de Paris, provavelmente as terras férteis se transformarão em desertos, as infraestruturas vão se desmoronar com o degelo do permafrost e a seca e os fenômenos meteorológicos extremos colocarão em risco o sistema alimentar.

    É um quadro sombrio, mas os autores do IPCC enfatizam que as recomendações do relatório poderiam ajudar os governos a prevenir os piores danos, reduzindo a pressão sobre a terra e tornando os sistemas alimentares mais sustentáveis, enquanto atendem às necessidades de uma população crescente.

    "Minha esperança é que este relatório tenha algum impacto sobre como consideramos a terra no contexto das mudanças climáticas e sobre as políticas que promoverão a gestão sustentável da terra e sistemas alimentares sustentáveis", afirmou Alisher Mirzabaev, coautor do relatório do IPCC.

    Solos e florestas

    Os solos e as florestas são aliados perfeitos contra as alterações climáticas. Eles atuam como sumidouros de carbono, reservatórios naturais que impedem que o CO2 chegue à atmosfera.

    Como aponta Barron Joseph Orr, cientista chefe da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação, a gestão insustentável os transforma no oposto: em grandes contribuintes para as mudanças climáticas.

    Da área terrestre do mundo que não é coberta por gelo, cerca de 70% já estão sendo usados para a produção de alimentos, têxteis e combustíveis.
    Os ecossistemas como as pradarias são fundamentais para um clima estável, embora sejam muitas vezes ignorados.

    Estas vastas áreas, que em grande parte são desprovidas de árvores e arbustos, atuam como grandes sumidouros de carbono. Elas também permitem que o gado paste sem que seja realizado o corte de árvores. A tendência de usar essas terras para lavouras significa uma maior liberação de CO2 para a atmosfera.

    "Enquanto é dada muita atenção às florestas, savanas e pradarias são uma paisagem que devemos abordar urgentemente", afirmou João Campari, líder global para a prática de alimentos da WWF Internacional. "Mais de 50% da conversão para a produção frutífera ocorrem em pradarias e savanas."

    As turfeiras, por exemplo, tipo de área úmida que cobre apenas 3% da superfície terrestre, são outro importante sumidouro de carbono, mas constituem até 5% das emissões globais anuais de CO2. Cerca de 15% das turfeiras conhecidas já estão destruídas ou degradadas.

  • FAUNA

    Santuário dos Elefantes ganha nova logo, mas mantém os mesmos ideais

    Santuário dos Elefantes ganha nova logo, mas mantém os mesmos ideais

    O Santuário de Elefantes Brasil (SEB)  é uma organização sem fins lucrativos que ajuda a transformar as vidas e o futuro dos elefantes cativos na América do Sul. A Instituição foi criada em 2012, está localizada no Mato Grosso  e tem como objetivo resgatar elefantes cativos em situação de risco, oferecendo a eles espaço,  condições e cuidados necessários para que possam se recuperar fisicamente e emocionalmente dos anos passados em cativeiro. 

    De acordo com o presidente do Santuário, Scott Blais, entre as atividades do Santuário estão: a busca pela preservação das espécies, o resgate e a reabilitação de elefantes, a defesa, preservação e conservação do meio ambiente, promoção do desenvolvimento sustentável, educação ambiental, voluntariado, estudos e pesquisas técnicas e científicas e projetos culturais.

    O Santuário de Elefantes Brasil é o primeiro na América Latina conduzido pelo Global Sanctuary for Elephants (GSF)  e pela ElephantVoices,  ambas organizações internacionais dirigidas por renomados especialistas. 

    Este ano o Santuário está crescendo, com a resolução de questões que permitirá a chegada de novos elefantes. E para comemorar essa fase, a organização acaba de lançar uma nova logomarca que traduz esse recém chegado ciclo que se iniciou no SEB. 

    “Estamos muito felizes com o lançamento da nova logomarca do Santuário de Elefantes Brasil. Simples, mas extremamente moderna, coloca o foco diretamente onde deve estar, nos elefantes. Esse novo visual chega num momento em que muitos elementos do nosso trabalho estão se unindo, resumindo anos de devoção para liberarmos outros elefantes, abrindo seus caminhos ao Santuário. O futuro dos elefantes em cativeiro na América do Sul, assim como o caminho evolutivo à consciência global, parecem mais promissores”, salienta Blais. 

