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Nas ruas

Ato em Curitiba defende Bolsonaro, Lava Jato e pede veto à lei contra abuso de autoridade

Manifestantes na Boca Madita: ato também defende pacote anticrime de Moro
Manifestantes na Boca Madita: ato também defende pacote anticrime de Moro (Foto: Cassiano Rosário)

Curitiba e outras cidades paranaenses são palco, na tarde deste domingo, de manifestações em defesa do governo Jair Bolsonaro (PSL) e em defesa da operação Lava Jato. Na Capital paranaense, o protesto começou por volta das 15 horas, na Boca Maldita, tradicional local de atos políticos da cidade. Os manifestantes também pedem o veto de Bolsonaro à lei contra o abuso de autoridade, aprovada pelo Congresso Nacional, e o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Alguns participantes defendem ainda a indicação do coordenador da força-tarefa da Lava Jato, procurador Deltan Dallagnol, para a Procuradoria-Geral da República. E pedem a aprovação do pacote anticrime proposto pelo ministro da Justiça, Sergio Moro. 

Manifestações semelhantes foram registradas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pará, Distrito Federal e Bahia. 

É a primeira manifestação do movimento Vem Pra Rua após revelações do site The Intercept Brasil mostrando que o grupo tinha estreita relação com Dallagnol. Junto com o “Mude”, os movimentos surgidos após a operação Lava Jato foram usados como “porta-vozes de causas políticas” pessoais de Deltan, que pautou atos públicos, publicações em redes sociais e manifestações dos movimentos de forma oculta, tomando cuidados para não ser vinculado publicamente a eles.

Os organizadores destacam também que o protesto visa “denunciar manobra organizada entre integrantes da classe política para acabar com a prisão em segunda instância, que pode ter impacto na prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro em Curitiba desde abril de 2018.

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