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Corrupção policial

Gaeco prende policiais e proprietários rurais que fizeram conluio

(Foto: Reprodução/Arquivo Gaeco)

O núcleo de Londrina do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, com apoio da Corregedoria da Polícia Militar, cumpriu na manhã desta quarta-feira, 15 de julho, cinco mandados de prisão temporária e 12 mandados de busca e apreensão. Foram presos dois policiais militares, dois proprietários rurais e um empresário em São Sebastião da Amoreira, no Norte Pioneiro do estado.

Investigações do Gaeco e da 2ª Promotoria de Justiça da Auditoria Militar de Curitiba indicaram que policiais militares lotados em um posto da Polícia Ambiental na Rodovia PR-218 vinham recebendo benefícios ilegais para garantir a segurança das propriedades rurais e, eventualmente, permitir infrações ambientais. Policiais estariam omitindo-se de fiscalizar caça de animais silvestres no interior de uma das fazendas e até mesmo teriam participado de caça ilegal. Além disso, estão sendo investigados crimes de peculato dos policiais, consistentes na apropriação de doações de combustíveis e outros materiais destinados à Polícia Ambiental.

O Posto da Polícia Ambiental foi construído em meados de 2015 na área de uma fazenda, às expensas dos proprietários do local e de terras vizinhas.

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