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Série B

Após problemas financeiros, Paraná Clube enfrenta crise política

Leonardo de Oliveira
Leonardo de Oliveira (Foto: Geraldo Bubniak)

O presidente do Paraná Clube, Leonardo de Oliveira, está enfrentando uma crise política. O gestor financeiro, Fernando Giraldi, deixou o cargo na semana passada e agora é o 2º vice-presidente, Jamil Afonso Thomaz, que ameaça renunciar. Em abril, Jefferson Klippel, ex-médico do clube, também renunciou ao cargo de 1º vice-presidente.

Agora, a diretoria é comandada apenas por Leonardo de Oliveira, Jamil Thomaz (vice-presidente) e Oliveiros Machado Neto (superintendente-geral). Eles foram eleitos em setembro de 2018, em disputa com chapa única, e tomaram posse em dezembro de 2018.

Segundo informações do Globoesporte.com, as renúncias são por divergências com Leonardo de Oliveira. “A reportagem apurou que a saída se deu por divergências com o mandatário paranista, que tem centralizado as ações no clube. Em reuniões, a cúpula definia alguns assuntos e a prática dessas demandas era contrária às decisões. Na gestão passada, o 2º vice, Marcelo Barros Guatura, também tinha renunciado pelo mesmo motivo”, informou o repórter Guilherme Moreira, no Globoesporte.com.

Além dos problemas políticos, o clube vem enfrentando momento complicado na parte financeira. Em 23 de setembro, os jogadores ameaçaram não se concentrar antes do jogo com o Criciúma. No entanto, acabaram disputando a partida normalmente. Eles reclamavam de dois meses de direitos de imagem atrasados e dois meses de salários para os funcionários. Esses valores foram pagos em 30 de setembro, com o dinheiro da primeira parcela da venda do volante Jhonny Lucas ao Sint-Truidense. A venda total foi por 2,5 milhões de euros (cerca de R$ 11 milhões).

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