Tricolor

Ceará perde no STJD no caso do gol de mão

O pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) julgou ontem o caso do “gol de mão” de Wellington Silva contra o Ceará. O clube nordestino alegava “erro de direito” e pedia a anulação da partida. O pleno, instância máxima da Justiça Desportiva no Brasil, negou o pedido e manteve a vitória do Paraná, por 1 a 0. O advogado Itamar Cortes, que defende o Paraná, argumentou que o caso era um “erro de fato”, ou seja, que o árbitro não viu que o jogador utilizou a mão para marcar o gol.
Cortes também citou o caso do jogo Botafogo e Corinthians, com gol de mão do atacante André Lima. O STJD nem chegou a julgar essa partida.
Hoje, a 4ª comissão disciplinar (1ª instância) do STJD julgará o zagueiro Gabriel, do Paraná, o goleiro Lopes e o segurança Hilton Marcelo Gomes, ambos do Ceará. Os três se envolveram em confusão no jogo, após o gol de mão. As imagens da TV mostram Gabriel sendo agredido pelo segurança.
Escalação — O técnico Roberto Cavalo confirmou ontem que pretende usar a mesma escalação da vitória sobre o Guarani, na última terça-feira, na partida de amanhã, contra o São Caetano. “Antes dificilmente eu repetia a mesma equipe, seja porque o resultado não ajudava ou por contusão. Agora o time venceu e convenceu. Não tem como você mudar equipe, porque existiu dedicação e qualidade técnica”, justificou.
Com isso, o zagueiro Gabriel, que volta de suspensão, e o volante Adoniran, recuperado de lesão, ficam no banco de reservas. A escalação para sábado terá Zé Carlos; Montoya, Leandro e Luis Henrique; Murilo, Luiz Henrique Camargo, João Paulo, Davi, Rafinha e Fabinho; Marcelo Toscano.
Eleição – A eleição de 11 de novembro terá duas chapas. Uma delas terá Aquilino Romani, da atual diretoria, como candidato a presidente, junto com Aramis Tissot para vice de futebol. A chapa de oposição será liderada por José Alves Machado. O grupo de José Carlos Miranda, que preparava uma chapa, desistiu da disputa.