Franquias registram saldo positivo em novos negócios durante a pandemia

Embora a pandemia tenha apresentado um cenário desafiador aos empresários brasileiros, o primeiro trimestre de 2021 registrou dados positivos para as redes de franquias, de acordo com relatório divulgado pela ABF (Associação Brasileira de Franchising). Com saldo de 1,9% em novos negócios, as projeções da entidade para este ano ainda estimam crescimento de 8% no faturamento do setor em relação ao último ano, além de uma expansão de 5% das redes. Um dos fatores que contribui para os números positivos é que, com a perda de emprego, milhares de brasileiros decidiram empreender e, com isso, o Brasil atingiu o maior índice de empreendedorismo inicial, que chegou a 23,4%, segundo relatório da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2020.

Neste cenário, franquias que exigem baixo investimento e oferecem retorno rápido ganham espaço no mercado e a atenção dos empreendedores. “O sucesso desse modelo de negócios faz com que muitos franqueados optem por ter mais de uma unidade da mesma rede de negócios. Na rede de franquias de escolas profissionalizantes que fundei, por exemplo, 40% dos franqueados possui mais de uma unidade do empreendimento”, destaca o fundador da Jumper, Everton Sabú, segundo levantamento realizado pela marca.

Embora os números das redes de franquias se mantenham positivos durante a pandemia, o momento também exigiu adaptação para este mercado. Além da realização de eventos online para manter a união dos franqueados, foi preciso transformar conhecimentos. “Para as redes de franquias, o cenário atual exige mais investimento no que se refere a transformar o mindset dos franqueados, sendo necessário explorar temas como: resiliência, estímulo em ganho de conhecimento, reciclagem de padronização, aproximação e confiança mútua entre franqueadora e franqueados”, explica o fundador da Jumper. Diante desta realidade, Sabú ainda destaca que, em tempos de crise, os franqueados precisam entender os desafios e avaliar as oportunidades para entregar mais do que se deve e estreitar o relacionamento com clientes.

Redes de cursos profissionalizantes ganham espaço

Ainda segundo a ABF, entre os dez setores que mais faturam na área de franchising está o de educação. “Em sintonia com estes dados, a pandemia e o desemprego têm movimentado o mercado de ensino profissionalizante como uma alternativa para os brasileiros buscarem colocação ou reinserção no mercado de trabalho”, avalia Sabú. Para ele, a formação profissional contribui para reduzir as chances de demissão e ampliar as oportunidades de trabalho, em um cenário de mais de 14 milhões de desempregados no Brasil. "A falta de profissionais com perfis e conhecimentos adequados é uma das grandes dificuldades do mercado, pois percebemos que as pessoas têm um conhecimento muito básico a respeito de diversos temas, como o funcionamento de empresas, por exemplo”, avalia. Para ajudar os jovens a ampliar suas oportunidades de colocação no mercado de trabalho, Sabú criou a marca, que proporciona conhecimento e experiência sem a necessidade de o aluno já ter atuado na área. 

Diante deste cenário, as redes de escolas profissionalizantes projetam expansão dos negócios para os próximos meses, ampliando o número de unidades. “A busca dos empreendedores por novas oportunidades de negócios de rede de franquias de baixo investimento foi potencializada pela busca dos brasileiros por profissionalização. Na realidade da Jumper, por exemplo, isso contribuiu para mantermos números positivos mesmo durante a pandemia e estabelecermos a projeção de atingir a marca de 300 franquias até 2022”, antecipa Sabú.

Para mais informações sobre este modelo de negócios, basta acessar: www.jumpercursos.com.br.

 



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