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Após deixar jogo lesionado, Réver fará exame e preocupa Atlético-MG para domingo

Escalado pelo segundo jogo seguido por Vagner Mancini como volante, Réver acusou dores na coxa esquerda já aos 10 minutos do primeiro tempo do duelo em que o Atlético-MG venceu o Santos por 2 a 0, no último domingo, no Estádio Independência, em Belo Horizonte, e precisou deixar o campo e ser substituído por José Welison a partir da etapa final do confronto válido pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Depois do jogo diante da equipe santista, o chefe do departamento médico do clube alvinegro, Rodrigo Lasmar, informou que o atleta será submetido a exames para saber a gravidade da lesão. "O Réver sentiu um desconforto na coxa esquerda, não tinha condição de continuar. Vamos observar, fazer algum exame de imagem esta semana, provavelmente amanhã (nesta segunda-feira), e conhecer um pouco melhor a lesão", disse Lasmar, em entrevista à rádio Itatiaia.

Por causa da lesão, o defensor passou a ser visto como preocupação para o duelo diante do São Paulo, no próximo domingo, às 16 horas, no estádio do Morumbi, em São Paulo, pela 28ª rodada do Brasileirão. "Não conseguiu continuar no jogo, é uma situação que precisa de atenção, vamos ver com calma", disse o médico atleticano.

Sem Réver na etapa final do jogo contra o Santos, o Atlético-MG conseguiu sustentar a vantagem por 2 a 0 construída em apenas 22 minutos no primeiro tempo, com gols de Luan e Leonardo Silva. E Vagner Mancini exaltou a garra exibida pelo seu time para assegurar a vitória.

"Desde o primeiro minuto, fomos um time aguerrido, que buscou, que brigou e, às vezes, até passou do ponto. Mas, acima de tudo, mostrou ao torcedor que vestir a camisa do Atlético é sinônimo de se entregar, ter atitude, buscar o resultado e não se acomodar em campo", afirmou o comandante, em entrevista coletiva após o jogo.

O desempenho coletivo da equipe também foi exaltado pelo treinador, que havia estreado no cargo na última quarta-feira, em Maceió, onde conquistou um empate por 2 a 2 com o CSA na rodada anterior da competição nacional.

"Achei o Atlético extremamente obediente taticamente, não deu chances ao Santos. O que me chamou a atenção, e isso foi um dos pedidos que fizemos, é que houvesse dobra de marcação (feita por dois jogadores) porque o Santos é uma equipe que joga muito bem por dentro, te induz a marcar por dentro, abre a bola nas extremas e aí é muito agudo. Então, sabíamos que, quando essa bola chegasse nos extremos, até porque são atletas rápidos e habilidosos, teríamos que fazer a dobra de marcação. E, quando peço para o meu volante chegar perto do lateral ou para o meu extremo voltar até o lateral, estou pedindo para ele, muitas vezes, para dar um tiro de 60, 70 metros. Então, essa obediência tática fez com que suportássemos muito bem o jogo", analisou.

A vitória sobre o Santos deixou o Atlético-MG com 35 pontos e na 12ª posição do Brasileirão, no qual não ganhava uma partida desde o dia 29 de setembro, quando superou o Ceará por 2 a 1, também em duelo em Belo Horizonte.

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