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Após empate do Santos, Sampaoli admite dificuldade na perseguição ao Flamengo

A diferença de pontos para o Flamengo, que aumentou para dez pontos com o empate sem gols do Santos com o Internacional e a vitória do time rubro-negro por 2 a 0 contra o Athletico-PR, faz o técnico Jorge Sampaoli admitir a dificuldade na perseguição ao líder do Campeonato Brasileiro.

Após o empate, o treinador argentino reconheceu na entrevista coletiva que é difícil de alcançar o ritmo imposto pelo Flamengo, que venceu 11 dos últimos 12 jogos no torneio, e explicou que a meta do Santos é conquistar o maior número de pontos possível. No momento, o time paulista tem 48 e caiu da vice-liderança, agora ocupada pelo Palmeiras, para o terceiro lugar.

"A diferença que tem é a ver com o rendimento de uma equipe que ganha todas as rodadas. Nos custa seguir a este ritmo. Temos que estabelecer um vínculo com o jogo. Não estamos mirando ninguém. Queremos chegar o mais alto possível na tabela", pontuou Sampaoli.

O comandante santista se mostrou satisfeito com o desempenho de seus jogadores no primeiro tempo, etapa em que o seu time chegou a balançar as redes com Tailson - o gol foi anulado porque o jovem atacante estava em posição de impedimento -, mas reconheceu que o Inter foi superior na etapa final.

"Creio que poderíamos ter definido no primeiro tempo, criamos jogadas de perigo e situação de gol. Depois, no segundo, perdemos a posse da bola, e Inter teve más decisões. Perdemos muito em cada ataque. Inter aproveitava nossos erros nas entrelinhas com D'Alessandro e Nico. Isso fez com que perdêssemos a confiança no jogo. Fizemos uma partida incomodo no segundo tempo. Toda a comodidade do primeiro tempo se transformou em incômodo no segundo", destacou.

Sampaoli voltou a faltar sobre a presença de técnicos estrangeiros no futebol brasileiro, tema comum em suas coletivas. "Creio que o futebol se globalizou de tal maneira que todos conhecem o futebol de todos os lados. Adaptar-se à cultura do Brasil é difícil. Tem bons técnicos em muitos lugares do mundo. Tem a ver com os resultados."

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