Publicidade
Conteúdo Sustentável

Entenda a diferença entre glitter e bioglitter

Frente aos malefícios dos microplásticos no meio ambiente, do qual os glitters convencionais são parte, os chamados ‘bioglitters’ estão ganhando cada vez mais adeptos. No entanto, nem todos podem ser considerados biodegradáveis. O grande problema do glitter convencional é que em sua maioria são compostos por plásticos (PVC e PET) recobertos de um material metalizado (geralmente alumínio) e outros aditivos. Eles contém material orgânico – o polímero -, mas ele não pode ser decomposto no ambiente, ou seja, não são considerados biodegradáveis.

Já os ‘bioglitters’ são produzidos - em sua maioria – por empresas adeptas do ‘faça você mesmo’. Estas empresas apostam em uma produção artesanal e em um combo que reúne rótulos como ‘natural’, ‘vegano’ e o conhecido de biodegradabilidade. O que acontece é que esses glitters possuem uma variedade grande em sua composição: podem ser feitos com sal, açúcar, amido de milho, goma vegetal, eucalipto, celulose, minerais e corantes naturais – enfim, uma infinidade de matérias-primas. O ideal, para os que procuram o bioglitter, é avaliar sempre se a matéria-prima utilizada na fabricação é orgânico ou um material inorgânico.

Ibama delega licenciamento ambiental para estados e municípios
O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) Eduardo Bim transferiu o licenciamento ambiental de competência federal para os órgãos estaduais e municipais. A regra está na instrução normativa número 8, publicada no dia 28 de fevereiro, no Diário Oficial da União, e entra em vigor a partir desta data. O licenciamento ambiental é um procedimento administrativo que precisa ser feito quando uma atividade ou empreendimento puder causar dano ou degradação ambiental, como rodovias, portos e usinas, por exemplo.

Black&Decker lança bomba de água que funciona com energia solar
Uma nova bomba de água para irrigação acaba de ser lançada pela empresa de ferramentas elétricas e eletrodomésticos Black&Decker.
 Chamada de Nadi, a bomba que funciona com energia solar e é de baixo custo foi pensada para agricultores rurais da Índia. Atualmente, as bombas de irrigação usadas nas fazendas por lá consomem quase 20% da eletricidade da Índia, sendo que boa parte ainda vem do carvão e parte vem do diesel. Desta forma, a alternativa ecológica pode amenizar o desafio da poluição ambiental no país.

DESTAQUES DOS EDITORES