• 09/01/2018

    Reserva Natural é opção de tranquilidade em meio ao tumulto das férias de verão

    Nem toda viagem de verão precisa seguir o tradicional roteiro sentido beira-mar. Para quem deseja fugir do trânsito intenso e da multidão de turistas que seguem para as tradicionais praias paranaenses e catarinenses, a Reserva Natural Salto Morato, criada e mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, é uma opção que oferece tranquilidade e contato com a natureza.

    Reserva Natural Salto Morato oferece ótima estrutura aos visitantes   Foto: Mariana Blessmann Reserva Natural Salto Morato oferece ótima estrutura aos visitantes
    Foto: Mariana Blessmann

    O local é reconhecido como Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco e está aberto ao público desde 1996. Localizada a 160 quilômetros de Curitiba, na cidade de Guaraqueçaba, a reserva é uma das áreas protegidas do Lagamar, uma extensa faixa entre o litoral paranaense e o litoral sul de São Paulo, que representa o maior e mais conservado remanescente contínuo de Mata Atlântica no Brasil. “Nossa reserva foi criada para conservar suas áreas em perpetuidade contribuindo para complementar os esforços públicos na manutenção de áreas protegidas e na proteção dos ecossistemas naturais. Além disso, a área também incentiva o turismo da região e fortalece a economia local”, analisa a diretora executiva da Fundação Grupo Boticário, Malu Nunes.

    Cachoeira Salto Morato é um dos atrativos mais procurados na Reserva  Foto: Haroldo Palo Jr Cachoeira Salto Morato é um dos atrativos mais procurados na Reserva
    Foto: Haroldo Palo Jr

    Ao todo são 2.253 hectares que incluem duas trilhas: uma que leva ao aquário natural, ideal para banho e o Salto Morato, uma queda d’água com mais de 100 metros de altura; e outra que conduz os visitantes à Figueira do Rio de Engenho, árvore cuja raiz forma um portal sobre os seis metros de largura do rio. Nesta trilha, também é possível realizar a travessia do rio em cabos de aço, atração conhecida como Falsa Baiana.

    Outra opção que o local oferece é um ambiente ideal para os praticantes do ‘birdwatching’ - observação de aves como é popularmente conhecido - e, de acordo com o ornitólogo, Pedro Scherer Neto, membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, uma atividade que cresce cada vez mais no Brasil. “Com um binóculo, uma câmera fotográfica e até com alguns modelos de telefone celular é possível registrar pássaros na natureza. Identificar o canto e as características de cada espécie é apaixonante e a cada ave avistada, cresce a vontade de achar novos pássaros”, comenta. Somente na Reserva foram registradas a ocorrência de mais de 320 espécies.

    Figueira do Rio do Engenho

    Outra trilha do local leva até a centenária Figueira Fundação Grupo Boticário

    A reserva oferece aos visitantes uma infraestrutura com centro de visitantes, quiosques, lanchonete, alojamento para pesquisadores e um auditório para eventos e capacitações. O local funciona das 8h30 às 17h30 - com entrada permitida somente até as 16h -,  de terça-feira a domingo e os ingressos para entrada na Reserva custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada) para estudantes ou doadores de sangue com carteirinha.

    Para quem pretende estender o passeio, antes ou depois da visita à Reserva, a cidade de Guaraqueçaba também oferece atrativos aos visitantes. O centro da cidade fica a 18km da Reserva e conta com uma estrutura de atendimento ao turista com hotéis, bares e restaurantes. A partir dali também é possível conhecer outros atrativos locais como a Trilha do Quitumbe com uma linda vista para a baía, os passeios de barco para o Parque Nacional de Superagui, a Reserva do Sebuí, além do pôr-do-sol de frente para o mar.

    Diversas espécies de aves podem ser avistadas na Reserva  Foto: Fundação Grupo Boticário  Diversas espécies de aves podem ser avistadas na Reserva
    Foto: Fundação Grupo Boticário  
  • 09/01/2018

    72% das empresas ainda não reconhecem as mudanças climáticas como um risco financeiro

    No mundo inteiro, 72% das empresas de médio e grande portes com ações negociadas em bolsas de valores ainda não reconhecem os riscos financeiros oriundos das mudanças climáticas em seus relatórios anuais financeiros, de acordo com a Pesquisa 2017 de Relatórios de Responsabilidade Corporativa da KPMG (The KPMG Survey of Corporate Responsibility Reporting 2017, em inglês).  O levantamento estudou relatórios anuais financeiros e relatórios de responsabilidade corporativa das 100 maiores empresas por receita de 49 países, dentre eles o Brasil. Ainda de acordo com a pesquisa, da parcela minoritária que reconhece o risco das mudanças climáticas, apenas 4% fornece uma análise aos investidores do potencial valor de negócio em risco. Em termos de setores, as empresas que operam em recursos florestais e papel (44%), mineração (40%), e petróleo e gás natural (39%) têm as mais altas taxas de reconhecimento do risco relacionado ao clima em seus relatórios.  Já serviços de saúde (14%), transporte e entretenimento (20%) e varejo (23%) são setores menos propensos a reconhecer o risco climático. “A pesquisa mostra que, mesmo entre as maiores empresas do mundo, uma parcela extremamente reduzida está disponibilizando indicações adequadas do valor em risco a partir das mudanças climáticas.  A pressão sobre as empresas para que se esforcem para melhorar, no que se refere à divulgação, cresce diariamente.  Alguns investidores já estão adotando uma abordagem linha dura para exigir a divulgação; alguns países estão avaliando a regulamentação para impô-la; e alguns agentes reguladores financeiros alertaram para o fato que a não identificação e a não gestão do risco climático seja uma violação do dever fiduciário de um Conselho.  Neste contexto, estimulamos as empresas a se mexer rapidamente.  Aquelas empresas que não o fizerem, poderiam começar a perder investidores em um futuro bem próximo, e constatar que o custo do capital e da cobertura de seguro aumentam rapidamente”, analisa o diretor da KPMG no Brasil e líder para a prática de sustentabilidade, Ricardo Zibas. 3 Tendências  A pesquisa da KPMG também explorou as tendências futuras nos relatórios de responsabilidade corporativa, incluindo relatórios sobre as Metas de Desenvolvimento Sustentável (SDGs) das Nações Unidas, que relatam sobre os direitos humanos e preparam e divulgam metas de redução de emissão de carbono. As principais constatações incluem: •As Metas de Desenvolvimento Sustentável (SDGs) da ONU tiveram forte receptividade junto às empresas em todo o mundo, em menos de dois anos contados a partir do seu lançamento. Trinta e nove porcento dos relatórios estudados conectam as atividades de responsabilidade corporativa das empresas com as SDGs.   A proporção cresce para 43% quando são examinadas especificamente as 250 maiores empresas do mundo (G250). •73% dos participantes reconhecem os direitos humanos como uma questão de responsabilidade corporativa que a empresa precisa tratar.  Esta proporção cresce para 90%  no grupo G250. •67% das 250 maiores empresas do mundo divulgam as suas metas visando reduzir as emissões de carbono da empresa.  Todavia, 69% desses relatórios não se alinham com as às metas climáticas que estão sendo estabelecidas pelos governos, pelas autoridades regionais  ou pela ONU. O estudo completo está disponível em www.kpmg.com/crreporting  
  • 09/01/2018

