Publicidade
Conteúdo Sustentável

Expedição é criada para localizar harpia rara no Paraná

Um gavião-real, cuja imagem faz parte do brasão da bandeira do Estado do Paraná, foi visto no município de Coronel Domingo Soares. 

As imagens surpreenderam toda a comunidade paranaense de ornitólogos e técnicos de conservação do Instituto Água e Terra (IAT), já que a harpia ou gavião-real é a maior ave de rapina do Brasil e considerada criticamente em perigo no Paraná pela lista de extinção estadual de 2018. Há anos não se tem nenhum registro da espécie em vida livre no Paraná.

A presença no Estado despertou a esperança de que ainda haja outros indivíduos nessa região e talvez no Parque Nacional do Iguaçu.
Com o objetivo de averiguar e montar um plano de conservação para a ave, foi montada uma ação emergencial na área de registro.
Conhecida como gavião-real ou uiraçu (Harpia harpyja) habita as florestas de todo o Brasil onde constrói seu ninho em grandes árvores emergentes. Nesta espécie a fêmea é bem maior que o macho.

Todos podem colaborar com a Conservação da Harpia

Cientistas e técnicos do IAT chamam a atenção de observadores de aves, proprietários de áreas na zona rural e interessados em conservação que apoiem as ações registrando as observações.
Qualquer pessoa que aviste a harpia deve entrar em contato com o órgão ambiental através do Projeto Detetives da Natureza, de preferência, com registro de imagens. O Projeto visa estimular o registro fotográfico das espécies da fauna e flora nativa Paraná por meio da Plataforma iNatyuralista, no link: https://www.inaturalist.org/projects/detetives-da-natureza-do-parana.


Governo de Goiás busca maior agilidade nos licenciamentos ambientais para conter a crise

O governador do Estado de Goiás, Ronaldo Caiado enviou para a Assembleia Legislativa, projeto de lei que estabelece o Regime Extraordinário de Licenciamento Ambiental (REL). A proposta é parte das medidas de enfrentamento à crise econômica decorrente da pandemia de coronavírus. Segundo o documento, as medidas devem durar enquanto o Estado de Goiás estiver sob regime de calamidade pública e financeira. O texto prevê que todos os empreendimentos que façam adesão ao modelo excepcional se instalem e entrem em operação nos exercícios de 2020 e 2021.
Desta forma, a gestão ambiental terá regras de máxima redução burocrática para maior agilidade na concessão de licenças ambientais tendo em vista a implementação de empreendimentos.

Segundo a secretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Andréa Vulcanis, uma vez aprovado pela Assembleia Legislativa, o REL criará a figura da Licença Ambiental Extraordinária (LAE), além de instrumentos que garantam a retomada da economia no Estado.
“O objetivo é criar ferramentas viáveis que permitam a retomada da atividade econômica, com geração de trabalho e renda, por meio de ações que racionalizem e agilizem ao máximo os procedimentos de licenciamento sem perdas ambientais”, afirma Andréa Vulcanis. “Isso será possível mediante o pré-estabelecimento de todas as medidas e ações de sustentabilidade que os empreendimentos deverão adotar”, pontua. “São mecanismos que, na prática, responsabilizam empreendedores e respectivos responsáveis técnicos com mais assertividade”, explica.


SC mantém serviços de licenciamento e fiscalização em home office

O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA), por sua vez, mantém o serviço de licenciamento ambiental em home office. As atividades de fiscalização ambiental também seguem em home office, mas com suspensão dos prazos para apresentação de defesas, recursos e manifestações nos processos administrativos infracionais por parte do empreendedor.
Devido ao decreto nº 515, de 17 de março de 2020, estão suspensos os serviços de balneabilidade, vistorias de processos de licenciamento ambiental, visitação pública em Unidades de Conservação, atividades presenciais de educação ambiental, emissão de autorização de transferência, transporte e torneios de passeriformes.
A grande novidade está na criação de e-mails para o encaminhamento de documentos. Ao receber, o protocolo do IMA anexa o material ao SGPE. A inovação é fundamental para evitar o deslocamento dos cidadãos ao IMA.


Paraná sofre com estiagem mais severa dos últimos anos

O Paraná vive a pior estiagem desde que o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) começou a monitorar as condições do tempo, em 1997. A baixa precipitação já dura dez meses. Levantamento do Simepar apontou que nove das maiores cidades paranaenses, de quase todas as regiões do Estado, tiveram chuvas bem abaixo da média histórica entre junho de 2019 e março de 2020.

Houve uma redução média na precipitação de 33% no conjunto de municípios formado por Curitiba, Ponta Grossa (Campos Gerais), Guarapuava (Centro), Maringá (Noroeste), Londrina (Norte), Foz do Iguaçu (Oeste), Cascavel (Oeste), Guaratuba (Litoral) e Umuarama (Noroeste).

Guarapuava é a cidade que mais sofre com a seca. A diminuição no volume de chuvas foi de 47,2% – 809 milímetros contra uma média histórica de 1.533 mm para o período. Em todos os dez meses analisados choveu menos do que o previsto no município. Em março, apenas 30 mm ante uma expectativa de 113 mm.
Porém, no volume total, Curitiba foi quem teve menos chuva entre os municípios pesquisados: 725 mm. Redução de 43,1%, já que a média histórica apontava para 1.274 mm. Março foi o período mais seco na capital paranaense. O nível de chuvas para o mês, desde 1998, é de 127 mm. Neste ano, contudo, a precipitação foi de apenas 12 mm. O recorde negativo da cidade era de 44 mm, registrado em março de 2017.

Na sequência, o termômetro da seca aponta para Ponta Grossa (40% de diminuição), Foz do Iguaçu (34,7%), Cascavel (33,8%), Umuarama (31,1%), Londrina (30,5%), Guaratuba (22,7%) e Maringá (15%).


Curso em Projetos de Energia 

Entre os dias 27 e 30 de abril será realizado o curso “Project Finance em Projetos de Energia”. Desta vez, o curso será realizado online em plataforma de fácil acesso. Serão quatro dias, com quatro módulos divididos em duas horas cada (das 16h às 18h).

Ministrado por Julien Dias, o curso oeferce aos participantes uma visão prática do Project finance e modelagem financeira para empreendimentos de geração e transmissão de energia renovável e de geração distribuída. Mais informações no link (https://www.viex-americas.com/cursos-treinamentos/project-finance-modelagem-financeira/project-finance-e-em-energia/)

Publicidade

Plantão de Notícias

Mais notícias

DESTAQUES DOS EDITORES