Edílson de Souza
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A hora do pânico
A goleada sofrida pelo Paraná Clube em Paranavaí, além de tirar todas as chances de o clube ainda buscar o titulo do segundo turno, o resultado serviu para mergulhar de volta o time da Vila Capanema na zona do rebaixamento da competição.
O momento paranista é desesperador. As dificuldades são muitas, pois faltam poucas rodadas, apenas cinco, e o número de times envolvidos no rebolo em muito pequeno. Sua briga passa a ser contra o Rio Branco que tem dois pontos de vantagem, mas, contando com um jogo a menos, o que significa dizer que poderão ser cinco no fechamento da rodada.
É inegável que, com a chegada de Ricardo Pinto e alguns jogadores mais qualificados, houve uma melhora considerável em termos técnicos e táticos. Porém, aquela verdadeira herança maldita deixada pela péssima campanha feita na gestão de Roberto Cavalo pode causar a maior vergonha já sentida pela torcida tricolor.
Assim, mesmo que o rebaixamento esteja batendo à porta dos tricolores, há a necessidade de se ter planejamento estratégico. Pois, em caindo para segundona do Campeonato Paranaense, fato inédito e profundamente lamentável, o mais importante neste momento é pensar na volta para a elite do futebol brasileiro.
Desta forma, mesmo que haja uma enorme preocupação da torcida, dos jogadores e da diretoria com a possibilidade de um fracasso retumbante no certame estadual, o Paraná Clube precisa de mais reforços para fechar o Campeonato Paranaense. Além disso, o mais importante, ou seja, a disputa da série B do Campeonato Brasileiro. Com certeza, a lamentação e a tristeza pela queda seriam compensadas por uma bela façanha que seria à volta por cima no final do ano.


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Gabriel Barbosa
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87 anos!
Sabe aquele ano que você não quer saber de festa, e fala pra si mesmo: Quem for meu amigo vai lembrar que hoje e meu aniversário! Foi neste estilo que ocorreu a comemoração dos 87 anos do Atlético. Foi um aniversário no qual foi comemorado por mais de oito mil espectadores que foram até a Baixada, para dizer a quem interessar que mesmo perdendo, mesmo ganhando, sou rubro negro de coração. Se dentro de campo o time não existe, por que não adianta achar que ganhar de dois a zero do ultimo colocado do regional e vitória para ser comemorada, fora dele podemos mostrar para quem bem entender a nossa diferença. O time mesmo estando cinco pontos “deles’, a torcida não abandonou (como muitos por ai, que tem média de duas a três mil pessoas por jogo), pelo contrário apoiou e sempre apoiará o Clube, o Atlético de milhares de pessoas. Parabéns Clube Atlético Paranaense, nas horas boas e nas ruins você e nossa paixão!

Brasileirão!
Já devemos estar atentos a esta competição. Vamos correr atrás de jogadores com capacidade, para não cometermos os mesmos erros de sempre. Que as contratações tenham no minimo critério. Que essas “assombrações” que vieram agora fiquem longe da Baixada.

Cota!
Não sei como anda o contrato com a televisão. Só não esqueçam que se o time for rebaixado, toda “correria” feita para que o clube ganhe mais verba será em vão, por isso além de negociar um bom contrato o objetivo principal e um bom time.

Um Ultra abraço!

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Luiz Carlos Betenheuser Júnior
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É decisão: AtleTiba interestadual!
Com uma vantagem respeitável por ter vencido fora de casa (2×1, em Goiânia), o Coritiba entra em campo no AtleTiba interestadual pela Copa do Brasil, contra o Atlético Goianiense. É decisão e por isso, os detalhes são importantíssimos. A vantagem do placar obtido na partida de ida, fazem do Coxa um time com uma alternativa estratégica interessante: a de poder jogar contra um adversário que terá que sair para o jogo, cedo ou tarde.
Os desfalques dificultam o serviço Coxa-Branca, mas a necessidade de seguir na competição tem que ser maior. Essa Copa do Brasil é uma competição importantíssima para o futuro do Cori. Além do fator financeiro – a cada rodada, novos prêmios em dinheiro são pagos aos times classificados -, a Copa abre as portas do mercado latino nas Américas: uma vaga na Copa Libertadores.
O time verde e branco precisa estar atento ao jogo. É preciso jogar com o coração, mas também com a cabeça no lugar – já temos 6 expulsões no campeonato regional, um número altíssimo para quem é líder isolado e disparado e único invicto. O Coxa leva vantagem antes de entrar em campo, mas AtleTiba é sempre uma decisão. E não é diferente nesse AtleTiba interestadual.

Coritiba, a Torcida que nunca abandona!

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David Formiga
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Como se complicar numa só rodada
O tricolor, após a via crucis do início da temporada, fez seu torcedor acreditar na fuga do rebaixamento no estadual com quatro vitórias seguidas diante de equipes frágeis e inexpressivas.
Veio o Paratiba e com ele a primeira derrota nessa nova fase. Após esse incidente o tricolor seguiu sem apresentar futebol convincente ou digno de sua tradição.
A toada paranista, apesar do empate diante do Cianorte, indicava que os tricolores poderiam ter alguma esperança, afinal, ao final da quinta rodada do returno, no agregado, somavam quinze pontos, logo, fora da zona do rebaixamento que tinha Rio Branco com catorze e Cascavel com seis, ambos com um jogo a menos.
Assim, a diferença do Paraná para os clubes imediatamente acima diminuíra. No agregado o Roma passava a ter dezoito pontos, mesmo número do Paranavaí, próximo adversário do tricolor.
Veio a sexta rodada e a esperança de que com uma vitória o tricolor empataria com o Paranavaí, vez que dificilmente o Roma conseguiria passar pelo Operário em Ponta Grossa, Assim ficariam as três equipes com os mesmos dezoito pontos. Não foi o que ocorreu.
Numa rodada a ser esquecida, os paranistas, além de ver sua equipe entregar três pontos a um frágil Paranavaí (então confronto direto), viram o Roma vencer em Ponta Grossa, o Rio Branco superar o Cianorte e o Arapongas vencer o Corinthians local.
Se o tricolor antes estava a três pontos da nota de corte, graças à incompetência diante do Paranavaí e aos resultados da rodada, distanciou-se, da mesma, complicando sua situação no estadual, visto que restam apenas cinco rodadas ou quinze pontos em disputa.
Agora o tricolor no agregado mantém os quinze pontos; dois abaixo da equipe parnanguara (com um jogo a menos, diante do lanterna), a cinco do Corinthians e a seis de Roma e Paranavaí. Pior, com a derrota, a pressão voltou a rondar a Vila Capanema bem na semana em que o tricolor vai enfrentar o Botafogo pela Copa do Brasil e o Atlético pelo estadual.
Além do fraco elenco, Ricardo Pinto (expulso no último jogo) já é questionado pelas más opções e alterações, não parecendo ser capaz de dar seqüência à retomada que o Paraná precisa.

Teu destino é vitória!

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Edílson de Souza
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