    Artista cria obras com lixo eletrônico

    1 Quando qualquer equipamento eletrônico quebra, a maioria vai parar no lixo comum ou, pior, na calçada. No entanto, esse tipo de resíduo, que pode ser tóxico, tem ainda grande utilidade para a indústria e, agora, para a arte. Com o lixo eletrônico da Coopermiti, o artista plástico Marcos Sachs transformou "sucata" em obra de arte. As placas adquiridas na Coopermiti e outros materiais, os componentes eletrônicos se transformaram em esculturas, painéis e no retrato do escritor francês, Michel Houellebecq. "Acredito que a arte seja uma ferramenta especialmente útil na conscientização de várias causas da maior importância, como é a da reciclagem", afirma o artista. O descarte regular do lixo eletrônico ainda é um tema pouco explorado e ensinado à população, mas de extrema relevância. Estes equipamentos podem liberar materiais como Mercúrio, Cádmio, Cobre, Cromo, entre outros que, caso dispostos em aterros não licenciados e controlados, podem contaminar o solo e atingir o lençol freático, causando grande impacto ao meio ambiente e ao ser humano. Sobre a escolha desses materiais para construir o trabalho, Sachs afirma que foi levado pela curiosidade. "Além do aspecto da preservação ambiental, o que também me atraiu para a reutilização de materiais descartados foi a curiosidade que tinha para certas experimentações em pintura figurativa, buscando substituir a tinta tradicional por objetos coloridos. Algo intermediário, entre pintura e instalação", conta. Para quem deseja colaborar com o trabalho da cooperativa de reciclagem, o serviço é gratuito. No site da empresa, além dos endereços de todos os postos, é possível encontrar conteúdo educacional sobre a importância do descarte regular de resíduos eletrônicos. E para conhecer mais o trabalho de Marcos Sachs, basta segui-lo nas redes sociais, @marcos_sachs. "A arte feita com material descartado é a mais acessível a todos que quiserem usar um pouco da criatividade, todo mundo pode criar algo bacana dessa forma. Mãos à obra, pessoal", incentiva o artista. Para quem deseja conhecer mais sobre a reciclagem de eletrônicos e incentivar às crianças a olharem os objetos por outras perspectivas, a Coopermiti ainda realiza excursões para escolas e visitas guiadas que podem ser agendadas pelo site da cooperativa.
  • 01/11/2017

    Dia Mundial do Vegetarianismo: receitas para as três refeições do dia

    O dia mundial do vegetarianismo  (1 de outubro) foi criado pela Sociedade Vegetariana Norte Americana, mas também é lembrada no Brasil por pessoas que escolheram uma dieta sem produtos de origem animal. Para quem já segue esta alimentação ou pretende conhecer mais sobre o assunto, é bom ler os livros de receitas da coleção de blogs lançada pela Editora Alaúde. São eles Tempero Alternativo, do André Fronza, Fru-Fruta, da Pati Bianco, e Herbivoraz, da Julia Guedes. Separei receitas destas obras para as três refeições do dia. O que você acha? Café da manhã image001 Cookie de aveia, maçã e castanha-do-pará do livro Fru-Fruta RENDE 20 COOKIES 2 colheres (sopa) de farinha de linhaça. 6 colheres (sopa) + ¼ de xícara de água. 1½ xícara de farinha de trigo integral. 1 xícara de aveia em flocos grossos. ¾ de xícara de maçã desidratada picada. ½ xícara de castanha-do-pará picada. ¾ de colher (chá) de fermento químico. 1 colher (chá) de canela em pó. ½ colher (chá) de sal. ¾ de xícara de óleo de coco derretido. 1 xícara de açúcar mascavo 1 Preaqueça o forno a 200 °C e unte com óleo uma assadeira grande (ou duas médias). 2 Em uma tigela, misture a linhaça com 6 colheres (sopa) de água e reserve. 3 Em um recipiente grande, misture a farinha, a aveia, a maçã, a castanha-do-pará, o fermento, a canela e o sal. Reserve. 4 Adicione o óleo, o açúcar e a água restante à mistura de linhaça e mexa bem. Despeje essa mistura sobre os ingredientes secos e mexa até formar uma massa. 5 Use duas colheres para modelar 20 bolinhas de mas¬sa e disponha-as na assadeira. Com a parte de trás da colher, achate as bolinhas, dando o formato dos biscoitos. 6 Asse por 25 a 30 minutos na grade superior do forno, para não queimar o fundo. Se o forno tiver a função grill, passado esse tempo ligue por 3 minutos para que fiquem dourados. Retire quando estiverem com aparência de sequinhos. Depois, se possível, deixe¬-os sobre uma grade (para não umedecer a base dos cookies). Eles ficarão crocantes após esfriarem. Embrulhe os cookies em papel--alumínio e deixe no freezer para ter sempre à mão. Para descongelar, aqueça por10 minutos no forno a 180 °C. Almoço image003 Hambúrguer de berinjela, do livro Tempero Alternativo Rende 8 hambúrgueres 2 berinjelas grandes (600 g) • 1 colher (sopa) de óleo vegetal + um pouco para fritar • 2 dentes de alho picados (10 g) • ½ xícara de cebolinha fresca picada (35 g) • 1 colher (chá) de sal (5 g) • 1 colher (chá) de páprica defumada (3 g) • ½ xícara de farinha de mandioca fina (90 g) 1 Preaqueça o forno a 200 °C.  2 Lave bem e seque as berinjelas. Corte em cubinhos e transfira para uma assadeira. Não precisa descascar, mas caso você não goste da casca, pode tirar.  3 Leve ao forno preaquecido por cerca de 20 minutos ou até os cubos murcharem e ficarem macios. Mexa depois de 10 minutos, para que assem por igual.  4 Tire do forno e espere esfriar.  5 Envolva os cubos de berinjela em um pano de prato limpo e seco, e pressione com as mãos para retirar o excesso de água. Reserve.  6 Aqueça o óleo em uma panela e refogue o alho até dourar.  7 Adicione a berinjela reservada, a cebolinha, o sal e a páprica defumada. Refogue ligeiramente.  8 Transfira para um processador e bata até obter uma mistura homogênea. Adicione a farinha de mandioca e bata novamente até incorporar.  9 Separe a massa em seis porções. Modele os hambúrgueres formando bolinhas e depois achate-as.  10 Aqueça uma frigideira com um fio de azeite e frite os hambúrgueres dos dois lados até que dourem. Jantar image005 Batatas ao murro, do livro Herbivoraz rende 3 a 4 porções 20 batatas bolinha com casca. 1 colher (sopa) de sal. 1 brócolis ninja (japonês). 4 dentes de alho picados alecrim a gosto. ½ xícara de azeite. sal e pimenta-do-reino. moída a gosto pasta de azeitona preta. 1 xícara de azeitona preta sem caroço. 3 colheres (sopa) de azeite. 1 colher (chá) de tahine. sal a gosto. batatas 1 Em uma panela grande em fogo alto, coloque as batatas e cubra com água. Junte o sal e leve ao fogo alto. Assim que começar a ferver, reduza para fogo baixo, tampe a panela parcialmente e cozinhe até as batatas ficarem macias. Retire as batatas da panela com uma escumadeira ou uma colher (você vai usar a água mais tarde), transfira para uma assadeira e espere esfriarem um pouco. 2 Enquanto isso, na mesma água em que cozinhou as batatas, coloque os brócolis. Leve ao fogo alto e cozinhe por apenas 5 minutos, para que fiquem macios, mas ainda verdinhos e firmes. 3 Preaqueça o forno a 180 °C. 4 Dê leves murros nas batatas com a mão, esmagando-as levemente. Junte os brócolis, o alho e alecrim à assadeira com a batata e regue com o azeite. Tempere com sal e pimenta a gosto. 5 Asse por 40 minutos, virando as batatas de vez em quando para não queimarem apenas em algumas partes. Sirva com a pasta de azeitona preta. pasta de azeitona preta Coloque todos os ingredientes no processador ou liquidificador e bata até que a mistura fique com uma consistência pastosa, mas ainda rústica.        
  • 01/11/2017

