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Pré-temporada

A nove dias da estreia na Libertadores, Athletico tem mais dúvidas que titulares

O volante Camacho: disputa por posição com Wellington
O volante Camacho: disputa por posição com Wellington (Foto: Geraldo Bubniak)

A escalação do Athletico Paranaense para a estreia na Copa Libertadores, em 5 de março, ainda é um mistério. Após dois jogos-treino e dois amistosos, o técnico Tiago Nunes segue com mais dúvidas do que titulares definidos.

O treinador não confirmou titulares para enfrentar o Tolima, na Colômbia, em 5 de março, pela primeira rodada da fase de grupos da Libertadores. No entanto, tudo indica que o goleiro Santos, o lateral-esquerdo Renan Lodi, o volante Bruno Guimarães e o centroavante Marco Rúben estejam garantidos na equipe. O ponta Nikão é outro que dificilmente ficará de fora.

Mesmo assim, restam seis dúvidas na escalação, considerando os times que iniciaram essas quatro partidas (dois amistosos e dois jogos-treino). A lateral-direita, os dois zagueiros, o primeiro volante, o meia-central e os dois extremos (ou pontas) seguem indefinidos.

Após o amistoso com o Guaraní, na última quarta-feira, Tiago Nunes foi perguntado se as únicas dúvidas na escalação eram o primeiro volante, um meia-central e um extremo. “Tenho bem mais que três dúvidas. A competitividade dos treinos está muito alta. E quem tem jogado tem dado conta do recado. Vou fazer muitas orações durante a noite pro 'papai do céu' me ajudar a escolher bem”, declarou o treinador.

Na lateral-direita, Jonathan ainda não atuou em 2019, porque se recupera de lesão. É pouco provável que sejat titular contra o Tolima. Madson, ex-Grêmio, vem se destacando na posição. E o recém-promovido dos juniores Khellven também foi testado na posição.

Tiago já testou quatro zagueiros em 2019: Thiago Heleno, Léo Pereira, Paulo André e Zé Ivaldo. A tendência é que os dois primeiros sejam titulares, mas o treinador não descarta fazer alterações para se adaptar às características do adversário.

Para primeiro volante, o técnico deixou aberta a disputa entre Camacho e Wellington. “Wellington e Camacho é questão de característica. Camacho é meia de origem. O Wellington é mais agressivo na marcação”, declarou.

Para jogar como meia-central, ao lado de Bruno Guimarães, fica a dúvida entre Tomás Andrade e Léo Cittadini. A disputa mais intensa está na função de extremo, pelos lados do campo. Ali o Athletico conta com Nikão, Marcelo Cirino, Rony, Braian Romero e Jaderson. São cinco candidatos para duas vagas. “É uma dor de cabeça muito boa. Estou com jogadores de lado de campo com muita qualidade, muita força. E com características diferentes. O Marcelo é mais vertical. O Rony também é vertical. O Nikão pode flutuar mais. É um jogador de retenção de bola. O Braian tem treinado muito bom, vertical também. E o Jaderson entrou muito bem de novo. Vou levar essa dor de cabeça até estreia”, disse.

Em relação ao esquema tático, Tiago Nunes vem começando no 4-1-4-1. Durante os jogos, varia para o 4-2-3-1, com Tomas Andrade avançando para a linha de três. “Jogamos com essas duas plataformas”, disse. “Ainda quero testar uma formação com linha de cinco atrás, com bloco atrás, para uma situação de final jogo que tiver que defender um pouco mais”, explicou.

O volante Lucho González, em recuperação, também é dúvida para a estreia na Libertadores. Ele não participou dessas quatro atividades.

O último jogo-treino foi no sábado, contra o Operário, de Ponta Grossa. O Athletico venceu por 2 a 0, com gols de Nikão e Thiago Heleno. Nesse trabalho, Tiago Nunes usou Caio, Santos, Madson, Paulo André, Thiago Heleno, Léo Pereira, Renan Lodi, Márcio Azevedo, Camacho, Wellington, Erick, Jaderson, Bruno Guimarães, Léo Cittadini, Tomás Andrade, Braian Romero, Rony, Marcelo e Marco Ruben.

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