    A marca foi criada por Greg Kickow, em parceria com Eduardo Talila, ambos voluntários do SEB. A marca nasceu para modernizar a comunicação da ONG. A nova identidade visual busca a contemporaneidade e simpatia das pessoas que apoiam e estão envolvidas com o Santuário. Foi pensada para ir além e se transformar numa linha de produtos com design que as pessoas vão desejar.

     “Quando alguém veste uma camiseta, usa uma ecobag ou uma caneca, está ajudando a divulgar o trabalho do SEB para mais pessoas, e essa divulgação é muito importante para um Santuário ainda tão jovem no Brasil, afirma Greg. 

    O novo design, mais simples e icônico, se relaciona melhor ao lado da logomarca de empresas apoiadoras. A ajuda de grandes empresas é muito importante para a manutenção do SEB e para novos resgates. 

    Serviço

    Santuário Elefantes Brasil - Chapada dos Guimarães - Comunidade Rio da Casca

    Email: info@elefantesbrasil.org.br

    Fone: (65) 92025776

  • SAÚDE

    Conheça cinco benefícios das frutas vermelhas

    Conheça cinco benefícios das frutas vermelhas
    Essas frutas fortalecem o sistema imunológico

    Amora, morango, framboesa, mirtilo e cereja. Além dos tons avermelhados e o sabor marcante, essas frutas têm em comum algumas propriedades nutritivas como vitaminas, minerais e fitoquímicos, que desempenham funções antioxidantes para organismo, fortalecendo o sistema imunológico.

    Também conhecidas como berries, essas frutas podem fazer parte das refeições diárias por meio de receitas, sucos, geleias ou in natura, trazendo benefícios para a saúde e praticidade para o dia a dia. A nutricionista Cyntia Maureen lista cinco benefícios das frutas vermelhas:

    1. Beneficiam a visão

    Por terem grandes quantidades de vitamina C, fósforo, cálcio e vitaminas do complexo B, as frutas vermelhas são aliadas à saúde dos olhos, melhorando a capacidade visual diurna e noturna.

    1. Têm ação anticancerígena e desintoxicante

    Essas frutas são ricas em antocianinas, substância responsável pela coloração avermelhada/arroxeada desses alimentos, que combatem a inflamação e a ação dos radicais livres, sendo, portanto, anticancerígenas e antioxidantes. “Elas proporcionam maior proteção aos órgãos e aos tecidos do corpo, retardando a temida ação do tempo sobre todas as células, como as da pele, por exemplo“, conta.

    1. São ricas em fibras

    A grande quantidade de fibras presente nas berries é ótima para quem procura melhorar o trabalho do sistema digestório. “É bom lembrar que além de beneficiar o intestino, as fibras são aliadas de quem quer reduzir os níveis de colesterol e glicose no sangue”, destaca.

    1. Aumentam a saciedade

    Mais uma vez as fibras desses alimentos caem no gosto de quem quer ficar em dia com a balança. A alta quantidade da substância nas frutas vermelhas dá uma sensação de maior saciedade quando elas são ingeridas, diminuindo a vontade por doces ou snacks pouco saudáveis nos intervalos das refeições principais.

    1. Combatem a anemia

    Frutas desse grupo quando consumidas com algum alimento rico em ferro, auxiliam e promovem uma maior absorção do mineral no organismo. “Por apresentarem bastante vitamina C, que facilita a assimilação do ferro no corpo, são ideais para quem sofre de anemia ou ainda para quem quer evitá-la”, pontua.

  • RECEITA

    Sopa de Inhame com vegan cheese

    Sopa de Inhame com vegan cheese

    A receita é da nutricionista Bruna Pavão. De acordo com ela o inhame é uma raiz com muitos benefícios nutricionais. Entre eles, destaca-se a propriedade anti-inflamatória que contribui para diminuir o acúmulo de toxinas no organismo. “Além disso, o inhame ajuda a fortalecer o sistema imunológico, que evita o desenvolvimento de gripes e resfriados”, informa. 

    Ingredientes:

    1 cebola picada

    2 alhos sem casca

    2 inhames sem casca 

    1 xícara (chá) de leite de soja 

    1 xícara (chá) de vegan cheese mussarela light em cubos (queijo vegano tipo mussarela)

    1 colher (chá) de noz moscada 

    Cheiro verde picado a gosto

     

    Modo de preparo:

    Em um liquidificador, bata todos os ingredientes, exceto o cheiro verde.

    Transfira para uma panela e cozinhe até aquecer.

    Adicione o cheiro verde e sirva.