    Projeto Cidadão Cientista recebe Prêmio Von Martius de Sustentabilidade

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    No dia 18 de outubro, as principais iniciativas de sustentabilidade e conservação do Brasil foram homenageadas pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha com o Prêmio Von Martius de Sustentabilidade. O Projeto Cidadão Cientista, realizado pela SAVE Brasil (Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil), com apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, foi uma das iniciativas reconhecidas. Pedro F. Develey, diretor da SAVE Brasil e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, celebrou a conquista. “Esse reconhecimento nos enche de orgulho e mostra que estamos no caminho certo. Somente com o apoio de todos -comunidade, poder público e privado - é que vamos conseguir avançar na questão ambiental brasileira e estimular a conservação das áreas naturais. Esperamos contar com cada vez mais cidadãos cientistas Brasil afora”, afirmou. Criado em 2014, o Projeto promove e estimula a participação da comunidade na observação e monitoramento de aves. O objetivo é ampliar o envolvimento da sociedade, fortalecendo a conservação ambiental. Os monitoramentos nas Unidades de Conservação (UC) são realizados constantemente, com participação de grupos, como os clubes de observadores de aves. Os dados são inseridos na plataforma internacional eBird. Desde o início, já foram realizadas cerca de 40 visitas à UCs no Sul, Sudeste e Nordeste, contabilizando mais de 400 espécies registradas sendo que 50 espécies foram novas adições às listas de aves desses locais.  
  • 01/11/2017

    O dilema do novo mundo: desenvolver-se é inversamente proporcional a salvar o planeta?

    Dados do Programa Brasileiro GHG Protocol revelados em agosto deste ano, informam que as companhias brasileiras têm avançado na gestão de emissão de carbono. Segundo o projeto, 142 empresas divulgaram seus números compartilhando suas emissões com o programa. Entretanto, ao mesmo tempo, 84,5% relatou não ter meta de redução. Diante do cenário, o diretor de Meio Ambiente da Sanepar, Glauco Requião, alerta: Além de estarmos trabalhando com dados que retratem apenas o início de um caminho a ser percorrido, ainda há a expectativa dessas empresas aumentarem a sua emissão de gases em razão do desenvolvimento urbano, fato que aponta para a necessidade de definições de metas claras de redução. foto 4 “Obviamente que o número que o GHG Protocol obteve é uma amostra muito pequena em relação ao total de organizações que emitem gases de efeito estufa no Brasil. Em se tratando de empresas de saneamento, podemos dizer que elas são um claro exemplo de organização que certamente aumentará seu índice, já que no contexto Brasil apenas a Sanepar participa do programa. Ainda que a ideia é expandir a rede de tratamento de esgoto a cada ano e o tratamento de esgoto implica num dos processos que mais emitem CO2”, explica o ambientalista. Além de ser a única empresa de saneamento  membro do GHG Protocol, a Sanepar ainda conquistou o Selo de Ouro em razão de todos os relatórios terem sido verificados. Outros dados importantes de serem destacados é que de acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) o esgoto tratado no Brasil alcança a porcentagem de apenas 42,7% e a coleta de esgoto é disponível apenas para 50,3% da população. A situação é tão alarmante que levou o Brasil a ficar na 112ª posição entre 200 países no ranking de saneamento básico realizado pelo Instituto Trata Brasil em 2014. Entre os países da América Latina, somos o 10º, atrás de Equador, Venezuela, Peru e Bolívia. “Ou seja, apesar do Paraná ser um dos Estados que tem maior cobertura quando falamos em saneamento básico, temos outros locais que sequer atingem 10% de sua população. Obviamente isso precisa aumentar, faz parte do desenvolvimento e de dar condições de vida para as pessoas”, comenta Glauco. Entretanto, ressalta ele, não há como negar que o desenvolvimento pelo desenvolvimento irá afetar o lado sustentável do planeta, “ainda mais quando a maioria das grandes empresas do Brasil sequer compartilham seus números para fazerem a gestão das emissões, quanto mais se comprometem a reduzi-los”. Neste aspecto, torna-se mais forte a demanda pela postura sustentável das empresas. “Na Sanepar dizemos que não somos uma empresa de saneamento com responsabilidade ambiental, e sim uma empresa ambiental com vocação para o saneamento”, afirma o diretor de Meio Ambiente da Sanepar. Energia elétrica também preocupa Ainda de acordo com dados do GHG, outro indicador que contribui significativamente para a emissão de CO2 é energia, ficando atrás apenas da agropecuária. Esse dado é bem interessante porque vai de encontro com a mudança no perfil das emissões no Brasil. O lançamento de poluentes decorrentes do desmatamento, em especial para abrir terreno para pasto e plantações, caiu 69% entre 2005 e 2015. No mesmo período, os gases gerados pelo uso de energia cresceram 44%. “Segundo o Sistema de Estimativa de Emissão de Gases de Efeito Estufa (Seeg), o padrão de crescimento das emissões do Brasil está muito parecido com outros países em desenvolvimento. No mesmo intervalo (de 2005 a 2015) as emissões mundiais de gases estufa cresceram 15%. Ou seja, o lançamento de poluentes no Brasil tem crescido”, ressalta Requião. Desafios e a importância do compromisso “O principal desafio contemporâneo da humanidade é reduzir as emissões de gases de efeito estufa de maneira a conter o aumento da temperatura média do planeta nas próximas décadas. E isso só vai ser possível a partir de compromissos sérios que envolvam posturas sustentáveis”, comenta Glauco Requião. O diretor de Meio Ambiente da Sanepar ainda elogia a iniciativa do GHG Protocol. “Essas iniciativas são necessárias, mas o engajamento precisa ser muito maior. Estamos em um momento em que a lógica que sempre pareceu natural se inverte: Não temos mais que pensar no mudo que vamos deixar para nossos filhos, e, sim, pensar nos filhos que nós vamos deixar para o mundo”, conclui.
  • 01/11/2017

