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Suzano

Após atentado, escola é reaberta para planejar acolhimento de alunos

(Foto: Arquivo Bem Paraná)

A Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, no interior paulista, será reaberta nesta segunda-feira, 18, apenas para professores e funcionários. O funcionamento está suspenso desde a última quarta-feira, 13, quando dois ex-alunos, de 17 e 25 anos, entraram na escola encapuzados e armados, promovendo um ataque que resultou na morte de oito pessoas. Os atiradores também morreram na ação.

Nesta segunda-feira, será traçado um planejamento com atividades de acolhimento e preparação psicológica para os alunos, que retornarão nesta terça-feira, 19. Ainda não há data para o reinício das aulas.

De acordo com a Secretaria Estadual de Educação, o planejamento dessas atividades contará com o apoio de profissionais do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), dos centros de Atenção Psicossocial (Capes) da prefeitura de Suzano, além de outras secretarias do governo do estado.

A proposta para o acolhimento é desenvolver atividades livres, como oficinas, terapias em grupos, rodas de conversa, depoimentos, compartilhamento de boas práticas, entre outras.

Segundo o governo estadual, uma rede de apoio, formada por instituições públicas e privadas, atuou no fim de semana, prestando atendimento psicológico e especializado na Diretoria Regional de Ensino de Suzano e no Capes do município, além de visitas domiciliares às famílias das vítimas.

De acordo com as informações do Secretaria de Educaçao, com objetivo de mudar o ambiente escolar, toda estrutura interna da Escola Estadual Raul Brasil está sendo pintada e revitalizada pela Seduc-SP, com o apoio da comunidade escolar. Uma rede de apoio com instituições públicas e privadas também foi formada desde o primeiro dia do episódio na escola.

A rede atuou durante todo este fim de semana, realizando atendimento psicológico e especializado na Diretoria Regional de Ensino de Suzano e na Capes de Suzano, bem como fazendo visitas domiciliares às famílias das vítimas.

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