    Tempo de preparo: 35 minutos 

    Rendimento: cerca de 2 porções

     

  • BOAS PRÁTICAS

    Sustentabilidade: cinco dicas para transformar seu dia a dia

    Sustentabilidade: cinco dicas para transformar seu dia a dia
    A reutilização da água promove muitos benefícios ao planeta

    Economizar energia, reutilizar materiais, reaproveitar a água da máquina de lavar roupa e até da chuva. Pequenas atitudes que podem trazer grandes diferenças para o planeta. Esses são alguns dos objetivos do projeto Escola Sustentável, do Centro Educacional Marista São José (SC), que atende gratuitamente crianças e adolescentes de 6 aos 17 anos no bairro Serraria.

    A ideia é conscientizar por meio de ações pedagógicas em sala de aula. “A educação tem a missão de conscientizar crianças e jovens, pois trabalhar a sustentabilidade vai muito além das questões ambientais, é ensinar as práticas diárias que auxiliam na preservação, na utilização dos recursos e até na diminuição dos custos”, explica Marilene Vieira, uma das responsáveis do projeto da unidade. O Centro se tornou um ponto de referência de coletas de tampinhas, lacres de alumínio, óleos e gorduras - ações que colocam em prática o conhecimento dos alunos sobre sustentabilidade.

    O incentivo também vem dos projetos especiais criados por professores e colaboradores, como é o caso de Gentil Fernandes Vieira, de 65 anos, responsável pela manutenção da escola. Ele trabalha há 19 anos no Centro, onde criou um sistema de captação de água de chuva com calhas que reduziu o consumo de água e hoje é utilizado para a limpeza do Centro. “Eu sempre tive essa ideia, porque a água da chuva cai da calha e vai embora, então aprovaram a iniciativa na hora. É muito importante para o ecossistema reaproveitar algo que está indo fora”, observa.

    O exemplo de Vieira despertou a curiosidade das crianças e até dos moradores da região. “Muitos pais me procuraram para saber como fazer isso em casa, pois a água sai limpa e pode ser totalmente utilizada para limpeza, além de ajudar o meio ambiente e reduzir custos”, comenta. Mas ele não quer parar por aí: agora pretende ampliar ainda mais o sistema e contribuir para as futuras gerações.

    Além da participação de Vieira, os alunos aprendem em sala de aula práticas sustentáveis que podem ser utilizadas no dia a dia. Confira cinco dicas.

    Separação do lixo orgânico e reciclável

    Uma atitude que parece simples pode ser inserida na rotina: preservar os materiais que podem ser reciclados. Uma boa dica é separar em sacolas o lixo que for orgânico, papel, metal, plástico e vidro, caso você não tenha espaço para lixeiras. “Se você mora em prédio ou condomínio pode deixar alguns cartazes de conscientização, propagando ainda mais as boas ações”, sugere Marilene Vieira.

    Reaproveitamento da água

    A reutilização da água promove muitos benefícios ao planeta. Da máquina de lavar roupas, por exemplo, a água despejada pode ser utilizada para a limpeza de calçadas, gerando economia e preservação do meio ambiente.

    Utilização do alimento

    Aquela fruta que fica na geladeira pode ser levada ao congelador e depois usada para fazer shakes e smothies. Os restos de vegetais como cebola, batata e cenoura podem ser utilizados para caldos. As cascas de frutas, como banana por exemplo, podem se transformar em um esfoliante natural para a pele. Uma maneira de aproveitar o alimento de maneira integral e ainda preservar o meio ambiente.

    Reutilização de roupas

    A reutilização de roupas representa menos recursos naturais extraídos e processados, que diminui os processos de poluição. Isso significa que a redução do consumo impacta diretamente a natureza. Uma ideia é customizar as peças de roupas, reutilizar e até doar para bazares e instituições que necessitam.

    Separação do óleo de cozinha

    A destinação correta do óleo de cozinha evita a poluição do meio ambiente. O indicado é guardar o óleo em uma garrafa PET e não jogar nos ralos e pias. Procure os postos de coleta da sua região, pois os óleos podem ser reciclados e até reutilizados para fazer materiais diversos, como o sabão.

  • MEIO AMBIENTE

    Especialista alerta para desequilíbrio socioambiental com a extinção de aves

    Especialista alerta para desequilíbrio socioambiental com a extinção de aves
    O beija-flor contribui no combate ao Aedes aegypti, mosquito que transmite doenças como a dengue, zika, chikungunya e febre amarela

    Considerado o segundo país em diversidade de aves do mundo, o Brasil também carrega um recorde negativo: é a nação que possui mais aves globalmente ameaçadas. Estima-se que cerca de 170 espécies correm risco de serem extintas. Sem elas, um verdadeiro colapso socioambiental poderia tomar conta do território nacional, afetando o equilíbrio do meio ambiente e, consequentemente, influenciando diretamente a vida do ser humano.