    Três receitas sem nada animal para veganos

    (Foto: Divulgação/Cesar Godoy) (Foto: Divulgação/Cesar Godoy) Moqueca de banana-da-terra Tempo de preparo: 40 minutos (+ o tempo de marinada) Rendimento: 6 porções Ingredientes 6 bananas-da-terra sem casca suco coado de 1 limão 1 dente de alho picado 3 pimentas dedo-de-moça, sem sementes, picadas Sal e pimenta-do-reino branca moída na hora 2 colheres (sopa) de azeite 2 cebolas grandes cortadas em rodelas finas 1 pimentão amarelo sem sementes em rodelas 1 pimentão verde sem sementes em rodelas 1 pimentão vermelho sem sementes em rodelas 1 lata de tomate pelado 1 1/3 xícara de leite de coco 2 colheres (sopa) de cheiro-verde picado Modo de preparo Corte a banana no sentido do comprimento e depois em pedaços grandes. Ponha em uma tigela com o suco de limão, o alho, a pimenta dedo-de-moça, o sal e a pimenta-do-reino. Reserve por uma hora e meia. Em seguida, aqueça o azeite em uma panela grande e refogue a cebola e os pimentões. Acrescente o tomate pelado ligeiramente picado com o conteúdo da lata e cozinhe por 5 minutos. Por cima, arrume a banana com sua marinada. Cubra com o leite de coco e polvilhe com metade do cheiro-verde. Cozinhe, mexendo às vezes com cuidado, por mais 25 minutos ou até a banana ficar macia e o líquido se reduzir bem. Sirva em seguida, polvilhada com o cheiro-verde restante. Dica: se você gostar da moqueca com mais caldo, não deixe o liquido se reduzir muito. Esta receita pode ser preparada com palmito no lugar da banana-da-terra. (Foto: Divulgação/Cesar Godoy) (Foto: Divulgação/Cesar Godoy) Pãozinho integral com açúcar de coco Tempo de preparo: 45 minutos Rendimento: 8 unidades Ingredientes 1 xícara de água 1 envelope (10 g) de fermento biológico seco instantâneo 1/3 de xícara de açúcar de coco 1½ xícara de farinha de trigo integral 1 xícara de amaranto uma pitada de sal 4 colheres (sopa) de óleo Modo de preparo Preaqueça o forno a 180 °C e aqueça ligeiramente a água (o suficiente para conseguir colocar o dedo sem queimá-lo) e transfira-a para uma tigela com o fermento e o açúcar de coco. Misture bem. Adicione os ingredientes restantes aos poucos, misturando sempre, e continue trabalhando a massa até ficar homogênea e desgrudar das mãos. Em seguida, forme bolinhas e ponha-as espaçadamente em uma assadeira untada com um pouco de óleo. Reserve, dentro do forno aquecido, mas desligado, por 20 minutos ou até dobrar de tamanho. Passado esse tempo, ligue o forno de novo e asse por 30 minutos ou até dourar ligeiramente. (Foto: Divulgação/Cesar Godoy) (Foto: Divulgação/Cesar Godoy) Patê de grão-de -bico Tempo de preparo: 35 minutos (+ o tempo de remolho) Rendimento: 2 ½ xícaras Ingredientes 250 g de grão-de-bico cru 1 folha de louro 300 g de pão sírio pequeno ½ xícara de azeite 1/3 de xícara de água do cozimento do grão-de-bico 3 colheres (sopa) de suco delimão-siciliano 2 dentes de alho 1 cebola pequena picada uma pitada de cominho em pó uma pitada de sal Pinoli e sementes de cominho a gosto Modo de preparo Deixe o grão-de-bico de molho em água suficiente para cobrir os grãos por uma noite. No dia do preparo, escorra a água e lave os grãos. Transfira para a panela de pressão com água suficiente para cobrir o grão-de-bico, adicione o louro, tampe a panela e cozinhe por 20 minutos após o início da pressão. Espere sair a pressão. Em seguida, preaqueça o forno a 180 °C. Corte os pães em quatro pedaços, transfira-os para uma forma coberta com papel-alumínio e leve ao forno por 10 minutos ou até dourarem ligeiramente. Retire e reserve. Quando a pressão sair, abra a panela e escorra os grãos, reservando a água para usar depois também em sopas, pastas, caldos e refogados. Transfira os grãos para o liquidificador e bata com os demais ingredientes (reserve um pouco de pignoli e também das sementes de cominho). Ponha em uma cumbuca e regue com um fio de azeite. Decore com o pignoli e as sementes de cominho reservadas. Mantenha na geladeira coberto com filme de PVC até servir. Sirva com as torradinhas de pão sírio. Fonte: Revista Glamour
  • 01/11/2017

    Brasil reciclou 280 mil toneladas de latas de alumínio em 2016 e mantém índice próximo a 100%

    A Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas) anunciam que o país reciclou 280 mil toneladas de latas de alumínio para bebidas, das 286,6 mil toneladas disponíveis no mercado em 2016. Com isso, o índice de reciclagem de latas de alumínio para bebidas atingiu 97,7%, mantendo o Brasil entre os líderes mundiais desde 2001.

    De acordo com o coordenador do Comitê de Mercado de Reciclagem da ABAL, Mario Fernandez, este é um segmento cada vez mais representativo para a indústria, sociedade e meio ambiente. “A lata de alumínio para bebidas, cujo consumo chega a 110 unidades por brasileiro, anualmente, responde por quase 50% do volume de sucata de alumínio recuperada no ano”.

    Em 2016, a coleta de latas de alumínio para bebidas foi responsável por injetar R$ 947 milhões na economia nacional, contribuindo com a geração de renda e de empregos para milhares de catadores de materiais recicláveis.

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    Para Renault Castro, presidente-executivo da Abralatas, a estabilidade do índice, próximo a 100% nos últimos 10 anos, confirma o sucesso do modelo de reciclagem da lata e aponta um importante diferencial competitivo da embalagem sobre suas concorrentes. “Em tempos de aquecimento global, quando se busca uma economia de baixo carbono, esta é uma grande vantagem”.

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    Embalagem mais reciclada do mundo Relatório elaborado pela Resource Recycling Systems (RRS), consultoria internacional de sustentabilidade, confirmou que a lata de alumínio é a embalagem para bebidas mais reciclada do mundo. O estudo foi realizado a pedido das associações de fabricantes da lata no Estados Unidos (CMI), na Europa (BCME) e no Brasil (Abralatas) e constatou uma taxa de reciclagem global de 69% das latinhas comercializadas, contra 43% do PET e 46% do vidro. O estudo registrou os índices de reciclagem da embalagem em 2015 no Brasil (98%), na Polônia (79%), no Japão (77%), na Itália (72%) e nos Estados Unidos (55%). Meio ambiente agradeceA análise do ciclo de vida da lata de alumínio para bebidas no Brasil, estudo realizado pelo Centro de Tecnologia de Embalagem (Cetea), confirma as vantagens da embalagem para o meio ambiente. Segundo a pesquisa, a reciclagem da lata de alumínio para obtenção de uma nova embalagem reduz em 70% as emissões de C02 e em 71% o consumo de energia, entre outros benefícios, quando comparado à lata fabricada apenas com alumínio primário. Além disso, a atividade de reciclagem consome apenas 5% de energia elétrica, quando comparada ao processo de produção do metal primário. Isso significa que a reciclagem das 280 mil toneladas de latas em 2016 proporcionou uma economia de 4.300 GWh/ano ao país, número equivalente ao consumo residencial anual de 6,7 milhões de pessoas, em dois milhões de residências. Dia Nacional da Reciclagem O Dia Nacional da Reciclagem do Alumínio foi instituído em 28 de outubro de 2003, quando a cidade de Pindamonhangaba (SP) – responsável por reciclar cerca de 70% de toda sucata do metal no país – recebeu o título de Capital Nacional da Reciclagem do Alumínio. Desde então, anualmente, a ABAL realiza ações voltadas à sociedade em comemoração à data. Para este ano, a Associação, em parceria com o Hospital Infantil do GRAACC, promoveu uma ação inédita com 8 influenciadores digitais, ao longo do mês de outubro. O chef dos renomados restaurantes Mocotó e Esquina Mocotó, Rodrigo Oliveira foi o embaixador do projeto em que outras sete personalidades do mundo digital deveriam engajar os seus seguidores para alcançar 30 mil curtidas, por meio das hashtags #desafioaluminio #eurecicloaluminio. “A campanha teve um resultado tão positivo que o engajamento definido para realizar a doação ao GRAACC foi atingido duas semanas antes do previsto. E, ao final, ultrapassamos a meta de curtidas em mais de 40%, além de chegar a mais de 1 milhão de alcance nos posts da ação. Dessa forma, a doação se torna ainda mais especial. Afinal, o incentivo à reciclagem e o apoio às crianças do GRAACC contribuem para um futuro melhor de toda a sociedade”, completa Rafael Torres, diretor de Comunicação da ABAL.
  • 19/10/2017

