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2018 é o ano de poupar dinheiro

O ano novo chegou e, com ele, o momento de colocar em prática as metas da virada, como entrar em uma academia, fazer dieta e, a mais popular, guardar dinheiro. Porém, quando se fala em economizar, esta é a resolução mais difícil, pois além das faturas que mostram o descontrole financeiro na despedida do ano velho, começam a chegar os boletos de IPVA, IPTU, uniforme e material escolar e mais diversas despesas que nos atingem logo em janeiro.

Não ter controle das finanças é uma característica muito comum entre os brasileiros. Uma referência que confirma este fato é o estudo Retrospectiva 2017 e Expectativas 2018 dos Consumidores, encomendada pelo CNDL e pelo SPC Brasil, no qual 41,5% dos entrevistados afirmaram que suas finanças pessoais pioraram no último ano, enquanto 37,1% a consideraram estável. No total, apenas uma pequena parcela (20,4%) respondeu que houve melhora.

Além disso, a pesquisa também revela que os brasileiros mudaram o comportamento nos últimos dois anos para manter um padrão de vida confortável, destacando que quatro em cada dez entrevistados afirmam terem sido obrigados a abrir mão de itens e serviços aos quais tinham acesso em épocas anteriores, como refeições fora de casa e a compra de itens de vestuário. Isso é reflexo da instabilidade econômica vivenciada nos últimos anos no Brasil e, em momentos de pouco crédito e juros altos, é preciso muita cautela na hora de utilizar as famosas - e temidas - facilidades como cartões e crediário. Por isso, o conselho mais importante é: planejar, e, de preferência, com antecedência.

Pra começar, o ideal é pensar que isso não é um bicho de sete cabeças. Adotar hábitos simples, como uma planilha ou um controle de gastos fixos mensais, e implementar prazos para conquistar os objetivos é útil e ajuda a evitar gastos desnecessários no dia a dia. Com o conhecimento do que entra e sai da sua conta, é possível planejar desde aquela sonhada viagem até mesmo a troca de um smartphone.

Investir é a palavra do ano de 2018, mas planejar é a premissa básica. As mudanças de hábitos impostas pela recessão podem ser adaptadas para permitirem um ou outro gasto extra, mas é importante sempre priorizar planos criados a médio e longo prazos. Se você quer alcançar um grande sonho na sua vida, nada melhor do que se precaver e já começar a poupar agora para curtir o que quiser para o futuro.

 

Raphael Swierczynski é o CEO da Ciclic, primeira fintech brasileira a comercializar produtos de previdência complementar de forma totalmente digital

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