O ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandovski, autorizou há pouco a quebra do sigilo bancário do senador Demóstenes Torres (DEM-GO). O nome do senador goiano aparece em conversas, gravadas pela Polícia Federal, em que o empresário de jogos ilegais Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira,  e integrantes do seu grupo, mencionam cifras milionárias ligadas ao nome do político. O período mencionado pela autorização do ministro do STF é de dois anos.

Dois dias atrás Demóstenes pediu afastamento da liderança do DEM no Senado, sinalizando que precisa de mais tempo para se dedicar à defesa das denúncias que o envolvem com o empresário Carlos Augusto Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira.

O destino político do senador começará a ser definido na próxima semana, quando a Executiva Nacional do Democratas (DEM) marcou uma reunião para decidir se será aberto um processo de investigação interna que pode levar à expulsão dele da legenda.