    Artigo: O crescimento da Agricultura Orgânica e a busca por uma alimentação saudável

    artigo 

    * Por Robson Murate,  engenheiro agrônomo

    agricultura orgânica está ganhando cada vez mais espaço nas mesas dos brasileiros. Hoje no País já existem cerca de 11.500 propriedades dedicadas a este tipo de cultivo, em uma área total de aproximadamente 1,5 milhão de hectares, onde 70% pertence a agricultores familiares. Segundo o Ministério da Agricultura, o crescimento anual da agricultura orgânica já é de 30% e o faturamento supera de R$2,5 bilhões por ano. O Brasil supri cerca de 4% do consumo mundial de orgânicos. A razão deste cenário de crescimento do setor é devido ao aumento da demanda dos consumidores por produtos mais saudáveis e pela conservação do meio ambiente. Segundo uma pesquisa realizada pela Agronomic Consulting em 2016, o perfil do consumidor ainda é de classes mais altas, mulheres e com maior escolaridade, porém está começando a mudar. Devido ao aumento do consumo, os preços dos produtos ficam cada vez mais acessíveis para famílias com rendas mais baixas, além da conscientização alimentar e da sustentabilidade que estão abrangendo maiores parcelas da população. A agricultura orgânica tem como objetivo disponibilizar ao mercado alimentos mais saudáveis, produzidos sem a utilização de químicos, adotando práticas de agricultura sustentável e ecologicamente corretas.  Para obter êxito na produção orgânica, busca-se o equilíbrio entre as plantas, o solo e o ambiente de produção. Um importante fator para regularização deste mercado é a certificação de produto orgânico. O IBD é o maior certificador da América Latina e o único brasileiro com credenciamento internacional. Tem como filosofia o compromisso com a Terra e com o homem, assegurando o respeito ao meio ambiente, boas condições de trabalho e produtos altamente confiáveis. Devido às práticas de produção e o compromisso com a sustentabilidade, os fertilizantes Yoorin e Ekosil, da Yoorin Fertilizantes, possuem a certificação do IDB e são liberados para utilização em agricultura orgânica, contribuindo para a produção de um alimento mais saudável.  
  • 19/10/2017

    Almôndega de Lentilha, Chutney de Abacaxi e Fettucine de Cenoura

    receitas Almôndega de Lentilha Ingredientes: ·         2 cebolas picadas ·         3 dentes de alho ·         400 g de lentilha cozida ·         50 g de azeitona ·         1 limão ·         180 g de semente de girassol e castanhas trituradas ·         100 g de gergelim ·         sal a gosto ·         pimenta síria a gosto ·         manjericão e hortelã a gosto ·         azeite Q.B Modo de Preparo: 1.      Cozinhe as lentilhas e reserve 2.      Refogue a cebola com o alho no azeite 3.      Misture na lentilha e junte os temperos 4.      Triture as castanhas com a semente de girassol e junte a lentilha no processador 5.      Faça bolinhas com essa massa e empane no gergelim 6.      Asse em forno aquecido por 15 minutos Chutney de Abacaxi Ingredientes: ·         1 abacaxi pequeno cortado em cubos ·         1 cebola roxa picada ·         30 ml de vinagre de maçã ·         30 ml de melado ·         10 g de gengibre ralado ·         5 g de açafrão ·         15 ml de azeite ·         100 ml de água Modo de Preparo: 1.      Corte o abacaxi em cubos médios 2.      Refogue com azeite e junte a cebola, o gengibre, os temperos e a água 3.      Cozinhe em fogo baixo por 15 minutos Fettucine de Cenoura Ingredientes: ·         4 cenouras grandes ·         sal a gosto Modo de Preparo: 1.      Passe a cenoura no descascador formando fitas 2.      Aqueça uma frigideira e regue com óleo e sal 3.      Jogue a cenoura rapidamente dando um suto 4.      Sirva com as almôndegas e o Chutney
  • 19/10/2017

    ZEN destaca atitudes adotadas em seu processo fabril

    Na ZEN, todas as atividades são executadas para minimizar impactos ao meio ambiente. Por isso, no mês em que se comemora o Dia do Consumo Consciente (15 de outubro), a fabricante catarinense reforça o seu compromisso estratégico de promover o uso racional dos recursos naturais, adotar medidas que gerem uma produção mais limpa, reduzam a geração de resíduos sólidos e o consumo de energia elétrica e água. Alguns exemplos dessa prática são o envio de efluentes sanitários para empresas especializadas no tratamento desses materiais e a troca de lâmpadas fluorescentes pelas de LED. Os cuidados começam desde a conscientização dos colaboradores, passando pela adequação dos processos fabris até o descarte de materiais. Todos os profissionais já recebem orientações no programa de integração para a adoção de hábitos simples no dia a dia para contribuir com a preservação do meio ambiente. Além disso, o tema é abordado nos treinamentos sobre o Sistema de Gestão Ambiental, no Diálogo Diário de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (DDSMS) e nas campanhas internas promovidas pela fábrica. ZEN_polia-alta Na linha de produção, para evitar o desperdício de energia, alguns equipamentos contam com um sistema de tag, um tipo de alerta que informa ao operador se a máquina pode ser desligada nos finais de semana ou turno. Outra medida é a troca gradativa das lâmpadas fluorescentes pelas de LED, que, além serem mais econômicas, não precisam ser descontaminadas antes do seu descarte. “A ZEN integra, ainda, o mercado livre de energia, onde existe a possibilidade de comprar o insumo de fontes renováveis”, destaca o analista do Sistema de Gestão Ambiental, Felipe Costa. Cuidados com efluentes e resíduos Outra preocupação é o destino dos efluentes sanitários e industriais. Tudo é encaminhado para uma empresa licenciada e especializada neste tipo de serviço. O resultado do tratamento é acompanhado de perto pelos técnicos da empresa. Internamente, a fábrica conta com um sistema de recuperação do óleo solúvel, o que reduz a necessidade do descarte para tratamento e o consumo deste tipo de lubrificante. Já os resíduos de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) passam por um processo de coprocessamento. As luvas, por exemplo, são enviadas para uma empresa, onde são utilizadas como substituto de combustível para queima de fornos e matéria-prima na fabricação de cimento. Com isso, dá-se uma destinação mais adequada e elimina-se o envio para aterros industriais. zen_luvas_1Pequenas atitudes, grandes resultados Outras medidas auxiliam a promoção do consumo consciente entre os colaboradores da empresa. Nos banheiros, por exemplo, as torneiras são equipadas com temporizadores, que evitam que ela seja esquecida aberta ou fique ligada quando não há necessidade. Além disso, a água utilizada na maioria dos vasos sanitários é captada da chuva e, regularmente, são promovidas campanhas de conscientização para o uso do papel toalha.
  • 19/10/2017

