Monitoramento

Da detecção ao reconhecimento facial: como funciona

(Foto: Divulgação/Assessoria de imprensa)

Você já deve ter notado em shoppings, mercados e outros estabelecimentos, a existência de protocolos de segurança por conta da covid-19. Agora, as câmeras inteligentes podem fazer o trabalho realizado pelas pessoas que ficam com “pistolas” medindo a temperatura. E você consegue imaginar a tecnologia que há por trás dessas câmeras?

Sabia que os processos de detecção facial e reconhecimento facial atuam de formas diferentes, mesmo que ambos estejam apoiados pela inteligência artificial? O reconhecimento traz informações pessoais, por exemplo, a pessoa identificada é João da Silva, de 36 anos, enquanto a detecção facial baseia-se em características comuns do rosto humano.

Muitas vezes, esses dois termos são confundidos, até mesmo em funcionalidades da Internet das Coisas (IoT), conforme comenta o diretor de inovação da Pumatronix, Ricardo Anselmo Andriani. “Com o avanço das redes sociais e a capacidade de desenvolvimento de algoritmos que treinam e ensinam redes de inteligência artificial, tais tecnologias se fazem imprescindíveis e são consumidas quase que diariamente em diferentes situações”, explica.

O executivo complementa que a detecção precede o reconhecimento facial. “A detecção é capaz de dizer que o rosto pertence a um ser humano e se ele está usando máscara, já o reconhecimento é capaz de trazer os dados detalhados, como o nome do indivíduo – isso desde que conste essa informação no banco de consulta”, esclarece.

Em tempos de covid-19, as câmeras térmicas embarcadas na inteligência artificial desenvolvidas pela Pumatronix processam e tratam imagens a fim de detectar se alguém está ou não de máscara. Outra funcionalidade é revelar se trata-se ou não de um funcionário.

A solução pode ser usada em supermercados, shoppings, aeroportos, hospitais, escolas, empresas e outros ambientes. “Entendemos que essa necessidade vem ao encontro do novo normal. Mesmo após a pandemia, a busca pelo resguardo deve se manter. Temos a expectativa de que a tecnologia seja obrigatória, por meio de normativa, resolução ou legislação”, acredita Andriani.

Precisão e funcionamento

Além do reconhecimento facial e da capacidade de mostrar se uma pessoa usa ou não máscaras, as câmeras térmicas desenvolvidas pela empresa curitibana realizam a leitura da temperatura corporal por meio de sensores. “Elas terceirizam essas informações para a máquina e fazem a triagem de pessoas, a partir de um profissional de segurança que dará o encaminhamento adequado, caso alguém apresente alteração na temperatura, o que evita a contaminação em massa. Elas ainda monitoram filas em ambientes com fluxo intenso de pessoas, com o objetivo de auxiliar a gestão do local”, acrescenta.

As câmeras térmicas configuram, ainda, o valor limite de temperatura, a fim de autorizar ou não o acesso de pessoas nos ambientes. “A faixa de medição tem variações entre 30° e 45° C, e precisão em média de 0,1°C, no caso da câmera termográfica que permite medição contínua”, afirma o diretor de inovação.

Quanto à distância de medição, quando utilizado o sensor de pulso, a aferição pode acontecer entre 1 e 2,5 centímetros e quando utilizada a câmera termográfica pode chegar a vários metros, permitindo a medição com grande agilidade. A tecnologia traz ainda a opção de gerar alarmes sonoros ou luminosos em caso de temperatura anormal ou falta do uso de máscara, possibilitando que a supervisão local possa agir imediatamente.

“O momento nos trouxe uma reflexão e a tecnologia contribui diretamente para a segurança de todos. Equipamentos que possibilitam alarmes quando detectada a falta de máscara e alta temperatura, por exemplo, auxiliam na redução do índice de contágio interno, sejam em empresas, comércio e demais ambientes, prezando pela saúde das pessoas em tempos de covid-19”, conclui o diretor de inovação da Pumatronix.

Para conferir essas e demais soluções para fiscalização, mobilidade urbana e o monitoramento do trânsito, visite o site da empresa: www.pumatronix.com