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Deputado diz que 'jogo político' influenciou troca na Secretaria do Esporte

O deputado Luiz Lima (PSL-RJ) criticou o "jogo político" que envolveu a mudança feita pelo ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, no comando da Secretaria do Esporte. A troca do general Décio Brasil pelo empresário Marcelo Magalhães, ligado ao senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), foi formalizada nesta sexta-feira (28).

"Infelizmente, muitas vezes pessoas técnicas e sérias são substituídas dentro de um jogo político que está muito longe de se assemelhar as regras do próprio esporte. Somos pessoas disciplinadas e dedicadas, estou me transformando em um político de fato, após um ano de mandato como deputado federal e jamais vou me permitir perder a essência do esporte", escreveu o parlamentar como legenda de uma foto ao lado de Décio Brasil.

Ex-atleta, Luiz Lima também escreveu que ficou "decepcionado" por não ter sido consultado pelo governo sobre as alterações na secretaria. "General Brasil, estou triste com a sua saída, lamento demais ter sido surpreendido também com essa notícia nesse momento", afirmou.

"Apesar de ser da base do governo, trazendo comigo toda uma vida dedicada ao esporte, fico decepcionado por em nenhum momento ter sido consultado ou sequer procurado para uma conversa. Fique absolutamente certo que como cidadão sou muito grato ao seu esforço e de toda a sua equipe. Sigamos em frente, vamos fazer sempre o melhor, sigo aqui nadando em vários momentos sozinho, mas com a mesma coragem e dedicação", disse o parlamentar em outro trecho.

Marcelo Magalhães tinha sido nomeado pelo governo, em 3 de fevereiro, para exercer o cargo de diretor do Escritório de Governança do Legado Olímpico. A entidade, ligada ao ministério da Cidadania, tem como função cuidar da gestão das estruturas esportivas que ficaram como legado dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio 2016. Com a designação para o cargo de secretário do Esporte, ele fica exonerado da função anterior.

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