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ONU

Ainda se recuperando de cirurgia, Greca recebe comitivas em casa

(Foto: Valdecir Galor/SMCS)

O prefeito Rafael Greca pediu, nesta quarta-feira (9/1), o apoio dos programas Cidades do Pacto Global das Nações Unidas (ONU) e City Possible do Grupo Mastercard aos projetos de cidade inteligente que estão sendo desenvolvidos em Curitiba, em especial a criação de um centro de inovação no bairro Rebouças. “Curitiba tem o pioneirismo e a inovação em seu DNA e, com o apoio internacional, podemos avançar ainda mais”, afirmou ele, que está se recuperando de uma cirurgia e recebeu a comitiva dos dois programas em sua residência.

Greca lembrou que, desde o início da sua gestão, o município vem desenvolvendo ações que garantiram a Curitiba, no ano passado, o título de cidade mais inteligente e conectada do Brasil, de acordo com o ranking Connected Smart Cities 2018.

“Retomamos o Curitiba Tecnoparque, programa de incentivo fiscal a empresas de base tecnológica, e a cidade vem desenvolvendo ações que buscam melhorar o dia a dia da população”, justificou o prefeito, citando como exemplos o aplicativo Saúde Já, que permite ao usuário do posto de saúde agendar, pelo celular, o atendimento médico; e os Faróis do Saber e Inovação, espaços públicos makers, em que estudantes da rede pública podem construir protótipos com impressora 3D.

Visita técnica

Antes de se encontrar com Greca, a comitiva internacional visitou os bairros Rebouças, Jardim Botânico e Prado Velho. “Fizemos uma visita técnica para mostrar iniciativas que transformaram Curitiba em referência em sustentabilidade e inovação, como o Jardim Botânico e o Teatro do Paiol; e toda a riqueza do ecossistema da cidade, como a sede da Federação das Indústrias (Fiep) e o campus da PUCPR”, contou Cris Alessi, presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento, órgão ligado a Prefeitura responsável pela política de inovação da capital.

Cris destacou ainda que a vinda da missão ajuda a abrir portas no cenário mundial, criando novas possibilidades de investimentos e, principalmente, troca de informações com outras cidades inteligentes espalhadas pelo mundo. “São dois programas internacionais que buscam soluções para problemas urbanos a partir da colaboração entre todos os níveis de governo, das organizações privadas e da sociedade civil”, ressaltou.

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