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Museu

Brasileiros que foram a 2ª Guerra Mundial revivem a história

Relembrar a atuação do Brasil e a conquista da Força Expedicionária Brasileira (FEB), decisiva para o encerramento da 2ª Guerra Mundial, é motivo de orgulho e comemoração.

Cerca de 20 pracinhas que estiveram na Guerra residem no Paraná, sendo uma dezena deles em Curitiba. Os que estão com a saúde boa participam de evento que relembra os feitos na tomada de Monte Castello – o fato histórico mais importante da atuação brasileira – realizado no Museu do Expedicionário, com honras militares aos nossos heróis.

A solenidade inicia às 10h, na quarta-feira (21), no Museu do Expedicionário – unidade da 5ª Região Militar, que é considerado um dos maiores acervos sobre a participação do Brasil na 2ª Guerra Mundial, com cerca de 25 mil itens, entre armas, munição, equipamentos, uniformes, bandeiras, documentos, fotos e publicações da época. Na Praça do Expedicionário, local onde fica o museu, estão expostos um blindado, um avião Thunderbolt e outros equipamentos de guerra utilizados no conflito mundial. É um dos espaços culturais mais importantes do Estado do Paraná, representando o 2º lugar em número de número de número de visitantes (2.500/ mês).

Em 21 de fevereiro de 1945, a Força Expedicionária Brasileira (FEB), formada por mais de 25 mil homens que lutaram ao lado dos Aliados na Itália durante a Segunda Guerra Mundial, conquistou a luta de Monte Castello. Foram quatro tentativas até esse feito, 1.500 brasileiros foram mortos na guerra – cerca de 450 morreram em combate, aproximadamente 3 mil feridos e 20.573 prisioneiros, inclusive dois generais: o General Otto Fretter Pico, Comandante da 148ª Divisão de Infantaria alemã e o General Mário Carloni, Comandante do que restava da desbaratada Divisão de Bersaglieri Itália.

Com o lema "A cobra está fumando", em alusão ao ditado popular que era "mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil entrar na guerra", a campanha durou, no total, sete meses e 19 dias.

 

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