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Música

Caixa traz a Curitiba o show ‘Noites de Serenata’

Caixa traz a Curitiba o show ‘Noites de Serenata’

O show, com interpretações de Renato Braz e Breno Ruiz, é uma homenagem às grandes canções brasileiras
A Caixa Cultural Curitiba recebe, de hoje a domingo, o show Noites de Serenata, com os músicos Renato Braz e Breno Ruiz. Com direção de Zé Alexandre, o espetáculo enaltece a canção brasileira a partir do encontro dos músicos no palco. Renato Braz e Breno Ruiz fazem parte do recente movimento na música popular brasileira caracterizado pela criatividade.

Trata-se de uma nova geração com formação teórica sólida, convivência com as gerações mais antigas e com acesso a um enorme acervo de músicas disponibilizadas, inclusive, pela Internet. Esse movimento vem promovendo não apenas um estouro da nova música, mas o renascimento de antigos gêneros.

Entre os mais nobres gêneros está a canção brasileira, seja com o tratamento sofisticado em temas do folclore ou por meio de clássicos da música caipira. É um gênero que começa com Villa Lobos e é sustentado pela geração de Heckel Tavares, Joraci Camargo, Valdemar Henrique e encerra-se com Tom Jobim, na pré-bossa nova.

Nos últimos anos, esse gênero ressurgiu com a mesma roupagem clássica que o caracterizou. E dois expoentes dessa nova escola são Renato Braz e o pianista, compositor e cantor Breno Ruiz. Do encontro dessa dupla surge o espetáculo ‘Noites de Serenata’, que conta com interpretações primorosas a partir de parcerias de Breno Ruiz com Paulo Cesar Pinheiro, Cristina Saraiva, Rafael e Rita Altério e Socorro Lira, além de canções de outros compositores.

Serviço
‘Noites de Serenata’ com Renato Braz e Breno Ruiz
Onde: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Quando: 08 a 11 de março de 2018 (quinta a domingo).Quinta a sábado, às 20h; e domingo às 19h.
Quanto: vendas a partir de 03 de março (sábado). R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 16h às 19h.)
Classificação etária: Livre

 

Sobre Renato Braz e Breno Ruiz

O cantor paulistano Renato Braz é uma das referências obrigatórias no atual cenário da música brasileira. Vencedor do 5º Prêmio ‘Visa de MPB’, em 2002, sua carreira vem conquistando reconhecimento nacional e internacional.

Em 1999, realizou turnê por várias cidades da Alemanha. Em 2004, foi selecionado para representar o Brasil no Festival de Spoleto, ocorrido em Charleston, nos Estados Unidos. O sucesso da apresentação lhe rendeu convite para retornar em 2007, e também para participar, no mesmo ano, do ‘Summer Solstice’, concerto que é realizado anualmente na grande catedral gótica St. John The Divine, em Nova York. Em 2008, fez sua estreia no Japão participando de um concerto no Triphony Hall, em Tóquio.

Breno Ruiz

Nascido em Sorocaba (SP), é pianista, cantor e compositor. Aos quatro anos já tocava piano, aos dez animava bailes ao lado de um regional de choro e, a partir dos 15 anos, já compunha com parceiros como Rafael e Rita Alterio, Cristina Saraiva, Sergio Natureza e Paulo Cesar Pinheiro, sendo este último o seu parceiro mais constante. Tem sido gravado por parceiros e intérpretes como Tetê Espíndola, Renato Braz, Maogani, Celso Viáfora, Cristina Saraiva, Rafael Alterio e MPB4, entre outros. Como pianista e arranjador, gravou com o grupo Garimpo e produziu os arranjos para o CD ‘Terra Brasileira’, da compositora Cristina Saraiva.

Em maio de 2016, lançou, no Auditório do Ibirapuera o CD ‘Mar Aberto’ com Renato Braz, Roberto Leão e Mário Gil, tendo a participação especial de Dori Caymmi, que também atuou na produção musical do álbum. Em novembro de 2016 lançou o disco ‘Cantilenas Brasileiras’, resultado da parceria com Paulo Cesar Pinheiro. Foi assim descrito por Luís Nassif: Breno caminha para ser dos maiores melodistas brasileiros. Com seu faro inigualável, o poeta Paulo César Pinheiro descobriu-o antes dos outros. Juntos, compuseram várias músicas, com temas rurais, revivendo com a linguagem erudita temas folclóricos e a musicalidade do caboclo brasileiro. Paulo César entende o parceiro como se fosse uma reencarnação, alguém que chegou direto dos tempos de Chiquinha Gonzaga para os salões do século 21.

 

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