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Escravidão, tortura, guerras...

Ato na Boca Maldita mostra as formas de violência humana

Caixas chamaram a aten\u00e7\u00e3o na Boca Maldita na tarde de ontem
Caixas chamaram a aten\u00e7\u00e3o na Boca Maldita na tarde de ontem (Foto: Henry Milleo)

Estudantes de Curitiba participaram, ontem, de uma ação social para chamar a atenção para as diversas formas de violência. Eles levaram caixotes de acrílico para a Boca Maldita, no Centro de Curitiba, e simularam diversos tipos de violência como escravidão, morte por forca, tortura, guerras, nazismo, corrupção, armamento, violência contra a mulher e trabalho infantil. O ato também lembrou os 70 anos da promulgação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela Organização das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948. 
Toda a ação teve a participação dos alunos do ensino médio do Colégio Marista Santa Maria. “Além das caixas temos um objeto de reflexão, um espelho, com a frase depende de nós”, explica Larissa Oksana Angonese Frankiv, coordenadora da ação e educadora de áudio e vídeo do Colégio. 
A intervenção fez parte da iniciativa dos alunos para participar do Projeto Curta na Educação, que tem o intuito de mobilizar crianças, adolescentes, jovens e adultos, de todas as redes de ensino, para uma reflexão e ação voltada para questões de relevante interesse social, a partir da proposta anual da Campanha da Fraternidade, propiciando o desenvolvimento do pensamento crítico e o exercício da cidadania.
“Nossa proposta é refletir e dialogar sobre o tema, nos colocando no lugar do outro e lutando por maiores mudanças”, afirma Márcia Oliveira, professora de Sociologia do Colégio Marista Santa Maria. “Muitas práticas violentas foram sendo abandonadas desde o início de nossa trajetória, embora ainda convivamos com números epidêmicos de mortes  causados pelo tráfico. Tornamo-nos menos violentos? E o futuro, como será?”, indaga a professora.

 

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