Polêmica

Bancada evangélica da Câmara acusa vereador do PT de ‘intolerância religiosa’; partido vê ‘racismo institucional’

Renato Freitas (PT): vereador criticou repasse de recursos públicos a comunidades terapêuticas ligadas a igrejas
Renato Freitas (PT): vereador criticou repasse de recursos públicos a comunidades terapêuticas ligadas a igrejas (Foto: Franklin de Freitas)

O pedido de cassação do mandato do vereador Renato Freitas (PT), por vereadores da bancada evangélica da Câmara Municipal de Curitiba continua repercutindo nos meios políticos da Capital paranaense. Em nota, os vereadores Ezequias Barros (PSD), Osias Moraes (Repub), Sargento Tânia Guerreiro (PSL) e Pastor Marciano Alves (Repub), acusaram Freitas de “intolerância religiosa”, em virtude das críticas do parlamentar a repasses de recursos públicos para igrejas e a defesa do chamado “Kit Covid”, com medicamentos sem eficácia comprovada contra a Covid-19. A Executiva Estadual do PT, por sua vez, que a iniciativa “representa mais um exemplo do racismo institucional” na política brasileira.

Os quatro vereadores entraram com representação no Conselho de Ética da Câmara contra Freitas por quebra de decoro parlamentar. A Mesa Executiva encaminho o processo à Corregedoria, que tem 30 dias para se pronunciar, podendo ou não repassá-lo ao Conselho. Na nota os parlamentares alegam que “membros da bancada evangélica da Câmara Municipal de Curitiba estão sofrendo constantes ataques preconceituosos, calúnias, difamação e intolerância religiosa do vereador Renato Freitas (PT) em diversas ocasiões desde início das sessões plenárias”, e que “a gravidade das constantes ofensas exigiu a representação formal contra toda intolerância religiosa”.

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