    Novos Sítios Ramsar reforçam proteção às áreas úmidas brasileiras

    O mês de outubro iniciou com boas notícias para a conservação da natureza no Brasil: unidades de conservação que abrangem municípios dos estados de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul foram reconhecidas como Sítios Ramsar. São elas a Área de Proteção Ambiental (APA) Cananéia-Iguape-Peruíbe, em São Paulo; parte da APA de Guaratuba, no Paraná; e o Parque Nacional de Ilha Grande, também no Paraná e em Mato Grosso do Sul.

    Os Sítios Ramsar são o principal instrumento adotado pela Convenção sobre Áreas Úmidas de Importância Internacional, conhecida como Convenção Ramsar - um tratado intergovernamental criado inicialmente no intuito de proteger os habitats aquáticos importantes para a conservação de aves migratórias, mas que, ao longo do tempo, ampliou sua preocupação com as demais áreas úmidas de modo a promover sua conservação e uso sustentável, bem como o bem-estar das populações humanas que delas dependem.

    Parte da APA de Guaratupa está entre as áreas reconhecidas  Emerson Oliveira / Fundação Grupo Boticário Parte da APA de Guaratupa está entre as áreas reconhecidas
    Emerson Oliveira / Fundação Grupo Boticário

    Entre os objetivos da Convenção estão o de estabelecer marcos para ações nacionais e para a cooperação entre países, para promover a conservação e o uso racional das áreas, de acordo com o reconhecimento da sua importância ecológica e dos seus valores social, econômico, cultural, científico e recreativo.

    “Estima-se que as áreas úmidas representam cerca de 20% do território brasileiro e englobam ecossistemas tanto marinho e costeiros, quanto continentais, abrigando uma grande variedade de ambientes e espécies. Parte dessas áreas são reconhecidas como Sítio Ramsar, o que significa uma vitória para essas unidades, aumentando a visibilidade dessas áreas e dando acesso ainda a benefícios financeiros para conservação e uso racional. Além disso, esse reconhecimento deve priorizar também a implementação de políticas governamentais e investimentos com fontes nacionais e internacionais”, avalia a diretora executiva da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Malu Nunes.

    Preocupação com áreas úmidas brasileiras

    O interesse em divulgar e proteger as áreas úmidas está no dia a dia da Fundação Grupo Boticário. Por meio de apoio a projetos, a instituição promove a conservação desses locais em parceria com outras organizações. Neste ano, por exemplo, o edital de apoio a projetos do segundo semestre, realizado pela Fundação, teve como foco iniciativas que contribuíssem para a conservação das áreas úmidas, mais especificamente o bioma Pantanal - considerado uma das maiores extensões úmidas contínuas do planeta - e todos os Sítios Ramsar nacionais.

    Somente nas três áreas designadas como novos Sítios Ramsar, a Fundação já apoiou 33 projetos desde 1991 (18 na APA de Guaratuba, 11 na APA Cananéia-Iguape-Peruíbe e quatro no Parque Nacional de Ilha Grande), em parceria com outras instituições. Os trabalhos foram focados em diferentes ecossistemas e  espécies de flora e fauna, como por exemplo, onças, papagaios, morcegos, cavalos-marinhos, botos, micos, entre outros.

    Para Marilia Cunha Lignon, responsável técnica pelo projeto “Monitoramento de Manguezais - guardiões das zonas costeiras”, em desenvolvimento ns APA Cananéia-Iguape-Peruíbe pelo Instituto BiomaBrasil, o reconhecimento abre margem para obtenção de recursos técnicos e financeiros em projetos que promovam o desenvolvimento sustentável da região. “É importante entender a importância desse reconhecimento internacional. Em muitos editais internacionais, projetos que são desenvolvidos em Sítios Ramsar são valorizados e recebem uma pontuação maior”, destaca a pesquisadora.

  • 19/10/2017

    VEGFLIX : canal do Youtube que reúne veganos faz sucesso com inovação e conteúdo.

    Capturar Eles têm idades diferentes, moram em lugares diferentes, mas se reuniram em um só canal do Youtube e criaram uma nova forma de se comunicar com o público. Um grupo de garotas e rapazes tem algo a dizer, aliás, tem muito a dizer a respeito de um assunto que todos eles dominam muito bem: o veganismo e seu universo. Após um mês do lançamento do teaser, que mexia com a imaginação do público, já que nenhum dos vegflixers tinha sua identidade revelada, o canal teve seu primeiro video lançado no dia 7 de setembro - data em que atingiu a marca de mil inscritos - revelando a identidade tão esperada pelo público que já acompanha os movimentos do canal. Com conteúdo produzido e lançado inicialmente duas vezes por semana, o Vegflix é composto por Ricardo Laurino – apresentador do canal momento Veg e atual presidente da SVB, pelos ativistas Larissa Maluf e Matheus Croco, pela culinarista Gabrielle Mahamud, pela health coach Priscila Kondo e pelas youtubers Cecilia Barbosa e Luisa Ferrari. O primeiro vídeo com conteúdo após a revelação de seus integrantes foi lançado apenas no dia 19 de setembro, e menos de dez dias depois, o Vegflix dobrou seu número de inscritos, mais do que isso, o canal já recebia pedidos de seus novos fãs para também serem um dos vegflixers. E não é que a ideia de receber novos integrantes já era um objetivo do canal. Eles só não imaginavam que seria tão rápido. Isso mesmo, no mês que vem, duas novas integrantes, ainda não reveladas, serão anunciadas e farão parte desse time que vem dando o que falar. Segundo o vegflixer Ricardo Laurino, criador do canal “- Nós iremos reunir um grande número de pessoas que tenham algo a dizer, que possam inspirar e levar a visão do veganismo o mais longe possível.”. Sobre a entrada das duas novas integrantes ele diz. “Elas já eram nomes que estavam em nosso radar, foi questão de tempo, aliás, bem pouco tempo, para se unirem a nós”. O canal vem chamando a atenção dos mais diversos públicos, não só os veganos. A aposta em trazer de forma clara e objetiva as diversas experiências pessoais de seus produtores de conteúdo, possibilita ao público se identificar com seus temas e abordagens de preferência, tendo a impressão de ter determinado vídeo, criado especialmente para si. www.youtube.com/vegflix
  • 25/08/2017

