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Estreia nos cinemas

‘A Vida Invisível’ mostra como o machismo prejudica a trajetória das mulheres

O diretor Karim Aïnouz, de 'A Vida Invisível'
O diretor Karim Aïnouz, de 'A Vida Invisível' (Foto: Henry Milleo)

Escolhido para representar o Brasil na corrida pelo Oscar, 'A Vida Invisível' é uma das estreias desta quinta (21) nos cinemas brasileiros. Baseado no livro de mesmo nome, de autoria da escritora e jornalista Martha Batalha, o longa conta em seu elenco com nomes como Fernanda Montenegro, Carol Duarte, Gregório Duvivier e Julia Stockler.

A história se desenrola através da forte relação das irmãs Eurídice (Carol) e Guida (Julia), em meados da década de 50. A primeira possui o sonho de se tornar uma pianista famosa; já a outra deseja curtir os prazeres da vida. Sempre unidas, elas acabam separadas por conta de um ato impetuoso de Guida, que foge com um namorado. Ao retornar, grávida e sozinha, ela é rejeitada pela família e não consegue mais reencontrar Eurídice que, a essa altura, está casada e levando uma vida que não desejava de jeito algum. Essa separação acaba por definir os rumos das duas mulheres, tendo consequências em todas as fases de suas vidas

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