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Feirão ajuda a renegociar

Levantamento revela que Curitiba tem 582 mil pessoas inadimplentes

Caminhão da Serasa passou por Curitiba em março deste ano
Caminhão da Serasa passou por Curitiba em março deste ano (Foto: Divulgação)

Um levantamento da Serasa Experian mostra que em setembro deste ano Curitiba tinha 582.271 pessoas inadimplentes, pessoas que tinham contas em atraso. No começo do ano eram 574,2 mil inadimplentes. Em janeiro de 2019, a cidade tinha 29% da população endividada. No Paraná, com dados da Serasa de abril deste ano, eram 974 mil pessoas com dívidas em atraso. Em média cada uma delas tinha duas dívidas em atraso.
Ainda segundo o estudo o número de consumidores inadimplentes no país chegou a 63,2 milhões em setembro, 3,7% a mais do que em setembro de 2018, quando eram 60,9 milhões. O montante alcançado pelas dívidas até setembro de 2019 foi de R$ 252 bilhões, com o valor médio de R$ 3.997,00.
A Serasa divulgou estes dados para incentivar os devedores a colocarem as contas em dia. Desde o dia 4 de novembro consumidores de todo o Brasil podem renegociar dívidas atrasadas e/ou negativadas através do site do Serasa Limpa Nome. Além disso, como uma alternativa para quem não possui acesso à internet, a agência da Serasa em Curitiba (Avenida Marechal Deodoro, 502 – Salas Lojas 2 e 3 ) irá receber e auxiliar consumidores em suas negociações. O feirão segue até o dia 30.
Segundo Lucas Lopes, gerente do Serasa Limpa Nome, essa é a oportunidade de as pessoas negociarem suas dívidas com facilidade e segurança. “Nos primeiros dias da versão online, que começou dia 4 de novembro, já batemos mais de 100 mil acordos. São 100 mil histórias transformadas pelo serviço do Serasa Limpa Nome. Sabemos que o começo do ano é difícil, com muitas contas que se acumulam, por isso, repetimos essa edição trazendo novas oportunidades para que mais pessoas possam colocar suas contas em dia”, afirma Lopes.
O Feirão Serasa Limpa Nome facilita o processo de renegociação de dívidas em um único local, economizando tempo daqueles que possuem dívidas e garantindo segurança e validade da oferta. Ao todo, são 30 empresas participantes, entre bancos, operadoras de telefonia, escolas e outras.


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