    Muffin de Mirtilo

    muffin-de-mirtilo-PadraoWP Ingredientes 1 xícara (de chá) de farinha de trigo integral 1/2 xícara (de chá) de farinha de trigo branca 1/4 de xícara (de chá) de açúcar demerara 1/4 de xícara (de chá) de açúcar mascavo 1/4 de colher (de chá) de sal 1/2 xícara (de chá) de leite vegetal 1/3 de xícara (de chá) de óleo vegetal 1/2 colher (de chá) de raspas de limão 1/2 colher (de chá) de extrato de baunilha 1 colher (de chá) de suco de limão ou vinagre 1/2 xícara (de chá) de banana nanica amassada (1 banana média – usei nanica, mas acho que dá pra usar prata também) 2 colheres (de chá) de fermento químico em pó 1 xícara (de chá) de mirtilos frescos 1 colher (de sopa) de açúcar mascavo misturada com 1 pitada de canela em pó para salpicar (opcional) Modo de preparo Pré-aqueça o forno a 200ºC. Separe 10 forminhas de cupcake/muffim Em uma vasilha, peneire a farinha de trigo integral, a farinha de trigo branca, o açúcar demerara, o açúcar mascavo. Adicione o sal e misture. Acrescente o leite vegetal, o óleo, as raspas, o extrato de baunilha, o suco de limão (ou vinagre) e a banana amassada. Misture mais uma vez. Adicione o fermento químico em pó e misture delicadamente. Acrescente os mirtilos frescos, mexa delicadamente e distribua a massa pelas forminhas, deixando um pequeno espaço na borda. Se quiser, misture uma colher de açúcar mascavo com uma pitada de canela em pó e polvilhe por cima dos bolinhos. Asse por cerca de 30 minutos ou até ficarem levemente dourados e você espetar uma faca ou um palito e ele sair limpo. Está pronto! Fonte: Presunto Vegetariano
  • 25/08/2017

    Lançamento: chocolate vegano e saudável

    Para se manter saudável e em boa forma, cada vez mais pessoas estão optando por produtos vegetarianos ou com ingredientes que não sejam agressivos ao organismo. Não há dados atuais sobre o número de veganos no Brasil, mas uma pesquisa do Ibope, em 2012, constatou que 8% da população brasileira se declarava vegetariana; ou seja, mais de 15 milhões de pessoas. O certo é que cada vez mais há opções de produtos especiais que atendem tanto a este público como aqueles que têm algum tipo de restrição ou apenas gostam de se cuidar. De olho nesse mercado, que não para de crescer, a Genevy Chocolates Especiais – que é pioneira na fabricação exclusiva de chocolates saudáveis e veganos, e existe desde 2007 – anuncia mais um lançamento que já está nas gôndolas de lojas do segmento natural. estilop_strip_95918_0_full A novidade é linha Lion Gourmet, que foi anunciada pela marca na Naturaltech. Com chocolates feitos com açúcar de coco, que possui baixo índice glicêmico, é um açúcar 100% natural, que não é processado e nem contém conservantes, e é rico em vitaminas do complexo B e minerais como ferro, zinco, magnésio e potássio. Além disso, assim como os demais chocolates da empresa, também são zero lactose, caseína, glúten, soja; zero proteína animal e oleaginosas; zero gordura vegetal fracionada ou hidrogenada e gordura trans; e livre de ingredientes geneticamente modificados; além de não conter conservantes e espessantes. O preço do produto é a partir de 21 reais.
  • 25/08/2017

    Baleia piloto reabilitada é devolvida com sucesso ao oceano

    SeaWorld Orlando Successfully Returns Pilot Whale_Photo Select 3 Uma baleia piloto fêmea ganhou uma segunda chance de vida depois de um longo e complexo processo de volta à vida selvagem. A baleia de cerca de 330 quilos encalhou sozinha em Dixie County, Flórida. Após ser encontrada por frequentadores da praia, as equipes de resgates da University of Florida e Clearwater Marine Aquarium ajudaram e transportaram ela para o SeaWorld Orlando para que ela recebesse tratamentos médicos e fosse reabilitada. Assim que chegou, a baleia piloto passou a receber da equipe de veterinários e resgates cuidados 24 horas por dia. Todos tinham como objetivo final devolvê-la o quanto antes ao ambiente selvagem por meio de tratamentos contínuos e atenção integral. Contando com a ajuda regular e avaliações da NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration) e dos parcerios da Southeast Region Marine Mammal Stranding Network, a volta à natureza tornou-se realidade. A baleia piloto respondeu muito bem ao tratamento e começou a mostrar sinais de melhora quase que imediatamente. Assim que chegou, ela já começou a nadar por conta própria e com pouco mais de um dia, iniciou a alimentação com peixes. SeaWorld Orlando Successfully Returns Pilot Whale_Photo Select 2 Juntamente com a NOAA, a equipe de SeaWorld realizou todos os preparativos para a volta da baleia ao oceano. Os planos incluíram fazer a soltura a cerca de 230 metros da costa oeste da Flórida em uma área já conhecida de habitat de baleias pilotos. Essas espécies ficam em água profundas e são animais que vivem em grupos e que viajam juntas. A soltura no local escolhido deu a ela uma boa chance de se juntar a um grupo. Para assegurar o retorno seguro do animal, a Guarda Costeira Americana deu apoio ao transporte que foi bastante complexo. Os tripulantes da Coast Guard Cutter Joshua Appleby, juntamente com uma equipe de cinco membros do time de resgate do SeaWorld, trabalharam juntos em uma missão multifacetada e a baleia piloto apelidada de “Gale” foi devolvida com sucesso às aguas do Golfo do México. “Todos nós assistimos a ela nadando com força no horizonte”, compartilhou Dra. Lara Croft, veterinária do SeaWorld Orlando e quem acompanhou todos os passou da jornada desse animal. “Essa história teve um verdadeiro trabalho colaborativo e atuamos juntamente com parceiros muito dedicados. Nós estamos orgulhosos de fazer parte desse resgate, reabilitação e soltura de sucesso. Essa é o verdadeiro motivo de todos nós fazermos o que fazemos.” Antes da soltura, a baleia recebeu dos pesquisadores do Sarasota Dolphin Research Program da Chicago Zoological Society um rastreador com transmissão via satélite. Esse rastreador irá permitir que os pesquisadores acompanhem seus movimentos e padrões de mergulho pelos próximos meses. As baleias pilotos são membros da família dos golfinhos, e só perdem em tamanho para as orcas. Essa espécie é encontrada ao redor do mundo, em temperaturas mais quentes e águas em regiões tropicais. As baleias pilotos são extremamente sociais e bastante conhecidas por encalhamentos em grupos, desde pequenos grupos até aqueles com centenas de animais, os quais encalham ao mesmo tempo. A NOAA encoraja as pessoas a sempre reportarem para a Florida Fish and Wildlife Conservation Commission quando avistarem baleias e golfinhos mortos, machucados ou encalhados.
  • 25/08/2017

    Duas novas espécies de mini sapos são descobertas no Paraná

    Além do tamanho, por sua cor mais escura, a espécie Brachycephalus curupira é um pouco mais difícil de ser encontrada Além do tamanho, por sua cor mais escura, a espécie Brachycephalus curupira é um pouco mais difícil de ser encontrada A espécie Brachycephalus coloratus foi encontrada na cidade de Piraquara A espécie Brachycephalus coloratus foi encontrada na cidade de Piraquara Biólogos paranaenses acabaram de descobrir duas novas espécies de sapos no topo das montanhas da Serra do Mar, no estado do Paraná, chamadas de Brachycephalus coloratus e Brachycephalus curupira. Pertencentes ao gênero Brachycephalus, que em latim significa “cabeça com braços”, os anfíbios foram localizados na região pertencente à floresta densa atlântica,   e foram identificados pelo canto (coaxado).

