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Capital e região estão prestes a completar um mês de estiagem  

Falta de chuva começa a mudar a paisagem na Grande Curitiba

"Cen\u00e1rio do Vossoroca, ontem: n\u00edvel baixou tanto que leito ficou \u00e0 vista"
"Cen\u00e1rio do Vossoroca, ontem: n\u00edvel baixou tanto que leito ficou \u00e0 vista" (Foto: Franklin de Freitas)

O inverno é tradicionalmente a estação com menos eventos de chuva no Paraná. Mas a edição deste ano vem se tornando um dos mais secas da história. A maioria das regiões está sem chuva significativa. Curitiba, por exemplo, completa no próximo dia 27 um mês desde a última chuva. De lá para cá, no máximo chuviscos que mal molham a poeira.
No Norte e Noroeste do Estado, a situação é ainda mais dramática, e não chove com força há mais tempo. Ainda não há risco de desabastecimento para as cidades, mas no campo algumas culturas de inverno podem ser prejudicadas.
Sem chuvas nas últimas semanas, o cenário vai se transformando na Grande Curitiba. Quem circula pela BR-376, entre Curitiba e a divisa com Santa Catarina, já percebeu que o nível da represa do Vossoroca, no alto da Serra do mar, em Tijucas do Sul, está com o nível baixíssimo e, em alguns pontos, aparece totalmente seco.
Esse nível baixo do Vossoroca repete o que aconteceu no inverno passado, quando a represa também secou. Naquela oportunidade, a represa se viu vítima de estiagem que começou em maio e culminou em agosto. Além de 2017, a última vez que o Vossoroca ficou com nível tão baixo foi em 2014.
Porém, o Vossoroca não é usado para o abastecimento de água para as cidades.  A repressa tem capacidade de armazenar cerca de 38 milhões de metros cúbicos de água, e ajuda a funcionar as turbinas da pequena hidrelétrica de Chaminé, em São José dos Pinhais.
Início do ano
Já o começo deste ano foi diferente. Os meses de janeiro, fevereiro e março ficaram entre os mais chuvosos da história na Capital.
 

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