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Rota do MMA

Curitiba está cotada para sediar novamente o UFC em 2019

Curitiba está cotada para sediar novamente o UFC em 2019

O vice-presidente do Ultimate Fighting Championship (UFC), David Shaw, afirmou, no último sábado (22/9), em São Paulo, que está quase certo que Curitiba voltará a ser sede do evento esportivo em 2019. “A possibilidade é grande de voltarmos a Curitiba. Foi um sucesso o último evento por lá e a tendência é fazermos um evento lá novamente”, revelou o dirigente da competição de Mixed Martial Arts (MMA).

No próximo ano, estão programados três UFCs no Brasil e, se confirmado, o da capital seria o primeiro deles. 

A primeira edição do UFC em Curitiba aconteceu em maio de 2016 e registrou o maior público da história da Arena da Baixada, com 45.207 pessoas. Na ocasião, diversos atletas de nome do MMA mundial participaram do card, como Maurício Shogun, Cris Cyborg, Fabrício Werdum e Rogério Minotouro.

Neste ano, o evento ocorreu em São Paulo e o Ginásio do Ibirapuera ficou lotado, no fim de semana passado, para acompanhar o exército de brasileiros, que corresponderam e fizeram bonito no último evento de MMA da temporada no país.

Injeção de recursos

A presidente do Instituto Municipal de Turismo, Tatiana Turra, afirma que será muito importante o retorno do UFC para Curitiba. "O turista que vem para o evento nos interessa muito porque movimenta consideravelmente a economia da cidade", salientou.

De acordo com ela, um estudo realizado em 2016 mostrou que praticamente metade do público de 45 mil pessoas que foi à Arena da Baixada era de fora da cidade (43%) e injetou R$ 45,2 milhões na economia da cidade sem praticamente nenhum gasto do poder público.

“Estamos com diversos projetos para grandes eventos em Curitiba e a nossa visão é muito positiva com a possibilidade de o evento chegar novamente ao município”, completou Tatiana. Do total de R$ 45,2 milhões injetados na economia local, R$ 22,2 milhões foram gastos diretamente pelos fãs de MMA em hospedagem, alimentação, transporte e compras.

Já o impacto indireto na economia – com fornecedores de hotéis e restaurantes, por exemplo – foi de R$ 22,9 milhões. 

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