    Para evitar esse quadro, a proteção e recuperação dos habitats das aves, em florestas, cerrados e campos, é um dos caminhos que está sendo trilhado por ambientalistas e outros especialistas – medidas que também devem envolver toda a sociedade.

    O diretor-executivo da BirdLife/SAVE Brasil, Pedro Develey, membro da Rede de Especialistas de Conservação da Natureza, explica que qualquer cidadão pode fazer sua parte, como respeitar a legislação ambiental, manter as propriedades rurais com reservas legais e áreas de preservação permanente ou criar reservas privadas. “Mesmo uma pessoa que mora em uma cidade pode manter um jardim privado ou ajudar na manutenção de uma área pública ou plantar árvores nativas que produzam frutos e flores e atraiam as aves.”, completa Develey.

    Ele lembra que na Mata Atlântica, por exemplo, é necessário um processo de restauração florestal. Ou seja, é preciso plantar árvores nativas nas florestas a fim de manter e preservar o habitat das aves. “Para algumas espécies que já atingiram níveis populacionais muito baixos, é preciso um manejo direto, como a criação em cativeiro para garantir uma população que poderia ser reintroduzida no futuro”, alerta.

    De acordo com Develey, as aves são excelentes indicadores ambientais, atuando como um termômetro do meio ambiente. “Um país com tantas aves ameaçadas significa que não está caminhando bem do ponto de vista ambiental. As aves são importantes polinizadores e dispersores de sementes, ‘plantando’ árvores naturalmente e contribuindo para a manutenção do equilíbrio e diversidade do ambiente”, afirma. Além disso, diversas espécies de aves controlam pragas ao se alimentarem de insetos que podem ser prejudiciais à agricultura. Os pássaros também ajudam no combate a vetores de doenças. O beija-flor, por exemplo, além de se alimentar de néctar, contribui no combate ao Aedes aegypti, mosquito que transmite doenças como a dengue, zika, chikungunya e febre amarela.

    Perdas

    Caso medidas ambientais não sejam tomadas, o Brasil corre um sério risco de perder para sempre muitas espécies de aves. No ano passado, segundo Develey, o país registrou três extinções confirmadas de aves que viviam na Mata Atlântica do Nordeste: o limpa-folha-do-nordeste, o gritador-do-nordeste e uma corujinha, a caburé-de-pernambuco.

    Por outro lado, a ararinha-azul, extinta da natureza desde 2000, deve voltar ao meio ambiente nos próximos cinco meses, quando 50 exemplares da espécie devem chegar ao Brasil, repatriadas da Alemanha. Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), as ararinhas serão encaminhadas até o Refúgio de Vida Silvestre da Ararinha-Azul, unidade de conservação criada no ano passado, em Curaçá (BA), especialmente para receber as aves. Depois de um período de adaptação em viveiro, elas serão soltas na natureza. Atualmente, existem apenas 163 exemplares da ave em cativeiro no mundo, sendo 13 no Brasil.

    “Sem dúvida, o bioma com a situação mais delicada para a conservação da avifauna é a Mata Atlântica – especialmente a região entre Alagoas, Pernambuco e Paraíba. Outra espécie extremamente ameaçada é a choquinha-de-alagoas, que hoje só existe na Estação Ecológica de Murici (AL) e as estimativas apontam para no máximo 30 indivíduos”, alerta o pesquisador.

    Consequências

    O especialista aponta que é difícil prever com precisão a extensão das consequências da extinção das espécies de aves. “Existem interações entre as espécies; o desaparecimento de uma pode influenciar diretamente outra, num efeito dominó. Talvez, a curto prazo, os efeitos não serão percebidos, mas a médio e longo prazos, o desaparecimento das aves afeta o equilíbrio de todo o ambiente, que influencia diretamente na vida do ser humano.”

    Além disso, o especialista alerta para uma perda irreparável de um patrimônio natural único e insubstituível. “Costumo fazer uma analogia com as grandes obras de arte: se um incêndio destruísse o Museu do Louvre, seria uma comoção mundial. Mas estamos perdendo aves todo ano; nossas ‘Monalisas’ estão desaparecendo e a maior parte da sociedade ainda não se importa”, alerta Develey.

     

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