Publicidade
Câmara

Greca também propõe reforma administrativa e redução de secretarias

Greca: proposta prevê redução do número de secretarias de 18 para 13 com extinção e fusões de Pastas
Greca: proposta prevê redução do número de secretarias de 18 para 13 com extinção e fusões de Pastas (Foto: Rodrigo Fonseca/CMC)

A exemplo do governador Ratinho Júnior (PSD), o prefeito Rafael Greca (PMN) também encaminhou à Câmara Municipal de Curitiba uma proposta de reforma administrativa que prevê a redução do número de secretarias e extinção de cargos comissionados. De acordo com o projeto, o número de Pastas seria reduzido de 18 para 13, com a extinção ou fusões de algumas delas.

A fusão da Secretaria de Recursos Humanos e da Secretaria de Informação e Tecnologia com a Secretaria de Planejamento e Administração resultaria na Secretaria Municipal de Administração e de Gestão de Pessoal (SMAP).

A Secretaria de Defesa Social e a Secretaria de Trânsito passariam a compor a Secretaria Municipal de Defesa Social e Trânsito integrando, em uma só pasta, as políticas de proteção ao cidadão, prevenção ao uso indevido de drogas e gestão do trânsito. Serão incorporados à Pasta o Departamento de Políticas sobre Drogas e o Gabinete de Gestão Integrada Municipal de Segurança Pública (GGI). Ela também será responsável pela coordenação geral de Proteção e Defesa Civil do Município de Curitiba e fará a gestão dos recursos e a ordenação das despesas do Fundo Municipal de Prevenção às Drogas e do Fundo Municipal de Defesa Civil.

A Secretaria Municipal de Assuntos Metropolitanos seria incorporada ao Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC). A Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego – será extinta e suas atribuições serão absorvidas pela Fundação de Ação Social (FAS), “a fim de que apenas uma entidade seja responsável pelas ações sociais, de trabalho, emprego e renda, no âmbito municipal, de modo a otimizar recursos financeiros e de pessoal, atingindo resultados mais eficazes em favor da população”, alega o prefeito.

As secretarias municipais da Educação e da da Saúde passariam a ter a competência para a execução de obras e serviços de engenharia, relativas a manutenção e reforma de seus próprios, “para que, com essa autonomia, possam otimizar recursos e garantir mais agilidade nos processos”, diz Greca na justificativa do projeto.

Leia mais no blog Política em Debate

DESTAQUES DOS EDITORES