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Cobre fecha em queda, em meio a cautela com negociações entre EUA e China

Os contratos futuros do cobre fecharam em baixa nesta quinta-feira, em meio a informações conflitantes sobre as negociações entre Estados Unidos e China para a assinatura da chamada "fase 1" do acordo comercial entre os dois países.

O cobre para dezembro recuou 0,98%, a US$ 2,6235 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), e o cobre para três meses caiu 0,78%, a US$ 5.829,00 a tonelada, na London Metal Exchange (LME).

Uma série de informações desencontradas que surgiram nos últimos dias sobre a guerra comercial sino-americana deixa os investidores cautelosos. Depois de o Congresso americano ter aprovado um projeto de lei em apoio aos manifestantes em Hong Kong, hoje o South China Morning Post informou que a China aguarda o posicionamento do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre o assunto.

O mesmo veículo de comunicação relatou que as tarifas americanas a produtos chineses que estão programadas para entrar em vigor em 15 de dezembro devem ser adiadas, mesmo que um acordo preliminar não seja fechado até lá.

A Dow Jones Newswires, por sua vez, informou que o vice-primeiro-ministro chinês Liu He convidou negociadores dos EUA para uma nova rodada de conversas presenciais. Ontem, no entanto, a Reuters havia noticiado que a assinatura do pacto comercial entre americanos e chineses pode ficar para 2020 devido a divergências.

Informações sobre a guerra comercial sino-americana tendem a afetar a commodity porque a China é o maior comprador mundial de cobre.

Entre outros metais básicos negociados na LME, o alumínio fechou em queda de 0,40%, a US$ 1.734 a tonelada, o chumbo caiu 1,46%, a US$ 1.958 a tonelada, o níquel registrou alta de 0,87%, a 14.485 a tonelada, e o estanho subiu 2,46%, a US$ 16.425 a tonelada.

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