    A pesquisa que resultou na descoberta,  realizada pela ONG Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais, com o apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, foi oficializada no dia 27 de julho, por meio de um artigo científico publicado na revista internacional Peerj.

    Com medidas que variam de 10 a 12mm de comprimento, os mini sapos, também chamados de sapinhos das montanhas, sofreram um processo evolutivo chamado miniaturização, o que os torna parte do grupo de anfíbios considerados os menores vertebrados terrestres do mundo. Além disso, os animais passaram por outras adaptações específicas no topo das montanhas: as espécies não sabem nadar, têm resistência ao frio, têm seu desenvolvimento direto (não passam pela fase de girino) e contam com um número de dedos reduzidos, comparados a outras espécies.

    De acordo com o biólogo, professor da PUCPR e pesquisador do Malter Natura envolvido nas descobertas, Luiz Fernando Ribeiro, as novas espécies de mini sapos são exclusivas da região. “Uma característica dessas espécies é o microendemismo, ou seja, um fenômeno que torna a distribuição delas extremamente reduzida, em apenas uma localidade identificada até o presente momento”, relata.

    A tecnologia também vem sendo uma aliada nas descobertas. Atualmente o projeto utiliza a microtomografia, que consegue visualizar o interior dos animais, com imagens dispostas em um link interativo da espécie Brachycephalus curupira.

  • 25/08/2017

    Universitários transformam lixo orgânico em fontes de energia limpas

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    Lixo, restos de comida, descarte de podas de árvores, plásticos e pneu. Um reator chamado BioWatt++ transforma tudo isso em fontes de energia como carvão, biocombustível, ácidos orgânicos (empregados na produção de detergentes e fertilizantes agrícolas) e gás natural sintético, que pode ser utilizado na alimentação de caldeiras industriais, veículos e até fogão residencial. E com um diferencial em relação a concorrentes que já existem no mercado: no BioWatt++, essa transformação leva poucas horas, enquanto produtos similares precisam de 20 a 30 dias para finalizarem o processo. Outra vantagem do reator é que toda essa operação não gera produtos ou resíduos tóxicos.

    O BioWatt++ é um projeto de estudantes dos cursos de Engenharia Mecânica, Elétrica e de Bioprocessos e Biotecnologia, da Universidade Positivo (UP), em Curitiba (PR). Segundo Leonardo Vieira Pedrini, um dos estudantes responsáveis pelo projeto, o reator, que utiliza irradiação para acelerar os processos químicos, promete ter alto desempenho no meio agrícola. “Nosso produto poderá ser usado por microempresas do agronegócio, utilizando cascas de soja, arroz, frutas podres, fezes e animais mortos para gerar o próprio carvão, biocombustível ou gás natural sintético (GNS) suficientes para tocar uma indústria de porte médio”, destaca.

    Fruto de 3 anos de estudos, o projeto, que já rendeu aos estudantes homenagem em um curso voltado para inovações tecnológicas na Università di Pisa, na Itália, foi um dos selecionados no concurso realizado pela UP para utilização do espaço de Coworking mantido pela universidade. O grupo está agora em fase de desenvolvimento do segundo modelo do reator, que deve apresentar um rendimento 36% maior que o primeiro protótipo. Com o apoio que irão receber da universidade, Pedrini e seus colegas esperam conseguir viabilizar o produto no mercado.  “Se conseguirmos isso, estaremos dando um passo importante em benefício do meio ambiente, reduzindo lixo e garantindo fontes de energia limpa. Outra grande vantagem é que um reator de grande porte pode substituir um aterro sanitário”, completa Pedrini.

  • 25/08/2017

    Cresce consciência empresarial sobre importância da sustentabilidade, mas falta decisão para adoção de medidas

    Miguel Milano, engenheiro florestal e um dos organizadores do Fórum Miguel Milano, engenheiro florestal e um dos organizadores do Fórum Pesquisa realizada ao longo dos últimos cinco anos durante a realização do Fórum Sustentabilidade e Governança mostra que a maioria dos executivos e gestores tem elevada consciência do impacto das questões ambientais nos seus negócios, porém “falta cultura empresarial” para uma adesão maior a práticas responsáveis. “De forma geral, os gestores sabem da importância do tema sustentabilidade e governança, têm consciência dos riscos envolvidos e das medidas necessárias para a sua implementação, sabem também que não podem esperar eficiência das ações governamentais, porém a mudança dessa cultura é muito mais difícil”, afirma Miguel Milano, engenheiro florestal e um dos organizadores do Fórum. Além desse aspecto, 65% dos pesquisados, em sua maioria coordenadores, gerentes e diretores, reconheceram que bens e produtos com origem produtiva comprovadamente legal, eficiente e sustentável merecem uma precificação (prêmio) diferenciada. Outros 35% defendem que as práticas sustentáveis não deveriam influenciar no preço, pois a “produção eficiente e legal é uma obrigação empresarial”. Pesquisa mundial realizada pela ISEAL Alliance confirma esse diferencial, ao constatar que os resultados de longo prazo identificados em 53% dos casos foram o aumento do lucro, a diminuição de custos (30%) e a melhoria reputacional (60%)”. A razão para as práticas não serem adotadas mesmo em empresas “já convertidas”, já que existe consciência das vantagens, pode ter sido traduzido pelo resultado da pesquisa realizada, pois 45% dos entrevistados apontam para a “falta de conhecimento e cultura no assunto, falta de clareza no assunto e a falta de coordenação em cadeia”. A pesquisa do Fórum mostra ainda que: apenas 37% dos entrevistados têm conhecimento de iniciativas na área ambiental em âmbito federal. O desconhecimento reflete a descrença na efetividade dos mecanismos de incentivo existentes. Na média dos cinco anos de pesquisa, mais da metade (52%) dos entrevistados respondeu que consideram ineficientes as ações governamentais das quais têm conhecimento. A vulnerabilidade às mudanças climáticas também entrou na agenda de preocupações dos gestores. Em conjunto com a escassez e poluição da água, esses fatores somam dois terços das respostas do ano passado ao questionamento sobre quais limitações ecossistêmicas poderiam afetar o crescimento da empresa ao longo de dez anos. O índice de preocupação com os eventos climáticos (20%) foi o mais expressivo de todos os anos estudados, o que mostra uma consonância da consciência dos empresários com o que está sendo discutido globalmente.
  • 25/08/2017

    Projetos de proteção do meio ambiente no Paraná receberão apoio de R$ 724 mil

    imagem_release_1044578 No mês de agosto, a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza apoiará financeiramente 17 novos projetos de conservação da natureza em todo o Brasil - que foram selecionados por meio de editais públicos lançados no início de 2017. No total, serão doados R$ 2,3 milhões para iniciativas a serem realizadas em todos os biomas brasileiros e nos ecossistemas costeiro e marinho. No estado do Paraná são três os projetos que receberão apoio financeiro e que, juntos, somam cerca de R$ 724 mil. Para conferir a lista completa dos projetos selecionados no primeiro semestre deste ano, acesse o link.  
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