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50 anos a Apollo 11

Eclipse parcial da lua estará visível; em Curitiba Parque da Ciência promove observação

(Foto: Reprodução Facebook)

Na noite desta terça-feira, 16, quando o mundo celebra os 50 anos da missão Apollo 11, que decolou da Terra rumo à Lua, o Brasil poderá ver um eclipse lunar parcial. Em Curitiba, o Paque da Ciência Newton Freire Maia, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, promove a 3ª edição do evento de observação do céu — Noite no Parque. A partir das 18h30, o público participante poderá observar planetas que estejam visíveis, a nossa Lua (em um eclipse lunar parcial que durará desde o anoitecer até por volta de 20h00) e outros objetos interessantes em nossos telescópios, além de aprender a identificar as principais constelações da estação e outras curiosidades sobre céu em uma sessão de planetário ao ar livre

O fenômeno ocorre quando Sol, Terra e Lua se alinham, e nosso planeta faz sombra sobre o satélite. O eclipse poderá ser visto a partir das 17h01 (horário de Brasília) e, no total, terá duração de mais de cinco horas, parecido com o que ocorreu em janeiro deste ano.

A atividade “Noites no Parque” é uma iniciativa do Parque da Ciência Newton Freire Maia, espaço de divulgação científica e tecnológica da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte do Paraná.

Noites no Parque 3ª Edição - Temporada 2019 (50 ANOS DA CONQUISTA DA LUA)
Data: 16/07/2019 (terça-feira).
Horário: 18h30 às 22h00 (os portões fecham às 21h30).
Local: Parque da Ciência Newton Freire Maia
Estrada da Graciosa, 7400 – km 20.
Parque das Nascentes – Pinhais/PR
Telefone: (41) 3675 - 0121
www.parquedaciencia.pr.gov.br
Parque da Ciência
Instagram: @parquedaciencia

Programe-se (horários de Brasília):

15h43: início da fase de penumbra

17h01: início da fase da umbra

19h52: fim da fase da umbra

21h17: fim da fase da penumbra

Não é preciso usar óculos de proteção

Diferentemente de um eclipse solar – quando o que fica "escondido" é o Sol –, para observar o fenômeno lunar não é preciso óculos de proteção.

A visão da Lua é a olho nu, mas é mais fácil assistir ao fenômeno em áreas menos iluminadas e com o horizonte livre.

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